Gorillaz lança o épico álbum “The Mountain” e curta-metragem animado em 2D

O Gorillaz apresentou ao mundo o seu aguardado nono álbum de estúdio, The Mountain. O lançamento é um marco histórico, pois é o primeiro disco lançado pelo próprio selo fonográfico do grupo, o KONG. Com 15 faixas, o disco constrói uma paisagem sonora expansiva e incrivelmente rica em texturas. A banda combina instrumentos orgânicos com batidas envolventes, criando o que eles definem como a trilha sonora de uma celebração na fronteira entre este mundo e o que vem depois, uma exploração profunda sobre a jornada da vida e o fascínio da existência. Encontro global de lendas e vozes do além em The Mountain, do Gorillaz A essência colaborativa de Damon Albarn e companhia continua sendo o coração do Gorillaz. The Mountain apresenta uma lista absurda e genial de convidados que passeiam por diversos gêneros e culturas. Entre os vivos, o álbum conta com IDLES, Bizarrap (que assina a produção da explosiva faixa Orange County), Johnny Marr (The Smiths), Sparks, Black Thought, Gruff Rhys, Yasiin Bey, Trueno, Jalen Ngonda e astros da música indiana e global, como Anoushka Shankar, Omar Souleyman, Asha Bhosle, Asha Puthli e Amaan & Ayaan Ali Bangash, além do eterno parceiro Paul Simonon (The Clash). Emocionantemente, o projeto também incorpora vozes de parceiros criativos e lendas que já nos deixaram, como Bobby Womack, Dave Jolicoeur (De La Soul), Tony Allen, Mark E. Smith, Proof e o ator Dennis Hopper. As gravações rodaram o planeta: do clássico Studio 13 (Londres) a sessões em Mumbai, Nova Déli, Damasco, Los Angeles, Miami e Nova York. O resultado é tão global que o disco apresenta performances em cinco idiomas: árabe, inglês, hindi, espanhol e iorubá. Retorno à era de ouro da animação Como se a grandiosidade musical não bastasse, o lançamento chega acompanhado de um belíssimo curta-metragem. Dirigido pelo co-criador Jamie Hewlett, ao lado de Max Taylor e Tim McCourt (do estúdio The Line), o filme levou 18 meses para ser produzido. O curta marca o retorno de Hewlett a uma abordagem mais artesanal, celebrando a era de ouro da animação 2D. Com cenários pintados à mão e texturas ricas, o visual reimagina o universo do Gorillaz sob uma lente cinematográfica clássica, mesclando o analógico e o digital. Na narrativa oficial dessa nova fase, Murdoc Niccals, Russel Hobbs, 2D e Noodle chegam a Mumbai (Índia) utilizando passaportes falsos providenciados por um contato de Murdoc em Nova York. Longe do estrelato pop, os quatro mergulham em uma jornada espiritual pelas montanhas indianas, explorando novos ritmos, mistérios e significados. Ouça The Mountain, do Gorillaz
Beastie Boys anuncia edição deluxe física e inédita de “To The 5 Boroughs”

O lendário Beastie Boys anunciou o lançamento de edições físicas e limitadas para celebrar o clássico álbum To the 5 Boroughs. A partir do dia 17 de abril de 2026, os fãs poderão ter em mãos o disco nos formatos 3LP e 2CD. O grande atrativo é a inclusão de 11 faixas-bônus, recheadas de remixes raros e cobiçados lados B. Esta é a primeira vez que a edição deluxe do projeto (disponibilizada digitalmente em 2019) ganha vida no formato físico. To The 5 Boroughs é homenagem aos cinco distritos de NY Lançado originalmente em 2004 e produzido pelo próprio Beastie Boys, To the 5 Boroughs é uma verdadeira carta de amor à cidade natal do grupo. O disco foi um sucesso estrondoso, alcançando o cobiçado primeiro lugar na Billboard 200 e liderando as principais paradas de Rap e R&B. A obra consolidou mais uma fase brilhante do trio formado por Ad-Rock, Mike D e pelo saudoso e genial Adam Yauch (MCA). O repertório é conhecido por equilibrar de forma magistral: A pré-venda desta edição histórica estará disponível em breve através da UMusic Store. É a chance perfeita para girar na vitrola um dos discos mais autênticos e essenciais dos anos 2000.
Em Beihold lança o catártico álbum de estreia “Tales of a Failed Shapeshifter”

