Apeles, de Eduardo Praça, lança álbum Estasis; ouça!

Eduardo Praça, músico por trás do projeto Apeles, está de volta com seu novo álbum Estasis. Conhecido por seu trabalho com as bandas Ludovic e Quarto Negro, Eduardo Praça vem solidificando sua carreira solo desde 2016 sob o pseudônimo Apeles. Estasis é o capítulo final da trilogia iniciada com Rio do Tempo (2017) e seguida por Crux (2019). Este novo álbum representa uma nova era na discografia de Apeles, divergindo dos trabalhos anteriores ao expandir o foco além do cantor como figura central. O disco explora um mundo sonoro único, convidando artistas de diversas partes do mundo, incluindo Itália, Coreia do Sul, Reino Unido, Argentina, Grécia e Brasil, para colaborar em uma obra que gira em torno de um clube noturno imaginário de mesmo nome. Cada faixa do álbum é acompanhada por videoclipes gravados em Super 8, lançados ao longo do último ano, que adicionam uma camada visual nostálgica e artística à experiência auditiva. Estes vídeos destacam a atmosfera íntima e onírica que permeia o conceito do álbum, imergindo os espectadores no universo criativo de projeto. A direção musical de Estasis é assinada por Apeles e Helio Flanders, da banda Vanguart, consolidando uma parceria que traz ainda mais profundidade e inovação ao trabalho. Com uma carreira marcada por um legado significativo em suas bandas anteriores, Apeles traz em 2024 uma performance ao vivo que promete ser tão rica e multifacetada quanto sua música. O espetáculo ao vivo de Apeles é um convite para explorar um mundo de camadas sonoras, poéticas, boêmias e complexas, reafirmando Apeles como uma figura central na cena musical contemporânea.
Thami percorre trajeto de vida pessoal e musical em seu primeiro álbum Labirinto

Labirinto é um conjunto de percursos a ser trilhados com o objetivo de chegar no caminho certo que levará até a saída, mas até lá, você pode se perder ou se sentir desorientado. Thami pegou a sua experiência vivida na música para se munir completamente da arte e migrou para São Paulo em busca da realização do seu sonho. Andar por esse caminho não foi fácil, teve seus momentos bons e ruins, de felicidade e tristeza, solidão e solitude, e foi aproveitando cada momento que a cantora e compositora carioca, decidiu cantar sobre o que vivenciou nesse trajeto. Assim, nasceu o álbum Labirinto, disponível nas plataformas digitais. Thami começou a carreira musical participando de projetos como Proteja Seus Sonhos 2, da Som Livre, fez parte do coral da IZA no prêmio Multishow e também foi backing vocal da Tuany Zanini no show do Rock in Rio 2019. Lançou um EP e com alguns singles conseguiu bater mais de 3 milhões de plays em suas plataformas digitais. Ainda sim, a cantora almejava mais e após ter algumas faixas já escritas decidiu mudar para São Paulo para construir e lançar o que imaginava ser um EP. A decisão foi difícil, mas certeira, trouxe novas influências, sons e contatos, começando pelo produtor Julio Mossil que deu um belo norte ao trabalho da artista. O que era para ser um EP se transformou em um álbum com dez faixas, sendo três singles lançados com antecedência. Primeiro, saiu Deixa Queimar marcando o início de uma fase madura, ousada e apaixonante, representando a coragem. Em seguida, saiu Quando Acordar de quando a artista transformou sua solidão em solitude. E depois, Caminhando em Ré, para trazer a importante mensagem de quando é necessário dar uns passos para trás, e que isso, não significa retroceder. As outras sete faixas inéditas contam com a “Intro” sendo uma poesia feita pela própria Thami, Talvez que receberá um clipe após o lançamento do disco, fala sobre as tentativas incertas da vida e também é cantada em espanhol, Labirinto é a força para você seguir e não desistir do seu percurso, só siga! Já Será é a incerteza de quando tudo parece não fazer sentido, nem mesmo quem