Balara despe a alma e as canções no álbum “Acusticamente – Volume 1”

Após um 2025 explosivo, onde acumulou mais de 22 milhões de streams e alcançou ouvintes em 164 países, Balara (identidade artística de Luccas Trevisani) decidiu fazer o caminho inverso. Em vez de aumentar o barulho, ele optou pela intimidade. Lançado oficialmente nesta sexta-feira (23), o álbum Acusticamente – Volume 1 apresenta a face mais orgânica do artista, despindo seus sucessos de excessos para revelar o essencial: a emoção. O projeto não é apenas um compilado “desplugado”; é o início de uma jornada dividida em quatro atos. Musicalmente, o trabalho bebe na fonte de gigantes que sabem fazer o acústico funcionar, com influências perceptíveis de Coldplay, Oasis, Legião Urbana e Skank. A história por trás de “Mais Além” O grande destaque deste primeiro volume é a faixa Mais Além, uma colaboração tocante com o duo Mar Aberto. A música já ultrapassa meio milhão de streams e carrega uma história real e densa. Balara escreveu a canção em um dos momentos mais difíceis de sua vida: durante a luta de seu pai contra a leucemia, quando os médicos deram apenas dois dias de vida ao patriarca. “É sobre a fé que nos mantém de pé quando tudo ao redor parece ruir… De todas as versões já gravadas, essa é a que mais me emociona”, revela o cantor. A conexão com o duo Mar Aberto foi imediata, transformando a dor em uma mensagem de esperança que agora ganha novos arranjos de violão e voz. Produção e visual Produzido majoritariamente por Jeff Pina e pelo próprio Luccas, o álbum busca quebrar a barreira entre palco e fone de ouvido. “A ideia é que, ao escutar, cada pessoa tenha a sensação de estar sentada na minha frente, ouvindo histórias cantadas, sem pressa e sem filtros”, define Balara. Visualmente, o projeto também impressiona. Sob a direção de Isadora Baptista, a equipe gravou o material audiovisual em apenas cinco dias no interior de São Paulo, utilizando oito cenários diferentes para criar uma estética minimalista e natural. O que vem por aí para a Balara Este é apenas o começo. O projeto Acusticamente prevê mais lançamentos, incluindo releituras de clássicos e uma misteriosa colaboração com um dos grandes nomes da história da MPB, prometida para o final de 2026.

Chet Faker lança “Over You”, último single antes de seu novo álbum

A contagem regressiva para o novo disco de Chet Faker entrou na reta final. Na última sexta-feira (23), o projeto liderado pelo australiano Nick Murphy lançou Over You, o último single antes da chegada oficial do álbum A Love For Strangers. A nova faixa, que já vem acompanhada de videoclipe, mergulha na temática do fim de um relacionamento que não foi feito para durar. Musicalmente, Murphy entrega aquela assinatura que o consagrou: um equilíbrio fino entre melancolia vocal e impulsos eletrônicos, criando uma atmosfera imersiva. >> LEIA ENTREVISTA COM CHET FAKER Álbum de Chet Faker chega em fevereiro O novo disco, A Love For Strangers, tem lançamento digital marcado para o dia 13 de fevereiro (com edição física prevista para abril), via BMG. Sucessor de Hotel Surrender (2021), o trabalho nasce de um momento de redescoberta pessoal do artista, intensificado após as celebrações de 10 anos de seu clássico Built On Glass. É um capítulo onde Nick Murphy parece confortável em expandir a linguagem musical do alter ego Chet Faker. Conexão com o Brasil O lançamento chega em um momento em que a relação do artista com o público brasileiro está mais quente do que nunca. Em novembro de 2025, ele foi uma das atrações principais do festival Rock the Mountain, no Rio de Janeiro, onde mostrou sua força no palco. Além de Over You, ele também divulgou recentemente uma live session de Far Side of the Moon, reforçando essa fase de conexão direta e vulnerável com a audiência. Assista ao clipe de Over You abaixo.

