Primal Scream vem ao Brasil em novembro para show único

A Balaclava Records, em parceria com a produtora Music On Events, anunciaram a vinda da lendária banda escocesa Primal Scream, um dos nomes mais influentes da música indie e alternativa desde o início dos anos 90. O grupo, liderado por Bobby Gillespie, vem ao país em apresentação única no dia 11 de novembro, na Audio, em São Paulo. Os ingressos estarão disponíveis para compra a partir do dia 5 de agosto no site da Ticketmaster Brasil, e presencial, sem taxa de conveniência, no Shopping Ibirapuera. Formado em 1984 em Glasgow, o Primal Scream é um dos nomes mais inovadores e influentes do rock britânico. Liderada por Bobby Gillespie, também conhecido por ser um dos integrantes fundadores da emblemática Jesus & Mary Chain, a banda atravessou décadas reinventando seu som e desafiando rótulos musicais, misturando rock, psicodelia, dance music, dub e punk com maestria. Com uma carreira que conta com inúmeros hits em rádios do mundo todo, a banda lançou em 1987 seu disco de estreia, Sonic Flower Groove, influenciado por The Byrds, Velvet Underground e a cena de C86. O material não só serviu para apresentar o grupo ao público como também deu início a um estilo musical que definiria a década seguinte, abrindo caminho para grupos como The Stone Roses e The Happy Mondays. O álbum seguinte, Primal Scream (1989), apresentou uma evolução musical significante para a banda, mas foi Screamadelica (1991) o lançamento mais marcante deles, responsável por mudar a cara do pop britânico, trazendo uma fusão inusitada de ritmos como dance, dub, techno, acid house e rock, colocando a banda em seu auge. As faixas Movin’ on Up, Come Together e Loaded são consideradas clássicos da música alternativa e marcaram a geração musical da época. Os anos seguintes trouxeram uma série de sucessos e bons lançamentos, alternando momentos mais dançantes e eletrônicos com o rock e indie britânico, em canções como Rocks, Country Girl, Can’t Go Back. O grupo retorna ao Brasil com um show que promete explorar sua história e também inaugurar uma nova era: a apresentação ao vivo de seu álbum mais recente, Come Ahead, lançado no final de 2024. Após esgotar os ingressos de sua recente turnê pelo Reino Unido e Irlanda, onde revisitaram clássicos e estrearam novas músicas como Love Insurrection, Deep Dark Waters e Ready To Go Home, Bobby e companhia chegam com um show renovado, eletrizante e cheio de mensagens politizadas. O novo material marca um retorno com espírito combativo, sem perder a mistura de rock, psicodelia e eletrônica que definiu a banda desde o Screamadelica até os dias atuais. Com mais de 40 anos de história, Primal Scream continua sendo uma das bandas mais influentes da atualidade. O retorno aos palcos internacionais vem com a energia intacta e um repertório que mistura passado, presente e futuro. Primal Scream em São Paulo Data: 11 de novembro de 2025, terça-feira Local: Audio Endereço: Av. Francisco Matarazzo, 694 – Água Branca, São Paulo – SP, 05001-100 Horários: Portas 19h30 / Show 21h30 Classificação etária: 18+ Ingressos Ponto de venda físico (sem taxa de conveniência): Shopping Ibirapuera Av. Ibirapuera, 3103 – Piso: Jurupis (subsolo) – Indianópolis. Horários: terça a sábado, das 10h às 22h, e domingos e feriados, das 14h às 20h, com fechamento às segundas-feiras. Para comprar ingressos na bilheteria, é necessário informar um e-mail válido e CPF, e ter o aplicativo Quentro instalado no celular. Após a compra, o ingresso deve ser verificado no aplicativo.
