Norah Jones é o primeiro nome confirmado para o Popload Festival

A irreverente cantora, compositora e pianista Norah Jones é a primeira atração confirmada do Popload Festival, que acontece em 31 de maio no Parque Ibirapuera, em São Paulo. É a primeira vez de Norah Jones no Brasil em seis anos. Em breve, as demais atrações do Popload Festival 2025 serão anunciadas, mas quem acompanha a tradição de line-ups surpreendentes do Popload, cuja curadoria potente e atenta sempre une o clássico com o contemporâneo, já pode adquirir os ingressos do lote promocional a partir de hoje (26), às 12h, no site da Tickets For Fun. Além disso, o festival, em parceria com a ONG GRAD Brasil, oferece o ingresso solidário. Ao fazer uma doação de R$10,00 durante sua compra para a instituição, o cliente terá desconto de 40% no valor do ingresso inteiro. Os ingressos são limitados e estarão sujeitos à disponibilidade. “O Popload Festival é um evento diferenciado, que preza muito pela curadoria e eu acho muito legal a identificação que a galera tem, não só pelo fato do line-up ser pensado considerando artistas em ascensão, consagrados e, muitas vezes, nichados, mas por toda a atmosfera que o festival propõe em questões de público, marcas e parcerias”, afirma Lúcio Ribeiro, idealizador da plataforma Popload, que, para além do festival, tem outras frentes de atuação, como a Popload Radio, o podcast Popcast, o Popload Social e o Popload Gig. POPLOAD FESTIVAL 2025 Realização: Time For Fun Data: 31 de maio, sábado Local: Parque Ibirapuera, São Paulo Horário: 11h00 Capacidade: 15.000 pessoas Ingressos lote promocional PISTA Meia-entrada: R$ 250,00 Ingresso solidário: R$ 300,00 Inteira: R$ 500,00 Início das vendas dos ingressos do lote promocional no dia 26 de novembro, 12h Site de vendas: Tickets For Fun
Entrevista | Adi Oasis – “Minha criatividade vem da falta de recursos”

