Perfume Genius anuncia versão estendida do aclamado “Glory”

Se 2025 foi o ano em que Perfume Genius (Mike Hadreas) colheu os louros da crítica e indicações ao Grammy com o álbum Glory, 2026 começa com uma expansão desse universo. O artista anunciou o lançamento de Glory (Extended). A nova versão digital do disco chega completa no dia 27 de fevereiro, via Matador, trazendo quatro faixas inéditas. Para dar o tom do que vem por aí, Hadreas liberou hoje o single Undercurrent (Clean Heart). De volta à essência de Perfume Genius A faixa lançada hoje revela o DNA do processo criativo do álbum. Segundo o artista, a maioria das músicas de Glory nasceu de gravações caseiras, apenas com piano e voz. “No estúdio, a música passou por muitas versões até chegarmos àquela mais bombástica que acabou ficando. Ainda penso nela como um pequeno hino, então é muito satisfatório poder compartilhar essa versão apenas com piano”, explica Hadreas sobre Undercurrent. Consagração de “Glory” O sétimo álbum de estúdio de Mike Hadreas não passou despercebido. Presente nas principais listas de “Melhores de 2025” (Pitchfork, NYT, NPR), o trabalho explorou temas como a decadência do corpo, a domesticidade e o amor sob um prisma queer e maduro. A arte da capa, inclusive, rendeu uma indicação ao Grammy. Produzido pelo colaborador de longa data Blake Mills (também indicado a Produtor do Ano) e por Alan Wyffels, o disco trouxe a formação mais robusta que o Perfume Genius já reuniu, com músicos como Meg Duffy e o lendário baterista Jim Keltner. O que esperar da versão estendida? Além de Undercurrent, a versão Extended trará outras faixas exploratórias que, segundo Hadreas, não se encaixaram totalmente no corte final original, mas são fundamentais para entender a narrativa da obra.
After Forever anuncia show em São Paulo após 20 anos

O After Forever está de volta à América Latina. Vinte anos após sua última passagem pela região, no inesquecível festival Live N’ Louder de 2006, a banda holandesa confirmou uma apresentação em São Paulo, no Tokio Marine Hall. O show marca o início da perna latino-americana da turnê, que passará também por Argentina, Chile e Colômbia. Celebrando “Decipher” e “Prison of Desire” Embora a banda tenha encerrado as atividades oficialmente em 2009, o guitarrista e fundador Sander Gommans reuniu parte da formação clássica em 2025 para celebrar o legado do grupo. A turnê comemorativa foca nos 25 anos do álbum seminal Decipher (2001) e nos 26 anos do debut Prison of Desire. “Fãs da América Latina apoiam o After Forever desde o lançamento do primeiro álbum, e nos sentimos muito felizes por poder anunciar que daremos continuidade a esse tributo em 2026”, declarou Gommans. Nova formação Para esta celebração do legado, a banda conta com membros originais e grandes nomes da cena: 🎫 Ingressos para o After Forever A corrida pelos ingressos começa na próxima semana e será dividida em duas etapas: As vendas acontecem pela Ticketmaster. 📅 Serviço: After Forever em São Paulo Preços: Onde comprar:
The Warning une rock e country em “Love To Be Loved” com Carín León

