Zach Bryan lança álbum com participações de Bruce Springsteen e John Mayer

O cantor, compositor e produtor Zach Bryan compartilhou, nesta quinta-feira (4), o aguardado álbum de estúdio, The Great American Bar Scene, via Warner Records, com distribuição nacional da Warner Music Brasil. O álbum conta com 19 faixas, sendo 18 músicas e um poema. Além das canções disponibilizadas antecipadamente, Pink Skies e Purple Gas, o novo projeto do artista apresenta colaborações com Bruce Springsteen, John Mayer e John Moreland. No período que antecedeu o lançamento, Zach selecionou 21 de seus bares favoritos nos EUA e no Canadá, onde os fãs foram os primeiros a ouvir as faixas do álbum. Zach Bryan está atualmente rodando com a turnê The Quittin’ Time Tour.
Entrevista | Hibalta – “Queríamos dar às músicas uma cara mais pop”
Imagine Dragons inicia nova era com álbum LOOM; ouça!

Dando início a uma nova e ousada fase, o Imagine Dragons revelou o sexto álbum de estúdio, LOOM (KIDinaKORNER/Interscope). LOOM representa o auge de sua jornada artística de autodescoberta do grupo e marca seu melhor trabalho. O álbum, produzido inteiramente pelo Imagine Dragons com os hitmakers suecos Mattman e Robin, traz um equilíbrio perfeito entre os sons clássicos que levaram o ID ao estrelato e um frescor que trouxe alegria e se refletiu no clima no estúdio. O funk-pop propulsor de Kid e Nice to Meet You canaliza o som favorito dos fãs no início dos anos 2000. O reggae-rock de Gods Don’t Pray se mistura com o clima de hino gótico do single principal Eyes Closed e a balada melancólica Don’t Forget Me. Com nove faixas inéditas, incluindo os singles Eyes Closed e Nice to Meet You, LOOM significa novos começos no horizonte, a empolgação por um novo dia e por momentos que ainda estão por vir. No ano passado, os integrantes do Imagine Dragons fizeram uma rara e merecida pausa das atividades na estrada, talvez a mais longa em muitos anos. Eles a aproveitaram ao máximo, dedicando tempo à família e aos amigos. Energizada por essa pausa e com uma perspectiva renovada, a banda se reuniu no estúdio e voltou com a mesma inspiração que alimentou seu material mais amado pelos fãs. Os músicos refletiram sobre o passado para se lançarem em um futuro em que as fronteiras entre gêneros desapareceram completamente e tudo é possível em termos criativos. Essa jornada os levou ao seu trabalho mais dinâmico e definitivo até hoje, LOOM.
Camila Cabello busca inspiração nas raízes de Miami para C,XOXO

A cantora Camila Cabello lançou o quarto álbum da carreira, C,XOXO. O projeto representa uma evolução para a cantora e compositora à medida que ela ultrapassa limites com um álbum que é exploratório tanto musicalmente quanto visualmente, trabalhando em gêneros que vão além do pop e tirando inspiração de suas raízes em Miami. Produzido por El Guincho (Rosalía) e Jasper Harris (Post Malone), C,XOXO certamente desafiará expectativas, pois apresenta uma variedade de grandes nomes, incluindo Playboi Carti, Lil Nas X, Drake e mais. O álbum chega logo após o lançamento de sua mais recente faixa e videoclipe para Chanel No. 5, que destaca seu crescimento como compositora, usando trocadilhos inteligentes que celebram a confiança de uma mulher em suas ambições. O videoclipe que acompanha está repleto de coreografias envolventes, que complementam perfeitamente a faixa sensual. Os singles anteriores, I LUV IT (com Playboi Carti) e He Knows (com Lil Nas X), junto com Chanel No. 5, dão aos fãs um olhar mais profundo no mundo de C,XOXO. “Eu não sei se teria tido a confiança para pensar: ‘Eu posso fazer um projeto inteiro dessa forma’ antes disso”, ela diz. “Mas este álbum parece a versão mais pura da minha expressão criativa”. C,XOXO conta a história de Camila Cabello agora mesmo, em Miami, aos 27 anos, reconectando-se com amigos de infância e envolvendo-se novamente na família, na cidade natal e na vida após anos flutuando entre cidades e compromissos. É um álbum dirigido por estrelas polares autodescritas, faixas e letras e produções que a guiaram para “seguir apenas os caminhos que pareciam certos, estranhos, desafiadores, como nada que eu já havia feito antes, e nada mais”. É incrivelmente profundo em suas explorações sobre desilusões amorosas ser passada para trás e o consequente renascimento do amor-próprio e da confiança (June Gloom e Pretty When I Cry). É igualmente bombástico e divertido em seus sucessos como Hot Uptown e He Knows“.
Banda mexicana The Warning lança álbum Keep Me Fed

