Com rock psicodélico e blues, Ancestral Diva divulga álbum de estreia homônimo

Rock psicodélico, blues e resistência. É com esse espírito que a banda Ancestral Diva divulga o seu álbum de estreia no dia 23 de julho. Homônimo, o disco é inspirado na música setentista e versa sobre a liberdade, a paz e o amor. Ao todo, 11 faixas integram o álbum. Entre elas, estão a faixa Lamento, gravada em colaboração com a drag queen, Dolly Piercing, e os singles Macumbeira e Dançando no Inferno. Esta última, inclusive, conta com uma performance teatral de Ricardo Righi na introdução. As sessões de gravação ocorreram no estúdio Última Gota, em Belo Horizonte, Minas Gerais. Na ocasião, a banda contou com o suporte do produtor artístico e engenheiro de áudio, Vitor Lopes. A masterização ficou a cargo de Fred Chamone. O vocalista Babo Gruppi explica o significado de “Ancestral Diva”. “É um nome inspirado no simbolismo das árvores milenares que resistem ao tempo. Elas têm suas raízes enterradas, mas seguem vivas respirando. E esse sentimento de que é preciso resistir para sobreviver, está presente em todo o nosso disco”, frisou. O guitarrista Zé Mário Sousa, por sua vez, frisa que o grupo teve um caldeirão de influências durante o processo de produção do álbum. “Nós gostamos da sonoridade stoner/blues. Por isso, nos inspiramos em novos nomes como All Them Witches e Royal Blood. No entanto, também curtimos muita coisa nacional e ouvimos desde de Secos & Molhados a Pabllo Vittar. No Brasil, o Jards Macalé foi a principal referência. Ele lançou uma obra prima chamada ‘Besta Fera’. Esse álbum nos influenciou bastante”. A banda Ancestral Diva está em atividade desde 2019 e é oriunda do projeto The Spacetime Ripples, que em 2017 excursionou nos Estados Unidos. Além de Babo e Ze, a formação ainda é constituída pelos músicos Luce Lee (baixo, piano e synths) e Saulo Ferrari (bateria e percussão).
No Deserto: Northon Oliveira divulga novo single

O cantor e compositor Northon Oliveira acaba de lançar o videoclipe do single No Deserto. A faixa transmite uma mensagem de força e frisa que é possível superar males como a depressão e o transtorno do pânico. O videoclipe foi dirigido e editado por Arthur Simmer. A obra aborda o eu-lírico sentindo-se tão só como se estivesse num deserto, trazendo um paralelo à própria depressão. A faixa, por sua vez, tem produção de Henrique Martins e foi gravada com o suporte dos instrumentistas Carlos Henrique Martins (teclado), Weberson Ribeiro (baixo), Ramon Santos (guitarra), Jack Douglas (bateria) e Jéssica Araújo (violino). Vale pontuar que os cantores Eduarda Rocha e Jhonatan Lima também colaboraram gravando os backing vocals. Já a mixagem e a masterização ficaram a cargo de Michael de Souza. Segundo Northon, a expectativa é de que o videoclipe de No Deserto possa influenciar positivamente aqueles que hoje enfrentam problemas e/ou dificuldades. “Passei por momentos terríveis e sei o quão complicado é se sentir só. Por isso, espero que esse lançamento sirva de apoio confortando as pessoas”.
Suíte Bipolar em Dó Maior: Dario Julio & Os Franciscanos aborda fé e resistência em novo EP