você é. Sem Saída aborda relacionamentos amorosos ou não, de quando uma pessoa nos tira o brilho e nos deixa sem saber para onde ir. Saudade é a faixa da distância da família, do Rio, e a única com participação especial do rapper Rodd, por ele ser seu amigo, e também carioca, Thami viu sentido em ter nessa faixa alguém próximo e que já a ajudou muito e que ainda ia trazer o swing da cidade maravilhosa. E por fim, Mesmo Que Eu Volte é a certeza que nada é certo, mas é preciso fazer o melhor que podemos sempre. O álbum mescla R&B, soul, pop e afrobeat com alguns ritmos vibrantes da música brasileira, como a faixa Saudade que também tem samba. Labirinto é composto inteiramente por Thami que escolheu apresentar o seu mais verdadeiro íntimo da sua experiência. “Acho que eu nunca vou saber se cheguei ao final do meu labirinto pelo simples fato de ter aprendido a curtir o processo, o caminho. É muito bom saber que apesar de todas as adversidades, de todos os problemas, eu consigo olhar o copo meio cheio. Consigo seguir respeitando meu tempo, meu corpo…olhando pra mim com carinho e cuidado. Isso pra mim é a maior saída de qualquer labirinto. Sem hipocrisia, é óbvio que a gente quer visibilidade, quer retorno financeiro…Mas muito além disso, eu quero ser feliz, ser feliz enquanto caminho. E isso eu tenho conseguido. Então sigo em frente,” comenta Thami.
Ghost lança a trilha sonora do longa “Rite Here Rite Now”; ouça!
Exclusive Os Cabides lança segundo disco com o humor como identidade sonora

Cenários improváveis, objetos inanimados, répteis e animais marinhos: no universo musical (e visual) dos Exclusive Os Cabides tudo pode ganhar vida – mas só se tiver graça. Com dez faixas, o grupo de Florianópolis constrói o álbum Coisas Estranhas, o segundo de sua discografia. “O disco nasceu a partir dos ensaios e dos shows. Percebemos que as músicas novas que estávamos fazendo estavam formando um bloco que fazia sentido. Quase todas têm um tema estranho ou inusitado. E a foto da capa do disco nos influenciou desde o início, inspirando o nome do álbum. Coisas Estranhas retrata um universo visual, e foi esse universo que formou o disco”, conta João Paulo Pretto, vocalista e guitarrista da banda que também é formada por Antônio dos Anjos (voz e percussão), Eduardo Possa (guitarra), Jean Lucas (baixo) e Carolina Werutsky (bateria). Donos do hit Lagartixa Tropical, que viralizou no TikTok em 2023, e que agora ganha nova versão com um coro formado por crianças de 10 a 12 anos, eles criam uma espécie de rock humor que bebe da fonte de influências de nomes como Pixies, Pavement e Flaming Lips, sem deixar de soar autêntico – e brasileiro. Sobre o processo de gravação que durou cerca de 30 dias no estúdio Ouié na Praia da Armação, em Florianópolis, João Paulo Pretto conta que “aconteceu majoritariamente aos finais de semana, com alto valor etílico, jogos de futebol, piadas ligeiramente ofensivas e um verão bem quente”. Ao lado da banda, participaram Marcelo Portela, Pulgas RockBand, Bibiana Graeff, Victoria Pretto, Maitê Fontalva Oliveira, Marcio Bicaco, Paulo Costa Franco e Yusanã Mignoni. Além, é claro, das 220 pessoas que fizeram parte da campanha de financiamento coletivo que aconteceu durante o ano de 2023, tornando possível a gravação do disco. A produção musical é assinada por Paulo Costa Franco, que comenta: “Esse foi o álbum para o qual dediquei mais tempo entre todos que já fiz. Vários elementos me agradam: os estilos variados, as letras em português, o som com saturação de válvulas e microfones de fita… Nunca escuto referências quando gravo ou mixo, porque me ajuda a prestar mais atenção no som e criar uma imagem sonora na cabeça. Funciona como a pintura de um quadro, uma textura que leva à próxima decisão de cor”. Escute o novo álbum do Exclusive Os Cabides
De malas prontas para o Brasil, Deep Purple revela álbum novo; ouça!

