Lollapalooza 2025: De Rodrigo a Olívia, evento investe na nova geração

Se o Lollapalooza quer se perpetuar como um dos principais festivais do Brasil, a missão da sexta (28), primeiro dia de festival, foi cumprida. A geração Z foi responsável por boa parte dos quase 80 mil ingressos vendidos. No palco, Jão (30 anos) e Olívia Rodrigo (22 anos) foram os donos do evento. Estando em palcos diferentes, ficou nítida a movimentação da maioria do evento para as duas apresentações. Dead Fish: “Não sou Olívia, mas também me chamo Rodrigo” Van Campos (AgNews) Cheguei no evento com o festival ainda vazio com a missão de assistir seis shows diferentes. Infelizmente, a chuva forte suspendeu temporariamente os shows e, com a nova grade de horários, finalizei o dia com cinco apresentações registradas. A primeira delas foi o Dead Fish às 12h45 no palco Budweiser (principal). Eu tinha 15 anos no meu primeiro show do Dead Fish, no bar do 3 aqui em Santos, mesma idade de boa parte de quem enfrentava o Sol para garantir um bom lugar para a Olívia Rodrigo. E o outro Rodrigo, o Lima, mesmo aos 52 anos, soube falar a língua da garotada e fazer um trabalho diferente do que está acostumado: apresentar a banda. Houve, claro, protestos políticos, conselhos de pai, dancinhas e até um empréstimo de um leque de uma das meninas próximas a passarela do palco. Foram 18 músicas em quase uma hora de show, seguindo a setlist da turnê do álbum Dentes Amarelos. No fim, ainda coube uma malandragem ao anunciar que faltavam 2 músicas, mas emendou “Sonho Médio” após “Afasia” e “Bem Vindo ao Clube”. Girl in Red: “Deus é gay, São Paulo é gay” Iwi Onodera (Brazil News) Voltando logo após a tempestade, Marie Ulven Ringheim (26 anos), ou melhor, Girl in Red foi recebida com um lindo arco íris enquanto ainda chovia. Abertamente lésbica, ela celebrou a obra da natureza ou, divina, como ela mesmo disse, para emendar: “Deus é Gay, São Paulo é gay”. O público vibrou e a apoiou. Local mais propício não há. Um festival como o Lollapalooza sempre se mostrou aberto à diversidade. Inclusive, fez um poster personalizado para ela com duas garotas e o refrão “My Girl” em alusão a “I wanna be your girlfriend”. Com 11 músicas, mesmo set do sideshow na Audio, ela mostrou energia de seu Indie/Alt Rock, podendo ser a nova Alanis do futuro. Jão “Eu sou um Popstar” Sidney Lopes (Billboard Brasil) Mesmo sem estar no palco principal ou headliner, Jão fez um show como se fosse. O cantor pop levou um “Allianz” para o palco Samsung Galaxy. Girl in Red nem havia finalizado sua última música e um verdadeiro mar de gente se deslocava para ver o show. Mesmo com muita lama, o cantor encheu até o famoso morro e mostrou porque é o principal artista brasileiro da atualidade. Seus feitos, seja com a turnê, seja esgotando salas de cinema e camisetas, só mostram que todo o hype tem sentido. Ele tocou seus principais sucessos, porém mostrou personalidade ao fazer um cover de “Linger” dos Cranberries. “Eu estava ouvindo essa música no carro com a cabeça encostada e pensei: Se eu fosse um popstar, como eu cantaria essa música? Mas, perai, eu sou um Popstar. Então vou fazer essa canção para vocês”. Logo depois, emendou “Nota de Voz 8”, canção que não tocava ao vivo há 5 ou 6 anos, segundo ele. Após o show ele confirmou que era sua última apresentação antes de um indeterminado período de férias. Nessa Barret: A Nova Lana Del Ray? Reprodução da transmissão do Canal BIS Enquanto a multidão se equilibrava na lama para voltar ao palco principal e já garantir um lugar para a apresentação de Olívia Rodrigo, Nessa Barret (22 anos), cantora sensação do TikTok fez sua estreia no Brasil. Mesmo sem conversar tanto com a plateia, ela contou com uma estrutura segura para a sua apresentação: um baterista, um guitarrista e um DJ responsável pelas partes eletrônicas das músicas, fazendo também o baixo e soltando “backtracks” de voz, o que levou a muita gente confundir de que ela estaria dublando. Muita gente faz uso de “backtracks” e você pode encontrar vários artistas fazendo o mesmo, inclusive Emily Armstrong com o apoio do DJ Han. Usar backing vocals e até mesmo baixo gravados completou