Com show esgotado em São Paulo, Megadeth solta mais um single do álbum de despedida

A contagem regressiva para o lançamento do último álbum de estúdio do Megadeth continua com I Don’t Care, seu mais recente single e videoclipe, que chegou hoje (14), do álbum autointitulado da banda, com lançamento previsto para 23 de janeiro de 2026. Os titãs do metal, sem concessões, uniram-se ao diretor Keith J. Leman para o vídeo, que mescla cenas da cultura do skate com imagens dinâmicas da banda em performance. O álbum é uma das novidades do Megadeth para 2026, que inclui ainda uma turnê de despedida, com show já esgotado em São Paulo, no dia 2 de maio, no Espaço Unimed. O líder do Megadeth, Dave Mustaine, comentou sobre o single: “quantas vezes você já quis dizer isso para alguém? Eu sei que você quer! Lá no fundo, se tivéssemos coragem, diríamos ‘eu não me importo’ para mais pessoas com mais frequência.” Musicalmente, Mustaine explica: “parte do riff principal desta faixa estava na minha cabeça desde que fizemos TSTD&TD (The Sick, The Dying… And The Dead!), então eu estava super animado para começar a gravar I Don’t Care para este LP. Eu realmente adoro as nuances de guitarra na faixa. Tem o riff rítmico principal, depois, uma parte de palhetada descendente bem deliberada, em seguida, os acordes em oitava com jump picking nas notas da oitava (enquanto ainda se usa a palhetada descendente!). E o solo e a troca de solos entre mim e Teemu [Mäntysaari] é magnífico!”. O novo single sucede Tipping Point, o primeiro single do álbum, e uma faixa bônus muito especial: uma versão repaginada de Ride The Lightning, que Mustaine coescreveu com James Hetfield, Cliff Burton e Lars Ulrich, do Metallica, e que foi a faixa-título do álbum de 1984 da banda.
Na esteira dos festejos de 30 anos, CPM 22 lança single “30 Anos Depois”

Dando continuidade à celebração pelos 30 anos de carreira, o CPM 22 lançou o single 30 Anos Depois, via Ditto Music. Com uma trajetória marcada por hits e uma legião de fãs leais, a faixa é uma homenagem à própria história da banda e à conexão construída com o público ao longo de três décadas. Com letra de Badaui e Luciano, a faixa reflete sobre a jornada do grupo desde os primeiros acordes no underground paulistano até os grandes palcos do país — traduzindo em som a persistência e o agradecimento a quem sempre esteve presente. A produção é assinada por Luciano em parceira com Ali, que também ficou responsável pela mixagem e masterização. “A letra dessa música nasceu de um texto que eu escrevi. O Luciano deu forma e lapidou a letra para que a gente pudesse contar essa história de um jeito mais direto”, relembra Badaui. Luciano conta que a ideia de compor uma música em comemoração às três décadas do CPM 22 já existia há algum tempo, mas o processo criativo começou a ganhar forma recentemente. “A ideia de fazer uma música em comemoração aos 30 anos da banda existia desde o ano passado, mas o processo de desenvolvimento começou há uns três ou quatro meses. A letra é baseada em um texto muito bonito que o Badaui escreveu sobre a história da banda. Já a melodia eu fiz na cabeça enquanto lia o texto, e parte dela surgiu numa viagem, num hotel em Santa Bárbara d’Oeste. Quando voltei pra casa, peguei a guitarra e comecei a montar os acordes a partir dessa melodia e completei a letra com frases minhas, ideias novas que surgiram ali no momento. A gravação foi feita por mim e pelo Ali, no estúdio dele, em São Paulo”, explica Luciano. E Badaui completa, “no fim, essa música é uma homenagem à nossa trajetória e também um agradecimento a quem sempre esteve com a banda.” O lançamento chega em meio à turnê comemorativa que está percorrendo o Brasil, levando aos fãs clássicos como Dias Atrás, Regina Let’s Go e Tarde de Outubro, entre outras. Um dos momentos mais marcantes dessa turnê foi a apresentação no festival The Town, em setembro, que reuniu uma multidão e reafirmou o poder e a relevância do CPM 22 no rock nacional. Com 30 Anos Depois, a banda reforça sua identidade e celebra não apenas o passado, mas também o futuro — uma trajetória que continua sendo escrita com a mesma energia e paixão que conquistaram gerações. Ouça 30 Anos Depois, do CPM 22
Spin Doctors é confirmado no Somos Rock Festival 2026, em São Paulo

