Teddy Swims transforma paternidade e autocrítica em “Ugly”, seu segundo álbum

“UGLY”, segundo álbum de Teddy Swims, será lançado em 22 de janeiro pela Warner Records e marca uma fase de mudanças pessoais para o cantor norte-americano. Escrito ao longo de aproximadamente 15 meses, período que coincide com o nascimento de seu filho, o trabalho parte de reflexões sobre paternidade, amadurecimento, inseguranças e a pressão para corresponder às próprias expectativas. A nova etapa é apresentada por “Perfect Man”, faixa que aborda justamente a busca por um padrão impossível de perfeição. A música começa como uma balada conduzida por piano e elementos orquestrais, mas cresce com a entrada da banda, backing vocals e referências ao soul. Ao longo da composição, a ideia de que “não existe homem perfeito” deixa de funcionar como justificativa e passa a representar a necessidade de reconhecer as próprias limitações. “‘Perfect Man’ é uma música sobre se perdoar. Ao longo da minha vida, estabeleci para mim mesmo um padrão completamente irreal”, explica Swims. Segundo o cantor, essa cobrança passou pelas relações pessoais e ganhou outra dimensão depois que se tornou pai e percebeu a responsabilidade de ser referência para outras pessoas. A faixa reúne novamente colaboradores como Julian Bunetta, Afterhrs, Matt Zara, Mikky Ekko, Kendrick Nicholls e Alex Izquierdo, além de Edgar Barrera. No vídeo de performance, Teddy aparece acompanhado pela banda, backing vocals, quarteto de cordas e quatro músicos de sopro. O conceito visual acompanha a mensagem da composição: o cantor veste um terno branco propositalmente desgastado, utilizando a própria imperfeição como parte da estética. “Perfect Man” chega depois de “Break Up in Reverse”, outra música que antecipa a abordagem mais pessoal de “UGLY”. Juntas, as duas faixas indicam um disco voltado menos para personagens e mais para os conflitos experimentados pelo próprio Swims nos últimos meses. O álbum também chega após a maior fase comercial de sua carreira. “Lose Control” alcançou o primeiro lugar da Billboard Hot 100, recebeu certificação de Diamante e permaneceu 112 semanas na parada. A música ultrapassou ainda a marca de 5 bilhões de streams globais e ajudou a transformar Swims em um dos principais nomes do soul pop da atualidade. Depois de passar boa parte de 2026 na estrada, incluindo apresentações no Coachella e Stagecoach e uma extensa agenda internacional, Teddy Swims levará essa nova fase para a “The UGLY Tour”. O álbum, porém, aponta para uma mudança que vai além do tamanho dos palcos: depois do sucesso de “Lose Control”, Swims volta sua atenção para as próprias inseguranças e para as transformações provocadas pela chegada da paternidade.

Juvi Chagas lança primeiros singles de álbum duplo e traz participação de Cyro Sampaio

Juvi Chagas apresenta duas perspectivas sobre memória, relações e ausência no single duplo “comum entre os santos” e “a ridícula ideia de nunca mais te ver”. Já disponíveis pela Deck, as faixas antecipam “Café Passado” e “Café Futuro”, álbum duplo que a musicista e criadora de conteúdo lança em 2 de outubro. “comum entre os santos” recupera uma parte da própria trajetória de Juvi. A música é uma nova versão de uma composição da Eu, Você e a Manga, banda formada em Volta Redonda em 2016, na qual ela atuava como baixista. Agora, a faixa ganha a participação de Cyro Sampaio, do Menores Atos, e integra o lado “Café Futuro” do projeto. A composição aborda a maneira como memórias e relacionamentos podem alterar o significado atribuído às coisas com o passar do tempo. “Gosto tanto da letra porque ela fala do apego e do desapego, e mostra como a memória e os relacionamentos mudam o significado das coisas”, explica Juvi. Dentro da proposta do disco, a música se conecta à ideia de continuar acreditando no amor mesmo diante das imperfeições que cercam as relações. O outro lançamento segue por um caminho diferente. “a ridícula ideia de nunca mais te ver” é instrumental e tem como ponto de partida uma única frase, retirada de um livro da escritora espanhola Rosa Montero. A expressão que dá título à faixa aborda o luto e a experiência de seguir vivendo com a ausência de pessoas e situações que fizeram parte da própria história. A música integra “Café Passado”, estabelecendo um contraste conceitual com a faixa anterior. Enquanto uma olha para a possibilidade de construir novas relações, a outra se concentra naquilo que permanece depois de uma perda. A oposição ajuda a apresentar a lógica por trás dos dois discos que chegarão em outubro. Com a guitarra como elemento central, Juvi Chagas utiliza os dois singles também para ampliar sua identidade como instrumentista e compositora. Entre jazz, fusion, rock latino, psicodelia e música instrumental, “Café Passado” e “Café Futuro” prometem explorar diferentes caminhos musicais para observar passado e futuro a partir de um mesmo ponto: a memória.