Para aquecer os corações (e os amplificadores) antes do Valentine’s Day, celebrado em grande parte do mundo no dia 14 de fevereiro, o trio de rock mexicano The Warning preparou uma surpresa. Nesta sexta-feira (6), as irmãs Villarreal Vélez lançaram o single Love To Be Loved, uma colaboração poderosa com o ícone da música regional mexicana Carín León. A faixa representa um encontro de mundos e quebra de barreiras: mistura a pegada rock das meninas com elementos de country e pop, além de marcar a primeira vez que Carín León grava inteiramente em inglês. DNA de Hit: Teddy Swims na composição A música já nasce com pedigree de sucesso. Love To Be Loved foi coescrita pelas irmãs Daniela, Paulina e Alejandra em parceria com o astro Teddy Swims (vocalista que tem dominado as paradas globais) e um time de produtores de peso. “Originalmente composta em parceria com Teddy Swims, a música mistura naturalmente country, rock e pop… Fundir mundos musicais é sempre empolgante, e trabalhar com nosso compatriota mexicano, Carín León, tornou a experiência ainda mais especial”, comenta a banda. Videoclipe cinematográfico O lançamento chega acompanhado de um clipe com estética de filme noir moderno. O vídeo coloca Carín e as integrantes do The Warning em um bar decadente, cercados por jogos de cartas, sinuca e a fumaça típica das noites de jogatina. Mídia física no Brasil Uma ótima notícia para os colecionadores brasileiros: a UMusic Store já disponibilizou a pré-venda da versão física do single. Essa colaboração mostra um novo lado do The Warning, provando que o rock pode (e deve) dialogar com outros gêneros sem perder sua essência. Assista ao clipe de Love To Be Loved
Após performance de destaque no Grammy, Sombr lança o cinematográfico “Homewrecker”

Se você assistiu à 68ª edição do Grammy Awards no último domingo, provavelmente notou que Sombr não está para brincadeira. Aproveitando o holofote de sua indicação como Artista Revelação e de uma performance elogiada, o artista nova-iorquino lançou nesta sexta-feira (6) o single Homewrecker. Este é o primeiro lançamento oficial desde o aclamado álbum I Barely Know Her e chega com status de superprodução, tanto sonora quanto visual. Faroeste metafórico de Sombr Escrita e co-produzida pelo próprio Sombr (mantendo sua assinatura autoral), a faixa veio acompanhada de um videoclipe dirigido por Gus Black, nome conhecido por trabalhos com Phoebe Bridgers e Laufey. O vídeo é uma “meta-narrativa” de faroeste. Estrelado por Quenlin Blackwell e Milo Manheim, o clipe mostra a gravação de um filme onde as fronteiras entre ficção e realidade se dissolvem, culminando em um duelo tenso. É a tradução visual perfeita para os sentimentos caóticos da música. Momento é dele Sombr vive um momento de ascensão meteórica. Para quem acompanha o artista desde o viral Caroline (2022), ver essa evolução de um compositor de quarto no Lower East Side para os maiores palcos do mundo é impressionante.
Arch Enemy assume posto de headliner no Bangers Open Air

Sexta-feira de reviravoltas e anúncios de peso para o público do Bangers Open Air 2026. A organização do festival confirmou hoje (6) mudanças significativas em seu line-up, incluindo a substituição de atrações e a revelação de um novo headliner que dispensa apresentações. A lendária banda sueca Arch Enemy, gigante do death metal melódico, foi confirmada como a atração principal do dia 25 de abril. O grupo chega para substituir o Twister Sister, prometendo um show histórico e exclusivo. Nova era do Arch Enemy A vinda da banda liderada por Michael Amott não será apenas “mais um show”. O comunicado oficial promete que “grandes novidades na formação serão reveladas em breve”, indicando o início de uma nova era para o grupo. “Super animado por finalmente retornar ao Brasil – apresentando uma nova era do Arch Enemy e tocando no Bangers Open Air pela primeira vez! Tamo junto!”, celebrou o guitarrista Michael Amott. Krisiun e Ambush confirmados Além da troca no topo do cartaz do dia 25, o dia 26 de abril também sofreu alterações. As bandas Eluveitie e Cobra Spell cancelaram suas participações no festival. Para preencher essas lacunas, o Bangers escalou dois nomes de peso: 🎫 Serviço: Bangers Open Air 2026 Os ingressos continuam à venda através do site Clube do Ingresso. Quem já adquiriu entradas para os dias afetados deve ficar atento às políticas do evento, mas a validade dos ingressos permanece para as novas atrações.
Twisted Sister cancela turnê e não virá para o Bangers Open Air

