They Are Among Us: Marcus Marques retrata natureza e elucida passagem do tempo em novo videoclipe

Marcus Marques - They Are Among Us - Piano

Uma obra que retrata a natureza, o etéreo e o fim. Este é o novo videoclipe do compositor Marcus Marques: They Are Among Us – Piano. O lançamento dá sequência à divulgação do debut Teatro de Estrelas. They Are Among Us é uma faixa instrumental e regada de melancolia. Para captar essa essência, Marcus convocou a produtora CARANVIDEO, que realizou as filmagens na Espanha. O roteiro elucida as quatro fases da vida de uma mulher, pontuando a sentimentalidade e o mistério.  O material foi captado pelas praias de La Coruña, Galicia e Catalunya. A região fica no noroeste do país, às proximidades das fronteiras com Portugal e França. As atrizes Maya Zaitceva, Nina Mirez, Vera Kuznetsova e Isabel Arriola estrelam o videoclipe, que é escrito e dirigido por Andrei Zaitcev e Vera Kuznetsova. O álbum Teatro de Estrelas também conta com uma versão cantada de They Are Among Us. A faixa foi originalmente composta sob encomenda para um curta sobre extraterrestres.  No entanto, Marcus frisa que o audiovisual para a variante instrumental faz com que a canção tenha uma interpretação mais aberta. “O vídeo permite uma experiência sensorial. Isto é, o ouvinte agora pode escutá-la e viajar livremente, com infinitas possibilidades em mente”. Tanto o videoclipe de They Are Among Us – Piano, quanto o disco Teatro de Estrelas em si, correspondem ao início da trajetória solo de Marcus Marques. O trabalho mistura soft rock, MPB, jazz e rock progressivo, trazendo aspectos da música dos anos 1970. Em breve, o cantor deve divulgar outros conteúdos autorais. 

Rock além das fronteiras: Piratas Siderais e DIGAØ divulgam single com banda mexicana

Piratas Siderais- Digão - Eufemia

Enclausurado tem participação do grupo Eufemia, da Cidade do México.  Rock, música latina e conscientização. Esse é o single Enclausurado, que reúne a banda Piratas Siderais e o cantor DIGAØ aos mexicanos do grupo Eufemia. A faixa é um lançamento do selo Musikorama Music Records e da gravadora New Music Brasil. A letra conta com versos em português e em espanhol e retrata um eu-lírico perdido, envolto pela melancolia e aprisionado pelos seus distúrbios psicológicos. O instrumental é inspirado no grunge e no rock alternativo de nomes como Nirvana e  Smashing Pumpkins. A faixa foi produzida de forma remota e colaborativa. DIGAØ gravou voz e guitarra. Quanto a Piratas Siderais, Vince e Dionatan respectivamente trouxeram linhas de guitarra e baixo e Igor gravou a bateria. A canção ainda conta com a voz de Kike Vargas, da Eufemia. Também vale pontuar que a mixagem e a masterização ficou a cargo do baterista da Eufemia, Charly Cervantes. DIGAØ aponta que o intercâmbio musical é bom para todos os lados – incluindo o ouvinte.“Enclausurado é uma canção crua, suja e melancólica, ou seja, é um prato cheio para quem gosta dos 90 ‘s sounds. O grunge está vivendo um revival mundial e os apps tornaram o mercado cosmopolita. Por isso, é natural que busquemos cruzar as fronteiras linguísticas. Essa união tripartite mostra o quanto isso é possível”, frisou o artista que também assina a composição da faixa. 

