Blink-182 emociona com álbum de reencontro de Tom, Mark e Travis; ouça One More Time…
Julico (The Baggios) lança Onirikum, segundo álbum da carreira solo

Paralelo ao The Baggios, banda sergipana com duas indicações ao Grammy, turnês internacionais e nome recorrente no circuito da música brasileira, o vocalista, guitarrista e compositor Julio Andrade dá passos firmes em sua carreira solo, em que atende por Julico, com o lançamento do segundo álbum Onirikum, um tributo à música, ao amor e à existência. Onirikum chega às plataformas de streaming por meio do selo Toca Discos, criado e administrado pelos renomados produtores Felipe Rodarte e Constança Scofield, do renomado estúdio carioca Toca do Bandido. A palavra que dá título do álbum é um neologismo, isto é, uma invenção de Julico para apontar algumas diretrizes das 13 faixas deste lançamento. Devira da palavra onírico(a), como ele explica: “Representa para mim um estado de espírito onde acesso aos devaneios e sentimentos mais profundos. Os sonhos são como janelas que nosso subconsciente acessa e revela mensagens, imagens, ideias, sons e os mais variados desejos e sensações. Nesse universo me inspirei para compor esse álbum, mergulhando nas minhas memórias límpidas e turvas traduzindo através do som e da escrita meus sentimentos sobre temas que me angustiam, me deixa feliz, me alivia ou simplesmente me move”. Para esta nova viagem, Julico também mergulhou ainda mais na música brasileira, principalmente na soul music. Mas tem também muito de samba rock, samba jazz, música nordestina, MPB, assim como pitadas do blues rock, apesar de mais sutis. Onirikum, o sucessor do elogiado Ikê Maré (2020, que figurou em diversas listas de melhores do ano), foi concebido ao longo de três anos. É um álbum diferente de Ikê Maré. Aqui, Julico canta de forma mais limpa, o que a destaca ainda mais sua voz única, assim como a produção, dele mesmo, é um passo adiante em mais um ofício do polivalente músico sergipano. O conceito também é inédito para a carreira de Julico. “Tem um pouco mais do meu coração sendo aberto e exposto sobre relacionamentos e devaneios”. A capa é diretamente conectada ao título, em relação ao viver pela arte e suas infinitas possibilidades. A arte que ilustra a capa de Onirikum foi desenvolvida pelo próprio Julico com ajuda a IA (Inteligência Artificial). “Tive uma autonomia de poder criar meu universo com minhas referências na arte visual. Assim, pude trazer mais detalhes com essa nova ferramenta, inspirada no surrealismo, brincando com distorções de formas. Tem, por exemplo, um cachorro como um dos elementos principais na capa. “O cachorro representa um ser maior pela sua pureza e honestidade. Ele nasce, cresce e morre assim, puro. Por isso pensei em deixá-lo em destaque na imagem, no meio do caos urbano e da confusão do dia a dia. Como um guerreiro, uma referência”, completa Julico. Segundo Julico, 80% de Onirikum foi concebido no seu home studio, em Aracaju (Sergipe), como guitarra, baixo, metais, percussão e parte dos teclados. Antes, aconteceu uma pré-produção com Ravy Bezerra, na bateria, no começo de 2023. “Trouxe ele para conhecer minhas música, colocar as ideias em cimas das minhas ideias de beats, mas é um disco construído em três anos. Eram mais de 30 músicas e listei 13 para o track list final”, revela o músico. Julico gravou baixou, violão, teclados, guitarras e vocais em Onirikum, e teve na bateria seu amigo Ravy Bezerra e percussões de Betinho Caixa D’agua.
Lê Almeida lança álbum I Feel in the Sky, uma jornada musical pelo mundo