O cancelamento da turnê comemorativa de 50 anos do Twisted Sister provocou reflexos diretos no calendário de grandes festivais, incluindo o Bangers Open Air 2026. A banda anunciou a suspensão de todos os shows previstos, entre eles apresentações no Brasil, após a saída repentina e inesperada do vocalista Dee Snider, motivada por uma série de problemas de saúde. A agenda começaria em abril e seguiria ao longo do verão no hemisfério norte. Em comunicado oficial, assinado por Jay Jay French e Eddie Ojeda, o Twisted Sister afirmou que o futuro da banda será definido nas próximas semanas. A nota pede que os fãs fiquem atentos a novas informações e deixa claro que, no momento, não há previsão para a retomada da turnê de aniversário. A decisão frustra expectativas em torno de uma das celebrações mais aguardadas do hard rock nos últimos anos. No caso do Bangers Open Air 2026, as notícias de cancelamento foram além. A produção do festival confirmou que Eluveitie e Cobra Spell não irão mais se apresentar nesta edição, adiando para 2027. Segundo a organização, todos os esforços foram feitos para manter as bandas confirmadas, mas desafios externos inviabilizaram a participação. As duas novas atrações que ocuparão essas vagas, bem como um novo headliner serão anunciadas nesta quinta-feira, 6 de fevereiro.
My Chemical Romance transforma Allianz Parque em manicômio gótico para celebrar The Black Parade

Esqueça o conceito tradicional de show de estádio. O que se viu na noite desta quinta-feira (5) no Allianz Parque, em São Paulo, foi uma peça de teatro macabra musicada por uma das bandas mais importantes do século 21. Para celebrar os 20 anos de The Black Parade, o My Chemical Romance não se limitou a tocar o disco, eles construíram um universo. Ao entrarem no palco, transformado em uma espécie de sanatório/prisão distópico sob a vigilância de um olho digital gigante, Gerard Way e companhia deixaram claro que a noite seria dividida entre a ficção do “Mundo de Draag” e a realidade crua dos hits. Teatro de The Black Parade Quando o MCR assumiu o palco, o clima pesou. A execução na íntegra do álbum de 2006 foi marcada pela teatralidade. Cada integrante parecia um paciente tomando sua medicação ao entrar em cena. Musicalmente, a sequência é imbatível. De Dead! a Mama, o público cantou cada verso como se fosse uma oração. Mas o destaque foi a narrativa visual. A presença dos personagens “O Cavalheiro” (o boneco de Gerard) e “O Atendente” criou uma tensão constante. >> SAIBA COMO FOI O SHOW DO THE HIVES O clímax desse primeiro ato foi chocante e inverteu a lógica da turnê de 2025. Durante a reprise de The End, numa versão melancólica de piano e violino, Gerard Way não foi a vítima. Em uma reviravolta sangrenta, o vocalista atacou “O Atendente” em uma cama hospitalar. Enquanto Blood tocava, Way encenou a remoção das entranhas do personagem, com sangue jorrando cenograficamente, um Grand Guignol que deixou a plateia boquiaberta. O público vibrou muito com o plot twist. Hits e a libertação Passada a carnificina teatral, a banda voltou para o “mundo real” no segundo set. Sem o palco B (usado em outras turnês), eles concentraram a energia na estrutura principal para desfilar o legado. A trinca I’m Not Okay (I Promise), Na Na Na e Helena (no encerramento) serviu para lembrar porque eles lotam duas vezes o Allianz Parque em São Paulo. Foi o momento da catarse coletiva, onde a atuação deu lugar à pura energia do rock. A voz de Gerard, exigida ao extremo por mais de duas horas, funcionou bem demais. The World Is Ugly e Cemetery Drive foram as surpresas da segunda parte do show, ambas estrearam na turnê no primeiro show em São Paulo. O My Chemical Romance em 2026 é uma entidade complexa. Eles conseguem satisfazer a nostalgia dos fãs de Three Cheers for Sweet Revenge enquanto entregam uma performance artística digna de grandes produções da Broadway. O show no Allianz foi visualmente denso, musicalmente impecável e, acima de tudo, corajoso. Em uma era de apresentações pasteurizadas, ver uma banda “estripar” um personagem no palco principal de um estádio é a prova de que o rock ainda pode (e deve) ser perigoso. Edit this setlist | More My Chemical Romance setlists
Para mais um público novo no Brasil, The Hives diverte fãs de My Chemical Romance com show enérgico

