Danilovers, banda de punk rock de Sampa, lança álbum “Para Poucos”

Para Poucos, primeiro trabalho completo dos Danilovers, enfim, chegou ao streaming. Em resumo, o álbum conta com dez faixas autorais que falam sobre a vida noturna, rolês, amores e amizade. Ele foi gravado em 2020 no Estúdio V8, por Denis Gomes, e mostra um amadurecimento da banda em relação aos seus lançamentos prévios. Trabalhando nos sons desde 2016, a banda conseguiu incorporar muitos elementos de outros estilos no seu som. Aliás, influências dos sons jamaicanos em Garota do Laptop Curte Ska, presente na primeira demo dos Danilovers e regravada com uma nova roupagem, inclusive, com a inserção de alguns metais. O disco conta também com a gravação da música Classe Média Falida, um som escrito por Fernando Hound para a banda paulista Fox Hound. A banda também teve a participação do guitarrista Adaílton “China”, da banda Demock PRS, que trouxe seus arranjos para a música Becos Escuros. Por fim, o disco encerra com a instrumental Osasco, que brinca com as histórias que a banda já teve na cidade da Grande São Paulo, lar do guitarrista Luca. Por fim, o lançamento faz um questionamento sobre a ideia de se produzir um álbum atualmente. Para Poucos além de estar disponível em todas as plataformas digitais, também sairá no formato físico, com um trabalho focado no encarte, que contará com artes do baterista Eduardo Vidiabos.

Após cinco anos, Garbage libera disco de inéditas. Ouça “No Gods No Masters”

Um dos principais nomes de rock dos últimos 30 anos, o Garbage lançou seu primeiro trabalho de inéditas em cinco anos, No Gods No Masters. Em resumo, o álbum é incisivo e politizado e casa com as bandeiras que a banda levanta nos palcos e fora deles desde o início. O título No Gods No Masters vem de uma expressão anarquista, ligada à libertação pessoal de viver “sem deuses ou mestres” que chegou aos EUA no início do século passado e se tornou uma das bases para o movimento feminista americano. Em síntese, o disco passa por críticas ao materialismo, ao individualismo, racismo e sexismo, além de se inspirar nas convulsões sociais e lutas políticas por direitos humanos na América Latina. “Esse é o nosso sétimo disco e esse número e seus múltiplos significados afetaram o DNA do conteúdo do trabalho. As sete virtudes, as sete dores da religião, os sete pecados capitais. Foi nosso modo de tentar achar algum sentido nessa loucura que é o mundo e esse caos sem limites que nos metemos”. Shirley Manson, vocalista do Garbage Além de Shirley, o Garbage conta as guitarras e baixos de Duke Erikson, as guitarras e teclados de Steve Marker e as baterias de Butch Vig. Contudo, desde sua fundação, em 1993, o grupo acumula 25 milhões de discos vendidos em todo mundo e verdadeiros hinos geracionais como Only Happy When It Rains, Push It e I Think I’m Paranoid. Covers e participações em No Gods No Masters O lançamento marca uma nova página na sua história e foi produzido pela banda com o colaborador de longa data Billy Bush. Aliás, o disco chega às plataformas em uma edição dupla reunindo uma série de singles e compactos que o Garbage tem lançado nos últimos anos. Entre os destaques estão a versão para Starman, de David Bowie, e Because the Night, de Patti Smith (com a banda Screaming Females).

Céu surpreende fãs com acústico repleto de sucessos

Depois de estrear em grande estilo com a Warner ao lançar o remix de O Golpe Tá Aí, Céu brindou os fãs com um álbum acústico. Acústico, com 15 faixas, chegou nesta sexta-feira (11), em todas as plataformas digitais, como um verdadeiro presente para o público. Contudo, o material faz ainda aquecimento para um álbum de regravações em versões inéditas que está sendo preparado pela artista. Aliás, tem previsão de estreia para o segundo semestre deste ano. Enaltecendo o trabalho, que tem raízes e influências da MPB, samba, jazz e R&B, Céu imprime todo o poder vocal em sucessos. Em suma, o disco inclui versões de Vira Lata, Amor Pixelado, Varanda Suspensa e Chegar em Mim.

Maroon 5 homenageia empresário morto com álbum cheio de feats; ouça!