Se o sucesso repentino pode ser um sonho, ele também pode se transformar em um fardo pesado. A cantora e compositora Em Beihold sabe muito bem disso e transformou essa vivência em música. O seu aguardado álbum de estreia, Tales of a Failed Shapeshifter, foi lançado nesta sexta-feira (27) via Republic Records. Ao longo de 11 faixas ousadas e profundamente pessoais, a artista confronta questões de identidade, expectativas e a sufocante pressão de tentar ser tudo ao mesmo tempo. Transformando inseguranças em um pop afiado e libertador, Em Beihold equilibra vulnerabilidade e sagacidade de forma única. Peso do sucesso e o resgate do propósito para Em Beihold O álbum nasce diretamente das consequências do estrondoso sucesso global de Numb Little Bug. Em vez de surfar apenas na onda da fama, a cantora precisou lidar com um choque emocional extremo. “Tales of a Failed Shapeshifter fala sobre tentar se encaixar em todos os papéis que você acredita que ‘deveria’ assumir, apenas para perceber que forçar algo que não é do seu interesse acaba te impedindo de seguir em frente”, compartilha Em Beihold. A artista detalha o processo doloroso que antecedeu a obra: “Senti que tinha perdido completamente minha criatividade e, com ela, meu propósito. É uma história sobre reencontrar a mim mesma por meio do pop. Depois de passar tanto tempo vivendo dentro deste álbum, estou muito orgulhosa de finalmente lançá-lo”. Terapia e composição A honestidade de Tales of a Failed Shapeshifter não é por acaso. O projeto foi escrito, em parte, durante sessões de terapia ambulatorial. Ele também foi influenciado por um reencontro da cantora com os artistas que originalmente inspiraram sua forma de compor. O resultado é um disco que aborda sem filtros temas complexos como a comparação constante com os outros, codependência, ambição desmedida, esgotamento mental (burnout) e a reconexão consigo mesma. Se os primeiros hits apresentaram Em Beihold ao mundo, este álbum de estreia surge agora como sua obra mais madura, coesa e plenamente realizada.
Review faixa a faixa: New Found Glory retorna com força em “Listen Up!” e reafirma legado no pop-punk

