Day Limns estreia projeto “Nova” da Podpah Records com faixa inédita

A Podpah Records deu o pontapé inicial em sua mais nova vitrine musical: o programa Nova. Focada em live sessions minimalistas que privilegiam a performance crua, a produção escolheu a cantora e compositora Day Limns para inaugurar a temporada. Na ocasião, a artista apresentou a inédita Energia, uma faixa que sintetiza sua nova fase criativa em 2026. Conhecida nos bastidores como uma das mentes por trás de hits de Anitta, Luísa Sonza e Vitão, Day agora foca os holofotes em sua própria trajetória. A apresentação no estúdio do Podpah marca a transição definitiva para a sua “Era Solar”, onde o rock introspectivo e denso do início da carreira dá lugar a um pop urbano vibrante e cheio de identidade. “Era Solar” e o sucesso de “Imagina” Em Energia, Day Limns troca os conflitos internos por uma celebração da conexão coletiva. A produção moderna e a pegada envolvente mostram uma maturidade que vem sendo construída desde sua finalidade no The Voice Brasil em 2017. Atualmente, ela colhe os frutos dessa evolução com o hit Imagina, parceria com Giana Mello que figurou no Top 20 do Spotify Viral no Brasil e alcançou a 16ª posição no Top 50 Viral de Portugal.

O Teatro Mágico anuncia a turnê “A Corda Bamba no Pescoço”

Depois de passar o último ano celebrando duas décadas de história com o projeto O Reencontro, O Teatro Mágico decidiu que é hora de parar de olhar pelo retrovisor. A trupe liderada por Fernando Anitelli anunciou nesta semana a sua nova jornada pelos palcos brasileiros: a turnê A Corda Bamba no Pescoço. Desta vez, o grupo deixa o resgate afetivo de lado para mergulhar em uma sonoridade mais urgente e provocativa. O novo espetáculo propõe uma reflexão sobre a contemporaneidade, utilizando a poesia e o humor para questionar o silenciamento das relações humanas e o impacto da “tecnologia desregrada” no nosso cotidiano. Poesia combativa A trupe completa volta à estrada com um repertório que mistura canções inéditas, compostas especialmente para este conceito, com sucessos da carreira que ganharam novos arranjos e significados dentro da proposta cênica. “Falaremos poeticamente da nossa atualidade, de um olhar mais combativo frente a esse tempo de anestesia e silenciamento de importâncias. É um olhar crítico com poesia, humor e um coração aberto”, afirma Fernando Anitelli. Rota da turnê A jornada começa em maio por Belo Horizonte e São Paulo, seguindo para o Nordeste e o Sul do país. Estão previstas mais de 40 apresentações, com novas cidades sendo anunciadas gradualmente. 🗓️ Datas confirmadas Maio Junho e Julho Agosto

The Cranberries celebra 33 anos de álbum de estreia com raridades e versões latinas

Em março de 1993, quatro jovens de uma pequena cidade na Irlanda lançavam um álbum que mudaria o curso do rock alternativo. Everybody Else Is Doing It So Why Can’t We?, a estreia do The Cranberries, apresentou ao mundo a voz única e etérea de Dolores O’Riordan. Trinta e três anos depois, esse legado ganha um novo capítulo: a Island/UMe anunciou o lançamento da 33rd Anniversary Deluxe Edition para o dia 22 de maio de 2026. A edição comemorativa não é apenas um resgate nostálgico, mas uma atualização técnica. O produtor original do disco, Stephen Street, retornou ao estúdio para criar mixagens estéreo totalmente novas para 2026, buscando capturar “o som dos Cranberries” com as tecnologias atuais sem perder a essência de Dublin. Linger em “Spanglish” e tributo latino ao Cranberries O grande diferencial desta edição de luxo é o intercâmbio cultural. O álbum traz releituras em espanhol de dois dos maiores hits da banda: O material bônus ainda inclui um remix onírico de Linger feito por Iain Cook (Chvrches) e registros históricos ao vivo no London Astoria em 1994. Memórias de estúdio Para os fãs, o lançamento traz depoimentos raros de Noel Hogan e Fergal Lawler sobre as sessões no Windmill Lane 2. Eles relembram a transição de Dolores, que passou de uma jovem nervosa que olhava para o chão a uma estrela que dominava arenas com uma ousadia hipnotizante. “Tudo parecia um conto de fadas na época. Dolores tinha uma atitude de ‘é assim que eu sou, é pegar ou largar’ que o público simplesmente adorava”, recorda o guitarrista Noel Hogan.