Beabadoobee já é um dos grandes nomes do rock e “Pylon” explica o motivo

“Pylon”, novo álbum de beabadoobee, nasceu de uma imagem curiosa. Durante os longos períodos em turnê, Beatrice Laus passou a enxergar postes e torres de eletricidade nas estradas como uma lembrança de casa. Por trás disso estava um sentimento menos confortável: o isolamento de passar meses viajando e o medo de que sua vida fosse sempre assim. Essa inquietação atravessa um disco mais pesado e agressivo que “This Is How Tomorrow Moves” (2024), seu último trabalho. Boa parte das músicas surgiu de anotações em seu diário, principalmente sentimentos que Bea não conseguia dizer em voz alta. “Sun Has Set” é um dos exemplos mais fortes, construída em torno da vontade de dizer a alguém o quanto ela o odeia, mesmo sabendo que provavelmente nunca terá essa oportunidade. Em “Switchblade”, as guitarras ganham peso enquanto a cantora encara as incertezas da vida adulta. Já “Memories” recupera seu lado mais delicado e próximo do dream pop. Essa alternância é um dos pontos fortes de “Pylon”. O álbum mergulha ainda mais no grunge, shoegaze, emo e rock alternativo dos anos 1990 e 2000, mas preserva a facilidade de Bea para criar melodias pop. Em vez de seguir pelo caminho mais polido depois do sucesso do álbum anterior, das grandes turnês e da abertura da The Eras Tour, ela decidiu aumentar a distorção. As participações ajudam a construir esse universo. Hayley Williams aparece em “Nothing to Prove”, música sobre se recuperar de amizades interesseiras justamente depois de Bea experimentar uma enorme expansão de sua carreira. Brendan Yates, do Turnstile, participa de “Powerlines”, enquanto Evan Stephens Hall, do Pinegrove, colabora em “Spark”. Shane Moran, do Title Fight, também tem papel importante na composição e produção do álbum. Chino Morenosurge nos backing vocals de “Satellite”, encerrando o disco de maneira quase simbólica. Sua participação pode até ser discreta, mas a atmosfera, o timbre da guitarra e a melodia mostram um casamento perfeito entre a sonoridade do Deftones e a proposta de beabadoobee. Matty Healy e George Daniel, do The 1975, também aparecem entre os colaboradores de “Pylon”. Canções autobiográficas É tentador transformar essas letras em um mapa da vida amorosa de Bea. O relacionamento anterior terminou em 2022, parte dessas experiências apareceu em “This Is How Tomorrow Moves” e, desde 2024, ela namora Jake Erland. A própria cantora, porém, já demonstrou incômodo com fãs tentando relacionar automaticamente cada composição à sua vida pessoal. “Pylon” funciona melhor quando o diário é tratado como ponto de partida, não como caça às referências. No fim, as participações de Paramore, Turnstile, Deftones, Pinegrove e Title Fight ajudam a revelar o tamanho do universo musical que cerca beabadoobee, mas ninguém rouba seu protagonismo. “Pylon” é essencialmente um disco de Bea: mais pesado, confiante e disposto a transformar vulnerabilidade em guitarras distorcidas. Para quem ainda não entendeu por que seu nome cresceu tanto nos últimos anos, este álbum é uma ótima resposta. Este texto contou com colaboração de Fernanda Melo.