Depois de percorrer mais de dez países com Oruã e somar a eles ainda alguns outros, junto à banda Built To Spill, Lê Almeida transforma essa jornada em seu novo álbum solo. I Feel in the Sky é uma viagem musical que reflete a evolução criativa de um artista que não se limita a fronteiras, trazendo faixas gravadas de São Paulo a Seattle, de Búzios a Nova York, guiado apenas pela liberdade criativa. O disco mostra como diferentes ambientes impactam a criação e produção da música, seja à beira mar, seja em meio ao caos urbano. Cada lugar visitado durante as turnês deixou uma marca indelével nas composições, e Lê se concentrou em criar uma atmosfera serena e calma, muito diferente de seus ambientes habituais, para aprofundar seu processo artístico. Daí o título, uma tradução daquele período em que o músico habitou outras realidades urbanas, dialogou com outras linguagens e, enfim, retornou às suas origens com uma visão mais plural que nunca. “Eu queria encontrar palavras que definissem o que é se sentir no céu. Independente de crença e qualquer orientação religiosa, apenas o sentimento livre de se sentir leve o suficiente para estar tão alto quanto no céu. Não encontrei essas palavras, mas me surgiu um mundo de pensamentos, anotações e insights sobre como criar e gravar fora de um ambiente violento influenciaram diretamente a minha musicalidade a criarem novos contornos sociais no meu modo de pensar”, Lê Almeida resume. Durante suas turnês, o cantor desenvolveu o hábito de escrever nos momentos livres, o que abriu muitas possibilidades diferentes ao excursionar pelos Estados Unidos e Europa com o Oruã e acompanhando o Built to Spill. Isso fez de I Feel in the Sky um álbum diversificado. Algumas canções foram resultado de sessões de improvisação livre, enquanto outras surgiram de situações inesperadas. As canções destacam a energia de cada local e mostram como essa energia afetou diretamente o rumo das músicas, tornando o álbum uma experiência verdadeiramente global. I Feel in the Sky não é apenas uma coleção de músicas; é a expressão de um artista que encontrou liberdade e inspiração em meio a diferentes ambientes culturais e geográficos.
Vapor, novo álbum do Bixiga 70, chega ao streaming; ouça!

Vapor, novo álbum da banda Bixiga 70, já está disponível nas plataformas de streaming. Composto por sete faixas, é o primeiro disco do grupo desde Quebra-Cabeça (2018). Malungu, o primeiro single do disco, dá a senha para os novos tempos. Convidada para gravar uma bateria, a multi-talentosa Simone Sou trouxe este tema cujo título, na língua africana Kicongo, significa “companheiro, igual”. E a banda, com seus novos componentes, o tecladista Pedro Regada e as percussionistas Valentina Facury e Amanda Teles, que até então tateava entre revisitar a sonoridade Bixiga 70 ou se aventurar por novos caminhos pulsou junto como um só coração. Conhecida no exterior como um agrupamento de “groove visionaries” a Bixiga 70 foi formada em 2010 São Paulo em meio ao revival afrobeat e o surgimento de uma nova geração – “saindo das telas para as praças, uma nova raça”, parafraseando um novobaiano. O nome do grupo vem do endereço do estúdio, pertencente ao guitarrista Cristiano Scabello, na rua 13 de Maio, coração do bairro do Bixiga ou Bela Vista, um mosaico de referências, de sua origem como um quilombo ao seu desenvolvimento como um dos principais redutos da colônia italiana – o que explicaria a profusão de casas de samba e cantinas, uma do lado da outra. Caso dos teatros-escola TBC e Oficina cuja importância e proximidade validam o apelido de “broadway paulista” que a região já teve. De um tempo para cá os boêmios ganharam a companhia dos nigerianos e a efervescência contínua. A todo vapor. Além de Cristiano, a banda é completada pelos “B70-históricos” Cuca Ferreira, sax barítono, Douglas Antunes, trombone, Daniel Nogueira, sax tenor, Daniel Verano, trompete, e Marcelo Dworecki, baixo, que mergulharam de cabeça na sonoridade trazida pelo tecladista Regada, um típico representante do novo som nordestino, responsável por introduzir o piseiro e o techno-brega, entenda-se o forró eletrônico, na africanidade paulistana habituada aos Hammonds e Rhodes. O mesmo se deu com as percussionistas Amanda e Valentina. Segundo o saxofonista Nogueira “foram meses tocando com esses músicos para chegarmos onde chegamos”. No que é secundado pelos colegas. “Vapor não é uma volta da banda, mas um renascimento”, concordam. A Bixiga 70 nasceu festejada como melhor show do ano, característica que manteve esses anos todos em que colocou o mundo todo pra dançar literalmente, do RecBeat pernambucano ao Fela Day em Amsterdam (ao lado de Tony Allen), do público do Roskilde Festival (Dinamarca), do Bananada goiano, do Glastonbury britânico, do SXSW (South by Southwest) americano ao Psicodália gaúcho. Dividiu o palco como nomes que vão dos lendários João Donato, Mateus Aleluia (Tincoãs) e Elza Soares a expoentes das novas gerações, como a banda Metá Metá, Luiza Lian, que dividiu um single com a Bixiga, e Tulipa Ruiz – com quem tocou em um casamento na Índia! Além de Simone, Vapor conta com mais participações, a começar por outro B70-histórico, Rômulo Nardes, na percussão. Também tocam no disco Mayara Almeida, saxofone e flauta, Marcelle Barreto, teclado e Vitor Cabral, bateria. Cabral, a exemplo de Simone (e de mim mesmo), tocou na Isca, uma das bandas de Itamar Assumpção (Simone tocou nas Orquídeas também!). É indiscutível que a Bixiga 70 não só evoluiu seguindo sua linha como se aventurou e, se mudou, mudou para melhor. Temas como Na Quarta-Feira (segundo single lançado), Parajú e Marginal Elevado Radial (que não nega a origem paulistana) seriam impensáveis sem o período pesado que passamos, sem a eletrônica, sem a gana de subir nos palcos de novo, sem o “sangue-nos-óio” aliado a (um) novo(s) olhar(es). A última música do disco é Lua Loa, nome inspirado na filha do baixista Dworecki. Uma prova do desenvolvimento psico-acústico experimentado pela banda, um tema mais ambicioso, intrincado e envolvente. Como diz Ferreira, “achávamos que se tocássemos juntos no estúdio iríamos captar a energia dos nossos shows. Descobrimos que não era bem assim Com o tempo começamos e estamos aprendendo a captar esse vapor”.
Space Animals lança primeiro álbum de estúdio, Season 1 – The Request