PIC-NIC celebra 20 anos com disco de inéditas

É unânime que o Indie Rock se consolidou como um gênero aclamado devido aos seus precursores. Mas, assim como o The Strokes, entre tantos outros gringos, a banda carioca PIC-NIC também remetia a essa sonoridade em meados de 2001. O grupo encerrou as atividades em 2007, no entanto, agora celebra os seus 20 anos de história com o lançamento digital de um novo álbum. O disco é intitulado “2007” e chega nas plataformas de streaming pelo selo NOVEVOLTZ RECORDS. A obra reúne 11 canções que remetem a uma musicalidade mais doce e madura, somando nuances da música pop e do grunge ao espectro do indie e do rock alternativo.  As músicas foram gravadas justamente em 2007, mas, devido ao fim do projeto, o disco acabou nunca vindo a público. No decorrer deste ano, no entanto, um dos membros encontrou um HD que as guardava – o que provocou a reunião da PIC-NIC em prol da celebração de 20 anos.  Para o guitarrista Miguel Afonso, 2007 é uma prova de que vale a pena superar as diferenças em prol da música e da amizade.  “Tivemos um período de destaque, fazendo mais de 150 shows pelo país. Por isso, havíamos trabalhado em cada detalhe desse disco, que acabou não saindo. Hoje, nos reunimos e passamos por cima dos problemas daquela época para comemorar tudo o que vivemos juntos. Afinal, o que fica é o nosso legado”, frisou.  Além de Miguel, a PIC-NIC é formada pelos músicos Paulinho Gehm (guitarra, violão e teclados), Guidi (voz), Flavio Chokkito (baixo) e Robson Riva (bateria). As sessões de gravação foram majoritariamente caseiras, mas também ocorreram no estúdio Laboratórios de Eco, na Tijuca, no Rio de Janeiro. A mixagem e a masterização foram realizadas recentemente por Davi Pacote.  Anteriormente, a banda lançou o álbum homônimo PIC-NIC (2002) e o EP Feito em casa (2003). A vocalista se recorda dos discos e frisa que 2007 é o trabalho mais caprichado do quarteto.  “É um ótimo disco para que novas pessoas conheçam o nosso trabalho. Espero que isso aconteça e gosto da ideia de continuarmos gravando e lançando canções”, comentou Guidi. 

Ex-Capital Inicial, Bozzo Barretti, se reúne a Dinho Ouro Preto em novo single

Entre 1987 e 1992, Dinho Ouro Preto e Bozzo Barretti dividiram palcos e estúdios como membros do Capital Inicial. Agora, quase 30 anos depois, os artistas retomam o vínculo musical lançando o single Fratura (Um Pequeno Poema Para 2020). A letra aborda a polarização política que paira sobre o Brasil e frisa a importância da união das pessoas que pensam de forma diferente. A faixa é uma espécie de rap, mas inspirada na sonoridade do hit Drive, da banda Incubus. O lançamento chega nas plataformas de streaming através da união do selo Musikorama Music Entertaiment com a gravadora New Music. Segundo o ex-tecladista do Capital, a canção mostra o quanto não vale a pena quebrar laços por opiniões conflitantes. “A ideia principal é dar um alerta e dizer não para a Guerra Ideológica que só serve para destruir amizades. Não tenho intenção de ser messiânico, mas quero trazer uma reflexão para as pessoas. Espero que escutem a nossa música e pensem sobre esse assunto. Afinal, nem sempre existe uma verdade absoluta”, frisou Bozzo.  Fratura (Um Pequeno Poema Para 2020) é a primeira música do projeto solo de Bozzo Barretti, que nos últimos anos esteve na banda Brotheria, onde dividiu os palcos com o também ex-Capital Inicial, Murilo Lima. Agora, o multi-instrumentista trabalha em novas obras autorais e prevê outros lançamentos para o decorrer de 2022.

Outras Estações: Nostalgia, Pixies e regionalidade inspiram cantor Caridade em EP de estreia

Caridade - Outras Estações

“Depois dos 40, você não precisa dar explicações a ninguém”. Esse é o espírito do EP de estreia do cantor e compositor Caridade, intitulado Outras Estações. A obra elucida que é preciso persistir para encontrar a felicidade de forma nostálgica. Enquanto isso, se remete à regionalidade, abordando o litoral de São Paulo.  No âmbito melódico, o trabalho recorda o rock alternativo dos anos 1990 e traz aspectos da música indie contemporânea. O mini-álbum conta com cinco faixas: Terra Plana, Lado Humano, Outras Estações, Tentando Se Encontrar e Oumuamua. As gravações ocorreram no Estúdio MIXBox, no Guarujá (SP).  Para produzir o EP, Caridade gravou guitarra, baixo e voz e contou com o suporte de Patrick Leandro, que gravou teclados e beats. Na ocasião, o artista inspirou-se em bandas como Pavement, Nada Surf, Pixies, Blur, My Bloody Valentine, Beck, Weezer, entre outros.  De acordo com o cantor, que ao decorrer das últimas décadas integrou as bandas Supergrave, Easy Money e Silverson, o projeto solo supre uma vontade antiga.  “Desde 1996, sempre estive tocando em grupos e lidando com mudanças nas formações. Me vi cansado e queria liberdade para compor sem rótulos. Oumuamua, por exemplo, imagina a reação que teríamos se um meteoro caísse em nossas cabeças. Já as demais trazem relatos pessoais e são um pouco mais despretensiosas”, frisou. 

