Johnny Monster reúne artistas convidados em álbum de versões

O cantor e compositor paulista Johnny Monster lançou o álbum Futuro Reflexo. O projeto juntou 11 artistas diferentes de diversos gêneros, variando do rock, indie e até sertanejo: cada artista ficou encarregado de reimaginar uma das faixas do disco Futuro Perplexo, trabalho mais recente do compositor que foi lançado no começo do ano, trazendo seu próprio estilo e sonoridade para as composições de Johnny. Entre os artistas envolvidos, estão nomes que têm trajetória extensa na música, como por exemplo Chuck Hipolitho (ex-Forgotten Boys), Rod Krieger (ex-Cachorro Grande), Marcio Mello (compositor de Nobre Vagabundo, hit de Daniela Mercury), Perí (ex-9 Mil Anjos) e Os Roucos, banda de Noel Rouco (ex-Rock Rocket). Também participam do projeto a cantora Maria Mariana, Raphael Belchior, Thiago Juliani e Davi Rodriguez Lima, além da banda Teorias do Amor Moderno e a dupla sertaneja Neto e Felipe. “As versões estão incríveis, lindíssimas, cada uma com seu estilo. E é surreal ouvir o álbum na sequência, parece que já foi pensado assim, as versões conversam muito bem umas com as outras”, conta Johnny Monster. “Dica, escute os dois álbuns, o meu Futuro Perplexo e o tributo Futuro Reflexo. É interessante ver as diferenças entre as versões, o que mostra como cada um dos artista tem a sua personalidade” O disco foi inspirado por projetos similares de artistas internacionais – mais especificamente o McCartney III Imagined, de Paul McCartney, e Epic Ten, da Sharon Van Etten, que também reuniram diferentes artistas para reimaginar um álbum. Johnny conta que espera que a ideia se espalhe no Brasil. “O único meio de ultrapassarmos as barreiras digitais de algoritmos e encontrarmos novos fãs, é nos unindo, um divulgando o outro. Esse projeto é muito provavelmente o momento ápice da minha carreira até agora, uma honra cada um desses grandes artistas terem topado essa loucura e feito com tanto carinho as versões”.

Casaprima mescla folk, indie e MPB em álbum “Norte”

Depois de sua estreia bem recebida com o álbum Andarilho, em 2015, Casaprima se consolida como duo no maduro novo disco, Norte. O folk, presente desde o início, ganha novos tons, indo da música brasileira ao indie, passando pelo uso de elementos eletrônicos pela primeira vez. Do agreste pernambucano de Caruaru, Casaprima canta os anseios e desejos, medos e inseguranças universais em doze canções que atestam sua evolução estética, musical e poética. A nova fase de Casaprima vem sendo preparada desde 2017, quando se iniciou o processo de gravação desse disco. A partir do final de 2021, Heitor Alves (violão e voz) e Maria Juliana (piano e voz) anunciaram o retorno de seu projeto musical com um clipe que se despedia do álbum anterior e acenava para o próximo trabalho. A partir daí, vieram os singles Maduro e Real, Eu Canto e Grão, canções que exemplificam a temática das letras. Heitor e Juliana agora dão um novo passo como Casaprima desde que a banda passou por reformulações. O disco de estreia, Andarilho, teve repercussão nacional com o single Devagar marcando presença em playlists de grande alcance. O formato de duo já surgiu em 2016, com o single Sala de Estar, e com o qual o projeto fez seus primeiros shows pelo nordeste e sudeste do Brasil, além de ter realizado uma turnê européia. Norte fala sobre ter coragem de fazer mudanças na vida, fala sobre amor e perseverança, mas também, mostra inseguranças, receios e ansiedades vividas ao longo da jornada. Dialoga com a nossa condição de seres humanos, que convivem com uma mistura de sensações e sentimentos e que, bem lá no fundo, são apenas um pequeno grão em um imenso universo. “O disco Norte significa para nós um recomeço. Um reencontro com a nossa musicalidade após seis anos de hiato. Ele simboliza para nós a busca pelo Norte, por aquilo que norteia o nosso caminho. Marca a continuação da jornada do Andarilho, que em nosso primeiro disco, deu seus primeiros passos e agora, com nosso segundo álbum, segue adiante em busca de realizar seus objetivos”, resume o duo. Ao longo de suas 12 canções, Norte faz um chamado a vislumbrar as paisagens em busca do que nos faz feliz, celebra os encontros e o Senhor do Tempo, procura direção diante das incertezas e canta nossa pequenez diante do universo. É nas dualidades, nas contradições, nos contrastes e nas similaridades das vozes de Maria e Heitor que Casaprima ganha força para traduzir em música sentimentos tão íntimos quanto universais.

