Ana Soto carrega sua identidade e vivências pessoais em LifeBlood

A cantora Ana Soto, aposta da Alma Music para a cena da música pop, divulgou nesta sexta-feira (16) o álbum LifeBlood, que conta com dez músicas. O álbum está disponível em todas as plataformas digitais. O trabalho é um projeto pessoal de Ana, pois ela se inspirou em sua própria vida ao selecionar as músicas, que retratam suas experiências e emoções. Mesmo com uma abordagem majoritariamente pop, cada faixa apresenta um gênero secundário. “As letras são profundas e verdadeiras e acredito que talvez seja este o motivo que torna o lançamento tão especial”, comenta a artista. “Quis compartilhar com o mundo um pedaço de mim mesma e acredito que consegui. Cada música representa uma parte importante da minha vida e retrata diversas experiências”, conta.. Espero que as pessoas se identifiquem com as letras e consigam se conectar com as músicas”, completa Ana.

Kelton faz viagem sentimental no álbum “Esperar Aquela Dança”

Um rock alternativo ao mesmo tempo familiar e surpreendente marca Esperar Aquela Dança, quarto álbum do cantor, compositor, guitarrista e produtor musical brasiliense Kelton. Celebrando seus 40 anos de vida e dez de carreira solo, ele faz do disco um registro de vida e de experiências que se conectam com a vida dos ouvintes. “Esse disco contém quarenta anos de vivências. Talvez por isso tenha levado cinco anos pra chegar no resultado final, que por sinal é bem diferente do que eu havia imaginado quando compus essas músicas em 2018. Aconteceu muita coisa nesse tempo: fiquei solteiro, conheci a boemia de perto, perdi uma amiga muito querida, conclui um doutorado em direito, comecei a fotografar (e isso se tornou uma coisa muito séria), casei, separei, aprendi a cuidar de plantas, fiz terapia, recebi alta”, conta o artista. “Acho que esse é o primeiro disco que eu faço que não é triste. Tô de bem com a vida e feliz com as minhas escolhas. Espero conseguir levar um pouco desse contentamento para quem escutar esse álbum”. No novo trabalho, Kelton se inspira no som dos anos 70 e 80 que foram parte da sua formação artística para buscar uma identidade madura e distante do intimista álbum anterior, Ofício da Solidão (2021). Composto antes da pandemia, o disco soa profético com os rumos do Brasil dos últimos anos ao trazer questões universais de modo muito pessoal. Esperar Aquela Dança trará ainda participações especiais da também brasiliense Adriah e de Ian Fonseca, tecladista e vocalista da banda amazonense Supercolisor. “Esperar Aquela Dança é sobre observar o mundo e a si mesmo, ver no que vai dar; viver com muitas inseguranças sobre o amanhã e ainda assim decidir viver amorosamente, com empatia pelo outro, continuar sonhando, de alguma forma”, reflete ele O disco virá para consolidar uma carreira que já conta com dois EPs e três álbuns. O videoclipe de sua música Sem Concerto venceu o 3º Festival de Cinema Curta Brasília (prêmio do júri e escolha do público). Como produtor musical, Kelton assinou trabalhos elogiados pela crítica especializada, incluindo artistas como Joe Silhueta, Beto Mejía, Profissão de Urubu, entre outros.

Trio de tons psicodélicos, Au Revoir Saudade lança álbum; ouça!