Com shows marcados em São Paulo e no Rock in Rio, o Deep Purple lançou o 23º álbum de estúdio, =1. O trabalho já havia sido antecipado pelos singles Portable Door, Pictures of You e Lazy Sod. =1 segue os álbuns Whoosh! (2020), inFinite (2017) e NOW What?! (2013), discos muito bem sucedidos. Com a produção do lendário Bob Ezrin mais uma vez, o disco evoca o som clássico da banda pioneira. =1 incorpora a essência e atitude da encarnação do Deep Purple dos anos 1970, possivelmente mais do que qualquer outro álbum na memória recente.
Quarto álbum de estúdio do Glass Animals, I Love You So F***ing Much, já está disponível

A banda britânica Glass Animals disponibiliza seu quarto álbum de estúdio, I Love You So F*ing Much, uma coleção de dez histórias íntimas de amor. O disco nasceu de uma crise existencial: Dave, o vocalista, tentando entender sua nova fama global, depois de ter visto muita coisa acontecer enquanto o mundo estava em lockdown. “A vida pode mudar dramaticamente, mas às vezes você não consegue mudar tão rapidamente a nível pessoal. Você acaba se sentindo como um espectador. E então você é requisitado, esperam que você seja um certo tipo de pessoa, uma pessoa diferente. Mas… eu não sabia como. Isso me confundiu a ponto de não saber quem eu era ou se algo era real”, explica o cantor. O disco é o sucessor do aclamado Dreamland, de 2020, que vendeu mais de 12 milhões de cópias globalmente e deu vida a Heat Waves, canção recordista que se tornou o maior sucesso internacional de uma banda britânica de quase 30 anos.
Childish Gambino lança álbum “Bando Stone And The New World”
Alaíde Costa lança álbum “E O Tempo Agora Quer Voar”; ouça!

O novo álbum de Alaíde Costa é um comentário a respeito do Tempo. Aquele deus que tudo cura. O que não espera, o que é implacável, o que traz as rugas e forma os calos. O mesmo deus que construiu, junto com a cantora e compositora carioca, década por década e canção por canção, uma carreira ativa de setenta anos – e contando. Mas que também decidiu que todas as glórias dessa árdua caminhada seriam dadas tardiamente à artista. Em dezembro, Alaíde Costa completa 89 anos de vida. E só agora, nos dois últimos anos, ela vive, como diz, “o auge da carreira”, “o melhor momento”, “o reconhecimento”. É para dar continuidade a esse movimento que chega agora, nesta sexta-feira (19), E o Tempo Agora Quer Voar, segundo volume de uma trilogia iniciada em 2022 com o premiado O que meus Calos Dizem Sobre Mim. Tanto quanto no álbum anterior, o novo trabalho traz músicas criadas especialmente para a voz tão pessoal da cantora – desta vez, escritas por nomes como Caetano Veloso, Marisa Monte, Nando Reis, Rubel, Carlinhos Brown, Rashid e Ronaldo Bastos, entre outros. Produzido mais uma vez pelo trio Marcus Preto, Pupillo e Emicida, E o Tempo Agora Quer Voar conta também com a participação especial da cantora Claudette Soares, amiga de Alaíde Costa há mais de 60 anos, em uma das faixas. O título do álbum tem duplo sentido. No primeiro, o tempo que quer voar é aquele que só agora, quando a cantora completa sete décadas de carreira, decidiu começar a correr depressa, concentrando as conquistas de toda uma vida em menos de dois anos: as validações, os prêmios, o calor de um público crescente, possibilidades internacionais etc. O segundo sentido trata de um choque de tempos: de um lado, a vertiginosa pressa dos nossos dias, em que a música tem que durar um minuto para viralizar nas redes sociais e afins; do outro, o andamento interno de Alaíde Costa, sempre