Social Distortion confirma shows em São Paulo e Curitiba em novembro

A espera de 16 anos pelo retorno do Social Distortion ao Brasil termina em novembro. A Solid Music confirmou duas apresentações da banda norte-americana no país com a turnê de Born to Kill, primeiro álbum de inéditas de Mike Ness e companhia em 15 anos. O show em São Paulo acontece no dia 14 de novembro, no Vibra. No dia seguinte, 15 de novembro, o grupo se apresenta na Live, em Curitiba. Os ingressos são vendidos pela plataforma 101 Tickets. O anúncio tem peso especial, já que o Social Distortion passou pelo Brasil uma única vez, em 2010. Desde então, a volta da banda permaneceu como uma das cobranças mais persistentes de uma parcela do público ligada ao punk rock, ao rock alternativo e ao rock de raiz norte-americana. A turnê passa longe do formato retrospectivo. O grupo chega ao país em plena fase de Born to Kill, álbum lançado pela Epitaph Records e recebido como um dos retornos mais fortes do rock. O disco é o oitavo trabalho de estúdio e sucede Hard Times and Nursery Rhymes (2011), encerrando o maior intervalo entre dois álbuns na trajetória da banda. Born to Kill recoloca Mike Ness no ponto em que sua escrita sempre foi mais reconhecível: personagens marcados por queda, estrada, culpa, vício, perda, orgulho ferido e sobrevivência. O repertório de 11 faixas reúne canções como a faixa-título, No Way Out, The Way Things Were, Partners in Crime, Crazy Dreamer, Walk Away (Don’t Look Back) e uma versão de Wicked Game, de Chris Isaak, preservando a secura das guitarras e os refrãos de impacto imediato. Trajetória e clássicos Formado em 1978 em Fullerton, no Orange County, Califórnia, o Social Distortion construiu uma rota própria dentro da cena punk. Enquanto parte daquela geração ficou associada ao hardcore rígido, Mike Ness aproximou a urgência punk de referências como Johnny Cash, Rolling Stones, Hank Williams, blues, country e rockabilly. A discografia passa por marcos como Mommy’s Little Monster, Prison Bound, Social Distortion, Somewhere Between Heaven and Hell, White Light, White Heat, White Trash, Sex, Love and Rock ’n’ Roll e Hard Times and Nursery Rhymes. No repertório ao vivo, clássicos como Story of My Life, Ball and Chain, Bad Luck e a versão de Ring of Fire ajudam a explicar por que a banda atravessou décadas mantendo relevância absoluta. A realização da turnê é da Solid Music, com apoio de Caveira Velha e Desgosto Discos. Os parceiros de mídia oficiais são 23 Punk e Tedesco Mídia. Serviço: Social Distortion no Brasil em 2026 São Paulo (SP) Curitiba (PR)
Johnny Marr, ex-guitarrista do The Smiths, anuncia show único no Brasil em 2026

O guitarrista Johnny Marr, cofundador e mente musical do The Smiths, confirmou show único no Brasil em 2026, com realização da Balaclava Records. A apresentação acontece no dia 24 de novembro no Tokio Marine Hall, em São Paulo. Os ingressos já estão disponíveis na plataforma Meaple. Para quem deseja comprar sem taxa de conveniência, o Takkø Café funciona como ponto de venda físico oficial na Vila Buarque, de terça a domingo. O músico retorna ao país após onze anos, promovendo o álbum The Age Of Everything, com lançamento agendado para 2 de outubro pela BMG. Esta será sua primeira apresentação solo em solo brasileiro, sucedendo passagens pelo Lollapalooza Brasil em 2014 e pelo Cultura Inglesa Festival em 2015. Repertório e trajetória O repertório celebra a primeira década de carreira solo e novidades, além de contemplar clássicos do The Smiths como There Is a Light That Never Goes Out, Bigmouth Strikes Again, How Soon Is Now, Panic, The Headmaster Ritual e Please, Please, Please Let Me Get What I Want. O alinhamento também inclui Getting Away With It, faixa de seu projeto Electronic ao lado de Bernard Sumner, lançado em 1991. Johnny Marr iniciou a trajetória nos anos 1980 em Manchester com o The Smiths, consolidando-se como um dos criadores mais influentes da música independente mundial. Após o fim do grupo, a assinatura criativa marcou projetos como The The, Electronic, Modest Mouse e The Cribs. O guitarrista também coleciona parcerias com The Pretenders, Talking Heads, The Avalanches e o compositor Hans Zimmer, com quem gravou a trilha sonora do filme No Time To Die, incluindo a faixa-título indicada ao Oscar em colaboração com Billie Eilish. Em carreira solo desde 2013, Marr lançou quatro álbuns de estúdio que figuraram no Top 10 britânico: The Messenger (2013), Playland (2014), Call The Comet (2018) e Fever Dreams Pts 1-4 (2022). A trajetória com instrumentos também foi registrada no livro Marr’s Guitars, publicado pela Thames & Hudson. Serviço: Johnny Marr em São Paulo Ponto de venda físico (sem taxa de conveniência)
