Bring Me The Horizon libera mais uma prévia de novo EP; ouça sTraNgeRs

O Bring Me The Horizon continua sua jornada de sucesso com o lançamento do single sTraNgeRs. A faixa é a segunda a ser lançada da série POST HUMAN EP. O vocalista Oli Sykes comentou sobre a faixa. “A música passou por um longo período de composição em Los Angeles, e assim que firmamos a letra ‘nós somos apenas uma sala cheia de estranhos’ veio o nome. Ele acabou assumindo um duplo significado tão profundo, que ficamos nos questionando em como seria a sensação de tocá-la ao vivo, ver todos os estranhos se conectando nesse nível louco.. imaginávamos que seria como uma reabilitação. Saindo do confinamento e da pandemia, todo mundo está se recuperando de algo, são tantas pessoas que lutam diariamente com diferentes traumas, a gente só queria enfatizar que eles não estão sozinhos… e que somos uma comunidade para ajudar uns aos outros”. A banda queria compartilhar essas jornadas tão pessoais sobre saúde mental para ajudar e inspirar outras pessoas. Eles perguntaram aos fãs se gostariam de contribuir anonimamente e participar desse processo especial. A resposta foi impressionante e essas histórias formaram a narrativa por trás do vídeo oficial com alguns clipes curtos exclusivos, que foram revelados nas redes sociais da banda na semana passada. Esses curtas formaram o mini-filme assombroso e cinematográfico que acompanha STraNgeRs e dá um vislumbre surreal desse mundo muito pessoal.

Dropkick Murphys lança single e vídeo de Two 6’s Upside Down

A banda Dropkick Murphys lançou o single e vídeo de Two 6’s Upside Down, de seu próximo álbum This Machine Still Kills Fascists, a ser lançado digitalmente e em CD em 30 de setembro via Dummy Luck Music / [PIAS] da banda, com um especial edição em vinil em novembro. Aliás, This Machine Still Kills Fascists é diferente de tudo que eles fizeram até hoje – um álbum completo de músicas que dão vida às palavras de Woody Guthrie. Two 6’s Upside Down é o lamento de um jogador desamparado, inundado de amor e perda, assassinato e punição. Em resumo, o fundador do Dropkick Murphys, Ken Casey, explicou o conceito. “Two 6’s Upside Down é acústico, mas ainda é difícil. É ousado e essas letras são ameaçadoras. Nós só queríamos mostrar logo de cara que, embora este álbum seja acústico, ainda vai ter um pouco de fogo”. O vídeo do novo single mostra Dropkick Murphys tocando a música enquanto se reúne em torno da estátua de Woody Guthrie em Okemah, cidade natal de Woody, intercalada com imagens da banda estreando a música diante de multidões entusiasmadas de festivais europeus neste verão. O clipe foi dirigido por Dave Stauble. Confira videoclipe de Two 6’s Upside Down