O Somos Rock Festival 2026 confirmou mais uma atração internacional de peso: a banda norte-americana Spin Doctors, ícone do rock dos anos 90 e mundialmente conhecida pelo sucesso atemporal Two Princes. A última vez que a banda veio ao Brasil foi em 1995, quando abriu os shows do Rolling Stones no Hollywood Rock. O grupo se junta ao time já anunciado, que inclui Revisiting Creedence, Detonautas e Biquini. O evento acontece no dia 25 de abril, no Anhembi, em São Paulo. A confirmação chega em um momento marcante da trajetória da banda. Após 12 anos sem lançar material inédito, o Spin Doctors retorna com o álbum Face Full of Cake, que inaugura sua nova fase artística pela lendária Capitol Records. O disco apresenta o quarteto revigorado: riffs pulsantes, groove inconfundível, melodias explosivas e a energia característica que fez do grupo uma referência global desde os anos 90. “Há uma energia nova e fresca nesse disco. Foi um processo leve, espontâneo e emocional”, afirma a banda. “Depois de 35 anos, sentimos que estamos começando de novo.” Faixas como Rock ’n’ Roll Heaven, Still A Gorilla e Heart of the Highway refletem essa maturidade. São narrativas de estrada, escolhas, espiritualidade, amor e liberdade — temas que prometem ecoar intensamente no palco do Somos Rock 2026. Os ingressos já estão à venda no site da Ticketmaster, a partir de R$190 + taxas, e a procura tem sido intensa desde o anúncio das primeiras atrações. Somos Rock Festival 2026 em São Paulo (Line-up confirmado: Revisiting Creedence, Spin Doctors, Detonautas, Biquini)Data: 25 de abril de 2026 (sábado)Local: Anhembi – Av. Olavo Fontoura, 1209 – Santana, São Paulo/SPAbertura dos portões: 11hIngressos: a partir de R$190 + taxas – venda exclusiva pela Ticketmaster
Substituição na Loserville Tour, no Allianz Parque: sai Yungblud, entra Bullet for my Valentine

O Loserville Tour, que tem Limp Bizkit como headliner e está marcado para o dia 20 de dezembro, no Allianz Parque, em São Paulo, sofreu uma mudança da última hora: saiu Yungblud, entrou Bullet for my Valentine. Nas redes sociais, Yungblud disse que precisou se ausentar para cuidar da saúde. “Vou explicar. É algo relacionado à minha saúde, por favor, me deem apenas alguns dias. Amo vocês eternamente”. Além de Limp Bizkit e Bullet for My Valentine, também irão se apresentar as bandas 311, Ecca Vandal, Riff Raff e Slay Squad. Os ingressos continuam à venda pelo site Eventim. Veja setores e preços Cadeira superior: R$ 182,50 (meia) | R$ 365,00 (inteira) Pista: R$ 247,50 (meia) | R$ 495,00 (inteira) Cadeira inferior: R$ 332,50 (meia) | R$ 665,00 (inteira) Pista premium: R$ 447,50 (meia) | R$ 895,00 (inteira)
Flowers celebra o hype do metal moderno do The Devil Wears Prada

Flowers, o nono álbum do The Devil Wears Prada, chega como uma obra dividida entre ambição e hesitação. A banda de Dayton tenta expandir seus limites e evitar a repetição, num momento que o próprio vocalista Mike Hranica define como determinante. Em conversa com o Blog N’ Roll, ele descreveu essa fase com clareza: “Eu digo que é um momento crucial. As músicas que tocávamos da última vez eram diferentes do que estamos fazendo agora com a fase Color Decay. Estou bem animado que as pessoas vão ver nossa evolução em relação às músicas antigas.” A abertura com “That Same Place” e “Where the Flowers Never Grow” aposta em arranjos mais sofisticados, misturando orquestrações discretas com o peso tradicional do grupo. “The Silence” aponta para um território mais pop, e essa guinada funciona pela naturalidade. Há um senso de maturidade na produção de Zakk Cervini, que alterna brilho e imperfeições de forma consciente. São os momentos em que a banda realmente arrisca que o disco encontra seu melhor terreno. Nem sempre, porém, essa ambição se mantém firme. Em vários trechos, letras e melodias parecem menos inspiradas do que deveriam, como se a banda tentasse agradar em vez de surpreender. A própria dinâmica de composição, hoje mais fragmentada, ajuda a explicar parte disso. Hranica comentou que o processo mudou radicalmente: “Hoje nas músicas a gente trabalha com vários produtores e compositores diferentes. Nós pegamos um voo para Los Angeles e vemos um monte de amplificadores e baterias numa sala. Você vai, improvisa, refina. Agora tudo é produzido dentro de um estúdio.” Ele destacou ainda como a tecnologia redefiniu completamente a criação musical. “Falando sobre tecnologia, dá para ter experiências de estar em um estúdio sem estar em um estúdio, usando um macbook. Isso permite que a gente se conecte remotamente para criar os nossos álbuns.” Entre as faixas centrais, “For You” se destaca pelo teor emocional direto. Hranica explicou que a música nasce de um lugar amargo: “Certamente não é uma música de amor feliz, mas conta sobre a história de uma relação que não deu certo, onde um lado não fez sua parte tão bem para tudo funcionar.” Esse tipo de vulnerabilidade é uma das forças de Flowers, que oscila entre romantismo disfuncional, frustração e a busca por reconstrução. Flowers é um álbum de transição. Carrega lampejos de energia, boas ideias e momentos em que a banda parece pronta para uma nova fase. Também traz escolhas conservadoras que impedem o disco de atingir o impacto que poderia. Para quem acompanha a faceta mais melódica e acessível do The Devil Wears Prada, o resultado deve agradar. Para quem mira o peso do início, pode soar melódico demais. No fim, é um capítulo importante na trajetória da banda e que celebra esta nova fase. Ouça Flowers, do The Devil Wears Prada
David Coverdale anuncia aposentadoria da música

