Primeiro álbum solo de Filippe Dias ganha edição em LP duplo

Quando o assunto é guitarra, Filippe Dias é um dos nomes mais interessantes da atualidade. Seu trabalho dentro do blues rock o coloca na linha de frente do estilo no cenário brasileiro. Dias não é aquele tipo de guitarrista espalhafatoso, que jamais perde a chance de se exibir com demonstrações gratuitas de técnica e habilidade. Muito pelo contrário, ele não desperdiça uma nota sequer. Suas composições são sofisticadamente simples, onde cada riff tem um porquê e cada fraseado faz sentido. Filippe também se mostra um cantor competente, cujas linhas vocais funcionam como complemento ao seu estilo de tocar. Os esforços de Filippe Dias vêm sendo reconhecidos e ele acaba de faturar pela segunda vez o Prêmio Profissionais da Música, na categoria Artista de Blues (a primeira vez foi em 2019, quando lançou o EP Boderliner). Como forma de coroar este momento especial de sua carreira, o músico anuncia o lançamento em vinil de seu primeiro álbum solo. DIAS apresenta 11 canções autorais que transcendem as fronteiras do blues rumo à conquista de outros públicos. Filippe se nega a prender-se a rótulos e explora outros elementos musicais, como soul, R&B, jazz, folk e MPB. As letras são bilíngues e propõem reflexões sobre o tempo e seus efeitos. Gravado no Mosh Studios (São Paulo), o álbum foi produzido e mixado por Amleto Barboni, que também assina os arranjos orquestrais. A masterização foi realizada em Los Angeles (EUA) pelo renomado engenheiro de som Brian Lucey, que traz em seu currículo trabalhos com Liam Gallagher, Arctic Monkeys, The Black Keys e Depeche Mode, entre outros. “A ideia de lançar o álbum em vinil era algo que eu tinha em mente desde o início das gravações. Registramos o áudio analogicamente e masterizamos com o Brian Lucey, em Los Angeles, para oferecer a melhor experiência sonora possível ao ouvinte. Para viabilizar a prensagem do vinil duplo, contei com o apoio da Jack Daniel`s Brasil, que se identificou com a autenticidade do som e com a liberdade que pautou toda a produção, valores em comum com a marca”, comenta Filippe. A edição em vinil duplo de DIAS está à venda no site oficial do artista. A versão digital do álbum também está disponível nas principais plataformas de música.
Gabriel Aragão se reinventa em debut solo produzido por Marcelo Camelo

O cantor e compositor cearense Gabriel Aragão surge sentado, em uma manhã, em meio a um parque em uma imagem que remete ao clássico All Things Must Pass na capa de seu disco de estreia solo, Rua Mundo Novo. Se o álbum clássico de George Harrison foi um marco de reinvenção do Beatle, Aragão se encontra em paz, em nova fase de vida e alma pronto para sentir que pra ele tudo passa e ele pode recomeçar. É assim que ele se mostra no debut em que se despe do indie em prol de uma MPB contemporânea. “Pra mim, os conceitos vão se desenhando e ganhando nitidez até pouco depois de lançar, que é quando o público absorve letra e som, ressignifica. Aí eu sinto que fecha o ciclo e fico pronto pro próximo. Em Rua Mundo Novo, percebi, ainda em estúdio, que eu estava falando sobre o nordestino que mora no Sudeste, por vários ângulos: a luta pelo seu lugar ao sol, estranhamento, saudade de pessoas e da terra natal, situações difíceis, adaptação e dar a volta por cima. Nunca passei tanto tempo trabalhando em um disco. Tem sido uma alegria a cada etapa dessa construção ao lado de tantos parceiros desde a composição ao lançamento. Bem desafiador, uma montanha a ser escalada, mas a vista é maravilhosa”, reflete Gabriel. O álbum marca uma fase de renovação artística para ele. O artista recentemente lançou o primeiro EP solo, ABRECAMINHOS, e a releitura de Caminando, Caminando, uma canção de resistência e liberdade composta por Víctor Jara que Aragão regravou ao lado de Mateo Piracés-Ugarte (francisco, el hombre). Os lançamentos vieram na sequência da sua estreia literária, O Livro das Impermanências (Editora Letramento, 2021), do lançamento da trilha para o filme Malhada Vermelha e de mais de uma década à frente da banda Selvagens à Procura de Lei, referência no indie rock nacional. Com participação especial de Laura Lavieri, o álbum traz parcerias com Roberta Campos, Tagore, Mateus Fazeno Rock e com o próprio Marcelo Camelo dialogando liricamente com gerações diferentes. “Esse disco, ao pé da letra, me abriu como