Into The Storm: All Is Allowed ressalta resiliência em EP de estreia

“Aprender, sobreviver e seguir em frente”. Nada definiria melhor o EP de estreia da banda All Is Allowed: “Into the Storm”. O lançamento conta com três faixas e versa sobre a resiliência enquanto traz nuances de southern rock, new metal, grunge e rock alternativo. Simultaneamente, o quarteto divulga o videoclipe da faixa de trabalho As Cold As Hell. O vídeo tem direção de Juliano Val Tristão, da Mahatta Filmes, e exibe All Is Allowed performando a canção num ambiente avermelhado. As canções Before You Give Up e Those Ones We Need To Kill Every Day completam o repertório do mini-álbum. Para gravá-lo, a All Is Allowed, que está em atividade desde meados de 2019, trouxe um caldeirão de referências. Black Sabbath, Alice In Chains, Stone Temple Pilots, Soundgarden, Kyuss, Quens Of Stone Age, Ego Kill Talent. Estas e outras bandas foram fonte de inspiração para o grupo durante as sessões de gravação no Estúdio Casa 39, em Campinas (SP), ainda no mês de agosto. Segundo o vocalista Frank Santos, o EP Into the Storm aponta que a vida é um eterno aprendizado. “Precisamos viver as tempestades que a vida nos traz. Seja sofrendo, sorrindo ou persistindo para encontrar a felicidade. Afinal, tudo é permitido. Você só precisa estar disposto a pagar o preço pelas suas escolhas”, frisou. A All Is Allowed está em atividade desde meados de 2019. A banda ainda conta com os músicos Juhanni Perondi (baixo), Rudah Lataro (guitarra/backing vocal) e Guto Aielo (bateria) em sua formação.
Kosmovoid divulga o álbum Space Demon; ouça!

O novo álbum da banda santista Kosmovoid, enfim, está disponível nas plataformas de streaming. Space Demon, lançado pela Dissenso Records, traz 11 canções autorais e inéditas. Anteriormente, a banda já havia divulgado as canções Lower Levels e Retrogram. Sobre Lower Levels, a banda deu uma baita explicação sobre a sonoridade da canção. “É como se as camadas mais baixas da existência, as esferas mais negativas espirituais se manifestasse através do som, invadindo nossa superfície e realidade influenciando as pessoas a escolher caminhos tortos, espalhando uma atmosfera de medo e incerteza, promovendo as forças do caos”. Aliás, o novo álbum chega como sucessor dos excepcionais discos Escapismo (2020) e Crisálida (2020).
Mal Vejo A Hora: Duzi retrata vivência em single de estreia

Variações de humor repentinas, como o êxtase de uma paixão, seguido pela angústia são comuns no dia a dia de quem é diagnosticado com Transtorno Bipolar. E este é o tema do novo single do cantor e compositor Duzi, que sofre da doença desde os 17 anos de idade. Mal Vejo A Hora tem participação especial do curitibano FRANCISCO. A faixa transcende o indie à medida que dialoga com pop, rap e MPB. Duzi produziu a música em parceria com Carlos Bezerra. Na ocasião, nomes como Rubel, Mari Froes, Selena Gomez e Kanye West serviram de inspiração para conceber o arranjo. A mixagem e a masterização ficaram a cargo de Vivian Kuczynsky. O cantor aponta que o Transtorno Bipolar é um tema pouco difundido e explica que Mal Vejo A Hora dá voz aos sentimentos de quem o enfrenta no cotidiano. “Um dia assisti Euforia, na HBO, e me senti representado ao ver que a protagonista também tinha essa doença. Afinal, não se encontra muito material artístico que narre a jornada de uma pessoa com Bipolaridade. Foi daí que tive a ideia de compor essa música. Porém, vejo que ela também pode representar a importância de se indignar contra aquilo que nos incomoda”. Artista solo desde 2020, Duzi já trabalhou com o Amen Jr, tendo sido técnico de guitarra nas performances de 2019. Recentemente, Duzi ainda atuou como assistente técnico no debute do grupo – que deve ser lançado em breve. Agora, no entanto, o músico foca em sua carreira solo e prepara novos materiais autorais para o decorrer dos próximos meses.
Music Business: CEO da Latinoamérica360, Bono da Costa, oferece conteúdo gratuito