Uma parisiense no México, um carioca em Londres e um paulista em Paris criaram o trio Au Revoir Saudade durante a pandemia e decidiram compor e gravar um álbum juntos para matar a saudade. Na onda de bossas psicodélicas e batucadas metafísicas, o disco de estreia se desenha na lembrança de praias desertas e do caos das grandes metrópoles. Passeando entre sintetizadores, violinos e guitarras, MOMO., Anne Gouverneur e Caetano Malta nos guiam em uma viagem radiante entre os dois continentes. As nove faixas, de autoria do trio, foram gravadas em Paris e trazem mixagem de Bruno Buarque (que também tocou bateria) e masterização de Leonardo Shina. A faixa Ordinary Love chega ecoando a new wave do anos 1980, mas com pitadas de frevo, e fala sobre as contradições de sentir falta de um amor caótico. O videoclipe foi dirigido por Indira Domicini. Avril Ipanema é nostálgica na medida certa e traz letra em português e francês. MOMO. é Marcelo Frota, cantor e compositor brasileiro, conhecido ex-membro-fundador do grupo de MPB Fino Coletivo, do Rio de Janeiro. Elogiado por nomes como David Byrne (The Talking Heads) e Patti Smith, o artista já foi destaque na imprensa internacional, e seu disco de estreia entrou na lista de melhores do ano do jornal Chicago Reader. Ao longo de sua carreira, foram diversas turnês mundo afora e participações em tributos a Caetano Veloso, Clube da Esquina e Cazuza, além de um Prêmio Multishow. Já lançou seis álbuns solo. Destaque para as faixas Higher Ground, Diz a Verdade e Sereno Canto. Anne Gouverneur é violinista, multi-instrumentista e cantora. A artista já tocou ao lado de diversos artistas da cena francesa (Bertrand Belin, Albin de la Simone, JP Nataf, Piers Faccini), participando assim da gravação de mais de 50 álbuns (Thomas Fersen, Jacques Higelin, Miossec, Júpiter & Okwess). Foi integrante do grupo Les Colettes, lançando 2 EPs, e do grupo Baum, lançando um álbum pela gravadora Sony Music. Em 2021 lançou seu primeiro álbum solo como cantora e compositora, intitulado ‘Première fois’, apresentando um pop onírico que mistura sutilmente suas inspirações clássicas com sons modernos. Caetano Malta é músico multi-instrumentista, compositor, cantor e produtor musical nascido em São Paulo, Brasil. Desde 2005 trabalha com diversos artistas da cena atual brasileira, como Lucas Santtana, Karina Buhr e Bixiga 70. Após inúmeras turnês viajando o mundo acabou em 2017 se estabelecendo em Paris. Em dezembro de 2018 lançou seu primeiro disco solo, o EP Bambini.

Janelle Monáe lança The Age of Pleasure; ouça o álbum!

A cantora Janelle Monáe lançou o álbum The Age of Pleasure, via Wondaland Arts Society/Atlantic Records – uma distribuição nacional Warner Music Brasil. Com produção executiva da própria Janelle, em parceria com Nate Wonder, Chuck Lightning e Sean “Diddy” Combs, The Age of Pleasure inclui singles como Champagne Shit, Phenomenal (feat. Doechii) e Waterslide, juntamente com a faixa que já é sucesso, Lipstick Lover, além de Float (Feat. Seun Kuti + Egypt 80). A artista celebrará ainda sua nova fase com a The Age of Pleasure Tour, começando em 30 de agosto em Seattle, WA’s WAMU Theatre e depois viajando pela América do Norte até meados de outubro. Produzida pela Live Nation, a turnê de 26 cidades fará paradas em locais históricos como Morrison, CO’s Red Rocks Amphitheatre (7 de setembro), Chicago, IL’s Byline Bank Aragon Ballroom (14 de setembro), Toronto, ON’s Massey Hall (21 de setembro) , Radio City Music Hall de Nova York (26 de setembro), Brooklyn, Kings Theatre de NY (28 de setembro), Nashville, Ryman Auditorium de TN (3 de outubro) e Atlanta, GA’s Fox Theatre Atlanta (6 de outubro), até o encerramento da turnê em Inglewood, YouTube Theater da CA (18 de outubro).

Afro-X lança álbum de ‘love songs’; ouça Motivos

Afro-X lançou hoje, Dia dos Namorados, o álbum Motivos, em uma proposta diferente do que o rapper tem feito durante toda a sua consolidada carreira.  Com o início do processo de composição no último ano, o artista se inspirou em diferentes sentimentos de suas vivências e produziu, durante seis meses, o que considera um divisor de águas em sua carreira. “Falar de amor sempre está na moda, e o rap também de certa forma, ironicamente ou não, fala de amor através de um conselho para um parceiro superar as dificuldades do dia a dia. É muito legal você estar apaixonado a essa altura do campeonato. É muito louco ter essa rica oportunidade de amar”, comenta o artista, que teve como uma de suas grandes inspirações sua esposa Roberta, com quem construiu uma relação que já completa três anos. Para além do amor romântico retratado nas ‘love songs’, Afro-X também aborda o amor à vida, como na faixa Gratidão. “Consegui superar aquele inferno [Carandiru] que é a ineficiência do Estado, e 20 anos depois a gente vê que o sistema só está piorando as pessoas, porque quem está lá dentro sai pior”, analisa o rapper, em homenagem ainda a seus companheiros do 509-E e à transformação musical que conseguiram instaurar dentro do extinto presídio.  Para tratar de temas tão profundos e universais, Afro-X explorou outros gêneros para as canções inéditas, apostando nas sonoridades da black music. “Fui um dos primeiros rappers a fazer essa fusão com a música clássica. Neste trabalho quis aliviar não só os discursos, mas também as músicas, trazendo leveza. É um projeto de love songs que tem toda essa possibilidade de dialogar com diversos públicos porque a batida vai continuar sendo a pesada do rap, mas traz uma viagem por outros gêneros, como o soul, funk, R&B, jazz, reggae, samba, com a visão de fazer as pessoas dançarem também”, completa.  “Eu precisava fazer um álbum desses, totalmente autoral, onde escrevi todas as letras. É só um spoiler de muitas coisas boas que estão por vir!”. A faixa, que leva o nome do disco, chega com videoclipe, que traz participação de Roberta, sua esposa há três anos. “Fui pega de surpresa ao saber que ele gostaria que eu participasse, é uma história nossa que conta um pouco sobre o nosso amor. Não sou uma pessoa tímida, mas também não vivo uma vida de figura pública como ele, então, tentei interpretar do meu jeito, mostrar um pouco do nosso carinho e, claro, amei contracenar com ele, meu marido, meu companheiro, parceiro. Sou fã, admiro muito o trabalho e a pessoa que ele é”, completa.

