The Funeral Portrait lança primeiro álbum ao vivo e clipe de “Stay Weird”

Após a Pandora citá-los como um dos “Artistas para ficar de olho”, a banda The Funeral Portrait celebra a ascensão meteórica com o lançamento de seu primeiro álbum ao vivo, intitulado Live From Suffocate City. O disco chega hoje via Better Noise Music e está disponível nas plataformas digitais, além de versões físicas em CD/Blu-ray e vinil. Para marcar o lançamento, o grupo também divulgou o videoclipe da faixa Stay Weird, trazendo a energia do palco para as telas. Uma carta de amor aos fãs O vocalista Lee Jennings define a nova música de trabalho como uma homenagem direta à base de fãs da banda, carinhosamente chamada de “The Coffin Crew”. “Stay Weird sempre foi nossa carta de amor às almas maravilhosamente estranhas que apoiam esta banda desde o primeiro dia… Aquela noite capturou tudo o que defendemos: individualidade, pertencimento e a liberdade de ser exatamente quem você é”, declara Jennings. O álbum Live From Suffocate City convida o ouvinte a entrar no caos e na catarse do show “Suffocate City Town Hall Meeting”. A gravação ocorreu em 2025, durante uma apresentação esgotada no The Masquerade, casa de shows na cidade natal da banda, Atlanta. O registro documenta performances cruas e teatrais, incluindo sucessos do aclamado álbum de estúdio Greetings From Suffocate City (2024).

Kim Gordon anuncia álbum “Play Me” e lança clipe de “Not Today”

A eterna baixista do Sonic Youth, Kim Gordon, continua desafiando paradigmas e acaba de anunciar seu terceiro álbum solo. O disco se chama Play Me e a Matador Records agendou o lançamento para 13 de março. Para oficializar a novidade, Kim Gordon liberou a faixa Not Today. A música evidencia uma tensão poética inédita em sua voz e chega acompanhada de um curta-metragem dirigido por Kate e Laura Mulleavy, fundadoras da grife Rodarte. Moda, ruído e cinema No vídeo, Gordon veste um vestido de tule de seda tingido à mão, uma peça de arquivo feita sob medida para ela pelas irmãs Mulleavy anos atrás. “Ela era nossa ídola… Quando começamos a conceituar o vídeo, Kim sugeriu usar o vestido, o que sabíamos que era perfeito para a ideia”, contam as diretoras. Sonoramente, Play Me expande a paleta de Gordon. O trabalho mantém a colaboração com o produtor Justin Raisen (Charli XCX, Yves Tumor), mas agora incorpora batidas mais melódicas e o impulso motorik do krautrock. Gordon define o som como “mais focado e talvez mais confiante”, priorizando músicas curtas e orientadas pelo ritmo. Crítica ácida aos bilionários e à IA Se The Collective (2024) trouxe o peso industrial, Play Me processa os danos colaterais da era moderna. As letras atacam a classe bilionária, o fascismo tecnocrático e o achatamento cultural impulsionado pela Inteligência Artificial. A artista não poupa alvos específicos: “Fiquei pensando: será que meu próximo chefe vai ser um chatbot de IA? Nós seremos os primeiros cujas luzes vão se apagar — não os bilionários da tecnologia”, reflete Gordon. A faixa-título também ironiza a cultura do streaming, sobrepondo nomes de playlists do Spotify a um groove trip-hop, criticando a “cultura da conveniência” que tenta prever nosso humor antes mesmo de sentirmos algo. Assista ao clipe de Not Today abaixo.