Remobília convida a novos começos no álbum Ponto final

Remobília ressignifica os reencontros e dá novo sentido aos recomeços no primeiro álbum, Ponto final. O título, aparentemente ambíguo, apresenta um grupo aberto ao próximo capítulo, já iniciado com um EP. O projeto reúne os músicos André Gonzales, Beto Mejía, Esdras Nogueira, Fernando Jatobá e Gustavo Dreher, que povoaram o indie nacional com a formação memorável do Móveis Coloniais de Acaju, agora somando uma outra gama de experiências solo. O resultado é a vibração do encontro, a saudação aos caminhos percorridos e um aceno esperançoso às novas estradas. O álbum vem para somar a uma sequência de singles já revelados por Remobília ao longo dos últimos meses e ao EP Janelas, de 2020. Agora, canções como a faixa-título (com participação da rapper Kimani) e Dia bonito ganham a companhia das inéditas Lâmina de faca, Nosso nome é agora, Feito nuvem, Novo delírio, Às vezes, Viver de outro modo e Janeiro. Na ficha técnica, surgem nomes de destaque do cenário nacional, como Moreno Veloso, Marcelo Callado e Frank Jorge. Em comum, as composições entregam a intimidade do familiar, mas com a candura do peito aberto para o novo. Remobília faz desse primeiro trabalho uma importante declaração sobre amor, respeito e aquilo que nos torna humanos. “Ponto final é o nosso primeiro disco. É um disco que fala sobre conduta. Conduta de amor, cuidado e carinho, mas também de raiva e revolta. No entanto, também traz brisa e dias bonitos. Não que os tempos tortuosos tenham acabado, mas reencontros são necessários e são lugares de potência. O reencontro sempre tem nostalgia, carinho e cuidado. E por aí pretendemos continuar caminhando. Tendo a música e arte como ponto de fuga e refúgio. A gente quer caminhar junto a quem combate intolerância, fascismo, misoginia, racismo. Queremos olhar para as escritas da vida e saber que existem outros fins para além da dor. Nos vemos em breve nos palcos. Que a música nos inunde do que necessitamos”, pede Beto Mejía. O reencontro dos ex-integrantes do Móveis Coloniais de Acaju surgiu na oportunidade de um show onde André, Beto, Esdras, Jatobá e Dreher mostrariam o repertório de seus projetos individuais, além de canções icônicas que compartilharam em 18 anos de banda. Após a pausa no Móveis, os músicos seguiram colaborando em seus trabalhos solo, indo das músicas de bailes antigos do Sr. Gonzales Serenata Orquestra, passando pelo mundo infantil de Mejía até chegar nas viagens instrumentais do saxofone de Nogueira. Porém, o show de reunião do grupo estava marcado para 2020 – e, infelizmente, a pandemia também. “Não teve show. Ponto final. Sem encontro no palco, sem reencontro físico, distanciados, não nos fizemos distantes. As janelas que emolduraram nosso contato virtual durante 2020 deu nome ao nosso EP. O palco inexistente se tornou 4 canções inéditas. A música atou os nós da distância que se empunha. As canções manifestaram a certeza que terminaríamos aquele ano juntos. Mas muitos se foram. Era 2020. Era 2021. As perdas se estenderam. Não teve show. Ponto final”, resume André Gonzales. O grupo transformou o hiato forçado em um novo ponto de partida. Dois anos depois, as canções se multiplicaram e se tornaram nove. Outras inspirações, diferentes poéticas e uma renovada perspectiva marcam essa leva de composições, onde vaporwave, french house e rock gaúcho desembocam em ritmos cortantes, sintetizadores, violoncelos, dissonâncias. Entre a nostalgia noventista e o frescor do agora, Remobília celebra as impermanências para criar o novo. “O projeto virou banda. Remobília deixou de ser a recriação de um passado. Nosso nome é agora. Temos um álbum, o primeiro de muitos. Reticências, como diz Kimani na música que leva o nome do disco. Do projeto interrompido transbordou outro começo, não um recomeço. Esquece o ‘re’. Esquece a ‘mobília’. Remobília já tem novo sentido. Claro, possui raízes, mas floresce com outras cores, novas vozes, outros significados e vontades. Na copa dessa árvore as músicas se ligam a novos pontos”, completa o vocalista. As trajetórias trilhadas pelos integrantes após a pausa do Móveis por tempo indeterminado são múltiplas, diversas. Essas novas experiências se recombinam em Remobília, um encontro de velhos amigos com olhares renovados, ouvidos famintos e corações cheios. O disco “Ponto final” já está disponível nas principais plataformas de música.

Bayside Kings questiona o tempo da sociedade e da política em novo EP

É urgente que o tempo da existência, do convívio, do trabalho e da política que gerencia a sociedade seja bem administrado e, principalmente, bem consumido pelo indivíduo. O tempo urge e cada a cada pessoa mentalizar seu propósito em meio ao caos, esquivar-se de preconceitos e ser voz ativa contra o retrocesso. É sobre este tempo – do presente e do futuro – que o Bayside Kings fala por meio do seu hardcore moderno e ríspido, com letras em português, neste novo EP, Tempo. Tempo, que chegou às plataformas de streaming pelo selo Olga Music, é o sucessor direto do EP Existência (2021), a segunda de quatro partes que formam o álbum #livreparatodos, todos entrelaçados por temáticas que tangem a condição humana. Neste lançamento, todas as músicas abordam, de distintas maneiras, a questão de tempo e têm uma pergunta que vai direto ao ouvinte, que chega em forma de provocação, exceto a faixa Existência, em que a banda fala da valorização do ‘eu pessoal’, um grito de incentivo àquilo que define torna cada indivíduo um ser único. A sonoridade que embala as canções de Tempo acompanha as temáticas do EP: do hardcore direto e reto no estilo Sick of it All de Consequência da Verdade, passando pelo peso extra de Todos os Olhos em Mim, a essência punk de O que você procura aqui e a melodia de Livre para Todos. Consequência da Verdade é uma crítica à forma como nos escondemos nas redes sociais, na ilusão de uma imagem e ambiente perfeito, como uma máscara para nossas falhas. O clipe do primeiro single é a continuação da história do Caverinha, iniciada no EP anterior, que escancara uma pergunta essencial à proposta atual do Bayside Kings, entre o desfecho de Existência e o lançamento de Tempo: quem é você quando tudo se desfaz? “Você está no mundo real, quem é você quando todos os olhos estão na sua direção”, levanta a banda. Todos os Olhos em Mim traz à tona de um sentimento corriqueiro a muitas pessoas: aquele desconfortável sentimento de ser constantemente julgado, seja pelo visual ou pela ótima de tantos preconceitos, no entanto, cantado pelo Bayside Kings como um alerta positivo para o indivíduo não cair nesta armadilha e continuar no próprio trilho. A mais punk, O que você procura aqui, que mais uma vez carrega o inquietude do existencialismo por tantas vezes proferido pelo Bayside Kings. “O que você procura nesta vida além de existir? Qual seu propósito? Acredito que não estamos aqui para ‘a vida nos levar’ e a resposta para isso vale ouro“, provoca Milton. A mais diferente de todas as faixas desta nova fase da banda santista, que encerra o EP Tempo, é Livre para Todos, com uma pegada punk rock melódico, com nuances de Offspring. É uma música política, descaradamente, com o peso que o Brasil sente desde as últimas eleições majoritárias, em 2018. Um dos nortes, na letra, é o desrespeito e desmonte das florestas na Amazônia, com um verso nos moldes terrorismo poético. “Sou filho do caos e a única coisa que tem que queimar não são as florestas, mas sim o fascismo sistemático, e assim seremos nós as micro revoluções diárias para estarmos em paz consigo mesmo”. Tudo fará muito sentido quando #livreparatodos ser complemente lançado. Até lá, cada música, cada EP é um capítulo dentro de uma trama. O EP ainda é um convite por meio do hardcore para a sociedade pensar sobre comportamento e política de uma forma mais plural. “As micro revoluções estão acontecendo, é fato que grupos conseguem debater cada vez mais temas, no entanto, os preconceitos estão cada vez mais escancarados, não podemos deixar, jamais, que isso seja normalizado. Este governo não vai conseguir isso”. Show de lançamento de Tempo No palco, o EP Tempo será lançado dia 16 de julho, no Jai Club, em São Paulo. O evento, que começa às 17h, ainda terá shows das bandas Institution, Crexpo, M4nifesto e Into the Void. Para a compra de ingressos, acesse o link.