Medo Todo Mundo Tem: Singular ressalta positividade e empatia em novo single

Singular - Medo Todo Mundo Tem

Nada é melhor do que uma dose de positividade para superar os medos, receios e aflições. Essa é a mensagem principal da banda Singular no single Medo Todo Mundo Tem. A faixa chega nas plataformas de streaming através do selo Musikorama Music Entertaiment, agora integrado à gravadora New Music.  A música é recheada de brasilidade, trazendo nuances de reggae, rap e sendo inspirada na sonoridade de nomes como BaianaSystem e Chico Science & Nação Zumbi. As sessões de gravação ocorreram em meados de 2018, com produção de Matheus Brasil. Na ocasião, a Singular ainda contou com o suporte do percussionista Jefferson Rasta. O vocalista e guitarrista Wilamis Motta aponta que a canção deve servir como uma espécie de mensagem de apoio. “Todos temos medos. Porém, podemos enfrentá-los com positividade e empatia. Esperamos chegar nos ouvidos e corações das pessoas”, frisou. Além de Wilamis, a Singular conta com os músicos Weslley Motta (voz e baixo); Jony Bravo (bateria) e Menotti Bolinelli (guitarra). O grupo está em atividade desde 2009 e divulgou os singles Cheiro Verde, No Controle e Lençol anteriormente em 2020. 

Wanderlust: Breno Branches retrata roadtrip em novo videoclipe

Breno Branches - Wanderlust

“Pegar a estrada e partir em busca de um sonho. E dessa forma, encontrar toda a plenitude do mundo”. Nada definiria melhor o novo videoclipe de Breno Branches. Wanderlust dá vida a uma roadtrip e representa uma vivência pessoal do artista, que migrou do Pará para Santa Catarina visando viver de música.  O videoclipe tem direção de Gabriel Silva e conta com filmagem, edição e colorização da Madrigal Filmes. As cenas foram captadas nos arredores de Joinville (SC), sendo que Breno Branches também é co-autor do roteiro, que transmite todo o espírito indie folk da canção. Segundo o cantor, Wanderlust foi composta contando com colaboração dos fãs – o que consequentemente inspirou o roteiro do videoclipe “Escrevi a música contando com o apoio de quem me segue, mas tentando fazer algo nesse estilo. Ao chegar no refrão, senti que uma palavra, com grande significado, seria melhor do que uma estrofe. E foi aí que um seguidor sugeriu a palavra Wanderlust, que em alemão significa desejo de viajar. Por isso, o videoclipe também ressalta esse sentimento”, frisou.  Breno Branches é artista solo desde meados de 2012 e já conta com uma discografia extensa, incluindo os EP’s Que Bolero (2016) e Enchanté (2017), além de diversos singles. Anteriormente, em 2021, divulgou a música Óleos com o argentino Polo Rojo. Em seu lançamento mais recente, Wanderlust, Breno inspira-se principalmente em nomes como Band of Horses, Esteban, e Wilco.