Retornando com um grande impacto, o trio de rock alternativo The Warning, formado pelas irmãs de Monterrey (México) Daniela, Paulina e Alejandra Villarreal, lançou o álbum Keep Me Fed. “Durante todo o processo, o trabalho estava nos consumindo. Ao impactar tudo o que fizemos, o álbum nos manteve alimentadas tanto criativamente quanto pessoalmente. Estamos convidando outras pessoas a participar e consumi-lo também”, comenta Paulina. Keep Me Fed é o quarto disco das mexicanas e sucede Error, de 2022. Iluminando a evolução da banda, as 12 faixas sugerem a amplitude de seu impressionante estilo característico.
Oswaldo Montenegro celebra 50 anos de carreira com disco especial

Uma lenda da música popular brasileira completa, em 2024, 50 anos de uma carreira brilhante e cheia de momentos inesquecíveis! Oswaldo Montenegro está em um projeto para comemorar o marco, que envolve uma turnê comemorativa e o lançamento de um álbum especial. Para este último projeto, que envolve três etapas, a escolhida foi Vicka, que lança, ao lado do mestre, um álbum, produzido em conjunto e que conta com releituras de faixas clássicas da carreira dele e com os doces vocais da paranaense. Ela foi selecionada, entre milhares de músicos e artistas, no projeto Junto Com Montenegro, para gravar um álbum ao lado dele e clipes, que já estão disponíveis no YouTube, com oito faixas no total, entre vocais de Oswaldo e Vicka, com suaves melodias acústicas de violões. Para chegar até aqui, Vicka enfrentou um julgamento criterioso para ser selecionada e ter a honraria de dividir um álbum com Montenegro. O júri da iniciativa foi formado pelo documentarista Paulo Henrique Fontenelle, pelo premiado produtor musical Alexandre Meu Rei e também por Ian Ruas, músico e cineasta, além da empresária artística Kamila Pistori. No final, a paraense foi escolhida. O conceito do álbum é usar e abusar da simplicidade, trazendo uma atmosfera entre dois amigos e com a interpretação das composições do menestrel e evocando uma bela química entre os dois. Vicka revela com emoção como foi encontrar e ter a oportunidade de fazer parte dos 50 anos de carreira de Oswaldo: “Conhecê-lo superou todas as minhas expectativas, ele e sua equipe me deixaram super a vontade para colocar minha personalidade na maneira de tocar e cantar. Foram dias muito leves de ensaios, gravações, conversas e risadas até definirmos o repertório e o conceito do álbum. É inspiradora a maneira que ele coloca paixão em todos os seus projetos, o cuidado artístico que tem com cada um deles e seu entusiasmo em continuar criando e se reinventando a cada ano que passa. Sua equipe é como uma grande família, e poder vivenciar alguns momentos nesse ambiente de muito respeito e carinho me emocionou muito.”
Rafa Martins explora a beleza do desconhecido no álbum “Dudaduna”

