Cena Contra Fome 2026: bandas e produtoras se unem em evento de caráter social no Hangar 110

O Hangar 110 será palco de uma maratona de hardcore e rock alternativo no sábado de Carnaval, dia 14 de fevereiro de 2026. O festival Cena Contra Fome reunirá dez bandas da cena independente com um objetivo central: arrecadar três toneladas de alimentos. A programação mescla nomes veteranos e novas promessas do gênero. Estão confirmados shows de Zander, Garage Fuzz, Sugar Kane, Bayside Kings, Deb and the Mentals, Swave, Wasted Kidds, Under Influence, Contra o Céu e Karma Chord. A iniciativa é uma realização conjunta de diversas produtoras do meio, incluindo Solid Music, Caveira Velha e Desgosto Discos. Como participar do Cena Contra Fome O evento trabalha com ingresso popular em lote único no valor de R$ 10, condicionado à entrega obrigatória de 5 kg de alimentos não perecíveis na porta do evento. Serviço: Cena Contra a Fome 2026 Data: 14 de fevereiro de 2026 (sábado) Local: Hangar 110 (Rua Rodolfo Miranda, 110 – Bom Retiro) Horário: Abertura da casa às 13h Line-up: Zander, Garage Fuzz, Bayside Kings, Sugar Kane, Deb and the Mentals, Swave, Wasted Kidds, Under Influence, Contra o Céu e Karma Chord Ingressos: R$ 10 + doação de 5 kg de alimento (vendas no site 101 Tickets)

Entrevista | Bayside Kings – “Nada Pra Mim inicia nossa nova fase, mas em uma transição”

O Bayside Kings abriu oficialmente um novo capítulo de sua trajetória ao assinar com a gravadora Deck. A banda de hardcore formada em Santos e ativa desde 2010 vive um momento de transição, entre o legado construído ao longo de mais de uma década e os caminhos que começam a se desenhar para 2026. O primeiro passo dessa etapa é o single Nada Pra Mim, que chegou hoje às plataformas. Em entrevista ao Blog N’ Roll, o vocalista Milton Aguiar explica que a banda atravessa uma mudança significativa depois de uma sequência de lançamentos que funcionaram como um grande “livro aberto” da fase anterior. “Essa nova fase do Bayside Kings é uma fase de transição entre tudo que ocorreu no Livre Para Todos, que foi um álbum fragmentado (em vários EPs) que a gente fez nos quatro anos, e para o que virá em 2026. A gente tem um álbum em vista para ser lançado em 2026, um álbum full, e vai ter alguns singles antes que serão essa transição”, afirma. A entrada na Deck marca esse novo ciclo, mas Milton reforça que ele só existe porque houve um caminho sólido até aqui. “É a continuação de um acerto, uma decisão que nós tomamos depois de 10 anos de banda, que foi passar a cantar em português. A gente sempre se importou muito com a mensagem das músicas. Queríamos que fosse algo que pudesse abrir diálogo e que todos pudessem pertencer”, diz o vocalista, destacando que o apoio das gravadoras anteriores também foi essencial para a jornada até aqui. Nada Pra Mim sintetiza esse momento. A faixa aborda o rompimento definitivo com quem subjugou ou julgou você, transformando ressentimento em força. “Nada Para Mim é uma música que fala muito sobre parar de dar a outra face para bater, sobre revidar, principalmente contra ideias e pessoas que subjugam a gente. Fala sobre colocar um basta, sobre posicionamento”, comenta Milton. Na estética, o single abraça o skate punk com energia direta e crua. “É um skatepunk, então quem gosta de Suicidal Tendencies, Drain, Pennywise, Comeback Kid, Charlie Brown Jr. vai ser simpatizante com esse som”, projeta o vocalista. Ele reforça que a faixa também funciona como um chamado à comunidade ligada ao hardcore e ao skate, reforçando a identidade coletiva da banda. Além disso, o vocalista pontua como essa virada chega cercada de parceiros que ajudaram a manter a banda em movimento. “Essa nova fase é importante pelo lance de ter a Deck entrando nos 45 do segundo tempo, dando suporte. E ela não começou sozinha. Começou com os dois primeiros EPs com a Olga, depois os dois com a Repetente e agora com a Deck. Todo mundo tem sua parcela de parceria e contribuição.” Com o novo single já nos shows da reta final de 2025, o Bayside Kings segue preparando o terreno para o próximo ano. A banda promete uma turnê extensa em 2026, celebrando não apenas os novos lançamentos, mas o aguardado novo álbum que deve ampliar ainda mais a sonoridade e o alcance desse novo ciclo.