U2 lança o reflexivo EP “Easter Lily” com selo Brian Eno

Enquanto o mundo aguarda pelo “álbum barulhento e irracionalmente colorido” que o U2 prometeu para breve, a banda irlandesa continua a partilhar coleções de canções mais íntimas. Chegou hoje às plataformas digitais o EP Easter Lily, o segundo volume de uma série iniciada com Days of Ash. Se o lançamento anterior reagia ao caos externo, este novo conjunto de seis faixas olha para dentro, focando-se em temas como o luto, a fé e a força da amizade. O projeto é um presente para os fãs que apreciam o lado mais experimental e espiritual do grupo, contando com a mão invisível (e por vezes bem visível) de Brian Eno, que assina a paisagem sonora da faixa de encerramento. The Edge assume o microfone e o tributo a Hal Willner Um dos pontos altos do EP é Song for Hal, onde The Edge assume os vocais principais. A canção é um lamento sobre o período de isolamento da covid-19 e uma homenagem a Hal Willner, produtor e amigo próximo da banda que faleceu há seis anos. Bono descreve o EP como um tributo indireto a Patti Smith e ao seu álbum Easter (1978), que foi uma fonte de esperança para o vocalista na sua juventude. “Com Easter Lily, fizemos perguntas muito pessoais sobre se as nossas relações estão à altura destes tempos desafiadores e se a nossa fé consegue sobreviver aos algoritmos”, reflete Bono. Regresso da revista ‘Propaganda’ Para celebrar os 40 anos do primeiro número da fanzine oficial da banda, o lançamento é acompanhado por uma edição digital especial da revista Propaganda. O material inclui fotografias inéditas tiradas por Larry Mullen Jr. em estúdio, artigos de Adam Clayton sobre o seu processo de recuperação através da arte e diálogos filosóficos de Bono.

Selvagens à Procura de Lei lança o álbum “Pra Recomeçar Ao Vivo”

Depois de percorrer o Brasil com 38 apresentações e reunir mais de 26 mil pessoas, os Selvagens à Procura de Lei decidiram eternizar a turnê do aclamado álbum Y. O grupo lançou Pra Recomeçar Ao Vivo, um registro de 21 faixas captado durante o show de encerramento da tour no Anfiteatro do Centro Dragão do Mar, em Fortaleza. O lançamento chega acompanhado do vídeo da música Gatilhos, uma das faixas que melhor resume a atual fase da banda: um equilíbrio entre o indie rock clássico e as novas texturas exploradas no disco anterior, que rendeu ao grupo indicações ao Prêmio BTG Pactual da Música Brasileira. Intercâmbio do rock nacional em Pra Recomeçar Ao Vivo Um dos grandes momentos do registro é a participação de Jajá Cardoso, vocalista da banda baiana Vivendo do Ócio. Ele divide os microfones com os Selvagens em três faixas: Quando Eu Me Encontrar, Nostalgia e Mucambo Cafundó, reforçando a conexão entre duas das bandas mais importantes da cena nordestina que conquistou o país. O repertório é generoso e passa por todas as fases da discografia. Além das novidades, não ficaram de fora os hinos que consolidaram a banda no mainstream, como Brasileiro, Amigos Libertinos e Despedida, todas em versões que captam a energia do público cearense. Registro de uma jornada Para a banda, o formato ao vivo é onde as canções ganham sua forma final. Pra Recomeçar Ao Vivo funciona como um ponto final de um ciclo de dois anos de estrada e, ao mesmo tempo, um cartão de visitas para quem ainda não testemunhou o peso do quarteto no palco.

As I Lay Dying confirma shows no Brasil com guitarrista brasileiro na formação

Uma das instituições do metalcore mundial está pronta para escrever um novo capítulo no Brasil. O As I Lay Dying confirmou duas apresentações no país para o mês de maio, passando por São Paulo (03/05) e Curitiba (04/05). A turnê An Evening With As I Lay Dying marca a estreia da nova configuração da banda, que agora conta com um time de veteranos da cena pesada. Após uma reformulação drástica em 2024, o vocalista e fundador Tim Lambesis montou o que muitos fãs estão chamando de “supergrupo”. O grande destaque para o público nacional é a entrada do guitarrista brasileiro Bill Hudson (Northtale, I Am Morbid), que se junta a nomes como Tim Yeung (ex-Morbid Angel) na bateria e Chris Clancy (Mutiny Within) no baixo e vocais limpos. Equilíbrio entre clássicos e o novo álbum A turnê celebra o legado de álbuns fundamentais como Shadows Are Security (2005) e An Ocean Between Us (2007), mas também serve como cartão de visitas para o material inédito. A banda já liberou os singles “Echoes” e “If I Fall”, que antecipam o novo disco via Napalm Records, mantendo a técnica e a agressividade que definiram o gênero no início dos anos 2000. “É uma honra fazer parte deste novo capítulo. A turnê está sendo uma oportunidade incrível de tocar com amigos de longa data e os shows estão insanos. No Brasil não será diferente!”, celebra Bill Hudson sobre o retorno à sua terra natal com a banda. * 🎸 Serviço: As I Lay Dying no Brasil Os ingressos já estão disponíveis através da plataforma Ingresso Master. SÃO PAULO (SP) CURITIBA (PR)

Thiago Castanho e Marcão Britto anunciam turnê acústica do Charlie Brown Jr.

