Quatro anos após Positions, Ariana Grande volta com Eternal Sunshine

Ariana Grande lançou seu sétimo álbum completo, eternal sunshine, o primeiro desde Positions (2020). O novo trabalho de estúdio da estrela americana já está em pré-venda na UMusic Store. Eternal sunshine traz o single de sucesso yes, and?, que estreou em primeiro lugar na parada Billboard Hot 100, que foi oitavo primeiro lugar de Ariana Grande na carreira e seu 21º hit no Top 10 hit da lista (Billboard Hot 100). Neste sábado (9), Ariana volta ao programa Saturday Night Live como convidada musical. A NBC americana exibe a partir das 23h30. No Brasil, também no sábado (9), a partir das 16h, a Universal Music Brasil e a House of Cabal realizam, no Studio 78 — Av. Paulista 1912, São Paulo — promovem o evento “eternal sunshine mini ball”, que celebra o aguardado lançamento do sétimo álbum de estúdio da cantora Ariana Grande. No evento, os fãs de Ariana Grande encontrarão alguns dos nomes mais relevantes da Cena Ballroom, especialmente os integrantes da House of Cabal, uma das maiores e mais imponentes Kiki Houses do Brasil. A imersão que será proporcionada visa não apenas divulgar o novo álbum da artista, mas também agregar valor de impacto social e, ao mesmo tempo, divertir, por meio de uma experiência interativa descontraída com fãs da cantora. Em entrevista exclusiva para a Apple Music, Ariana Grande não confirmou se irá excursionar com o novo disco. “Eu sinto falta de fazer shows. Realmente sinto. Se houver uma chance entre os lançamentos de Wicked ou logo depois, com certeza darei o meu melhor para fazê-los”, começou ela. “Só acho que, assim como a minha relação com a música, eu preciso redefinir a minha relação com os shows, que também sofreu muito devido aos meus próprios traumas e à minha falta de limites quando eu era mais jovem”.

Liam Gallagher e John Squire lançam o melhor álbum do ano (por enquanto)

Quando circularam pela primeira vez os rumores de uma possível colaboração entre Liam Gallagher e John Squire, a pergunta que todos fizeram foi: ‘Como seria isso?’ E quando lançaram o projeto com Just Another Rainbow e depois Mars To Liverpool, a resposta foi bem simples: ‘Exatamente como você gostaria que soasse’. Agora a dupla mais do que correspondeu às expectativas do público ao lançar seu álbum de estreia autointitulado. O projeto já está disponível em todas as plataformas de música. A faixa de abertura do álbum, Raise Your Hands, é uma declaração cheia de intenções. Um glam rock que Liam comparou à banda Roxy Music com um toque de piano ao estilo dos Stonesy, que faz surgir uma energia tão desenfreada que parece que eles acabaram de subir no palco para tocar. E como uma dobradinha de abertura com Mars To Liverpool, fica claro que a dupla colocou toda a sua paixão no set. Essa vibração permanece consistente o tempo todo, seja explorando momentos melancólicos que refletem em alguns dos solos lentos do Oasis e Liam (One Day At A Time) ou em melodias vibrantes que ecoam os primeiros Stone Roses (Just Another Rainbow), enquanto o turbilhão de riffs de John às vezes parecem uma sucessão natural de Second Coming (especialmente Love You Forever). No entanto, o projeto também fervilha com flashes de suas principais influências dos anos 60 e 70; uma pitada de poder dos Sex Pistols com um toque de Hendrix e do rock ‘n’ roll arrogante do The Faces. As sessões do álbum foram concluídas com a ajuda do produtor parceiro de Liam, Greg Kurstin, que também tocou o baixo, e do baterista Joey Waronker (Beck, R.E.M., Atoms For Peace). Liam Gallagher e John Squire levarão o álbum para a estrada no final deste mês, durante uma turnê que se esgotou instantaneamente. Joey Waronker também se apresentará com a banda, ao vivo, que é composta ainda por Barrie Cadogan (Little Barrie, Paul Weller), no baixo, e Christian Madden, nos teclados. Jake Bugg será convidado especial em todos os shows, exceto no Brooklyn.

