Invencível: Stereotrilhos reflete sobre toxicidade masculina em novo single

Desconstruir para evoluir. Essa é a chave do novo single da Stereotrilhos: Invencível. A música aborda a toxicidade masculina e ressalta a importância de superar estigmas para expor a sentimentalidade.  A melodia, por sua vez, tem ingredientes de rock, folk e música pop. Assim, a banda se inspirou em nomes como El Toro Fuerte, Vanguart, Pink Floyd e Cazuza durante as sessões de gravação. O lançamento integra o catálogo do selo Elevarte Music e antecipa o álbum de estreia da Stereotrilhos, intitulado Uma forma de sonhar e previsto para o segundo semestre de 2021. A produção é assinada pelo próprio baixista da Stereotrilhos, Rodrigo Murasawa.  O vocalista e tecladista, Juliano Arruda, frisa que Invencível retrata a fragilidade masculina. “A vive numa sociedade muito machista. Por isso, adotamos padrões de comportamento ultrapassados e preconceituosos. Essa letra é um convite à desconstrução e a libertação desses moldes de gerações ultrapassadas”. Rodrigo, por sua vez, aponta para a sentimentalidade da faixa. “É uma música bem introspectiva, onde o eu-lírico fala sobre as suas inseguranças e expõe o medo de se abrir para outras pessoas. Quem é paulistano, sabe muito bem do que estamos falando. É aquela coisa de  termos poucos amigos e muitos colegas. E isso reflete num buraco enorme na gente”. Além de Rodrigo e Juliano, a Stereotrilhos ainda é formada pelo baterista Gabriel Freitas e pelos guitarristas Lucas Almeida e Raul Faria. Anteriormente neste ano, o quinteto lançou os singles Janelas e A Última Música. 

WINTERHITZE/Calor de Inverno: 95Changes divulga videoclipe gravado na Suiça

“É essencial cultivar a positividade para suportar períodos difíceis”. E esse é o sentimento que guia o novo videoclipe do rapper 95Changes: WINTERHITZE/Calor de Inverno. Aliás, todo o audiovisual foi gravado na Suíça, sendo que o artista visitou seis cidades para captar as imagens: Zurique, Lucerna, Zug, Edlibach, Lauterbrunnen e Gruyères. Em resumo, o beatmaker desenvolveu a melodia com elementos da música clássica, utilizando saxofone, piano e baixo. No entanto, combinou isso ao neo boom bap e aos samples de voz. Ademais, vale pontuar que o single WINTERHITZE/Calor de Inverno é disponibilizado através do selo Elevarte Music.   O cantor explica a dualidade do título da faixa.  “WINTERHITZE é uma palavra de origem alemã, que literalmente significa Calor de Inverno em português. Por isso, ambas nomeiam essa música. Sinto que esse termo reflete justamente sobre a minha imersão nesse projeto. É sobre colocar a minha voz no mundo”. De acordo com o artista, WINTERHITZE/Calor de Inverno também é uma mensagem de superação.  “Em 2020, sofri um acidente e meu pai teve um sério problema de saúde. E pra completar,  veio a pandemia. Apesar disso, obtive uma luz no fim do túnel com o nascimento da minha sobrinha. Por isso, vejo que é importante manter a fé, a esperança e o otimismo em todos os momentos”, frisou 95changes está em atividade desde meados de 2016. Anteriormente, divulgou o single Better Conditions To Fly – contando com a participação especial do rapper DC, em 2018. Posteriormente, em 2020, lançou as músicas Pensar Fora da Caixa e I.A.M.A, além do EP Novos Horizontes.

