Atração no The Town, Annalu lança releitura de Sex on Fire

Mais do que uma reunião de nomes consagrados da música, o The Town promete escalonar a carreira de artistas já grandes em seus projetos, mas ainda não tão conhecidos do grande público. Este é o caso da cantora e compositora Annalu, que sobe ao palco do festival no dia 3 de setembro. Além do espaço único, a artista carrega o aval de um dos maiores produtores musicais do país, Zé Ricardo, que assina o seu mais novo single: Sex on Fire. A canção, que já está disponível em todos aplicativos de música, é uma releitura do sucesso de Kings on Fire. “Esta canção faz parte de um EP de seis faixas que é muito diferente de tudo que já gravei na vida. Para começar, escolhemos essa música por eu gostar muito de Kings Of Leon e por eu ter um carinho especial por essa canção”, explica a artista. Sobre sua relação com o produtor e curador dos maiores festivais do país como Rock in Rio e The Town, a artista conta que conheceu Zé Ricardo na edição de 2018 do festival carioca. “Fui MC da Jam Session By Heineken no Palco Sunset. Todos os sete dias de festival, eu apresentava e participava do Show Surpresa que rolava no Sunset com vários convidados especiais como Toni Garrido, Simoninha, Maria Rita, entre outros artistas convidados. Daí veio o convite de produzir algumas canções do meu trabalho. Fui MC da edição de 2022 do Rock Rio também e foi ainda mais incrível. Além disso, acabei também apresentando duas edições do Tim Music Rio que tiveram curadoria do Zé Ricardo”, afirma. O lançamento de Sex on Fire é uma prévia do que será apresentado no The Town, mais um sonho realizado por Annalu. “Estou extremamente empolgada, cantar com uma orquestra Big Band que é a SP Big Band será um sonho desde menina, cresci vendo minha mãe cantar com as melhores Big Bands de SP e sempre desejei seguir seus passos. Ainda mais homenageando as grandes divas do jazz Nina Simone, Etta James e Aretha Franklin, nem no meu melhor sonho poderia imaginar tudo isso, representar essas três potências de mulher que são referências e abriram caminhos para tantas cantoras como eu é muito mais do que pude sonhar”, comemora.

Entrevista | João Mar – “Estamos afim de voltar pra estrada”

Sucesso nas principais plataformas de streaming de música, o cantor, compositor e produtor curitibano João Mar lançou uma releitura da música Se Eu Não Te Amasse Tanto Assim. Canção de Herbert Vianna, ela ganhou popularidade na voz de Ivete Sangalo, no final dos anos 1990. Ele tem várias autorais que viralizaram, mas também é conhecido pelo lançamento de releituras da MPB. País Tropical e Quero Te Encontrar ganharam versões dele e fizeram o maior sucesso, acumulando mais de 25 milhões de streamings nas plataformas. O artista conversou com o Blog n’ Roll e falou sobre o lançamento, além de dar novidades sobre próximos projeto e shows. Como surgiu a ideia de regravar Se Eu Não Te Amasse Tanto Assim? Na verdade, essa ideia vem lá de trás, na pandemia, buscando uma versão de alguma música pra regravar, porque tenho esse costume aí também nas plataformas digitais. Estava tocando em casa e falei assim: ‘é essa’. Essa música sempre me tocou muito desde 1999. Aí estava buscando isso, consegui a liberação na época da pandemia, mas acabou que os caminhos foram para outro lado e acabei deixando de stand by. Tempos depois, no ano passado, resolvi trazer isso à tona de novo, a gente conseguiu mais uma vez a liberação e resolveu lançar. Nos últimos meses, você lançou algumas releituras de outros músicos. Pretende explorar o trabalho autoral nos próximos lançamentos? Com certeza, o meu foco é o trabalho autoral, tem mais autoral do que releitura. Hoje tenho 60 lançamentos oficiais nas plataformas digitais e na sequência vou trazer bastante coisa nova que estou construindo no estúdio. Vem um álbum em 2024, e a gente está trabalhando bastante nisso. O próximo lançamento é em setembro, uma música inédita e ela vem mais pra esse meu novo momento também. O que o público pode esperar dessa nova fase? Quais as influências e inspirações que você traz para esses lançamentos futuros? Minha maior influência é o Armandinho, então venho na pegada do reggae, pop, pop leve, mistura total aí de coisas, principalmente esse lance. Sempre quis trazer isso pra minha carreira, esse lado mais pro reggae, reggae pop e acabei trazendo outras coisas misturadas, mas agora vai vir totalmente a minha essência musical. Como está a expectativa para divulgar seu trabalho autoral? Pretende ir pra estrada? Santos está nos planos? Com certeza. Estou trabalhando também em paralelo ao álbum, tô trabalhando em um show novo. Em 2022, fiz muitos shows e parei para me dedicar às composições, gravações. Agora que vi que é a hora de voltar, a gente tá trabalhando num show novo, o pessoal está pedindo, estamos afim de voltar pra estrada. Você consegue listar três álbuns que ajudaram na sua formação como músico? De primeira posso mencionar Titãs Acústico, que foi lançado em 1997. Era criança ainda quando eles lançaram e tive a oportunidade de encontrar com eles quando estavam em Curitiba. Minha mãe era amiga em comum de amigos deles e a gente teve um approach assim. Foi na época que estava começando a tocar violão e aí foi lá que decidi que queria ser artista. Tinha 10 anos e falei ‘é isso que quero, quero ser isso’. Desde lá, nunca larguei o violão, minha maior diversão sempre foi estar com o violão tocando, fazendo música. Depois vem o Legend, do Bob Marley, que também cresci com meu pai e minha mãe ouvindo muito nos vinis. Acho que fez parte desse meu gosto pelo reggae. O terceiro posso citar o Casinha, do Armandinho, que foi um dos álbuns que mais ouvi na minha adolescência e faz parte da minha formação musical.