a apresentação, deixando o som mais cheio. Se a cantora lembra Lana Del Rey, suas músicas são mais agitadas com lampejos de rock and roll. Uma boa estreia de uma futura popstar que deve retornar logo em shows solo ou com mais destaque em algum festival. Olivia Rodrigo: “Eu nunca vi nada parecido com vocês, São Paulo” Ag News Se alguém tinha dúvidas de que Olivia Rodrigo estava pronta para ser headliner de um grande festival, essa dúvida acabou ao pisar em Interlagos. Mesmo com a turnê de seu segundo álbum, ela teve um crescimento meteórico. E, essa rapidez, talvez faça com que muita gente duvidasse do real tamanho da cantora. Uma ideia rápida dessa ascensão pode ser vista no seu primeiro show em Estádio, no Couto Pereira de Curitiba, dias antes. “Quando eu estava na escola eu fazia redação em cima das letras de St. Vicent”. E, hoje, é St Vicent quem abre os shows dela. Foram mais de 20 músicas em uma hora e quarenta minutos de show tocando praticamente todas as suas canções. Com uma banda talentosa, também composta por mulheres, ela cantou, tocou e se emocionou com a recepção que teve em São Paulo. A mais rock and roll das cantoras teen, ela mescla pop com a geração 2000 do pop punk, claramente mostrando forte influência de Blink 182, Green Day, Avril Lavigne e, claro, Paramore. Se os fãs do outro Rodrigo, do Dead Fish, não conhecem ou a acham apenas uma cantora pop adolescente, saibam que ela serve como uma porta de entrada para o rock como uma nova Avril Lavigne, porém com mais potencial. Afinal, se a cantora canadense, mesmo com anos de carreira, não integrou o palco principal do
I Wanna Be Tour anuncia lineup com Fall Out Boy e Good Charlotte como headliners

Depois do sucesso da primeira edição da I Wanna Be Tour, em 2024, que reuniu mais de 150 mil pessoas e passou por vários cantos do Brasil, os fãs mostraram que estão prontos para estampar o país de xadrez, preto e branco novamente em 2025. Fall Out Boy, Good Charlotte, Yellowcard, Story Of The Year, The Maine, The Veronicas e Neck Deep serão as atrações internacionais que farão parte do line-up. Os brasileiros Fresno, Forfun, Dead Fish, Gloria e Fake Number completam a programação. Em uma realização da 30e, o evento acontecerá no dia 23 de agosto, em Curitiba, no estádio Couto Pereira; e no dia 30 de agosto, em São Paulo, no Allianz Parque. Ingressos para o público geral estarão disponíveis a partir de quinta-feira (30), às 12h, no site da Eventim. “A I Wanna Be Tour se tornou uma comunidade muito forte. O público se apegou à identidade visual e à proposta do evento e estamos preparando uma segunda edição ainda mais especial”, afirma Caio Jacob, Vice-Presidente de Global Touring & Festivals. “A nossa intenção é a de que essa marca, assim como o evento, esteja sempre em evolução, então teremos uma versão aprimorada para o ano que vem”, ele complementa. O público terá a oportunidade de reviver as emoções e cantar a plenos pulmões os seus hinos nostálgicos, mas com uma diferença: ao vivo com seus ídolos. Assim como na primeira edição da IWBT, a divisão entre dois palcos será mantida. No It’s Not a Phase Stage se apresentarão Fall Out Boy, Yellowcard, Forfun, Dead Fish, Story Of The Year e Gloria. Já Good Charlotte, Fresno, The Veronicas, The Maine, Neck Deep e Fake Number compõem o palco It’s a Lifestyle Stage. Em 2024, a I Wanna Be Tour passou por São Paulo, Curitiba, Recife, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, reuniu 150 mil pessoas e apresentou shows memoráveis com as bandas Simple Plan, A Day To Remember, The All-American Rejects, All Time Low, The Used, Asking Alexandria, NX Zero, Pitty, Boys Like Girls, Mayday Parade, Plain White T’s e Fresno. Datas e locais SERVIÇOI Wanna Be Tour 2025Realização: 30e CURITIBAData: 23 de agosto de 2025 (sábado)Local: Estádio Couto Pereira – Endereço: R. Ubaldino do Amaral, 63 – Alto da Glória, Curitiba – PRHorário de abertura dos portões: 10hClassificação Etária: Entrada e permanência de crianças/adolescentes de 5 a 15 anos de idade, acompanhados dos pais ou responsáveis, e de 16 a 17 anos, desacompanhados dos pais ou responsáveis legais. Setores e preços:Arquibancada – R$ 172,50 (meia-entrada legal) | R$ 241,50 (ingresso social) | R$ 345,00 (inteira)Cadeira Superior – R$ 247,50 (meia-entrada legal) | R$ 346,50 (ingresso social) | R$ 495,00 (inteira)Cadeira Mauá e Inferior – R$ 347,50 (meia-entrada legal) | R$ 486,50 (ingresso social) | R$ 695,00 (inteira)Pista Única – R$ 447,50 (meia-entrada legal) | R$ 626,50 (ingresso social) | R$ 895,00 (inteira)VIP Package – R$ 947,50 (meia-entrada legal) | R$ 1.126,50 (ingresso social) | R$ 1.395,00 (inteira) Início das vendas:Venda geral: 30 de janeiro, 12h (on-line) e às 13h nas bilheterias oficiaisVendas onlineBilheteria oficial: Hard Rock Café Curitiba – Rua Buenos Aires, 50 – Batel, Curitiba/PRFuncionamento: Segunda a sábado, das 11h30 às 19h. SÃO PAULOData: 30 de agosto de 2025 (sábado)Local: Allianz Parque – Av. Francisco Matarazzo 1705 – Água Branca, São Paulo/SPHorário de abertura dos portões: 10hClassificação Etária: Entrada e permanência de crianças/adolescentes de 5 a 15 anos de idade, acompanhados dos pais ou responsáveis, e de 16 a 17 anos, desacompanhados dos pais ou responsáveis legais. Setores e preços:Cadeira Superior – R$ 247,50 (meia-entrada legal) | R$ 346,50 (ingresso social) | R$ 495,00 (inteira)Cadeira Inferior – R$ 347,50 (meia-entrada legal) | R$ 486,50 (ingresso social) | R$ 695,00 (inteira)Pista Única – R$ 447,50 (meia-entrada legal) | R$ 626,50 (ingresso social) | R$ 895,00 (inteira)VIP Package – R$ 947,50 (meia-entrada legal) | R$ 1.126,50 (ingresso social) | R$ 1.395,00 (inteira) Início das vendas:Venda geral: 30 de janeiro, 12h (on-line) e às 13h nas bilheterias oficiaisVendas onlineBilheteria oficial: Allianz Parque (após a abertura de venda geral) – Portão A – Rua Palestra Itália, 200 – Perdizes, São Paulo/SPFuncionamento: Terça a sábado, das 10h às 17h | *Não há funcionamento em feriados, emendas de feriados, dias de jogos ou em dias de eventos de outras empresas.
Ack lança EP com participação de Rodrigo Lima do Dead Fish; ouça Aurora
Dead Fish inicia ano com os pés na porta e álbum incrível; ouça Labirinto da Memória

A banda capixaba de hardcore Dead Fish abriu 2024 com uma grata surpresa para os fãs, o lançamento do álbum Labirinto da Memória. Composto por 13 faixas repletas de críticas sociais e políticas, o grupo mostra que continua atemporal e pesada. Labirinto da Memória é o décimo quinto disco da discografia, se contarmos os registros ao vivo. A bateria certeira e as letras que abordam o período sombrio vivido pelo Brasil recentemente funcionam como alerta para que se evite a repetição dos erros. Anteriormente, a banda já havia revelado dois singles do novo álbum, Estaremos Lá e Dentes Amarelos. Estaremos Lá trata de fatos da vida brasileira, da memória coletiva. “O título, Estaremos Lá, quer dizer, no fim das contas, que as memórias não são apenas o que a gente viveu, mas o que assistimos, soubemos, lemos e está no nosso inconsciente”, explica o vocalista Rodrigo Lima. Tudo isso embalado pelo instrumental poderoso da banda; as guitarras rápidas de Ric Mastria, a bateria de Marcão Melloni e o baixo de Igor Moderno. Em resumo, o disco mergulha na memória coletiva a partir de uma jornada do vocalista Rodrigo Lima. Tudo começou quando ele estava lendo Realismo Capitalista, do Mark Fisher, que descreve as mudanças que o capitalismo trouxe para o mundo, através de sua experiência. “Foi uma faísca”, disse Rodrigo. “Fiz 50 anos e não queria ficar remoendo as memórias como algo nostálgico, mas sim como um ‘zine’ de coisas boas e ruins que aconteceram tanto comigo como com quem viveu naquela época”. Assim, ele foi escrevendo em seu inseparável caderno até finalizar as letras, boa parte delas em parceria com Alvaro Dutra. O álbum também trata de assuntos do presente, mas o primeiro single revelado, Dentes Amarelos, trouxe como tema a passagem do tempo e o que a inspirou foi uma conversa sobre clareamento dentário. “Aprendendo a ter orgulho dos meus dentes amarelos/Que rangem quando falo, mas se calo, esfarelam/Ainda servindo pra devorar /O mundo em pedaços que uma hora eu engulo/E mesmo com sorrisos mais escassos/Vou digerindo vitórias e fracassos”, conclui nos versos finais.