LAZÚLI esmiúça suas diferentes fases para apresentar De Lua, seu primeiro disco-solo

Ao longo de um mês, a lua passa por mudanças e transita pelas fases Nova, Crescente, Cheia e Minguante e, tal como esse astro, LAZÚLI encarou e reconheceu diversas de suas facetas para culminar em seu primeiro disco-solo, intitulado De Lua. O trabalho é fruto de diferentes processos em que a artista pôde resgatar vivências e estudos realizados no campo da espiritualidade, externalizando um conjunto de canções que reúnem momentos de auto-investigação ao mesmo tempo em que projetam a realidade que a cantora busca manifestar. Com 14 faixas, o debute da também vocalista da banda Francisco, el Hombre chega hoje, 17 de março, nas plataformas digitais e conta com visualizers em seu canal de YouTube. “Senti um chamado de que minha arte e a minha voz são minha medicina, meu serviço ao mundo”, afirma LAZÚLI. Entender a música como ferramenta de cura foi algo que a guiou na criação deste álbum, num desejo de ajudar a si mesma e outras pessoas. O pontapé inicial para alcançar este propósito se deu ao lado da instrumentista ÀIYÉ, no single Pomba Gira, que dita a sonoridade da obra, contando também com o baixo de Helena Papini, sua companheira de banda na Francisco, el Hombre, e a guitarra de Cris Botarelli, integrante do grupo Far From Alaska. Embora Pomba Gira tenha sido a primeira composição produzida por LAZÚLI nesta leva de músicas do projeto, ela ocupa a segunda posição na tracklist, dando lugar para Exú abrir o disco. A música homenageia uma das entidades mais conhecidas e cultuadas das religiões de matriz africana. “Quis fazer uma saudação a esse grande Orixá. Na música, humildemente, falo um pouco sobre o que sinto que entendo de seus mistérios e domínios, como uma oferenda, para a chegada de De Lua”, revela. Dando continuidade a referências espiritualistas, em Sopro do Espírito e Chamo Minhas Ancestrais, quarta e quinta faixas, a cantora caminha em direção ao xamanismo e suas cosmo percepções sobre conexões ancestrais. Este movimento de resgate se estende quando LAZÚLI passa a vasculhar composições antigas, encontrando a letra de Arbolito. A obra, já familiar ao público por meio do disco Casa Francisco – o mais recente da Francisco, el Hombre – foi a primeira escrita em castelhano da multi-instrumentista e que, agora, ganha novos arranjos e sintetizadores comandados pela musicista norte-americana Amy Reid. Experimentações com o idioma espanhol marcam o disco também em Mama Baktun, uma poesia feita pela mexicana Marité Urrutia HunKan Káan que tomou forma de interlúdio, e Condor, inspirada na ave que vive na Cordilheira dos Andes e é considerada sagrada pelo povos locais. Canções como Sonho Ritual; Duas Águas; Me Aconteci; Outono, que traz a voz de Luê; e, mais recentemente, O Que É, com a participação de MC Tha, marcaram o movimento que antecedeu a chegada do disco. “Esses singles foram casas por onde passei para entender essa nova persona e sonoridade de LAZÚLI. Foram experimentações muito necessárias para preparar o terreno do que veio em seguida”, explica ela. Já Intuição, como o nome sugere, teve início com LAZÚLI se aventurando em produzir sozinha, somando parceiros ao longo do caminho. Por fim, com Vela Acesa, última da obra, a artista celebra todos os aprendizados extraídos de cada processo. “Essa música é um chamado para o reencontro comigo mesma e sinto que achei esse lugar. Estou infinitamente grata e realizada pelos ensinamentos que De Lua me trouxe. Eu me reconectei com a minha autonomia”, finaliza. Acompanhando a chegada de De Lua, LAZÚLI já confirma duas datas para apresentar o trabalho ao vivo. Nesta sexta-feira (18), em São Paulo, a estreia do disco nos palcos acontece no Museu da Imagem e do Som (MIS), que posteriormente, disponibilizará o show na íntegra, junto com um depoimento da artista, no acervo do museu (ingressos aqui). Enquanto no final do mês, no dia 31, ela se apresenta na cidade em que cresceu, no Sesc Sorocaba.