Amanhecer: Superclima82 mistura MPB, grunge e psicodelia em novo single

“Para prosperar, não é preciso prejudicar o próximo”. Essa é a mensagem principal do novo single do Superclima82: Amanhecer. A faixa reflete sobre a sociedade contemporânea enquanto mistura nuances de MPB, grunge e psicodelia.  O lançamento é independente e marca a continuidade do projeto do compositor e cantor, Carlos Rafael Clima, que recentemente estreou nas plataformas de streaming com a música Milímetro Perdido. O artista produziu, mixou e masterizou ambas canções no seu próprio home studio. Para ele, Amanhecer traz uma mensagem de harmonia. “É sobre entender que cada um tem a sua jornada. Portanto, mais vale compartilhar o amor e crescer lado a lado do que tentar passar por cima dos outros. Vejo que tanto a letra, quanto a melodia – que é recheada de acordes dissonantes – traduzem essa mensagem”. Carlos Rafael Clima está em atividade desde 1997. O artista é graduado em música e atualmente divide-se lecionando aulas de violão para crianças e produzindo obras autorais. Com o pseudônimo Superclima82, pretende divulgar outras 11 canções ao decorrer deste ano.

The Zasters mergulha no indie pop com novo single “Red (as a cherry)”

A The Zasters acaba de lançar o single Red (as a cherry). A faixa dialoga com o indie pop e com a música alternativa, assemelhando-se principalmente à sonoridade do duo The Tings Tings. A letra sintetiza o sentimento de se apaixonar pela primeira vez. O lançamento dá continuidade à evolução sonora proposta no EP What Just Wappened?, divulgado no fim de 2020. Na ocasião, a banda de origem rockeira agregou sintetizadores e timbres eletrônicos à sua sonoridade. Agora, o quarteto abre espaço para novos elementos de percussão.  Vale pontuar que Red (as a cherry) antecipa o próximo mini-álbum da The Zasters, intitulado What Comes Next? e integralmente gravado no home studio da banda. Nesta faixa, o guitarrista Rafa Luna e a vocalista e tecladista Jules Altoé assinam a produção. Jules compôs a letra enquanto a melodia foi concebida com a colaboração de todo grupo – que ainda é constituído pelo baixista André Vitor Celkevicius e pela baterista Nabila Sukrieh Nogueira. A cantora explica a escolha pela língua inglesa na composição.  “Gostamos do jogo de palavras que esse idioma nos proporciona. Desta vez, usamos metáfora de que o eu-lírico sente vergonha ao ponto de ‘ficar vermelho como uma cereja’, o que se remete literalmente à tradução do título Red (as a cherry) para o português. Isso também vai de encontro ao nosso intuito de chegar em uma sonoridade mais pop”. A The Zasters está em atividade desde meados de 2015 e conta com uma discografia recheada de obras autorais, tendo anteriormente lançado o EP This Is A Disaster (2016) e os singles Come See The Band (2019) e Going Down (2019).

Eternity: Carol Corsini ressalta sentimentalismo em single de estreia

Os relacionamentos sempre podem chegar a um fim. Contudo, isso não significa que os sentimentos devem deixar de existir. Isso é o que Carol Corsini aponta no single Eternity. A faixa foi composta em inglês e marca o início da trajetória solo da cantora e compositora.  O instrumental é acústico e remete-se à sonoridade de nomes como Alicia Keys e Amy Winehouse. Com produção de Bruno Araújo, Eternity foi integralmente gravada em um home studio. Natural da cidade de Campinas, no interior de São Paulo, Carol cantou e tocou piano na gravação da faixa.  Essa é a primeira canção solo de Carol Corsini. No entanto, a cantora recentemente colaborou na faixa Guerreiras, de Fael CalaFati.  A musicista frisa a sentimentalidade da letra de Eternity.  “Essa música é um retrato da minha própria vulnerabilidade. Sinto que o amor, quando é real, tende a permanecer. E para vivê-lo, é preciso se entregar. Portanto, Eternity é também um convite para o ouvinte vivenciar todos os seus sentimentos. Em todos os tipos de relações, eles são justamente o que nos movem”.