Morre James Michael Tyler, o Gunther, de Friends

O ator James Michael Tyler, que ficou famoso por interpretar a personagem Gunther na série Friends, morreu neste domingo (24) aos 59 anos de idade. As informações são do site TMZ. De acordo com o site, o ator morreu nesta manhã em sua casa, em Los Angeles (EUA). Tyler participou de 150 episódios de Friends, incluindo o último e o especial com a reunião do elenco lançado em 2021. Em junho, o ator disse que estava em tratamento contra um câncer de próstata em estágio avançado. Em entrevista ao programa Today Show, ele afirmou que recebeu o diagnóstico da doença em 2018, e que o tumor se espalhou para os ossos e a coluna. “Tenho lidado com esse diagnóstico há quase três anos. … É o estágio 4 (agora). Câncer em estágio avançado. Então, eventualmente, você sabe, provavelmente vai me pegar”, disse à época. O ator afirmou que a doença foi detectada em um check-up. “Quase imediatamente, meu médico me ligou e disse: ‘Ei, eu preciso que você venha amanhã porque eu suspeito que você pode ter um problema sério com sua próstata”, disse ele sobre o resultado dos exames iniciais. Por um ano, Tyler disse que o tratamento com terapia hormonal “funcionou incrivelmente bem”, e ele conseguiu manter a vida normal. “Tudo que eu tinha que fazer era tomar uma pílula pela manhã e à noite, e bum: a vida estava bem normal”, afirmou o ator, acrescentando que se sentia bem e não tinha sintomas. Doença se espalhou e foi fatal para o eterno Gunther Posteriormente, porém, o tumor se espalhou para os ossos e a coluna, e levou à paralisa da parte inferior do seu corpo. Segundo ele, o câncer sofreu uma mutação “bem na época da pandemia”, o que prejudicou a realização de exames e tratamento. No momento, ele disse que estava fazendo quimioterapia, mas ressaltou a importância do diagnóstico precoce. “Muitos homens, se descobrirem cedo, é facilmente tratável”, destacou Tyler. “Não quero que as pessoas tenham que passar pelo que tenho passado. Isso não é … um processo fácil.” O ator completou que por causa do tratamento não pôde comparecer pessoalmente no Friends – The Reunion, especial da série que foi ao ar nos EUA pela HBO Max no fim de maio e reuniu os seis atores principais da atração –no Brasil, vai ao ar no dia 29 de junho. Mas Tyler participa do encontro por videoconferência. “Eu queria fazer parte disso, e inicialmente eu iria estar no palco com eles”, afirmou. “Foi agridoce, honestamente. Fiquei muito feliz por ter sido incluído. Decidi não fazer parte disso pessoalmente, e fazer uma aparição no Zoom, basicamente, porque não queria aborrecer, sabe? … Eu não queria ser como ‘oh, e por falar nisso, Gunther tem câncer’”

Carol Biazin e Dilsinho surpreendem em Raio-X

Carol Biazin chegou com os dois pés na porta em seu primeiro álbum Beijo de Judas mostrando porque é um dos maiores nomes do pop nacional. A sua legião de fãs fez do projeto um grande sucesso e, agora, a cantora retribui com uma parceria surpreendente em seu último single. Raio X acaba de chegar a todos aplicativos de música com participação de ninguém menos do que o príncipe do pagode: Dilsinho. A dupla ainda se encontra em clipe minimalista disponível no canal do YouTube da cantora. Sensível, romântica e a mais acústica do projeto, Raio X fala sobre um amor proibido, de duas pessoas que querem estar perto, mas pelas circunstâncias da vida não conseguem. No refrão envolvente e profundo, as vozes potentes de melódicas de Carol e Dilsinho se misturam em uma explosão de sentimentos nos versos. “É que cê me olha feito um raio-x, tenta encontrar o que eu nunca vi em mim. Juro por Deus que eu tô por um triz, mas é melhor perder do que se arrepender”. “A minha ideia era ter em Beijo de Judas uma faixa acústica e eu achei essa música tão sincera, me mostra tão vulnerável, que eu entendi que ela não precisaria de muito pra ser uma boa música”, explica Biazin. “A ideia de convidar o Dilsinho existe desde de o dia que eu escrevi o refrão da música. Eu achei a cara dele e que faria muito sentido ter ele na faixa. A música chegou a subir pro álbum sem a participação, mas depois conseguimos realizar essa parceria e a sensação é que ele sempre esteve ali”. Carol Biazin e Dilsinho em clipe minimalista Apesar de ser uma música romântica, o clipe traz uma vibe mais pessoal. Minimalista, as cenas passam pela busca interior da própria Carol até seu encontro com ela mesma. O mesmo acontece com Dilsinho. “A gente quis tirar esse pé da letra do clipe, levamos muito para esse lado de eu mesma me encontrar, a Carol se encontrar em uma nova versão. O que é muito interessante porque finaliza o ciclo de Beijo de Judas, eu era uma pessoa no início do álbum e no final eu sou outra pessoa. É um momento de perceber o quão grande eu sou, do que sou possível, capaz, me vejo muito grandiosa no final deste clipe”, conta. Por fim, Carol Biazin promete continuar com as surpresas. “Eu sempre tento vir com outras novidades a cada trabalho uma nova Carol. Com certeza, em 2022, teremos sim essa versatilidade de poder colaborar com artistas de outros gêneros e ainda assim manter quem sou! Sempre me vi muito flexível dentro da música, a muito tempo achava que era um problema por não saber direito onde era para eu estar, mas hoje eu sei que posso estar em qualquer lugar e ainda ser eu”.