Lucas Vasconcellos faz mergulho íntimo em Teoria da Terra Plena

O guitarrista, produtor, cantor, compositor e arranjador Lucas Vasconcellos faz um retorno às origens em Teoria da Terra Plena, seu quarto álbum solo. Conhecido por integrar projetos variados, como Letuce e Legião Urbana, o artista faz desse trabalho um reencontro com canções de foro íntimo. Em resumo, são canções inspiradas por uma mudança de ares: de um Rio de Janeiro ruidoso para as montanhas da serra fluminense. Contudo, o resultado, como o título entrega, é um álbum que se encontra nas pequenas coisas, sem abrir mão de olhar o mundo (ainda ruidoso). Teoria da Terra Plena marca a reconexão de Lucas Vasconcellos com os instrumentos acústicos. Após uma fase marcada por muitas experimentações com elementos eletrônicos e longos períodos excursionando pelo país, o músico se voltou para seu home studio. Aliás, foi onde criou ao longo dos últimos quatro anos, não apenas suas próprias canções, mas a produção de discos de músicos independentes. A lírica do álbum exalta o bucólico como o seu verdadeiro lugar de criação e liberdade. “Esse disco nasceu pra ser minha conexão com o presente. Sempre me senti, como compositor, de alguma maneira aprisionado pelas memórias ou muito ansioso por acontecimentos. Raras vezes na minha vida de criador eu consegui ter essa paz de olhar pra um trabalho meu e sentir que ele traduz o meu presente, sem urgências e sem nostalgias. Acho que esse é o traço matricial desse trabalho” Lucas Vasconcellos Mudanças na sonoridade “Fazer um disco, no tempo de hoje, com o mundo desse jeito e sobretudo o Brasil do jeito que se encontra, culturalmente abandonado e marginalizado, me trouxe um desejo de ar, de respirar. Pude experimentar um pouco dessa sensação privilegiada de contato com a natureza, de fruição do silêncio, de poder olhar pra dentro e ressignificar os acontecimentos sociais de uma maneira menos afetada, mais íntima”, completa. Entre Silenciosamente (2016), seu terceiro disco solo, e 2021, o ecossistema da música tornou-se mais. Em suma, mais dependente das redes sociais para divulgação de artistas independentes, mais focado nos lançamentos digitais. Com uma presença online mais serena, Lucas não se força ao ajuste “ao novo”, mas também não pretende levantar voz contra ele. Conformado e em paz, canta “As coisas são assim… As coisas são porque são/ E a gente aceita ou não/ E a vida vai passando mesmo sem a gente querer”. Teoria da Terra Plena vem para somar a uma trajetória já de destaque no cenário independente nacional. Anteriormente, ele fundou, nos anos 2000, a banda Binario (2000-2008), que misturava rock, eletrônico e intervenções urbanas audiovisuais. Aliás, com a banda lançou quatro álbuns pelo selo britânico Far Out Recordings, além de outros dois pelo selo brasileiro Bolacha Discos. De 2008 a 2016, se dedicou ao Letuce com Letícia Novaes, resultando em três discos. Em resumo, Plano de Fuga pra Cima dos Outros e de Mim (2009), Manja Perene (2015) e Estilhaça (2016).

