Simple Minds tem show cancelado no Rio; Apresentação em SP está mantida

O show da banda Simple Minds, previsto para 3 de maio, no Qualistage, no Rio de Janeiro, foi cancelado devido a questões logísticas relacionadas ao show de Lady Gaga na Praia de Copacabana, que acontecerá na cidade no mesmo fim de semana, impactando diretamente a mobilidade e a segurança. A apresentação de São Paulo, no dia 4 de maio, no Espaço Unimed, continua confirmada. Ainda há ingressos disponíveis. O consumidor pode receber crédito ou reembolso do valor pago e o estorno será alterado pelo preço de face do ingresso, nos termos da legislação vigente. Confira a seguir as orientações para estorno/reembolso do valor das entradas adquiridas nos canais de venda oficiais. Os ingressos adquiridos serão reembolsados de acordo com os procedimentos abaixo: Compras realizadas em www.ticketmaster.com.br Cartão de crédito: o processo de estorno será finalizado em até 02 ciclos de fatura, conforme a data de fechamento definida pelo emissor do cartão. Esse prazo pode variar de acordo com cada administrador. PIX: O prazo para identificar o reembolso é de até 10 dias úteis. Para compras realizadas na Bilheteria Oficial: Cartão de crédito: o processo de estorno será realizado em até 02 ciclos de fatura, conforme a data de fechamento definida pelo emissor do cartão. Esse prazo pode variar de acordo com cada administradora do cartão. Cartões de débito: o processo de estorno será finalizado em até 90 dias. Esse prazo pode variar de acordo com cada administrador. Compras realizadas via débito Mastercard serão necessárias nos informar dados bancários para reembolso. Dinheiro: Para receber o reembolso será preciso comparecer na bilheteria e apresentar os ingressos originais no seguinte endereço: Shopping Via Parque – Av. Ayrton Senna, 3000 – Barra da Tijuca. Segunda a sábado das 11h às 20h

Review: A Day To Remember lança Big Ole Album Vol.1 focado mais no pop punk

O novo álbum da banda A Day To Remember, “Big Ole Album Vol. 1”, foi lançado em 21 de fevereiro de 2025 em formato físico e chegou hoje (21.03) nos streamings. No entanto, apesar da energia e a diversidade, o trabalho flerta mais com o pop punk do que com o Metalcore. A falta de coesão, repetição de fórmulas e até mesmo ausência de berros em algumas faixas são as críticas mais frequentes de reviews e comentários dos fãs. Faixas:O álbum começa com a faixa “Make It Make Sense”, música rápida e agressiva com um refrão pegajoso, no qual Jeremy McKinnon parece estar perguntando “Por que nossas inseguranças nos fazem colocar os outros para baixo?” A presença do pop punk também se destaca na música “All My Friends”, uma balada emotiva, e “Die For Me”, uma colaboração com Oliver Sykes da banda Bring Me the Horizon. Alias, a participação de Sykes tem uma história curiosa. Acontece que ambas as bandas dividem o mesmo produtor, Zakk Cervini. Por isso, acabou que o vocalista do Bring Me The Horizon teve uma contribuição na faixa. “Oli tinha enviado a Zakk aúdios dessa melodia com algumas letras, algumas delas murmuradas aqui e ali, e Zakk colocou uma música nela. Ouvimos essa ideia e imediatamente pensamos, ‘Bem, é óbvio que casa com o que estamos trabalhando hoje – isso é demais!’ Então, trabalhamos na letra a história sobre o que estava acontecendo em nossas vidas, e isso se tornou Die For Me.” conta Jeremy McKinnon ao portal da Kerrang. No entanto, é quando a banda se compromete a fazer um som mais pesado que as melhores músicas do álbum aparecem: “To The Death” é a mais pesada de todo o trabalho. Já “Silence”, vai para um território novo para o A Day To Remember. A canção traz influências de Gojira e Coal Chamber. “Miracle” é outro grande destaque e deve ser uma das músicas mais executadas na turnê. O início mais leve e refrão pop preparam a surpresa de um nervoso breakdown recheado de tudo aquilo que os fãs mais desejavam com berros e brutalidade. Bem a cara da banda. No geral, “Big Ole Album Vol. 1” é um bom álbum, ainda mais por se tratar do sucessor do criticado “You’re Welcome”. Porém, não deve agradar em cheio todos os fãs da banda justamente por não ser tão inovador ou abordar a sonoridade do auge do grupo. Nota: 7