Antes do show emocional do My Chemical Romance no Allianz Parque, na noite desta quinta-feira (5), houve a festa. A escolha do The Hives para a abertura foi um acerto perigoso. Durante 50 minutos, os suecos entregaram uma aula de garage rock. O vocalista, Pelle Almqvist, vestido a caráter (como sempre), não parou um segundo. Hits como Hate to Say I Told You So e a explosiva Tick Tick Boom fizeram o estádio pular, algo raro para bandas de abertura. O Hives não sabe se portar como entrada, é sempre o prato principal, deixando a função de sobremesa para o headliner da noite. Vale destacar ainda a presença do novo álbum, The Hives Forever Forever The Hives, que ocupou cinco das 11 faixas do repertório, trazendo muito frescor para quem curtiu o último show no Tokio Marine Hall, em São Paulo, em 2024. Enough is Enough abriu o show, Born a Rebel e Paint a Picture surgiram no início da apresentação, enquanto Legalize Living e a faixa-título vieram na reta final. >> LEIA ENTREVISTA SOBRE AS INFLUÊNCIAS DO THE HIVES Sempre carismático, Pelle Almqvist gastou o português durante a apresentação. Ao ser chamado de “gostoso” pelo público, sorriu e afirmou: “eu gostoso”, em português, arrancando muitos risos e aplausos dos público. O Hives aqueceu o público, mas também elevou a barra de energia lá para o alto. Com Pelle indo ao público algumas vezes e comandando palminhas, o Hives mostrou que consegue se adaptar a qualquer ambiente e público. É impressionante como conseguem conquistar fãs novos com tanta facilidade. Foi a quinta vez que assisti ao Hives e somente em uma delas eles foram a atração única da noite.
Entrevista | The Hives – “Ouvir AC/DC é uma experiência formativa”

