Rancore lança o visceral single “A Nascente” e prepara 1º álbum em 15 anos

Quinze anos é muito tempo. Mas, para quem acompanha de perto a cena do rock alternativo e do underground nacional, a paciência está prestes a ser recompensada. O Rancore acaba de lançar o single A Nascente. A faixa é a segunda amostra do aguardado quarto álbum de estúdio do quinteto paulistano, batizado de BRIO. O disco tem lançamento confirmado para ainda neste primeiro semestre de 2026, através do selo Balaclava Records. Emoção em meio ao caos em A Nascente Flertando abertamente com o pós-hardcore e o indie rock, A Nascente traz um lado profundamente emocional da banda. A música se constrói sobre contrastes e temas viscerais — o fim e o começo, a guerra e a paz. Essa dualidade tem uma raiz muito pessoal para o vocalista e compositor Teco Martins. A inspiração para a letra surgiu em um momento íntimo e transformador durante a espera pelo nascimento de sua filha. “Acompanhei minha esposa com nosso filho mais velho em um exame rotineiro de ultrassom. Quando meu primogênito ouviu as batidas do coração da irmã dele ainda dentro do ventre, de maneira espontânea, começou a dançar, como se aquilo fosse um bumbo de bateria ditando o ritmo”, relembra Teco. “A partir disso, comecei a dissertar sobre a condição e a responsabilidade de gerar uma vida em meio ao mundo tão caótico que vivemos.” Retorno do quinteto clássico Produzida por Guilherme Chiappetta e Daniel Pampuri, a faixa carrega a essência inconfundível que a banda desenvolveu ao longo de sua trajetória, mas adiciona um frescor vital para este novo momento. BRIO quebra um hiato criativo de 15 anos sem um disco de inéditas, sucedendo o aclamado e clássico álbum Seiva (2011). Para executar essa nova fase, o Rancore segue com sua formação sólida:
Entrevista | Nile – “Estamos tocando um monte de coisas que não tocamos em anos”

Menos de um ano após incendiar o público no Bangers Open Air, realizado em maio de 2025, em São Paulo, o Nile confirma seu retorno ao Brasil em março de 2026 para três apresentações: dia 20/03 em Brasília, 21/03 em Fortaleza, e 22/03 em São Paulo. A nova passagem marca mais um capítulo da turnê de divulgação de The Underworld Awaits Us All (2024), décimo álbum de estúdio do grupo. Formado em 1993, nos Estados Unidos, o Nile construiu uma identidade singular ao unir death metal técnico, velocidade extrema e rigor histórico, com letras inspiradas no Antigo Egito e em culturas do Oriente Médio e da África. Ao longo de mais de três décadas, lançou álbuns fundamentais como Black Seeds of Vengeance e Annihilation of the Wicked, consolidando seu nome como uma das forças mais respeitadas do metal extremo mundial. Em entrevista ao Blog N’ Roll, Karl Sanders fala sobre a cena death metal dos anos 90, a recepção da nova formação no Brasil e os paralelos entre história antiga e política contemporânea. Como era a cena de death metal nos Estados Unidos quando o Nile surgiu, em 1993? Acho que estava entre o que eu chamo de a primeira onda e a segunda onda. Death Metal tinha chegado e o Black Metal estava fazendo um barulho. Ai tem New Wave, depois Nu Metal, Metalcore, e toda aquela merda que era popular. Então foi um pouco difícil conquistar espaço, mas nós não nos importávamos, nós amávamos o Death Metal, nós íamos tocar Death Metal, não importava se era modesto ou não, nós íamos fazer. Quais bandas foram influências fundamentais naquele início? As bandas de metal antigas, como Gorfest, Entombed, Left Hand Path, Clandestine, Early Morbid Angel, as músicas antigas do Black Sabbath, mais um monte de coisas antigas e clássicas no começo. Mas também teve uma influência de trilha sonora. Eu estava particularmente fã da trilha sonora de Exorcista 2, tem um monte de coisa boa lá dentro. Depois de apresentar o novo álbum no