Pulp anuncia turnê sul-americana e deixa Brasil de fora

O Pulp, liderado pelo carismático Jarvis Cocker, anunciou mais uma turnê na América Latina em junho de 2026. A má notícia? O Brasil, até o momento, foi ignorado. Sob o slogan “Tú mereces más Pulp!” (“Você merece mais Pulp”), a banda divulgou datas no México, Colômbia, Chile e Argentina. Para os fãs brasileiros, que não veem a banda ao vivo desde a passagem histórica em 2012 (no extinto Via Funchal, em São Paulo), resta a esperança de um anúncio tardio ou a necessidade de planejar uma viagem aos países vizinhos. Rota “ignorada” na turnê do Pulp A banda postou em suas redes sociais: “Vocês pediram, então aqui vamos nós…”. O itinerário confirmado para junho de 2026 é: Há esperança? Analisando a agenda, existe um espaço entre o show de Santiago (dia 8) e Buenos Aires (dia 12), mas a logística seria apertada. A maior esperança reside em uma data após o dia 12 de junho, estendendo a perna da turnê para São Paulo ou Rio de Janeiro antes do retorno à Europa. Vale lembrar que a última vez que o Pulp veio para a América do Sul, em 2023, o Brasil também foi deixado de fora da tour. Recentemente, Travis e The Cardigans anunciaram shows no continente, mas também não incluíram o Brasil na rota. Venda de ingressos Se você não quer contar com a sorte e pretende ver Jarvis cantar Common People e Disco 2000 em terras hermanas, fique atento:
Reverendo Frankenstein lança EP Renascido! no Psycho Carnival

O Carnaval de Curitiba ferveu ontem (15) com a 25ª edição do lendário Psycho Carnival, e quem aproveitou a festa para “renascer” foi o Reverendo Frankenstein. A banda paulista subiu ao palco no domingo para lançar seu EP Renascido! Este é o primeiro registro de músicas inéditas do grupo desde Tic-Tac (2019), sucedendo o álbum ao vivo Morto (2024). O trabalho marca a estreia em estúdio da nova cozinha da banda: o baixista Villa von Zorch e o baterista Renan Pigmew, que se juntaram aos veteranos Alex from Hell e M.Krempel em 2022. Crítica social e surf music em Renascido! O EP foi gravado e produzido pelo próprio Matheus Krempel, com mixagem e masterização de Raul Zanardo. A arte de capa é de Claudio Villa. Musicalmente, Renascido! mostra a versatilidade do psychobilly da banda. Se você perdeu o show de ontem em Curitiba, não se preocupe: o EP já está disponível em todas as plataformas digitais.
Dusn une trap e romantismo em novo single Sintomas de Saudade

O trapper Dusn, do Litoral Norte de São Paulo, iniciou 2026 “apaixonado”. O artista de São Sebastião lançou o single Sintomas de Saudade, canção que foi inspirada no próprio relacionamento amoroso do músico e direcionada para as pessoas que também estão amando. A faixa está disponível nas plataformas digitais de música e chega acompanhada também de um visualizer. O beat do som foi garimpado na internet e teve os direitos comprados por Dusn. Já a mixagem e masterização, além da captação e edição do visualizer, foram serviços assinados pelos produtores Korp Lucas e Caiçara SP, mesma equipe que criou as bases de 00, faixa que antecedeu Sintomas de Saudade. “Sintomas de Saudade nasceu de um momento real da minha vida, de sentimentos que eu estava vivendo de verdade. É uma música feita pra quem ama, pra quem sente falta, pra quem já viveu ou está vivendo essa intensidade. Desde o beat até o visualizer, tudo foi pensado com muito carinho, e contar novamente com o Korp Lucas e o Caiçara SP deixou o som ainda mais com a nossa identidade”, declarou Dusn. ‘Cria’ da Topolândia Nascido em Caraguatatuba, porém, morador do bairro Topolândia, região central de São Sebastião, desde a infância, Christopher Nilson de Oliveira Ferreira, o Dusn, de 20 anos, iniciou sua trajetória na música em 2020. O jovem artista se interessou em aprender produção musical por conta própria e desenvolveu suas técnicas vendo tutoriais na internet e elaborando letras no improviso. Após um tempo, o trapper até chegou a se aventurar em batalhas de rima, mas compor e produzir sempre foi a sua verdadeira paixão. Atualmente Dusn já tem cerca de 45 faixas lançadas no YouTube e trabalha em seu primeiro álbum que será lançado futuramente. Apesar de músico, Dusn leva uma vida normal no Litoral Norte quando não está no palco. Buscando o sonho de viver da arte, Dusn trabalha como garçom em um restaurante durante o dia; já a noite, ele é operador de caixa em uma loja de açaí. Com toda essa correria, o artista ainda costuma treinar e competir na modalidade de Crossfit. “Me encontrei na música e não me vejo fazendo outra coisa a não ser cantar. Sou CLT em dois empregos e estou correndo atrás para alcançar as metas na minha carreira. Tenho certeza que o caminho da maioria que vive da música foi árduo para chegar no patamar que estão hoje. Então, sigo fazendo o que amo e sei que um dia meu som vai tocar em todos os lugares”, afirma Dusn. Confira Sintomas de Saudade
Axty abre show histórico do Alesana em São Paulo