Alcest no Brasil em 2027: Banda francesa confirma três shows em fevereiro

A banda francesa Alcest confirmou o retorno ao Brasil para três apresentações em fevereiro de 2027, com realização da Overload. Um dos nomes fundamentais do blackgaze, o grupo se apresenta no dia 19 no Teatro Rival Petrobras, no Rio de Janeiro, segue para o Carioca Club, em São Paulo, no dia 20, e encerra o giro no Tork n’ Roll, em Curitiba, no dia 21. Os ingressos já estão disponíveis na plataforma Clube do Ingresso. A turnê encontra o grupo no ciclo do álbum Les Chants de l’Aurore, lançado em 2024 pela Nuclear Blast. O disco retomou o conceito que orientava os primeiros trabalhos de Neige: a música como tentativa de acessar um mundo interior relacionado às experiências espirituais que ele relata desde a infância. “Eu precisava voltar ao meu mundo interior. É de lá que vêm a maior parte dos meus recursos e da minha inspiração para o Alcest”, afirmou Neige. Depois de trabalhos influenciados por acontecimentos externos e por um período considerado sombrio, o músico decidiu procurar inspiração na parcela luminosa de sua própria experiência. “Para o álbum, eu queria fazer o oposto: trazer um pouco de luz para este mundo. Tudo está tão sombrio, e sinto que luz e beleza já não são elementos muito familiares, especialmente no metal”, explicou. Les Chants de l’Aurore foi registrado pelo próprio Alcest em uma casa ampla, com a bateria gravada em um grande sótão para aproveitar a reverberação natural do ambiente. Neige e o baterista Jean Deflandre buscaram uma produção orgânica, inspirada nos métodos de gravação da década de 1970, combinada a piano, coros reais e arranjos de caráter orquestral. O disco alcançou a 14ª posição da parada oficial alemã e figurou entre os principais lançamentos do metal em 2024, confirmando a permanência do grupo entre as referências internacionais do estilo que ajudou a estabelecer. Histórico no país A nova turnê marca a quinta passagem do Alcest pelo Brasil e a estreia da banda em Curitiba. A última visita aconteceu em abril de 2023, com show único no Carioca Club. Desde a excursão de 2018, que passou por Florianópolis, São Paulo e Rio de Janeiro, a banda não percorria diferentes cidades brasileiras. A relação com o público nacional começou em 2014, na primeira edição do Overload Music Fest, quando tocaram no Rio de Janeiro e em São Paulo. A banda retornou ao festival em 2016 para a execução integral de Les Voyages de l’âme, realizando a primeira turnê própria pelo país dois anos depois com o repertório de Kodama. Fundado por Stéphane Neige Paut em Bagnols-sur-Cèze, na França, o Alcest iniciou as atividades em 2000. O ponto de transformação veio com o EP Le Secret, de 2005, considerado um dos registros inaugurais do blackgaze. Neige aproximou a linguagem física do black metal, marcada por guitarras em tremolo, blast beats e vocais extremos, das camadas melódicas do shoegaze, do dream pop e do post-rock. A discografia conta com marcos como Souvenirs d’un autre monde (2007), Écailles de lune (2010), Les Voyages de l’âme (2012), Shelter (2014), Kodama (2016) e Spiritual Instinct (2019). Nas apresentações ao vivo, Neige e o baterista Winterhalter são acompanhados por Pierre Corson na guitarra e vocais de apoio e Indria Saray no baixo. Serviço: Alcest no Brasil em 2027 Rio de Janeiro São Paulo Curitiba Nota sobre o ingresso solidário: exige a doação de 1 kg de alimento não perecível. Valores sujeitos às taxas de serviço e à disponibilidade dos lotes.