Com show agendado no Brasil, Black Label Society anuncia álbum “Engines of Demolition”

O incansável Zakk Wylde começou 2026 com o pé no acelerador. O Black Label Society anunciou o lançamento de Engines of Demolition. Este será o primeiro álbum de estúdio da banda desde 2021. Os fãs não precisarão esperar muito. O disco chega às lojas e plataformas digitais no dia 27 de março de 2026. Para dar um gostinho do que vem por aí, o grupo já liberou o pesado single Name In Blood, acompanhado de um videoclipe. Da turnê do Pantera à homenagem ao “Chefe” O processo de criação deste trabalho foi intenso. Zakk começou a escrever as músicas em 2022, enquanto viajava o mundo com a Pantera Celebration World Tour. Ele seguiu compondo até 2025, transformando a estrada em inspiração. O grande destaque emocional do álbum promete ser a faixa Ozzy’s Song. Wylde descreve essa música como sua balada mais pessoal e profunda até hoje. Trata-se de uma dedicação direta ao homem que deu início a tudo em sua carreira: Ozzy Osbourne. Show confirmado do Black Label Society no Brasil A notícia fica ainda melhor para os fãs brasileiros. O lançamento do álbum ocorre apenas um mês antes da vinda da banda ao país. O Black Label Society faz parte do line-up do festival Bangers Open Air 2026. O grupo sobe ao palco no dia 25 de abril. Portanto, o público brasileiro terá a chance privilegiada de ouvir as novas faixas ao vivo logo após o lançamento mundial. A formação atual conta com Zakk Wylde (vocal, guitarra, piano), John (JD) DeServio (baixo), Jeff Fabb (bateria) e Dario Lorina (guitarra). Tracklist de Engines of Demolition:

Astra Vaga: pop alternativo português estreia com álbum “Unção Honrosa”

O músico português (e neto de brasileira) Pedro Ledo decidiu romper com a rotina de escritório para criar algo novo. Assim nasceu o Astra Vaga, projeto que acaba de lançar seu disco de estreia, intitulado Unção Honrosa. O trabalho chega ao mercado pelo selo Saliva Diva, conhecido por movimentar a cena independente de Portugal. Musicalmente, o artista cruza referências de dream pop e pós-punk, criando uma sonoridade envolvente e nostálgica. Do terno e gravata à liberdade criativa de Astra Vaga Pedro Ledo acumula mais de uma década de trajetória na música, com passagens pelas bandas The Miami Flu e Lululemon. No entanto, o Astra Vaga surgiu de uma ruptura pessoal. O músico adotou o terno e gravata, inspirado nos salaryman japoneses, mas ressignificou o traje com um propósito artístico. O título do álbum reflete esse momento. Segundo Pedro, Unção Honrosa evoca reconciliação com o passado e reparação interior. Ele compôs e produziu as nove faixas em estúdios improvisados na cidade do Porto. Geralmente, as gravações ocorriam em sessões tardias, após o trabalho, o que moldou o tom introspectivo e urbano da obra. Estética lo-fi e novo clipe O universo visual é uma parte fundamental do projeto. Pedro trabalha com videoarte analógica e traz referências de jogos japoneses dos anos 90 e glitch art. Essa estética de “baixa fidelidade” cria uma sensação de memória distorcida. Para acompanhar o lançamento, o artista divulgou o clipe da faixa Nada a Meu Favor. O vídeo se junta aos singles anteriores Lamento, Cor-de-rosa, Noite a Cair e Roxo. Conexão profunda com o Brasil Apesar da origem europeia, o Brasil ocupa um lugar especial nos planos do Astra Vaga. Pedro Ledo revelou um fascínio antigo pela nossa cultura e planeja uma turnê pelo país. “A música brasileira influenciou a minha formação como músico desde cedo: a harmonia rica da bossa nova; a música louca e psicodélica dos Mutantes; o groove do Tim Maia e o rock da Legião Urbana”, conta o artista. Ele acredita que a energia do Brasil vem das pessoas e da forma como elas se relacionam. Portanto, ouvir Unção Honrosa é também descobrir como essas influências tropicais ecoam, mesmo que sutilmente, na melancolia portuguesa de Pedro Ledo. Ouça o álbum completo e assista ao novo clipe nos links abaixo.