Brasil, inclusive no Bangers Open Air, qual peso este disco terá na atual turnê? Definitivamente vamos tocar uma mistura de tudo. Nós estamos tocando algumas coisas do novo álbum, mas também um monte de clássicas antigas. Eu acho que essa será a primeira tour em muitos anos que nós tocamos Cast Down the Heretic, de Annihilation of the Wicked, e tocamos isso há uns 10 anos. Também estamos tocando um monte de outras coisas que não tocamos em anos. Tem Ithypallic, Hittite Dung Incantation, um monte de coisas clássicas. Você sentiu uma boa recepção das novas músicas no Brasil? Sim, eu acho que toda vez que chegamos ao Brasil, na história da banda, os fãs de metal do Brasil foram incríveis. É um dos meus lugares favoritos para estar. E como foi a recepção da nova fase com Adam no Brasil? Bem, eu acho que foi muito boa. A audiência foi ótima. Eles nos trataram maravilhosamente. Não podemos ser gratos o suficiente. Estamos muito orgulhosos dessa nova fase. Temos alguns caras realmente talentosos. Eles estão trabalhando muito duro. Eles só querem tocar metal. E eu acho que o público percebe isso. As pessoas sentem quando o coração está no lugar certo, quando você está ali pelas razões certas. O Brasil tem uma das cenas mais intensas do mundo. Em que se diferencia o público brasileiro? Eu acho que a herança do metal é um fator importante. O Brasil tem grandes bandas. Somos bons amigos do Krisiun. Fizemos turnês com eles muitas vezes ao longo dos anos, especialmente nos anos 2000. E eu sinto que o metal está no sangue de vocês. Está na alma. Está no coração. Os fãs brasileiros têm esse coração e essa alma do metal. Isso está no sangue. E como você vê a evolução da base de fãs do Nile no Brasil ao longo dos anos? Nós só viemos ao Brasil uma vez por ano, às vezes nem isso. Então eu não acompanho de perto o que acontece o tempo todo. Mas toda vez que venho, vejo uma ótima audiência. Para mim, sempre foi assim. Por isso é difícil avaliar a evolução. Do meu ponto de vista, sempre foi um público forte. Falando sobre as composições, de onde surgiu a abordagem lírica baseada no Egito Antigo e culturas do Oriente Médio e da África? Foi algo que sempre nos interessou. Algo de que gostamos. O autor Samuel Clemens, mais conhecido como Mark Twain, disse uma vez: escreva sobre o que você conhece. Escreva sobre o que você gosta. Acho que esse é um bom conselho. Você deve criar sobre aquilo que realmente te interessa. Se você gosta de carros esportivos, então escreva sobre carros esportivos. Em algumas letras é possível notar paralelos entre eventos históricos e o sistema político atual dos Estados Unidos. Como você constrói essas metáforas? Eu acho que as pessoas continuam sendo as mesmas. A tecnologia avança. A civilização avança. Mas os seres humanos continuam basicamente os mesmos de milhares de anos atrás. É aí que vejo os paralelos. Quando vejo governos fazendo coisas terríveis, isso não é nada novo. Isso sempre aconteceu. É uma parte triste da condição humana, a forma como as pessoas se tratam. Depois de mais de três décadas de carreira, qual foi o momento decisivo da banda? Eu diria que foi quando fizemos nosso primeiro grande álbum. Houve um momento na primeira grande turnê que fizemos pelos Estados Unidos. Estávamos abrindo para o Morbid Angel. Viajávamos em uma van pequena, puxando um trailer pequeno, mas tínhamos atravessado o país inteiro. Eu já tinha ido para o outro lado dos Estados Unidos antes, mas nunca como banda. Quando estávamos olhando para o oceano, perto de Seattle, percebi que nossa música tinha nos levado até o outro lado do continente. Aquilo foi profundo. Pensei: o que mais podemos fazer? Há mais continentes para conquistar. Foi um momento muito marcante. Sim, é possível. Pode ser feito. Você tem alguma história curiosa ou engraçada no Brasil?