A banda norte-americana Maroon 5 apresenta hoje em todas as plataformas digitais seu tão aguardado álbum, Jordi. O título do novo trabalho é uma homenagem ao ex-empresário do grupo, Jordan Feldstein, que faleceu em 2017. Em suma, o sétimo disco da carreira da banda apresenta 12 faixas na versão digital e traz participações pra lá de especiais, como blackbear, Juice WRLD, Stevie Nicks, H.E.R., Bantu, entre outros. Além da novidade, o quinteto também divulgou o videoclipe oficial de Lost no Youtube, dirigido por Sophie Muller, que conta com a ilustre presença da modelo Behati, esposa de Adam Levine, vocalista do grupo. O anúncio do lançamento de Jordi foi feito no final de abril através das redes sociais da banda. Aliás, o álbum traz em seu repertório as faixas já conhecidas Nobody’s Love, Memories e Beautiful Mistakes, esta última, apresentada em março, em parceria com Megan Thee Stallion. A edição especial do álbum, vendida pela Target, uma das maiores varejistas dos Estados Unidos, contará com duas faixas adicionais, Button, com Anuel AA e Tainy; e Lifestyle, com Jason Derulo. Jordi sucede o disco Red Pill Blues, de 2018, que trouxe sucessos como Girls Like You e What Lovers Do. Hits do Maroon 5 Entre as 12 faixas do novo álbum, as músicas Memories e Beautiful Mistakes, ambas ainda no Top 200 do Spotify Global, se destacam como grandes hits. Lançada em 2019, Memories já recebeu Certificado de Diamante Duplo no Brasil e ultrapassou a marca de mais de 1 bilhão de streams no Spotify. O super intimista e emotivo clipe já contabiliza mais de 730 milhões de views no Youtube. Aliás, a canção, que marca uma nova fase da carreira da banda, é o seu primeiro lançamento após o hino global Girls Like You, de 2017. Assim como Memories, a faixa Beautiful Mistakes, em parceria com Megan Thee Stallion, também agradou os fãs e a crítica. Dirigido por Sophie Muller, o clipe leva os espectadores a uma viagem ideal por Los Angeles. Posteriormente, ela se transforma em uma fantasia surreal com um mundo colorido de carros voadores e uma narrativa onírica. A produção, super original e diferente, já bateu a marca de mais de 52 milhões de visualizações. Anteriormente, o Maroon 5 anunciou em suas redes sociais uma turnê pelos Estados Unidos, com início em agosto e término em outubro deste ano. Com a participação especial de blackbear, os shows acontecem em diversas cidades norte-americanas, dentre elas Salt Lake City, Chicago, Los Angeles, Dallas, entre outras. Contudo, a última visita da banda pelo Brasil foi em março de 2020, pouco antes do início da pandemia causada pelo novo coronavírus. No entanto, um retorno não está nos planos, por enquanto.

Mammoth WVH lança álbum de estreia e libera clipe de “Don’t Back Down”

O dia finalmente chegou e a estreia homônima de Mammoth WVH está agora disponível em todo o mundo via EX1 Records / Explorer1 Music Group. O álbum, de Wolfgang Van Halen, mostra a musicalidade e composição de Wolfgang, enquanto ele toca todos os instrumentos e canta os vocais do disco. Os fãs puderam experimentar a direção do álbum por meio de seis faixas lançadas anteriormente: Distance, You’re To Blame, Don’t Back Down, Think It Over, Feel e Mammoth. Ademais, a banda acaba de lançar um clipe de Don’t Back Down, que mostra todos que Wolfgang reuniu para dar vida ao álbum de estreia. Apoiando Wolfgang – que cuidará da guitarra e dos vocais ao vivo – estão os guitarristas Frank Sidoris e Jon Jourdan, o baixista Ronnie Ficarro e o baterista Garrett Whitlock. Turnê Mammoth WVH com Guns n’ Roses Enquanto turnês ao redor do mundo estão se recuperando, foi anunciado recentemente que Mammoth WVH fará sua estreia no show de abertura para os Guns N ’Roses na parte norte-americana da turnê We’re F’n Back. A turnê começa dia 31 de julho em Hershey, PA e vai até 3 de outubro, onde termina em Hollywood, FL. Mammoth WVH também fará apresentações em turnês selecionadas no Texas, Minnesota, Kentucky e Califórnia, com ingressos para todos os shows já disponíveis. Escrevendo todas as canções e executando todos os instrumentos e vocais para o álbum de estreia, Wolfgang Van Halen decidiu estabelecer sua própria identidade musical. Do riff de guitarra da abertura do álbum em Mr. Ed, para o baixo e bateria no fechamento do disco em Stone, Mammoth WVH mostra as várias influências musicais que inspiraram Wolfgang. Músicas como Resolve, The Big Picture e Think It Over são sonoramente diferentes umas das outras, mas únicas para o Mammoth WVH.

Banda santista Caiçara Clã lança álbum de estreia; ouça!

