Medo Todo Mundo Tem: Singular ressalta positividade e empatia em novo single

Singular - Medo Todo Mundo Tem

Nada é melhor do que uma dose de positividade para superar os medos, receios e aflições. Essa é a mensagem principal da banda Singular no single Medo Todo Mundo Tem. A faixa chega nas plataformas de streaming através do selo Musikorama Music Entertaiment, agora integrado à gravadora New Music.  A música é recheada de brasilidade, trazendo nuances de reggae, rap e sendo inspirada na sonoridade de nomes como BaianaSystem e Chico Science & Nação Zumbi. As sessões de gravação ocorreram em meados de 2018, com produção de Matheus Brasil. Na ocasião, a Singular ainda contou com o suporte do percussionista Jefferson Rasta. O vocalista e guitarrista Wilamis Motta aponta que a canção deve servir como uma espécie de mensagem de apoio. “Todos temos medos. Porém, podemos enfrentá-los com positividade e empatia. Esperamos chegar nos ouvidos e corações das pessoas”, frisou. Além de Wilamis, a Singular conta com os músicos Weslley Motta (voz e baixo); Jony Bravo (bateria) e Menotti Bolinelli (guitarra). O grupo está em atividade desde 2009 e divulgou os singles Cheiro Verde, No Controle e Lençol anteriormente em 2020. 

Wanderlust: Breno Branches retrata roadtrip em novo videoclipe

Breno Branches - Wanderlust

“Pegar a estrada e partir em busca de um sonho. E dessa forma, encontrar toda a plenitude do mundo”. Nada definiria melhor o novo videoclipe de Breno Branches. Wanderlust dá vida a uma roadtrip e representa uma vivência pessoal do artista, que migrou do Pará para Santa Catarina visando viver de música.  O videoclipe tem direção de Gabriel Silva e conta com filmagem, edição e colorização da Madrigal Filmes. As cenas foram captadas nos arredores de Joinville (SC), sendo que Breno Branches também é co-autor do roteiro, que transmite todo o espírito indie folk da canção. Segundo o cantor, Wanderlust foi composta contando com colaboração dos fãs – o que consequentemente inspirou o roteiro do videoclipe “Escrevi a música contando com o apoio de quem me segue, mas tentando fazer algo nesse estilo. Ao chegar no refrão, senti que uma palavra, com grande significado, seria melhor do que uma estrofe. E foi aí que um seguidor sugeriu a palavra Wanderlust, que em alemão significa desejo de viajar. Por isso, o videoclipe também ressalta esse sentimento”, frisou.  Breno Branches é artista solo desde meados de 2012 e já conta com uma discografia extensa, incluindo os EP’s Que Bolero (2016) e Enchanté (2017), além de diversos singles. Anteriormente, em 2021, divulgou a música Óleos com o argentino Polo Rojo. Em seu lançamento mais recente, Wanderlust, Breno inspira-se principalmente em nomes como Band of Horses, Esteban, e Wilco.