Lagarto Rei amplifica experimentos e peso no primeiro full, Mundo Flutuante

O duo fluminense Lagarto Rei, já conhecido na cena experimental psicodélica por singles que sempre trazem peso, chega ao primeiro álbum full, Mundo Flutuante. O lançamento nas principais plataformas de streaming é pelo selo Abraxas Records. Mundo Flutuante contém seis faixas, gravado ao vivo no dia 11 de dezembro de 2018, no antigo Machina (Rio de Janeiro). Foi quase quatro anos de cuidados minuciosos na masterização e mixagem do material, que apresenta complexas camadas e texturas, entre ambiências e riffs. A Lagarto Rei, Robert William (baixo) e Lívio Medeiros (bateria), sintetiza o que se pode esperar na audição de Mundo Flutuante: “Vem com um peso estratosférico, mas também muita introspecção em massivas faixas meditativas”. A música do Lagarto Rei, ainda mais explícita em Mundo Flutuante, é sobre imersão e catarse. O disco é cíclico e propõe uma audição de faixa a faixa numa dinâmica de surpresas, momentos introspectivos e explosões. O peso contém elementos e groove do stoner rock, doom, kraut rock e psicodelia, mas sempre envolvido por ambiências e atmosferas.

Liam Gallagher anuncia álbum de live histórica Down By The River Thames

Liam Gallagher anunciou o álbum ao vivo Down By The River Thames, gravação da live que o músico fez em dezembro de 2020, em uma embarcação pelo Rio Tâmisa, em Londres. O disco chega em vinil, CD, cassete e serviços de streaming em 27 de maio. Em síntese, a apresentação, que rolou durante o auge das restrições no combate ao coronavírus no Reino Unido, traz um repertório muito especial, que mescla a carreira solo de Liam com clássicos do Oasis. “Então aqui está, o show que eles disseram que nunca poderíamos fazer! Como estávamos confinados, entediados e deprimidos, o rock ‘n’ roll veio para salvar o dia mais uma vez”, disse Liam em comunicado à imprensa. O eterno vocalista do Oasis continuou: “Foi uma noite e um show top e está registrado aqui para que todos possam desfrutar”. Além do disco ao vivo, Liam também prepara seu terceiro álbum de estúdio, C’mon You Know, que será lançado em 27 de maio. Por fim, o vocalista do Oasis fará grandes shows nos próximos meses. Em resumo, serão duas noites históricas em Knebworth, na Inglaterra, com ingressos esgotados, outro show marcante em Glasgow, na Escócia, além de duas apresentações no Brasil. Veja a tracklist completa de Down By The River Thames abaixo ‘Hello’ ‘Wall Of Glass’ ‘Halo’ ‘Shockwave’ ‘Columbia’ ‘Fade Away’ ‘Why Me? Why Not.’ ‘Greedy Soul’ ‘The River’ ‘Once’ ‘Morning Glory’ ‘Cigarettes & Alcohol’ ‘Headshrinker’ ‘Supersonic’ ‘Champagne Supernova’ ‘All You’re Dreaming Of’

Filhos da Desilusão, novo álbum dos Excluídos, já está no ar!