Bayside Kings convida ex-integrantes em busca de sua obra prima

O Bayside Kings está comemorando 15 anos da melhor forma possível: em estúdio, gravando o novo álbum “Modo de Sobrevivência”. Em busca de sua obra-prima, a banda convidou dois ex-integrantes emblemáticos para o processo de composição e pré-produção. Marcão, hoje na Apnea, integrou os discos Resistance (2016) e Yin Yang (2018), enquanto Léo, atualmente no Surra, participou da era Warship (2013) e Waves of Hope (2015). No último sábado (26/07), a banda se apresentou com Marcão na guitarra — foi a primeira vez com cinco integrantes nos últimos sete anos. O show aconteceu durante o Santos Criativa Rock, evento anual em homenagem ao mês do rock. Em entrevista ao Blognroll, o vocalista Milton Aguiar contou que a ideia dessa nova formação é tornar a banda mais “palpável”, sem perder o DNA selvagem que sempre marcou o Bayside Kings. O álbum está em estágio de pré-produção, com quase 20 faixas compostas, e a previsão é lançar um single ainda em 2025. A temática de Modo de Sobrevivência gira em torno do cotidiano e das batalhas diárias do cidadão comum. E um dos focos dessa nova fase é se consolidar de vez com letras em português. “No início, todas as nossas referências cantavam em inglês, então foi um caminho natural”, explica Milton. “Se naquela época a gente decidisse criar em português, soaria muito parecido com o Dead Fish — que é uma banda que eu gosto muito. Mas depois que criamos nossa identidade e muita gente começou a pedir músicas em português, resolvemos seguir esse caminho. Todo mundo abraçou, e foi um baita acerto”, conclui.

Santos Criativa Rock chega à quarta edição com shows, exposições e feira alternativa 

O mês do rock terá mais um final de semana de música. A 4ª edição do Santos Criativa Rock será realizada nos dias 26 e 27 de julho, no Centro de Cultura Patrícia Galvão (Avenida Pinheiro Machado, 48, Vila Mathias). O evento visa fortalecer a cena musical alternativa, apoiando músicos e artistas da região.  Nos dois dias, das 14h às 22h, estão programados shows ao vivo, feira de economia criativa, exposições de arte e muita cultura independente reunida em um só lugar. A entrada é gratuita. Dia 26 sobem ao palco as bandas Glote, Seaport, Aclive, Bayside Kings e Zander. No mesmo dia, às 18h30, também haverá homenagens a nomes reconhecidos pela contribuição à cultura alternativa da Cidade. Já no dia 27 será a vez de Calibre, Vida Incerta, O Último Banco do Bar, FreeSpirits e Bola, vocalista da banda santista Zimbra em show solo. Todas as apresentações serão realizadas no Teatro Rosinha Mastrangelo e estão sujeitas à lotação do local. Além das apresentações, o público também poderá aproveitar, na parte externa do teatro, a ‘rock market’, exposição de artistas e venda de produtos como roupas, feira de vinil, entre outros itens. Programação de shows do Santos Criativa Rock Dia 26/7  16h – Glote 17h – Seaport 18h – Aclive 19h – Bayside Kings 20h30 – Zander *** Dia 27/7 16h – Calibre 17h – Vida Incerta 18h – O Último Banco do Bar 19h – FreeSpirits 20h30 – Bola