Lorenza Pozza recria sucesso de Gilsons em live da OneRPM

Lorenza Pozza fez uma breve pausa de seu repertório romântico para uma festa. A convite da OneRPM, a artista gravou ao vivo um EP de versões inusitadas em um formato novo de banda, explorando diferentes tons e timbres. A primeira amostra é uma interpretação festiva de Várias Queixas, clássico do Olodum recriado pelo Gilsons, que chega bem a tempo da folia. O EP completo Lorenza Pozza ONERPM Live Session, a ser lançado em breve, contará também com Mon Soleil, música-tema da série Emily em Paris, da Netflix, e a clássica Just the two of us, de Bill Withers e Grover Washington Jr. “Este primeiro lançamento é da música Várias Queixas. Eu adoro a vibe desta música e todo o trabalho do Gilsons, por isso eu a escolhi para gravar. Optei por lançar neste período de carnaval porque acho uma canção linda para curtir com os amigos neste período que é uma delícia, além de ter uma ótima letra para dar aquele recado para o crush”, conta ela. Cantando desde os 10 anos, quando foi contratada pela Rede Globo para o programa Gente Inocente, com Márcio Garcia, Lorenza dividiu os palcos com nomes como Ney Matogrosso, Caetano Veloso, Elba Ramalho e Bibi Ferreira, entre outros. Em 2002, se tornou protagonista da novela Jamais Te Esquecerei, do SBT, contracenando com Jonas Bloch, Bia Seidl, Tassia Camargo e Ana Paula Tabalipa. Mais tarde, transformou a sua voz que vem direto do coração em um já renomado trabalho voltado para as cerimônias de casamento, mercado onde se tornou referência com o projeto Música Para Casar. E com um fator curioso, a viralização nas redes sociais. Sua versão de Isn’t she lovely, de Stevie Wonder, já rendeu milhões de audições no Spotify, enquanto uma interpretação inesperada do tema de abertura do anime Dragon Ball GT viralizou rapidamente no TikTok, atraindo mais de 1,5 milhão de visualizações. O primeiro disco foi apenas o pontapé inicial na discografia de Lorenza, que desde 2017 lançou também o EP Música Para Casar II, dois EPs ao vivo, uma sequência de singles autorais e releituras, solo e acompanhada por artistas como Luca Latorre e Hugo Branquinho, e o mais novo álbum, Para Se Lembrar de Acreditar, lançado em 2022 apenas com canções autorais e com participação especial de Leandro Léo. Agora, Lorenza Pozza prepara um novo EP e muitas novidades.