Segundo álbum do Greta Van Fleet, The Battle at Garden’s Gate já está entre nós

The Battle at Garden’s Gate, segundo disco do Greta Van Fleet, já pode ser conferido nos principais aplicativos de música. Em suas 12 faixas, Josh Kiszka (vocal), Jake Kiszka (guitarra), Sam Kiszka (baixo) e Danny Wagner (bateria) refletem fortemente o crescimento pessoal e espiritual do grupo, bem como o aprofundamento da empatia pelas lutas e desigualdades que outros estão enfrentando. “The Battle at Garden’s Gate é sobre esperança e superação dos desafios que a humanidade enfrenta. Vivemos em um mundo movido por instituições superficiais e este álbum é um lembrete de que cabe a nós cantar a partir do silêncio”, diz Josh Kiszka, o guitarrista da banda. Contudo, o baixista, Sam Kiszka, ainda acrescenta. “Suponho que tudo mudou, exceto o que nos trouxe aqui em primeiro lugar … nossa percepção do mundo e da própria vida, o que significa ser um artista, ser parte de um belo, linda sociedade. Obtivemos uma compreensão mais ampla de porque estamos todos aqui”. “Este trabalho reflete muito do mundo que vimos e acho que está refletindo muito da nossa verdade pessoal”, diz o guitarrista, Jake Kiszka. Anteriormente, a banda revelou os singles Heat Above e Age of Machine. Confira o álbum completo abaixo.

Olivia Rodrigo anuncia o lançamento de seu álbum de estreia, Sour

Protagonista das séries Bizaardvark e High School Musical: The Musical: The Series, a cantora Olivia Rodrigo anunciou o lançamento de seu álbum de estreia, Sour, para 21 de maio. Contando com repertório de 11 faixas, o disco traz o fenômeno driver´s license, que alcançou o primeiro lugar das principais paradas de música pelo mundo. Ademais, conta com o novo hit deja vu, além das inéditas brutal, traitor, 1 step foward. 3 steps back, good 4 u, enough for you, happier, jealousy. jealousy, favorite crime e hope ur ok. Deja vu estreou na 8° posição da Billboard Hot 100. Aliás, tal feito fez com que ela se tornasse a primeira artista em toda a história a estrear seus dois primeiros singles no Top 10. A cantora ainda se tornou a única artista solo a ter seus dois singles de estreia simultaneamente no Top 10 da parada da Billboard, com drivers license e deja vu.

Indicado para fãs de Black Keys, Bones Owens estreia com discaço

De Nashville, a Cidade da Música, vem Bones Owens, que acaba de lançar seu álbum de estreia, homônimo. Em resumo, o tão aguardado álbum tem uma aspereza do oeste selvagem e moderno, com versos de guitarra corajosos ao lado da voz de Owens. Ao discutir a jornada que levou Owens à sua estreia, ele disse: “este álbum é a culminação de anos de sangue, suor e lágrimas no (music) business … fazendo discos em outras bandas, fazendo discos para outras pessoas, etc. É o fim do objetivo de fazer meu próprio álbum completo e, ao mesmo tempo, apenas o começo deste capítulo.” Tendo deixado a cidade para retornar a algo parecido com suas raízes, ele propositalmente encheu sua sala de escrita com os incontáveis ​​tesouros e bugigangas que reuniu ao longo dos anos. “Minha mãe era dona de uma loja de antiguidades quando eu era criança – na verdade morávamos acima dela – então sempre tive esse amor por coisas antigas”, diz Owens, que trabalhou como antiquário por vários anos. Com sua coleção incluindo tudo, desde o sentimental ao absurdo – uma coleção de pontas de flechas nativas americanas desenterradas por seu avô enquanto trabalhava nos pomares de frutas do Missouri, cabeças de coiote taxidermizadas adornadas com capacetes de motocicleta antigos – Owens considera esse espaço essencial para seu processo criativo. “Para mim, a inspiração é ambiental”, diz ele. “Na maioria das vezes minhas músicas vêm de mim apenas sentado com um violão, rodeado por todas as minhas coisas favoritas.” Escrito antes da pandemia Com Bones Owens escrito nos dias pré-pandêmicos, Owens espera que o espírito desenfreado do álbum possa fornecer uma elevação muito necessária para seu público. “Quando fiz esse álbum, obviamente não tinha ideia de que o mundo estaria tão completamente mudado na época em que fosse lançado”, diz ele. “Este álbum para mim foi sobre um momento transformador na minha vida. Tratava-se de perda e dor, mas também de amor e de encontrar uma saída em tempos sombrios. Sinto que tudo isso são emoções e sentimentos aos quais estou conectado agora, tanto quanto quando foram escritos”. Contudo, Bones Owens é uma expressão completa dos impulsos mais selvagens de Owens, todos os ritmos suaves e riffs arrogantes. A estreia do músico criado no Missouri é uma vitrine potente para seu formidável trabalho com a guitarra; um talento que ele demonstrou ao se apresentar com artistas tão ecléticos como Yelawolf e Mikky Ekko. Aliás, a maior parte do álbum mostra Owens unindo forças com o baterista Julian Dorio (Eagles of Death Metal) e o baixista Jonathan Draper (All Them Witches), gravando ao vivo em fita e infundindo cada faixa com uma vitalidade frenética.