Faltando menos de duas semanas para uma noite de pura nostalgia e peso no Carioca Club, o line-up ficou ainda mais poderoso. A banda brasileira Axty, que vive o momento mais importante de sua carreira, foi confirmada como a atração de abertura para o show dos norte-americanos do Alesana, no dia 28 de fevereiro (sábado). O evento marca a celebração de 15 anos do clássico álbum The Emptiness, uma obra seminal do post-hardcore/screamo. Axty é potência internacional A escolha da Axty para aquecer o público não poderia ser mais acertada. O grupo paulista, formado em 2021, acaba de retornar de sua primeira turnê pelos Estados Unidos ao lado do gigante Born of Osiris. E não para por aí: a banda assinou recentemente com a poderosa gravadora austríaca Napalm Records e já tem datas marcadas para dividir o palco com Lacuna Coil e Escape the Fate. Com uma sonoridade que funde metalcore, deathcore e melodias modernas, a Axty vai apresentar o repertório que conquistou milhões de streams e pavimentou o caminho para seu quarto álbum de estúdio, previsto para sair ainda este ano. Alesana e o conceito de “The Emptiness” Após a abertura de peso, o Alesana sobe ao palco para tocar na íntegra o álbum The Emptiness. Lançado originalmente em 2010, o disco é uma ópera-rock baseada no poema “Annabel Lee”, de Edgar Allan Poe. Espere ouvir clássicos como “The Thespian” e a épica “Annabel”, com aquela mistura característica de vocais rasgados, refrões melódicos e narrativas dramáticas que definiram uma geração. 🎫 Serviço: Alesana + Axty em São Paulo Os ingressos já estão no 3º lote. Se você quer presenciar o encontro de uma lenda do screamo com a nova força do metal brasileiro, a hora é agora. Ingressos:
Mudança no lineup: Eskröta entra no Overload Beer Fest deste sábado; Obituary lidera a festa

