Lupa, banda de rock de Brasília, lança single Trisal

Quem é de Brasília com certeza já conhece a banda Lupa. Agora, o Brasil todo vai balançar a cabeça ao som de Trisal, novo hit de rock mais safado da banda. O single, disponível em todas as plataformas digitais, é uma mistura de sons dançantes como Maneskin e potente como Queens of the Stone Age. A música antecede o novo álbum, que será lançado no próximo mês. Com 7 milhões de streams e tendo se apresentado no último Rock In Rio, a Lupa entrará em turnê pela primeira vez desde a pandemia para promover a música, passando por São Paulo, Rio de Janeiro, Goiás e Distrito Federal.

HuTal revela single com guitarras brisantes e sintetizadores; ouça Intro

A banda HuTal divulgou o single Intro, na última sexta-feira (23). A faixa sucede o lançamento de Uma Dose a Mais, liberada em novembro de 2022, trabalho que já é um dos favoritos dos fãs. Intro está disponível em todas as plataformas digitais pelo selo musical Marã Música. Chegando com uma letra forte (que já virou característica da banda), a nova música apresenta guitarras “brisantes” e alguns recursos eletrônicos como beats e sintetizadores. A faixa fala sobre a preparação, sobre a entrega “do antes”, para estar presente no momento e viver da melhor maneira. Intro nasceu de uma reflexão de OJão (guitarrista e vocalista da Hutal) e Vitão (guitarrista da banda) enquanto se preparavam para subir ao palco. “Era um dos nossos primeiros shows e trazíamos expectativas e muitas horas de preparação para aquele dia. Queremos sempre eternizá-lo através dessa faixa”, contam os integrantes. Para chegar até a concepção atual, a faixa passou por outras roupagens. “Ela nasceu no violão, depois passou para banda, ganhou uma versão eletrônica, e aí a junção de todas se faz presente no lançamento”, explicam. E para esse aguardado lançamento, as expectativas estão lá em cima. “Queremos que as pessoas conheçam mais nosso lado íntimo, de como nos entregamos para viver aquele momento, por isso a energia dos nossos shows é sempre alta, pensamos muito na troca com o público e ‘Intro’ é um presente nosso aos fãs”, finalizam. Fundada em dezembro de 2017, a HuTal começou por uma brincadeira de tocar violão e compor músicas. Formada por Victão (guitarra); OJão (guitarra e vocal); Sérgio (baixo) e Drew (bateria), suas principais influências musicais são Sticky Fingers, Jorge Ben jor, Ocean Alley, Lagum, Froid e Jean Tassy.

“Egrégora” vai do rock ao reggae. Ouça o EP de estreia da Mariá

Em seu primeiro EP, a Mariá te convida a crer para além do que se vê. Egrégora, termo que dá nome ao novo trabalho, é um conceito que representa a força espiritual criada a partir da soma de energias coletivas. Com isso, o novo trabalho é composto por quatro faixas que representam a congregação de vibrações e se espalham por uma sonoridade fluída e cheia de significados. Todo esse conceito foi captado pelo estúdio El Rocha, da Família Takara (Daniel Ganjaman, Fernando Sanches, Maurício Takara e Claudio Takara), onde já passaram grandes nomes como Sabotage, Criolo, Baiana System, Rael, Planta e Raiz, Maneva, entre outros. Para abrir as portas, Aqui e Agora celebra o momento presente, o único onde é possível se viver plenamente e fazer verdadeiras conexões. A sonoridade é marcada pelos solos de guitarra e bateria somadas ao groove do baixo, com influências do funk rock. Já em Jah Bless, a banda mergulha de cabeça no reggae com música em inglês sobre a força de Jah, o Leão. A faixa também resgata elementos do Sound System Na terceira música, Nossa Mata traz a riqueza da terra, da mata e de seus povos. Bastante brasileira, resgata sonoridades indígenas e afro por meio de chocalhos e batuques e as convergem com o rock, fazendo jus a identidade experimental da Mariá. Para finalizar, Somos Mais traz a leveza da surf music, passeando pelo reggae melódico. A faixa evoca o amor, a positividade e a união ao fechar o EP dizendo que Todos nós somos mais. Ouça Egrégora