Entrevista | Six Feet Under – “Comprem seus ingressos porque não voltaremos tão cedo”

O Six Feet Under chega ao Brasil pela primeira vez entre o fim de outubro e o início de novembro, encerrando uma espera que atravessa praticamente toda a trajetória da banda. Liderado por Chris Barnes, o grupo fará quatro apresentações: Belo Horizonte, em 30 de outubro, Limeira, no dia 31, São Paulo, em 1º de novembro, e Curitiba, no dia 2. A passagem acontece em meio à turnê latino-americana e terá o Chaos Synopsis como convidado especial. Formado na Flórida em 1993, o Six Feet Under se tornou a principal banda de Barnes após sua saída do Cannibal Corpse e construiu uma identidade própria dentro do death metal, privilegiando grooves, riffs pesados e andamentos mais cadenciados. “Haunted” (1995), “Warpath” (1997) e “Maximum Violence” (1999) estabeleceram a base dessa sonoridade, posteriormente desenvolvida ao longo de uma extensa discografia. Atualmente, Barnes divide a banda com Jack Owen, seu antigo companheiro de Cannibal Corpse, além de Ray Suhy, Jeff Hughell e Marco Pitruzzella. A estreia brasileira também coincide com uma nova fase criativa. “Next to Die”, lançado pela Metal Blade Records, sucede “Killing for Revenge” (2024) e reforça a parceria entre Barnes e Owen. Antes da primeira passagem do Six Feet Under pelo país, Chris Barnes conversou com o Blog n’ Roll sobre a longa espera para tocar no Brasil, o novo álbum, os 30 anos de “Haunted”, sua relação com Jack Owen, a evolução de sua técnica vocal e os primeiros anos do death metal da Flórida. O vocalista também relembrou sua participação em “Ace Ventura: Pet Detective”, experiência que ajudou a apresentar o gênero a um público muito além do circuito do metal extremo. Esta será a primeira passagem do Six Feet Under pelo Brasil. Por que demorou tanto para isso finalmente acontecer? Vocês chegaram a tocar na Colômbia há quase dez anos. Nunca estivemos no Brasil. Esta será realmente a primeira vez. Desde aquele show na Colômbia, estivemos no México duas vezes. Por que demorou tanto? Porque isso é um negócio, o negócio da música. As propostas para fazermos shows não apareceram ou simplesmente não faziam sentido logisticamente. Foi por isso. Mesmo sem o Six Feet Under ter tocado aqui antes, você já tinha alguma percepção sobre os fãs brasileiros da banda? Recebe mensagens ou acompanha os comentários vindos do Brasil? Sim. Não estaríamos indo até aí se não tivéssemos fãs que quisessem nos ver. Sempre existiu interesse dos fãs para que fôssemos ao Brasil fazer um show. Neste momento, finalmente faz sentido, enquanto no passado não fazia. Então, eu diria aos fãs brasileiros que estão querendo nos ver há tanto tempo: seria uma boa ideia comprar seus ingressos antecipadamente e ir a esses shows que faremos em cada uma dessas cidades, porque duvido que voltemos tão cedo. Essa será realmente a oportunidade de vocês nos verem. Se não comprarem os ingressos e perderem esses shows, a responsabilidade é de vocês. Vocês estão pedindo para irmos até aí fazer um show. Se perderem, a culpa não é nossa. Estamos indo encontrar vocês. Então comprem os ingressos. Caso contrário, esperem mais uma década. [risos] O Brasil tem uma tradição muito forte no metal extremo, com bandas como Sepultura e Sarcófago. Quanto você conhece da história do metal brasileiro? Alguma banda brasileira teve impacto sobre você ao longo dos anos? Provavelmente só o Sepultura. Depois de mais de três décadas de carreira, você ainda sente algum tipo diferente de empolgação ou ansiedade quando está prestes a tocar pela primeira vez para os fãs de um país? Não. Eu encaro da mesma maneira que normalmente faço. Eu me preparo muito bem para as turnês com antecedência, subo ao palco e tento cantar as músicas da melhor maneira possível. Espero que todo mundo se divirta ouvindo a música que fazemos. Como esta será a primeira vez do Six Feet Under no Brasil, imagino que os fãs esperem ouvir músicas de diferentes períodos da carreira. Como vocês estão preparando o setlist para esses shows? É o mesmo setlist que estamos tocando durante todo o verão na Europa e na América do Norte. Então tem bastante material clássico e algumas músicas dos dois últimos álbuns. Falando sobre o novo álbum, “Next to Die”, depois de tantos discos e mais de três décadas de carreira, o que ainda motiva você a começar um novo álbum? Nós gostamos de criar música nova. Verdade… O álbum chegou apenas dois anos depois de “Killing for Revenge”. Quando terminaram aquele disco, você já sentia que a banda estava atravessando um período especialmente produtivo? Na verdade, não. Nós simplesmente gostamos de escrever música. Chegou a hora de escrever outro álbum e trabalhamos duro nele. Jack Owen comentou que inicialmente estava escrevendo músicas mais rápidas e agressivas, enquanto você sugeriu recuperar um pouco do groove dos primeiros discos. Como essa ideia se desenvolveu durante o processo de composição? Eu sempre gosto de ter um conjunto variado de músicas. Não gosto que tudo fique preso a um único andamento. Acho mais interessante ter uma abordagem dinâmica para o conjunto de músicas que você coloca em um álbum. Quando escuto “Next to Die”, percebo dois lados do Six Feet Under: um mais rápido e agressivo e outro mais lento e orientado pelo groove. Você citou a abordagem dinâmica, mas podemos dizer que é uma assinatura da banda? Acho que essa sempre foi, de certa maneira, a fórmula da nossa música. Se você olhar para todos os álbuns que fizemos, existem músicas com andamentos mais rápidos e outras mais lentas. Portanto, não é tão diferente dos outros discos. A diferença é que, desta vez, separamos esses andamentos e colocamos cada um deles em um lado do álbum. Você e Jack também produziram o álbum. Qual é a importância de ter esse nível de controle sobre o processo para chegar exatamente ao som que vocês imaginam para o Six Feet Under? Gostamos de encontrar por conta própria o som que queremos. Não é algo tão estruturado e também não entramos no processo com uma ideia completamente

