Tomahawk e Melvins unem forças para primeira turnê em 13 anos

O Tomahawk, o aclamado supergrupo formado por Mike Patton (Faith No More), John Stanier (Helmet/Battles), Trevor Dunn (Mr. Bungle) e Duane Denison (The Jesus Lizard), acaba de anunciar sua primeira turnê desde 2013. E eles não estarão sozinhos. A excursão de verão pelo Hemisfério Norte contará com a companhia de peso dos seus parceiros de gravadora (Ipecac Recordings), os lendários Melvins, reeditando uma dobradinha que não acontecia desde 2003. “Um enorme desperdício de tempo e dinheiro” Com o sarcasmo habitual que permeia a carreira de Patton e companhia, a turnê foi batizada de A Huge Waste of Your Time and Money (Um Enorme Desperdício de Seu Tempo e Dinheiro). O retorno aos palcos corrige uma dívida histórica com os fãs. Em 2021, o Tomahawk lançou o excelente álbum Tonic Immobility, mas o grupo foi impedido de cair na estrada devido à pandemia de covid-19. Agora, o motor voltou a girar. “No espírito das Olimpíadas, o Time Tomahawk decidiu se levantar e buscar o ouro mais uma vez”, brincou o guitarrista Duane Denison. “Também competindo estarão nossos parceiros, os Melvins.” Peso dos Melvins Para essa turnê, os Melvins se apresentarão como um quarteto brutal. O icônico frontman Buzz Osborne (King Buzzo) e o baterista Dale Crover ganharão o reforço de Steven McDonald (Redd Kross) e Coady Willis. “Esta turnê é algo óbvio. Mal posso esperar. Uma jornada Melvins/Tomahawk será um stone groove absoluto”, comemorou Buzz. 📅 Datas da turnê do Tomahawk com Melvins (EUA) Infelizmente, por enquanto, a rota contempla apenas os Estados Unidos, começando em julho e terminando em agosto. Aos fãs brasileiros, resta torcer para que o projeto se estenda para a América do Sul no futuro (ou começar a cotar passagens aéreas). Confira a agenda completa:
Tygers of Pan Tang esgota ingressos e anuncia show extra em São Paulo

Com os ingressos esgotados para a apresentação do dia 30 de maio no La Iglesia (São Paulo), a lenda britânica Tygers of Pan Tang acaba de confirmar uma data extra na mesma casa. A nova apresentação acontecerá um dia antes, em 29 de maio (sexta-feira), marcando oficialmente o pontapé inicial da turnê South America Roar 2026. Desafio do desembarque e novo álbum do Tygers of Pan Tang Atualmente formada por Jacopo “Jack” Meille (vocal), Robb Weir e John Foottit (guitarras), Huw Holding (baixo) e Craig Ellis (bateria), a banda promete uma noite intensa, misturando clássicos do passado com novidades, já que o grupo prepara um novo disco para este ano. “O ano de 2026 vai marcar o lançamento de um novo álbum com uma nova formação. Estou muito animado por voltar à América do Sul e tocar duas vezes em São Paulo!”, celebrou o vocalista Jacopo Meille. “Recebemos a notícia de que o primeiro show esgotou e decidimos marcar uma apresentação extra justamente no dia em que vamos desembarcar no Brasil. Isso sim é o que eu chamo de um verdadeiro desafio!”. Abertura de peso: Azul Limão e Comando Nuclear Para tornar a noite extra ainda mais histórica, o evento contará com duas forças do metal nacional. O Comando Nuclear sobe ao palco para aquecer os motores, seguido pelos veteranos do Azul Limão, que farão um show comemorativo celebrando os 40 anos do clássico álbum Vingança. Legado da NWOBHM Formado em 1978 na costa nordeste da Inglaterra, o Tygers of Pan Tang é um dos pilares da lendária New Wave of British Heavy Metal. Discos como Wild Cat (1980) e Spellbound (1981) são cartilhas obrigatórias do gênero. O guitarrista Robb Weir, único membro original ainda na ativa, mantém a humildade sobre seu papel na história: “Acho curioso que estes músicos mais novos me vejam como uma espécie de criador do movimento do Heavy Metal quando, na verdade, sou apenas uma pessoa comum que teve muita sorte de ser o guitarrista de uma banda numa época muito especial”, refletiu Weir. 🎫 Serviço: Tygers of Pan Tang (show extra) Ingressos: 🌎 Rota da Turnê ‘South America Roar 2026’
+um Tour anuncia turnê com Vitor Brauer e Chococorn and the Sugarcanes