Morre James Michael Tyler, o Gunther, de Friends

O ator James Michael Tyler, que ficou famoso por interpretar a personagem Gunther na série Friends, morreu neste domingo (24) aos 59 anos de idade. As informações são do site TMZ. De acordo com o site, o ator morreu nesta manhã em sua casa, em Los Angeles (EUA). Tyler participou de 150 episódios de Friends, incluindo o último e o especial com a reunião do elenco lançado em 2021. Em junho, o ator disse que estava em tratamento contra um câncer de próstata em estágio avançado. Em entrevista ao programa Today Show, ele afirmou que recebeu o diagnóstico da doença em 2018, e que o tumor se espalhou para os ossos e a coluna. “Tenho lidado com esse diagnóstico há quase três anos. … É o estágio 4 (agora). Câncer em estágio avançado. Então, eventualmente, você sabe, provavelmente vai me pegar”, disse à época. O ator afirmou que a doença foi detectada em um check-up. “Quase imediatamente, meu médico me ligou e disse: ‘Ei, eu preciso que você venha amanhã porque eu suspeito que você pode ter um problema sério com sua próstata”, disse ele sobre o resultado dos exames iniciais. Por um ano, Tyler disse que o tratamento com terapia hormonal “funcionou incrivelmente bem”, e ele conseguiu manter a vida normal. “Tudo que eu tinha que fazer era tomar uma pílula pela manhã e à noite, e bum: a vida estava bem normal”, afirmou o ator, acrescentando que se sentia bem e não tinha sintomas. Doença se espalhou e foi fatal para o eterno Gunther Posteriormente, porém, o tumor se espalhou para os ossos e a coluna, e levou à paralisa da parte inferior do seu corpo. Segundo ele, o câncer sofreu uma mutação “bem na época da pandemia”, o que prejudicou a realização de exames e tratamento. No momento, ele disse que estava fazendo quimioterapia, mas ressaltou a importância do diagnóstico precoce. “Muitos homens, se descobrirem cedo, é facilmente tratável”, destacou Tyler. “Não quero que as pessoas tenham que passar pelo que tenho passado. Isso não é … um processo fácil.” O ator completou que por causa do tratamento não pôde comparecer pessoalmente no Friends – The Reunion, especial da série que foi ao ar nos EUA pela HBO Max no fim de maio e reuniu os seis atores principais da atração –no Brasil, vai ao ar no dia 29 de junho. Mas Tyler participa do encontro por videoconferência. “Eu queria fazer parte disso, e inicialmente eu iria estar no palco com eles”, afirmou. “Foi agridoce, honestamente. Fiquei muito feliz por ter sido incluído. Decidi não fazer parte disso pessoalmente, e fazer uma aparição no Zoom, basicamente, porque não queria aborrecer, sabe? … Eu não queria ser como ‘oh, e por falar nisso, Gunther tem câncer’”

Carol Biazin e Dilsinho surpreendem em Raio-X

Carol Biazin chegou com os dois pés na porta em seu primeiro álbum Beijo de Judas mostrando porque é um dos maiores nomes do pop nacional. A sua legião de fãs fez do projeto um grande sucesso e, agora, a cantora retribui com uma parceria surpreendente em seu último single. Raio X acaba de chegar a todos aplicativos de música com participação de ninguém menos do que o príncipe do pagode: Dilsinho. A dupla ainda se encontra em clipe minimalista disponível no canal do YouTube da cantora. Sensível, romântica e a mais acústica do projeto, Raio X fala sobre um amor proibido, de duas pessoas que querem estar perto, mas pelas circunstâncias da vida não conseguem. No refrão envolvente e profundo, as vozes potentes de melódicas de Carol e Dilsinho se misturam em uma explosão de sentimentos nos versos. “É que cê me olha feito um raio-x, tenta encontrar o que eu nunca vi em mim. Juro por Deus que eu tô por um triz, mas é melhor perder do que se arrepender”. “A minha ideia era ter em Beijo de Judas uma faixa acústica e eu achei essa música tão sincera, me mostra tão vulnerável, que eu entendi que ela não precisaria de muito pra ser uma boa música”, explica Biazin. “A ideia de convidar o Dilsinho existe desde de o dia que eu escrevi o refrão da música. Eu achei a cara dele e que faria muito sentido ter ele na faixa. A música chegou a subir pro álbum sem a participação, mas depois conseguimos realizar essa parceria e a sensação é que ele sempre esteve ali”. Carol Biazin e Dilsinho em clipe minimalista Apesar de ser uma música romântica, o clipe traz uma vibe mais pessoal. Minimalista, as cenas passam pela busca interior da própria Carol até seu encontro com ela mesma. O mesmo acontece com Dilsinho. “A gente quis tirar esse pé da letra do clipe, levamos muito para esse lado de eu mesma me encontrar, a Carol se encontrar em uma nova versão. O que é muito interessante porque finaliza o ciclo de Beijo de Judas, eu era uma pessoa no início do álbum e no final eu sou outra pessoa. É um momento de perceber o quão grande eu sou, do que sou possível, capaz, me vejo muito grandiosa no final deste clipe”, conta. Por fim, Carol Biazin promete continuar com as surpresas. “Eu sempre tento vir com outras novidades a cada trabalho uma nova Carol. Com certeza, em 2022, teremos sim essa versatilidade de poder colaborar com artistas de outros gêneros e ainda assim manter quem sou! Sempre me vi muito flexível dentro da música, a muito tempo achava que era um problema por não saber direito onde era para eu estar, mas hoje eu sei que posso estar em qualquer lugar e ainda ser eu”.