Ziggy Alberts coloca São Paulo na rota da New Love Tour

Após a primeira apresentação no Brasil, em setembro de 2023, no Floripa Eco Festival, o cantor Ziggy Alberts volta ao Brasil com a New Love Tour, turnê homônima ao seu sétimo álbum de estúdio, New Love (2025). Com uma fusão harmoniosa de indie, folk, pop, e letras que abordam temas como amor, amizade e conexão com a natureza, o show acontece em São Paulo, no dia 28 de junho, no Cine Joia, em uma realização da 30e, maior produtora brasileira de entretenimento ao vivo, com ingressos disponíveis a partir de sexta-feira (21), às 11h, pelo site da Eventim. Ziggy acaba de lançar o seu sétimo álbum de estúdio, New Love (2025), que apresenta uma sonoridade mais madura e experimental, mas mantém a essência acústica que conquistou o seu público. >> Confira entrevista com Ziggy Alberts A New Love World Tour começou em 2024 com 70 datas anunciadas, passando pela Austrália, Europa, Reino Unido, América do Norte e Indonésia, além de estrear no México e no Japão. Alberts esgotou apresentações e lotou casas, dando seguimento ao seu feito anterior, com a Rewind World Tour, em 2023, que conquistou um público de mais de 110 mil pessoas. Desde o início de sua carreira, em 2012, o artista já recebia mensagens de fãs pedindo shows no Brasil. Foi em setembro de 2023 que Ziggy veio ao país pela primeira vez para uma apresentação no Floripa Eco Festival. No mesmo ano, o cantor estreitou ainda mais a relação com o público ao colaborar com Vitor Kley, na faixa Rewind Dois, em que canta em português. Os números do cantor australiano são grandiosos: Ziggy tem sete álbuns de estúdio; sucessos como Runaway, que ultrapassou 100 milhões de streams no Spotify e hits globais como Gone e Love Me Now. O álbum Laps Around The Sun (2018) recebeu certificação dupla de platina pela ARIA, com as canções letting go (2022) e Dancing in the Dark (2024). ServiçoZiggy Alberts @ New Love TourRealização: 30e SÃO PAULOData: 28 de junho de 2025 (quarta-feira)Local: Cine Joia – Praça Carlos Gomes, 82 – Liberdade, São Paulo/SPHorário de abertura da casa: 20hClassificação etária: Entrada e permanência de crianças/adolescentes de 05 a 15 anos de idade, acompanhados dos pais ou responsáveis, e de 16 a 17 anos, desacompanhados dos pais ou responsáveis legais. Setores e preços: Pista – R$ 175,00 (meia-entrada legal) |  R$ 350,00 (inteira) Vendas online em: eventim.com.brBilheteria oficial: Estádio do Morumbis – Bilheteria 5 – Próximo ao portão 15 – Av. Giovanni Gronchi, 1866Funcionamento*: Terça a sábado das 10h às 17h*Não tem funcionamento em feriados, emendas de feriados, dias de jogos ou em dias de eventos de outras empresas.