R&B e pop se misturam em versão de Marianna para clássico de Alcione

Uma nova geração da música negra homenageou uma das divas da música brasileira. Pop, R&B e forte impacto visual inspirado pelo mundo da moda marcam o trabalho da cantora e compositora carioca Marianna, que celebra uma de suas influências em uma versão de Meu Vício é Você, de Alcione. Clássico da Marrom lançado no fim dos anos 1980 no álbum Nosso Nome: Resistência, a faixa foi reimaginada com produção musical de Vivian Kuczynski. “É uma honra regravar uma música que foi interpretada por Alcione, fiz isso como uma singela homenagem à uma das vozes mais potentes do Brasil e a uma artista que inspira demais o meu trabalho. O lançamento dessa música vem pra escancarar minhas referências e me colocar no caminho que vou seguir para o primeiro álbum, onde quero compartilhar minha jornada amorosa do ponto de vista de uma mulher negra que descobriu seu valor há pouquíssimo tempo, mas não tarde demais. A releitura da música traz essa proposta de misturar o meu trabalho pop, R&B, eletrônico atual com a estética dos anos 80, em que a música foi lançada. Levamos essa mesma ideia para o fashion vídeo, que faz alusão a grandes divas da música global, como Alcione e Whitney Houston”, conta Marianna. O vídeo foi dirigido por Vitin Allencar e se junta aos cliques de Pam Martins, que fotografou a capa do hit Cachorrinhas, de Luisa Sonza. Meu Vício é Você traz o tema dos corações partidos que marcaram os últimos lançamentos de Marianna, sempre acompanhados por um trabalho inspirado no universo da moda.

Florence + The Machine lança versão acústica para Search And Destroy

Florence + The Machine surpreendeu os fãs ao compartilhar uma releitura de Search And Destroy, do The Stooges. A canção da lendária banda punk ganhou contornos acústicos acompanhado da bela voz de Florence. Aliás, o cover aparece na versão deluxe do recém-lançado quinto álbum de estúdio da banda liderada por Florence Welch, Dance Fever. O novo disco chegou ao streaming na última sexta-feira. Além de versões acústicas inéditas das faixas Cassandra, Free, Morning Elvis e My Love, esta nova versão de Dance Fever inclui esse cover de Search And Destroy da banda liderada por Iggy Pop.

The Fratellis divulga nova versão para o cover Yes Sir I Can Boogie

O The Fratellis lançou uma nova versão em estúdio de seu cover de Yes Sir I Can Boogie via Cooking Vinyl. A banda apresentou originalmente o clássico disco de Baccara de 1977 ao vivo no The Chris Evans’ Breakfast Show na Virgin Radio. Aliás, a performance se tornou um sucesso viral com mais de 300 mil visualizações no YouTube. Agora, a banda doará 100% de sua receita de Yes Sir, I Can Boogie para três instituições de caridade infantis. Em resumo, são The Tartan Army Children’s Charity, SoccerAid e The Eilidh Brown Memorial Fund. O single está incluído em uma versão beneficente do novo álbum, Half Drunk Under A Full Moon, disponível agora por apenas £ 4,99. Aliás, todos os lucros indo para as mesmas três instituições de caridade. Yes Sir I Can Boogie famosa na Euro 2020 A canção tem um significado particular para os fãs de futebol na Escócia, depois que surgiram imagens da seleção nacional cantando-a no vestiário após a dramática vitória nos pênaltis sobre a Sérvia, que viu a Escócia se classificar para a Euro 2020. “Foi muito divertido pegar uma música que ninguém jamais teria associado ao The Fratellis e transformá-la em algo que fizesse todo o sentido para nós”, comenta Jon Fratelli. “A resposta à versão ao vivo no programa Chris Evans’ Breakfast Show foi incrível. Embora soubéssemos que tínhamos feito algo de que estávamos muito orgulhosos, ainda foi um choque descobrir que tantas pessoas concordaram”. A versão dos The Fratellis foi endossada por Mary Dostal, viúva do escritor Frank Dostal de Yes Sir, I Can Boogie. “É claro que sempre soube que essa é uma ótima música – e toda vez que recebemos um pedido de permissão para fazer uma nova versão, tenho que me perguntar se Frank, meu marido, gostaria dela! Desta vez eu tenho certeza que sim. The Fratellis mostraram o potencial dessa música! Uma ótima versão, e eu, meus filhos e netos adoramos”.

Com Lzzy Hale no comando, artistas fazem cover de Mouth For War

Em transmissão no Two Minutes To Late Night, único talk show como o heavy metal de tema principal no mundo, Lzzy Hale (Halestorm) trouxe uma versão cover de Mouth For War, do Pantera. Ademais, a vocalista contou com a colaboração de membros do Baronesa, Code Orange e Converge para performar a releitura. Vale lembrar que todos os artistas participantes do cover doaram seus cachês para o ação Dallas Hope Charities Transitional Living Center.