Rita Lee e Roberto de Carvalho lançam álbum de remixes com Tropkillaz e outros

A dupla que marcou o cenário pop e rock brasileiro revive os grandes sucessos de mais de 50 anos de carreira com um projeto de remixes. Rita Lee e Roberto de Carvalho lançaram o primeiro de três volumes nesta sexta-feira (10). São 12 canções em cada álbum, incluindo as produções de Dubdogz e Watzgood para Mania de Você (1979) e de Tropkillaz para Saúde (1981). Rita Lee & Roberto – Classix remix foi organizado por João Lee, DJ, produtor, filho da artista, criador da capa do álbum e quem fez o convite aos DJs brasileiros. Para Marcos e Lucas, irmãos gêmeos que formam o Dubdogz, Mania de Você é uma música que atravessou gerações. “Ouvimos desde criança e nossos pais adoram, por isso esse remix representa muito para nós! Fazer parte da história da Rita Lee, remixando um de seus maiores hits, não tem dinheiro que pague. É realmente muito especial e estamos muito felizes com o resultado”, contam sobre a colaboração com os amigos de infância Watzgood. “Quando o João Lee chamou a gente para fazer parte do projeto, claro que além de muito honrado, foi difícil escolher qual música iríamos remixar. Porém, a sugestão foi certeira. ‘Saúde’, o que mais a gente quer nesses tempos difíceis?”, revelam Zé Gonzales e André Laudz, nomes por trás do Tropkillaz. Entre os demais artistas que fazem parte do projeto de remixes para os clássicos de Rita Lee e Roberto de Carvalho, estão: Vintage Culture, Gui Boratto, David Morales, DJ Marky, DJ Tennis, Harry Romero, Renato Cohen e The Reflex (Nicolas Laugier).

Sonata Arctica anuncia primeiro álbum acústico da carreira

A banda finlandesa Sonata Arctica anunciou o lançamento de seu primeiro álbum acústico. Acoustic Adventures – Volume One tem previsão de lançamento para outubro de 2021 pela Nuclear Blast Tonträger Produktions- und Vertriebs GmbH. “Esta forma acústica de Sonata Arctica está fermentando lentamente há anos”, comenta o vocalista Tony Kakko. “A primeira manifestação dela, além das poucas versões acústicas de canções lançadas ao longo dos anos, foi a Acoustic Adventures Tour, em 2019, que provou ser um grande sucesso, gerando a ideia de ter essas músicas também gravadas e lançadas em um álbum ou dois, pelo menos para começar. Nossas músicas sempre foram baseadas em belas melodias, o que as torna muito fácil de transformar e reorganizar perfeitamente na forma acústica também. Devo mencionar que muitas das músicas funcionam tão bem vestidas em trajes acústicos”. Acoustic Adventures – Volume One será a primeira parte, seguida por um segundo disco acústico, a ser lançado em 2022. “Espero que você ame esses álbuns tanto quanto nós. Há muitas, muitas músicas que tivemos que deixar de fora desses álbuns Volume One e Volume Two, então nada me agradaria mais do que adicionar mais alguns volumes num futuro próximo”, sorri Tony Kakko.