Christine And The Queens lança Paranoïa, Angels, True Love; ouça

Christine and the Queens está de álbum novo! Já está disponível em todas as plataformas digitais o aguardado disco Paranoïa, Angels, True Love. Inspirado na peça icônica de Tony Kushner, Angels in America, este álbum é a segunda parte de um gesto operístico que já percorreu o Coachella e a Europa. Com 20 faixas, vale destacar a participação de ninguém menos que Madonna e 070 Shake ao longo do repertório. A faixa-foco, A day in the water, a quarta canção do álbum, é uma balada suave em uma batida cuidadosamente esculpida com Mike Dean (Lana Del Rey, Beyonce). No topo de um autotune poético e uma chamada e resposta comovente, Chris reflete sobre um sentimento de invulnerabilidade momentânea. “Este novo disco é a segunda parte de um gesto que também inclui meu disco de 2022, Redcar les adorables étoiles. Partindo da inspiração na dramaturgia gloriosa de clássica peça de Tony Kushner, Angels in America, Redcar era colorido e absurdo feito o Prior (personagem central da peça, um homem com aids que é visitado por um anjo) em seu espaço de sonho insano. Seu sucessor, Paranöia, Angels, True Love, é a chave para uma transformação que abre o coração, uma oração para o eu que respira por todos os amores de que é feita. A agonia real de Prior em Angels in America é um processo profundo e doloroso, um derramar de águas e memórias que permite aos anjos uma profunda imersão e que proporciona um amor também profundo, um amor que muda a narrativa, um descanso no amor de verdade”, comenta Chris. Das 20 faixas de Paranoïa, Angels, True Love, Christine and the Queens já haviam divulgado três singles: To Be Honest, True Love e Tears Can Be Soft.

McFly lança álbum com influência oitentista; ouça Power to Play!

Com muitas guitarras e uma sonoridade bem diferente, a banda inglesa McFly lançou o álbum Power to Play. O sétimo disco de estúdio do grupo traz inspirações fortes do rock dos anos 80, que influenciou a formação musical dos artistas. Os singles Where Did All The Guitars Go? e God of Rock & Roll anteciparam a novidade, que nasceu no McFly HQ: primeiro espaço exclusivo para composição da banda em todos esses anos. Um dos principais nomes de sua geração, o McFly é formado por Tom Fletcher (vocal/guitarra), Danny Jones (vocal/guitarra), Harry Judd (bateria) e Dougie Poynter (baixo). Focando na diversão, o McFly buscou, no novo álbum, uma sonoridade que brinca com o glam rock e heavy metal, inspirado em nomes como Van Halen, Mötley Crüe, Poison e Def Leppard. A produção ficou por conta de Danny em parceria com Jason Perry. Após um período de hiato e a pandemia, a banda finalmente pôde se conectar com o antigo estilo de escrever suas músicas. “Guitarras, honestidade, energia, todos os traços que trazem identidade à banda”, diz Danny. Dougie acrescenta: “Queremos fazer um álbum para sentir vontade de pegar uma guitarra e pular na própria cama. É um álbum que conta uma história, pura felicidade.” Ouça Power to Play abaixo

Jully lança álbum SOS; ouça!