A semana do Overload Beer Fest começa com uma novidade importante na escalação. O festival, que retorna a São Paulo neste sábado, 21 de fevereiro, anunciou uma alteração de última hora: a banda santista Surra não fará mais parte do evento. Para manter a energia lá no alto e a representatividade do crossover/thrash nacional, a organização agiu rápido e convocou o trio Eskröta para assumir a vaga. As minas, que vêm em uma ascensão meteórica na cena, se juntam ao peso do Vulcano (com participação especial do vocalista Angel), D.E.R. (lançando álbum novo) e Cemitério. Obituary Apesar da mudança, a espinha dorsal do evento segue inabalável com uma das atrações internacionais mais aguardadas do ano. O Obituary, verdadeira instituição do death metal mundial, é o headliner da noite com um set especial celebrando os 35 anos do clássico Cause of Death. Formado pelos irmãos John e Donald Tardy, o grupo ajudou a moldar o som da Flórida no fim dos anos 80, apostando menos na velocidade desenfreada e mais na densidade: riffs graves, cadenciados e o vocal cavernoso inconfundível de John. Cause of Death (1990) é um marco do gênero. Com a participação histórica do guitarrista James Murphy (Death, Testament), o disco trouxe solos elaborados para a base brutal da banda, criando hinos como Chopped in Half, Infected e Turned Inside Out. Cerveja e cultura metal Além da maratona de shows, o Overload Beer Fest mantém sua tradição de unir música extrema a boas bebidas. O evento contará com diversos rótulos de cervejas artesanais, opções de alimentação (incluindo vegana) e um Metal Market completo com discos, camisetas e livros. A realização é da Overload, que já aquece os motores para uma sequência de shows em março, incluindo Fall of Troy, Vola e Moonspell. 🎫 Serviço: Overload Beer Fest 2026 Ingressos Vendas: Clube do Ingresso
De “Parabólica” a “Janeiro 26”: Humberto Gessinger canta o amor de avô em novo single

Há 34 anos, Humberto Gessinger ensinava o Brasil a amar à distância com Parabólica, canção escrita para sua filha, Clara, nascida em 1992. Agora, o ciclo da vida se renova e a poesia ganha uma nova geração. No dia em que Clara completa mais um ano de vida, Gessinger lança o single Janeiro 26, uma homenagem ao seu primeiro neto, Folke, nascido no dia que dá título à música. “Tu vens, eu vô” em Janeiro 26 Se em Parabólica o mundo girava para colocar a filha no centro, em Janeiro 26 o compositor brinca com a passagem do tempo e o novo papel familiar. O refrão traz um jogo de palavras genial e afetuoso: “Tu vens, eu vô / amor maior não há”, uma alusão ao verbo “ir” e ao substantivo “avô”. A letra traça um paralelo entre tempos e espaços: Brasil e Suécia (país de origem das raízes paternas de Folke), conectando as músicas Parabólica, Fevereiro 13 (lançada em 2024 para Clara) e agora Janeiro 26. “A ideia da composição veio logo que soube que seria avô… O amor mais puro é o que nos move”, reflete o artista. Multi-instrumentista Fiel ao seu estilo de “one-man band” dos últimos tempos, a faixa foi gravada no Estúdio Soma, em Porto Alegre, com Gessinger tocando praticamente tudo: baixo de oito cordas, violão, guitarra e teclado. A bateria ficou a cargo de Luke Faro. A produção é do próprio Humberto com coprodução de Protásio Jr. O lançamento sai pela gravadora Deck e já está disponível em todas as plataformas. O clipe, que traduz visualmente essa emoção, também já pode ser assistido. Ouça agora e se emocione com o “Vô Bertinho”
Flea reinventa clássico de Frank Ocean no trompete

Flea nos presenteou com uma declaração de amor à música. O lendário baixista do Red Hot Chili Peppers lançou sua versão de Thinkin Bout You, clássico moderno de Frank Ocean. Mas esqueça o slap bass frenético. A faixa é uma reinterpretação instrumental e orquestral, onde Flea assume o trompete e o baixo elétrico, criando uma atmosfera de jazz contemporâneo absolutamente elegante. Homenagem de Flea a “Channel Orange” A faixa faz parte de Honora, o álbum solo de estreia de Flea que chega em 27 de março de 2026 pela Nonesuch Records. Segundo o músico, o álbum Channel Orange (2012) de Frank Ocean foi um divisor de águas em sua vida. “Eu ouvi dez milhões de vezes… Eu só queria captar a beleza honesta da melodia, porque é uma grande canção”, diz Flea. Para essa missão, ele convocou Nate Walcott (do Bright Eyes) para os arranjos de cordas e a baixista Anna Butterss no contrabaixo acústico. O resultado é sensível, melancólico e genial. Assista ao visualizer Sonho de 1991 Honora não é um capricho de rockstar. É a realização de um desejo antigo. Em 1991, durante as filmagens de My Own Private Idaho, Flea confidenciou a um amigo que queria fazer um disco instrumental com “grooves profundos e hipnóticos”. Quase 35 anos depois, e após dedicar dois anos inteiros praticando trompete diariamente, ele finalmente se sentiu pronto. O disco conta com um time de elite do jazz (Josh Johnson, Jeff Parker) e participações de Thom Yorke e Nick Cave. Turnê esgotada Em maio, Flea e sua banda embarcam em uma turnê por casas intimistas na América do Norte e Europa. Como era de se esperar, os ingressos já estão esgotados.
A passagem tempestuosa (e seminal) do Rollins Band por Santos em 1994