Entrevista | Richie Kotzen: “Adrian e eu temos pensamentos em comum e outros diferentes”

Dois grandes guitarristas unidos em um projeto de tirar o fôlego. Adrian Smith e Richie Kotzen estrearam o álbum Smith / Kotzen, projeto gravado nas Ilhas Turcas e Caicos, um pouco antes do início da pandemia. Composto por nove faixas, Smith / Kotzen é uma perfeita colaboração entre os dois músicos altamente respeitados que escreveram todas as músicas, compartilharam os vocais principais e também trocaram as funções de guitarra e baixo ao longo do disco. Repleto de melodias e harmonias poderosas, o disco incorpora a atitude espirituosa do rock clássico dos anos 1970 com um caldeirão de influências que vão do blues, hard rock, R&B tradicional e mais, misturando as origens e experiências de cada um do par para resultar em um som totalmente contemporâneo. Kotzen conversou com o Blog n’ Roll sobre a parceria com o guitarrista do Iron Maiden, carreira, gravação do álbum na ilha, Brasil e lockdown. Confira o papo abaixo. Como surgiu essa parceria com Adrian Smith? Nós nos conhecemos há uns nove ou dez anos. É difícil dizer exatamente como nos conhecemos, porque em Los Angeles você vê e conhece pessoas com frequência. Mas, ao longo dos anos, nossa amizade foi crescendo, nossas esposas ficaram amigas, e sempre falamos muito sobre música. E sempre nos feriados, a gente se encontrava para fazer uma sessão e tocar algumas músicas. Mais recentemente, em uma dessas sessões, alguém sugeriu que eu e o Adrian tentássemos fazer uma música juntos. E, felizmente, isso aconteceu, e hoje estamos aqui. O que permeou a montagem desse set? Todas as músicas são idênticas… brincadeira (risos). As faixas me lembram muito aquele rock clássico que cresci ouvindo. É um álbum agradável, que tem um flow muito bom. É um daqueles álbuns legais de rock clássico, e cada música tem sua personalidade. O single Taking My Chances é uma faixa forte, que queríamos mostrar primeiro, mas todas são importantes. Você percebe que as canções são da mesma banda, mas a vibe muda, claro. Cada música representa nosso sentimento quando as escrevemos. Como foi gravar o álbum em uma ilha paradisíaca do Caribe? Cara, isso foi muito divertido. Eu nunca tinha ido para lá. É um lugar lindo, tropical, com um mar maravilhoso. Foi incrível! O único problema foi que eu não queria fazer nada além de ficar deitado na praia (risos). Tivemos alguns dias de folga, e depois começamos os trabalhos. Foi bem legal, e gostei muito de ter feito dessa forma. Espero que o próximo seja assim também. Tiveram problemas na hora de voltar por conta da pandemia? Não tivemos problemas, porque saímos de lá antes de tudo começar por aqui. Eu lembro que tive minha festa surpresa de aniversário em Las Vegas, depois fiz shows em um cruzeiro em Miami, e em seguida encontrei o Adrian para gravarmos o álbum. Quando terminamos, já estávamos planejando a turnê mundial e marcando os shows. Nossa ideia era lançar o álbum em março ou abril de 2020 e começar a turnê logo em seguida. Mas, obviamente, a pandemia chegou e tudo isso mudou. Como estão os planos para a divulgação de Smith / Kotzen com esse impedimento? Estamos fazendo o que podemos. Divulgamos algumas músicas, o álbum completo está pronto para ser lançado, estamos dando muitas entrevistas e contando nossa história. Eu sou um cara das antigas, então não vejo a hora de poder tocar ao vivo. No Texas, por exemplo, eles liberaram shows, então talvez a gente faça uma turnê por lá. O lockdown dificultou algo em sua vida? Para mim, não foi tão ruim como para muitas pessoas. Eu sou grato por ter conseguido descansar um pouco, porque precisava de um tempo livre. Quando você é um cara como eu, se te oferecem três semanas de shows da América do Sul, você vai. Ou então, meses na Europa, eu vou também. Então, é difícil dizer não quando essas oportunidades surgem. Eu não queria tirar essa folga, mas senti uma tranquilidade quando as coisas pararam. Claro que odeio a covid-19, obviamente, mas ficar em casa nesse lockdown funcionou para mim. Voltando ao álbum, como foi cruzar as influências de vocês dois? Adrian e eu temos pensamentos em comum e pensamentos diferentes. Por exemplo: nós dois amamos bandas clássicas de rock. Mas, por outro lado, eu também gosto de alguns elementos, e o Adrian de outros, como jazz e blues. Eu não curto tanto, mas tenho muita influência do soul e do r&b. E isso foi bom, porque tivemos muitos pontos onde nos conectamos bem, e outros que nos ajudaram a trazer algo diferente para o álbum. Você é um cara com muita bagagem no rock, ainda mais pelas passagens pelo Poison e Mr Big. Acredita que ainda carrega algo dessas vivências no seu som? Todas as coisas que você faz como músico ajudam a formar suas características. Para mim, eu não sei ao certo o que aprendi com cada membro de cada banda que passei, porque são anos na estrada, e períodos relativamente curtos com as bandas. Mas, certamente, para um cara jovem que tocava na garagem, tocar com outros grandes artistas e interagir com eles é um aprendizado enorme. Conheci muita gente gigante, e essas pessoas me ensinaram muitas coisas que começaram a fazer parte da minha personalidade musical. Você tem uma relação legal com o Brasil, certo? Brasil é um dos lugares que mais gosto de visitar e tocar. Sempre tenho experiências incríveis quando vou ao Brasil, com ótimos públicos e pessoas apaixonadas por música. Minha esposa é brasileira e a conheci em São Paulo. É um lugar importante para mim, e espero voltar logo. Já aprendeu a falar em português? Só frases ridículas e palavrões (risos). Mas vou parar de ser preguiçoso e tentar aprender algo útil.