A banda santista Caiçara Clã, formada por Mazzi (guitarra e voz), Bruno Graveto (bateria), Serjones “BIG” (baixo) e DJ Julius (scratch/samples), lançou na sexta-feira (28), o homônimo álbum, o primeiro da carreira. Com produção musical de Felipe Vassão, Bruno Graveto e Mazzi, o trabalho traz oito faixas inéditas. Em resumo são The Intro; Revendo Conceitos, Fazendo Histórias; Entre Filosofias e Escritas; A Brisa, a Onda e o Tempo; Despressurize, Os Verdadeiros se Atraem; Arte Inacabada e Um bom Lugar. Aliás, as letras trazem conteúdos de fácil identificação, com uma linguagem simples e verdadeira, além de um instrumental intenso que varia do hardcore melódico ao alternativo e algumas texturas eletrônicas e samples. “Inicialmente, mostrei alguns rascunhos para o Graveto. Já tinha alguns trechos escritos e os outros fomos compondo no decorrer das gravações e, por isso, foi bem espontâneo e natural. As músicas para o disco foram escolhidas conforme o momento vivido, trazendo questões atuais e reflexões pessoais”, diz Mazzi, vocalista e guitarrista. Ex-baterista do Charlie Brown Jr e The Bombers, Bruno Graveto conta que este é o primeiro trabalho dessa união de músicos. “Mazzi é um músico conhecido da cena musical da Baixada Santista e São Paulo e este é o primeiro trabalho autoral dele. Tocamos juntos tempos atrás e esse lado dele compositor ainda não conhecia. Fizemos uma reunião em casa, ele mostrou as músicas e achei muito interessante. Além da nossa amizade, parceria e confiança que temos um no outro, gostei muito da ideia dele e optei por produzir e gravar as bateras, o que veio a se tornar o primeiro disco do Caiçara Clã”, declara o baterista e produtor. Vertentes distintas Para DJ Julius, participar do projeto foi gratificante. Em suma, foi uma mudança de praia para o artista. “Sou do hip hop e foi algo novo participar de um projeto de rock. Aposto que quem ouvir vai gostar também e será algo novo na cidade”, comenta. Enquanto o contrabaixista Serjones “BIG” conta que já era fã do trabalho dos outros músicos e que para ele é uma honra fazer parte da banda. “Sempre tive vontade de fazer algo autoral e nesse projeto tive a oportunidade de reviver um sonho muito antigo. Estou contente com o resultado final, que superou as nossas expectativas. É o bom e velho rock ‘n’ roll com toque caiçara”, complementa.

Meu Funeral diverte com álbum de estreia, Modo FUFU; ouça!

A banda Meu Funeral lançou o seu primeiro álbum de estúdio na sexta-feira (21). Intitulado Modo FUFU, o disco contém oito faixas, sendo seis delas lançadas anteriormente como singles. As novidades ficam por conta de duas músicas inéditas, Oops!…Eu Tô Meio Podre Again e 94. A divertida faixa 94 faz alusão ao ano de 1994, quando foi realizada nos Estados Unidos a Copa do Mundo (“é tetraaa! é tetraaa!”). A música conta a história de um casal e suas particularidades, comparando um casal de namorados à dupla de ataque da Seleção Brasileira de Futebol da época, Bebeto e Romário, como diz o cômico verso. “A gente se completa de um jeito bonito / Tipo Bebeto e Romário, em 94” Trecho de 94 A música ainda ganha um videoclipe, dirigido por Felipe Menezes, que foi todo gravado em plano sequência e inspirado em uma cena bastante famosa da série Kidding, estrelada pelo humorista Jim Carrey. “Essa é uma música que a gente já vinha tocando nos shows, na época em que existia essa maravilha no mundo antigo [risos]. A recepção dela sempre foi muito boa, temos bastante confiança na sua força. 94 foi composta por mim e é o retrato da minha rotina em casa, com a minha companheira. Ela fala sobre as diferenças que temos e elas acabam se encontrando, que é o nosso querido e velho sentimento de amor, tão fora de moda no Brasil atual”, diz Luquita, vocalista da banda. Com um tom sarcástico, Pepe faz um breve paralelo do momento atual e do ano da Copa. “A temática da música é toda baseada no ano de 1994, um período emblemático para todos nós. Comparando aos dias de hoje, embora o Brasil fosse bem zoado naquela época, dá até saudades de algumas coisas”, brinca. Sequência de Tô Meio Podre A segunda faixa inédita do álbum, Oops!…Eu Tô Meio Podre Again, é a sequência de uma música já conhecida do público. “Ela é continuação de Eu Tô Meio Podre, que saiu no nosso EP anterior, o bem-sucedido Coisa de Satanás. É uma versão mais pesada, um hardcore mais tradicional, mais rápida e a ideia foi do Dan”, revela Luquita. No final de fevereiro, o grupo carioca lançou em todas as plataformas digitais o EP Coisa de Satanás, com três faixas. Com a repercussão positiva do público, o trio não demorou muito e, no início de abril, já apresentou seu segundo EP, Acabou. Agora, pouco mais de um mês depois, Meu Funeral está de volta com o Modo FUFU. Em várias frentes Recentemente, a banda também lançou a FUFU TV, um conjunto de ações e programas em todas as suas redes sociais para atrair e engajar mais público. Formada por Luquita (voz, guitarra, ukulele), Pepe (guitarra, backing vocal) e Dan (baixo, backing vocal), a banda já é uma das revelações da cena rock nacional. Com críticas sociais ácidas, atuais, e pertinentes, o trio usa toda sua criatividade e originalidade nas suas letras para colocar o dedo na ferida, doa a quem doer. As músicas do Meu Funeral, recheadas de power acordes, bem característicos do punk e do hardcore, seguem conquistando fãs por todo o país e adeptos ao estilo “do it yourself” do grupo.