À Primeira Vista: o retorno emocionante do Teatro do Sesc Santos com Chico César

Texto por: Walter Titz Neto Chico César tem a fineza intelectual de Cruz e Sousa e a nobreza popular de Carolina Maria em seus poemas. É uma Entidade zeladora da cultura popular brasileira, e canta tão bonito quanto à Serra do Araripe às seis da tarde. Foi ele quem o Sesc Santos escolheu para reabrir as portas de seu teatro após um ano e meio enclausurado. E no caminho até o show era impossível não pensar nisso também, nesse período recluso. Fui a pé com um amigo e lembrávamos dois adolescentes caminhando quilômetros até um show de hardcore, ansiosos pelo acontecimento, mãos geladas nos bolsos, pensando nos que gostariam de estar e se foram precocemente. Afinal, é o Chico, essa Entidade que dizíamos, poeta cantador que desenha as palavras no melhor estilo Guimarães Rosa, é um sertanejo trovador que vem de arrastar viola nas pedras de Catolé da Rocha e desafiar outras cordas nas festas de Loro em São José do Egito, que caminhando Paraíba se chega ao Pernambuco, esse Caicó Arcaico embrenhado de sertões herdeiro do Modernismo brasileiro conectou-se com o mundo. Um Béradêro, como descreve Chico no poema canção que abre seu primeiro disco, Aos Vivos. Aliás, também é a mística de abertura do concerto em Santos num emblemático Dia dos Professores – “e a cigana analfabeta lendo a mão de Paulo Freire”. Chico simboliza o dia e se posiciona. A partir daí o show é todo uma exposição de uma grande obra de arte com o artista simpático, bem humorado e muito inteligente que passeia leve e saudoso por seus discos o tempo todo interagindo com o público. Referências de Chico César a Santos Homenageia Santos cidade porto, cidade baía e seus Santos. Honra o público com muitos clássicos. Era impossível não se emocionar. Meu amigo chorou quando ouviu o brega modernista Da Taça, “do lance de dançar sem som, tão bom, bateu”, que vem acompanhada da música prece Onde Estará o Meu Amor, orada outrora por Bethânia. Quem não se emocionou quando soou À Primeira Vista, clássico dos clássicos, imortalizada em espanhol por Pedro Aznar? O poeta de referências e multireferenciado mostra que é um homem de seu tempo e anima com o refrão arroxado de History, e não perdoa com o reggae conjuntural Pedrada e a solidária De Peito Aberto, ambas músicas do disco O Amor é um Ato Revolucionário. Nas clássicas Mama África e Pedra de Responsa, ensaiamos o desejo de dançar com as mãos e meneando a cabeça ora culpados mas agradecidos por estarmos ali naquele momento e então Chico trouxe duas músicas inéditas e uma delas era um frevo muito sagaz – “eu vou tomar vacina quem não quiser que tome cloroquina”. Como não lembrar dos ausentes? Como? Ora! “Chega tem hora que ri de dentro pra fora. Não fica nem vai embora. É o Estado de Poesia”. Assim estávamos todes quando Chico caminhou e cantou e seguiu a canção de Vandré. Lágrimas de muitos momentos, ali encontraram braços que as buscavam em seus abraços solidários. Muitos Brasis se toparam. Marielle e Juliette E Chico perguntou, alguém do Nordeste? Vocês sabem o que é Arenguêra? E lembrou Marielle, e lembrou Juliette que paraibana como ele rezou Deus Me Proteja ao vivo no BBB e sagrou-se, e com ela o Chico porque “caminho se conhece andando”, é assim que vamos. Por fim, assim me despedi da noite Caminhando e Cantando Aos Vivos, os sem amor, os sem teto, os sem paixão, sem alqueire, Chico. Sem esquecer dos mais de 600 mil ausentes até aqui. Confesso que senti a ausência de A Prosa Impúrpura do Caicó, mas cheguei em casa mais leve que de costume. Aliás, fiz o que faço todas as noites: cantei Templo para o meu menino dormir.