Uma duna é uma estrutura ao mesmo tempo móvel e que se molda com o tempo e o caminho. Inspirado tanto pelas estruturas naturais e por uma corruptela do termo “do nada”, Rafa Martins lança Dunaduna, seu segundo disco. Destaque do indie nacional nos últimos 15 anos ao lado da banda Selvagens à Procura de Lei, ele traz um olhar dançante e pop que veio de muita reflexão. “Em 2022 passei por alguns processos de rupturas em que caí de cabeça na terapia. A partir daí, decidi me reconectar comigo mesmo e consequentemente voltei a me empolgar com as possibilidades da vida. Nesse período vieram as composições do álbum. Tudo partiu da minha decisão de viver um período livre das minhas opiniões e das alheias e assim fui abrindo minha cabeça para várias coisas”, analisa Rafa, que trouxe inspirações do rock, do pop e de bandas independentes latinoamericanas. Os discos de Rafa Martins estão separados por dois anos, novas músicas e turnê com os Selvagens à Procura de Lei. Era preciso voltar ao aconchego da sua própria expressão e a partir desse porto seguro guiar o ouvinte por novos horizontes. Se o debut Paisagens é um álbum com composições guiadas pelo folk, com arranjos crus guiados pelo violão, o novo disco une guitarras, beats e programações. Fruto das transformações, Dunaduna foi gravado nessas dualidades entre caos e calmaria, entre São Paulo e Fortaleza. “Pra mim, é muito importante o discurso estar alinhado com a fase de vida em que eu estou e, pra esse meu trabalho de agora, as músicas saíram meio que de uma vez, numa leva, contando uma história, trazendo a tona o meu momento de vida de agora. Eu gosto de defender minhas músicas no palco de uma forma sincera, cantando o que eu vivi ou estou vivendo. Assim como as músicas dos Selvagens que eu fiz e faço puxados por algo que no meu feeling tem a ver com a banda. Seja pela letra ou por um caminho sonoro que a gente quer seguir”, ele conta. Desde o lançamento de seu debut solo Paisagens, o músico também lançou duas canções em colaboração com Bola, da banda santista Zimbra: Calcanhar e Sereno. O primeiro single, Labirintos, foi parte do projeto Radar Balaclava, em que o selo paulistano Balaclava Records lança faixas de artistas expoentes no mercado musical nacional. Agora, Rafa Martins está pronto para outras possibilidades musicais, líricas e estéticas. “Gosto de dizer que o álbum conta a minha história. Uma história que conto para mim mesmo, como se fosse uma carta minha pra vida”, conclui Rafa.
Chico Bernardes lança o sutil e potente álbum “Outros Fios”

A mudança de perspectiva que o tempo traz, e o amadurecimento que o acompanha, é explorado nas dez faixas de Outros Fios, novo álbum de Chico Bernardes. Neste projeto “pessoal, lúdico e experimental”, como ele mesmo o define, o cantor e compositor paulistano encontrou palavras e texturas para falar do passado e de questões que o inquietam sobre o presente e o futuro. É de pouquinho em pouquinho, entre vocais calmos e melodias delicadas que tomam espaço, que o ouvinte adentra a cabeça de Chico Bernardes. “Esse álbum é um grande quadro de quem pegou histórias de canções e as recheou de paisagens sonoras”, define ele. As letras carregam dúvidas diversas sobre a existência, bem como as vontades e a curiosidade que esses questionamentos despertam em cada um, em busca de levar a vida de maneira mais tranquila. Após um elogiado álbum de estreia, autointitulado Chico Bernardes (2019), Chico se desafiou a buscar sonoridades diferentes aos seus ouvidos e a experimentar novas habilidades neste segundo trabalho de estúdio, que marca sua primeira experiência como produtor musical e fonográfico. “Eu me vi muito mais como um cancioneiro focado na voz e no violão ao lançar o primeiro disco. Enquanto que, neste segundo, foquei em outros elementos de produção para colorir as canções”, explica ele. “A busca por uma identidade e o desafio de aprimorar o que eu já havia aprendido a fazer ganharam um peso importante neste novo projeto”, completa. A música Até Que Enfim fala sobre encarar a entrada na vida adulta com entusiasmo, respeitando que a poesia entre o que faz parte do passado e o que ainda está por vir tem o seu valor. Em Metades Minhas, com participação do músico João Barisbe (no saxofone e no clarinete), Chico aborda antigas histórias de amor que se tornam apenas frames de memória. Inerte é um comentário sobre o paradoxo de poder tanto e, ainda sim, não saber o que fazer, como se o excesso de possibilidades causasse um tipo próprio de paralisia. A faixa segue para o momento em que uma decisão inevitavelmente há de ser feita, abrindo caminho para a próxima canção. Desfazer traz à tona a ideia de que as pessoas são capazes de desapegar e reconstruir coisas ao longo da vida, sem a necessidade de sofrer com isso. Outros Fios dá nome ao lançamento e resume o que o cantor pretendia com esta produção. “Os acontecimentos da vida podem ser circulares, indo e vindo por fios. Cabelos crescendo, cabos elétricos, linhas do tempo, estradas e tudo mais que é capaz de nos conectar, como se um plano maior estivesse organizando tudo para nós antes mesmo que possamos perceber”, afirma. Ode À Perfeição aborda exatamente o contrário do que se imagina pelo seu título: o artista acredita que o coração deve ser capaz de errar para poder sonhar – até que a sua própria realização seja alcançada. Sonho Meu termina por ambientar o ouvinte em um espaço um tanto místico e meditativo, como se Chico estivesse lendo um diário em que reflete sobre o passado e o futuro que almeja. Assim, Motivo e Todacor, lançadas previamente, completam a tracklist do álbum. Além do lançamento digital, Outros Fios ganhará tiragem de 500 cópias em vinil pela gravadora Rocinante e o projeto Três Selos. A partir do dia 9 de julho, o disco impresso em cor branco marfim estará disponível para compra no site da Rocinante Três Selos, incluindo uma entrevista exclusiva com o cantor e compositor.
Após turnê de sucesso, Titãs lança o projeto “Titãs Microfonado”