Muito antes da internet facilitar o intercâmbio musical e das turnês internacionais se tornarem rotina no Brasil, a praia do Boqueirão, em Santos, foi palco de um encontro improvável e histórico. Em 5 de fevereiro de 1994, o festival M2000 Summer Concerts reuniu na areia de Santos o hard rock do Mr. Big, o indie rock do The Lemonheads, o fenômeno nacional Raimundos, o pop inocente de Deborah Blando, o peso do Dr Sin e a fúria visceral da Rollins Band. Tudo isso com o testemunho de 180 mil fãs. Para a história da “Califórnia Brasileira”, foi um marco que ajudou a pavimentar a cena local. Mas para Henry Rollins, ex-frontman do Black Flag e ícone do hardcore, a noite foi um misto de dor física, alucinação e um choque de realidade brutal. Anos depois, em um show de stand-up comedy em 2013, Rollins revelou os detalhes sórdidos daquela noite. O que parecia apenas um show com “público frio” revelou-se uma comédia de erros que envolveu ódio gratuito a Evan Dando, um crânio exposto e uma teoria darwiniana que falhou miseravelmente. Rollins Band e a “missão de matar Evan Dando” em Santos A Rollins Band chegava ao Brasil em seu auge técnico. Após a entrada no Lollapalooza de 1991 e o sucesso do álbum The End of Silence (1992), a banda estava prestes a estourar na MTV com o disco Weight. Mas a cabeça de Henry Rollins não estava na música, e sim no ódio ao vocalista do The Lemonheads. Rollins confessou que chegou a Santos com uma missão: “Destruí-lo. Nem vou falar com o Evan quando o vir. Nunca o conheci, mas ele toca aquele tipo de música de garota (…) e as mulheres simplesmente correm atrás dele”. A inveja da atenção feminina que Dando recebia consumia o vocalista da Rollins Band. “Eu olho para esse cara e penso: ‘Você morre hoje à noite. O punho esmagador e inacreditável da Rollins Band vai te transformar em picadinho, seu filho da puta’”, relembrou no stand-up. A ironia? Ao encontrar o “inimigo” nos bastidores da praia santista, a raiva desmoronou. “O Evan é uma das pessoas mais legais que eu já conheci. Um amor de pessoa. Então eu penso: desculpa por ter sido um idiota.” Nocaute: “Eu sinto meu crânio” Sem o inimigo externo, Rollins voltou sua fúria para si mesmo. A banda entrou no palco com a missão de mostrar “suor, músculos e poder do rock”. Mas durou pouco. Logo na primeira música, Low Self Opinion, a intensidade cobrou seu preço. “A banda entra com tudo. Eu ainda não disse uma palavra. Minha cabeça abaixa. Meu joelho subiu. Pá! Me nocauteou na frente de todos eles. Apaguei”, conta Rollins. O relato do vocalista sobre os segundos seguintes é aterrorizante e cômico na mesma medida. Ele apagou em pé por cerca de 20 segundos. Ao acordar, desorientado, ouviu a própria banda tocando como se fosse um som distante e colocou a mão na testa. “Estendo a mão até minha cabeça. Tem um buraco que vai de cima da minha sobrancelha até o fundo da minha sobrancelha (…) Eu enfio a mão e sinto meu crânio. O que eu acho bem legal.” O vocalista do The Lemonheads, Evan Dando, assistiu a tudo da lateral do palco horrorizado. “Sim, me lembro quando Henry (Rollins) bateu no rosto com o próprio joelho e ele estava todo ensanguentado. Íamos jogar uma toalha para ele, mas ele disse ‘não, não, não’. Porque ele era aquela coisa de Alice Cooper. Não sei, ele disse: ‘não, não, não, não quero a toalha, obrigado’. Mas é disso que me lembro principalmente.” Teoria Darwiniana do Rollins Band falha em Santos Com o rosto coberto de sangue e o chão do palco virando um matadouro, Rollins decidiu continuar o show. Não por profissionalismo, mas por uma lógica distorcida de atração sexual. “Na minha mente darwiniana infantil e distorcida, eu acho que as lindas mulheres brasileiras vão ver um cara banhado em luz branca (…) Elas veem sangue. E percebem que esse é o cara (…) Preciso pegar o sêmen de alguém. E imagino ondas de lindas brasileiras, se atropelando umas às outras para chegar até mim”, devaneou o cantor. A realidade da plateia santista, porém, foi o oposto. O público, que já estava frustrado pela ausência de covers do Black Flag e desconhecia as músicas novas e pesadas como Liar e Disconnect, reagiu com repulsa. “A multidão estava se afastando de mim. Não encontrei uma única brasileira em três dias”, lamentou Rollins. “Tudo o que eu fiz foi: ‘Oi, meu nome é Evan, você vai lá para baixo no corredor e entra na fila’. Então não precisei de nenhuma.” Sangue vs. pijamas O show terminou com a Rollins Band tocando músicas inéditas para um público atônito e um vocalista mutilado. A imagem final que Rollins guarda daquela noite no Boqueirão resume perfeitamente o choque de culturas do festival M2000. De um lado, ele: “Me sinto um deus do rock furioso. O sangue escorre pelo meu rosto. Eu só penso: ‘É isso aí’”. Do outro, o “rival” Evan Dando: “A melhor coisa foi ver o Evan sair depois. De pijama. Ele toca de pijama. ‘Oi, eu sou um cara legal’. E eu estou imerso no meu próprio sangue.” Frustração dos fãs com a Rollins Band em Santos Enquanto Rollins sangrava, parte do público sangrava por dentro, mas de decepção. Havia uma expectativa latente de que a banda tocasse clássicos do Black Flag. Marco Casado Lima, fã presente no show, resume o sentimento da “velha guarda” punk que foi à praia naquela noite. “No meu caso era o Rollins Band. As pessoas da cena hardcore até conheciam, mas meu conhecimento se restringia ao álbum End of Silence. Estava lá com a ilusão de ouvir eles tocando músicas do Black Flag.” O setlist, contudo, olhava para o futuro. O repertório ignorou solenemente a antiga banda de Rollins e focou no peso do vindouro álbum Weight. Faixas inéditas para o público, como Civilized, Disconnect
AC/DC terá bar oficial e loja exclusiva em São Paulo durante passagem da turnê