The Brian Jonestown Massacre retorna a São Paulo em novembro

Após um show sold out na estreia no Brasil em 2023, The Brian Jonestown Massacre, um dos nomes mais importantes do neo psicodelismo liderada pelo criativo multi-instrumentista e vocalista Anton Newcombe, retorna a São Paulo no dia 28 de novembro, no Espaço Usine (antigo Clash Club). Os ingressos já estão à venda no Fastix. A realização é da Maraty, produtora do jornalista André Barcinski junto ao produtor Leandro Carbonato, responsável há dois anos pela primeira vez do The Brian Jonestown Massacre na capital paulista, com todos os ingressos vendidos em uma lisérgica e memorável apresentação de 2h30 de duração. As bandas de abertura serão anunciadas já nos próximos dias. Formado em 1990, o The Brian Jonestown Massacre é uma fusão intensa e prolífica de folk, eletrônica, psicodelia, blues e garage rock. E já se passaram mais de 30 anos desde a estreia da banda com o single She Made Me/Evergreen. Desde então, Newcombe (vocalista, compositor, compositor, proprietário de estúdio, multi-instrumentista, produtor, engenheiro, pai, força da natureza do TBJM) coleciona sucessos e histórias. Lançado em 1992, enquanto a imprensa musical se dirigia aos EUA para ungir a próxima banda de guitarra americana como a moda do mês e as grandes gravadoras estavam à caça de esperançoso obedientes para serem sua última solução rápida, Anton Newcombe teve uma ideia: dizer não. Newcombe já havia se estabelecido como um compositor visionário, um homem para quem fazer música não era uma escolha de estilo de vida ou um corte de cabelo hipster, mas a própria essência da existência, e ele observou em horror silencioso enquanto seus colegas se conformavam timidamente com tudo – sim para contratos, sim para gestão, sim para sugestões, sim para isso, sim para aquilo, sim, sim, sim. Mas ele era diferente. Anton Newcombe estava prestes a dizer não para tudo. “Eu simplesmente sabia que teria mais sucesso de uma certa maneira ao dizer não, apenas sendo contrário porque eu percebi que se as pessoas gostassem de mim, elas iriam gostar de mim de qualquer forma”, ele diz. “Ou não gostarem de mim. Não importa.” Muito disso foi documentado no polêmico documentário ‘Dig!’, que ainda é celebrado como um dos melhores documentários de rock já feitos, e comemora seu 20º aniversário este ano. A versão remasterizada e expandida estreou no Sundance em janeiro. O álbum de estreia do Brian Jonestown Massacre, Methodrone, tingido de shoegazing, foi lançado em 1995 e desde então vários membros da banda se juntaram a Newcombe em suas escapadas sonoras, mas ele permaneceu o único constante, o gênio criativo no centro de uma das bandas mais fascinantes da música. Desde então, houve mais 20 álbuns sob o nome de Brian Jonestown Massacre, cada um embarcando em sua própria aventura de expansão da mente e explorando os reinos exteriores do rock’n’roll; rock psicodélico, country-blues, rock’n’roll raivoso, noise-pop relaxante e mais. Ao longo do caminho, Newcombe se estabeleceu como um talento único na vida, que viu a direção em que o indie-rock mainstream estava indo e optou por dar a volta longa. Ele emergiu como uma força revolucionária na música moderna, um herói underground. Não havia outro caminho, era assim que tinha que ser. “Minha única opção com tudo na vida sempre foi que você apenas pula no fogo”, ele declara. “Não importa o que seja.” É com esse espírito que ele pulou ao redor do mundo, da Costa Oeste a Nova York, de Manhattan à Islândia, e então a Berlim, onde viveu por 15 anos e tem dois apartamentos, um para morar e outro que foi convertido em seu estúdio. Depois de uma década de 2010 extremamente prolífica, que viu o lançamento de oito álbuns completos e um mini-álbum, Newcombe estava passando por um período de bloqueio criativo quando um dia ele pegou sua guitarra de 12 cordas e The Real (a faixa de abertura do álbum anterior Fire Doesn’t Grow on Trees) surgiu dele. Assim como o kraken, era como se ele tivesse convocado isso. “De repente, eu simplesmente ouvi algo”, ele diz. “E então não parou mais. Gravamos uma música inteira todos os dias, durante 70 dias seguidos.” No final, eles tinham 2 álbuns prontos para serem lançados. Juntando-se a Newcombe no estúdio para The Future Is Your Past estavam Hakon Adalsteinsson (guitarra) e Uri Rennert (bateria). Ao longo da carreira, o The Brian Jonestown Massacre figurou em diversas trilhas sonoras: Straight Up And Down é música tema da série televisiva da HBO, Boardwalk Empire; The Way It Was foi usada na trilha sonora do video game de corrida Need For Speed: The Run; Going To Hell fez parte da trilha sonora do clássico da comédia americana American Pie (1999); Not if You Were the Last Dandy on Earth aparece na trilha sonora de seu filme Broken Flowers. Além de Brasil, o TBJM tem mais três shows agendados na América do Sul entre novembro e dezembro deste ano: 30/11 em Montevidéu (Uruguai), 2/12 em Buenos Aires (Argentina) e 4/12 em Santiago (Chile). The Brian Jonestown Massacre em São Paulo + bandas de abertura Data: 28 de novembro de 2025 (sexta-feira) Horário: 20h Local: Espaço Usine (R. Barra Funda, 973 – Barra Funda, São Paulo – SP) Ingressos Valores em 1º lote: R$220,00 (Meia), R$ 230,00 (Meia Solidária – mediante doação de um 1 kg de alimento não perecível), R$ 440,00.