Após a turnê Encontro, que celebrou os 40 anos do grupo com sete integrantes da formação mais clássica, o Titãs lançou o projeto Titãs Microfonado, pelo selo Midas Music. O novo trabalho será base de uma turnê de Branco Mello, Sérgio Britto e Tony Bellotto. Microfonado é um projeto desenvolvido por Rick Bonadio, que assina a produção do trabalho junto a Sergio Fouad, com objetivo de despir as canções de qualquer enfeite até colocar o ouvinte como se estivesse ao lado do artista no instante das composições dessas. Saem amplificadores, alto-falantes e caixas de retorno, entram violões, baixo acústico, bateria, e os únicos cabos são dos microfones que captam o som. Pensa nesse formato com o arsenal que os Titãs possuem. O início é matador, com o mato-grossense (e lenda) Ney Matogrosso em Apocalipse Só, do mais recente disco de estúdio do grupo, Olho Furta-Cor, de 2022. Após um descer das cortinas em cavalgada roqueira, o timbre melodioso de Ney junto ao piano é a fagulha intimista que domina o restante do trabalho. “Desde o comecinho da banda eu fiquei de olho neles”, lembra Ney. E eles voltam a 1984 na sequência num delicioso ska em Sonífera Ilha, e a peteca permanece no alto. Como é Bom ser Simples, com a carioca Preta Gil como parte do quarteto, tem um recado até irônico de tão verdadeiro em seu texto: “Como é bom ser simples/ E deixar tudo de lado/ Para viver despreocupado/ Dando adeus ao meu passado”. “A música tem tudo a ver com meu momento”, diz Preta. “Depois de assistir a um show, quando tinha 10, 11 anos, virei tipo groupie. Aí ficamos amigos e 30 anos depois tivemos oportunidade de gravar juntos”, completa. O recado da canção é mais do que direto, mas eles emendam com o primeiro single e quarta bola no ângulo – talvez não tenha música melhor para o timbre astral solar do gaúcho Vitor Kley do que o reggae Marvin, também de 1984. “Parece que nasci conhecendo Titãs, pelos meus pais escutarem. É uma banda que já vem no DNA. Que bom que existem os Titãs”, festeja Vitor. A Melhor Banda de Todos os Tempos da Última Semana é outro hino titânico, agora com um novo timbre na voz de Branco Mello with a little help from his friends. De Olho Furta-Cor, a rondoniense vocalista da potiguar Plutão Já Foi Planeta, Cyz Mendes, carrega a delícia cantada junto ao piano em Um Mundo. E do disco Sacos Plásticos, de 2019, a intro de bateria e a sonoridade oitentista enganam em Porque Eu Sei que É Amor até a melodia derreter no vocal doce da paraense Bruna Magalhães. “Eu os escutava desde os 5 anos de idade. Foi ainda mais especial porque sempre me identifiquei com essa música”, diz a cantora. A reta final de Microfonado traz mais um hino, mas, como é característica do grupo, nunca mofado. Cabeça Dinossauro carrega a fúria original do disco mais raivoso da história do grupo, nesta versão como um rap quase gangsta a cargo do carioca Major RD. “Essa música é muito importante pra mim, além de eu gostar muito de misturar gêneros”, conta o rapper. E o laço final do pacote é dado pelo pernambucano Lenine na ode ao baiano que batiza a música, Raul. “Eu já os conheci no palco, em um show no Rio. Estavam cantando Sonífera Ilha e foi um impacto grande”, lembra o artista.