“O Calendário do Rock Brasileiro”: Paulo Marchetti lança livro de efemérides musicais

Em 2025 o rock nacional completa 70 anos, e para marcar esses dados, Paulo Marchetti anunciou o lançamento do livro O Calendário Do Rock Brasileiro, que reúne uma coleção de efemérides com mais de 1.800 fatos dos mais diversos, que cobrem os 365 dias do ano, de 1º de janeiro até 31 de dezembro. Em O Calendário do Rock Brasileiro há dados curiosos, dados importantes, há os lançamentos dos grandes clássicos; os problemas entre polícia e artistas desde as confusões da Jovem Guarda, nos anos 1960, até a prisão dos integrantes do Planet Hemp, em 1997; os primeiros artistas de rock do Brasil como Bob Bolão, Betinho e Seu Conjunto, Ronnie Cord, The Snakes, The Clevers; os álbuns, festivais e toda história do progressivo e psicodélico de 1970, e os grandes nomes das gerações 80 e 90. O livro inclui ainda, uma cena alternativa desde os anos 1950. “Fazer sozinho um documento desse tamanho não foi fácil, é uma responsabilidade enorme, inclusive com os detalhes” , revela Marchetti, que lançou o livro de forma independente. “Cada dados traçado a busca de outras fontes precisava e possível encontrar dentro das minhas possibilidades. Não foi apenas pesquisa, foi também investigação. Ir atrás de cada artista, de cada década, de toda discografia de todas as cenas musicais, inclusive que envolve os formatos compactos e EP; pesquisar sobre os membros de todas as bandas desde 1955, isso em um período que a imprensa ainda não tinha arquivo digital, época em que o conteúdo da internet ainda estava sendo construído, e que linda idas a bibliotecas e bancos de dados de jornais; caça de conteúdo em sebos literários e de discos de vinil, enfim, todos os modos confiáveis que possam enriquecer minha coleção de efemérides”. O trabalho de Marchetti, que teve início em 1998 e complexidade, dedicação e muita personalidade, compilado em 358 páginas, a maior parte dos acontecimentos que escrevem a história do rock brasileiro, através do dia a dia, neste calendário, que é o 1º do gênero no Brasil. A pesquisa priorizou o período pré-internet, entre 1955 e 2000, mas há muitos acontecimentos importantes de 2000 a 2024. “Comecei a juntar algumas efemérides de forma curiosa, durante meus trabalhos de direção, pesquisa e texto na MTV Brasil, onde estive entre 1993 e 2000. Foi no arquivo da MTV que conheci livros que abordam unicamente efemérides do rock desde os primeiros ídolos do blues até aquele momento, início dos anos 1990” , conta o autor. Nascido em Piracicaba (SP) em 1970, Paulo Marchetti é diretor artístico e diretor de conteúdo para televisão e projetos especiais. Atualmente na TV Cultura, já passou pela MTV Brasil, SBT, Band, Discovery, History, Multishow, Disney e Record. Morou em Brasília (DF) de 1974 a 1987 e cresceu com a Turma da Colina, assistindo aos primeiros ensaios e shows de Plebe Rude, Capital Inicial e Legião Urbana. Formou os Filhos de Mengele em 1985, banda de punk rock da qual Digão foi baterista, antes de se dedicar aos Raimundos, já como guitarrista. Em 2001, Marchetti lançou seu primeiro livro, O Diário da Turma 1976-1986: A História do Rock de Brasília (Conrad, 2001 e Pedra na Mão, 2013). O livro faz parte do acervo da biblioteca da Universidade de Berkeley, na Califórnia (EUA), um dos poucos em língua portuguesa. De acordo com o autor, O Calendário Do Rock Brasileiro é um livro diferente, mas com farto conteúdo para as mídias que trabalham com música e cultura jovem. “Este não é um livro pra ficar na estante, mas sim em cima da mesa, para consultar diariamente. É um livro atemporal que vai deixar viva a memória do rock brasileiro em seus mínimos detalhes e que, com a distância do tempo, ganhará mais valor”, alerta. Livro: O Calendário do Rock Brasileiro (358 páginas)Autor: Paulo MarchettiEditora: Lançamento independentePreço: R$ 100,00 + R$ 15,00 (envio)Para comprar: calendárioiodorockbr@gmail.com

Confissões e Outros Blues é o novo álbum de Pepe Bueno e Os Estranhos; ouça!