Boogarins: segunda volume da compilação Manchaca está entre nós

Em 2020, o Boogarins redirecionou a energia de shows e turnês para novos lançamentos. Em resumo, fez remixes, participações com outros artistas e dois álbuns, Manchaca: A Compilation of Boogarins memories, demos and outtakes from Austin,TX Vol. 1(OAR) e Levitation Sessions (Ao vivo). Agora, Benke Ferraz, Dinho Almeida, Raphael Vaz e Ynaiã Benthroldo anunciam o segundo e último volume da série de compilações Manchaca. Em síntese, uma espécie de ponto final nos lançamentos dessa fase da banda. Contudo, ao encerrar esse ciclo, abre infinitos caminhos onde o frescor de sua música pode ecoar ainda mais. Se em seu antecessor o grande mote por trás da seleção das faixas era elucidar as diversas gêneses e processos por trás dos últimos álbuns, o repertório de Manchaca Vol. 2 teve seu corpo construído com base em outra ideia: mostrar como a banda aperfeiçoou o ato de trazer o que era criado em sessões de improviso para dentro das músicas. Os registros majoritariamente se dividem entre as sessões de gravação do Lá vem a Morte (OAR, 2017) e Sombrou Dúvida (OAR, 2018). Também há espaço para sessões de pré-produção e ensaio para o Sombrou Dúvida, realizada em 2017 no estúdio Fábrica de Sonhos em São Paulo. Releituras Canções como Correndo em fúria e Meto o Loco, ambas criadas em improvisos feitos durante a gravação do curta Boogarins na Casa das Janelas Verdes (2017), quando gravadas de forma “definitiva” pela banda em Austin, TX, ganham asas e ares grandiosos, evoluindo naturalmente dentro de novos arranjos e texturas sonoras. Manchaca: A Compilation of Boogarins memories, demos and outtakes from Austin,TX Vol. 2 não é uma compilação de músicas não acabadas e não lançadas, mas sim um disco cheio de vida que ao trazer canções mais elaboradas ou “lapidadas” do que as do primeiro volume. Aliás, apresenta uma outra forma do seu íntimo criativo, da sua fonte, onde toda psicodelia e experimentalismo que permeiam os registros e apresentações do grupo se unem e crescem em forma de canções que evidenciam a grande quimera cultural que é a base da música popular brasileira. Transmissões no YouTube Com o apoio do Ministério do Turismo, Secretaria Especial da Cultura e o Governo do Estado de São Paulo, de 10 a 28 de abril a banda apresenta sessões de cura e libertação. Serão seis episódios lisérgicos, transmitidos no canal do YouTube da banda. Em resumo, eles misturam depoimentos de fiéis, improvisos inéditos e canções do repertório da banda em apresentações impactantes mergulhadas no ruído visual de Gabriel Rolim. Além das suas intervenções visuais, Rolim revirou seus arquivos e resgatou registros mágicos que aquecem nossos corações e nos dão força para imaginar que em breve vamos estar todos juntos ouvindo, vendo, vivendo e sendo música. Aliás, neste sábado (10), rolou a estreia da série, na qual a banda celebrou o lançamento do segundo volume. Cronograma de transmissões EPISÓDIO 1 – 10 de abril, 16h2 – 14 de abril, 21h3 – 17 de abril, 16h4 – 21 de abril, 21h5 – 24 de abril, 16h6 – 28 de abril, 21h

Rio e o Sol: Tiago Rocha ressalta brasilidade em novo videoclipe

O cantor e compositor Tiago Rocha acaba de lançar o single Rio e o Sol. A obra aborda a passagem de tempo e ressalta a beleza da região norte do Brasil. As filmagens foram realizadas na Ilha do Mosqueiro, que fica nas proximidades da cidade de Belém, no Pará.  O videoclipe tem direção de Lucas Moraga, que contou com o suporte de Samantha Kunst, Marllon Maia, Styvesonn Neves e Lenny Neves na equipe de produção.  Na ocasião, o espaço Raízes Café também foi palco para as filmagens. Tiago frisa que a narrativa aponta o eu-lírico numa praia, conectando-se com o meio ambiente. “Com isso, aponto um elo entre o passado e o presente, ambos vivenciados neste local. Me inspirei muito em nomes como Tiago Iorc, Zeeba e Vitor Kley durante a gravação dessa música”. O artista está em atividade desde meados de 2017 e anteriormente disponibilizou o EP Mágico de Nós e o single Regressa às Tuas Cidades em 2018.  Atualmente, o cantor já prepara novos trabalhos autorais, visando principalmente a leveza e a brasilidade. 