Jão consolida maturidade artística e lança o quinto álbum da carreira, Memórias Póstumas

Próximo de completar dez anos de carreira desde o lançamento do single Dança Pra Mim, o cantor e compositor Jão lançou seu quinto álbum de estúdio, intitulado Memórias Póstumas. O trabalho chega às plataformas digitais consolidando o artista em um patamar de destaque no pop adulto nacional, unindo estética literária, confissões profundas e arranjos detalhistas. Inspirado por um período de recolhimento da vida pública e de interrupção de shows, o disco carrega o luto pela perda do pai do artista, figura central que ecoa em faixas como Catedral — responsável por abrir o repertório com reflexões sobre a morte. “É algo que ainda não processei e acho difícil que aconteça, porque meu pai ainda é muito presente”, reflete Jão, que também incorporou áudios reais de familiares e amigos capturados ao final de sua última turnê. Superando o ciclo conceitual baseado nos quatro elementos (terra, ar, água e fogo) que marcou seus projetos anteriores, o novo material aposta em uma narrativa não linear descrita pelo próprio autor como “uma história com começo, mas sem fim”. O título evoca diretamente o clássico Memórias Póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis, ecoando na faixa gótico-romântica que encerra o disco (“tente não ser o primeiro a roer as frias carnes do meu corpo passageiro”). O processo criativo fértil resultou em 68 composições iniciais, rigorosamente filtradas até chegarem às 14 faixas finais. Processo de produção e parcerias em Memórias Póstumas Assinando a produção de todas as faixas, Jão divide a maior parte dos arranjos com Zebu (Guilherme Santos Pereira), parceiro de longa data desde o disco Pirata, além de colaborações com Janluska e Gabriel Duarte em Catedral e Eu Sempre Volto. O projeto também abre espaço para importantes nomes da música brasileira: na faixa épica O Amor, o trio trabalhou ao lado do veterano produtor Marco Mazzola (conhecido por trabalhos com Raul Seixas e Rita Lee), incorporando o violão de cordas de aço de Rick Ferreira e o baixo de Paulo César Barros (Renato & Seus Blue Caps). Entre as composições, 13 levam a assinatura de Jão, a maioria em parceria com Pedro Tófani, seu namorado e diretor criativo. A exceção é a faixa João, escrita inteiramente por Tófani, que aborda idas e vindas de um relacionamento e contempla reflexões sobre paternidade e futuro. Sonoramente, o álbum aposta em toques barrocos e orgânicos, destacando-se pelo uso de flautas tocadas por Audryn Souza e pelos arranjos de cordas e baixo executados por Érica Silva. Referências musicais como Memórias Crônicas e Declarações de Amor, de Marisa Monte, o MTV Acústico do Kid Abelha e o emblemático Ray of Light, de Madonna, guiaram a atmosfera de um disco que equilibra confissão, espiritualidade e rigor estético.