O The Hives está no Brasil como banda de abertura dos shows do My Chemical Romance, acompanhando a turnê que marca o retorno do grupo norte-americano aos palcos do país. Mas, não são uma simples abertura. Conhecidos pela energia explosiva ao vivo e pela postura provocadora, os suecos reforçam sua conexão com o público brasileiro em apresentações que têm atraído atenção tanto dos fãs mais antigos quanto de uma nova geração. Além da turnê, a banda vive um momento criativo celebrado pela crítica. Lançado no ano passado, The Hives Is Forever, Forever The Hives foi recebido com entusiasmo e reafirma a identidade do grupo, unindo urgência punk, riffs diretos e o humor ácido que sempre definiu sua trajetória. O disco também marca uma fase de maturidade, sem abrir mão da intensidade que transformou o The Hives em um dos nomes mais reconhecíveis do rock dos anos 2000. O Blog N’ Roll esteve ontem (4) na Casa Rockambole, em São Paulo, conversando com o The Hives sobre as principais influências que moldaram o som da banda, passando por nomes fundamentais do punk e do rock clássico, além de histórias pessoais que ajudam a entender a construção dessa identidade barulhenta, direta e sem concessões que segue ecoando nos palcos ao redor do mundo. Ramones Pelle Almqvist – Os Ramones foram muito importantes para nós. Mas, curiosamente, os Ramones que mais nos marcaram foram os do período mais tardio, como os discos lançados quando éramos jovens, tipo Mondo Bizarro e Brain Drain. Nós gostávamos muito dessa fase. Acho que nenhum de nós chegou a ver os Ramones ao vivo. Eu, pelo menos, não vi. Eles influenciaram a gente, mas talvez de uma forma ainda maior, influenciaram praticamente todas as bandas que a gente gostava. É quase uma influência de segunda mão. Eles fizeram com que o que fazemos hoje pudesse existir. Com músicas como Blitzkrieg Bop, fica claro como eles ajudaram a definir uma linguagem inteira do rock. Se fosse apenas essa música no disco, já teria sido suficiente. É um clássico absoluto. AC/DC Pelle Almqvist – Antes mesmo dos Ramones, o AC/DC foi fundamental para nós. Quando eu e o Niklas éramos crianças (Pelle, vocalista e Niklas, guitarrista são irmãos), morávamos na mesma casa e o AC/DC foi a primeira banda que gostamos por conta própria. Niklas Almqvist – A gente ouvia o que os garotos mais velhos da rua ouviam, e esse disco estava sempre tocando. Eu nem sabia os nomes das músicas, só colocava o vinil e ouvia tudo. Ouvir AC/DC é uma experiência formativa. Back in Black é um clássico absoluto e tem uma das melhores introduções da história do rock pesado. Hells Bells é icônica. Eles começam com sinos e depois você fica pensando: o que eles vão fazer depois disso? Curiosamente, Hells Bells virou a música de entrada do São Paulo Futebol Clube, porque o goleiro Rogério era um grande fã do AC/DC… Pelle Almqvist – Também é tema de vários eventos esportivos. Sempre que começa, dá uma sensação de boas notícias. Você mora em Santos, mas torce para o São Paulo? Não dá problema? De jeito nenhum, é bem comum (risos). Agora falem um pouco sobre outra lenda punk, os Misfits Pelle Almqvist – Misfits é sempre complicado, porque existem muitas fases e muitos discos diferentes. Eu acabo ouvindo mais as coletâneas. Tem músicas incríveis como Attitude, Bullet e Some Kind of Hate. Essa última é uma das minhas favoritas. Ela lembra Teenage Kicks, mas mais suja, mais agressiva. Eles foram uma influência enorme para nós. Com certeza estão no nosso top 5 de bandas punk, talvez top 3, talvez até top 1. É uma música feita “errada” em muitos aspectos técnicos, mas ainda assim é a melhor música já gravada. Isso é o punk em sua essência. Mantendo o punk, vamos falar sobre Dead Kennedys Pelle Almqvist – Somos muito influenciados pelo Dead Kennedys, especialmente no primeiro álbum do The Hives, Barely Legal. Há muita coisa de guitarra inspirada neles. Sempre adoramos a guitarra do East Bay Ray. Eles são uma banda incrível, ainda que um pouco irregular. Existe uma diferença grande entre as melhores e as piores músicas, mas, mesmo assim, estão entre as maiores influências punk para nós. Niklas Almqvist – Muitas dessas bandas, na verdade, eu só fui ter os discos em vinil bem mais tarde, talvez com 22 ou 25 anos. Antes disso, era tudo em fita cassete. E eu trouxe um vinil do Millencolin para representar a cena da Suécia. Como é a relação entre vocês? Pelle Almqvist – Essas bandas suecas estavam por perto quando começamos. Estávamos no mesmo selo, vinham de cidades próximas, mais ou menos uma hora de distância. Eles eram dois ou três anos mais velhos do que nós e já estavam começando a fazer sucesso. Eram uma das melhores bandas que você podia ver ao vivo na região onde crescemos. Foi a primeira banda do nosso universo a alcançar um sucesso mais mainstream. Isso foi importante, porque mostrava que era possível. Hoje em dia, somos amigos e sempre é divertido dividir o palco com eles. E qual a expectativa para os shows no Allianz? Pelle Almqvist – Nós já fizemos alguns shows em estádios na América do Sul e foi incrível. Não achamos que dessa vez será diferente. É o mesmo que quando perguntam o que as pessoas devem esperar dos nossos shows. A resposta é nada, além do melhor absoluto. Com o público brasileiro é a mesma coisa. Não esperamos nada além do melhor absoluto. E esperamos que tudo seja ainda maior.