compositor e intérprete para novos horizontes. A Sorte, música minha e do Marcelo, foi um gol desses que surgem aos 45 do segundo tempo. Como eu já tinha esgotado as temáticas do disco, nessa, em particular, me inspirei na minha própria viagem a Portugal, vindo do Ceará, com muita garra pra fazer esse disco. Desejos Carnais, minha e do incrível Mateus Fazeno Rock, é uma antiga parceria que apenas agora encontrou um colo pra repousar. Tinha que ser nesse disco, valeu a espera. Sampa Sampa, minha e do Tagore, continua a temática do nordestino no Sudeste, que é algo que permeia todo o disco. Turva, minha e da Roberta, faz parte de uma série de composições que fizemos juntos ao longo da pandemia. Isso fora parcerias com Daniel Medina e Italo Azevedo, compositores de Fortaleza de mão cheia”, reflete Gabriel. Gravado em Portugal em uma imersão criativa no estúdio de Marcelo Camelo, o disco conta com mixagem de Ricardo Riquier e masterização de Carlos Freitas. “O Marcelo resgatou em mim uma leveza para compor que eu tinha esquecido. Talvez por conta da dureza do desgoverno que vivemos, da pandemia que me deixou bem deprê, tantas coisas. Mas lembro que nas primeiras trocar da gente ele me sugeriu deixar o meu lado solar brilhar mais. Isso me fez muito bem no lado da escrita, mas também pessoalmente, sabe? Além disso, acho que quando o produtor também é artista, as coisas levam mais tempo, a gente abstrai muito mais. É luxo se dar tempo para maturar hoje em dia em que tudo é pra ontem, mas deixar as coisas assentarem e dar respiro entre as etapas foi um trunfo que me trouxe até aqui e me sinto preparado pra entregar esse novo som para as pessoas”, reflete Gabriel.
Paura lança Karmic Punishment, oitavo álbum da carreira

O quinteto hardcore Paura acaba de lançar o novo disco Karmic Punishment, o oitavo da extensa carreira. Neste registro, a experiente banda paulistana mostra 13 faixas de um hardcore pesado, agressivo, que trazem debates sobre temas sociais e políticos sensíveis ao Brasil e ao mundo dos últimos quatro anos. Karmic Punishment foi gravado por Thiago Bezerra no Mastery Studio e no Canil Studios, mixado pelo mesmo no Madness Music Studios e masterizado por Will Killingsworth no Dead Air Studios. O álbum também está disponível em CD digipack por meio de uma parceria entre o Paura com os selos Conspiracy Chain, Samsara Discos, Tu.Pank Recs, Two Beers Or Not Two Beers, 255 Recs, Fuck It All Recs, Terceiro Mundo Chaos Discos, Tumba Produções, Distro dos Infernos, Lokaos e Vale do Caos Recs. Os riffs e batidas ainda mais raivosas de Karmic Punishment refletem o período em que a maioria das músicas foi escrita: no ápice da pandemia e o Brasil sob a nuvem negra de uma onda política excludente e mal intencionada. Entre trocas de integrantes e momentos de isolamento devidamente respeitados, a flexibilização permitiu ao Paura voltar a pensar neste novo disco. Assim, todas as músicas pré-escritas foram readaptadas com uma nova formação e a banda voltou ao estúdio. Ou seja, Karmic Punishment é um disco concebido durante todo o período pandêmico em meio ao caos social cotidiano, que assim como para muitos brasileiros, também foi ao Paura um momento bem pesado, com perdas, dor, medo, tristeza, indignação, protestos, enfim, uma intensidade potencializada como nunca. Karmic Punishment é ainda um álbum que traz a gênese do Paura ao longo destes 28 anos de carreira e que tem a própria história como referência para novos lançamentos. As 13 faixas do discos mostram um Paura que buscou inspiração na própria história entrelaçada às referências do dia a dia, nas trocas com bandas antigas e da nova geração, além de um olhar mais específico a nomes que pavimentaram o gosto pessoal dos músicos, como Celtic Frost, Discharge, Motorhead, Cro Mags, Metallica e Sepultura. Em mais um lançamento, o Paura traz seu hardcore pesado e único como voz altiva e incessante contra o racismo, contra o preconceito e contra as polarizações que segregam. “É mais um registro dentro do coletivo. Mais uma bandeira preta fincada. Mais uma força de voz dentro desse coletivo enorme formado por todo mundo que corre junto, que não desiste, que se entrega por algo maior. Vamos fazer muito barulho com o Karmic Punishment, incomodar muita gente, fazer tantas outras felizes. Mas ainda vamos gravar outros discos futuramente”, comenta a banda sobre o álbum.