Pepe Bueno e Os Estranhos acaba de lançar o terceiro álbum de estúdio, Confissões e Outros Blues. Com dez faixas, o disco mescla composições autorais e releituras, gravadas nos estúdios Orra Meu e Área 13. O show de lançamento é nesta sexta-feira (21), no Sesc Belenzinho. Os ingressos estão à venda. Produzido pelo próprio Pepe Bueno, o trabalho explora novas sonoridades, explorando influências do blues, da música popular brasileira e até nuances psicodélicas. Confissões e Outros Blues busca conquistar um público ainda mais diversificado, reafirmando a versatilidade e a autenticidade do artista. O álbum carrega uma forte carga emocional, como revela o artista: “Confissões e Outros Blues é um disco que teve perdas e ele permeia o álbum. Regravamos Real Valor, do Golpe de Estado, e tive a sorte e honra de mostrar ao meu melhor amigo, Nelson Brito. Já Blues e a Prancha é uma homenagem ao Paulo Meyer, com quem toquei por quase dois anos. Mostrei o som pra ele escrever, mas não deu tempo. Então, escrevi a letra com seu eterno parceiro Paulo Resende, mencionando as cidades onde eles tocaram e fizeram história.” O álbum também traz If I Lose, parceria de Pepe com Mário Bortolotto, que conta com a participação do saudoso Diego Basanelli. “Ele cantou a parte em inglês antes de sua trágica morte. Bom, é um disco cheio de importância emocional pra mim”, completa Pepe. Para o baixista, Pepe Bueno & Os Estranhos representa um momento de liberdade sonora. “É um movimento em direção ao blues mesclado com a música popular brasileira, com pitadas de psicodelia e a originalidade que cada músico dos Estranhos trazem.” Lançamento no Sesc BelenzinhoPepe Bueno e Os Estranhos lança o álbum Confissões e Outros Blues no Sesc Belenzinho (São Paulo) no dia 21 de março, às 21h. Os ingressos estão à venda no site do Sesc e em qualquer unidade do Sesc São Paulo. Os valores são de R$ 18,00 a R$ 60,00. Para esta apresentação especial, com formação de Big Band e cujo repertório vai mesclar canções do ainda Confissões e Outros Blues e de álbuns anteriores, Pepe Bueno & Os Estranhos contarão com a participação de Thunderbird, Paulão de Carvalho, Paulo Resende, Fabio Brum, Mário Bortolotto e Fabio Pagotto. Além de apresentar o novo álbum ao público, a noite será uma homenagem aos talentosos Paulo Meyer e Diego Basa, dois grandes nomes que marcaram a trajetória do grupo.

The Reign of Kindo volta ao Brasil após nove anos; shows rolam no fim de semana

A banda The Reign of Kindo retorna ao Brasil após nove anos. Serão três apresentações no fim de semana, sendo duas em São Paulo (sexta e sábado, ambas no La Iglesia) e uma no Rio de Janeiro (domingo, no Agyto). Os ingressos já estão à venda no Clube do Ingresso. Quem optar por ir nas duas noites de São Paulo, garante um bom desconto. Formada em 2007 em Buffalo, Estados Unidos, The Reign of Kindo é conhecido por sua mistura única de jazz, rock progressivo e música experimental. Esta será a quinta passagem da banda pelo País. O último álbum de inéditas da banda é Happy However After, de 2018. 21 de março de 2025 (sexta-feira) – La Iglesia, São Paulo 22 de março de 2025 (sábado) – La Iglesia, São Paulo 23 de março de 2025 (domingo) – Agyto, Rio de Janeiro