Compor, ensaiar, gravar, lançar. Tudo isso é importante. No entanto, todo artista que visa crescer de fato, precisa imergir no universo do music business. Por isso, o CEO da Latinoamérica360, Bono da Costa resolveu compartilhar todo o seu conhecimento gratuitamente através da série Pro Music Business 360. São vídeos semanais, onde o produtor executivo e booker aborda as principais nuances mercadológicas do âmbito musical. Nos dois primeiros vídeos, por exemplo, trouxe os passos iniciais para quem visa organizar uma turnê dentro ou fora do Brasil. Tudo disponível gratuitamente via Instagram. Segundo Bono, a ideia é trazer um conteúdo que ajude os artistas e as bandas de forma objetiva. “Nos vídeos, falo de ações que podem ser aplicadas no dia a dia, oferecendo estratégias baseadas em resultados reais e auxiliando-os a avançarem no mercado musical”. Bono da Costa é conhecido no meio musical por atuar em grandes eventos. Tais como SXSW (EUA), Womex (Polônia), Bime (País Basco), Bomm (Colômbia), Fimpro (México), Sol Madrid/Monkey Week (Espanha), entre outros. Além disso, já trabalhou no Brasil na produção de shows e na internacionalização de nomes como Francisco El Hombre, Liniker, NX Zero, Vanessa da Mata, The Baggios, Autoramas, Ratos de Porão, entre outros. Com especialização em Management Musical e Criação de Projetos Culturais pela Universidad Europea Miguel Cervantes, da Espanha, o CEO da Latinoamérica360 também oferece mentorias e cursos especiais. Para mais informações, basta acessar o site: https://linktr.ee/latinoamerica360. Nos últimos 16 anos, Bono viveu em diferentes países, passando por Peru e México. Atualmente, reside em Madri, na Espanha. Neste momento, no entanto, o profissional se encontra no Brasil, mais especificamente na capital paulista – onde deve permanecer até o dia 10 de dezembro.
They Are Among Us: Marcus Marques retrata natureza e elucida passagem do tempo em novo videoclipe

Uma obra que retrata a natureza, o etéreo e o fim. Este é o novo videoclipe do compositor Marcus Marques: They Are Among Us – Piano. O lançamento dá sequência à divulgação do debut Teatro de Estrelas. They Are Among Us é uma faixa instrumental e regada de melancolia. Para captar essa essência, Marcus convocou a produtora CARANVIDEO, que realizou as filmagens na Espanha. O roteiro elucida as quatro fases da vida de uma mulher, pontuando a sentimentalidade e o mistério. O material foi captado pelas praias de La Coruña, Galicia e Catalunya. A região fica no noroeste do país, às proximidades das fronteiras com Portugal e França. As atrizes Maya Zaitceva, Nina Mirez, Vera Kuznetsova e Isabel Arriola estrelam o videoclipe, que é escrito e dirigido por Andrei Zaitcev e Vera Kuznetsova. O álbum Teatro de Estrelas também conta com uma versão cantada de They Are Among Us. A faixa foi originalmente composta sob encomenda para um curta sobre extraterrestres. No entanto, Marcus frisa que o audiovisual para a variante instrumental faz com que a canção tenha uma interpretação mais aberta. “O vídeo permite uma experiência sensorial. Isto é, o ouvinte agora pode escutá-la e viajar livremente, com infinitas possibilidades em mente”. Tanto o videoclipe de They Are Among Us – Piano, quanto o disco Teatro de Estrelas em si, correspondem ao início da trajetória solo de Marcus Marques. O trabalho mistura soft rock, MPB, jazz e rock progressivo, trazendo aspectos da música dos anos 1970. Em breve, o cantor deve divulgar outros conteúdos autorais.
Rock além das fronteiras: Piratas Siderais e DIGAØ divulgam single com banda mexicana

Enclausurado tem participação do grupo Eufemia, da Cidade do México. Rock, música latina e conscientização. Esse é o single Enclausurado, que reúne a banda Piratas Siderais e o cantor DIGAØ aos mexicanos do grupo Eufemia. A faixa é um lançamento do selo Musikorama Music Records e da gravadora New Music Brasil. A letra conta com versos em português e em espanhol e retrata um eu-lírico perdido, envolto pela melancolia e aprisionado pelos seus distúrbios psicológicos. O instrumental é inspirado no grunge e no rock alternativo de nomes como Nirvana e Smashing Pumpkins. A faixa foi produzida de forma remota e colaborativa. DIGAØ gravou voz e guitarra. Quanto a Piratas Siderais, Vince e Dionatan respectivamente trouxeram linhas de guitarra e baixo e Igor gravou a bateria. A canção ainda conta com a voz de Kike Vargas, da Eufemia. Também vale pontuar que a mixagem e a masterização ficou a cargo do baterista da Eufemia, Charly Cervantes. DIGAØ aponta que o intercâmbio musical é bom para todos os lados – incluindo o ouvinte.“Enclausurado é uma canção crua, suja e melancólica, ou seja, é um prato cheio para quem gosta dos 90 ‘s sounds. O grunge está vivendo um revival mundial e os apps tornaram o mercado cosmopolita. Por isso, é natural que busquemos cruzar as fronteiras linguísticas. Essa união tripartite mostra o quanto isso é possível”, frisou o artista que também assina a composição da faixa.
PIC-NIC celebra 20 anos com disco de inéditas