AC/DC no Morumbis é o privilégio de testemunhar a história viva do rock and roll

A espera finalmente acabou. Na noite desta terça-feira (24), o Morumbis voltou a ser o epicentro do hard rock mundial com o primeiro dos três shows do AC/DC no Brasil (a banda repete a dose nos dias 28 de fevereiro e 4 de março, todos esgotados nas primeiras horas de venda). Setenta mil pessoas vibraram com a banda durante 2h15 de apresentação. Essa é a quarta passagem do AC/DC pelo país, após as catarses de 1985 (Rock in Rio), 1996 (Pedreira Paulo Leminski, em Curitiba, e Pacaembu, em São Paulo) e 2009 (Morumbis, em São Paulo). Mas o mundo, e a própria banda, mudaram drasticamente desde aquele último encontro há quase duas décadas. Para uma análise honesta sobre o show do AC/DC no Morumbis, é preciso endereçar o inevitável: o tempo passa para todos, até para os deuses do rock. Brian Johnson (78 anos): forçado a abandonar a turnê de 2016 devido a uma severa perda auditiva, o vocalista está de volta com um sorriso indomável. Embora sua voz não alcance mais as notas estridentes dos anos 80 em faixas como High Voltage, sua entrega e carisma compensam qualquer limitação vocal. É uma entrega absurda no palco. Ver essa foto no Instagram Um post compartilhado por Blog n' Roll (@blognroll) Angus Young (70 anos): ainda vestindo seu icônico uniforme escolar, Angus apresenta sinais de lentidão em aberturas mais frenéticas, como Thunderstruck. No entanto, ele continua sendo o coração pulsante da banda. Seus solos viscerais, o clássico duckwalk e a energia quase infantil com que percorre o palco provam que sua técnica e resistência continuam formidáveis. O seu solo com mais de dez minutos de duração para encerrar a primeira parte do show, na sequência de Let There Be Rock, é o grande momento desse gênio da guitarra. Apoiando os dois veteranos, a “cozinha” rítmica formada por Stevie Young (guitarrista, sobrinho do saudoso Malcolm Young, falecido em 2017), Chris Chaney (baixo, ex-integrante do Jane’s Addiction) e Matt Laug (baterista, que gravou Jagged Little Pill, de Alanis Morissette e excursionou com o Slash’s Snakepit) entregou uma fundação impecável e pesada, operando com o máximo de eficiência e sem vaidades. Recado aos críticos que “não foram” ver o AC/DC no Morumbis É exatamente por toda essa bagagem que a apresentação desta terça-feira serviu como um choque de realidade para os críticos de sofá. Nas últimas semanas, tornaram-se comuns os comentários desdenhando da voz de Brian Johnson ou apontando a “falta de agilidade” de Angus Young. Vamos direto ao ponto: é uma falta de noção absurda. Não era o momento para encher o saco com exigências de quem espera a performance de atletas olímpicos de 20 anos. Quem foi ao Morumbis com a intenção de avaliar se o alcance vocal de Brian é o mesmo de 1980, deveria ter ficado em casa ouvindo o disco. No Morumbis, o público abraçou a banda do início ao fim. Cantou junto, fez mosh pit, puxou o tradicional olé, olé, olé, AC/DC, além de iluminar o estádio com as luzinhas vermelhas dos chifrinhos, principal item vendido nas redondezas do estádio. Ver o AC/DC ao vivo em 2026 foi, acima de tudo, um privilégio. Foi a chance de se emocionar vendo dois dos maiores ícones da história da música desfilando o repertório que pavimentou o rock and roll moderno. A entrega, o carisma e os riffs imortais estavam lá. E isso valeu mais do que qualquer nota perfeitamente alcançada. Setlist repleto de clássicos O show em São Paulo marcou o pontapé inicial da banda em 2026. A rota latino-americana seguirá feroz, passando por Chile (dois shows), Argentina (três) e México (três). O roteiro entregou uma aula de história em mais de 20 músicas, divididas entre Back in Black, Highway to Hell, Dirty Deeds Done Dirt Cheap, Let There Be Rock, Power Up, Powerage, T.N.T., entre outros álbuns. A banda não poupou energia, abrindo o show com o peso de If You Want Blood (You’ve Got It) e emendando imediatamente com Back in Black. O grande trunfo da noite, no entanto, foi o resgate histórico de Jailbreak, faixa que não era tocada ao vivo desde 1991, mas virou parte obrigatória na atual turnê. Outros momentos marcantes Let There Be Rock: com Angus Young sendo elevado em uma plataforma, disparando um solo longo e indulgente, seguido por uma chuva de confetes personalizados do AC/DC. Sin City: Angus fez seu tradicional, porém encurtado, striptease. De forma sensata, o guitarrista poupou o público de ficar apenas de roupas íntimas, usando sua gravata para tocar um solo improvisado. O bis: o encerramento explosivo com T.N.T. e a apoteose com os canhões de fogo em For Those About to Rock (We Salute You), sucedido por uma linda queima de fogos. O AC/DC poderia ter se aposentado anos atrás com seu legado intacto, logo após a morte de Malcolm Young. Porém, ao subir ao palco em 2026, no primeiro show da temporada, eles provaram que a fome de tocar continua viva. Pode não ser a mesma banda de 30 anos atrás, mas a energia bruta, a dedicação e o respeito profundo pelos fãs fazem desta turnê um triunfo inegável. Eles tocaram, e nós os saudamos.