Os músicos Rike Roncoletta e Julio Pires, também integrantes da banda de rock NDK, lançaram o primeiro álbum de estúdio do Space Animals, Season 1 – The Request. O projeto, lançado em 2022, une a música instrumental, o amor pelos animais e uma energia espacial. Season 1 – The Request compila os nove singles lançados pelo projeto este ano e traz uma faixa inédita, The Night. O álbum já está disponível em todas as plataformas digitais pelo selo musical Marã Música, e The Night ganhou um videoclipe. O álbum, incluindo a nova faixa, traz a sonoridade típica do Space Animals, que os admiradores já aprenderam a adorar: lo-Fi misturando elementos eletrônicos como o orgânico do baixo da guitarra e dos teclados. “O processo de composição foi todo meu e do Julio, todas as músicas, começando por uma linha de alguns instrumentos e completando, sempre seguindo um desenho de construção de composição das faixas”, explica Rike Roncoletta. Antes de qualquer coisa, o Space Animals surgiu como um projeto de ajuda aos animais e toda a arrecadação vinda dele (seja através de streaming ou venda de merchandising) é destinada à ONGs cuja finalidade é a proteção animal. “Com este álbum, nossa ideia é seguir levando a ideia de ajuda aos amigos animais e às instituições que os apoiam. Com este lançamento, faremos o primeiro recolhimento da verba que a gente lucrou até agora para fazer a primeira doação real e efetiva à instituições. Vamos registrar este momento e dividir através das redes do Space Animals, pois queremos levar cada vez mais essa ideia adiante”, afirma Rike. “Então é claro que a gente busca fixar o nosso som, nossa ideia sonora, mas mais do que isso, buscamos passar a ideia do Space Animals e acredito que o álbum ajudará.” Há nove meses lançando singles individuais que iriam compor este trabalho, todos acompanhados de videoclipes que ajudaram a contar a história do universo do Space Animals onde, claro, um grupo de animais é protagonista, Rike e Julio estão ansiosos para a chegada do álbum aos apps de música. “A expectativa é muito grande porque é um álbum cheio de um projeto instrumental, algo grandioso para a gente, então estamos muito felizes”, afirmam os músicos.
Buena Onda Reggae Club lança álbum; ouça Take 3

O septeto instrumental Buena Onda Reggae Club está de volta com uma explosão de ritmos e energias positivas em seu novo e aguardado álbum, intitulado Take 3, lapidado a partir de referências da potência sonora musical latina, brasileira e jamaicana. Buena Onda Reggae Club tem uma reputação sólida por sua capacidade de misturar música jamaicana instrumental com uma variedade de ritmos globais, incluindo jazz, afrobeat e música brasileira. Take 3, o terceiro disco da banda, foi produzido em colaboração com o aclamado produtor Victor Rice, vencedor de dois Grammys Latinos como melhor engenheiro de mixagem (pelo trabalho com Tulipa Ruiz e Elza Soares). Esta parceria única resultou em um álbum que não apenas encapsula a rica diversidade sonora da banda, mas também alcança um novo patamar de criatividade e excelência. O álbum foi masterizado por Fernando Sanchez, do Estúdio El Rocha. Take 3 marca o retorno do Buena Onda Reggae Club após o período desafiador da pandemia. Durante esse tempo, a banda lançou uma trilogia de singles com uma estética cinematográfica, estabelecendo a base para a exploração sonora que agora define Take 3. Com dez músicas originais, o álbum é uma colheita de musicalidade envolvente e inspiradora, demonstrando a riqueza composicional de cada membro da banda de forma única. Este é um convite para os fãs antigos e novos embarcarem na viagem musical do grupo enquanto exploram novos horizontes sonoros e se conectam com o espírito positivo e contagiante da banda. O projeto foi contemplado pela 6a Edição do Programa Municipal de Fomento à Linguagem de Cultura Reggae/Rastafari – Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo. Buena Onda Reggae Club apresenta o Take 3 pela primeira vez com um show ao vivo para festejar o lançamento. O evento de lançamento acontecerá no próximo dia 19, na casa de shows CL Music Hall, uma das mais importantes e celebradas da capital paulista, localizada em Pinheiros. Os ingressos já estão à venda pelo Sympla.
Paramore surpreende fãs com álbum de remixes de This Is Why; ouça!
Carla Muzag lança segundo álbum de estúdio, 5 Orientes; ouças!