Thirty Seconds To Mars lança a inédita “God’s Eye”, gravada na era “A Beautiful Lie”

O Thirty Seconds To Mars revirou o baú e lançou God’s Eye, uma faixa inédita gravada originalmente durante as sessões do icônico álbum A Beautiful Lie. A música vê a luz do dia quase duas décadas depois de ser registrada. Ela chega como um presente para celebrar os 20 anos do disco que não só definiu a identidade da banda de Jared Leto, mas também marcou a estética e o som de toda uma geração nos anos 2000. Comemoração de 20 anos começa com God’s Eye O lançamento do single é apenas o começo da festa. O álbum A Beautiful Lie ganhará uma edição comemorativa de luxo, com arte reimaginada, prevista para chegar às lojas no dia 27 de março. O formato escolhido é um LP duplo que promete ser item de colecionador. Além de God’s Eye e outras faixas inéditas das sessões originais, o vinil trará uma nova versão acústica do mega hit The Kill. A pré-venda já está rolando na UMusic Store. Legado de “A Beautiful Lie” As celebrações desse marco começaram ainda em 2025. Em agosto do ano passado, a banda realizou um show especial onde tocou o disco na íntegra, com convidados especiais, reafirmando a força de faixas como The Kill, From Yesterday e Attack.

Supervão lança versão deluxe de álbum premiado e anuncia show em SP

Após um ano de estrada, festivais e prêmios importantes, a banda Supervão decidiu que a era Amores e Vícios da Geração Nostalgia (AVGN) merecia um capítulo final, ou melhor, uma expansão. O grupo lançou nas plataformas digitais a edição Deluxe do álbum, revisitando a obra que se tornou central em sua trajetória. O lançamento não é apenas um “bônus”, mas um reflexo da evolução da banda na estrada. “A gente acabou focando mais no lado rock da nossa sonoridade. Estamos tocando mais rápido, mais pesado e mais gritado, com mais atmosfera. Isso se refletiu nas músicas do deluxe, que chegaram mais intensas agora”, explica Mario Arruda, vocalista e produtor. Encontro de gerações e inéditas do Supervão A nova versão traz colaborações que ampliam o universo do disco. Para os fãs que gostam de raridades, o álbum inclui a demo inédita Yolo, registrada no embrião do processo criativo, revelando um lado mais suave e bem-humorado da banda. O pacote fecha com o EP ao vivo gravado na Rádio Agulha, documentando a energia que a banda entrega nos palcos. Ano de consagração O lançamento coroa um período de ouro para a Supervão. O álbum original rendeu à banda dois troféus no Prêmio Açorianos de Música (a mais tradicional premiação gaúcha): Melhor Disco de Rock e Melhor Produtor (para Mario Arruda). Além disso, eles marcaram presença em palcos de peso como o Popload Festival (no Parque Ibirapuera) e foram headliners do Circuito Nova Música. Show de lançamento em SP Para celebrar a versão Deluxe, a Supervão sobe ao palco do Bar Alto, em São Paulo, na próxima sexta-feira (30). A apresentação faz parte do projeto Alto e Bom Som (uma união entre Balaclava, Popload e Minuto Indie) e contará também com show da artista Marina Mole. É uma oportunidade intimista (apenas 130 lugares) de ver a banda em sua fase mais “pesada e gritada”. Ouça a versão Deluxe abaixo.