Nome de peso do Lollapalooza, Fontaines D.C. cancela shows no Brasil

A banda irlandesa Fontaines D.C., uma das atrações mais aguardadas do Lollapalooza Brasil, cancelou todas as apresentações na América do Sul, incluindo os dois shows em São Paulo (Lollapalooza e side show). Os shows na Capital estavam agendados para os dias 26 e 28 de março, na Audio e no Autódromo de Interlagos, respectivamente. O anúncio do cancelamento foi feito no Instagram do grupo, na noite desta segunda-feira (17). “Estou devastado em anunciar que, devido a uma hérnia de disco, precisamos cancelar nosso show no México amanhã à noite e nossas próximas datas no Chile, Argentina, Brasil e Colômbia”, escreveu o vocalista Grian Chatten. “Há anos que estou empolado para tocar nesses países lindos, e é muito doloroso estar aqui na Cidade do México sem poder subir no palco, mas hoje me informaram que preciso de atenção médica urgente. Somos muito gratos por todo o apoio de vocês.” Até o momento, o Lollapalooza Brasil ainda não divulgou um possível substituto, nem a política de reembolso para os fãs.

Avenged Sevenfold retorna a São Paulo e Curitiba após 11 anos com convidados de peso

Pouco após ser a atração principal do Rock in Rio 2024, e depois de 11 anos sem um show headline no país, o Avenged Sevenfold anunciou a inclusão do Brasil em sua turnê Life Is But A Dream… pela América Latina. As duas datas confirmadas, ambas realizadas pela 30e, são dia 2 de outubro, na Pedreira Paulo Leminski, em Curitiba, com show de abertura de Mr. Bungle e Karen Dió; e, no dia 4 de outubro, no Allianz Parque, em São Paulo, com A Day To Remember, Mr Bungle e Karen Dió. A pré-venda de ingressos começa nesta terça-feira (18) ao meio-dia e vai até as 11h de quinta-feira (20) no site da Eventim, e a venda geral terá início na quinta (20), ao meio-dia. Life is But A Dream… é também o nome do álbum mais recente do Avenged Sevenfold. Lançado em 2023, foi o primeiro disco de estúdio do grupo californiano após um período de sete anos de espera. O trabalho, como a própria banda define, “foi projetado para provocar e inspirar, ampliando corajosamente a nova onda do som do heavy metal americano, com confiança, atitude e intenção”. Trata-se de “uma celebração e libertação da vida, enquanto explora a possível ilusão do livre arbítrio e do determinismo”. Não à toa, o A7X (como também é conhecido) e seu disco foram celebrados pelo público e pela imprensa especializada, aparecendo na lista dos 11 Melhores Álbuns de Metal de 2023 da Rolling Stone. É com esse recente repertório e com os seus mais de 25 anos de trajetória sólida que o quinteto desembarca no Brasil. Formado na Califórnia, em 1999, o Avenged Sevenfold já vendeu mais de 12 milhões de álbuns