The Pretty Reckless aquece público do AC/DC com hard rock visceral no Morumbis

Para aquecer o Morumbis, a missão ficou a cargo do The Pretty Reckless, que acompanha o AC/DC em toda a turnê latino-americana. Liderada pela carismática Taylor Momsen, a banda trouxe um hard rock visceral e bluseiro que se provou a ponte perfeita para preparar a multidão antes do furacão australiano tomar conta da noite. Em um setlist direto e sem respiros, o grupo nova-iorquino desfilou dez pedradas. A abertura com a faixa-título Death by Rock and Roll já ditou o peso, seguida por Since You’re Gone e Follow Me Down. A banda mesclou muito bem a fase recente com sucessos que furaram a bolha na última década, executando a pesada Only Love Can Save Me Now e a sombria Witches Burn. Entre elas ainda teve espaço para uma estreia, For I Am Death, single lançado no ano passado e que nunca havia sido tocado ao vivo. A reta final da apresentaçãodo The Pretty Reckless foi desenhada para ganhar de vez os fãs da velha guarda que aguardavam ansiosamente pelos donos da casa. Eles enfileiraram os maiores hits da carreira: a clássica Make Me Wanna Die, na qual foi possível ouvir muita gente cantando, a explosiva Going to Hell, o hino de arena Heaven Knows (que sempre rende boa interação) e encerraram os trabalhos com a cadenciada Take Me Down. A banda cumpriu seu papel com maestria, deixando o palco e a plateia do Morumbis devidamente aquecidos.
Kneecap escancara as portas do novo álbum com o single “Smugglers & Scholars”

Se você acha que a Irlanda se resume a trevos da sorte e poesia bucólica, o Kneecap está aqui para chutar a porta com os dois pés. O aclamado trio de Belfast, que carrega uma atitude punk visceral dentro do rap, lançou a sua mais nova pedrada: o single Smugglers & Scholars. A faixa serve como o mais novo aperitivo do aguardadíssimo segundo disco do grupo, Fenian, com lançamento marcado para o dia 24 de abril pela Heavenly Recordings. Balaclava sonora em Smugglers & Scholars A nova música abre com um riff grave de três notas, soando como um resgate direto dos discos clássicos de hip-hop de Detroit, a mesma escola que formou a base musical do trio. O grupo constrói uma eletricidade única sobre uma batida intensa e metálica, criando o que a assessoria britânica definiu perfeitamente como uma “balaclava sonora”. A letra joga o ouvinte para o submundo de um confronto turbulento nas vielas irlandesas, desmistificando a visão romantizada do país: “Ya think it’s all poetry and clovers, when it’s raincoats and police Land Rovers. Salt of the earth, looking over their shoulder. Someone shot in turn, chopper hovering over” (Você acha que é tudo poesia e trevos, quando são capas de chuva e Land Rovers da polícia. O sal da terra, olhando por cima do ombro. Alguém levou um tiro, helicóptero sobrevoando). “É uma música que relembra tempos revolucionários na Irlanda, movida por uma esperança, quando a classe trabalhadora, acadêmicos e pessoas de bem se uniram e agiram em busca de um futuro melhor”, declarou a banda sobre o single. O que esperar de “Fenian” Segundo a própria banda, o novo álbum trará mais escuridão, mais confronto, mais energia e hinos absolutos. Com Fenian, o Kneecap afia seu som e expande sua visão, equilibrando a inteligência afiada com provocações diretas. É um disco pronto para a luta, confirmando os caras não apenas como provocadores políticos, mas como artistas atuando no auge de seus poderes. Para a semana de lançamento do álbum em abril, a banda já confirmou uma série de shows out-store e apresentações como headliners no verão europeu.
