Rush esgota ingressos e anuncia show extra no Allianz Parque

A apresentação do Rush marcada para o dia 24 de janeiro de 2027, no Allianz Parque, em São Paulo, teve seus ingressos esgotados rapidamente. Mas, para alívio de quem ficou de fora, a produtora 30e confirmou nesta segunda-feira (2) um show extra do Rush na capital paulista: o trio subirá novamente ao palco do estádio no dia 26 de janeiro de 2027 (terça-feira). 🚨 Ingressos Se você perdeu a primeira chance, prepare os alarmes e os cartões, pois as vendas para o show extra começam nesta semana: Homenagem a Neil Peart com novos talentos O formato dessa turnê sul-americana será de gala. Com a proposta “an evening with” (uma noite com), a banda tocará dois longos sets por noite, sem bandas de abertura. Eles estão ensaiando um catálogo com mais de 40 clássicos, garantindo que os setlists mudem de uma noite para a outra. Para a monumental tarefa de assumir as baquetas do inesquecível Neil Peart, a banda recrutou a baterista, compositora e produtora alemã Anika Nilles (que já tocou com Jeff Beck). O time se completa com o tecladista Loren Gold (The Who). A iniciativa tem a bênção emocionada da família de Neil. “Estamos entusiasmadas em apoiar a turnê Fifty Something. Honrar o extraordinário legado de Neil como baterista e letrista… Ao entrar neste novo capítulo, a banda promete algo verdadeiramente inesquecível”, declararam Carrie e Olivia Peart, viúva e filha do músico. * 🎫 Serviço: Rush – Show extra em São Paulo Preços (Show extra – 26/01) (Lembrando que a turnê também passará por Curitiba em 22/01, Rio de Janeiro em 30/01, Belo Horizonte em 01/02 e Brasília em 04/02).
Netflix exibirá show de lançamento do novo álbum de Harry Styles

A Netflix anunciou a exibição global e exclusiva da primeira performance ao vivo do aguardado novo álbum de Harry Styles, intitulado Kiss All the Time. Disco, Occasionally. O show histórico acontecerá na moderníssima arena Co-op Live, em Manchester, na Inglaterra, nesta sexta-feira (6). A apresentação, que marca o pontapé inicial da inédita turnê Together, Together, chegará ao catálogo do streaming no domingo (8), a partir das 16h (horário de Brasília). Retorno após “Harry’s House” O especial da Netflix, com produção assinada pela Fulwell Entertainment, trará a apresentação na íntegra. A grande vantagem é que, após a estreia no domingo, o show ficará disponível no catálogo para os assinantes assistirem quando e quantas vezes quiserem. A expectativa para esse retorno é gigantesca. Kiss All the Time. Disco, Occasionally é o quarto álbum de estúdio do astro britânico e será lançado oficialmente nas plataformas digitais no mesmo dia do show em Manchester (6 de março). O projeto chega para suceder o aclamado Harry’s House, clássico moderno lançado há quase quatro anos que varreu as principais premiações do mundo, incluindo o cobiçado troféu de Álbum do Ano no GRAMMY. 📺 Serviço: Harry Styles na Netflix
Oasis anuncia primeira gravação ao vivo da turnê de reunião no álbum Help(2)

A War Child Records anunciou que o Oasis fará parte do aguardado álbum beneficente Help(2), contribuindo com uma versão ao vivo explosiva e inédita de Acquiesce. A gravação foi capturada diretamente no icônico Wembley Stadium, no dia 28 de setembro de 2025, durante a noite final da lendária sequência de sete shows da banda no local. Este lançamento é um marco absoluto: trata-se da primeira edição física e oficial de uma gravação ao vivo extraída da monumental turnê de reunião Oasis Live ’25. O single chega às plataformas digitais nesta sexta-feira (6). Para os colecionadores, a faixa terá um apelo ainda mais especial: ela será lançada como um single avulso em vinil 7″ encartado na versão gatefold do álbum e como uma “faixa escondida” na edição em CD duplo. Legado do Oasis com a War Child O retorno dos irmãos Gallagher à série Help é carregado de simbolismo. O Oasis já havia participado do histórico álbum original de 1995, abrindo o disco com a faixa Fade Away. Na mesma época, Noel Gallagher também formou o supergrupo The Smokin’ Mojo Filters ao lado de Paul McCartney e Paul Weller para o projeto. Quase três décadas depois, a banda reforça seu apoio contínuo à missão da ONG, que visa proteger, educar e defender os direitos de crianças afetadas por conflitos ao redor do mundo. Line-up de peso e encontros inéditos, além do Oasis no Help(2) Além do Oasis, Help(2) funciona como um verdadeiro festival dos sonhos do indie e rock alternativo, reunindo artistas gigantescos sob a produção do aclamado James Ford. O disco conta com lançamentos recentes e encontros espontâneos de estúdio, como: A lista estelar ainda inclui nomes como The Last Dinner Party, Nilüfer Yanya, King Krule, Foals, Depeche Mode, Beck, Big Thief e Anna Calvi. “By Children, For Children” Para dar vida à identidade visual do projeto, o renomado cineasta Jonathan Glazer (vencedor do Oscar por Zona de Interesse) assumiu a direção criativa. O conceito adotado foi entregar pequenas câmeras para crianças operarem livremente dentro dos estúdios do Abbey Road e também em zonas de conflito (Ucrânia, Gaza, Iêmen e Sudão). O resultado é um documentário visual brutal e poético, garantindo que o público veja o mundo através dos olhos daqueles que a música busca ajudar.
The Fall of Troy desembarca para show inédito no Brasil neste domingo