Quase três décadas depois de surgir como um dos pilares do pop-punk moderno, o New Found Glory retorna com Listen Up!, um álbum que reafirma a identidade da banda ao mesmo tempo em que dialoga com maturidade, resistência e pertencimento. Em Listen Up!, o New Found Glory aposta naquilo que sempre soube fazer melhor: refrões explosivos, guitarras afiadas e letras que transformam conflitos pessoais em combustível emocional. O resultado é um disco que não reinventa o gênero, mas reforça por que o nome da banda ainda segue relevante em 2026. A abertura com Boom Roasted já deixa claro que Listen Up! não pretende ser discreto. O riff inicial é urgente, quase nostálgico, remetendo diretamente à fase clássica do NFG. A letra critica a espetacularização da dor e ironiza a cultura da exposição, enquanto o instrumental mantém a vibração crua que consolidou o grupo no início dos anos 2000. Em seguida, 100% mantém o ritmo acelerado e entrega um dos refrões mais grudentos do álbum. É pop-punk direto ao ponto, com versos rápidos e uma mensagem otimista e que imagino que funciona muito bem ao vivo. Laugh It Off desacelera levemente a tensão para apostar em dinâmica melódica e narrativa relacional. Há um equilíbrio interessante entre leveza e frustração, sustentado por uma estrutura que valoriza o contraste entre versos contidos e refrão expansivo. A Love Song, apesar do título simples, surge com guitarras firmes e energia consistente, reafirmando o compromisso com melodias acessíveis sem abrir mão da intensidade. Um dos momentos mais marcantes de Listen Up! aparece em Beer and Blood Stains. A faixa mergulha na nostalgia dos primeiros anos da banda, evocando memórias de clubes pequenos, turnês caóticas e noites marcadas por excessos. Musicalmente, é uma das composições mais sólidas do álbum, combinando peso e melodia com naturalidade. Medicine introduz um clima mais introspectivo, com linha de baixo destacada e atmosfera levemente mais sombria. A banda explora vulnerabilidade sem abandonar o formato pop-punk que define sua assinatura. Treat Yourself retoma a energia positiva com uma mensagem de autocuidado e resiliência. Ainda que a abordagem soe direta demais em alguns momentos, a música cumpre seu papel dentro da proposta do álbum ao reforçar a conexão emocional com o público. Dream Born Again funciona como um respiro melódico, trazendo um clima mais contemplativo e mostrando que o New Found Glory ainda sabe trabalhar nuances dentro de uma fórmula conhecida. Na reta final, You Got This aposta em um refrão feito sob medida para grandes coros. É simples, quase ingênua em sua mensagem motivacional, mas eficaz na construção de atmosfera coletiva. O encerramento com Frankenstein’s Monster adiciona peso emocional ao conjunto. A faixa aborda batalhas internas e desafios pessoais com intensidade sincera, transformando fragilidade em potência sonora. No panorama geral, Listen Up! reafirma o New Found Glory como um dos nomes mais consistentes do pop-punk. O álbum pode não apresentar rupturas radicais, mas demonstra confiança criativa e domínio da própria linguagem. Para fãs antigos, funciona como reencontro. Para novos ouvintes, é uma porta de entrada acessível para entender por que o NFG permanece como referência do gênero. Em tempos de revisitações constantes ao pop-punk, a banda mostra que não vive apenas de nostalgia, mas de continuidade consciente de seu legado.
Linda Perry anuncia seu 1º álbum solo em 25 anos e regrava o hit “Beautiful”

A vocalista e compositora Linda Perry acaba de fazer um anúncio histórico. A frontwoman do 4 Non Blondes revelou o lançamento de Let It Die Here, seu primeiro álbum solo em mais de 25 anos. O disco, que já está disponível para pré-venda, tem lançamento marcado para o dia 8 de maio, através dos selos Kill Rock Stars e 670 Records. Linda Perry é a verdadeira dona de “Beautiful” Para abrir os trabalhos da nova era, Perry lançou o primeiro single do projeto: a faixa Beautiful. Se o nome soa familiar, não é coincidência. A música se tornou um hino pop global e um sucesso estrondoso na voz de Christina Aguilera em 2002. O que muita gente esquece é que a faixa foi inteiramente composta por Linda Perry. Agora, a artista lança sua própria versão, ressignificando a mensagem da letra através de sua perspectiva e experiência de vida. A faixa chegou acompanhada de um videoclipe cinematográfico estrelado pelos atores Lukas Haas e Shane Powers. O vídeo retrata a essência de Beautiful através dos olhos de uma criança em um show de talentos, onde a autoaceitação determina o verdadeiro vencedor — um visual marcante sobre a liberdade de sermos quem realmente somos. Documentário e apresentação na TV A inspiração de Perry para compor as músicas deste novo projeto surgiu durante as filmagens de um documentário homônimo (Let It Die Here), que também chegará aos cinemas em maio deste ano. Para promover o lançamento, a cantora fará uma performance ao vivo de Beautiful no Jimmy Kimmel Live! já amanhã (24). Retorno do 4 Non Blondes Como se um novo álbum solo e um documentário não fossem suficientes, o comunicado de imprensa trouxe uma bomba no parágrafo final para os fãs de rock dos anos 90: Linda Perry está se preparando para o lançamento de um novo álbum do 4 Non Blondes, previsto para sair ainda no final deste ano.
New Found Glory lança “Listen Up!”, primeiro álbum em seis anos