Em clima intimista e com música inédita, Anavitória se despede da turnê “Claraboia” em Santos

Após uma turnê iniciada em fevereiro e que percorreu diversos estados e cidades, a dupla Anavitória chegou ao Santos Convention Center, em Santos, na noite de sábado (25), para realizar o penúltimo show da turnê Claraboia, encerrando um ciclo marcado por música e conexão profunda com o público. Do início ao fim, o palco transmitiu uma sensação de aconchego. A cenografia remetia a uma simples sala de estar, com cadeiras de madeira e uma luminária suspensa ao centro, decorada com a imagem de uma casa e uma paisagem, reforçando a atmosfera intimista que se tornou a grande marca registrada da turnê. Durante a apresentação, Ana Caetano e Vitória Falcão compartilharam com a plateia o carinho pelo álbum Claraboia, concebido em momentos e cenários distintos. Parte das composições nasceu enquanto as artistas estavam hospedadas juntas em uma casa em Paranapanema; a outra metade foi produzida durante uma temporada em Itu. “Senti coisas inexplicáveis”, comentou Ana, com carinho, ao relembrar o processo criativo. O show começou com Rua dos Abacateiros, faixa que abre o projeto recente. Contudo, o repertório esteve longe de se limitar aos lançamentos. Ao longo da noite, os fãs cantaram em alto som sucessos que marcam a trajetória da dupla, como Eu Te Amo. Nesse momento, além das lágrimas dos fãs mais fervorosos, diversos casais cantavam olho no olho, vivendo a letra em tempo real. A interação constante com a plateia deu o tom da noite. Entre declarações de amor gritadas a todo momento, alguns fãs faziam chamadas de vídeo para incluir amigos e familiares que não puderam ir. Ana, ao notar uma fã com a tela ligada na pista, não perdeu a oportunidade de brincar: “Olhaaa, oi, mocinha do celular!”. O clima romântico rendeu até celebração dupla de relacionamentos: ao perguntar se alguém havia sido pedida em namoro ou casamento recente, duas garotas vibraram e comemoraram ao som de um animado “Sim!”. O repertório seguiu com faixas queridinhas do público como Tenta Acreditar, Minto Para Quem Perguntar, Estátua de Mármore e Singular. Em Explodir, o público assumiu o protagonismo em um grande coro puxado pela dupla, com braços levantados por toda a casa. Momentos marcantes do show de Anavitória A apresentação também reservou um carinho especial para quem acompanhou o projeto ao vivo. Desde a época do Dia dos Namorados, Ana e Vitória passaram a apresentar uma música inédita, presente dos compositores Ítalo França e Paulo Novais, que ainda não possui título oficial nem versão gravada em estúdio para as plataformas digitais. Entre risos e emoção, a plateia pediu o bis de Isso é Deus e fez coro em Trevo (Tu) e Nosferatu. Esta última, que começa calma e ganha ritmo gradativamente, fez o público dançar, com direito a duas fãs aproveitando o espaço da última fileira para balançar juntas. Outro destaque foi a versão de Lisboa, interpretada com metade do verso em espanhol e a outra metade em português. Na reta final, Vitória refletiu sobre a despedida do projeto: “Eu vou sentir saudade de tudo da turnê que está acabando. Sou muito grata porque acho que a gente se conecta com a música de uma maneira muito diferente. Agradeço por existir esse formato de voz e violão, no qual ficamos pertinho de vocês. É tudo mais real. Acho lindo ficar nessas quase duas horas olhando para a carinha de vocês e vendo que cada música significa algo tão real e profundo. Espero que levem essa memória para sempre.” Ana também destacou o desafio técnico de assumir o violão e o teclado durante duas horas de show sem banda de apoio: “Amo essa turnê pelo desafio que ela nos proporcionou. É tudo muito próximo, muito vivo, muito diferente”. Para encerrar a noite, a dupla escolheu Paranapanema, faixa descrita por elas como um diário do processo criativo. Vitória ensinou o público a responder ao verso “Paranapanema, a maré”, selando a última união da noite. Ao fim do show, a dupla Anavitória ainda dedicou cerca de 15 minutos na beira do palco para atender os fãs com fotos, autógrafos e breves conversas, selando a passagem marcante por Santos com sorrisos e sentimento de gratidão.