A cantora, compositora, violonista e atriz mineira Carla Muzag lançou seu segundo álbum, 5 Orientes. O disco dialoga e está relacionado com a percepção do meio interno e externo dos cinco sentidos, sendo assim, uma orientação da nossa própria intuição e para a artista intuição é para seguir, se redescobrir, viver bem e traçar caminhos. Aliado a isso, a presença da natureza e suas sabedorias ancestrais, temos os cinco elementos: terra, fogo, água, vento e éter que formam o conceito do álbum. 5 Orientes foi produzido pelo conterrâneo Sérgio Pererê e pelo pernambucano Jam da Silva. O álbum é inteiramente autoral e Carla Muzag divide composições com os dois produtores, além de participar diretamente de todo o processo de criação, produção, gravar todos os violões e assinar a arte da capa. O projeto do álbum é inusitado por reunir dois produtores musicais que dividiram a produção do álbum, gravado parte em Belo Horizonte (MG) e parte em Recife (PE) reunindo músicos dos dois estados. Em BH com Sergio Pererê as músicas produzidas foram: Essencial, Caminhos do Vento, Meu Ponto e Vertical, enquanto em Recife Jam da Silva produziu as músicas Maré, Destino (ODU) e Bem Perto. O álbum conta com a participação especial do percussionista e compositor Toca Ogan, integrante da Nação Zumbi, da musicista Kelly Rabequeira na música Maré e do músico e compositor Barulhista em Meu Ponto.
Gabriel Elias faz show de lançamento de novo álbum Casa Natura Musical

O atual estado de espírito do cantor mineiro praiano Gabriel Elias é só felicidade. Uma das vozes jovens mais importantes da atualidade, o artista, que está em primeiro lugar nas rádios do Brasil, lança neste domingo (8) o álbum Várias Ondas na Casa Natura Musical, em São Paulo. A apresentação contará com participações das bandas Maneva e Teatro Mágico e da cantora Roberta Campos. Várias Ondas, mais novo projeto fonográfico de Gabriel Elias, é pautado em colaborações com artistas de diferentes segmentos como Maneva, Melim e Zeca Baleiro, e já está disponível em todas as plataformas digitais. O álbum é um ponto de intersecção entre a sonoridade praiana do cantor que abre um diálogo musical com diferentes tribos. O espetáculo promete não apenas destacar as novas faixas, mas também incluir sucessos que marcaram a carreira do cantor, como Pequena Flor, Fiz Esse Som Pra Você e Somos Instantes, esta última em parceria com Vitor Kley. SERVIÇO – Gabriel Elias | Lançamento Várias Ondas Data: 08/10 – domingo Horários Show – 19h Abertura da Casa: 17h30 Classificação: 16 anos Casa Natura Musical Rua Artur de Azevedo 2134 – Pinheiros, São Paulo INGRESSOS – Valores Pista em pé – Lote 1: R$ 60,00/R$ 30,00 (meia-entrada)/ R$ 45,00 (meia-entrada solidária) Pista em pé – Lote 2: R$ 80,00/R$ 40,00 (meia-entrada)/ R$ 55,00 (meia-entrada solidária) Pista em pé – Lote 3: R$ 90,00/R$ 45,00 (meia-entrada)/ R$ 60,00 (meia-entrada solidária) Pista em pé – Lote 4: R$ 110,00/R$ 55,00 (meia-entrada)/ R$ 70,00 (meia-entrada solidária) Bistrô Superior: R$ 180,00/R$ 90,00 (meia-entrada) Camarote: R$ 200,00/R$ 100,00 (meia-entrada)