Djonga relança os dois primeiros álbuns em LP; saiba como adquirir

Djonga relançou em LP de seus dois primeiros álbuns: Heresia e O Menino Que Queria Ser Deus. O licenciamento fica por conta do Projeto Rocinante Três Selos, uma parceria entre a fábrica Rocinante, Três Selos e Tropicália Discos. As reedições em vinil 180g chegam com capa simples rígida, envelope especial, postal e obi. Lançado em 2017, Heresia foi o primeiro álbum de estúdio de Djonga. Carregado de reflexões, críticas sociais e poesia urbana, o disco aborda desigualdade social, racismo, sexo e criminalidade. Através de suas rimas, explora de maneira fugaz o seu catálogo de referências, histórias, cenários e personagens. No repertório, sucessos imediatos como O Mundo é Nosso e Esquimó. Sucessor de Heresia, O Menino Que Queria Ser Deus, de 2018, foi também um sucesso. As participações de Karol Conká, Hot, Sidoka, Sant e Thiago Braga acrescentam camadas de complexidade ao projeto, onde Djonga mergulha ainda mais profundamente em sua vida pessoal em busca de maturidade e evolução. Os dois LPs estão disponíveis no no site Rocinante Três Selos. Além de Djonga, artistas como Gilberto Gil, Chico César, Pabllo Vittar, Urias, Liniker, BaianaSystem, Céu e Djavan já tiveram álbuns revisitados pelo projeto. Para o futuro, ainda mais lançamentos e surpresas prometem agradar fãs de vários estilos.

El Presidente apresenta álbum Beleza tem Cura, produzido por Benke Ferraz

Formado em Aracaju por integrantes de bandas como The Baggios, The Renegades of Punk e Cidade Dormitório, El Presidente não tem medo de experimentar. Os músicos mergulham profundamente na música psicodélica resultando num soft dark, psy pop, à brasileira, presente no álbum Beleza tem Cura, com produção assinada por Benke Ferraz (Boogarins). O disco foi gravado por Ricardo Ramos no Estúdio Orí com músicos experientes da cena Serigy e Brasileira. Beleza tem Cura reflete sobre a caminhada humana em meio a um sistema fadado ao fracasso. A obra de nove faixas conta com participações de Benke Ferraz, Tori e Yves Deluc (Cidade Dormitório). Beleza tem Cura revela que apesar de tudo parecer ok, nada está assim tão bem: nada me assusta mais que o ar, versa El Presidente em Baía Branca; pânico na city/ romance não cabe/ em seu portátil flexlife, aponta a homônima Beleza tem Cura. El Presidente surgiu a partir de um pseudônimo de João Mario, que produzia as próprias músicas. No projeto solo, João Mario lançou EP I (2015) e o single Piso de Cabeças (2016). O músico quis testar as músicas com banda e para isso convidou Gabriel Perninha (The Baggios) e Fábio Aricawa (Cidade Dormitório) a fazerem parte do projeto. Os três começaram a compor juntos e lançaram Edf Futuro (2018), que ganhou clipe, assim como Piso de Cabeças. Mais tarde, Aricawa convidou o músico e produtor Gagau para integrar o time, resultando na formação atual da banda.

Sensação australiana, The Terrys lança álbum Skate Pop; ouça!

O quinteto australiano The Terrys, sensação da cena local, lançou o segundo álbum da carreira, Skate Pop, na última sexta-feira (30). O sucessor de True Colour (2022) traz 13 faixas autorais. Skate Pop foi antecipado pelos singles Silent Disco, Clouds, No Bad Days e Favourite Place, além de Tokyo, que veio junto com o álbum. The Terrys é formado por Jacob Finch (vocais), Lukas Anderson (guitarra), Ben Salvatori (guitarra), Cameron Cooper (bateria) e Trent Cooper (baixo).

Com saúde mental das novas bandas no foco, The Snuts lança Millennials

A banda escocesa The Snuts revelou o terceiro álbum de estúdio, Millennials, que tem como foco temas relacionados à saúde mental. O disco também marca o recomeço da banda como independente. Após estourar mundialmente com o álbum W.L. (2021), The Snuts viu o segundo disco, Burn The Empire (2022), flopar nas paradas. O mau desempenho levou o quarteto de Glasgow a montar a própria gravadora, Happy Artists Records. De acordo com os músicos, a ideia veio após ouvir de uma executiva de uma gravadora que não havia nada pior do que ver um músico feliz. Em resumo, o grupo diz que se cansou das demandas, incluindo um foco maior em tornar a banda viral por meio de vídeos do TikTok e conteúdo de mídia social, algo muito comum nas grandes gravadoras. Em entrevista ao The Edit da BBC Escócia, o vocalista Jack Cochrane detalhou mais a proposta de Millennials. “Vamos construir um ambiente mais saudável e seguro para jovens artistas. Quando assinamos um contrato com uma gravadora, o cenário era totalmente diferente. A música estava na vanguarda, foi para isso que você foi convidado a se vender. Neste momento a paisagem diz ‘como é a sua personalidade, como vendemos isso’ e a música vem depois. Esperamos que possamos criar um espaço onde existam recursos para artistas mais jovens que estão sentindo aquela tensão mental de ter que estar diante das câmeras [o tempo todo]”.