Mark Hoppus abre o jogo: Câncer, a “sinceridade” de Liam Gallagher e teorias da conspiração

Mark Hoppus

Em entrevista ao jornal britânico The Guardian, Mark Hoppus, baixista e vocalista do Blink-182, abriu as portas de sua vida pessoal e carreira, tal como fez durante uma tour para divulgar sua biografia, no ano passado, na qual o Blog n’ Roll acompanhou em Boston. O músico, que se tornou um ícone do pop-punk, mostrou que sua trajetória vai muito além dos palcos: da criação de abelhas no interior da Inglaterra à venda de uma obra de Banksy por estresse, passando pela batalha brutal contra o câncer e memórias impagáveis com o Oasis. Confira os melhores momentos do papo: “Estou surpreso por estar vivo” O momento mais denso da conversa foi sobre sua sobrevivência ao linfoma difuso de grandes células B, diagnosticado há alguns anos. Hoppus não poupou detalhes sobre a dureza do tratamento. “Quando recebi o diagnóstico, meu médico disse… ‘Você só tem 60% de chance de sobreviver a isso’. A quimioterapia é como ser esmagado… Depois, quando eles te dão os medicamentos de verdade, você sente como se eles estivessem queimando as células cancerígenas do seu corpo, como se você estivesse pegando fogo por dentro.” Ele revelou que a última vez que chorou foi no palco, algo que considerou constrangedor, mas que reflete a carga emocional de estar vivo e tocando novamente. Encontro com o Oasis Hoppus confirmou uma lenda antiga sobre um encontro com o Oasis no início da carreira do Blink-182. A história envolve a típica “sinceridade” de Liam Gallagher. “Liam entrou no nosso camarim e disse: ‘Vocês são o Blink-182? Vocês são os melhores que eu já vi na América.’ Tom [DeLonge] disse: ‘Ah, que legal. Você gosta da nossa banda?’ e Liam respondeu: ‘Não, eu não disse que gosto da música de vocês. Eu só acho vocês legais’.” Tom DeLonge e os OVNIs Sobre a obsessão de seu companheiro de banda, Tom DeLonge, por alienígenas, Mark mantém seu ceticismo saudável, mas admite que a busca de Tom é antiga. “Desde que conheci Tom, quando viajávamos em uma van revezando a direção, ele ficava acordado a noite toda olhando para o céu, na esperança de ver um OVNI… Não acredito que a única vida no universo esteja aqui, neste pequeno planeta no meio do nada.” No entanto, Mark traça o limite nas teorias da conspiração sobre a Lua e o assassinato de JFK, que ele considera “absurdas”. Gótico do deserto e baixistas favoritos Relembrando a adolescência, Mark contou que cresceu numa base militar no deserto e se sentia sozinho até encontrar o skate e a música gótica. “Eu era muito fã do The Cure e me vestia de Robert Smith… ia para a escola todo de preto, com o cabelo preso, delineador preto e batom vermelho, o que não era exatamente o visual ideal para o meio do deserto.” E como um bom baixista, ele defendeu a classe (“Somos a cola, a ponte entre o ritmo e a melodia”) e listou seus favoritos: Peter Hook (New Order), Simon Gallup (The Cure) e a dupla de baixistas do Ned’s Atomic Dustbin. Situação atual dos Estados Unidos Questionado sobre o que acha da atual situação política e social dos Estados Unidos, Mark Hoppus disse que está confuso, assim como o mundo inteiro. “Acho que o mundo inteiro está confuso com o que está acontecendo nos EUA agora. Todo cidadão americano, apoiadores, dissidentes, resistentes, estão tipo: que diabos está acontecendo? Você tenta ler para chegar aos fatos reais, mas tudo é isca de cliques agora. São só manchetes feitas para te enfurecer. Estávamos sentados ao lado de um casal inglês tomando café da manhã outro dia e começamos a conversar, e a primeira coisa que eles perguntaram foi: “O que vocês acham do Trump?” Morando aqui na Inglaterra, eu não tinha percebido nenhum sentimento anti-americano ou algo do tipo por causa do nosso sotaque”. Você pode ler a entrevista completa (em inglês) no site do The Guardian.