Celeste fará primeiro show no Brasil ao lado do Touché Amoré em São Paulo

A banda francesa Celeste realizará seu primeiro show no Brasil como convidada especial da turnê do Touché Amoré em São Paulo. O evento acontece no dia 12 de setembro de 2026, a partir das 18h, no Cine Joia, contando com as apresentações das bandas nacionais Dialética e Sodade na abertura. Os ingressos já estão disponíveis para compra na plataforma FasTix. Realizada pela ND Productions, a noite reúne dois grandes expoentes do post-hardcore que seguiram trajetórias distintas. Formada em 2005 na cena de Lyon, a Celeste celebra 20 anos de estrada e perto de 800 shows marcados pela fusão entre a urgência do hardcore, a densidade do sludge e recursos do black metal. As apresentações da banda francesa são reconhecidas pela atmosfera única, conduzida sob total escuridão, névoa e focos de luz vermelha. A discografia do grupo inclui marcos como Infidèle (2017) e Assassine (2022), lançado pela Nuclear Blast e produzido por Chris Edrich, profissional ligado a nomes como Gojira e The Ocean. Em 2025, o conjunto retomou sua história com a reedição comemorativa de Morte(s) Née(s), com nova mixagem e remasterização. Touché Amoré toca Stage Four na íntegra A noite também será marcada pela performance exclusiva do Touché Amoré, que executará o aclamado álbum Stage Four na íntegra, em data única na América Latina. Lançado em 2016 pela Epitaph Records e produzido por Brad Wood, o disco transformou o luto do vocalista Jeremy Bolm pela perda da mãe em uma obra central do post-hardcore contemporâneo, transitando com sensibilidade entre o screamo e o hardcore melódico. Completam a formação o guitarrista Nick Steinhardt, o guitarrista Clayton Stevens, o baixista Tyler Kirby e o baterista Elliot Babin. A turnê mantém parceria com a National Breast Cancer Foundation e celebra também o momento mais recente da discografia do grupo, impulsionado pelo disco Spiral in a Straight Line. Serviço – Touché Amoré + Celeste
Scrambled Heads anuncia EP Inward, Then Apart e revela clipe de single

O Scrambled Heads, projeto de estúdio formado por Buga (Redlightz, ex-Abraskadabra) e André Pampolona (ex-Monaco Beach), lançou o single e o vídeo da faixa I Build Shelter From Branches of Second Guessing. A canção integra o EP Inward, Then Apart, com lançamento programado para 7 de agosto de 2026. Construído entre o post-hardcore emocional, o punk alternativo com influência emo e o rescaldo de anos na cultura musical DIY, o projeto surge de uma nova fase de perspectiva artística. Depois de anos na cena punk e ska-punk, incluindo turnês pelo Japão, Estados Unidos, Reino Unido e Brasil, Buga direcionou o foco para a gravação e formas mais silenciosas de presença, priorizando casa e família em detrimento do circuito tradicional de estradas, vans e casas de show. Mais introspectivo e denso do que os materiais anteriores, o repertório do EP aborda dúvidas, cansaço, memória, apatia, padrões de dependência e reconstrução. A proposta do Scrambled Heads afasta-se da busca por hyes ou performance juvenil para documentar uma sonoridade honesta, melódica e emocionalmente carregada a partir do momento atual de seus integrantes.