Artistas do Megadeth, Dead Fish e Ratos de Porão formam superbanda

Uma superbanda de rock formada por alguns dos principais artistas do punk e metal do Brasil e exterior. Essa é a proposta da Heavy Metals Band, projeto musical inédito em defesa da vida marinha e conscientização sobre a contaminação de peixes por metais pesados. A banda foi criada em apoio a Sea Shepherd Brasil, entidade de proteção do oceano, e tem como integrantes artistas veganos ou vegetarianos que apoiam a causa. Entre eles, Rodrigo Lima, vocalista da banda Dead Fish, Dirk Verbeuren, baterista do Megadeth, Juninho Sangiorgio, baixista do Ratos de Porão, e Iara Bertolaccini, ex-guitarrista da Blastfemme. O projeto contempla o lançamento do single Ciclo Metal em português e uma versão em inglês, ambos compostos em parceria com os artistas. Na canção, os músicos não só alertam sobre os riscos de contaminação de quem se alimenta de peixes e outros animais marinhos, como também trazem referências ao universo do rock. O “Metallicola”, por exemplo, é um crustáceo batizado em homenagem ao Metallica, e que vive cercado de nódulos de manganês. “Como cresci no hardcore e punk, sempre acreditei na música como instrumento para passar uma mensagem. É o que criamos com a música Ciclo Metal. Qualquer pessoa com bom senso vai entender que poluir os mares com químicos, agrotóxicos, esgoto e metais pesados é prejudicial para todo mundo. Idem para a caça predatória. A mensagem é um alerta para todos”, destaca Juninho, que além de baixista da banda, co-produziu os arranjos da música. Dirk, do Megadeth, concorda com o colega. “A música me permite compartilhar informações sobre temas que importam. Quem tem prestado atenção sabe que a sobrevivência de nosso mundo está em jogo. Sinto que é meu dever usar a música como plataforma para tentar fazer o bem por todos os habitantes do planeta Terra – não apenas humanos, mas também animais”. Idealizado pela agência Wieden+Kennedy São Paulo e produção de áudio da Mugshot, o projeto conta, além da música, com um videoclipe criado pelo estúdio britânico Fromm, especializado em arte 3D e ilustrações, e está disponível nas principais plataformas de streaming.
Dead Fish lança “Estaremos Lá”, segundo single do novo álbum; ouça!

Um dos maiores nomes do hardcore brasileiro, o Dead Fish lançou o segundo single do novo álbum, mais uma “pedrada” que mostra a força dessa banda, que há mais de 30 anos vem produzindo um rock visceral com letras sobre o que vivemos no Brasil e no mundo. Estaremos Lá trata de fatos da vida brasileira, da memória coletiva. “O título, Estaremos Lá, quer dizer, no fim das contas, que as memórias não são apenas o que a gente viveu, mas o que assistimos, soubemos, lemos e está no nosso inconsciente”, explica o vocalista Rodrigo Lima. Tudo isso embalado pelo instrumental poderoso da banda; as guitarras rápidas de Ric Mastria, a bateria de Marcão Melloni e o baixo de Igor Moderno. Os temas relacionados à memória permeiam o novo álbum, Labirinto da Memória, que será lançado em janeiro pela gravadora Deck. A produção é de Rafael Ramos e Ric Mastria.