A cena independente brasileira acaba de ganhar um reforço de peso na sua missão de cruzar fronteiras. O selo +um Hits (com idealização e curadoria do produtor e jornalista Lúcio Ribeiro) anunciou o nascimento do projeto +um Tour. A iniciativa consiste em promover turnês extensas unindo duas bandas ou artistas, rasgando o mapa do Brasil para muito além do eixo tradicional das capitais. E a primeira edição já tem seus protagonistas definidos: os paulistanos do Chococorn and the Sugarcanes e o mineiro Vitor Brauer (um dos grandes ícones do underground nacional). A jornada começa no dia 14 de abril, em São Paulo, e passará por 14 cidades ao longo de um mês, descendo até Pelotas (RS) e estendendo a rota até as vizinhas Buenos Aires (Argentina) e Montevidéu (Uruguai). Discos novos na bagagem da +um Tour Ambos os artistas caem na estrada com material fresquinho para apresentar aos fãs: Descentralização da cultura O objetivo central da +um Tour é a democratização do acesso à cultura, levando a nova produção musical para regiões onde a logística costuma ser um obstáculo. “A +um Tour é um manifesto pela descentralização da arte e uma expansão real do alcance da nova música”, destaca Lúcio Ribeiro. “Queremos levar a tal da nova música para onde o público anseia por novidade, mas a distância geográfica não ajuda. Do extremo norte ao mais sul que der, queremos transformar quilômetros em encontros, e palcos em pontes”. A turnê também conta com uma identidade visual vibrante criada pela agência Casa36, com ilustrações originais de Catarina Bessel que formam um verdadeiro “totem sonoro tropical”. Para junho deste ano, uma segunda edição já está nos planos, desta vez partindo da capital rumo ao Norte e Nordeste. 📅 Agenda completa: +um Tour Confira a rota de shows e os links para garantir seu ingresso:
Rush anuncia cinco shows no Brasil em 2027; veja datas e locais

Pode acreditar, não é um delírio coletivo. O impossível aconteceu. Os ícones Geddy Lee (baixo, teclados, vocais) e Alex Lifeson (guitarra, vocais) confirmaram o retorno do Rush ao Brasil com a histórica Fifty Something Tour. Após o esgotamento imediato de mais de 50 datas na América do Norte, a banda anunciou nesta segunda-feira (23) a extensão da turnê para o Reino Unido, Europa e, para a nossa alegria, América do Sul, quebrando um hiato de 17 anos sem pisar por aqui. No Brasil, a turnê terá proporções colossais. Com produção da 30e, o grupo fará cinco shows entre janeiro e fevereiro de 2027, passando por Curitiba, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Brasília. Confira a rota do Rush pelo Brasil em 2027: Homenagem a Neil Peart e a nova formação A turnê é uma grande celebração do legado da banda e, principalmente, da vida do saudoso baterista e letrista Neil Peart. A decisão tem a bênção integral da família de Peart. “Estamos entusiasmadas em apoiar a turnê, celebrando uma banda cuja música ressoou e inspirou fãs por gerações. A musicalidade de Neil era singular. […] Como baterista e letrista, ele era insubstituível. Estamos animadas para ver como essa nova visão se desenvolverá”, declararam Carrie e Olivia Peart (viúva e filha do músico). Para a Fifty Something Tour, a monumental tarefa de assumir as baquetas ficará a cargo da virtuosa baterista, compositora e produtora alemã Anika Nilles (que já tocou com Jeff Beck). O tecladista Loren Gold (The Who) completa a nova escalação. Formato “An Evening With” Se prepare para uma maratona. Os shows seguirão o formato “an evening with” (uma noite com), ou seja, sem bandas de abertura e com o Rush tocando dois sets por noite. Geddy Lee revelou que a banda está ensaiando um catálogo de cerca de 40 músicas, o que permitirá um setlist rotativo, com canções diferentes a cada apresentação. “Esperamos sinceramente que vocês venham celebrar conosco 50 anos da música do Rush, enquanto prestamos a Neil a homenagem que ele tão merecidamente merece”, afirmou o baixista. 🎫 SERVIÇO: RUSH NO BRASIL (2027) Turnê: Fifty Something South American Tour Realização: 30e 📍 CURITIBA Data: 22 de janeiro (sexta-feira) Local: Arena da Baixada 📍 SÃO PAULO Data: 24 de janeiro (domingo) Local: Allianz Parque 📍 RIO DE JANEIRO Data: 30 de janeiro (sábado) Local: Estádio Nilton Santos (Engenhão) 📍 BELO HORIZONTE Data: 1 de fevereiro (segunda-feira) Local: Estádio Mineirão 📍 BRASÍLIA Data: 4 de fevereiro (quinta-feira) Local: Arena BRB Mané Garrincha 💎 EXPERIÊNCIAS VIP (Preços padrão para todas as cidades) 💳 INFORMAÇÕES DE VENDA
New Found Glory lança “Listen Up!”, primeiro álbum em seis anos