Segunda parte de projeto de Amy Winehouse na BBC chega ao streaming

A segunda parte do projeto Amy Winehouse At The BBC, de Amy Winehouse, chegou às plataformas de streaming nesta sexta-feira (2). Em resumo, traz as músicas Take The Box, gravada durante o Mercury Prize em 2004, Rehab e Just Friends. Aliás, o álbum completo tem lançamento previsto para 7 de maio. Em síntese, é uma coleção de muitas performances notáveis por indiscutivelmente uma das maiores e mais genuínas artista a surgir na música britânica em décadas. Pela primeira vez, este lançamento atualizado oferece versões apenas de áudio das canções apresentadas em A Tribute To Amy Winehouse de Jools Holland e BBC One Sessions Live at Porchester Hall, sendo que grande parte dessas faixas é inédita nos serviços de música digital. Ademais, o álbum ainda inclui as primeiras sessões de Amy na BBC Radio. São músicas de suas primeiras apresentações na TV, bem como joias inéditas, raridades e covers exclusivos. Também há espaço para versões ao vivo de canções clássicas dos álbuns Frank e Back To Black. Anteriormente, a primeira parte trouxe Stronger Than Me, Tears Dry On Their Own e You Know I’m No Good. Muitas das canções presentes em At The BBC podem ser encontradas no YouTube ou na plataforma de vídeos da BBC. São apresentações memoráveis da cantora.

Keane revela preciosidade com o álbum “Live at Largo”, gravado em 2008

Nesta sexta-feira (2), o Keane liberou um presente para os fãs, o álbum ao vivo Live At Largo, recentemente mixado pelo baixista Jesse Quin. Em resumo, um registro para matar saudade dos clássicos repaginados. Gravado originalmente em 2008, o disco conta com dez faixas do show acústico intimista da banda em um dos clubes mais lendários de Los Angeles. Aliás, Jon Brion, que produziu You Haven’t Told Me Anything on Perfect Symmetry, juntou-se à banda no palco para uma noite inesquecível de música. Posteriormente, depois de assistir às fitas por anos, o Keane finalmente decidiu lançar, pela primeira vez, as gravações como um presente para seus fãs.