Fé, resistência e resiliência. É com esse espírito que Dario Julio & Os Franciscanos divulga o EP Suíte Bipolar em Dó Maior. A obra aborda a contemporaneidade brasileira com um tom de esperança enquanto alude à sonoridade pós-punk de nomes como The Smiths, R.E.M. e Bruce Springsteen. O lançamento é independente e reúne seis faixas autorais. São elas: Provérbios 18:4-7, Democracia Gourmet (Contém Ironia), É Preciso Coragem, Profissão de Fé, O Tempo Não Apaga O Que É Amor e Alerta de Gatilho. Apesar do nome de banda, Dario Julio & Os Franciscanos na verdade trata-se do projeto solo do cantor e compositor Dary Esteves Jr. As sessões de gravação do EP Suíte Bipolar em Dó Maior ocorreram no Nicos’ Studio, em Curitiba (PR). A produção é assinada pelo guitarrista da banda Anacrônica, Bruno Sguissardi. Na ocasião, o Dary contou com o suporte das vocalistas de apoio Sandra Piola e Ju Liana Morais. Os músicos Ivan Rodrigues (bateria) e Tiago Martins (gaita e slide guitar) também colaboraram com o EP que foi posteriormente mixado e masterizado por Fábio Della, no estúdio DellaProd, em Belo Horizonte (MG). O cantor aponta o teor político do EP Suíte Bipolar em Dó Maior. “É um morde-e-assopra sobre a nossa realidade. Com esperança, retrato a falsa simetria que permeia o debate sobre a polarização política no Brasil. Sabemos que há extremos, mas só um é abertamente fascista e contra a democracia, embora a narrativa pró-terceira via insista em uma dissimulação”, frisou Dary Esteves Jr. Dary Esteves Jr deu início ao projeto Dario Julio & Os Franciscanos em meados de 2014 participando do disco Ainda Somos os Mesmos, uma regravação de Alucinação, de Belchior. Na ocasião, ao lado de nomes como Nevilton, Lucas Vasconcellos, Marcelo Perdido, Manoel Magalhães e Bruno Souto, entre outros. Anteriormente em 2019, divulgou debute O Menino Velho da Fronteira. O compositor tem mais de 100 músicas gravadas por diversas bandas e terá novidades em breve. Vale pontuar que o EP Suíte Bipolar em Dó Maior também está à venda via Bandcamp. Comprando o mini-álbum por lá, o ouvinte pode escutar com exclusividade a faixa bônus “Phillip Long Blues“.
Rap acústico e superação: Ronan Romma divulga videoclipe de “Carta Aberta”

O cantor e compositor Ronan Romma acaba de lançar o videoclipe do single Carta Aberta. O roteiro aborda as incertezas e os medos de um eu-lírico que desiste da estabilidade do meio corporativo em prol do seu grande sonho: viver de música. O clipe foi dirigido por Stanley Freire e tem distribuição do selo NZ Música. A faixa, por sua vez, é recheada de rap, pop e nuances acústicas. As gravações da música ocorreram de forma remota. Na ocasião, Ronan Romma trabalhou em parceria com os produtores Bean e Jonas Paulo, que ainda colaboraram na mixagem. A masterização, por sua vez, ficou a cargo de Ryldo di Souza. O cantor explica que o clipe traz um paralelo entre o passado e o presente, mostrando tanto o Ronan do passado, no dia a dia do mundo de negócios, quanto o do presente, imerso na música. “Foi uma longa jornada até aqui, com muitas dúvidas e receios. Mas hoje, olho as métricas das plataformas e vejo que já fui ouvido mais de 100 mil vezes. Isso prova que eu tomei a decisão certa e me dá energia para tentar hastear a minha bandeira no mercado fonográfico”. Ronan Romma está em atividade desde meados de 2019 e anteriormente em 2021 divulgou o single Nossa História. Atualmente, o músico pode ser ouvido na playlist editorial de hip hop e pop do Spotify, intitulada Brisa.
Sopro: Jardim Soma aborda esperança e nostalgia em novo single

“Uma ode à nostalgia e à amizade”. É com esse espírito que o baixista e vocalista da Vivendo do Ócio, Luca Bori, divulga mais uma música inédita do seu projeto solo, Jardim Soma. A faixa da vez se chama Sopro e trata-se de uma mensagem de fé e esperança em meio ao isolamento social. O artista gravou a faixa no Estúdio Carmo 44, em Salvador (BA). Na ocasião, Luca produziu, cantou e tocou guitarra, baixo, entre outros instrumentos inspirando-se principalmente em nomes como Gorillaz, Mutantes, Crumb, Homeshake, Curumin e John Frusciante. Esta é a primeira vez que o músico também assina a mixagem e a masterização de uma música. Ele conta que a letra de Sopro traça um paralelo entre a fragilidade da vida e a necessidade de se estar longe das turbulências. “A música nasceu em um momento de isolamento. Por um lado, mostro o quanto a vida passa rápido, bem como ‘um sopro de vento’. Pelo outro, falo que este sopro nos guia para um lugar distante dos momentos de caos. A arte da capa partiu de uma pintura acrílica 40 x 40, onde desenvolvi a mesma ideia”, frisou o cantor, baixista e artista visual. Em atividade desde meados de 2016 com o projeto Jardim Soma, Luca anteriormente lançou o álbum Antena e o single The End, respectivamente, entre 2019 e 2020. Nas performances ao vivo, conta com o suporte dos músicos MAPA (guitarra, teclado e MPC), Jana Monteiro (bateria) e Luiz Henrique (guitarra). Vale pontuar que o single Sopro é um lançamento do selo Portal.
Acústicos & Valvulados celebram 30 anos de carreira com coletânea recheada de participações de peso