Onda Errada HC canta dilemas do trabalhador brasileiro em álbum

A referência ao icônico álbum de 1982 do Bad Brains na capa é uma primeira amostra do que o ouvinte pode esperar do disco de estreia da banda Onda Errada HC, de Niterói. No lugar da força da natureza destruindo o Capitólio, vem uma mão arrasadora sobre o Rio de Janeiro. Com um olhar periférico e de contracultura sobre as relações sociais e de trabalho,o grupo liga o hardcore com ritmos afrocaribenhos, como o ska e o reggae. “Amadurecido nas dores da pandemia, nosso novo álbum trata do balanço na navalha que é o cotidiano do trabalhador brasileiro, especificamente o trabalhador da região metropolitana do Rio de Janeiro, se equilibrando entre o desespero e o tédio. Ele está perpetuamente preso entre a desmotivação, a má vontade e a violência policial”, reflete Gustavo Felix, guitarrista da banda. Além dele, fazem parte da banda Jean Marcel Chactoura (voz), Mateus Ferrari (guitarra), Vinicius Câmara (baixo) e Brayner Rodrigues (bateria). Formada em 2018, a Onda Errada surgiu quando Mateus e Vinícius trabalhavam juntos como forma de expurgar muito da raiva que sentiam em forma de arte. Influenciados também pelo avanço do conservadorismo no cenário brasileiro, a banda utiliza suas músicas como forma de militância antifascista, extrapolando os limites dos palcos e levando para as ruas suas ideias e práticas, organizando reuniões e festivais. Após EPs e singles, a Onda Errada HC consolida a primeira fase de sua história com o disco de estreia. Em oito faixas produzidas pela banda com Renan Carriço (Facção Caipira), eles contam com participação especial de Hajed, da banda Lado A, na música Laboratório do Inferno.

Banda baiana Bruma lança A Metade, primeiro single do novo álbum

Os baianos da banda Bruma acabam de lançar A Metade, um rock potente como o primeiro single do novo álbum, O Vendedor de Espelhos, previsto para o segundo semestre de 2022. O lançamento acontece via Orangeira Music. Depois da boa recepção do EP Um Pouco Tarde Para Chegar Cedo e single Eu Não Te Convidei, a Bruma trabalha o lançamento do álbum. A Metade traduz um sentimento muito familiar a todos aqueles que já vivenciaram uma troca de amor profunda com alguém, em que o elo é tão forte que funde as percepções de indivíduo de cada um. “O olhar para si mesmo reflete sempre a união, e as incertezas da despedida nos trazem o mais angustiante dos questionamentos”, contextualiza a banda. Novo álbum da Bruma O Vendedor de Espelhos trará dez músicas inéditas em que a banda propõe a autorreflexão de quem o escuta. Os questionamentos que permeiam as mais diversas das incertezas humanas se amarram e se conduzem na voz do eu lírico. Aliás, criando um arco que vai da primeira à última faixa. A produção musical fica a cargo de Silvio de Carvalho e o projeto conta ainda com a participação de Eric Assmar e Mário Borba.