A turnê AC/DC PWR UP ganha um ponto de encontro especial em São Paulo. Pela primeira vez no Brasil, a banda australiana realiza a AC/DC PWR UP House Pop Up Store Oficial na Tokio Marine Hall, com entrada gratuita e proposta de imersão total no universo do grupo. O espaço funcionará como extensão da experiência dos shows do AC/DC, reunindo bar temático, loja oficial com produtos exclusivos e áreas instagramáveis pensadas para o público registrar o momento. A iniciativa promete transformar a casa em ponto de encontro dos fãs durante os dias de programação. Além da comercialização de itens oficiais, a Pop Up Store aposta na ambientação como diferencial, criando um ambiente voltado para a celebração da trajetória da banda e do álbum PWR UP. A expectativa é de grande circulação de público, especialmente nos dias que antecedem e sucedem as apresentações. A programação acontece nos dias 21, 22, 23, 25, 26 e 27 de fevereiro, além de 01 e 02 de março, das 12h às 20h. No dia 03 de março, o horário será das 10h às 16h. Já em 24 e 28 de fevereiro e 04 de março, o funcionamento será das 10h às 20h. ServiçoAC/DC PWR UP House Pop Up Store OficialLocal: Tokio Marine HallDatas: 21 de fevereiro a 04 de marçoEntrada gratuita