Novo álbum do Foo Fighters está pronto, confirma Dave Grohl

Creed

Se o fim de semana já estava agitado para a família Grohl com a estreia da carreira solo de Violet (leia aqui), o patriarca decidiu não ficar para trás. Durante um show em Launceston, na Austrália, neste fim de semana, Dave Grohl soltou uma bomba para os fãs, o novo álbum do Foo Fighters está finalizado. Entre uma música e outra, o vocalista revelou que a banda tem um “álbum completamente novo com músicas que acabamos de finalizar outro dia”. Previsão de lançamento do novo álbum do Foo Fighters Embora não tenha cravado uma data exata, Grohl deu uma pista importante sobre o cronograma. Ele afirmou que o disco chegará antes dos próximos shows da banda na Austrália, que, segundo ele, devem acontecer antes de seu próximo aniversário, em 14 de janeiro de 2027. Ou seja, podemos esperar material inédito muito em breve. Este será o sucessor do emotivo But Here We Are (2023), disco marcado pelo luto e pela superação após a perda de Taylor Hawkins. No ano passado, a banda já havia dado sinais de atividade com as faixas Today’s Song e Asking for a Friend. Turnê de verão com QOTSA Além do disco novo, o verão do hemisfério norte promete ser histórico. O Foo Fighters embarcará em uma turnê por estádios da América do Norte ao lado do Queens of the Stone Age.

Matt Sorum reflete sobre glória e caos do Velvet Revolver: “Poderia ter sido maior”

O baterista Matt Sorum, peça-chave na história do hard rock, abriu o jogo em uma nova entrevista para o podcast Get On The Bus sobre a montanha-russa que foi o Velvet Revolver. Formada em 2002 ao lado dos ex-companheiros de Guns N’ Roses (Slash e Duff McKagan) e do guitarrista Dave Kushner, a banda foi o último grande suspiro do rock de arena nos anos 2000. Mas, segundo Sorum, a jornada até o topo, e a subsequente queda, foi intensa. A busca por uma voz e o fator Weiland Sorum relembrou que a banda passou quase dois anos procurando um vocalista, até que Scott Weiland (Stone Temple Pilots) entrou em cena. “Scott era simplesmente um dos melhores… Naquele momento, nos tornamos VELVET REVOLVER, e foi só alegria. Foi muito emocionante”, disse o baterista. Ele destaca que, na época, eles estavam na casa dos 40 anos e precisavam se reinventar para competir com bandas que dominavam as paradas, como Linkin Park, Queens of the Stone Age e Foo Fighters. “Não podíamos simplesmente nos acomodar… Tínhamos que ser os melhores que pudermos ser. A fome de vitória naquela época era exatamente a mesma de quando eu era criança.” O sucesso de “Contraband” e o Grammy do Velvet Revolver O esforço valeu a pena. O álbum de estreia, Contraband (2004), vendeu 3 milhões de cópias e trouxe algo que o Guns N’ Roses nunca conseguiu: um Grammy. Sorum relembra com carinho de um momento específico em Nova York, quando um fã o abordou na rua. O fim prematuro do Velvet Revolver e os velhos hábitos Apesar do sucesso, a banda durou pouco, encerrando as atividades com Weiland em 2008 após o álbum Libertad. Sorum admite que os “velhos hábitos” cobraram o preço. “Infelizmente, acabamos caindo nos maus hábitos novamente, na mesma merda de sempre, e tudo desmoronou… [A banda] não era tão grande quanto o GN’R, mas poderia ter sido. Simplesmente não durou o suficiente.” Scott Weiland faleceu tragicamente em 2015, mas Sorum guarda a imagem do colega como um dos maiores: “Na minha opinião, ele foi um dos maiores vocalistas de rock and roll com quem tive a honra de trabalhar, junto com Axl e Ian Astbury.” A mágoa com a reunião do Guns O baterista também tocou em um ponto sensível: sua ausência na reunião do Guns N’ Roses em 2016. Sorum revelou que, na época, Duff McKagan já havia assinado contrato aceitando Frank Ferrer na bateria antes mesmo de discutir a inclusão de Matt. Apesar disso, em 2026, o músico parece ter feito as pazes com o passado: “Aceitei que eles estão seguindo seus próprios caminhos e eu estou seguindo os meus. Ao mesmo tempo, me sinto muito bem com o tempo que passei na banda.”