O vocalista do Whitesnake, David Coverdale, oficializou sua aposentadoria da música. O anúncio foi feito com um vídeo nas redes sociais sacramentando o que o artista já vinha sinalizando desde 2020. Além do discurso emocionado, Coverdale compartilhou uma versão remixada de Fare Thee Well, que apareceu originalmente no álbum Forevermore do Whitesnake, lançado em 2011. “Senhoras e senhores, meninos e meninas, irmãos e irmãs do Whitesnake, um anúncio especial para vocês. Depois de mais de 50 anos de uma jornada incrível com vocês — com o Deep Purple , com o Whitesnake, com Jimmy Page — nos últimos anos ficou muito claro para mim que é hora de pendurar meus sapatos plataforma de rock and roll e minhas calças jeans justíssimas. E como vocês podem ver, nós cuidamos da peruca do leão. Mas chegou a hora de eu encerrar as atividades.” Coverdale acrescentou: “Amo vocês demais. Agradeço a todos que me ajudaram e me apoiaram nesta jornada incrível — todos os músicos, a equipe, os fãs, a família. É maravilhoso, mas realmente chegou a hora de eu simplesmente aproveitar minha aposentadoria. E espero que vocês entendam isso.” O vocalista se despediu: “Mais uma vez, eu te amo com todo o meu coração. Adeus”, antes do vídeo se transformar no videoclipe da nova versão remixada da música Fare Thee Well.
Halestorm entra na programação do Monsters of Rock

O Monsters of Rock 2026 ganhou mais uma atração de peso: Halestorm, uma das bandas mais aclamadas do rock moderno, se junta ao poderoso lineup que já conta com Guns N’ Roses, como headliner, e Lynyrd Skynyrd. A nona edição do festival acontece no dia 4 de abril, no Allianz Parque, em São Paulo, e promete reunir diferentes gerações de fãs em uma verdadeira celebração com o melhor do rock. Os ingressos estarão disponíveis a partir de amanhã (14), às 10h, pelo site Eventim. O que começou como um sonho de infância dos irmãos Lzzy e Arejay Hale se transformou em uma das histórias de sucesso mais inspiradoras do rock das últimas duas décadas. Com sete músicas no topo das paradas e mais de um bilhão de streams no mundo todo, o Halestorm conquistou uma base de fãs global e o reconhecimento da crítica, coroado com duas indicações ao Grammy — e a vitória na categoria Melhor Performance de Hard Rock/Metal, por Love Bites (So Do I), em 2012. Liderado pela carismática e potente Lzzy Hale — defensora ativa dos direitos das mulheres e primeira embaixadora feminina da Gibson Guitar —, ao lado do baterista Arejay Hale, do guitarrista Joe Hottingere do baixista Josh Smith, o Halestorm é conhecido por suas performances incendiárias e energia inigualável nos palcos. Com uma trajetória marcada por turnês com ingressos esgotados e apresentações ao lado de lendas como Heaven & Hell, Alice Cooper e Joan Jett, a banda promete um show explosivo. Além do Halestorm, o Monsters of Rock já conta com Guns n’ Roses e Lynyrd Skynyrd no lineup. A venda de ingressos começa amanhã (14). Confira abaixo os preços. Preços Inteira Meia Pista Premium R$ 1.350,00 R$ 675,00 Pista R$ 750,00 R$ 375,00 Cadeira Inferior R$ 950,00 R$ 475,00 Cadeira Superior R$ 600,00 R$ 300,00 Backstage Mirante R$ 3.090,00 R$ 2.415,00 Fan Zone Pista Premium R$ 2.850,00 R$ 2.175,00 Fan Zone Cadeira Inferior R$ 2.450,00 R$ 1.975,00
Primal Scream entrega um dos melhores shows da temporada na Audio