suave e delicado. Em estúdio, os produtores logo perceberam que esse era um ponto sólido e inabalável, como se a artista determinasse: “O tempo agora quer voar, mas eu sou dona do meu próprio tempo”. Além de respeitar o ritmo particular de Alaíde Costa, E o Tempo Agora Quer Voar também faz uso da biografia da artista para desenvolver a poética das canções. Reflexos de sua vivência tão rica surgem nas letras – em alguns casos, deliberadamente, já que Emicida ouviu da própria Alaíde algumas das histórias que transformaria depois em versos. Um desses temas autobiográficos abre o álbum. Alaíde conta que, quando preparava seu LP Coração (1976), ela e Milton Nascimento, produtor daquele trabalho, foram à casa de Caetano Veloso atrás de uma canção inédita. Acontece que não atentaram a um dos hábitos mais conhecidos do compositor e chegaram em seu endereço logo cedo, pela manhã. Desde sempre, Caetano nunca sai da cama antes do meio da tarde. Acabaram desistindo de esperar e foram embora sem a música. Tempos depois, num encontro casual, Caetano comentou: “Alaíde, pena que eu não entrei no seu Coração”. A resposta veio rápida: “Não entrou porque não quis”. A partir dessa história, Emicida criou, junto com Alaíde, os versos que depois ganharam melodia de… Caetano Veloso. Vale notar que Foi Só Porque Você Não Quis usa justamente o universo poético do LP Coração para o desenvolvimento dos versos, cujo refrão diz: “Se você não entrou no meu coração/ Foi só porque você não quis”. Letra composta por Emicida e Luz Ribeiro sobre melodia de Rubel, “Bilhetinho” também nasceu por essa via memorial. São lembranças de uma Alaíde Costa ainda adolescente, que descobria àquela altura a dinâmica do flerte, o frio na barriga, as promessas enviadas em um pedacinho de papel. Mas, se são as memórias de uma octogenária, passado e presente se misturam: “Me diz o que essas linhas são/ Se não a fuga de um viver/ Que já se confundiu com fenecer”. A terceira canção assinada por Emicida neste álbum, Meus Sapatos tem menos da biografia de Alaíde Costa – embora, em alguma medida, encoste nos pés de O que Meus Calos Dizem Sobre Mim. A letra foi começada por Rashid – mais um rapper trazido para dentro do universo de Alaíde Costa – sobre melodia de Gilson Peranzzetta, colaborador da cantora desde os anos 1970, e tem como cenário a cidade que Alaíde escolheu para viver e criar os filhos a partir da década de 1960: “A solidão lá de São Paulo/ Imensidão na qual me calo/ E sonho alto sem ter sapatos de cristal”. Foi nessa mesma São Paulo que Alaíde Costa se conectou, também nos anos 1960, com Claudette Soares, aquela que viria a ser sua melhor amiga de toda a vida. E ter Claudette cantando neste álbum foi um pedido de Alaíde desde que começamos a produzir E o Tempo Agora Quer Voar. As vozes dessas duas representantes da Bossa Nova se unem em Suave Embarcação, segunda parceria de Alaíde Costa com Nando Reis (antes, a dupla escreveu Tristonho, gravada no álbum anterior). Nando, aliás, já declarou que faz questão de ter mais uma parceria com Alaíde no terceiro volume da trilogia. Bem Belém é uma composição a seis mãos, com música do jovem pernambucano Zé Manoel e letra de Leonel Pereda e Ronaldo Bastos, autor de tantos sucessos do nosso cancioneiro e um dos nomes mais atuantes no clássico Clube da Esquina (1972), álbum de que Alaíde Costa participou, sendo a única mulher na ficha técnica. A gravação de Bem Belém tem a participação do mestre Jota Moraes ao vibrafone. A poeta Clara Delgado colocou letra em melodia escrita a quatro mãos por Zé Renato (do Boca Livre) e Cristóvão Bastos. Nasceu Além de uma Palavra, cuja temática conversa com a de Moço, parceria de Marisa Monte e Carlinhos Brown que Alaíde lançou como single em maio do ano passado. As duas canções estão colocadas lado a lado em E o Tempo Agora Quer Voar por esse motivo. Se a personagem