Chegou nesta quinta-feira (17) em todas as plataformas de streaming o terceiro disco full dos Excluídos, intitulado Filhos da Desilusão. O trabalho é o terceiro disco completo do quarteto que está em atividade desde 1998. A banda, formada por Ronaldo Lopes (voz e guitarra), André Larcher (guitarra e backing vocal), Caio Klasing (baixo e backing vocal) e Raphael Menuzzo, apresenta um trabalho que é resultado de gravações realizadas entre dezembro de 2019 e março de 2020. Combinando o furor e energia do punk rock com um trabalho minucioso de melodias e harmonias, os Excluídos criaram uma identidade particular que vem ganhando mais consistência a cada novo lançamento. Em Filhos da Desilusão, o grupo mescla o espírito anarquista e combativo dos primeiros lançamentos, com o lado mais introspectivo e analista do disco Meus Dilemas (2014), trazendo um trabalho equilibrado, com boas críticas sociais e políticas, além de divagações e análises sobre a vida em geral, que discutem e abraçam diversas pautas importantes da atualidade. “Em sintonia com a atual realidade, o álbum não poderia deixar de apresentar uma forte crítica aos tempos de desilusão que vivemos, seja no cenário político com descrença e desinteresse às instituições, representatividade e política, seja nas ideias, com ondas conservadoras e pensamentos retrógrados ganhando espaço, economia, onde as desigualdades apenas acirram o abismo entre miseráveis e abastados, ou mesmo na incapacidade de evitar, lidar e vencer situações difíceis como a pandemia. As faixas trazem diferentes abordagens e perspectivas dentro da temática da desilusão e resgatam o tom mais contestador e a musicalidade mais direta e fácil”, afirma Ronaldo. Antes de seu lançamento, a banda apresentou quatro singles, das canções Não Passarão Jamais, Ar de Liberdade, Filhos da Desilusão e Elas São Feministas, todos acompanhados de videoclipes, que podem ser vistos tanto no canal da banda no Youtube, quanto em suas redes sociais. Filhos da Desilusão conta com 14 composições próprias e foi gravado no estúdio Espaço Som, com captação e mixagem de Henrique Khuory e masterização de Wagner Bernardes. Para finalizar o lançamento, os Excluídos farão um show no próximo sábado (19), na mítica casa de shows paulista Hangar 110, acompanhados das bandas Corazones Muertos e Os Roucos. Os ingressos antecipados com valor promocional ainda estão à venda.

Florence + The Machine revela My Love e dá detalhes do novo álbum

Florence + the Machine compartilhou detalhes de seu quinto álbum de estúdio, Dance Fever, que será lançado no dia 13 de maio. O anúncio vem com seu novo single, My Love, que estreia ao lado de um vídeo da aclamada diretora Autumn de Wilde. Dance Fever foi gravado predominantemente em Londres durante o período da pandemia, em antecipação à reabertura do mundo. O álbum evoca o que Florence mais sentiu falta no meio do lockdown – discotecas, dançar nos festivais, estar no meio do turbilhão do movimento e da convivência – e a esperança dos reencontros que virão. É o álbum que traz de volta o melhor de Florence – como no festival Boudicca encabeçado pela banda, empunhando hinos como uma espada flamejante. Pouco antes da pandemia, Florence se tornou fascinada pela choreomania, um fenômeno renascentista no qual grupos de pessoas – às vezes milhares – dançavam descontroladamente ao ponto da exaustão, colapso e morte. A imagem repercutiu em Florence, que estava em turnê ininterrupta há mais de uma década, e o lockdown parecia estranhamente premonitório. A imagem, o conceito de dança e a choreomania permaneceram centrais enquanto Florence tecia suas próprias experiências de dança – uma disciplina a que ela recorreu nos primeiros dias de sobriedade – com os elementos folclóricos de um pânico moral da Idade Média. Em tempos recentes de torpor e confinamento, a dança oferecia propulsão, energia e uma maneira de olhar a música de uma forma mais coreográfica. Começando, como sempre, armada com um caderno de poemas e ideias, Florence tinha acabado de chegar a Nova York, em março de 2020, para começar a gravar o disco com Jack Antonoff quando o covid-19 a forçou para um retiro em Londres. Trancada em casa, as canções começaram a se transformar, com referências ao dance, folk, Iggy Pop dos anos 70, trilhas folclóricas saudosas à la Lucinda Williams ou Emmylou Harris e muito mais. Uma vez de volta a Londres, My Love foi uma faixa em particular que se transfigurou de uma entidade para outra com a ajuda de Dave Bayley, da Glass Animals. Welch tinha escrito a canção em sua cozinha como um “pequeno poema triste”, e quando ela a gravou acusticamente simplesmente não parecia funcionar. Bayley sugeriu o uso de sintetizadores e isso se expandiu com uma energia que enche cômodos e reverbera no peito. Com o amor de Dave pelos sintetizadores e o fascínio de Florence por todas as coisas góticas e assustadoras, uma espécie de som “Nick Cave at the club” começou a emergir para moldar o disco. Liricamente, ela se inspirou nas trágicas heroínas da arte pré-Rafaelita, a ficção gótica de Carmen Maria Machado e Julia Armfield, a onda visceral dos filmes de terror folclórico The Wicker Man e The Witch to Midsommar. Produzido por Florence Welch, Jack Antonoff e Dave Bayley, Dance Fever é um álbum que vê Florence no auge de seus poderes, entrando em um autoconhecimento plenamente realizado, brincando com sua própria persona autocriada e com ideias de identidade, masculina e feminina, redentora, comemorativa, entrando plenamente em seu lugar no panteão icônico. My Love segue os recém-apresentados King e Heaven is Here, ambos lançados com vídeos feitos por Autumn de Wilde e coreografados por Ryan Heffington.