Sahara Hotnights lança “Vanishing Girl”, prévia do álbum “No One Ever Really Changes”

A banda Sahara Hotnights apresentou hoje (9) a música Vanishing Girl. Esta é a segunda amostra do aguardado novo álbum, intitulado No One Ever Really Changes. A faixa chega como uma balada de rock envolvente e mostra um lado mais introspectivo do quarteto. Com isso, o grupo captura aquele momento frágil em que a confiança vacila e as dúvidas assumem o controle. Uma mistura de reflexão e energia no novo som do Sahara Hotnights Musicalmente, Vanishing Girl equilibra duas forças. A canção mistura a pegada característica que consagrou a banda com um tom mais reflexivo e emocional. A letra aborda temas profundos como a perda de si mesma e a constante busca por segurança. Portanto, o ouvinte encontra uma sonoridade madura, que não perde a essência do rock, mas convida à contemplação. É a trilha sonora perfeita para momentos de incerteza. Do interior da Suécia para o mundo A trajetória do Sahara Hotnights impressiona pela longevidade e consistência. O grupo se formou na pequena cidade de Robertsfors, em 1992. Elas saíram de uma modesta sala de ensaio para conquistar palcos internacionais. Ao longo das décadas, as integrantes acumularam aclamação da crítica e múltiplos discos de Ouro e Platina. Após o elogiado álbum de retorno lançado em 2022, a banda prova que segue em constante evolução.

Grupo Martelo celebra a identidade e a diversidade da música brasileira no álbum Sotaque

Em um caldeirão sonoro, o quarteto de percussão Grupo Martelo lança o primeiro álbum, Sotaque, pelo selo Juá. Um registro que celebra a identidade sonora do grupo e a riqueza da música brasileira contemporânea. O trabalho reúne obras de compositores como Clarice Assad, André Mehmari, Léa Freire, Antônio Nóbrega, Débora Gurgel, Daniel Grajew, Luísa Mitre, Hércules Gomes e Sílvia Góes, reinterpretadas em uma linguagem que une a música de concerto e a popular. Formado por Danilo Valle (Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal de São Paulo), Leonardo Gorosito (Orquestra Sinfônica do Paraná), Rafael Alberto (Orquestra Filarmônica de Minas Gerais) e Rubén Zúñiga (Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo), o Martelo se destaca por uma atuação colaborativa: seus integrantes, vindos de diferentes regiões e formações, se reúnem periodicamente para criar, pesquisar e experimentar novas formas de expressão. Dessa união veio o conceito de Sotaque que norteia não apenas o título do disco, mas a própria estética do quarteto. O sotaque é um fenômeno sonoro que ultrapassa fronteiras geográficas — seja ele regional, pessoal ou musical, é a marca de uma identidade única. Na música, surge da fusão entre diferentes influências e das personalidades de cada intérprete. O Martelo abraça essa ideia ao combinar a musicalidade de seus quatro integrantes com sonoridades diversas, especialmente dos instrumentos brasileiros e dos instrumentos criados pelo próprio grupo. O resultado é uma fusão viva e singular, em que cada nota carrega a identidade do quarteto. Mais do que um registro fonográfico, Sotaque é um retrato da trajetória do Martelo e da multiplicidade de suas vozes. O grupo revisita obras consagradas com uma abordagem fresca e autêntica, valorizando as raízes musicais brasileiras ao mesmo tempo em que propõe novas leituras e timbres. Essa liberdade criativa faz do disco um marco para a música instrumental contemporânea. Parceiro de marcas como Black Swamp Percussion, Alves Percussion e Zildjian, o grupo amplia com Sotaque sua presença em palcos e circuitos culturais pelo Brasil, reafirmando seu compromisso com a inovação e o diálogo entre tradição e contemporaneidade. Além disso, se posiciona com uma abordagem diferente que traz uma perspectiva distinta para a música instrumental atual. O Grupo Martelo transforma vivência e experiência em uma forma de narrar musicalmente o mundo que o cerca.