Balaclava traz banda americana Codeine ao Brasil em outubro

O selo e produtora Balaclava Records anuncia a vinda inédita ao Brasil da banda norte-americana Codeine, um dos principais nomes da cena alternativa underground dos anos 90 e ícones no gênero slowcore. O trio vem ao país em apresentação única no dia 11 de outubro, sábado, no City Lights Music Hall, no bairro de Pinheiros, em São Paulo. Os ingressos já estão à venda online no site da Ingresse, e presencial, sem taxa de conveniência, no Takkø Café (confira os horários de funcionamento). Formada por Stephen Immerwahr (baixo e voz), John Engle (guitarra) e Chris Brokaw (bateria), Codeine tem apenas dois álbuns de estúdio, além de EPs e coletâneas de suas gravações caseiras e ao vivo. Seu disco de estreia Frigid Stars (1990) foi lançado pelo selo alemão Glitterhouse e, no ano seguinte, a gravadora Sub Pop assinou e distribuiu mundialmente. Em 1994, veio o álbum The White Birch, ano em que encerraram suas atividades. A atuação da banda tem sido ocasional desde a dissolução, com reuniões marcantes ocorridas em 2012 e novamente em 2023, motivadas pela reedição de suas gravações e pelo lançamento de material inédito pelo selo The Numero Group. Nascida no ambiente post‑punk do final dos anos 1980 em Nova Iorque, Codeine é reverenciada até hoje como a banda pioneira do gênero slowcore – um estilo caracterizado por tempos lentos, arranjos minimalistas e letras introspectivas, que mais tarde ficou conhecido como “sadcore”. O timbre original do grupo ficou marcado por seus andamentos, os vocais anasalados e apáticos de Immerwahr e a vibrante guitarra Telecaster de Engle. Codeine estreou padrões de sonoridade característicos, influenciando diretamente grupos como Low, Galaxie 500 e Mogwai. A trajetória da banda é curta e deliberadamente contida, mas sua importância no desenvolvimento de um estilo musical profundamente emocional e minimalista é inegável. Serviço Balaclava apresenta: Codeine (EUA) em São Paulo Data: 11 de outubro de 2025, sábado Local: City Lights Rua Padre Garcia Velho, 61 – Pinheiros – São Paulo/SP Horários: Portas 18h / Show: 19h Classificação etária: 16+ / menores de 16 anos acompanhados dos pais ou responsável legal Ingressos Ponto de venda físico (sem taxa de conveniência) Takkø Café (R. Maj. Sertório, 553 – Vila Buarque – São Paulo) Horários: Terça a sexta, das 8h às 17h / Sábado, domingo e feriados, das 9h às 18h.
Após show no Brasil, Alice Cooper lança álbum “The Revenge of Alice Cooper”

O lendário Alice Cooper está de volta! O músico, que se apresentou recentemente em São Paulo, no Best of Blues and Rock, lançou, na última sexta-feira (25), o álbum The Revenge of Alice Cooper, com 14 faixas inéditas. The Revenge Of Alice Cooper captura os riffs venenosos característicos da banda, a narrativa macabra e a arrogância inegável — e prova que o espírito da banda não está apenas vivo, mas rugindo de volta à vida com poder e propósito. Gravado em um estúdio de Connecticut, com Bob Ezrin no comando, o álbum traz o espírito do Alice Cooper clássico para o presente com riffs venenosos, narrativa teatral e um toque de terror vintage. O álbum ainda conta com uma participação póstuma de Glen Buxton na guitarra em What Happened To You, preservando seu legado no renascimento da banda. Da arrogância primitiva de Black Mamba ao uivo rebelde de Wild Ones e agora o rugido noturno de Up All Night, o disco é um lembrete alto e selvagem de que o verdadeiro rock nunca morre.
Tame Impala está de volta com “End Of Summer”; ouça!

Tame Impala (Kevin Parker) retorna com o lançamento de End of Summer, sua primeira gravação pela nova casa, Sony Music. A canção marca um novo amanhecer para o artista, que, mais uma vez, expande os limites do projeto rumo a territórios ainda inexplorados. Inspirando-se na rica e profunda história da música eletrônica, End Of Summer reapresenta Tame Impala como uma espécie de ato rave futurista e primitivo. A faixa remete ao verão do acid house em 1989, às festas livres dos anos 1990, aos bush doofs (festas em áreas remotas na Austrália) — a uma história imaginada, transmutada em algo simultaneamente presente e eterno, ainda inconfundivelmente Tame Impala. O entusiasmo por experimentações espontâneas em estúdio, marca registrada das gravações de Tame Impala desde o início, está mais evidente do que nunca. O domínio de Parker sobre seu ofício imprime na faixa um brilho sutilmente manipulador e alucinante. End of Summer chega acompanhada de uma narrativa visual em formato curto, dirigida pelo artista multidisciplinar Julian Klincewicz.
Poplars debocha de QAnon no ska Is Real; assista

Influenciada por ritmos jamaicanos do reggae e do ska, a Poplars, banda paulistana formada em 2019, lançou o videoclipe de Is Real. O single faz parte do EP Sinal da Paranoia, previsto para setembro deste ano. A letra de Is Real é um deboche às teorias de conspiração norte-americanas, como alienígenas reptilianos e o movimento QAnon. O guitarrista Nacho Martin, responsável pela direção do videoclipe, diz que a ideia do filme é a de supor que existiria um reptiliano entre nós. “É uma maneira de satirizar extremistas de direita que acreditam em certas teorias conspiratórias, misticismos etc”, revela ainda, o vocalista e baixista Álamo. Além de Nacho Martin e Álamo, a Poplars é composta por Jéssica Aguilera (guitarra), Isadora Bourdot (teclado) e Kike Garcia (bateria). A banda, que traz referências da velha escola do reggae e do ska, com pitadas de funk, soul e música brasileira, carrega na bagagem os EPs Três (2019) – de quando ainda usava o nome de Os Álamos -, Pra Quem se Foi (2021) e Pra Quem Festou (2023).
I Wanna Be Tour revela horários dos shows em Curitiba e São Paulo

A segunda edição da I Wanna Be Tour proporcionará um dia repleto de shows. Serão mais de 20 atrações que farão o emo e o pop-punk ecoar por Curitiba, na Pedreira Paulo Leminski; e por São Paulo, no Allianz Parque, locais que receberão o evento nos dias 23 de agosto e 30 de agosto, respectivamente. Para que o público possa se programar para montar o seu cronograma dos sonhos, a I Wanna Be Tour antecipou os horários em que as bandas, que estarão divididas entre os palcos It’s Not a Phase e It’s a Lifestyle, irão se apresentar. Os brasileiros do Fake Number e do Gloria abrem a série de espetáculos em ambas ocasiões, enquanto o Good Charlotte e o Fall Out Boy são responsáveis por encerrar o roteiro. Ainda há ingressos disponíveis para as duas edições pelo site da Eventim. Assim como na edição de estreia, a I Wanna Be Tour segue com o compromisso de transformar os espaços por onde passa em em uma verdadeira cápsula do tempo e transportar o público diretamente para os anos 2000 – época em que o emo e o pop punk dominavam os fones de ouvidos, as playlists (saudades, iPod) e influenciavam toda uma geração na maneira de se vestir e de se comportar. Confira abaixo a grade completa de horários dos shows por palco no I Wanna Be Tour Curitiba @Pedreira Paulo Leminski It’s a Lifestyle Stage11h30 – Fake Number 13h10 – Neck Deep 15h – The Maine 16h50 – The Veronicas 19h10 – Fresno 21h30 – Good CharlotteIt’s Not a Phase Stage12h20 – Gloria14h05 – Story Of The Year15h55 – Dead Fish18h – Forfun20h20 – Yellowcard22h50 – Fall Out Boy São Paulo @Allianz Parque It’s a Lifestyle Stage11h15 – Fake Number12h51 – Neck Deep14h37 – The Maine16h23 – The Veronicas18h29 – Fresno20h35 – Good Charlotte It’s Not a Phase Stage12h03 – Gloria13h44 – Story Of The Year15h30 – Dead Fish17h26 – Forfun19h32 – Yellowcard21h48 – Fall Out Boy > Leia mais sobre as atrações de 2025 aqui SERVIÇOI Wanna Be Tour 2025 Realização: 30e CURITIBAData: 23 de agosto de 2025 (sábado)Local: Pedreira Paulo Leminski – R. João Gava, 970 – Abranches, Curitiba/PRHorário de abertura dos portões: 10hClassificação Etária: Entrada e permanência de crianças/adolescentes de 5 a 15 anos de idade, acompanhados dos pais ou responsáveis, e de 16 a 17 anos, desacompanhados dos pais ou responsáveis legais. Setores e preços:Arquibancada – R$ 172,50 (meia-entrada legal) | R$ 241,50 (ingresso social) | R$ 345,00 (inteira)Cadeira Superior – R$ 247,50 (meia-entrada legal) | R$ 346,50 (ingresso social) | R$ 495,00 (inteira)Cadeira Mauá e Inferior – R$ 347,50 (meia-entrada legal) | R$ 486,50 (ingresso social) | R$ 695,00 (inteira)Pista Única – R$ 447,50 (meia-entrada legal) | R$ 626,50 (ingresso social) | R$ 895,00 (inteira)VIP Package – R$ 947,50 (meia-entrada legal) | R$ 1.126,50 (ingresso social) | R$ 1.395,00 (inteira) Início das vendas:Venda geral: 30 de janeiro, 12h (on-line) e às 13h nas bilheterias oficiaisVendas online em: https://www.eventim.com.br/artist/i-wannabetour/Bilheteria oficial: Hard Rock Café Curitiba – Rua Buenos Aires, 50 – Batel – Curitiba/PR Funcionamento: Segunda a sábado, das 11h30 às 19h. *** SÃO PAULOData: 30 de agosto de 2025 (sábado)Local: Allianz Parque – Av. Francisco Matarazzo, 1.705 – Água Branca – São Paulo/SPHorário de abertura dos portões: 10hClassificação Etária: Entrada e permanência de crianças/adolescentes de 5 a 15 anos de idade, acompanhados dos pais ou responsáveis, e de 16 a 17 anos, desacompanhados dos pais ou responsáveis legais. Setores e preços:Cadeira Superior – R$ 247,50 (meia-entrada legal) | R$ 346,50 (ingresso social) | R$ 495,00 (inteira)Cadeira Inferior – R$ 347,50 (meia-entrada legal) | R$ 486,50 (ingresso social) | R$ 695,00 (inteira)Pista Única – R$ 447,50 (meia-entrada legal) | R$ 626,50 (ingresso social) | R$ 895,00 (inteira)VIP Package – R$ 947,50 (meia-entrada legal) | R$ 1.126,50 (ingresso social) | R$ 1.395,00 (inteira) Início das vendas:Venda geral: 30 de janeiro, 12h (on-line) e às 13h nas bilheterias oficiaisVendas online em: https://www.eventim.com.br/artist/i-wannabetour/Bilheteria oficial: Allianz Parque (após a abertura de venda geral) – Portão A – Rua Palestra Itália, 200 – Perdizes – São Paulo/SP Funcionamento: Terça a sábado, das 10h às 17h | *Não há funcionamento em feriados, emendas de feriados, dias de jogos ou em dias de eventos de outras empresas.
Supla mostra vitalidade no diversificado 20º álbum, Nada Foi Em Vão

Supla lançou seu 20º álbum, Nada Foi em Vão, que sai no streaming e em versão vinil rosa. No novo trabalho, ele transita entre rock, punk, bossa nova, heavy metal e até funk. O single Nada Foi em Vão que dá o título do disco foi gravada nos Estados Unidos, Tatiana Prudencio (coautora de Parça da Erva e Anarquia Life Style) assina a letra com o Supla. A música é uma balada para se pensar a vida, reencontros e se sentir seguro de que nada foi em vão. “Seguindo seu coração e escutando a razão, a vida é uma inspiração”, canta Supla. Nada Foi em Vão, um lançamento como Supla e os Punks de Boutique, tem 15 músicas de um rock diverso, que flerta com o punk rock, com o rock das décadas de 1960 e 1970 e traz atém mesmo incursões em ritmos mais pesados ou, acredite, que fogem completamente da aura roqueira. “Um rock and roll aberto para todo tipo de influência”, destaca Supla. “São dois álbuns com o Tokyo, um com o Psycho 69, quatro álbuns com o Brothers of Brazil, um com S&V e 11 álbuns solo na carreira”, ele contabiliza sobre sua discografia que chega ao emblemático número de 20 registros. Mas assim como o disco anterior com os mesmo Punks de Boutique, Transa Amarrada, Supla carrega o espírito punk rock em seus lançamentos e é esta vibe que pontua Nada Foi em Vão. O disco tem a participação de dois músicos de Los Angeles, Marc Orrell, guitarrista do Mighty Mighty Bosstones e Dropkick Murphys, e Jeff Roffredo, baixista do Aggrolites. O Papito se reuniu com esses dois músicos e gravou em Los Angeles três músicas: Goth Girl From East L.A.; If You Believe in Nosferatu e a música que leva o nome do álbum, Nada foi em vão. Supla explica que é um álbum que tem muita energia e sintonia com os músicos que participam dele. “Já trabalho com Os Punks de Boutique há mais de três anos. Chegamos num ponto em que a comunicação é muito natural e vale também para os músicos dos Estados Unidos, pois eu também já tinha feito algumas turnês com eles na América, com o Brothers of Brazil e continuo fazendo letras com meu sobrinho Teodoro Suplicy (autor de Suplaego). Nesse álbum também fiz algumas letras com toda a banda, dando essa vibe de trabalho em grupo que gosto muito”.
Balaclava traz banda japonesa Lamp ao Brasil em outubro

A banda japonesa Lamp, conhecida por seu som nostálgico e atmosférico que mistura elementos de city pop, bossa nova, jazz, soul, pop barroco e soft rock dos anos 1960 e 70, vem ao Brasil pela primeira vez, em produção da Balaclava. O trio vem ao país em apresentação única no dia 5 de outubro, domingo, no Cine Joia, em São Paulo. Os ingressos já estão à venda online no site da Ingresse, nos setores pista e mezanino, e presencial, sem taxa de conveniência, no Takkø Café. O Lamp foi formado em Tóquio no ano de 2000 por Yusuke Nagai (vocal), Kaori Sakakibara (vocal) e Taiyo Someya (guitarra). Eles lançaram um total de nove álbuns até o momento, tendo início em Soyokaze Apartment 201 de 2003, até seu mais recente trabalho, Dusk to Dawn, de 2023. Influenciados pela música brasileira e pelo pop ocidental dos anos 60 e 70, pode ser difícil categorizar o Lamp em qualquer gênero. Sua música pode ser descrita como sonhadora e etérea; experimental, porém refinada; imersa em melancolia e nostalgia. Em suas músicas, pode-se ouvir ecos de MPB, AOR, soul e soft rock, todos perfeitamente entrelaçados contra o pano de fundo de uma estética pop japonesa. O Lamp é realmente único — uma banda cujo som possui uma complexidade elegante, aliada a uma simplicidade delicada. A banda trabalha de forma quase artesanal, tocando e produzindo grande parte de suas músicas por conta própria — o que contribui para sua estética intimista e atemporal. Suas letras frequentemente abordam a memória, os sonhos, o cotidiano e os sentimentos efêmeros da juventude. Além de fazer turnês em seu país natal, o Japão, eles se apresentaram em grandes cidades da China, Taiwan, Hong Kong, Coreia do Sul e Indonésia, continuando a receber ampla aclamação tanto no mercado interno quanto no exterior. Balaclava apresenta: Lamp (Japão) em São Paulo Data: 5 de outubro de 2025, domingo Local: Cine Joia Praça Carlos Gomes, 82 – Liberdade Horários: Portas 19h / Show 20h Classificação etária: 16+ / menores de 16 anos acompanhados dos pais ou responsável legal Ingressos: https://www.ingresse.com/lamp Ponto de venda físico (sem taxa de conveniência): Takkø Café R. Maj. Sertório, 553 – Vila Buarque – São Paulo/SP Horários: Terça à Sexta, das 8h às 17h / Sáb, dom e feriados, das 9h às 18h.