Disco tem participação especial de nomes como Beto Bruno, Henrique Portugal (Skank) e Rafa Machado (Chimarruts) Com um caldeirão de participações especiais, os Acústicos & Valvulados divulgam a coletânea Diamantes Verdadeiros Vol.II – With a Little Help From Our Friends. O álbum é uma celebração aos 30 anos de estrada da banda e reúne releituras de canções de toda a trajetória do quinteto. O repertório inclui os hits A Minha Cura e Ao Vivo e a Cores, que respectivamente têm participações de Duda Calvin (Tequila Baby) e Beto Bruno (ex-vocalista do Cachorro Grande). As sessões de gravação ocorreram no Estúdio Tabuleiro, em Porto Alegre (RS), com produção de Diego Lopes e Felipe Magrinelli. O disco tem 10 faixas ao todo, sendo que 9 dessas foram disponibilizadas como singles ao decorrer dos últimos meses. Mesmo assim, Diamantes Verdadeiros Vol.II – With a Little Help From Our Friends, mostra frescor ao trazer uma versão para a canção Cinco Frases, contando com a participação especial de Frank Jorge (Graforréia Xilarmônica), ícone do Rock Gaúcho. Além de Frank, Beto e Duda, o disco ainda reúne parceria com músicos como Henrique Portugal (Skank), Rafa Machado (Chimarruts), Serginho Moah (ex-Papas da Língua), Alemão Ronaldo, Carlinho Carneiro (Bidê ou Balde/Império da Lã), Fabrício Beck (Vera Loca), Luciano Albo (ex-Cascavelletes), Jacques Maciel (Rosa Tattooada), Luciano Leães e Vicente Guedes. O baterista e principal compositor dos Acústicos & Valvulados, Paulo James, frisa que a coletânea almeja levar a sonoridade do grupo a novos ouvidos. “Quando decidimos revisitar nosso repertório, a ideia era destacar certas músicas que achamos que mereciam ser ouvidas com mais atenção, que mereciam estar na vitrine. As releituras partiram da sonoridade original dessas faixas, mas certamente ganharam arranjos melhores. Tudo fica ainda mais interessante com os feats de tantos artistas legais, que admiramos e que são nossos parceiros de estrada”, frisou. Setlist: A Minha Cura feat. Duda Calvin (Tequila Baby) Ao Vivo e a Cores feat. Beto Bruno Em Pouco Tempo feat. Alemão Ronaldo Cinco Frases feat. Frank Jorge A Espera feat. Serginho Moah (ex-Papas da Língua) Pra Mim feat. Carlinhos Carneiro (Bidê ou Balde/Império da Lã) Fervura feat. Fabrício Beck (Vera Loca) Bilhete feat. Luciano Albo (ex-Cascavelletes) Se Você For Assim feat. Jacques Maciel (Rosa Tattooada) Junto a Mim feat. Rafa Machado (Chimarruts) Observação: As faixas Pra Mim e Fervura, contam respectivamente com os instrumentistas Henrique Portugal (Skank) e Luciano Leães tocando Hammond. O percussionista Vicente Guedes também atuou como músico de apoio no disco.
Com grunge e indie rock, Stereotrilhos aborda auto sabotagem em novo single “Jornada”