A cantora franco-caribenha Adi Oasis retornou ao Brasil após sete meses de sua estreia no país. Fez uma série de shows no início do mês nas unidades de São Paulo e Rio de Janeiro do Blue Note. Depois, Adi Oasis esticou a programação com alguns shows surpresas pelo país, além de uma visita com sua filha de um ano pela Bahia. Um pouco antes de uma das apresentações no Blue Note do Rio de Janeiro, Adi Oasis conversou com o Blog n’ Roll sobre suas influências, raízes, importância do baixo, entre outros assuntos. Confira abaixo a entrevista com Adi Oasis A primeira coisa que realmente me deixa curioso é sobre sua rica formação cultural. Como suas raízes influenciam sua arte, não apenas a música, mas seu figurino também? Não faço roupas, mas as monto. É engraçado porque você acabou de dizer sobre minha rica formação cultural, e ia fazer uma piada, uma piada ruim, acho que sou uma comediante. Minha formação é pobre, porque meus pais vêm de origens muito pobres, com muitos irmãos e irmãs. Mas acho que aprendi que a criatividade vem disso, da falta de recursos. Essa é a mãe da criatividade, certo? E acho que muito do que sou vem disso, como não ter a escolha a não ser fazer com o que você tem. Especialmente quando se trata de moda. Comecei a montar figurino quando não tinha dinheiro, não tinha dinheiro para grandes marcas. Eu não tinha na época, especialmente. E isso te força a ser mais criativo. Quando você fala sobre essa formação pobre, você está falando de Toulouse ou da formação caribenha? Então, minha mãe não é de Toulouse, mas é perto. Toulouse seria a cidade mais próxima de onde ela é, mas nós viemos de uma longa linhagem de fazendeiros. Meus avós e todos os meus tios eram muito pobres. Eles negociavam uma vaca por qualquer coisa. Costumava ir com minha avó para a fazenda ao lado e nós levávamos ovos para eles, enquanto eles nos davam leite. Meu pai é da Martinica. Então, minha mãe é uma de 11, meu pai é um de dez filhos. Meu pai cresceu escalando. Meu pai subia a colina carregando baldes de água sem sapatos. Não cresci assim, mas meus pais cresceram dessa forma. Lotus Glow foi muito bem recebido pelo público e crítica. Você sente alguma pressão agora para lançar algo tão incrível quanto esse álbum? Quero fazer algo melhor, acho que posso facilmente fazer melhor. Acho que Lotus Glow é a razão pela qual este álbum chegou em um momento em que senti que realmente encontrei meu estilo, encontrei minha personalidade como artista, o pacote está totalmente lá, e agora só pode melhorar. Estou animada para o resto. Só tenho que descobrir que a parte desafiadora é criar com um novo bebê. Quando você descobriu o baixo e como ele influenciou seu processo criativo? O baixo realmente chegou até mim. O universo simplesmente o colocou em minhas mãos. Comecei a tocar violão quando era adolescente, tinha 15, 16 anos, para compor minhas músicas. Só que nunca me conectei ao violão acústico porque sempre quis me mover no palco e ficar parado e não ter isso, ser capaz de ter uma atitude desagradável não combinava muito com violão clássico, certo? Isso não era minha praia. Isso é mais country. Há pessoas que fazem isso de forma incrível, mas para mim, não é onde me sinto mais confortável. E montei um grupo quando me mudei para Nova York e nós tínhamos um show agendado. O baixista que contratamos teve que cancelar a participação no último minuto. E os caras ficaram: ‘ei, você toca violão, por que você não toca baixo?’ Foi assim que comecei a tocar baixo. E me apaixonei completamente. Minha vida mudou. Quero fazer um jogo rápido contigo. Topa, Adi? Eu falo alguns artistas e você os define em uma palavra. Erykah Badu – Eu a conheci no Afropunk Bahia. Ela é uma grande influência. Recorro a ela para aprender a realmente confiar em mim mesma. Ela tem um alinhamento total com o universo. Ela está 100% sintonizada. É assim que parece estar totalmente em sintonia consigo mesma. Prince – Prince é meu artista favorito de todos os tempos. Favorito, número um. Ele incorpora tudo o que amo na música. Álbum favorito do Prince? É impossível escolher, porque depende do meu humor. Tenho um álbum do Prince para tudo, mas vou dizer que meu ritual pré-show é Dirty Mind. Coloquei Dirty Mind quando comecei minha maquiagem hoje. Tracy Chapman – Acho que ela é subestimada. Alguém fez um cover da música dela e estou feliz que ela esteja ganhando dinheiro. Espero que você seja rica, Tracy Chapman. Sentada em uma ilha em algum lugar, tomando margaritas e vivendo sua melhor vida. Aretha Franklin – Minha voz favorita, minhas duas cantoras favoritas são Chaka Khan e Aretha Franklin. Eu ainda a ouço todos os dias. Em termos de como posicionar minha voz, aprendi com Aretha. Como você vê o impacto da música francesa na cena internacional? Você sabe, algo está acontecendo. Aya Nakamura é uma das maiores estrelas do afrobeats, pop R&B. Ela é francesa. E amo essa representação porque tem ela, Izzard, que é uma nova artista também, que está realmente bombando agora, que é da França. Fico feliz que essas sejam mulheres negras de pele escura. Adoro que agora o que está acontecendo é que essas grandes artistas francesas são essas mulheres negras. É ótimo que a França tenha que lidar com o fato de que somos a representação do país. Também é interessante para a América ver isso porque muitos supremacistas brancos, pessoas de mente fechada na América, adoram se declarar europeias. E eu fico tipo, não, você não é. Sou europeia, e sou negra. E é assim que uma europeia se parece. Por que é tão importante saber sua identidade, saber sua herança? Cresci com duas culturas muito diferentes entre meu pai do Caribe e minha mãe, uma francesa
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Linkin Park anuncia retorno ao Brasil para 2025

Um dia antes do primeiro show em São Paulo, o Linkin Park anunciou uma extensa turnê mundial para 2025, incluindo quatro shows no Brasil. As cidades contempladas são Rio de Janeiro, São Paulo, Porto Alegre e Brasília. Ainda não há informações sobre a venda de ingressos. Os shows no Brasil acontecem nos dias 8 de novembro (Rio de Janeiro), 10 (São Paulo), 13 (Brasília) e 15 de novembro (Porto Alegre). Transmissão do Multishow e Globoplay Nesta sexta-feira (15), o Multishow e o Globoplay, disponível também para não assinantes, exibem, a partir das 20h15, a apresentação do Linkin Park, que volta ao Brasil após mais de sete anos, agora sob a liderança de Emily Armstrong e seus vocais potentes. Clássicos como Numb, Faint, In The End, além de lançamentos do novo álbum que também chega às plataformas na sexta, fazem parte do repertório.
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