Com mais de quatro décadas de carreira, o Primal Scream desembarcou para sua quinta visita ao Brasil (anteriormente, esteve aqui em 2004, 2009, 2011, 2018) nesta última terça-feira (11/11), embalado pelo lançamento do seu 12º álbum de estúdio, o elogiado Come Ahead. O show, realizado na Audio, apresentou uma banda afiada e com formação completa, que incluiu baixo, bateria, guitarra, saxofone, teclado e duas backing vocals. O clima de festa começou com Don’t Fight It, Feel It, do clássico Screamadelica, que abriu a noite colocando o público para dançar. A canção foi emendada com a soul Love Insurrection, do álbum mais recente, e a stoneana Jailbird, do Give Out but Don’t Give Up. Essa foi a tônica da apresentação, que mesclou clássicos da banda com músicas mais recentes — um indício de que o grupo segue olhando para frente de forma ativa e produtiva. Um dos pontos altos sobre o show do Primal Scream é, justamente, a capacidade que a banda tem de fundir faixas de diferentes fases e dar a elas uma roupagem orgânica e uniforme ao vivo. Tudo soa muito coerente, vibrante e extremamente dançante. Um dos momentos mais bonitos da noite foi com I’m Losing More Than I’ll Ever Have, balada do segundo disco da banda, que teve como destaque o canto quase gospel das backing vocals. Com quase duas horas de show, a banda não decepcionou em momento algum e entregou hits como Swastika Eyes, Loaded e Movin’ on Up, encerrando a primeira parte com Country Girl. No retorno para o bis, trouxeram Damaged e Come Together, ambas de Screamadelica, e finalizaram com a eletrizante Rocks. A banda se despediu, as luzes da casa se acenderam e, quando boa parte do público já se dirigia à saída, enquanto outros caçavam palhetas pelo chão, eles voltaram e mandaram, de surpresa, a proto punk No Fun dos Stooges. O cover foi acompanhado por uma invasão de palco, passando a sensação de que aquela noite tinha sido muito especial tanto para o público quanto para a banda. Uma noite memorável onde o Primal Scream nos relembrou como um show de rock deve ser: dançante e vibrante.
Monsters of Rock anuncia Lynyrd Skynyrd e abre venda de ingressos na sexta-feira

Depois de confirmar o Guns N’ Roses como headliner, o Monsters of Rock 2026 anunciou Lynyrd Skynyrd como mais uma das grandes atrações da nona edição do festival, que acontece no dia 4 de abril, no Allianz Parque, em São Paulo. Os ingressos para o Monsters of Rock estarão à venda a partir desta sexta-feira (14), às 10h, exclusivamente pelo site Eventim. Pela primeira vez, o ícone do rock americano Lynyrd Skynyrd vai se apresentar no Monsters of Rock. Formada por Johnny Van Zant (vocal e irmão da lenda Ronnie Van Zant), Rickey Medlocke (guitarrista), Mark “Sparky” Matejka (guitarrista), Michael Cartellone (baterista), Keith Christopher (baixista), Peter Keys (tecladista), Carol Chase (coro) e Stacy Michelle (coro), a banda traz ao festival toda a força e a energia que conquistam gerações. O grupo promete arrebatar o público com hits como Sweet Home Alabama, Free Bird e Simple Man. Também será a estreia do Guns N’ Roses no Monsters of Rock, fechando a noite com um show que promete entrar para a história dos mais de 30 anos do festival. Após quebrar o recorde de público do Allianz Parque – reunindo cerca de 50 mil pessoas em sua apresentação de 25 de outubro -, a banda retornará ao Brasil com um repertório repleto de clássicos — Sweet Child O’ Mine, Welcome to the Jungle, Paradise City e November Rain — prometendo mais uma performance explosiva de Axl Rose, Slash e Duff McKagan. Ingressos para o Monsters of Rock Preços Inteira Meia Pista Premium R$ 1.350,00 R$ 675,00 Pista R$ 750,00 R$ 375,00 Cadeira Inferior R$ 950,00 R$ 475,00 Cadeira Superior R$ 600,00 R$ 300,00 Backstage Mirante R$ 3.090,00 R$ 2.415,00 Fan Zone Pista Premium R$ 2.850,00 R$ 2.175,00 Fan Zone Cadeira Inferior R$ 2.450,00 R$ 1.975,00