Anemoia Paranoia lança primeiro trabalho de estúdio

Em uma busca pela internet é possível encontrar uma definição para “anemoia”: Nostalgia de um tempo no qual você nunca viveu. Em resumo, é mais ou menos essa “paranoia” que aflige os integrantes do projeto musical Anemoia Paranoia, que lança o seu primeiro álbum com músicas que jamais foram tocadas ao vivo. No entanto, ainda em meados de março de 2018, a partir de ensaios semanais, os amigos Adriano dos Anjos, Leonardo Netto, Mateus Vieira e Thomaz Mor deram início ao projeto musical com repertório que se resumia ao primeiro disco da banda americana The Strokes, Is this it?. Logo depois, este projeto acabou evoluindo com o surgimento de músicas próprias, que foram tomando forma ao longo de 2019 e continuaram sendo trabalhadas até o começo de 2020, quando se iniciava a pandemia no Brasil. Com as medidas de distanciamento, os ensaios semanais da banda foram suspensos por tempo indeterminado e a banda entrou em recesso. As músicas, ainda em estágio inicial, foram trabalhadas pelo vocalista/guitarrista e produtor, Mateus Vieira, que gravou em casa guias com a guitarra base e vocais de sete composições próprias e uma composição do colega de projeto, Adriano. Gravação Em meados de outubro de 2020, em uma tarde de gravações realizada no estúdio Gaia, em Porto Alegre, Leonardo tocou as linhas de bateria. Posteriormente, em novembro, o produtor e frontman recebeu Adriano e Thomaz, cada um deles em uma diferente sessão de gravação. Os registros foram feitos em seu apartamento, no bairro Menino Deus. Logo depois, regravou as guitarras base e os vocais, adicionou backing vocais e fez a mixagem de todo o material. O produtor, Adam Lucas Viana, recebeu as faixas mixadas lá em Aracaju-SE, e devolveu as masters do álbum. Aliás, o disco traz na capa um trabalho exclusivo da artista visual de Caxias do Sul, Patricia Heuser. Dois singles da Anemoia Paranoia já estão disponíveis no canal da banda no YouTube e nas principais plataformas de streaming. A Linha que Separa o que Veio e o que Ainda Virá está disponível digitalmente no Bandcamp e nas plataformas de streaming.

Rag’n’Bone Man lança o álbum Life By Misadventure; ouça!

Três anos após sua estreia inovadora, Human, Rag’n’Bone Man entregou aos fãs, nesta sexta-feira (7), Life By Misadventure, segundo disco de estúdio. Aliás, Rag’n’Bone Man e P!nk irão apresentar Anywhere Away From Here, um dos singles do disco, juntos, no Brit Awards. A apresentação acontece na próxima terça-feira (11), com o coral Lewisham & Greenwich NHS. Anteriormente, sua estreia marcante em 2017, Human, foi um sucesso fenomenal. Em resumo, recebeu quatro discos de platina e disparou para o primeiro lugar na primeira semana de lançamento no Reino Unido, tornando-se o álbum de um artista masculino que vendeu mais rápido em toda a década. Ademais, o disco também rendeu a ele os prêmios Brit e Ivor Novello. Se não bastasse isso, Rag’n’Bone Man rasgou o livro de regras e foi para Nashville para escrever e gravar o que se tornaria Life By Misadventure. Posteriormente, retornou ao Reino Unido pouco antes da pandemia começar. Apesar de haver em algumas dessas novas músicas uma dose de blues e soul fortes, a maior parte deste novo álbum mostra Rag’n’Bone Man dando um grande passo à frente como artista, compositor e cantor capaz de mostrar um tremendo calor e emoção real a cada respiração. Em síntese, Life By Misadventure é o tônico perfeito para esses tempos. Um álbum com profundidade e alma, sobre crescer e seguir em frente.