O New Found Glory, um dos pilares definitivos do pop-punk mundial, encerrou um hiato de seis anos sem um disco completo de estúdio. O quarteto da Flórida lançou Listen Up!, seu 11º álbum de estúdio e o primeiro lançamento através da gravadora Pure Noise Records. Faltando pouco para completar 30 anos de estrada, Jordan Pundik, Chad Gilbert, Ian Grushka e Cyrus Bolooki provam que ainda têm muita lenha para queimar. Resiliência do New Found Glory e a celebração da vida Listen Up! sucede o EP acústico e reflexivo Make the Most of It (2023) e chega em meio a um período de intensos desafios pessoais para o grupo, em especial, a batalha contínua do guitarrista Chad Gilbert contra um câncer metastático agressivo. Apesar da carga emocional, o disco é, acima de tudo, uma coleção de canções sobre esperança e sobre a sorte de estar vivo. “Queríamos fazer algo que realmente focasse em como somos sortudos”, explicou Gilbert. Esse sentimento transborda em faixas como Beer and Blood Stains, que reflete sobre os primeiros anos da banda e crava, sem meias palavras, o verso: “It’s good to be alive” (É bom estar vivo). O álbum conta com dez faixas. A abertura fica por conta da explosiva Boom Roasted, encerrando com Frankenstein’s Monster. Entre os destaques, estão os singles já conhecidos Treat Yourself e Laugh It Off, além da recém-lançada e grudenta A Love Song. Na estrada: Yellowcard e Warped Tour Com o disco na praça, a banda se prepara para uma verdadeira maratona ao vivo na primavera e no verão do Hemisfério Norte:
Hilary Duff lança o íntimo e maduro “luck… or something”

A espera de mais de uma década por um novo disco de inéditas acabou. Nesta sexta-feira (20), a eterna princesa do pop dos anos 2000, Hilary Duff, abriu o coração e lançou seu aguardado sexto álbum de estúdio: luck… or something. Já disponível nas plataformas digitais via Atlantic Records (com distribuição da Warner Music Brasil), o projeto de 11 faixas mostra uma artista que deixou a urgência adolescente no passado para abraçar o caos, a clareza e as inseguranças da vida na casa dos 30 anos. Preço de “ter tudo” Coescrito por Hilary e produzido por seu marido, o vencedor do Grammy Matthew Koma (conhecido por trabalhos com Britney Spears e P!nk), ao lado de Brian Phillips (blink-182), o álbum é um mergulho profundo no universo interior da cantora. Dividida entre a maternidade, o casamento e a busca por si mesma, Hilary precisou fazer escolhas difíceis para que este álbum existisse. “Existe aquela pergunta sobre se as mulheres podem ter tudo, e, durante esse processo, aprendi que precisei abrir mão de algumas coisas para colocar o álbum em primeiro lugar”, compartilha a cantora. “Por mais difícil que isso seja, ainda acredito que está tudo bem se escolher às vezes e fazer o que te dá medo de verdade.” Singles e aclamação de Hilary Duff A nova era foi antecipada pelo irônico e envolvente single Mature, que combina uma produção pop vibrante com muita vulnerabilidade, ultrapassando 5 milhões de streams logo na primeira semana. Na sequência, veio Roommates, faixa que já está subindo nas rádios e foi cravada pela Rolling Stone como “uma das suas melhores músicas”. Para coroar o lançamento de hoje, a artista liberou um audiovisual lindíssimo para a faixa de abertura, Weather For Tennis. E a “lucky me tour”? Para celebrar o lançamento, Duff fará sua primeira turnê mundial de grande escala como headliner em quase duas décadas. A lucky me tour passará por arenas icônicas como o Madison Square Garden (Nova York) e a The O2 (Londres). A agenda de 2026 e 2027 abrange sete países: Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, Irlanda, Austrália, Nova Zelândia e México (o mais próximo que ela chegará do Brasil por enquanto, com shows na Cidade do México em fevereiro de 2027). A turnê contará com aberturas de peso, incluindo a vencedora do Grammy, La Roux. “O título do álbum é a minha forma de responder a como consegui manter os pés no chão depois de crescer nessa indústria”, reflete Hilary.
Michael Monroe lança “Outerstellar”, uma aula de rock de sobrevivência