O New Found Glory, um dos pilares definitivos do pop-punk mundial, encerrou um hiato de seis anos sem um disco completo de estúdio. O quarteto da Flórida lançou Listen Up!, seu 11º álbum de estúdio e o primeiro lançamento através da gravadora Pure Noise Records. Faltando pouco para completar 30 anos de estrada, Jordan Pundik, Chad Gilbert, Ian Grushka e Cyrus Bolooki provam que ainda têm muita lenha para queimar. Resiliência do New Found Glory e a celebração da vida Listen Up! sucede o EP acústico e reflexivo Make the Most of It (2023) e chega em meio a um período de intensos desafios pessoais para o grupo, em especial, a batalha contínua do guitarrista Chad Gilbert contra um câncer metastático agressivo. Apesar da carga emocional, o disco é, acima de tudo, uma coleção de canções sobre esperança e sobre a sorte de estar vivo. “Queríamos fazer algo que realmente focasse em como somos sortudos”, explicou Gilbert. Esse sentimento transborda em faixas como Beer and Blood Stains, que reflete sobre os primeiros anos da banda e crava, sem meias palavras, o verso: “It’s good to be alive” (É bom estar vivo). O álbum conta com dez faixas. A abertura fica por conta da explosiva Boom Roasted, encerrando com Frankenstein’s Monster. Entre os destaques, estão os singles já conhecidos Treat Yourself e Laugh It Off, além da recém-lançada e grudenta A Love Song. Na estrada: Yellowcard e Warped Tour Com o disco na praça, a banda se prepara para uma verdadeira maratona ao vivo na primavera e no verão do Hemisfério Norte:
Hilary Duff lança o íntimo e maduro “luck… or something”

A espera de mais de uma década por um novo disco de inéditas acabou. Nesta sexta-feira (20), a eterna princesa do pop dos anos 2000, Hilary Duff, abriu o coração e lançou seu aguardado sexto álbum de estúdio: luck… or something. Já disponível nas plataformas digitais via Atlantic Records (com distribuição da Warner Music Brasil), o projeto de 11 faixas mostra uma artista que deixou a urgência adolescente no passado para abraçar o caos, a clareza e as inseguranças da vida na casa dos 30 anos. Preço de “ter tudo” Coescrito por Hilary e produzido por seu marido, o vencedor do Grammy Matthew Koma (conhecido por trabalhos com Britney Spears e P!nk), ao lado de Brian Phillips (blink-182), o álbum é um mergulho profundo no universo interior da cantora. Dividida entre a maternidade, o casamento e a busca por si mesma, Hilary precisou fazer escolhas difíceis para que este álbum existisse. “Existe aquela pergunta sobre se as mulheres podem ter tudo, e, durante esse processo, aprendi que precisei abrir mão de algumas coisas para colocar o álbum em primeiro lugar”, compartilha a cantora. “Por mais difícil que isso seja, ainda acredito que está tudo bem se escolher às vezes e fazer o que te dá medo de verdade.” Singles e aclamação de Hilary Duff A nova era foi antecipada pelo irônico e envolvente single Mature, que combina uma produção pop vibrante com muita vulnerabilidade, ultrapassando 5 milhões de streams logo na primeira semana. Na sequência, veio Roommates, faixa que já está subindo nas rádios e foi cravada pela Rolling Stone como “uma das suas melhores músicas”. Para coroar o lançamento de hoje, a artista liberou um audiovisual lindíssimo para a faixa de abertura, Weather For Tennis. E a “lucky me tour”? Para celebrar o lançamento, Duff fará sua primeira turnê mundial de grande escala como headliner em quase duas décadas. A lucky me tour passará por arenas icônicas como o Madison Square Garden (Nova York) e a The O2 (Londres). A agenda de 2026 e 2027 abrange sete países: Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, Irlanda, Austrália, Nova Zelândia e México (o mais próximo que ela chegará do Brasil por enquanto, com shows na Cidade do México em fevereiro de 2027). A turnê contará com aberturas de peso, incluindo a vencedora do Grammy, La Roux. “O título do álbum é a minha forma de responder a como consegui manter os pés no chão depois de crescer nessa indústria”, reflete Hilary.
Michael Monroe lança “Outerstellar”, uma aula de rock de sobrevivência