“Há pedras por todo o caminho que impedem a sua jornada. No entanto, algumas delas foi você mesmo que as colocou ali”. Este verso mais do que resume a mensagem do novo single da banda Stereotrilhos: Jornada. A música, em outras palavras, aborda a auto sabotagem e é um lançamento do selo Elevarte Music. A melodia mistura indie e grunge, com nuances do rock alternativo dos anos 1990. Jornada ainda antecipa o álbum Uma Forma de Sonhar, sendo o quarto single deste trabalho. Anteriormente em 2021, a Stereotrilhos lançou as faixas Invencível, Janelas e A Última Música. Toda a gravação ocorreu de forma remota, em exceção à bateria, que foi captada no Greenhouse Studios, em São Paulo. Para o vocalista Juliano Arruda, Jornada é uma palavra que define o rumo das nossas decisões. “Essa é a nossa inspiração. O intuito é trazer uma reflexão sobre os nossos erros e acertos, abordando os desafios da vida e o quanto lutamos para encontrar a nossa melhor versão”. Tanto a faixa Jornada, quanto o debute da banda, contam com produção, mixagem e masterização do baixista da Stereotrilhos, Rodrigo Murasawa. Os guitarristas Lucas Almeida, Raul Faria e o baterista Gabriel Freitas completam o quinteto.
Andy: Nostalgia e melancolia inspiram Shipzy em novo single

Andy. Este é o novo single de Shipzy, um britânico radicado na capital carioca. A faixa aborda a nostalgia da infância com um olhar melancólico e usa o rock alternativo para refletir sobre a transitoriedade. O lançamento é divulgado via Caravela Records e Warner Music Brasil. O videoclipe, que tem direção de Jorge Stella e participação dos atores Lendia LG e Artie Oliveira, expõe o sentimento de que nem sempre vale a pena trazer o passado à tona. A filmagem ocorreu em Campinas, no interior de São Paulo. A faixa, por sua vez, foi majoritariamente gravada no UTC Studio, em Stoke-on-Trent, na Inglaterra. Na ocasião, o músico James Timmins, que assume o pseudônimo Shipzy e lidera o projeto de mesmo nome, contou com o suporte do produtor Tom J Bath. Andy ainda conta com a participação especial de Virgulino e Mestre Jere, que do Brasil gravaram guitarra e baixo/sintetizadores, respectivamente. Shipzy explica sua relação com o título da faixa. “Escolhi este nome por duas razões. Andy é o menino de Toy Story que abandona seus bonecos quando não consegue mais usar a imaginação para brincar. E Andy também é o nome de um amigo de infância que seguiu um caminho muito diferente, e foi para lugares bastante sombrios”. Segundo o cantor e guitarrista, a letra aborda a forma como a memória pode ser temporária e negativa. “As lembranças se derretem como sorvete, nos recordam de algo que um dia foi sólido e pode se transformar em uma poça doce e desmanchada no chão”. Este é o segundo lançamento de Shipzy, que anteriormente neste ano divulgou o single Steve. Agora, o mesmo trabalha nos bastidores preparando o seu EP de estreia (ainda sem título definido) enquanto também se dedica aos esportes radicais e à vida corporativa.
Litorâneo: Superclima82 navega sobre a imprevisibilidade da vida em novo single

“A vida é tão imprevisível quanto o que existe nas profundezas do mar”. Esse é o tema do novo single do Superclima82: Litorâneo. A faixa é dissonante e psicodélica, mas recheada de nuances de música brasileira e rock alternativo. Com isso, até pode-se dizer que a canção lembra a sonoridade de nomes como Radiohead e Mutantes. A música conta com uma letra enxuta, que funciona como uma espécie de mantra. Esse formato é comum, inclusive, nas composições de Carlos Rafael Clima, líder, instrumentista e (literalmente) membro único do Superclima82. Isso porque o próprio músico criou o projeto com o intuito de produzir suas canções autorais de forma experimental via home studio. Segundo o artista, Litorâneo propõe uma reflexão sobre a forma como lidamos com os fatos inesperados. “O eu-lírico aponta justamente para a dúvida que sentimos ao nos deparar com tudo aquilo que é repentino e imprevisível. Nada é mais humano do que isso”, frisou. Vale pontuar que o videoclipe de Litorâneo conta com a participação do bailarino e poeta, Eduardo Macedo, que realiza uma performance sobre as águas. O material foi filmado por Lucas Costa e tem edição do próprio Carlos Rafael Clima.