Bayside Kings fala de autoconfiança e perseverança no EP (R)evolução

O Bayside Kings acaba de lançar o EP (R)evolução #Livreparatodos, com quatro faixas plurais, em termos sonoros e líricos, que chega às plataformas de streaming pelo selo Repetente Records. (R)evolução é o quarto e último EP que forma o álbum conceitual #Livreparatodos, todos eles com letras em português e com mensagens sobre autoconfiança, autoconhecimento e perseverança. O vídeo foi gravado, dirigido e editado por André Martins, com roteiro de Milton Aguiar. Bushido, que abre o EP, faz alusão ao código de honra dos samurais e fala sobre a responsabilidade que cada indivíduo carrega consigo no dia a dia. “Traz coisas boas e também ruins. Do jeito que vivemos e depois morremos, isso é sempre pautado em responsabilidades, escolhas e ideais”. Seguindo em Frente é uma música que fala sobre rupturas em diversas naturezas – pode ser amorosa ou de amizade, por exemplo. “O sentido fica em aberto para cada ouvinte sintonizar a música em sua vivência”. O Inexistente Eu aborda a importância da participação dentro de um coletivo. “É entender seu papel neste coletivo e mostrar que está ali”. Tempo Espaço, a última faixa do EP, é sobre potencializar a ideia de que cada indivíduo é o protagonista da própria história. “Se não fizermos por nós mesmos, o ponteiro do relógio não se moverá”. Show de lançamento, entrada grátis Com entrada gratuita, o Bayside Kings faz o show oficial de lançamento de (R)evolução #Livreparatodos no próximo sábado (5), a partir das 16h, no CCJ Ruth Cardoso (Avenida Dep. Emílio Carlos, 3641 – Vila dos Andrades), em São Paulo. A banda promete um show com novas músicas, novo formato e muito mais energia! E para completar a festa ficar, mais bandas participam do evento: Escombro, Metade de Mim, Burrice Precoce e Capote.

Bayside Kings lança clipe de Entre a Guerra e a Paz; assista

O Bayside Kings soltou o dinâmico videoclipe da música Entre a Guerra e a Paz, com recortes de imagens reais e cenas da banda em estúdio. A canção faz parte do EP Dualidade, lançado em novembro de 2023 pelo selo Repetente Records (criado a administrado pelos músicos do CPM 22, Badauí e Phil Fargnoli, junto ao diretor artístico Rick Lion). O clipe tem roteiro de Milton Aguiar, o vocalista do Bayside Kings, com direção e edição de André Martins. Milton explica que Entre a Guerra e a Paz é um “experimento sonoro”. “É um convite crítico interno e externo de um ponto de vista de como a gente vive a vida dentro das nossas dualidades de convicções. E quando falo em experimento, é o lance do BSK inovando dentro do próprio jogo de trabalhar refrãos mais melódicos e também, como em quase todas as músicas dessa nova fase em português, terem perguntas diretas”. Entre a guerra e a paz, o que você escolhe? Essa é a pergunta que norteia a música e também o videoclipe. “É uma forma de sugerir para sair de cima do muro”, completa o vocalista. “De uma forma mais simples, imagina um copo com água até a metade dele. Como você vê ele? Meio vazio ou meio cheio? É o yin yang diário, ‘Ou se morre como herói, ou vive-se o bastante para se tornar o vilão’, essa frase do cavaleiro das trevas ela bate muito na minha cabeça dentro do conceito de dualidade”, ressalta Milton sobre o contexto desta complexa e reflexiva composição do EP Dualiade. O clipe ainda destaca uma frase crucial da letra de Entre a Guerra e a Paz: Organize o seu ódio. “Quando a gente assume esta postura com a frase, acredito nela como agente de mudança, social ou pessoal; um senso de coletivo humanizado, plural e de vitória”.