Montanee lança session de versão rock de hit de Britney Spears

O trio carioca Montanee, prestes a lançar pelo selo Olga Music a inédita Chepeast Thrill (no próximo dia 15), soltou antes a live session em que tocam uma versão rock e moderna de … Baby One More Time, hit da cantora norte-americana Britney Spears. A ideia de fazer esse cover, conta o guitarrista e vocalista Felipe Areias, surgiu ao escutar a versão acústica de … Baby One More Time criada pela banda britânica Travis. “Resolvi tirar ela no violão e, no dia seguinte, a gente tinha ensaio. Fiquei pronto antes dos outros e comecei a tocar ela de bobeira, o resto da banda começou a acompanhar e gostamos do que saiu dali em diante”, ele revela. Teo Kligerman, o baterista da Montanee, conta um pouco sobre o processo criativo da versão rock deste clássico do pop noventista. “Quando fazemos uma releitura, claro que criamos várias coisas, temos uma liberdade criativa, mas é mais fácil transformar do que brotar do zero. Mas foi um processo bem natural”. A ideia de começar a música apenas com fraseados de guitarra, conta Areias, foi uma forma de manter como a versão nasceu pela primeira vez em um ensaio. “Foi uma coisa instintiva a banda entrar só no primeiro refrão”. A versão, então, ganhou mais corpo com a adição de sintetizadores, por meio da produção de Thiago Cymbal e Vic Delnur. “Elevamos nossa leitura de … Baby one More Time a outro nível e foi a partir daí que resolvemos encher a música com vozes”, completa Areias. Mais diversas harmonias foram gravadas e mais uma participação entra em cena na gravação: Nanda Cid, que contribuiu com backing vocals. “Acho que a Britney vai ficar orgulhosa com a nossa versão”, finaliza a banda. Mais detalhes sobre os bastidores e o processo de gravação podem ser conferidos neste vídeo, com direção, edição e colorização de Felipe Areias, e direção de fotografia de João Carlos Rocha.

Yuri Villar faz baião com sax e violino em novo single

Saxofonista e compositor carioca, Yuri Villar traz a leveza e a alegria do forró em duo com a violinista Carol Panesi no seu novo single, Baiãozinho, em um lançamento do single Cantores del Mundo. A gravação une o multi-instrumentista às cordas da violinista Carol Panesi, e a pintura da capa foi um presente criado pela tia avó de Yuri, a artista plástica Amélia Bressane, falecida por covid ano passado. Gravado remotamente durante a pandemia, a música bebe nas águas de Jackson do Pandeiro e Hermeto Pascoal para apresentar um Baiãozinho alegre e festivo, com tons mágicos trazidos pelo violino da também multi-instrumentista Carol Panesi. Os dois foram companheiros na Itiberê Orquestra Família durante 7 anos, e a afinidade musical construída durante esse tempo transborda em conversa arrojada entre sopro e cordas. Além de seu já tradicional saxofone tenor, nessa gravação Yuri assume composição, arranjo, piano Rodhes, voz, triângulo, mixagem, masterização e design. Completando o time, a zabumba de Karina Neves e o pandeiro de Bernardo Aguiar dão a pulsação perfeita desse estilo de forró eternizado pelo rei do Baião, Luiz Gonzaga. O lançamento soma a outras novidades que Yuri Villar já revelou – como o Samba Maltês, com Carlos Malta e Pandeiro Repique Duo – e irá divulgar ao longo de 2022, incluindo dois novos EPs. Além de saxofonista, Yuri Villar é compositor e arranjador. Formou-se em sax pela UFRJ e integrou a Itiberê Orquestra Família de 2003 a 2010. É militante da música instrumental autoral atuando junto dos grupos Bondesom e Relógio de Dalí. É também produtor musical e arranjador de diversos discos (Noca da Portela, Zé Katimba, Luiza Sales e Bondesom, entre outros) e de trilhas sonoras, como é o caso do premiado filme Sudoeste (Eduardo Nunes, 2011). Acompanhou nos palcos inúmeros artistas, como Geraldo Azevedo e Teresa Cristina, e já gravou CDs com Mario Adnet, Roberta Sá, UFRJazz Ensemble, Daniel Gonzaga e outros. Em 2019 lançou seu primeiro disco solo Futuro Agora, uma retrospectiva de sua vivência musical inspirada pelo nascimento de seu primeiro filho, Matias. Em 2020, Yuri Villar lançou três singles autorais, o projetos audiovisuais Onde mora o som, duos com grandes músicos registrados em plano sequência por Marcelo Fedrá, e “#Stents”, intervenções videomusicais em posts do Instagram de outros instrumentistas. Em 2021 lançou duas canções, Passageiro, em parceria com Jade Prata; e Todo Céu, com Pedro Mann. Também gravou dois EPs autorais instrumentais, um com banda completa, e outro em que toca piano em duo com mulheres instrumentistas. Ambos serão lançados em 2022. Enquanto isso, é possível conferir Baiãozinho nas principais plataformas de música.