Em um mundo ideal e justo, Michael Monroe seria uma estrela colossal. Entre 1979 e 1985, como frontman do Hanoi Rocks, ele e seus parceiros finlandeses praticamente inventaram o visual hair metal e o hard rock glamouroso e caótico antes mesmo das bandas americanas dominarem a MTV. O destino, porém, foi cruel: quando o aclamado álbum Two Steps From The Move (1984) prometia o estrelato global, o baterista Razzle morreu em um trágico acidente de carro dirigido por Vince Neil (Mötley Crüe), levando ao fim precoce da banda. Mas Monroe nunca parou. Décadas depois, aos 63 anos, ele nos entrega Outerstellar, um de seus melhores e mais variados trabalhos solo. Uma banda, não apenas músicos de aluguel para acompanhar Michael Monroe Para quem acompanha a carreira solo do finlandês, o nível de excelência não é surpresa. Ele mantém a mesma formação estelar há mais de uma década: os velhos parceiros Sami Yaffa (baixo, ex-Hanoi Rocks) e Steve Conte (guitarra, ex-New York Dolls), além de Rich Jones e Karl Rockvist. Essa coesão fica evidente. A banda se tornou uma unidade muito mais afiada e musculosa com o passar dos anos, criando um som distinto que não se apoia apenas na nostalgia, mas no realismo e na paixão. Destaques de “Outerstellar” Se a performance vocal de Monroe sempre balançou entre a bravura rasgada do punk e a narrativa comovente, a musicalidade de Outerstellar acompanha essa ambição sem nunca soar pedante. Aos 63 anos, ele não tem medo de arriscar:
Yungblud lança “Idols II” e celebra a vida no novo capítulo de sua saga

O dia finalmente chegou. Coroando a semana mais vitoriosa de sua carreira após fazer história no Grammy, Yungblud liberou nesta sexta-feira (20) a aguardada segunda parte de seu formidável álbum conceitual. Idols II já está disponível em todas as plataformas via Island Records/Locomotion. Para acompanhar a chegada do disco, o britânico também lançou um poderoso visualizer animado para a faixa-foco do projeto, Suburban Requiem. Celebração da sobrevivência em Idols II Se a primeira parte do projeto (lançada em junho de 2025) serviu para que o artista de 28 anos recuperasse sua identidade no momento mais sombrio de sua vida, o novo disco é o oposto: é uma injeção de adrenalina pura. “A Parte 2 é sobre perceber que estou vivo, que sou real, que essa jornada em que estive não me matou”, compartilhou Yungblud. “É sobre perceber que você pode se sentir invencível quando realmente sente a si mesmo. É sobre compreender que meu coração está batendo e que meus pulmões estão se enchendo de ar.” Além de Suburban Requiem, o disco traz outras cinco faixas inéditas e, claro, a já celebrada e indicada ao Grammy Zombie, que conta com a colaboração monumental do The Smashing Pumpkins. Ano de ouro do “Príncipe do Rock” O lançamento de Idols II consolida uma era de ouro para o artista de Yorkshire: Para os colecionadores de plantão, uma edição física definitiva chamada Idols (Complete) (com vinil duplo de 180g e CD reunindo as 19 faixas de ambas as partes) já está em pré-venda, assim como uma versão em vinil transparente prateado exclusiva de Idols II.
Leigh-Anne lança o álbum de estreia “My Ego Told Me To”

A cantora britânica Leigh-Anne coroa sua nova fase artística com a chegada de My Ego Told Me To, seu álbum solo de estreia. Lançado de forma 100% independente pelo seu próprio selo, Made In The 90s, o trabalho é um verdadeiro grito de libertação criativa. Após acumular mais de 120 milhões de streams globais e emplacar hits no Top 40 do Reino Unido, a artista assume agora o controle total de sua narrativa, estética e, principalmente, do seu som. Sonoridade caribenha e time de peso para acompanhar Leigh-Anne Com 15 faixas, o disco mergulha fundo nas raízes caribenhas de Leigh-Anne. O resultado é uma fusão deliciosa e autêntica de pop, R&B, dancehall e reggae. Para construir essa identidade sonora, ela colaborou com um time de produtores e compositores de elite, incluindo: Entre os destaques do tracklist estão os singles Been A Minute, Dead & Gone, Most Wanted (com Valiant e Rvssian) e a emocionante Heaven, que conta com os backing vocals das próprias filhas da cantora. “Este álbum é a representação mais verdadeira de quem eu sou. É pessoal e impossível de rotular. Você vai ouvir meu mundo ali, minhas filhas, meu casamento, minha luta por poder e o momento em que abracei minha força mais incendiária e disse: chega. Agora o show é meu”, declara a artista. Conexão especial com o Brasil Para o público brasileiro, o lançamento tem um sabor ainda mais especial. Leigh-Anne escolheu o Brasil para viver os momentos que antecederam a chegada do disco. A cantora esteve no país curtindo o Carnaval de 2026, repetindo a dose de sua visita no ano anterior. Durante sua estadia em São Paulo, ela promoveu uma audição exclusiva e gratuita do álbum na casa noturna ZIG, proporcionando um momento de aproximação direta e calorosa com uma de suas maiores bases de fãs no mundo. My Ego Told Me To não é apenas um álbum; é a consolidação de uma era de independência artística e protagonismo absoluto para Leigh-Anne.