Bayside Kings reflete sobre energias opostas da vida no EP Dualidade

As forças complementares da existência são escancaradas e dilaceradas em quatro novas músicas que a banda Bayside Kings apresenta no EP Dualidade, um lançamento de quatro faixas plurais, em termos sonoros e líricos, que chega às plataformas de streaming pelo selo Repetente Records. É o terceiro fragmento, de quatro partes, que formarão o álbum conceitual #livreparatodos. Todas as faixas de Dualidade, como sugerem o nome do EP, tratam que antíteses, situações e posicionamentos contrários que, inevitavelmente, hora ou outra, colidem e colocam o indivíduo na encruzilhada: é preciso escolher um caminho, uma ideia, uma bandeira. (Des)obedecer, o primeiro single deste EP, é sobre romper limites e crenças que impedem o indivíduo de ser autêntico e seguir a vida por si. É um levante contra as amarras da sociedade e encorajar as pessoas a se posicionarem contra algo que não concordam. Entre a Guerra e a Paz traz em debate o conceito de ‘os fins justificam ou meios’ e incentiva o livre arbítrio, se desprender das amarras do julgamento alheio, mesmo que isso tenha o seu preço. Este foi o segundo e último single. Já a inédita Na Dor/O Amor traz mensagens e reflexões sobre aprendizados de vida ao longo dos anos, alguns que vêm mais prazerosos, pelo amor, outros mais amargos, pela dor. O ponto de inflexão é entender qual caminho buscar a partir deste questionamento. A também inédita, e faixa que fecha o EP, Pare(Ser), critica como a imagem, para o sociedade de consumo, é mais importante do que o indivíduo realmente é. Vale mesmo a pena publicar em redes sociais cada passo ou, ainda, publicar tudo antes mesmo de se ter de fato a experiência? Melodias e agressividade Dualidade mostra como o Bayside Kings amadureceu com precisão cirúrgica ao absorver influências de seus ídolos e transformá-las em músicas com o DNA do quinteto santista. Assim, Dualidade é um dos mais registros mais agressivos da carreira do Bayside Kings, ao mesmo tempo em que traz os refrões mais melódicos e riffs com cargas de hardcore, punk rock e até thrash metal. É, ainda, a consolidação da fase da banda com letras em português. Dualidade reafirma um 2023 de bons resultados e novidades para o Bayside Kings enquanto parte do cast da Repetente Records. Afinal, Badauí foi quem sempre incentivou a banda a começar a compor em português. A visão do vocalista do CPM22 foi certeira. “Temos um grande objetivo para 2024 e o suporte da Repetente Records será fundamental para isso acontecer”, comenta a banda.

Bayside Kings acrescenta peso na reflexiva Entre a Guerra e a Paz

O quarteto hardcore/punk Bayside Kings lança via Repetente Records (selo criado e administrado por Badauí, Phil Fargnoli e Ali Zaher, músicos do CPM 22, com Rick Lion na direção artística) o single Entre a Guerra e a Paz, o segundo do EP Dualidade, o terceiro registro da série #liveparatodos. A canção já está nas principais plataformas de streaming. Entre a Guerra e a Paz traz em debate o conceito de ‘os fins justificam ou meios’ e incentiva o livre arbítrio, se desprender das amarras do julgamento alheio, mesmo que isso tenha o seu preço. O vocalista Milton Aguiar reforça a ideia do novo single. “Entre a Guerra e a Paz, assim como no single anterior, (DES)OBEDECER, fala das dualidades da vida e o poder da autonomia, mas também é sobre entender limites. Enfim, é sobre viver por si mesmo. Será que a guerra é o caminho, será que a paz é o final?”. Nesta faixa, o Bayside Kings apresenta um hardcore mais moderno, com elementos da fase de 2013 da banda, flertando com o heavy metal, o que justifica a atmosfera pesada, mas junto ao vocal melódico. É ainda, uma música com breakdowns. O álbum conceitual #livreparatodos é fragmentado em quatro EPs com quatro faixas. Anteriormente, o Bayside Kings lançou Existência (2021) e Tempo (2022).