Destaque do cenário mineiro, Azul é a Cor de Netuno estreia com Estelar

Após se destacar no cenário independente norte-mineiro como a banda Clara, Azul é a Cor de Netuno se reapresenta ao público com a mesma formação, porém novo nome e sonoridade inédita, agora incorporando as influências indie e folk às suas primeiras canções autorais. Assumindo a inspiração espacial, o grupo vai da calmaria à intensidade no single e clipe Estelar, já disponível para streaming e em seu canal de YouTube. A singeleza da canção que a banda escolheu para iniciar essa nova jornada é, também, um reflexo da própria Estelar, uma faixa sobre a nossa pequeneza diante da vastidão do universo. A composição da guitarrista Michelle Marques acabou por inspirar o novo nome do projeto, composto também por Pedro Emanuel (voz e violão), Hugo Silva (baixo) e pelos irmãos Matheus Leite (voz e bateria) e Maria Clara Leite (voz). “Estelar é sobre como até mesmo as estrelas que vemos no céu já nem estão lá mais de verdade, e sobre perguntar ‘como em um universo tão grande pode existir somente nós aqui neste planetinha azul?’ Então é uma música que traz todos esses questionamentos, sobre vida e sobre tempo, e diante disso tudo o que é importante de fato na vida? Estelar traz perguntas e as respostas podem estar dentro de cada um que escuta essa música”, resume Michelle. A guitarrista também integra, ao lado de Matheus, a banda Taboo e tem seu projeto solo, com o qual lançou o recente EP de blues rock Nenhum Pedaço Meu. A familiaridade entre os músicos e deles com o produtor Leonardo Marques (Maglore, Young Lights) fica clara na gravação, realizada no estúdio Ilha do Corvo, cujos bastidores aparecem no clipe de Estelar, dirigido por Tomás Gomes.

WRY lança sétimo álbum de estúdio; ouça Reviver

Banda de Sorocaba (SP) com renome no cenário alternativo, WRY olha para o futuro com nostalgia. O álbum Reviver é o seu sétimo LP de estúdio e resgata uma seleção de faixas compostas ao longo dos anos com letras de temas bem particulares e que não tiveram espaço na já extensa discografia da banda. Agora, elas estão conectadas por um olhar renovado que amplia a sonoridade shoegaze e pós-punk do grupo. Depois de revelar o single power-pop solar Where I Stand, o WRY entrega um trabalho onde esta e outras nove composições surgem após um período de imersão no estúdio da banda, Deaf Haus, em Sorocaba (SP), de março a maio de 2021. Entre a familiaridade de habitar o repertório do grupo há anos e o ineditismo nas plataformas digitais, as canções encontram um novo olhar de um grupo que não cansa de se reinventar e auto desafiar. “Por mais que nos sentimos alienígenas, seja no Brasil como uma banda de rock ou na Inglaterra como uma banda brasileira de rock, sempre tivemos orgulho de nossa música. Ao longo dos anos, lançamos discos e EPs, porém um punhado de canções acabou não dialogando com alguns de nossos próprios momentos ou não tiveram a atenção devida. O objetivo do novo álbum é o resgate, a reciclagem da arte e mostrar o poder atemporal que a música pode ter”, resume Mário Bross (vocal, guitarra e synth). Além dele, o WRY conta com Luciano Marcello (guitarra e backing vocal), William Leonotti (baixo e backing vocal) e Ítalo Ribeiro (bateria e backing vocal). O novo disco vem para somar à trajetória de WRY, banda atuante na cena nacional e que já viveu em Londres entre 2002 e 2008, onde tocou com The Subways, The Cribs, Ash e The Joy Formidable. Também trabalhou com Tim Wheeler (Ash) e Gordon Raphael (The Strokes). No Brasil, tocaram com diversas bandas importantes como Make Up, Superchunk, Ira!, Inocentes, Jota Quest e Júpiter Maçã. Passaram por festivais como o goiano Bananada (2017) e o espanhol Primavera Sound (2015), fizeram uma mini turnê em Portugal, e também retornaram a Liverpool e Londres, tendo todos os ingressos vendidos no prestigiado The Lexington. Em 2020 lançaram o disco Noites Infinitas, o qual entrou em dezenas de listas de melhores do ano, top 10 de vários programas de rádios brasileiras e norte-americanas e levou o prêmio Dynamite de Melhor Lançamento Indie de 2020. Além do trabalho mais recente, os músicos trazem na discografia She Science (2009), National Indie Hits (2008), Flames in the Head (2005), Heart-Experience (2000) e Direct (1998), além de três EPs e diversos singles.