mundialmente e alcançou o topo da parada Top 200 Álbuns da Billboard com Nightmare (2010) e Hail to the King (2013). A banda, composta atualmente por M. Shadows (vocais), Synyster Gates (guitarra), Zacky Vengeance (guitarra), Johnny Christ (baixo) e Brooks Wackerman (bateria), acumula mais de 1 bilhão de visualizações em vídeos, 1 bilhão de streams no Spotify e ganhou vários singles #1 em rádios de rock. Eles são, frequentemente, a atração principal de alguns dos maiores festivais de rock do mundo, como o Download Festival (Reino Unido), Rock am Ring (Alemanha) e, em março, Vivo El Rock (Peru). Alguns de seus maiores sucessos incluem Bat Country (2005), inspirado no livro Medo e Delírio em Las Vegas, de Hunter S. Thompson; a favorita dos fãs A Little Piece of Heaven (2007), Nightmare (2010) e Hail to the King (2013), para citar apenas alguns. O Avenged Sevenfold se apresentou no Brasil várias vezes, em 2010, 2011, 2013, 2014 e, mais recentemente, em 2024, quando foi a atração principal da noite de rock esgotada no Rock in Rio, diante de 100 mil fãs. CURITIBAData: 2 de outubro de 2025Local: Pedreira Paulo LeminskiHorário de abertura da casa: 16hClassificação Etária: Entrada e permanência de crianças/adolescentes de 05 a 15 anos de idade, acompanhados dos pais ou responsáveis, e de 16 a 17 anos, desacompanhados dos pais ou responsáveis legais Setores e preços Pista – R$ 240,00 (meia-entrada legal) | R$ 480,00 (inteira) Pista Premium – R$ 375,00 (meia-entrada legal) | R$ 750,00 (inteira) Venda geral: 20 de março, 12h Vendas online Bilheteria oficial: Hard Rock Café – R. Buenos Aires, 50 – Batel, Curitiba Funcionamento: Segunda a sábado, das 12h às 19h30 SÃO PAULOData: 4 de outubro de 2025Local: Allianz ParqueHorário de abertura da casa: 14hClassificação Etária: Entrada e permanência de crianças/adolescentes de 05 a 15 anos de idade, acompanhados dos pais ou responsáveis, e de 16 a 17 anos, desacompanhados dos pais ou responsáveis legais. Setores e preços Cadeira Superior- R$ 155,00 (meia-entrada legal) | R$ 310,00 (inteira) Pista – R$ 205,00 (meia-entrada legal) | R$ 410,00 (inteira) Cadeira Inferior – R$ 250,00 (meia-entrada legal) | R$ 500,00 (inteira) Pista Premium – R$ 405,00 (meia-entrada legal) | R$ 810,00 (inteira) Venda geral: 20 de março, 12h Vendas online Bilheteria oficial: Abertura de vendas (20/3): ALLIANZ PARQUE – BILHETERIA B – Av. Francisco Matarazzo, 1705 – Portão B – Água Branca – São Paulo/SP Funcionamento: 13h às 17h Após o dia 20 de março: ALLIANZ PARQUE – BILHETERIA A – Rua Palestra Itália, 200 – Portão A – Perdizes – São Paulo/SP Funcionamento: Terça à Sábado das 10h às 17h | *Fechado em feriados, emenda de feriados, dias de jogos ou em dias de eventos de outras empresas.