Guandu consolida o slowcore brasileiro em Turvo, segundo álbum gravado em fita cassete

Com andamentos lentos, guitarras límpidas e a imprevisibilidade charmosa das fitas magnéticas, o trio paulistano Guandu disponibilizou nas plataformas digitais o seu segundo álbum de estúdio, intitulado Turvo. Distribuído pela Tratore, o projeto aprofunda a identidade lo-fi analógica apresentada na estreia com NO-FI (2025), operando como um manifesto do que a banda define como o autêntico “slowcore brasileiro”: uma sonoridade que dispensa contrabaixo convencional, aposta em vozes sussurradas e dialoga com temáticas e paisagens cotidianas nacionais. Gravado de forma artesanal em uma Tascam de 4 pistas (4-track), Turvo mostra um salto de equilíbrio em relação aos trabalhos anteriores. As vozes surgem mais nítidas e os arranjos de guitarra ganham protagonismo sem abrir mão de texturas como modulações de tremolo, fuzz, pitch alterado e efeitos em reverse típicos da manipulação de fita. Influências analógicas e participações especiais O DNA sonoro da banda bebe diretamente de pioneiros do indie dos anos 1980 e 1990, de Fellini e Daniel Johnston ao cultuado Duster, além da estética prolífica e ruidosa da carioca Transfusão Noise Records (de Lê Almeida e Oruã). A conexão com as raízes do gênero também se comprovou nos palcos quando o trio abriu o show dos norte-americanos do Codeine no City Lights, em São Paulo. O disco traz encontros com nomes prolíficos da cena alternativa independente: Formada por Caique Lima (bateria), cleozinhu (voz e guitarra) e João Corte (voz e guitarra), a guandu começou sua discografia em 2024 com o EP planos em cima de planos e vem rodando palcos de capitais como São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba.