Pulp lança a pesada “Begging For Change” para o álbum HELP(2)

O britpop e o indie rock se uniram por uma causa urgente. Trinta anos após o antológico lançamento do álbum HELP (1995), a história se repete com a chegada de HELP(2), um novo disco colaborativo destinado a arrecadar fundos para a ONG War Child. Para elevar ainda mais as expectativas, o Pulp liberou sua contribuição para o projeto: a inédita e intensa Begging For Change. Gravada no mítico Abbey Road Studios sob a produção de James Ford e Animesh Raval, a faixa captura a banda de Jarvis Cocker em seu momento mais urgente e sem concessões. Coral de estrelas e crianças com o Pulp em Begging for Change A música não é apenas direta ao ponto, mas também carrega um peso emocional gigantesco. Jarvis Cocker recrutou um coral infantil para entoar gritos nesse verdadeiro “hino primal”. Como se não bastasse, os backing vocals no início da faixa formam um verdadeiro Dream Team do rock britânico e irlandês atual, contando com: Retorno poético de Jarvis Cocker A participação do Pulp soa como um belo ciclo se fechando. Em 1996, a banda venceu o aclamado Mercury Prize pelo clássico Different Class (que concorria justamente contra a compilação HELP original). Na época, Cocker doou o prêmio de £25.000 para a War Child. “Trinta anos atrás doamos nosso Mercury Prize (e o dinheiro do prêmio) à War Child. Este ano doamos mais. Quanto mais? Vocês terão que esperar para ver…”, provocou o vocalista. Encontro de Gerações em HELP(2) O álbum completo chega às plataformas no dia 6 de março, via War Child Records, e conta com encontros musicais que parecem um delírio indie. Além de faixas já lançadas como Opening Night (Arctic Monkeys) e Let’s Do It Again! (The Last Dinner Party), o disco promoveu sessões espontâneas inacreditáveis. A faixa Flags reuniu Damon Albarn, Johnny Marr na guitarra e Grian Chatten nos vocais. Já o improvável encontro entre Olivia Rodrigo e Graham Coxon (Blur) resultou em uma nova versão de The Book of Love. Outros nomes de peso no projeto incluem: Depeche Mode, Foals, Big Thief, King Krule, Beck, Beth Gibbons e Black Country, New Road.
Johnny Monster lança o EP “Red Star Sessions” ao lado de Clemente

O músico Johnny Monster lançou o EP Red Star Sessions. Inspirado na estética e na energia crua das icônicas Peel Sessions (do lendário radialista inglês John Peel na BBC), o trabalho foi gravado quase inteiramente ao vivo no Red Star Studios, com pouquíssimos overdubs, capturando a verdadeira essência da banda tocando junta na mesma sala. Encontro de pesos pesados em Red Star Sessions Para essa empreitada pós-punk, Johnny convocou ninguém menos que seu amigo e ídolo Clemente Nascimento (Inocentes, Plebe Rude). A cozinha sólida e experiente ficou a cargo de Edgar Avian (bateria) e Will Vazquez (baixo), músicos renomados com bagagem em turnês internacionais de artistas do punk rock mundial. As guitarras de Johnny e Clemente se entrelaçam de forma brilhante nas três faixas inéditas do EP. O resultado reafirma a química potente que os dois já haviam demonstrado na Fantástica Banda Sem Nome, entregando músicas intensas e diretas que deixam aquele gosto de quero mais. 🎸 A Fantástica Festa Pro Clemente O lançamento do EP serve como o aquecimento perfeito para um evento imperdível. Nesta quinta-feira (26 de fevereiro), a partir das 20h, o mesmo Red Star Studios (em São Paulo) sedia A Fantástica Festa Pro Clemente. A noite será uma grande celebração de amizade e música, com diversas atrações reunidas por uma causa nobre: toda a renda da bilheteria será destinada integralmente ao Clemente, ajudando em sua recuperação após um período difícil de afastamento do trabalho. E o mais importante: mesmo quem não puder comparecer fisicamente pode colaborar. Os ingressos antecipados na plataforma Sympla são ilimitados e funcionam como uma rede de apoio virtual para fãs de todo o Brasil. 🎫 Serviço: A Fantástica Festa Pro Clemente