Souljul revive pagode dos anos 90 em single “Minha Companhia”

Amar-se em primeiro lugar. Essa é a principal mensagem do novo single da banda Souljul: Minha Companhia. A música aborda a importância da autoestima e mistura samba e R&B, trazendo ainda uma nuance do pagode dos anos 90. O lançamento é disponibilizado pelo selo Elevarte Music.  A faixa foi gravada no SF Estúdio, em São Paulo (SP). Na ocasião, a produção, a mixagem e a masterização ficaram a cargo de Gustavo de Siqueira Ferreira. Durante as sessões de gravação, a banda contou com a colaboração dos músicos Marinho Mattos (cavaquinho), Marcio Forte (percussão), Vinicius Miranda (baixo) e Beatriz Godoy (backing vocals). A vocalista, Jul Failde, frisa que é importante se sentir bem consigo para aproveitar melhor outras companhias.  “Esse é o aprendizado que destacamos nessa música. É sobre aproveitar a si, já que nós sempre teremos a nossa própria companhia durante a vida. Mais do que isso, trazemos uma reflexão para que as pessoas queiram aproveitar a solitude da melhor maneira possível”. A cantora aponta que a Souljul também se inspirou em artistas contemporâneos. “Tivemos várias referências durante a produção de Minha Companhia. Uma delas foi a Ludmilla, que é do funk mas fez um belo trabalho com o álbum Numanice. Também admiramos a forma como a Iza e o Ferrugem misturam R&B e samba”. Além de Jul, a Souljul ainda é formada pelo guitarrista Rodrigo Nico e pela baterista Érica Nascimento.  Anteriormente em 2020, a banda divulgou os singles Present e Não Vou Me Entregar.

Britânico e agora radicado no RJ, Shipzy lança o single “Steve”

“Um britânico explorando o urbanismo brasileiro”. Nenhuma frase resumiria melhor a saga de Shipzy, pseudônimo e projeto de rock alternativo do músico James Timmins. O artista divulga o single Steve nesta sexta-feira (9), sendo que o lançamento é disponibilizado via Caravela Records e Warner Music Brasil.  A faixa conta com a participação especial do austríaco Hopton e do curitibano Augusto Aguieiras. No âmbito melódico e estético, Steve dialoga com o rock alternativo dos anos 80 e 90, obtendo um videoclipe onde o skate e a cultura underground ganham destaque. A direção é de Jorge Stella, que captou todos os frames em Campinas, no interior de São Paulo.  Vale pontuar que todo o clipe é ilustrado com um único personagem, desempenhado pelo ator e artista visual, Lendia LG. A música, por sua vez, foi gravada na cidade de Stoke-on-Trent, na Inglaterra, e foi produzida por Tom J Bath. A linha de bateria foi desenvolvida por Nick “Cozy” Connell. O instrumentista é principalmente conhecido por ter sido membro da The Quireboys, pioneira mundial do glam e do hard rock.  Shipzy frisa a sentimentalidade da obra. “Essa música tem o sabor do fim de um relacionamento amoroso. Aborda o momento em que precisamos cortar os laços antigos em prol do início de novos ciclos.  Ou seja, remete-se à dualidade de uma dissociação experimental”. Ainda de acordo com o artista, tanto o projeto musical, quanto o single Steve são  metáforas para os relacionamentos no mundo corporativo. “O eu-lírico usa a positividade como uma válvula para lidar com a toxicidade do dia a dia no trabalho convencional – já que ninguém é verdadeiramente feliz  durante o todo o tempo nesse tipo de ambiente”. Live no Facebook No dia 24 deste mês, às 19h30, Shipzy celebra o início da sua trajetória com uma performance ao vivo. O show será transmitido no Facebook. Na ocasião, o músico dividirá o palco com a banda Sayal e tocará uma série de faixas inéditas. Assista gratuitamente pelo link: http://bit.ly/shipzyaovivoaudiorebel.