Trilha sonora de GTA VI terá 34 faixas com Keith Richards, Travis Scott e PinkPantheress

A Rockstar Games e a Atlantic Records anunciaram o projeto Grand Theft Auto VI: The Album. O compilado reúne 34 faixas inéditas compostas com exclusividade para o universo de Leonida e Vice City, com lançamento mundial marcado para o dia 19 de novembro de 2026, mesma data em que GTA VI chega às lojas. A distribuição no Brasil é assinada pela Warner Music Brasil. Com uma curadoria que transita do hip-hop ao reggaeton, passando pelo pop eletrônico e pelo classic rock, o disco dá sequência à tradição histórica da franquia de ditar tendências culturais e revolucionar as estações de rádio virtuais e as trilhas sonoras dinâmicas nos games. Seis singles já disponíveis no streaming Para antecipar a grandiosidade do projeto, seis faixas exclusivas já foram liberadas nos tocadores de música digital, revelando encontros sonoros de peso: Edições especiais em vinil preenchido com líquido e colecionáveis Além da chegada às plataformas de streaming, Grand Theft Auto VI: The Album já se encontra em pré-venda física em múltiplos formatos de luxo pela Atlantic Records e lojas especializadas. Entre os destaques para colecionadores estão: O pré-save digital e a pré-venda das edições físicas já podem ser realizados nas páginas oficiais do projeto.

Roger Daltrey escala superbanda estelar para show no Best of Blues and Rock em São Paulo

Aos 82 anos e com uma das presenças de palco mais emblemáticas da história do rock mundial, Sir Roger Daltrey, lendário cofundador e vocalista do The Who, revelou o time de peso que o acompanhará em São Paulo. O músico se apresenta no sábado, 21 de novembro de 2026, no festival Best of Blues and Rock, na plateia externa do Auditório Ibirapuera. Para dar vida a hinos atemporais como Baba O’Riley, Behind Blue Eyes, Pinball Wizard, Won’t Get Fooled Again, My Generation e Love, Reign O’er Me, Daltrey reuniu uma verdadeira big band composta por veteranos dos palcos internacionais e parceiros históricos de sua trajetória: Best of Blues and Rock 2026 O festival, que chega em clima comemorativo e já teve os ingressos para sexta-feira (20) e domingo (22) totalmente esgotados, tem suas últimas entradas à venda especificamente para o sábado (21). A edição reúne uma escalação histórica que contempla nomes como Eddie Vedder, Chris Isaak, Christone “Kingfish” Ingram, Linka Moja, Samuel Rosa, Artur Menezes e Vitor Kley. Serviço – Best of Blues and Rock 2026

A Olívia lança edição deluxe de Obrigado Por Perguntar com show gratuito na Vila Itororó

Celebrando o primeiro ano de seu trabalho mais expressivo até aqui, a banda paulistana A Olívia lança oficialmente nas plataformas digitais o álbum Obrigado Por Perguntar Deluxe. O projeto chega via selo ForMusic e ganha celebração especial com um show gratuito nesta sexta-feira (18), a partir das 19h, no centro cultural da Vila Itororó, no bairro da Bela Vista, em São Paulo. Com 16 faixas no total, a versão expandida resgata a tracklist original e introduz três novidades que ampliam os horizontes sonoros do quinteto. Repertório ampliado e nova integrante No palco da Vila Itororó, além das canções da edição deluxe, o grupo dedicará um bloco especial do repertório para revisitar faixas de Selva Rock Brasileira (2024), projeto marcante que consolidou o público da banda após a estreia com o disco Jardineiros de Concreto (2017). A apresentação também marca uma das primeiras oportunidades de ver a nova formação consolidada ao vivo. Além de Louis Vidall (voz e guitarra), Pedro Tiepolo (baixo), Pedro Lauletta (bateria) e Marcelo Rosado (guitarra), o time conta com a tecladista Jules Altoé, que se juntou oficialmente ao grupo após a marcante apresentação realizada no MIS (Museu da Imagem e do Som) no primeiro semestre. Serviço: A Olívia – Show de lançamento Obrigado Por Perguntar Deluxe