Dead Fish vai abrir shows do You Me At Six no Brasil; ainda há ingressos

A banda britânica You Me At Six vai fazer sua estreia no Brasil com duas apresentações, uma no Rio de Janeiro, outra em São Paulo, ambas com abertura da capixaba Dead Fish. No dia 10 de dezembro, o quinteto sobe ao palco do Circo Voador, no Rio de Janeiro; e, no dia 13, é a vez de São Paulo receber a banda para um show no Cine Joia. Os ingressos para os shows já estão à venda na Eventim ou nas bilheterias oficiais. You Me At Six chega ao país em um ótimo momento. A banda acaba de lançar seu oitavo álbum, Truth Decay, e uma das coisas que os integrantes descobriram no processo de criação é que “você não sabe realmente para onde está indo se não sabe de onde veio”. Aliás, os integrantes da banda são os mesmos desde a sua formação em 2004: Josh Franceschi (vocal principal), Max Helyer (guitarra), Chris Miller (guitarra), Matt Barnes (baixo) e Dan Flint (bateria). “Estávamos muito orgulhosos de termos tentado tantas coisas novas no Suckapunch (2021) e tivemos muita coragem em fazer isso”, diz Franceschi. “Desta vez, queríamos aprimorar uma identidade particular para a banda, mais do que fizemos no passado. Tivemos que olhar para trás para descobrir para onde queríamos ir”, completa. Desde o lançamento de seu primeiro álbum, Take Of Your Colours (2007), You Me At Six já chamou atenção. E com um detalhe: na época, a idade dos integrantes variava entre 18 e 19 anos e suas canções tinham como tema a perda do primeiro amor e a rebeldia adolescente. Truth Decay, lançado em fevereiro deste ano, celebra uma carreira de grande sucesso, ao mesmo tempo que traça um caminho estimulante para o futuro do grupo. “Estamos em nosso melhor momento, com nós cinco na linha de frente, vivendo e respirando, todos os cinco colocando sua criatividade em algo”, diz Franceschi. SERVIÇO You Me At Six + Dead Fish – RIO DE JANEIRO Data: 10 de dezembro Local: Circo Voador: R. dos Arcos, s/n – Centro, Rio de Janeiro – RJ, 20230-060 Horário do show: 20h Horário de abertura da casa: 18h Classificação Etária: Classificação etária: 16 anos. Maiores de 12 anos entram acompanhados de pais/responsáveis Ingressos LOTE 1 – R$ 220 (inteira) / R$ 110 (meia e ingresso social) LOTE 2 – R$ 280 (inteira) / R$ 140 (meia e ingresso social) LOTE 3 – R$ 320 (inteira) / R$ 160 (meia e ingresso social) LOTE 4 – R$ 400 (inteira) / R$ 200 (meia e ingresso social) Vendas online Bilheteria: Circo Voador – R. dos Arcos, s/n – Centro, Rio de Janeiro – RJ, 20230-060 Limitação de Ingressos / Compra: 4 ingressosPonto de venda: Estádio Nilton Santos – R. José dos Reis, 425 – Engenho de Dentro, Rio de Janeiro – RJ, 20770-001 You Me At Six + Dead Fish – SÃO PAULO Data: 13 de dezembro Local: Cine Joia: Praça Carlos Gomes, 82 – Liberdade, São Paulo – SP, 01501-040Horário do Show: 21h Horário de Abertura da casa: 19h Classificação Etária: 16 anos. De 05 anos a 15 anos somente acompanhados dos pais ou responsáveis legais. Não será permitida a entrada de crianças menores de 05 anos no evento Ingressos: R$ 240 (inteira) / R$ 120 (meia) Vendas online Bilheteria: Estádio do Morumbi: Endereço: Bilheteria 05 – Próximo ao portão 15 – Av. Giovanni Gronchi, 1866
Dead Fish apresenta cartão de visita do novo álbum com clipe de Dentes Amarelos

Lançado recentemente, Dentes Amarelos, primeiro single do novo álbum do Dead Fish, acaba de ganhar seu registro em vídeo, num clipe que mostra um dia na vida do para-skatista Daniel Amorinha. Cenas do cotidiano são intercaladas com outras do skatista na pista e de um show do Dead Fish. A direção é de Denis Carrion, que foi quem apresentou tanto a história do Amorinha como a ideia do clipe, que evoca as origens do Dead Fish, uma banda que nasceu nas pistas de skate. Com lançamento previsto para o início de 2024 pela gravadora Deck, o décimo disco do Dead Fish é um mergulho na memória coletiva a partir de uma jornada do vocalista Rodrigo Lima e também traz outros assuntos nas letras das músicas. A parte sonora do álbum traz o punk/hardcore, que é a essência da banda, ainda mais melódico do que de costume. Quem assina a produção é Rafael Ramos e Ricardo Mastria.