Os guitarristas e membros fundadores do Charlie Brown Jr., Thiago Castanho e Marcão Britto, confirmaram o retorno aos palcos com um projeto focado na pureza das composições: a turnê Thiago Castanho & Marcão Britto Charlie Brown Jr. Acústico. A estreia oficial acontece no dia 30 de maio (sábado), na Audio, em São Paulo. O projeto promete ir além da nostalgia, trazendo novos contornos para as canções que definiram o rock, o skate e a identidade de uma geração inteira. Som das guitarras em primeiro plano Diferente do peso elétrico que a gente está acostumado, o formato acústico vai permitir que o público perceba detalhes das harmonias e melodias que muitas vezes ficam escondidos sob a distorção. O setlist é um presente para os fãs: além dos hinos obrigatórios como Zóio de Lula, Proibida pra Mim e Só os Loucos Sabem, a dupla prometeu resgatar faixas “lado B” que raramente eram tocadas ao vivo. No palco, os dois pilares santistas estarão acompanhados por uma banda que mantém o “punch” da baixada: Mascote no baixo, Filipe Costa na bateria e Rafael Carleto assumindo a responsabilidade dos vocais, trazendo uma interpretação que respeita o legado, mas com identidade própria. Legado que não para Formada em Santos no início da década de 90, o Charlie Brown Jr. sempre foi mais do que música; foi um movimento que uniu rock, rap e reggae. Thiago e Marcão foram os responsáveis pelos riffs que hoje são reconhecidos nos primeiros segundos em qualquer rádio do país. Trazer esse catálogo para o formato desplugado é uma forma de homenagear a história da banda e de amigos que se foram, como Chorão e Champignon. 💿 Serviço: CBJR Acústico – São Paulo SETORES

Giuliano Eriston lança “Teia” e mira nas armadilhas digitais

Giuliano Eriston, vencedor da 10ª edição do The Voice Brasil, parece ter encontrado o seu caminho. Ele acaba de lançou o single Teia, uma faixa que ele mesmo descreve como um “protesto alegre”, fundindo a crítica social com o balanço do Carnaval. A música, produzida por Pedro Baby (conhecido por seu trabalho com grandes nomes da MPB e do Rock), é o último passo antes do lançamento do álbum Politonia, previsto para chegar em abril via Indie Records. Armadilha das redes Em Teia, Giuliano deixa de lado o romantismo clássico para focar em um tema urgente: a desinformação e as bolhas das redes sociais. A letra explora como a navegação digital pode se tornar uma “teia” que prende o usuário em narrativas falsas com consequências reais na vida prática. Para embalar esse manifesto, o artista buscou inspiração no espírito Tropicalista. A sonoridade é um caldeirão que mistura: Trajetória e referências de Giuliano Eriston Natural do Ceará, Giuliano já havia mostrado serviço em 2022 com o álbum Universo em Si (produzido por Kassin) e, mais recentemente, em um EP tributo a Sérgio Sampaio. Essa bagagem de “maldito” da MPB misturada ao virtuosismo no violão o coloca como um dos nomes mais interessantes da nova safra da Indie Records.

Viper celebra o clássico “Evolution” com edição luxuosa em vinil

Existem discos que definem a resiliência de uma banda, e para o Viper, esse disco é o Evolution. Lançado originalmente em 1992, o álbum marcou a corajosa transição de Pit Passarell assumindo os vocais após a saída de Andre Matos. O resultado não foi apenas a sobrevivência do grupo, mas o disco mais vendido de sua carreira. Agora, em 2026, esse marco do metal brasileiro ganha o tratamento que merece com uma edição especial em vinil pela Fuzz On Discos, em parceria com Wikimetal e FMLabs. A reedição é um item de colecionador rigoroso: limitada a apenas 500 cópias, com áudio totalmente remasterizado. O álbum chega em capa dupla (gatefold) e em três versões visuais: picture disc, splatter e o clássico preto. Marco de uma nova era Evolution trouxe um Viper mais direto, pesado e flertando com o hard rock, gerando hinos que até hoje são obrigatórios nos shows, como Rebel Maniac, Coming From the Inside e Dead Light. Foi o álbum que provou que a identidade da banda estava intacta e pronta para conquistar novos mercados, como o Japão, onde o grupo se tornou um fenômeno. Evento de lançamento e sessão de autógrafos Para marcar a chegada do vinil, os integrantes do Viper estarão presentes na Die Hard Records, no coração da Galeria do Rock, em São Paulo. No próximo sábado, 4 de abril, entre 11h e 13h, os fãs poderão garantir seus exemplares, pegar autógrafos e adquirir merchandising oficial da banda. A entrada para o evento é gratuita.