Kreator anuncia show extra em Curitiba com turnê de “Krushers of the World”

O Kreator fará show em Curitiba no dia 18 de dezembro, no Tork n’ Roll. A apresentação integra a passagem pelo Brasil da turnê de “Krushers of the World”, 16º álbum de estúdio da banda alemã, lançado em janeiro pela Nuclear Blast. Os ingressos para a capital paranaense começam a ser vendidos nesta quarta-feira (16), às 10h, pela Fastix. Antes de Curitiba, o Kreator passa por São Paulo, onde se apresenta no dia 17 de dezembro ao lado do Slayer. A sequência coloca o grupo novamente diante do público brasileiro em uma fase marcada tanto pelo lançamento de material inédito quanto pela celebração de mais de quatro décadas de trajetória. Formado em Essen, em 1982, o Kreator integra ao lado de Sodom, Destruction e Tankard o chamado “Big Four” do thrash metal alemão. A banda ajudou a estabelecer uma vertente mais agressiva do gênero durante os anos 1980 e construiu uma discografia que atravessou diferentes momentos do metal sem abandonar a velocidade e o peso que marcaram seus primeiros trabalhos. Álbuns como “Endless Pain” (1985), “Pleasure to Kill” (1986) e “Coma of Souls” (1990) estão entre os registros fundamentais da primeira fase. Nas décadas seguintes, trabalhos como “Violent Revolution” (2001), “Phantom Antichrist” (2012) e “Gods of Violence” (2017) ajudaram a renovar o público e consolidar a longevidade do grupo liderado pelo vocalista e guitarrista Mille Petrozza. Kreator amplia sonoridade em “Krushers of the World” Produzido por Jens Bogren no Fascination Street Studios, na Suécia, “Krushers of the World” preserva a base do thrash metal do Kreator, mas amplia alguns elementos presentes nos trabalhos mais recentes. Três músicas utilizam coral, enquanto “Tränenpalast” conta com a participação de Britta Görtz, vocalista do Hiraes, em uma composição inspirada por “Suspiria”, clássico de terror dirigido por Dario Argento. A proposta segue uma ideia defendida por Petrozza para esta fase da banda: experimentar sem descaracterizar o Kreator. O músico já citou o Iron Maiden como exemplo de grupo capaz de manter uma identidade imediatamente reconhecível enquanto apresenta alguma evolução a cada novo disco. Em “Krushers of the World”, isso aparece na combinação de riffs rápidos e agressivos com refrões mais abertos, melodias e uma produção de maior dimensão. A atual fase também coincide com uma revisão da própria história. Em 2025, Petrozza lançou a autobiografia “Your Heaven, My Hell”, enquanto o documentário “Kreator: Hate & Hope” levou aos cinemas a trajetória iniciada no underground de Essen e posteriormente transformada em uma das carreiras mais importantes do thrash metal europeu. A apresentação em Curitiba acontece um dia depois do encontro com o Slayer em São Paulo e terá realização da Liberation. No Tork n’ Roll, o Kreator assume o protagonismo da noite para apresentar a turnê do novo álbum e revisitar uma discografia construída ao longo de mais de 40 anos. Serviço Kreator em Curitiba Data: 18 de dezembro de 2026, sexta-feiraAbertura da casa: 19hLocal: Tork n’ RollEndereço: Avenida Marechal Floriano Peixoto, 1695, Curitiba/PRIngressos: FastixRealização: Liberation