Ana Cacimba comemora 10 anos com Luminosa Ato 1 Lua: obra dividida entre espiritualidade e expansão

A cantora, compositora e instrumentista Ana Cacimba lança Luminosa Ato 1 Lua, trabalho que marca seus dez anos de trajetória artística e inaugura um projeto conceitual dividido em dois capítulos. Quilombola e periférica, a artista propõe uma obra guiada por metáforas de luminosidade, em que a Lua simboliza mistério, intuição e espiritualidade, enquanto o segundo ato, Sol, previsto para os próximos meses, representará expansão e realização. O lançamento sai pelos selos Head Media e Universal Music. O primeiro ato reúne canções autorais e tradicionais diretamente conectadas à fé da artista, com a Música Popular Brasileira atravessada pela afro religiosidade. A sonoridade percorre samba rock, samba, pop, afrobeat, kuduro e referências da música caipira inspirada nas congadas do Rosário do Vale do Jequitinhonha. O asalato, instrumento de origem africana, aparece como elemento central e reforça o vínculo com a ancestralidade. Segundo Ana, o conceito de Luminosa nasce da necessidade de falar sobre autoestima e valorização do próprio brilho pessoal e espiritual em meio às exigências do cotidiano. O disco se abre com “Exu”, uma poesia autoral em forma de reza, seguida por “Padê Onã”, ambas com participação de Alessandra Leão. Ao longo do repertório, a espiritualidade se manifesta em diferentes camadas, como na exaltação do sagrado feminino em “Pombagira Dona da Casa Maria Mariá”, na força dos ventos em “Oyá”, que dialoga com o kuduro angolano, e nas homenagens às yabás das águas em “Ponto de Oxum” e “Canto de Iemanjá”. Tradições também são revisitadas em faixas como “Preto Velho”, “O Sino da Igrejinha” e “Se Meu Pai é Ogum”, além das referências às memórias quilombolas da família da artista ao celebrar Oxóssi, Oxalá e Xangô. A produção musical é assinada por Los Brasileros e Dmax. O lançamento vem acompanhado de um visualizer para “Exu Padê Onã”, dirigido por Gabriel Sorriso, com imagens captadas durante a gravação no estúdio Head Media. A identidade visual reforça o conceito do projeto, trazendo a Lua como personagem central da capa, em um trabalho concebido por Ana Cacimba e desenvolvido em parceria com uma equipe majoritariamente feminina. O segundo ato, Sol, dará sequência à narrativa ao explorar experiências cotidianas, alegria e a energia do convívio com o mundo exterior, ampliando o retrato da afro brasilidade e da afro religiosidade na música popular brasileira.

Rafael Baldam estreia com Sumidouro, álbum instrumental que une música, narrativa e imagem