Beck anuncia Ride Lonesome, primeiro álbum de inéditas em anos

Após a recepção calorosa ao single Ride Lonesome, Beck confirmou as informações completas de seu próximo trabalho de estúdio. O disco Ride Lonesome marca o primeiro repertório de inéditas do músico desde Hyperspace e tem chegada às lojas e plataformas digitais programada para 18 de setembro, com o selo da Capitol Records. O processo de criação reuniu novamente colaboradores históricos de Beck, como os músicos Smokey Hormel, Joey Waronker, Justin Meldal-Johnsen, Roger Joseph Manning Jr. e Jason Falkner. O grupo integrou as gravações de discos aclamados como Sea Change, Morning Phase e Mutations. As sessões ocorreram na Sala B do United Studios, em Hollywood, com mixagem assinada por Nigel Godrich. Segundo o artista, a química entre os integrantes evoluiu ao longo de décadas de trabalho conjunto, resultando em texturas emocionais inéditas. Novo single In The Night Acompanhando o anúncio do disco, Beck liberou a faixa In The Night, que funciona como o segundo aperitivo do álbum. A canção chega acompanhada de um registro audiovisual dirigido por Mikai Karl, produzido por Ryan Smale e estrelado pelo ator francês Denis Lavant, conhecido por atuações em filmes como Bom Trabalho e Sangue Ruim. Assim como a faixa-título, In The Night remete à sonoridade atmosférica de Morning Phase e Sea Change, consolidando uma direção estética que dialoga com os trabalhos mais intimistas da discografia do músico norte-americano. Repertório de Beck no Ride Lonesome A chegada do álbum coincidirá com o início da turnê que passará por várias cidades da América do Norte. O roteiro inclui apresentações em locais tradicionais como o Queen Elizabeth Theatre em Vancouver, o Red Rocks Amphitheatre, o Greek Theatre em Los Angeles e duas noites no Massey Hall em Toronto, com encerramento previsto para 31 de outubro em Nashville.
Do estúdio na Costa Rica aos palcos, os detalhes do disco do The Strokes

O The Strokes está de volta com o álbum de estúdio Reality Awaits, disponibilizado pelas gravadoras Cult Records e RCA Records. Este é o primeiro disco de inéditas da banda norte-americana em seis anos. O repertório do material é puxado pelos singles antecipados Going Shopping e Falling out of Love, faixas que impulsionaram a expectativa do público nas plataformas de streaming. As gravações do sucessor de The New Abnormal (2020) ocorreram na Costa Rica em parceria com o produtor Rick Rubin. Na sequência das sessões iniciais, os integrantes do grupo e o produtor mantiveram encontros em diferentes países para finalizar o processo criativo. Curta e bastidores de Reality Awaits, novo álbum do The Strokes Durante o período em solo costa-riquenho, a banda contou com a presença do diretor Johann Rashid para documentar o ambiente de estúdio. O material gerou o curta-metragem In Transit: Part II, lançado para o público e concebido como uma continuação direta do documentário original gravado pelo grupo em 2004. Turnê internacional e shows A chegada do disco precede uma extensa agenda de apresentações internacionais ao longo do ano. O destaque da turnê é um show na cidade natal da banda, no Flushing Meadows Corona Park, em Nova York, marcando o retorno do quinteto como atração principal em sua cidade após vários anos. O evento contará com participações de Beach House, TV on the Radio e Fcukers. O itinerário de shows também inclui passagens duplas pela O2 Arena, em Londres, além de apresentações na Accor Arena (Paris), Ziggo Dome (Amsterdã) e Climate Pledge Arena (Seattle). Videoclipes e performances na TV Recentemente, a banda divulgou o videoclipe de “Going Shopping”, inspirado no clássico clipe de You Can Call Me Al, de Paul Simon. O registro audiovisual conta com a participação do ator Walton Goggins, assumindo o papel interpretado por Chevy Chase no original. As gravações ocorreram em Tenerife, na Espanha, após um convite feito durante uma chamada de vídeo com a banda em maio. No mesmo período, o grupo executou a faixa Falling out of Love ao vivo no programa norte-americano The Late Show with Stephen Colbert.