Com Samiam, The Slackers, Blind Pigs e Rancore, Oxigênio Festival divulga lineup

A edição 2023 do Oxigênio Festival foi oficialmente lançada com um lineup diversificado, recheado de bandas importantes e em alta do punk, hardcore e rock alternativo nacional e internacional. São mais de 20 bandas que se apresentarão entre os dias 26 e 27 de agosto, em um amplo hangar do Aeroclube Campo de Marte, em São Paulo. A realização é da GIG Music e Hangar 110. Assim como nas últimas edições, o Oxigênio Festival 2023 contará com dois palcos. No Aeroclube do Campo de Marte, com uma vista para a pista de decolagem e aterrisagem do local, a área externa é ampla e, como aconteceu na edição anterior, os palcos ficam distantes o suficiente para que tudo aconteça de forma independente e em horários alternados. O Oxigênio 2023 será palco, nos dois dias, para um dos shows mais esperados de anos: Rancore com a formação completa, a mesma do emblemático disco Seiva (3º da carreira, lançado em 2011), que mudou paradigmas do rock alternativo do independente nacional. Bandas internacionais renomadas e com grande público no Brasil também estão no lineup: no sábado, 26/08, Samiam, banda remanescente da cena punk do final da década de 1980 da Califórnia (Estados Unidos) e considerada pioneira do então chamado ‘emocore’, devido à mistura única de punk rock, hardcore, pop e indie. Ainda no sábado, The Slackers com seu altíssimo ska, fundado em 1991 em Nova York, o grupo tornou-se um dos mais influentes em todo planeta quando o assunto é tocar ska dos mais tradicionais, repleto de influências do reggae. Dead Fish volta ao Oxigênio com a turnê que celebra 30 anos de intensas atividades dessa principal banda da cena independente nacional. Quando o assunto é retorno, imprescindível mencionar o Blind Pigs, ícone do punk rock nacional que fez história na década de 90, e farão um show especial para o primeiro dia de festival. No domingo, além de duas bandas surpresas a serem anunciadas, a banda Granada, nome de peso do rock alternativo e que até hoje permeia a lembrança dos fãs do estilo, se apresenta no domingo, 27/08. É mais um show de reunião para tocar músicas dos três discos lançados, assim como aconteceu no Oxigênio 2019. Day Limns, umas das revelações da música independente nacional, que estourou no Youtube, é mais uma atração no domingo, mesmo dia do Zander, com a nova e enérgica formação, e Hevo84, expoente do emocore de décadas passadas. Lineup completo por dia 26 de agosto (sábado):Rancore, Samiam (EUA), Dead Fish, The Slackers (EUA), Blind Pigs, Chuva Negra, Colid, Molho Negro, Sapobanjo, Lilith Pop, Refugiadas e Karaokillers 27 de agosto (domingo):Rancore, Granada, Day Limns, Zander, Hevo84, Mia, Leela, Bad Luv, Putz!, The Zasters, Uelo, Karaokillers e duas bandas surpresas a serem anunciadas em breve Em paralelo à música rolando nos palcos, o festival terá espaços de arte urbana, fotografia e gastronomia, além de espaço de merchandise oficial. Serviço Datas: 26 e 27 de agosto de 2023 Local: Aeroclube Campo de Marte (próximo ao Sambódramo do Anhembi) Endereço: Avenida Santos Dumont, 1979 – Santana, São Paulo/SP Horário: 12h (abertura da casa) Local: Aeroclube Campo de Marte Endereço: Avenida Olavo Fontoura, 650, Santana – São Paulo, SP Ingressos (para cada dia de evento): R$170,00 – Pista 1º Lote R$220,00 – Camarote 1º Lote Passaporte (válido para os dois dias de evento) R$300,00 – Pista R$400,00 – Camarote(ingresso pessoal e INTRANSFERÍVEL válido para os dois dias de evento) Meia/Promo (válidos com a doação de 1kg de alimento não perecível ou apresentação de comprovante meia entrada de acordo com a Lei Federal nº 12.933/2013) Vendas e informações