É unânime que o Indie Rock se consolidou como um gênero aclamado devido aos seus precursores. Mas, assim como o The Strokes, entre tantos outros gringos, a banda carioca PIC-NIC também remetia a essa sonoridade em meados de 2001. O grupo encerrou as atividades em 2007, no entanto, agora celebra os seus 20 anos de história com o lançamento digital de um novo álbum. O disco é intitulado “2007” e chega nas plataformas de streaming pelo selo NOVEVOLTZ RECORDS. A obra reúne 11 canções que remetem a uma musicalidade mais doce e madura, somando nuances da música pop e do grunge ao espectro do indie e do rock alternativo. As músicas foram gravadas justamente em 2007, mas, devido ao fim do projeto, o disco acabou nunca vindo a público. No decorrer deste ano, no entanto, um dos membros encontrou um HD que as guardava – o que provocou a reunião da PIC-NIC em prol da celebração de 20 anos. Para o guitarrista Miguel Afonso, 2007 é uma prova de que vale a pena superar as diferenças em prol da música e da amizade. “Tivemos um período de destaque, fazendo mais de 150 shows pelo país. Por isso, havíamos trabalhado em cada detalhe desse disco, que acabou não saindo. Hoje, nos reunimos e passamos por cima dos problemas daquela época para comemorar tudo o que vivemos juntos. Afinal, o que fica é o nosso legado”, frisou. Além de Miguel, a PIC-NIC é formada pelos músicos Paulinho Gehm (guitarra, violão e teclados), Guidi (voz), Flavio Chokkito (baixo) e Robson Riva (bateria). As sessões de gravação foram majoritariamente caseiras, mas também ocorreram no estúdio Laboratórios de Eco, na Tijuca, no Rio de Janeiro. A mixagem e a masterização foram realizadas recentemente por Davi Pacote. Anteriormente, a banda lançou o álbum homônimo PIC-NIC (2002) e o EP Feito em casa (2003). A vocalista se recorda dos discos e frisa que 2007 é o trabalho mais caprichado do quarteto. “É um ótimo disco para que novas pessoas conheçam o nosso trabalho. Espero que isso aconteça e gosto da ideia de continuarmos gravando e lançando canções”, comentou Guidi.
Ex-Capital Inicial, Bozzo Barretti, se reúne a Dinho Ouro Preto em novo single

Entre 1987 e 1992, Dinho Ouro Preto e Bozzo Barretti dividiram palcos e estúdios como membros do Capital Inicial. Agora, quase 30 anos depois, os artistas retomam o vínculo musical lançando o single Fratura (Um Pequeno Poema Para 2020). A letra aborda a polarização política que paira sobre o Brasil e frisa a importância da união das pessoas que pensam de forma diferente. A faixa é uma espécie de rap, mas inspirada na sonoridade do hit Drive, da banda Incubus. O lançamento chega nas plataformas de streaming através da união do selo Musikorama Music Entertaiment com a gravadora New Music. Segundo o ex-tecladista do Capital, a canção mostra o quanto não vale a pena quebrar laços por opiniões conflitantes. “A ideia principal é dar um alerta e dizer não para a Guerra Ideológica que só serve para destruir amizades. Não tenho intenção de ser messiânico, mas quero trazer uma reflexão para as pessoas. Espero que escutem a nossa música e pensem sobre esse assunto. Afinal, nem sempre existe uma verdade absoluta”, frisou Bozzo. Fratura (Um Pequeno Poema Para 2020) é a primeira música do projeto solo de Bozzo Barretti, que nos últimos anos esteve na banda Brotheria, onde dividiu os palcos com o também ex-Capital Inicial, Murilo Lima. Agora, o multi-instrumentista trabalha em novas obras autorais e prevê outros lançamentos para o decorrer de 2022.
Outras Estações: Nostalgia, Pixies e regionalidade inspiram cantor Caridade em EP de estreia

“Depois dos 40, você não precisa dar explicações a ninguém”. Esse é o espírito do EP de estreia do cantor e compositor Caridade, intitulado Outras Estações. A obra elucida que é preciso persistir para encontrar a felicidade de forma nostálgica. Enquanto isso, se remete à regionalidade, abordando o litoral de São Paulo. No âmbito melódico, o trabalho recorda o rock alternativo dos anos 1990 e traz aspectos da música indie contemporânea. O mini-álbum conta com cinco faixas: Terra Plana, Lado Humano, Outras Estações, Tentando Se Encontrar e Oumuamua. As gravações ocorreram no Estúdio MIXBox, no Guarujá (SP). Para produzir o EP, Caridade gravou guitarra, baixo e voz e contou com o suporte de Patrick Leandro, que gravou teclados e beats. Na ocasião, o artista inspirou-se em bandas como Pavement, Nada Surf, Pixies, Blur, My Bloody Valentine, Beck, Weezer, entre outros. De acordo com o cantor, que ao decorrer das últimas décadas integrou as bandas Supergrave, Easy Money e Silverson, o projeto solo supre uma vontade antiga. “Desde 1996, sempre estive tocando em grupos e lidando com mudanças nas formações. Me vi cansado e queria liberdade para compor sem rótulos. Oumuamua, por exemplo, imagina a reação que teríamos se um meteoro caísse em nossas cabeças. Já as demais trazem relatos pessoais e são um pouco mais despretensiosas”, frisou.