Coala Festival faz show com Rodrigo Amarante e Mayra Andrade na Audio

A maior edição do Coala Festival está marcada para os dias 16, 17 e 18 de setembro, no Memorial da América Latina, em São Paulo, mas o clima do evento extrapola os limites de sua edição, contando com uma programação de aquecimento. No dia 14 de setembro, Rodrigo Amarante e Mayra Andrade, ambos escalados para o Coala 2022, se apresentam na Audio, casa de shows da capital paulista. Os ingressos já estão à venda no site Ticket360 e na bilheteria da Audio. “Desde 2018, estamos aumentando aos poucos a programação do festival, ocupando mais espaços e ampliando a presença e o impacto do evento no calendário cultural da cidade. Esse ano não vai ser diferente; essa noite na Audio é uma nova oportunidade de ver o Amarante por aqui, já que a data em que ele toca no Coala está esgotada e vai ser bonito demais ter a Mayra Andrade com a gente nessa noite tão especial”, afirma Gabriel Andrade, sócio-fundador e curador do Coala Festival. Recentemente, o festival paulistano anunciou uma expansão, tendo, pela primeira vez, uma edição com três dias de programação. Na data extra, 16 de setembro, sexta-feira, o Coala recebe Djavan, Alcione com Céu, Liniker, Mayra Andrade e Tasha & Tracie. Mais de 50% dos ingressos para esse dia já foram vendidos e eles seguem disponíveis no TotalAcesso (aqui). Vale lembrar que os tíquetes para as demais datas, 17 e 18 de setembro, já estão esgotados. Em 17 de setembro (sábado), sobem ao palco do Coala Festival: Gal Costa (com a participação de Tim Bernardes e Rubel), Alceu Valença, Ana Frango Elétrico, Bala Desejo, BK’ e Rachel Reis. E, no dia 18 de setembro (domingo), se apresentam Maria Bethânia, Rodrigo Amarante, Black Alien, Marina Sena, Nego Bala, Chico Chico com Juliana Linhares. ServiçoSide show Coala Festival com Rodrigo Amarante e Mayra Andrade na AudioData: 14 de setembro (quarta-feira)Local: Audio | Av. Francisco Matarazzo, 694 – Água Branca, São PauloHorário: 21hCapacidade da casa: 3.000 pessoasAcesso para PcD: simÁrea PNE: simLocal para alimentação: simWi-fi: simIngressos: de R$60,00 a R$120,00Vendas: Ticket360 e bilheteria da Audio. Funcionamento da bilheteria: de segunda-feira a sábado, das 13h às 20h (exceto feriados).