Depois de chamar a atenção para os problemas do planeta através de nove canções lançadas entre o final de 2020 e 2023, a cantora e compositora Jully apresenta o álbum SOS em sua versão final: além dos singles, sete novas faixas trazem temas que só uma ativista como ela conseguiria colocar em pauta no mercado da música. A própria faixa-título já começa dando um recado e, com a parceria da cantora franco-brasileira Virginie Boutaud (mais conhecida pelo início da carreira junto à banda oitentista Metrô), deixa claro em duas línguas que é preciso cuidar do mundo todo: O planeta pede paz, recita Jully já na introdução. “O álbum SOS é um pedido de socorro do planeta e dos outros animais que aqui habitam, os quais estão sendo dizimados por nós, seres humanos. Está na hora de entendermos que somos todos animais moradores deste planeta, e todos merecemos ter nossos direitos básicos respeitados, independente da espécie ou qualquer outra classificação que nos defina. Fazemos parte da Terra, e precisamos entender que, sem a natureza, não somos nada”, afirma Jully, recém-premiada na categoria Música Eletrônica do Prêmio Profissionais da Música 2023, realizado entre os dias 2 e 3 de junho. A cantora e compositora já trouxe a questão dos animais à tona em Somos Todos Um, cantou a morte e a apatia vivenciada no Brasil da pandemia em Distopia, convidou o ouvinte para uma mudança individual em Tears of Fireflies e chamou a atenção para a covardia de humanos com os animais em Milk e em Stolen Babies. Humanizar deu um feedback sobre o impacto do que tem sido feito com o planeta e The Begining falou sobre cuidar da Terra e buscar outras formas de interação com o planeta. Em Libertação, Jully enfatizou que todos os seres deveriam ter seus direitos básicos respeitados. Em Out of Time, avisou que o tempo para impedirmos maiores catástrofes na Terra está acabando. Músicas lançadas em português, em inglês e agora em francês, para o mundo ouvir e refletir, já estão disponíveis nas plataformas formando uma narrativa completa em plena Semana Mundial do Meio Ambiente (5 a 9 de junho). “Durante a pandemia senti um forte chamado para trazer, através da música, mensagens de consciência e transformação, em prol de um mundo mais ético e justo para todos os seres. Quando produzi Somos Todos Um0, primeiro single que lancei deste álbum, senti um chamado a elevar a voz dos animais e dar visibilidade para eles. A sexta extinção em massa está em andamento e continuamos nos ocupando com valores superficiais e ultrapassados.” Com as novas faixas – Atualidade, Alma, Temptation, Veneno, Guardian, Prelúdio e SOS – o álbum poliglota SOS também veio acompanhado de diversos clipes, todos tocantes. Das novas, a faixa-título chega com clipe dirigido por Levindo Carneiro no qual pode-se ver Virginie Boutaud, ativista como Jully, cantando em francês: “Un cataclysme, un brouillard, un tremblement de terre, une balle dans la poitrine”, versão em francês do refrão cantado pela parceira (Um cataclisma, um nevoeiro, um terremoto, um tiro no peito). Além dessa participação e da do paranaense Marano – na já divulgada faixa Out of Time – Jully divide Temptation com o cantor norte-americano Johnny O. O álbum tem produção musical e arranjos do sul-africano radicado no Brasil Grenville Ries: todas as músicas do álbum, com exceção de SOS – que é parceria com Virginie Boutaud – são assinadas por Jully, que compõe ao piano e violão. Carlos Trilha assina a mixagem e a masterização. A imagem da capa foi feita pelo filho da cantora Marcus Beretta. O assunto é tão potente e tem tão poucas vozes no mundo artístico levando essa mensagem à frente que o resultado do trabalho da artista vem alcançando outros países, como a Rússia. “Não cabe mais nos dias de hoje, com tanta riqueza de informação e tecnologia, vivermos às custas da exploração alheia. A Terra nos dá fartura de alimento e todo tipo de matéria-prima para que possamos desenvolver um mundo pacífico sem dominação do mais fraco e vulnerável, e sem poluirmos o solo, a água e o ar com os restos de seus corpos violentados”, resume a cantora e compositora, cuja estética é muito particular e a torna, sem dúvida, a primeira e maior representante dos direitos do planeta Terra no mundo da música.

Mike Ness revela câncer e Social Distortion adia turnê e gravação de álbum

O vocalista do Social Distortion, Mike Ness, foi diagnosticado com câncer de amígdala em estágio um e está se recuperando de uma cirurgia. Como resultado, o Social Distortion adiou sua próxima turnê nos Estados Unidos e interrompeu a gravação de seu oitavo álbum de estúdio. “No meio da pré-produção, fui diagnosticado com câncer de amígdala em estágio um”, disse Ness em um comunicado divulgado na quarta-feira. “Eu estava me sentindo bem o suficiente para continuar gravando no estúdio até o dia anterior à cirurgia. A banda e eu estávamos muito inspirados e empolgados para gravar essas faixas, que por sinal soam INCRÍVEIS!”. “A recuperação da cirurgia é um processo diário e em três semanas começamos a radioterapia e essa deve ser a última terapia de que preciso”, explicou Ness. “A equipe de médicos está certa de que, uma vez terminado este curso, poderei iniciar o processo de cura e recuperação. Esperamos uma recuperação completa que me permita viver uma vida longa e produtiva.” Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Social Distortion (@socialdistortion)