Sumidouro é o álbum de estreia de Rafael Baldam e apresenta uma jornada instrumental construída a partir de seis interpretações que funcionam como capítulos de uma mesma narrativa. Mais do que um disco, o projeto nasce como uma obra multimídia que integra música, texto e colagens visuais, ampliando a experiência para além do áudio e propondo diferentes camadas de leitura e escuta. A ideia do trabalho surgiu da inquietação criativa de Baldam, interessado em transitar por linguagens diversas como composição, interpretação, escrita, colagem e vídeo. Ao perceber que essas práticas não eram paralelas, mas complementares, o músico passou a integrá-las em um único processo criativo. O resultado é um álbum que se organiza em três dimensões interligadas: a música que conduz, o texto que orienta e as imagens que completam o percurso narrativo. O ponto de partida de Sumidouro está na escolha de composições de nomes centrais da cena paulista da música brasileira contemporânea. As versões instrumentais criadas por Rafael abriram espaço para a construção de um conto em prosa poética que acompanha o disco. Cada faixa ganhou também uma colagem própria, reunidas em um livro que estabelece o elo entre som e imagem e reforça o caráter conceitual do projeto. O repertório reúne obras de Maurício Pereira e Daniel Szafran, Marcelo Cabral e Rômulo Fróes, Dandá Costa, Rodrigo Campos, Thiago França e Kiko Dinucci. Todas as faixas foram rearranjadas e executadas por Rafael em formato solo, criando um panorama coeso de referências que dialogam entre si e ajudam a desenhar o universo sonoro do álbum. Segundo o músico, a escolha desses compositores reflete tanto uma afinidade estética quanto um gesto simbólico de filiação artística. A travessia sonora começa com Pra Marte, que desloca elementos originalmente vocais e de sopro para o violão, aproximando a faixa do choro. Invente o Amor apresenta mudanças sutis de timbre e sinaliza novos caminhos. Em “Bandeira”, o tom menor e a entrada da guitarra ampliam o espaço sonoro e marcam outra etapa do percurso. Single do disco, Na Memória Vida Outra sintetiza aspectos centrais do projeto ao alternar o protagonismo entre violão e guitarra, reorganizando a tensão da faixa. Dentro da Pedra aprofunda a exploração de efeitos e reverberações, com a guitarra assumindo papel central. O encerramento fica por conta de Ciranda do Aborto, que parte de arpejos contidos e avança para camadas mais densas, concluindo a narrativa proposta ao longo do álbum. Gravado entre julho e agosto de 2025 no Juá Estúdio, em São Paulo, Sumidouro teve captação e mixagem assinadas por Leonardo Ost e Alencar Martins. Rafael Baldam responde pelos arranjos, interpretações, texto e colagens que acompanham o disco, articulando todas as etapas do projeto em uma obra que se completa na soma de suas linguagens e convida o público a construir sua própria relação com esse trabalho de estreia.

Fresno anuncia o lançamento de seu novo disco Carta de Adeus

A Fresno está de volta. Após a turnê de seu último disco Eu Nunca Fui Embora, que consolidou a banda como uma das maiores de seu tempo com shows que percorreram todo Brasil, o trio anuncia o próximo passo na carreira: o lançamento de seu décimo primeiro álbum de inéditas intitulado Carta de Adeus. O novo trabalho será lançado de uma maneira exclusiva dia 18 de abril de 2026, em um show especial no Espaço Unimed, com ingressos à venda. Os fãs que adquirirem o ingresso para o show do dia 18 de abril de 2026 no Espaço Unimed poderão ouvir Carta de Adeus executado ao vivo, na íntegra, e em primeira mão, além das canções clássicas que marcaram os 26 anos de estrada da banda. Alguns dias após o show de lançamento, o disco de estúdio ficará disponível em todas as plataformas digitais.  É a primeira vez que a Fresno lança um álbum desta maneira. Sendo assim, a banda brindará a base de fãs com a oportunidade de ouvir de maneira inédita o disco novo ao vivo, selando um pacto de união e simbiose que tem sido substancial para o trio ao longo destes anos. Apostando também no formato físico de seu trabalho, a banda vai abrir uma pré-venda de Carta de Adeus em formato de CD e vinil no início de 2026. A ação é uma forma da banda reafirmar os laços de experiências reais com os fãs, frutos de uma trajetória de canções que viraram verdadeiros hinos que atravessaram gerações. Desta forma, a concepção de Carta de Adeus torna-se uma extensão primordial de um trabalho de conexão entre a banda e as pessoas, que já vem se desenvolvendo e se consolidando de maneira intensa ao longo dos anos de carreira do grupo. O disco traz o trio em sua maturidade artística e solidifica a experiência da banda como uma das mais importantes de sua geração, expandindo seus laços, conexões musicais e pavimentando sua relevância a cada novo lançamento. As canções de Carta de Adeus são memória viva de amor, dor, sinestesia e sensibilidade— elementos imersivos que se fundem à vida e obra de Lucas Silveira, Vavo e Guerra.