Da primeira gravidez ao primeiro single: conheça Hayya

O ponto de partida. O início da vida também se tornou o início de Hayya, projeto artístico solo que nasceu junto com o nascimento de sua filha, ainda em 2020. Das primeiras letras, ao primeiro lançamento, hoje nasce também Baby Blues, single e clipe que marca a concretização desta gestação artística que levou 24 meses. Com influências que abarcam o dream pop e o indie, a estreia traz a libertação e a reflexão de como é ser uma mulher e mãe, e como o autoconhecimento aprofunda uma série de sensações que empoderam e fascinam. A canção de estreia traz como principal tema a maternidade, como já sinaliza o título, Baby Blues, termo em inglês utilizado para designar o sentimento de melancolia que toma conta de algumas mulheres alguns dias após o parto. As mudanças não são somente no corpo, também se refletem na realidade da mulher que agora também assume a identidade de mãe perante a sociedade. A música visa mostrar a maternidade real, falando sobre o que muitas mulheres sentem, mas que é pouco falado. “Entre momentos de tempestades e calmarias que podem se suceder no início da maternidade, a mulher tenta se reencontrar. Não somos mais quem éramos e podemos demorar um pouco até nos redescobrirmos. Mas no final, nós encontramos nossas melhores versões! No plural porque somos muito mais do que mães, somos também mulheres, amigas, profissionais e o que mais nós quisermos ser!”, declara Hayya. O trabalho de estreia antecipa o álbum, que será lançado em setembro deste ano. Entre as influências musicais de Hayya estão bandas como Beach House, Cigarettes After Sex, O Terno e Baleia. “Ela nasceu no meio da pandemia e foi um período muito desafiador. Nós escolhemos não saber o sexo do bebê até o nascimento, e quando ela nasceu e descobri que era uma menina comecei a refletir muito sobre ser mulher na sociedade atual. Os problemas que nós, mulheres, enfrentamos há tantos séculos e que ela também irá, mas também como é fascinante e poderoso ser mulher. E a partir daí comecei a escrever sobre esses temas. E agora, meu companheiro, o músico Gabriel Neves, criou melodias lindas para as letras e passamos a trabalhar juntos”, conta Hayya. O single Baby Blues tem letra de Hayya e música de Gabriel Neves. A mixagem e masterização é da própria artista, com gravação de voz realizada no PlugAí Orange (Santos). Já o clipe é uma produção e direção de Hayya e Gabriel Neves, com edição da Hayya. As fotos de divulgação são de autoria do artista Kaleo Gradilone.

Bruna Pena une indie pop, lo-fi e acid jazz em single Tu Dum

A cantora e compositora Bruna Pena lançou seu primeiro projeto solo com uma sequência de singles e clipes, onde apresentará a intensidade das suas composições embaladas por influências do indie pop, lo-fi e acid jazz. Sua primeira faixa, Tu Dum, é uma canção imagética que ganha um clipe igualmente potente, narrando as sensações mais cruas e os sentimentos mais viscerais que se passam entre cérebro e coração. A novidade chega para somar a uma carreira que se iniciou em 2009, quando teve sua primeira banda, a Janela Oval, seguida dos projetos Hot Beigal Shop e Six Pack Squad. Atualmente, Bruna é roteirista e diretora na Salted Films. Ao longo de 2022 e 2023, a artista irá revelar uma série de novidades onde seus três lados – musical, lírico e visual – se encontram de forma inédita. “Na pandemia, mergulhei nas minhas entranhas. Com um punhado de medo num bolso e uma caneta Bic no outro, eu escrevi. Linhas que subiam e desciam em picos de amor, terror e euforia. Sílabas viravam acordes. Palavras, melodias”, relembra. Gravada inicialmente no celular, a canção ganhou corpo com a produção atenta de Rodrigo Lemos (Lemoskine), onde sons cotidianos, os foleys, como a batida do coração, viraram o beat e o groove que acompanham a faixa toda. Estes elementos materializam o encontro da música com o cinema que Bruna traz consigo. “Tu Dum nasceu palavra, som e imagem. Na obra de Carol Castanho, um coração bordado em um raio-x de tórax, vi materializado meu estado de frio e soco na barriga. Era amor ou ansiedade? Era hormônio ou demônio? Tu dum, Tu dum, Tu dum no meu ouvido. Onomatopeias, trava-línguas, idiomas, sotaques, ironia… Brincadeiras fonéticas e semânticas foram parar no caderno, enquanto imagens se criavam no meu cérebro. Rimar palavra com palavra, palavra com imagem. Esse era o jogo de Tu Dum. Venceu quem entendeu que o amor que a gente sente é a única coisa que a gente ganha”, resume Bruna, que assina desde a composição e produção da música até a direção criativa, roteiro e montagem do videoclipe. Bruna Pena dialoga com as sensações de uma geração em busca de conexão, e na sua música há de sobra. Tu Dum é a primeira canção solo da artista, já disponível nas principais plataformas de música.