O aclamado trio norte-americano The Fall of Troy se apresenta pela primeira vez no Brasil, neste domingo (8), no Carioca Club, em São Paulo. A realização é da produtora Overload. A passagem inédita pelo país tem um motivo mais do que especial: a turnê latino-americana celebra os 20 anos de lançamento do icônico álbum Doppelgänger (2005), frequentemente citado pela crítica internacional como um dos registros centrais e mais influentes do post-hardcore técnico dos anos 2000. Complexidade sonora e o fenômeno “Guitar Hero” Formada em 2002 no estado de Washington (EUA) por amigos de escola, a banda manteve Thomas Erak (guitarra e vocal) e Andrew Forsman (bateria) como o núcleo criativo permanente. A sonoridade do The Fall of Troy é inconfundível. O trio construiu uma trajetória marcada por métricas irregulares, estruturas fragmentadas, mudanças abruptas de andamento e um contraste brutal entre vocais melódicos e gritados. Se você viveu os anos 2000, com certeza já cruzou com o som deles. A faixa F.C.P.R.E.M.I.X. explodiu furando a bolha do underground ao integrar a trilha sonora de clássicos dos videogames como Guitar Hero III: Legends of Rock e Saints Row. O setlist de domingo promete ser uma verdadeira catarse com essa e outras pedradas como Mouths Like Sidewinder Missiles e I Just Got This Symphony Goin’. 🎫 Serviço: The Fall of Troy em São Paulo Ainda dá tempo de garantir o seu lugar nesta noite histórica. Os ingressos de 1º lote estão à venda no site do Clube do Ingresso. Valores (1º Lote)
Madball incendeia São Paulo nesta sexta-feira no pré-NDP Fest

O lendário Madball, nome fundamental e pilar indiscutível do hardcore nova-iorquino (NYHC), desembarca em São Paulo nesta sexta-feira (6). Liderada pelo explosivo e carismático frontman Freddy Cricien, a banda comanda a noite no Fabrique Club, na Barra Funda. O show brutal serve como um evento de aquecimento de luxo que antecede o aguardado 2º NDP Fest (agendado para o dia 15 de março no Espaço Usine). Sangue bom do NYHC Formado no final dos anos 1980, o Madball é a expressão máxima de uma sonoridade que transcendeu a música para virar um estilo de vida. Ao lado do Agnostic Front (considerada sua banda “irmã”, já que Freddy é irmão mais novo de Roger Miret), eles ajudaram a pavimentar o que conhecemos hoje como hardcore. A receita é direta, intensa e sem frescuras: guitarras secas, groove cadenciado para o two-step, batidas urgentes e vocais que soam como um grito coletivo contra o caos urbano. Discos clássicos como Set It Off, Demonstrating My Style, Look My Way e Hold It Down garantiram à banda a eterna alcunha de “reis do hardcore”. Abertura de peso Para preparar o terreno antes do Madball quebrar tudo, a produtora ND Productions e a Criollos Crew escalaram um time de convidados que não vai deixar ninguém parado. Banda Origem Destaque Vacunt Áustria Trazendo a força do hardcore europeu direto para o palco paulista. Fatal Blow Curitiba (PR) Nome tradicional e respeitado que mantém a cena sulista viva e violenta. Escombro São Paulo (SP) Um dos maiores nomes do hardcore nacional atual, integrando o selo Repetente Records (comandado por Badauí e Phil Fargnoli, do CPM 22). 🎫 Serviço: Madball em São Paulo (Pré-NDP Fest) Ainda restam ingressos no 3º lote. Garanta o seu antes que esgote! Valores (3º Lote)
Banda inglesa Shame retorna ao Brasil em junho

O quinteto inglês Shame retorna ao Brasil em data única, apresentando um repertório inédito, com canções de seu novo álbum Cutthroat, além de sucessos de seus três discos anteriores. O show acontece no dia 20 de junho, sábado, no Cine Joia, em São Paulo. Essa será a terceira visita da banda ao país desde 2019, após uma série de shows esgotados, gerando imenso buzz pelas performances marcantes do grupo, liderado pelo intenso e carismático vocalista Charlie Steen. Os ingressos já estão à venda online no site da Ingresse, nos setores Pista e Camarote. Para quem deseja comprar sem taxa de conveniência, o Takkø Café é o ponto de venda físico oficial, no bairro Vila Buarque. Confira os dias e horários de funcionamento do estabelecimento. O show é uma produção da Balaclava. Considerados um dos principais nomes que trouxeram à tona a sonoridade punk do Reino Unido, ao lado de IDLES, Fontaines D.C e High Vis, o Shame segue expandindo seu público e consolidando sua reputação como uma banda que transforma inquietação em catarse coletiva. Formado no sul de Londres em meados da década de 2010, o grupo rapidamente chamou atenção pela energia crua de suas apresentações ao vivo e por uma abordagem visceral que dialoga com a tradição pós-punk britânica, mas com identidade própria. Desde os primeiros lançamentos, construíram uma trajetória marcada por urgência política, inquietação geracional e uma entrega performática explosiva. Seu álbum de estreia, Songs of Praise (2018), marcou a essência do pós-punk inglês e trouxe clássicos elementos do britpop, soando Stone Roses e The Fall ao mesmo tempo, com um som direto, barulhento e provocador. Drunk Tank Pink (2021) já mostra uma enorme evolução do quinteto, soando mais grandioso e ambicioso, sob produção de James Ford. Aqui, as referências principais foram Gang of Four, Talking Heads, ESG e Talk Talk. No terceiro disco, Food for Worms (2023), a banda aprofundou sua exploração emocional, equilibrando agressividade e vulnerabilidade com maior sofisticação instrumental. Agora, com o lançamento de Cutthroat (2025), Shame reafirma sua capacidade de evolução sem abrir mão da própria essência. O novo trabalho apresenta sonoridade ainda mais afiada e expansiva, em temas como alienação, ambição, frustração e sobrevivência emocional em tempos de instabilidade social. Lampião é uma das faixas que evidenciam o interesse da banda por imagens fortes e personagens simbólicos, além da conexão evidente dos integrantes com o Brasil. O título evoca imediatamente a figura histórica do cangaceiro brasileiro Virgulino Ferreira da Silva, associado a narrativas de rebeldia, violência e mito popular. Na canção, essa referência funciona mais como símbolo do que como retrato biográfico: a ideia de marginalidade, confronto com estruturas de poder e sobrevivência em ambientes hostis. Ainda na casa dos vinte anos, os cinco amigos de infância, Charlie Steen, os guitarristas Sean Coyle-Smith e Eddie Green, o baixista Josh Finerty e o baterista Charlie Forbes – evoluíram exponencialmente, com ideias sonoras ambiciosas e habilidade técnica para executá-las. * Balaclava apresenta: Shame (UK) em São Paulo Data: 20 de Junho de 2026, sábado Local: Cine Joia Praça Carlos Gomes, 82 – Liberdade Horários: Portas 20h / Show 21h Classificação etária: 16+ / menores de 16 anos acompanhados dos pais ou responsável legal Ingressos: https://ingresse.com/shame-sp
Julies lança a reflexiva “Viver Não é de Graça”

Para embalar este fim de semana com uma energia solar e reflexiva, o cantor Julies, um dos grandes destaques do pop reggae nacional, liberou nas plataformas de streaming o seu novo single, Viver Não é de Graça. A faixa chega como uma brisa refrescante após um dia de calor intenso. Produzida pelo renomado trio Los Brasileros, a canção nasce de um lugar onde a vida pulsa sem pressa, convidando o ouvinte a aceitar os ciclos com o coração aberto, falando de amor e tempo sem nenhuma urgência. Encontro de pesos do reggae no single A música não foi construída sozinha. Julies assina a composição ao lado de Tales de Polli, DEKO e Tercio de Polli, parceiros de longa data que acompanham o artista desde o início de sua trajetória. Para se ter uma ideia do peso desse encontro, são nomes que já assinaram e estiveram presentes em sucessos gravados por gigantes da cena, como Maneva e Expressão Regueira. “Essa música foi uma delícia de fazer, porque tá muito dentro do que a gente ama compor. Quando a gente se junta, deixa de ser obrigação e vira um prazer real, uma celebração entre amigos que se entendem musicalmente”, conta Julies sobre o processo criativo. Aceitação e esperança é mensagem de Viver Não é de Graça, de Julies Longe de se apoiar na dor ou no drama, Viver Não é de Graça mergulha na ideia de que viver e amar exigem compreensão e mudanças inevitáveis. A inspiração vem daquele instante em que a euforia dá lugar ao silêncio. O próprio artista faz questão de ressaltar o tom da obra: “Ela não é uma música de sofrimento. É sobre entender o processo, aceitar que nem todo dia o céu vai brilhar, mas que a vida segue e encontra a gente de novo”. O refrão brinca com a ambiguidade. Pode soar como uma canção puramente romântica para alguns, mas carrega uma mensagem profunda sobre a caminhada individual de cada um. Versos como “viver não é de graça” e “dói, mas sei que passa” revelam um tom realista, mas profundamente esperançoso.
Antiga Roll e Dpeids unem o underground manauara no split “Enquanto o Mundo Apodrece”

A resistência da música independente pulsa forte na região Norte do Brasil. As bandas amazonenses Antiga Roll e Dpeids celebraram a cena local com o lançamento do split conjunto batizado de Enquanto o Mundo Apodrece. Com 13 faixas no total, o álbum é a fusão de dois EPs que vinham sendo produzidos separadamente pelas bandas: Enquanto o Mundo Envelhece (da Antiga Roll) e Todo Mundo É Santo no Domingo (da Dpeids). Força do “Faça Você Mesmo” A união das duas bandas neste projeto não é obra do acaso. É o resultado de uma amizade forjada nas trincheiras do underground ao longo de 15 anos dividindo palcos em Manaus (AM). Essa parceria vai muito além do estúdio: os grupos atuam juntos na organização do festival independente Mama Rock (realizado desde 2013) e na condução da Mama Records, selo e produtora responsável pelo fomento da cena local e pelo lançamento digital deste split. Skate, cachaça e crítica social Sonoramente e liricamente, o disco é um reflexo cru do nosso tempo. Segundo Carlos Castilho, vocalista da Dpeids, a obra traduz a sensação de viver em meio ao caos no Brasil, sem abrir mão da ironia, do humor e da atitude. “As letras falam das contradições e dos absurdos causados por um bando de reacionários e um conservadorismo hipócrita, mas também falam de vivências, paixões, cachaça e skate”, resume Castilho. Nick Yamane, vocalista da Antiga Roll, complementa a visão da obra ressaltando o equilíbrio entre o desabafo e a diversão: “Por vezes com um ar nostálgico, em outras como simples exercício de liberdade ou expurgo do estresse cotidiano. Sem aquele peso de discurso sério o tempo todo”. Destaques do split do Antiga Roll e Dpeids
Vitor Kley lança álbum intimista “APGC Ao Vivo na Casa da Colina”

Se você estava procurando a trilha sonora perfeita para curtir este fim de semana, a busca acabou. O cantor Vitor Kley atendeu aos inúmeros pedidos de seus fãs e liberou nas plataformas de música o álbum APGC Ao Vivo na Casa da Colina. Previamente disponível apenas em formato audiovisual, o projeto captura a magia e a energia da elogiada turnê As Pequenas Grandes Coisas, que tem sido um verdadeiro sucesso de crítica e público por diversas cidades do Brasil e da Europa. O repertório é composto por versões ao vivo e cheias de alma das 11 faixas do disco, além de presentear o público com a inédita Nós Dois. Refúgio criativo e a homenagem ao pai A intensa troca com os fãs durante os shows foi o combustível para a criação deste registro. Para capturar essa essência de forma autêntica, Vitor escolheu gravar o projeto no estúdio construído dentro do seu próprio lar, a Casa da Colina. “Contamos com oito músicos, além dos engenheiros de áudio, da equipe de cenografia e vídeo. A atmosfera era vibrante, tranquila, sem pressão”, relembra o cantor. Esse ambiente controlado, porém totalmente livre, abriu espaço para ideias ousadas e profundamente pessoais. Um dos pontos mais emocionantes do álbum são os interlúdios inspirados na clássica banda britânica Supertramp. A escolha estética não foi por acaso: trata-se de uma bela e sensível homenagem aos seus pais, que o ensinaram a apreciar a banda, especialmente ao seu pai, que faleceu durante o processo de criação de As Pequenas Grandes Coisas. Música feita de perto por Vitor Kley no APGC O trabalho é, acima de tudo, um convite para o ouvinte voltar ao lugar onde a música realmente nasce: onde a amizade vira som e onde as histórias viram canções. É uma celebração do que o artista e sua banda têm de mais verdadeiro. “Espero que, em meio à velocidade do mundo contemporâneo, as pessoas dediquem tempo para assistir aos 40 a 50 minutos do projeto, que possui significado do início ao fim. Que se permitam emocionar, cantar junto e apreciar a performance dos músicos”, finaliza Vitor. Ouça Vitor Kley APGC (Ao Vivo na Casa da Colina)