Nothing But Thieves lança álbum Dead Club City; ouça!
Francisco, el Hombre transporta o público para um show em “10 AÑOS”

O quinteto Francisco, el Hombre abriu um novo capítulo de sua trajetória e reuniu as músicas mais marcantes de um show da banda no disco 10 AÑOS. O álbum traz 16 faixas, com novos acordes repletos de latinidades e composições que expressam todas as transformações que a Francisco, el Hombre experienciou ao longo da última década. “É a captação do nosso amadurecimento sonoro”, resume Sebastianismos sobre o novo trabalho. 10 AÑOS é a síntese das fases que a Francisco, el Hombre atravessou ao longo dos anos e isso fica claro logo na primeira faixa, que simula mudanças de estações de rádio e gera uma mistura dos acordes marcantes na trajetória do grupo. “A gente conseguiu manter uma sobrevivência da banda sem deixar de botar a cara a tapa, de dizer nossa mensagem e de lutar por aquilo que a gente acredita”, relembra Mateo. E traduzir tais movimentações em algumas faixas da tracklist não foi tarefa fácil, mas uma simples pergunta guiou todo esse processo, segundo Sebastianismos: “quais músicas não podem faltar na nossa festa de aniversário?”. Foi assim que composições dos primeiros trabalhos, como La Pachanga!, do EP de estreia La Pachanga! (2014); e Soltasbruxa, Tá com Dólar, Tá com Deus e Sincero, de Soltasbruxa (2016), foram escolhidas para integrar a obra. Os álbuns Rasgacebeza (2019) e Casa Francisco (2021) também foram contemplados neste resgate, com as faixas mais combativas, entre elas Chama Adrenalina, do primeiro, e as esperançosas e divertidas Nada Conterá a Primavera, Arrasta e Loucura, do segundo. Já canções como Matilha ultrapassam os minutos de suas versões originais e transportam o ouvinte ainda mais para a atmosfera enérgica do show da Francisco, el Hombre (algo alcançado ao incluir na faixa as interações que a banda faz com o público ao vivo). “Sempre fomos conhecidos por reinventar as músicas a cada show e, uma década de turnês e experiências depois, elas soam muito diferentes de como eram originalmente, não queríamos perder esse registro”, comenta Sebastianismos.
Nasi, do Ira!, participa do novo EP da TESS; ouça Mod

O novo EP da Tess, projeto liderado pelo cantor, músico e compositor gaúcho Daniel Tessler, resgata suas raízes musicais, a começar pelo próprio título, Mod. A escolha é uma homenagem explícita ao movimento iniciado na Inglaterra nos anos 1960 que revelou bandas como The Who e The Kinks. O impacto do movimento Mod na cena cultural foi tão forte, que reverberou na década seguinte, desencadeando o surgimento de outro gênero importante, o punk. Para fortalecer ainda mais a ideia que rege o trabalho, Tessler convidou outro fã notório da estética Mod. Nasi, o lendário cantor do Ira!, participa da música Eu Ando Pra Frente. “Daniel Tessler é um artista talentoso que apresenta as qualidades de alguns dos guitarristas do cenário Mod que eu mais gosto e suas novas músicas retratam muito bem isso”, comenta Nasi. “O Nasi sempre foi uma referência pra mim. Ele representa o Norte dentro de uma filosofia roqueira que eu tento praticar. Assim que o EP começou a tomar forma, eu o convidei para fazer uma participação especial. Ele aceitou e aí está! A presença dele é o maior selo de aprovação que eu poderia querer”, declara TESS, com orgulho. A potente Eu Ando Pra Frente, assim como as outras três faixas previamente divulgadas (Eu Não Consigo Entender, As Bruxas e Trauma Beat), exibe uma estrutura simples e direta, sem muitas mudanças de andamento ou arranjos super elaborados. O repertório do EP é conciso e as músicas transmitem uma sensação revigorante de underground capaz de colocar um sorriso no rosto até daqueles ouvintes mais rabugentos. Mod foi gravado no estúdio Track 74 (São Paulo) com produção do próprio Tessler, que demonstrou habilidade ao encontrar uma sonoridade que combina a alta fidelidade das produções atuais com o timbre glorioso das gravações da era pré-digital. E assim que rangem os primeiros acordes, vem à tona aquela energia mágica de som de porão, rock and roll cru e barulhento como se fazia antigamente.
Jully lança SOS, álbum que é um pedido de socorro para a Terra

Depois de chamar a atenção para os problemas do planeta através de nove canções lançadas entre o final de 2020 e 2023, a cantora e compositora Jully lançou o álbum SOS em sua versão final: além dos singles, sete novas faixas trazem temas que só uma ativista como ela conseguiria colocar em pauta no mercado da música. A própria faixa-título já começa dando um recado e, com a parceria da cantora franco-brasileira Virginie Boutaud (mais conhecida pelo início da carreira junto à banda oitentista Metrô), deixa claro em duas línguas que é preciso cuidar do mundo todo: “O planeta pede paz”, recita Jully já na introdução. “O álbum SOS é um pedido de socorro do planeta e dos outros animais que aqui habitam, os quais estão sendo dizimados por nós, seres humanos. Está na hora de entendermos que somos todos animais moradores deste planeta, e todos merecemos ter nossos direitos básicos respeitados, independente da espécie ou qualquer outra classificação que nos defina. Fazemos parte da Terra, e precisamos entender que, sem a natureza, não somos nada”, afirma Jully, recém-premiada na categoria Música Eletrônica do Prêmio Profissionais da Música 2023, realizado entre os dias 2 e 3 de junho. A cantora e compositora já trouxe a questão dos animais à tona em Somos Todos Um, cantou a morte e a apatia vivenciada no Brasil da pandemia em Distopia, convidou o ouvinte para uma mudança individual em Tears of Fireflies e chamou a atenção para a covardia de humanos com os animais em Milk e em Stolen Babies. Humanizar deu um feedback sobre o impacto do que tem sido feito com o planeta e The Begining falou sobre cuidar da Terra e buscar outras formas de interação com o planeta. Em Libertação, Jully enfatizou que todos os seres deveriam ter seus direitos básicos respeitados. Em Out of Time, avisou que o tempo para impedirmos maiores catástrofes na Terra está acabando. Músicas lançadas em português, em inglês e agora em francês, para o mundo ouvir e refletir, já estão disponíveis nas plataformas formando uma narrativa completa em plena Semana Mundial do Meio Ambiente (5 a 9 de junho). “Durante a pandemia senti um forte chamado para trazer, através da música, mensagens de consciência e transformação, em prol de um mundo mais ético e justo para todos os seres. Quando produzi ‘Somos Todos Um’, primeiro single que lancei deste álbum, senti um chamado a elevar a voz dos animais e dar visibilidade para eles. A sexta extinção em massa está em andamento e continuamos nos ocupando com valores superficiais e ultrapassados.” Ouça SOS, de Jully
Jason Mraz retorna ao pop no álbum Mystical Magical Rhythmical Radical Ride

Jason Mraz lançou o seu oitavo álbum, Mystical Magical Rhythmical Radical Ride, um retorno à parceria com o produtor Martin Terefe, responsável pelos hits I’m Yours e Lucky. O trabalho foi antecipado pelas dançantes I Feel Like Dancing e You Might Like It, além da balada Pancakes and Butter, marcada por um clipe que celebra o amor. O álbum chega no dia em que o artista completa 46 anos, acompanhado de um clipe para Feel Good Too, dirigido por Djay Brawner (All Time Low). O vídeo explora a recém-descoberta do artista pela patinação e traz Mraz livremente em Los Angeles, com a participação dos atletas profissionais Darion Reyes ,como coreógrafo, e Keon Saghari. Mystical Magical Rhythmical Radical Ride sugere a sensação de continuidade. Sua sensibilidade otimista e inspiradora reflete o pensamento de estar vivendo neste mundo. As músicas se entrelaçam, incentivando o ouvinte a curtir o álbum várias vezes, além de trazer pequenas referências ao passado de Jason e transformá-las em algo atual. “Para mim, a música é mágica porque primeiro há um vazio ou silêncio e depois estou tocando um instrumento ou cantando e, sem mais nem menos, sou um criador”, reflete Mraz. “Uma música pode vir de um lugar sombrio, mas o otimismo sempre estará presente. Sempre quero trazer o ouvinte de volta à luz.”
Portugal. The Man lança álbum Chris Black Changed My Life; ouça!

A banda Portugal. The Man lançou o álbum, Chris Black Changed My Life. O projeto foi produzido pelo lendário Jeff Bhasker (Beyonce). Além do lançamento, Portugal. The Man está incentivando os fãs a aprenderem um pouco mais sobre as campanhas “Frances Changed My Life” e “Chris Black Changed My Life”. Ambas as iniciativas capacitam pessoas, com o objetivo de celebrarem aqueles que impactaram suas vidas. “Chris Black era tão grande e tão cheio de vida que sua energia era um lembrete constante de como somos sortudos e de como devemos ser gratos pelas pessoas com quem compartilhamos esta vida. Eu sinto que é muito importante homenagear essas pessoas, e esse é o objetivo deste álbum – homenagear essas pessoas que mudam nossas vidas e dizer isso enquanto eles estão aqui. Nós amamos essas pessoas. Reconheça-os”, afirmou o vocalista e guitarrista da banda, John Gourley. Portugal. The Man fez seu retorno triunfal no início de março com a contagiante canção Dummy, que se tornou o quarto single da banda no Top 5 na Alternative Radio, por 15 semanas, e foi imediatamente elogiado pela Billboard como “um jingle apocalíptico”, logo após o lançamento. A faixa chegou com um videoclipe oficial dirigido por Noel Paul e estrelado pelo novo membro da banda, Tank Dog. Após o lançamento de Dummy, a banda compartilhou outros singles como Plastic Island, Summer of Luv, em parceria com Unknown Mortal Orchestra, Thunderdome [W.T.A], com Black Thought e Natalia Lafourcade, e Champ, que foi produzido a partir de uma e-imaginação do sucesso de 1971 do músico Edgar Winter, Dying to Live. Chris Black Changed My Life é o primeiro álbum completo da banda desde o lançamento de seu disco de 2017, Woodstock. A música de abertura, Heavy Games II (feat. Jeff Bhasker), deu sequência ao trabalho seguinte do grupo, com um visual produzido por Jeff Bhasker. O título do novo projeto é dedicado ao falecido amigo e membro da banda, Chris Black. No novo álbum, a banda se juntou ainda aos colaboradores Paul Williams (John Lennon, David Bowie), Jeff Bhasker (Beyonce), Asa Taccone, Black Thought, Unknown Mortal Orchestra, Nick Reinhart, Homer Steinweiss e Natalia Lafourcade. Os roqueiros de Portland darão sequência ao lançamento de Chris Black Changed My Life, com uma série limitada de shows, ainda em 2023. Apresentando uma setlist da carreira, cada show acontecerá em um local icônico, durante o verão americano, incluindo Portland’s Edgefield, Colorado’s Red Rocks Amphitheatre, o Radio City Music Hall de Nova York, o Hollywood Bowl de Los Angeles e uma série de datas, recém-anunciada, no Canadá, atravessando o país de Vancouver a Toronto e parando em muitas cidades intermediárias.