Elevarte Music: Jovem Basti aborda independência e autenticidade em novo single “Frio”

Jovem Basti - Frio

Independência e autenticidade. Esse é o espírito do novo single de Jovem Basti: Frio. A letra aborda a vivência do artista no contexto da música trap independente enquanto ressalta a importância dos sonhos e das amizades. O lançamento chega nas plataformas de streaming através do selo Elevarte Music.  O título da canção, “Frio”, foi inspirado no dia em que o cantor compôs e gravou a linha de voz – em um chalé, em Visconde de Mauá. A região fica na Serra da Mantiqueira, na cidade de Resende (RJ). Além da letra, Jovem Basti ainda assina o instrumental, a mix e a master da música. O visualizer também foi dirigido pelo artista. Segundo Jovem Basti, a música é lançada com o intuito de tocar as pessoas que gostam de trap e se identificam com a ideia de auto afirmação.  “Essa música frisa o quanto é importante ser independente e autêntico. Por isso, vejo que é possível alcançar cada vez mais pessoas. Mais do que isso, viso construir um público de forma orgânica”, destacou. 

Então É Aqui: Pablo Vermell satiriza angustia pós-término em novo single

Pablo Vermell - Então É Aqui

“Quando o leite já está derramado, mais vale rir do que chorar”. É a partir desse sentimento que o cantor e compositor Pablo Vermell divulga o single Então É Aqui. O lançamento chega às plataformas de streaming via Caravela Records / Warner Music Brasil. A faixa satiriza a angústia pós-término enquanto alude ao saudosismo da musicalidade dos anos 60 e 70. Além disso, Então É Aqui se remete à sonoridade do dream pop contemporâneo. No videoclipe, Pablo referencia O Último Programa do Mundo, atração que se destacou em meio ao iminente fim da MTV Brasil Abril, mais conhecida como “antiga MTV”.   A faixa foi gravada em Santos, São Paulo. Na ocasião, o cantor contou com o suporte do produtor Gabe.Sx e gravou as linhas de baixo e guitarra. O videoclipe, por sua vez, foi filmado e editado por Mika Xavier.   Pablo, aponta Então É Aqui como uma canção ambígua.  “Sabe quando a gente passa por algo ruim e pensa ‘ok, vou superar isso’? No fundo, todo mundo sabe que as coisas não funcionam exatamente desse jeito. Particularmente, sempre usei o humor como uma válvula de escape quando as coisas não rolam conforme o planejado. Dessa vez, tentei deixar isso explícito no clipe”, frisou.  Anteriormente em 2021, Pablo lançou o single Can I Call You? e o EP Fugaz. Agora, o artista se prepara para o lançamento de novos trabalhos autorais. 