A alegria está de volta! Ouça o novo álbum de Bryan Adams

A alegria como foco, o tempo como cura e a estrada como destino marcam o novo álbum do cantor e compositor Bryan Adams. Com forte pegada roqueira, So Happy It Hurts é o décimo quinto trabalho de estúdio do ícone canadense. Este é um lançamento BMG que chega junto de um clipe para a faixa Always Have, Always Will. “Quando percebi que talvez nunca mais sairíamos em turnê devido à pandemia, comecei a reunir todos os esboços e ideias de músicas que fui escrevendo em pedaços de papéis, recibos e porta-copos, juntei-os no meu laptop e fiz um álbum”, conta Bryan. Em suas décadas de serviço à música, Bryan Adams conseguiu liderar as paradas de sucesso em mais de 40 países. Ele acumula em sua carreira 3 indicações ao Oscar, 5 ao Globo de Ouro, um Grammy, um AMA e uma estrela na calçada da fama de Hollywood. “A pandemia e o lockdown nos fizeram pensar que de um momento para outro o que temos como rotineiro e confortável pode mudar. De uma hora pra outra, ninguém conseguia pular no carro e ir embora por aí”, diz Adams. “O álbum aborda muitas das coisas efêmeras da vida que são realmente o segredo da felicidade, o mais importante, a conexão humana”, resume.

Rex Orange County lança o álbum Who Cares?

Rex Orange County lançou o álbum Who Cares?, nesta sexta-feira (11), acompanhado do novo single de trabalho, Open a Window, com participação de Tyler, The Creator. A faixa é a combinação perfeita do pop indie de Rex com o rap de Tyler, marcando a primeira vez que colaboram juntos desde o álbum de Tyler de 2017, Flower Boy. Open A Window reúne um som descontraído com teclado e bateria com um toque de jazz que fluem livremente por trás dos vocais de Rex. A faixa segue o single Amazing, lançado anteriormente e o single principal Keep It Up, que a Billboard descreveu como “um saboroso pop-rock despreocupado”. Who Cares marca o primeiro lançamento de Rex desde o EP Live at Radio City Music Hall de 2020, retirado de seus dois shows esgotados no local, pouco antes de sua turnê internacional Pony ser interrompida em Berlim devido ao Covid-19. Como se vê, no entanto, essa turnê interrompida é parte da gênese deste álbum. Depois de passar a maior parte de 2020 em quarentena no Reino Unido, Rex fez jornada para Amsterdã no outono para gravar com Benny Sings, com quem criou o single de venda de platina de 2017 Loving Is Easy. O que começou com sessões sem muita expectativa, se transformou em uma janela incrivelmente produtiva de 48 horas de gravação com Benny. Os 10 dias subsequentes de trabalho juntos produziram então o seu quarto álbum, feito através de uma grande parceria. O projeto de Rex Orange County é um disco lúdico de um artista em clima lúdico.