Lollapalooza 2026 divulga horários e divisão de palcos

Falta menos de um mês para os portões do Autódromo de Interlagos se abrirem. Nesta terça-feira (24), a organização do Lollapalooza Brasil 2026 liberou a aguardada grade com os horários e a divisão por palcos dos três dias de evento (20, 21 e 22 de março). Com mais de 70 artistas no line-up, a abertura diária dos portões acontece sempre às 11h, com os shows começando pontualmente ao meio-dia. Abaixo, destacamos os principais horários do Lollapalooza 2026 para você já ir montando sua rota de sobrevivência (e corridas) entre os palcos. 🎸 Sexta-feira (20 de março) O dia de abertura traz um prato cheio para os fãs de guitarras e pós-punk, culminando em um encerramento gigante no pop e na música eletrônica. 🔥 Sábado (21 de março) O segundo dia abraça a diversidade global, misturando rock, hip-hop, k-pop e grandes headliners. 🤘 Domingo (22 de março) O último dia guarda a explosão de energia do hardcore e fechos épicos no Autódromo. Planeje-se pelo App Oficial A grade completa já está acessível pelo aplicativo oficial do Lollapalooza Brasil (disponível gratuitamente na Apple Store e Google Play Store). Por lá, é possível montar uma agenda personalizada e, em breve, acessar o mapa interativo com pontos de alimentação, hidratação e terminais de recarga cashless. 🎫 Ingressos disponíveis Se você ainda não garantiu sua presença, os ingressos continuam à venda em três modalidades de acesso (Pass para os três dias ou Day para dias avulsos): Há opções de Inteira, Meia-entrada e a Entrada Social (que garante 45% de desconto mediante uma doação automática de R$ 20,00 para instituições parceiras). As vendas oficiais ocorrem exclusivamente pelo site da Ticketmaster Brasil (com taxa de 20%) ou na bilheteria física oficial no Shopping Ibirapuera (isenta de taxa). SEXTA SÁBADO DOMINGO
Angra anuncia show histórico com a formação “Nova Era” em SP

O que parecia impossível finalmente vai acontecer. Celebrando os 25 anos de Rebirth, o álbum que redefiniu o destino da banda e marcou uma geração inteira do metal brasileiro e mundial, o Angra acaba de anunciar um show histórico e exclusivo no Espaço Unimed, em São Paulo, no dia 29 de abril de 2026. Esta será a única apresentação da aclamada formação “Nova Era” fora do festival Bangers Open Air. 19 anos de espera e um encontro de gerações Para se ter ideia do peso deste anúncio, a última vez que o quinteto formado por Edu Falaschi, Kiko Loureiro, Rafael Bittencourt, Felipe Andreoli e Aquiles Priester dividiu o palco para um show completo foi em 2007, no encerramento da turnê de Aurora Consurgens. Essa longa ausência de 19 anos ganha contornos ainda mais épicos: o evento reunirá também os atuais integrantes do Angra, Alírio Netto, Marcelo Barbosa e Bruno Valverde. Será um verdadeiro encontro de eras e talentos, simbolizando a força de um legado construído ao longo de três décadas. O que esperar do setlist? O espetáculo será apresentado em formato ampliado. O prato principal é a execução completa do álbum Rebirth, mas o repertório foi desenhado para ser uma viagem por todas as fases decisivas da banda: 🎫 Serviço e ingressos: Angra Reunion (Espaço Unimed) Prepare o alarme, pois os ingressos vão evaporar. As vendas começam nesta quinta-feira, 26 de fevereiro, às 10h (online) e às 11h (bilheteria oficial). 💰 Tabela de preços (1º Lote) Setor Meia-Entrada / Ingresso Solidário* Inteira Pista R$ 175,00 R$ 350,00 Pista Premium R$ 280,00 R$ 560,00 Mezanino R$ 300,00 R$ 600,00 Camarote B R$ 325,00 R$ 650,00 Camarote A R$ 350,00 R$ 700,00 *Ingresso solidário disponível mediante doação de 1kg de alimento não perecível (campanha #corridacontrafome). Onde comprar: