Destaque do post-hardcore, Dance Gavin Dance lança Jackpop Juicer

A banda californiana Dance Gavin Dance lançou seu décimo álbum, Jackpot Juicer. O novo disco tem produção de Kris Crummett e consolida como membro oficial o guitarrista convidado e queridinho dos fãs Andrew Wells. Este é o primeiro trabalho após o falecimento do baixista Tim Feerick, que já havia gravado suas partes. Em meio a uma longa turnê pela América do Norte, o Dance Gavin Dance apresenta seu novo trabalho, que já conta com 11,5 milhões de streams nos singles e 3,5 milhões de visualizações nos clipes. Jackpop Juicer chega junto do novo vídeo Feels Bad Man, continuando uma narrativa bem-humorada e nostálgica proposta nesta nova fase. “Feels Bad Man é uma das músicas mais peculiares deste disco. Nos inspiramos no que tem sido feito na música pop, só que colocamos o tempero da Dance Gavin Dance. O clipe é uma celebração dos anos 90, que foi quando todos nós estávamos crescendo. Como banda, nunca nos levamos tanto a sério e tentamos refletir isso em nossos vídeos. Espero que as pessoas gostem tanto quanto a gente”, conta o baterista Matt Mingus.

All 4 Nothing, novo álbum de Lauv, já está no streaming; ouça!

A espera finalmente acabou! Depois de anunciar, em abril, seu novo álbum, All 4 Nothing, o cantor e compositor Lauv já disponibilizou o disco em todas as plataformas digitais. Com 13 faixas, o projeto, que é o terceiro de sua carreira, expande a sonoridade única do artista como nunca antes. Nele, ele se concentrou em uma narrativa específica e criou um trabalho imersivo, mergulhado em momentos de nostalgia, conflito e autocapacitação. “Meu álbum All 4 Nothing cria uma energia de abertura, admiração e emoção, mas também vulnerabilidade e realismo. Espero que abra um vórtice para algo que você não sente há algum tempo – um lugar onde você pode se construir”, revela Lauv. Recentemente, ele divulgou a faixa Kids Are Born Stars, que está presente no novo álbum. Com direção de Hannah Lux Davis, o clipe, que já acumula quase 3 milhões de views, mostra o cantor se reconectando com sua versão do passado. Além desta, o álbum também conta com os singles já lançados All 4 Nothing (I’m So In Love) e 26, este último que já ultrapassa os mais de 12 milhões de streams no Spotify.

Eminem libera segundo volume da coletânea Curtain Call

Menos de um mês depois de ter anunciado a chegada de seu novo álbum, Eminem disponibilizou, nesta sexta-feira (5), Curtain Call 2 nas plataformas digitais. Há quase 20 anos, ele lançou a primeira coletânea da carreira, intitulada Curtain Call: The Hits, com seus hits da época. Agora, com Curtain Call 2, o norte-americano reúne um material com seus maiores sucessos divulgados a partir do disco Relapse, de 2009, incluindo clássicos como a faixa Is This Love, com 50 Cent. O novo álbum chegou junto com uma edição limitada em box, além de discos de vinil autografados, que serão colocados à venda no site oficial do cantor. Recentemente, Eminem divulgou o single From The S 2 The LBC, em parceria com Snoop Dogg, que também está no repertório do novo álbum. Dirigido por James Larese, o clipe oficial da faixa já ultrapassa mais de 40 milhões de views. A primeira versão de Curtain Call, apresentada em 2005, trouxe grandes hits do rapper, como The Way I Am, My Name Is, Guilty Conscience e Without Me.

Beyoncé lança impactante Renaissance; ouça!

O sétimo álbum de estúdio de Beyoncé já está disponível em todas as plataformas de streaming. De sua própria gravadora Parkwood Entertainment/Columbia Records/Sony Music Entertainment, Renaissance chega seis anos após o elogiado Lemonade ter sido lançado como uma completa surpresa. A criadora do formato de álbum visual e artista visual proeminente, decidiu lançar o álbum sem recursos visuais, dando aos fãs a oportunidade de serem ilimitados em sua jornada de escuta expansiva. É uma chance novamente de ser ouvinte e não espectador, enquanto aprecia cada joia da produção intocada. Enquanto Break My Soul, o primeiro single, chegou com um lyric vídeo minimalista, o lançamento de Renaissance é outro movimento de mudança de cultura da artista que definiu uma era com reinvenção. Renaissance foi o álbum mais esperado do ano, já que Beyoncé mudou de marcha e notificou seus fãs sobre novas músicas em 15 de junho por meio de uma atualização em sua biografia em suas redes sociais, act i Renaissance 29 de julho. Ela continuou o lançamento não convencional com o primeiro single do álbum, Break My Soul, que chegou à meia-noite no solstício de verão do hemisfério norte. Instantaneamente viciante com uma batida pulsante, com letras que incitam os ouvintes a reivindicar alegria e “liberar o movimento”. Embalado com hinos empolgantes que ressoam em todos, Renaissance é uma culminação de liberdade e fuga que incentiva júbilo inimaginável e movimento com abandono. A intenção singular de Renaissance é mostrar música que mexe com você na alma e incentiva seus pés dançantes. É uma celebração de uma era de clube em que qualquer um que se sentia como um forasteiro se procurava e formava uma comunidade de buscadores de liberdade para se expressar criativamente através do ritmo, que ainda hoje celebramos.

De malas prontas para o Brasil, Jack White lança Entering Heaven Alive

Após se aventurar por um clima mais pesado e elétrico, cheio de experimentos sonoros no álbum Fear of the Dawn, Jack White apresenta outra faceta de seu trabalho, mais acústico e focado em melodias blueseiras, em Entering Heaven Alive, seu segundo disco deste ano. Este é um lançamento da Third Man Records. Aliás, ele se prepara para trazer sua nova turnê para o Brasil, com uma apresentação marcada em São Paulo no dia 12 de outubro, no Popload Festival. Fundada por White em 2001 e baseada em Detroit, a Third Man Records se consolidou como um sinônimo de inovação e bom gosto ao buscar alternativas para experiências exclusivas e analógicas em um meio digital. Os novos lançamentos de Jack White podem ser garantidos em múltiplos formatos físicos e digitais pelo selo.

Nobat potencializa seu sincretismo musical em Mestiço; ouça!

“Um álbum que celebra a música brasileira de todos os tempos”. É assim que o cantor e compositor mineiro Nobat descreve seu quarto disco solo, Mestiço, que chega às plataformas digitais nesta quinta-feira (21). A obra potencializa o sincretismo musical do artista mesclando um registro inédito na voz de Elza Soares com samples e citações a mestres da música brasileira, como Cartola, Clara Nunes e Tom Jobim. “É resultado de uma pesquisa profunda sobre a cultura do Brasil, a qual acendeu um lugar que sempre pareceu ser meu, porém nunca tinha ganhado sua devida importância na minha discografia. A música brasileira, meu maior campo de referências desde a infância, sempre esteve no meu trabalho, mas aqui ocupa um lugar de centralidade inédito”, conta Nobat. Concebido entre março de 2020 e maio de 2022, Mestiço é um álbum de encontros, criado por muitas mãos e mentes em Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo. “Cada faixa tem praticamente uma banda diferente. Foram mais de 20 músicos e musicistas participando do processo, sem contar os técnicos, produtores de mixagem e a galera do selo”, afirma Nobat. Menina Erê e Jovem exemplificam o caráter colaborativo do disco, pois os músicos foram um por vez ao estúdio para respeitar o então isolamento social em vigor. O repertório segue com Me Deixa Sambar, que conta com as vozes de Elza Soares e BNegão; Aqueles Homens, parceria com Mariana Cavanellas; Fortaleza, feita com o bloco carnavalesco Então, Brilha!; e Beira do Mar, feat de Nobat com a esposa, Lulis. Esta última canção ainda conta com uma citação à Água de Beber, de Tom Jobim e Vinicius de Moraes. A faixa-título, por sua vez, faz referência à Canto das Três Raças, de Paulo César Pinheiro e Mauro Duarte, eternizada nas vozes de Clara Nunes e Elza Soares. Já no fim da tracklist, entre Quarta-feira de Cinzas e Montanha Russa, Cadência das Horas traz um sample de Preciso me encontrar, de Cartola. Antes de apresentar Mestiço na íntegra, Nobat ilustrou o álbum com uma trilogia de clipes: Menina Erê e Me Deixa Sambar, ambos dirigidos por Natacha Vassou e Lucas Espeto, e Aqueles Homens, assinado por Tiago Tereza. “Foi a forma que encontrei de salvar o Brasil que amo e que está sob o ataque total de uma ala conservadora e intolerante no país. Um Brasil que reconhece na sua ancestralidade a chave para seu futuro e que celebra sua principal vocação: a diversidade”, explica Nobat. “É um projeto que fala da mistura e das conexões. Estamos todos conectados, mas vemos e vivemos o mundo por abas distintas e foi justamente isso que eu quis levar para o estúdio”.

Aos 17 anos, Cainã Mendonça lança álbum de estreia, Paisagens Invisíveis

Mostrando a força e a inventividade da nova geração da música instrumental, o pianista, baterista e compositor paulistano Cainã Mendonça faz de seu primeiro disco um convite a um olhar renovado para a música latina, a brasileira, o jazz e a bossa nova. Paisagens Invisíveis reúne instrumentistas de referência e novos nomes da cena nacional, em um encontro de gerações guiado por arranjos sofisticados e uma forte personalidade de seu autor. Embora tenha 17 anos atualmente, Cainã gravou o álbum entre seus 14 e 15 anos de idade – durante o auge do distanciamento social motivado pela pandemia. Agora, o disco chega no momento de compartilhá-lo com o público. “No princípio a ideia de gravar as músicas foi para fazer algo bonito e divertido no período de isolamento, mas a gente ficou empolgado com o resultado e foi levando em frente. O meu primeiro instrumento foi e é a bateria, mas o piano foi me encantando também e aí apareceram as composições. Gosto de compor e ficar buscando caminhos, inspirado em tudo que ouço e sinto. Agora eu vou ter de resolver no show se toco o piano ou a bateria”, se diverte o multi-instrumentista. As composições surgiram a partir dos dois instrumentos de Cainã e ao longo de mais de um ano de escrita, gravação e finalização do álbum. Foi tempo suficiente para amadurecer o conceito e a estética que se tornaram Paisagens Invisíveis. “Meu processo criativo se dá através de brincadeiras rítmicas e melódicas na bateria e no piano, depois da ideia vou buscando os caminhos. As composições foram saindo no período de um ano e, quando eu tinha sete músicas, resolvemos ir pro estúdio pra gravar só o piano. Não havíamos pensado nos outros músicos e instrumentos, mas como gostamos do resultado resolvemos ir acrescentando o baixo e bateria e depois os sopros”, revela o músico. O disco celebra uma vivência musical intensa. Cainã passou a infância presenciando e participando de diversas atividades musicais, apresentações e gravações de estúdio. Trajetória de Cainã Mendonça Ganhou uma pequena bateria aos 2 anos e logo se encantou pela música de João Bosco, Beatles, Zé Menezes, música popular e instrumental brasileira. Teve em casa, junto à família e amigos, ambiente e formação musical, tendo contato com grandes instrumentistas e vivência direta com grupos de cultura regional do Maranhão (boi e tambor de crioula) e do sudeste (jongos, batuques e congados). Estudou por conta própria o repertório dos discos gravados por Edu Ribeiro, Kiko Freitas, Marquinho Mendonça (seu pai), Zé Menezes, Hamilton de Holanda, David Holland, dentre outros. Atualmente, Cainã segue aperfeiçoando seus talentos em estudos de bateria com Edu Ribeiro e piano com Heloísa Fernandes. Faz parte de jovens grupos de canção e música instrumental. Na sua já longa experiência musical, Cainã Mendonça participou de shows com músicos como Adylson Godoy, Filó Machado, Zé Pitoco, Vanessa Moreno, Marcos Paiva, Christianne Neves, Adriana Godoy, Bruna Black, Felipe Machado, Josyara, Renato Anesi, Renato Bras, Ana Maria Carvalho, Gabriel Levy, Marquinho Mendonça, Daniel Grajew, Edu Ribeiro, Lisandro Massa, Tião Carvalho, e outros. Hoje, participa de jams sessions onde já tocou com Laércio de Freitas, Arismar do Espírito Santo, Fabio Perón, Daniel Alcântara, Léa Freire, Trio Corrente, Camille Bertault e tantos outros. Agora, Cainã está pronto para mostrar seu lado de compositor com um disco onde estabelece uma forte voz autoral. Na bateria, piano e composições do álbum, ele recebe os instrumentista Nailor Proveta (saxofone tenor e clarinete), Vitor Alcântara (saxofone soprano), Daniel Allain (flauta), Vitor Lopes (gaita), Marquinho Mendonça (guitarra), Rubinho Antunes (flugelhorn) e Noa Stroeter (baixo). “Os convidados que tocaram os sopro são grandes mestres da música. A presença deles deu ao álbum uma atmosfera de música universal e uma sonoridade colorida”, comemora Cainã. Sem deixar de lado as inspirações que o trouxeram até aqui, o músico faz de Paisagens Invisíveis uma reverência ao passado com foco no presente e futuro da música instrumental brasileira.