Paige apresenta “Trik Trik”, primeiro traço de seu álbum de estreia

“Prazer, baby Paige”. Já nos primeiros versos de Trik Trik, a cantora e compositora Paige dá a letra sobre o significado que este lançamento carrega. A artista mineira se reapresenta, agora, com uma nova faceta, mais ousada e livre de quaisquer amarras. Trik Trik chega às plataformas de streaming, com um pop ardente e autêntico, que abre espaço para a cantora caminhar em direção ao hall de divas pop brasileiras – e prepara o público para o primeiro disco de estúdio de Paige, intitulado Esse é meu mundo, apoiado por Natura Musical. O lançamento ainda se desdobra em um videoclipe que reforça toda esta potente narrativa, em uma estética cinematográfica e glamourosa, com direção de Celina Barbi. “Trik Trik é pra mim a reafirmação de quem eu sou. Esta canção representa muita ousadia, é uma música selvagem, que traz minhas nuances num fortalecimento da minha persona. E também simboliza um novo mood, um novo momento da minha vida ‒ um feeling bem wild, que é o que eu acho que preciso. Então ela significa muito pra essa fase que eu tô vivendo”, comenta a artista. A novidade musical tem base no reggaeton, com elementos do dancehall, o que resulta em uma essência pop bem latina e dançante: “Quis trazer uma sonoridade única e plural, fazendo uma misturinha de diversos gêneros”. Como primeiro contorno do álbum de estreia da artista, a faixa une referências sonoras, além de resgatar influências da própria discografia de Paige. “Uma das principais músicas que me guiaram ao longo de todo o processo criativo é minha, a faixa Cara, Hoje é meu aniversário, que lancei em 2022. O que me traz ainda mais confiança e determinação em buscar e lapidar a minha própria essência nas novas canções”, afirma a artista. Tudo isso, somado à versatilidade da cantora em transitar entre diferentes gêneros, do R&B ao hip hop, garante um disco diverso. Com Trik Trik, Paige dá um primeiro passo rumo à consolidação enquanto uma artista pop. “Eu acho que entendi esse lugar: isso é pop porque a gente pode se comunicar com muita gente, falar várias línguas e várias linguagens. A minha música tem isso, e a minha postura, quem eu sou, a minha personalidade representam muito esse lugar. Minha música é uma mistura de várias coisas que são populares. E onde a gente coloca isso tudo? Na pluralidade que o pop existe. O pop no sentido de ser abrangente, expansivo e autêntico”, pondera. Aos poucos, a nova faceta de Paige vai sendo revelada e, como ela canta em outro verso de Trik Trik, Quero muito ainda. O novo disco – que será lançado em breve – reafirma toda a potência do novo lançamento, um projeto que vocifera Paige do início ao fim. O novo disco de Paige foi selecionado pelo edital Natura Musical, por meio da lei estadual de incentivo à cultura do Rio Grande do Sul (Pró-Cultura), ao lado do Festival Pá na Pedra, Jack Will, Natania Borges, N’zinga, Festival de Música Doida e ruadois. No Estado, a plataforma já ofereceu recursos para mais de 50 projetos até 2022, em diferentes formatos e estágios de carreira, como Cristal, Zudizilla, Dessa Ferreira, e os coletivos Tem Preto no Sul e Circuito Orelhas.