Em um mundo ideal e justo, Michael Monroe seria uma estrela colossal. Entre 1979 e 1985, como frontman do Hanoi Rocks, ele e seus parceiros finlandeses praticamente inventaram o visual hair metal e o hard rock glamouroso e caótico antes mesmo das bandas americanas dominarem a MTV. O destino, porém, foi cruel: quando o aclamado álbum Two Steps From The Move (1984) prometia o estrelato global, o baterista Razzle morreu em um trágico acidente de carro dirigido por Vince Neil (Mötley Crüe), levando ao fim precoce da banda. Mas Monroe nunca parou. Décadas depois, aos 63 anos, ele nos entrega Outerstellar, um de seus melhores e mais variados trabalhos solo. Uma banda, não apenas músicos de aluguel para acompanhar Michael Monroe Para quem acompanha a carreira solo do finlandês, o nível de excelência não é surpresa. Ele mantém a mesma formação estelar há mais de uma década: os velhos parceiros Sami Yaffa (baixo, ex-Hanoi Rocks) e Steve Conte (guitarra, ex-New York Dolls), além de Rich Jones e Karl Rockvist. Essa coesão fica evidente. A banda se tornou uma unidade muito mais afiada e musculosa com o passar dos anos, criando um som distinto que não se apoia apenas na nostalgia, mas no realismo e na paixão. Destaques de “Outerstellar” Se a performance vocal de Monroe sempre balançou entre a bravura rasgada do punk e a narrativa comovente, a musicalidade de Outerstellar acompanha essa ambição sem nunca soar pedante. Aos 63 anos, ele não tem medo de arriscar:
Yungblud lança “Idols II” e celebra a vida no novo capítulo de sua saga

O dia finalmente chegou. Coroando a semana mais vitoriosa de sua carreira após fazer história no Grammy, Yungblud liberou nesta sexta-feira (20) a aguardada segunda parte de seu formidável álbum conceitual. Idols II já está disponível em todas as plataformas via Island Records/Locomotion. Para acompanhar a chegada do disco, o britânico também lançou um poderoso visualizer animado para a faixa-foco do projeto, Suburban Requiem. Celebração da sobrevivência em Idols II Se a primeira parte do projeto (lançada em junho de 2025) serviu para que o artista de 28 anos recuperasse sua identidade no momento mais sombrio de sua vida, o novo disco é o oposto: é uma injeção de adrenalina pura. “A Parte 2 é sobre perceber que estou vivo, que sou real, que essa jornada em que estive não me matou”, compartilhou Yungblud. “É sobre perceber que você pode se sentir invencível quando realmente sente a si mesmo. É sobre compreender que meu coração está batendo e que meus pulmões estão se enchendo de ar.” Além de Suburban Requiem, o disco traz outras cinco faixas inéditas e, claro, a já celebrada e indicada ao Grammy Zombie, que conta com a colaboração monumental do The Smashing Pumpkins. Ano de ouro do “Príncipe do Rock” O lançamento de Idols II consolida uma era de ouro para o artista de Yorkshire: Para os colecionadores de plantão, uma edição física definitiva chamada Idols (Complete) (com vinil duplo de 180g e CD reunindo as 19 faixas de ambas as partes) já está em pré-venda, assim como uma versão em vinil transparente prateado exclusiva de Idols II.