Era Uma Vez Um Crime: Elize Matsunaga te convida a escutar sua versão do crime

Era Uma Vez Um Crime é uma minissérie documental com quatro episódios, produção original da Netflix. Seu enredo se dá através de uma única entrevista concedida por Elize Matsunga, condenada a 19 anos de prisão pela morte do marido, Marcos Matsunaga. O crime aconteceu em um condomínio na Vila Leopoldina, Zona Oeste de São Paulo, em 2012. Era Uma Vez Um Crime é como um júri popular De antemão, já é possível prever como será o desenrolar da série: uma entrevista vitimista com o intuito de fazer você mudar de opinião sobre um crime bárbaro. Entretanto, ainda em seu primeiro episódio, o desenrolar da entrevista deixa o espectador preso na trama. Seguindo a entrevista, é apresentada a narrativa, que dispõe a quem assiste os detalhes mais sórdidos do Caso, colocando todo o trabalho da defesa e acusação em jogo; mostrando detalhes e dados populares da época do assassinato, além de depoimentros reais da família de Marcos; e a partir disso pode ser que o apreço por Elize mude. Elize Matnunaga x Marcos Matsunaga Posteriormente, é apresentado uma nova perspectiva: Elize teve uma justificativa para cometer o crime contra Marcos, e a partir disso é dado início ao fim do rótulo de “vida de princesa”, título que a mídia adotou para se referir a réu. Nesse inteirim de tempo, vemos que Elize passa de mulher sedutora para uma vítima vulnerável, de família humilde, que saiu do interior do Paraná para tentar a vida em São Paulo, mas teve seu futuro desmoronado por decorrência de uma traição. Em síntese, o advogado de Elize, Luciano Santoro, precisou montar um arquétipo para que ela pudesse ter a chance de convencer o juri popular, para reduzir sua pena. Em contrapartida, a acusação utilizou argumentos bem estruturados para que o juri interpretasse a réu como uma mulher que se vitimizava para invalidar o crime; e tiveram como argumento principal o interesse financeiro, visto que Marcos era herdeiro de uma grande empresa. Notas sobre Era Uma Vez Um Crime De fato, achei a minissérie fascinante. Pela primeira vez, após nove anos do caso, Elize concedeu uma entrevista. Ademais, é admirável como a defesa de Elize soube lidar com esse caso, tendo em vista o resultado da sentença, fazendo com que o quebra-cabeça viesse formar uma imagem positiva. Ainda que de início a série apresente indícios de ter o intuito de inocentar a réu, acredito que a produção teve o interesse em apresentar o outro lado da moeda, desejando compreender o motivo por trás do crime; lançando um olhar humano, indo além do sensacionalismo que houve por parte da imprensa na época.

Elevarte Music: Com reggae e rap, Fraterna Trip e Maracatech criticam negacionismo em novo single “Tá Quente”

Fraterna Trip - Tá Quente

Durante a pandemia, muitas pessoas perderam entes queridos. E é fato que o número de mortes está estritamente ligado ao negacionismo e à forma como o governo brasileiro tem lidado com a saúde pública. Todo esse contexto é fonte de inspiração para a banda Fraterna Trip no single Tá Quente. A música tem participação do Maracatech e conta com a produção de Jean Dolabella. Para conceber a canção, o grupo reuniu elementos de reggae, música pop e hip hop, remetendo-se à sonoridade de nomes como Sticky Fingers, Marcelo D2, Lagum, Daparte e Chico Science & Nação Zumbi.  O videoclipe, por sua vez, tem direção de Rafael Monteiro e Vitor Hugo Sales. O lançamento chega às plataformas de streaming através do selo Elevarte Music. O vocalista da Fraterna Trip, Rafael Monteiro, aponta o significado do título da música. “O nome ‘Tá Quente’ representa tanto a mensagem expressa no refrão, de que o que realmente importa é o calor dentro de nós mesmos, ressaltando a nossa união, quanto a mensagem do verso, que frisa que o Brasil enfrenta um momento tenso e conturbado”, frisou.  A Fraterna Trip está em atividade desde 2019. O grupo ainda é formado pelos músicos Leonardo Kapáz (guitarra), Bruno Jelen (baixo) e Matheus Sawaya (bateria). Anteriormente em 2020, a banda lançou o EP Te Encontro Na Saída.