Clássico do pós-punk britânico, Modern English lança álbum 1 2 3 4

A clássica banda de pós-punk inglesa Modern English está de volta. Na sexta-feira (23), o grupo lançou o nono disco de estúdio, 1 2 3 4. Anteriormente, a banda já havia relevado o single Not My Leader, que é uma porrada em estadistas gananciosos. Em comunicado para a imprensa, o vocalista e guitarrista, Robbie Gray, falou sobre a faixa. “Lembro-me de ter vindo para a América no início dos anos 80. Tínhamos Margaret Thatcher e Ronald Reagan. E depois avançamos até hoje, para Donald Trump e todos os políticos e organizações empresariais que o seguiram – juntamente com a sua corrupção e ganância. É a mesma coisa 40 anos depois, na verdade. É a mesma merda que faz uma pessoa comum se sentir mal. Not My Leader é uma música contra essas pessoas”. E o álbum tem ótimas músicas como Not Fake, Plastic e Long in The Tooth, que abre o álbum. O mais notável no álbum é a sua capacidade de equilibrar a ousadia com um sentimento de introspecção e nostalgia. É o reflexo de uma banda que amadureceu, oferecendo uma perspectiva diferenciada do mundo através das lentes de sua extensa jornada na indústria musical.

Rod Stewart e Jools Holland celebram as big bands no álbum Swing Fever

Rod Stewart e Jools Holland lançaram, com a sua Rhythm & Blues Orchestra, o aguardado álbum Swing Fever, uma brilhante saudação de 13 faixas às canções dos anos 30 e 40 das big bands, reavivadas por dois verdadeiros gigantes do cenário musical. Pela primeira vez, os novos parceiros da Grã-Bretanha uniram-se oficialmente para partilhar a sua destreza incomparável num tributo a canções verdadeiramente fantásticas como Ain’t Misbehavin, Almost Like Being In Love, Pennies From Heaven e Lullaby Of Broadway. Swing Fever é a concretização de conversas entre Rod Stewart e Jools Holland, que começaram durante a pandemia, e do sonho de Rod de fazer um álbum com músicas que foram, em muitos aspectos, o rock ‘n’ roll de sua época. “Eu estava fazendo as malas para passar o Natal e você me ligou. Não tínhamos conversado muito antes. Pensei ‘Eu amo Rod, que emocionante’, e você disse ‘Eu quero fazer um disco’. Sempre fui fã de Rod e vi que gostávamos das mesmas coisas”, conta Jools. Ainda sobre o projeto, ao longo de cerca de doze sessões coletivas, a intimidade do espaço de gravação combinou-se com o brilho do cancioneiro. Jools resume o charme espontâneo de Swing Fever. “Essa música tem um forte efeito em mim. E sempre que a coloco para as pessoas, elas também sentem isso, querem se movimentar. A música é uma expressão de muitas coisas diferentes, e a alegria é uma parte importante do que ela faz”.

Guitarrista original do Kiss, Ace Frehley revela álbum 10,000 Volts

Guitarrista original do Kiss, Ace Frehley lançou o álbum 10,000 Volts, o primeiro desde Origins Vol. 2, divulgado em 2020. O trabalho conta com 11 faixas em 40 minutos. “Estou muito feliz com o resultado do disco. Muitas vezes eu gravei discos onde às vezes você olha três ou quatro músicas do álbum e as considera não tão boas quanto algumas das outras e você meio que os considera como preenchimento. Mas não acho que haja nenhum preenchimento neste álbum”, comentou o guitarrista, em entrevista publicada no site Blabbermouth. Aos 72 anos, Ace Frehley marcou época no Kiss. Permaneceu na banda entre 1973 e 1982, 1996 e 2002). Gravou os principais álbuns do grupo, além de ter feito parte do Acústico MTV.