Geese estreia no SNL com performances intensas de “Au Pays du Cocaine” e “Trinidad”

A noite de sábado (24) marcou um passo gigante na carreira da banda nova-iorquina Geese. O grupo do Brooklyn tomou conta do lendário Studio 8H para sua estreia musical no Saturday Night Live (SNL). O episódio foi apresentado por Teyana Taylor (atriz do filme Uma Batalha Após a Outra), mas musicalmente, a noite foi do indie rock caótico e teatral do Geese. As performances do Geese Acompanhados pelo tecladista de turnê Sam Revaz, o grupo focou na divulgação de seu terceiro e aclamado álbum, Getting Killed (lançado em setembro de 2025). A primeira entrada foi com Au Pays du Cocaine, a oitava faixa do disco, entregando a energia frenética que se tornou assinatura da banda. Mais tarde, eles retornaram para uma interpretação melancólica e atmosférica de Trinidad, mostrando a versatilidade do vocalista Cameron Winter, que será atração do C6 Fest, em São Paulo. Turnê e próximos episódios Atualmente em turnê mundial, o Geese tem agenda cheia. Eles tocam em Honolulu no dia 31 de janeiro e já estão confirmados nos maiores festivais da temporada, incluindo Coachella, Governors Ball e Bonnaroo. O SNL segue na próxima semana (31) com o ator Alexander Skarsgård como apresentador e Cardi B como atração musical. Assista às apresentações do Geese abaixo.

My Chemical Romance posta teaser enigmático “PHANTOM” e agita fãs

O domingo (25) dos fãs de My Chemical Romance acaba de se tornar uma sessão de investigação coletiva. Sem qualquer aviso prévio, a banda publicou hoje cedo um vídeo enigmático em suas redes sociais, quebrando a calmaria do fim de semana. A postagem no Instagram traz a legenda em caixa alta: “A GAME YOU’LL PLAY” (“Um jogo que você vai jogar”). No vídeo, sem música ou som, a palavra “PHANTOM” pisca intermitentemente em um verde neon agressivo. O guitarrista Frank Iero também compartilhou a publicação, endossando o mistério. Ver essa foto no Instagram Um post compartilhado por My Chemical Romance (@mychemicalromance) Nova era ou pista para a turnê do My Chemical Romance? O timing da publicação é curioso. O MCR faz seu primeiro show de 2026 hoje à noite, em Lima, no Peru. A apresentação marca o início real da perna sul-americana da turnê, já que o show de abertura em Bogotá, na semana passada, precisou ser cancelado por motivos de força maior. A mesma turnê chega ao Brasil para dois shows no Allianz Parque, em São Paulo, no início de fevereiro. O que intriga os fãs é a estética. A atual turnê celebra o álbum The Black Parade, com visuais monocromáticos e teatrais. O verde neon de “PHANTOM” foge completamente desse padrão, sugerindo que algo novo, e desconectado da nostalgia, pode estar a caminho. A eterna espera pelo 5º álbum A base de fãs do MCR é calejada quando o assunto é expectativa. O último álbum de estúdio, Danger Days, saiu em 2010. Desde o retorno triunfal em 2019, a única música inédita foi o single The Foundations Of Decay (2022). Houve pistas falsas no caminho. Em setembro passado, um relógio cenográfico em contagem regressiva para 12 de dezembro fez a internet parar, mas a data passou em branco. Em 2025, Frank Iero chegou a dizer à NME sobre novas músicas: “Não, desculpe… Quando isso acontecer, nós avisaremos. Avisaremos da maneira que acharmos melhor.” Seria este teaser em neon a “maneira que eles acharam melhor”? Ou apenas mais um jogo mental de Gerard Way?