Entrevista | Mudhoney – “Por favor atualizem minha foto no Wikipedia”

Uma das bandas mais autênticas e influentes da geração grunge, o Mudhoney está prestes a chegar ao Brasil para apresentações em São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. Ainda há ingressos disponíveis. O último álbum do Mudhoney, Plastic Eternity (2023), será uma parte importante do repertório da apresentação, mas o setlist não está 100% definido. Segundo o vocalista, Mark Arm, a banda pretende cobrir diferentes fases da carreira, resgatando músicas do início e dos anos intermediários. “Temos 35 anos para cobrir. Trabalho duro”, brincou o artista em entrevista ao Blog n’ Roll. Além de falar sobre o show, Mark Arm relembrou uma situação inusitada que viveu no Brasil: durante uma passagem pelo país, ele percebeu que havia esquecido sua guitarra nos Estados Unidos, mas só se deu conta disso ao abrir o case vazio em São Paulo. “Imediatamente pensei que alguém tinha roubado minha guitarra”, contou. A solução foi improvisar com instrumentos emprestados, um dos quais aparece na foto de sua página na Wikipedia até hoje, fato que o incomoda bastante. Na mesma entrevista, Mark Arm compartilhou suas expectativas para os shows no Brasil e relembrou momentos marcantes da trajetória do grupo. Quais são suas expectativas para os shows no Brasil? Você já tem um set list definido?  Não temos um set list pronto em particular, mas temos uma ideia geral e esperamos nos divertir. Pretende priorizar algum álbum?  Tocaremos uma boa quantidade de músicas do último disco, Plastic Eternity, mas tocaremos coisas dos primeiros álbuns e dos anos intermediários. Temos 35 anos para cobrir, é um trabalho duro. Você se recorda de alguma história memorável no Brasil? Você já veio com o Mudhoney e também com o MC5. Uma vez voamos para cá e eu tinha um case de guitarra muito pesado, tipo um case tipo bigorna com metal ao redor. E estávamos na passagem de som em São Paulo e abri meu case e ele estava vazio. Eu imediatamente pensei que alguém tinha roubado minha guitarra. E fiquei, tipo, puta merda. Então meio que me recompus, isso foi antes de ter um celular que ligasse para o exterior e confirmasse. O André Barcinski (jornalista) me ajudou a ligar para casa e perguntei para minha esposa se ela poderia descer e dar uma olhada na sala da banda. E lá estava a guitarra. O case era tão pesado que não percebi que não tinha uma guitarra dentro. E como você conseguiu tocar?  Tive que pegar emprestada as guitarras das pessoas. Na foto principal da minha Wikipedia estou com uma das guitarras emprestadas daquela turnê, uma SG. Eu não tenho uma SG, toco com uma Gretsch, por favor atualizem essa foto. Foi uma estupidez da minha parte esquecer essa guitarra. Mudhoney sempre foi uma das bandas que representou o grunge de uma forma mais autêntica e crua. Como você descreveria a evolução do som da banda desde o começo até hoje?  No começo, nós apenas pensávamos em nós mesmos como uma espécie de banda punk rock e underground, nós não pensávamos nessa coisa chamada grunge. Isso nem era uma coisa que existia em termos de marketing ainda. Nós apenas sentíamos que fazíamos parte daquela tradição underground realmente ampla que incluiria Butthole Surfers, Sonic Youth, Big Black, The Replacements, entre outras. Quero dizer, essas são algumas das bandas mais conhecidas, mas tinha também Killdozer e Scratch Acid, além de muitas australianas como Feedtime, The Beasts of Suburban, The Scientists e Cosmic Psychos. Essas eram as coisas com as quais sentíamos afinidade. Assim como nossos amigos em Seattle, Portland e Vancouver.  Seattle foi o centro das atenções entre o final dos anos 1980 e o início dos anos 1990. Você acha que um novo movimento de bandas como o grunge é possível hoje?  Eu não sei. Claro, tudo é possível.  Para muitos críticos musicais, Mudhoney é o padrinho do grunge. Você acha que Nirvana, Alice in Chains, entre outros, teriam existido sem vocês?  Sim, Alice in Chains estava em um caminho diferente. Quer dizer, eles começaram em meados dos anos 80. Pelo menos esse nome estava por aí, sabe, eles não mudaram o som. Acho que originalmente eram mais como uma banda de glam metal. O Soundgarden existia bem antes do Mudhoney começar. Eles eram contemporâneos do Green River. As pessoas estariam tocando música, quer existíssemos ou não. Mas o Mudhoney tem uma grande influência nessa geração de músicos, mesmo soando diferente, certo? Sim, acho que há muitas bandas de Seattle que soam diferentes o suficiente para nós. Pearl Jam, que são grandes amigos nossos, eles não soam como nós. Então talvez nós os influenciamos de uma forma que eles disseram: ‘nós não queremos soar assim. Isso não nos levará a lugar nenhum’. (risos) A morte de Kurt Cobain foi o começo do fim do grunge ou houve outros fatores que contribuíram para a perda de força da cena?  Sim, tenho certeza. Essa foi uma lápide fácil de colocar e não acabou com nada para mim. Só me deixou terrivelmente triste. A energia do Mudhoney no palco é uma das mais comentadas sobre coisas dos fãs. O que você sente quando está no palco? É difícil colocar em palavras o que sentimos. É só que não consigo realmente analisar e destilar em algo que seja, mas é um show muito bom e o público gosta, então, nós nos alimentamos uns dos outros. Como se sentíssemos a energia deles. Espero que eles sintam a nossa. E isso meio que, conforme o show avança, fica meio mais forte e intenso. Esse é o marcador de um ótimo show. Como essa experiência ao vivo evoluiu ao longo dos anos?  Ficamos muito mais velhos, não sou nem de longe tão flexível quanto costumava ser. Minhas articulações doem de vez em quando. Dói meu tornozelo e meu quadril. Não quero ter uma conversa de velho, onde fico sentado e reclamando, mas realmente me dói toda vez que acordo. Mas, por exemplo, acho que quando você envelhece, tem um entendimento melhor disso. Quando você é mais