Casalago Fest estreia em São Paulo com line-up voltado à cena independente

Tradicional no interior paulista, o Casalago Fest chega pela primeira vez à capital paulista no próximo dia 26 de junho, ocupando o palco do La Iglesia, em Pinheiros. Promovido pela Casalago Records, selo independente sediado em Jundiaí, o evento reúne Julieta Social, Abissal, CHVVV e Maré Tardia em uma edição que simboliza um novo passo na trajetória do projeto, ampliando sua atuação para além dos limites do circuito regional. Criado a partir da movimentação da Casalago Records na cena alternativa do interior de São Paulo, o festival consolidou-se como uma vitrine para artistas autorais ligados ao universo do selo. A chegada à capital não representa apenas uma mudança geográfica, mas uma expansão natural de um trabalho que vem fortalecendo conexões entre bandas independentes e novos públicos. Segundo Gui Godoy, fundador da Casalago Records, o objetivo é aproximar a produção do selo de ouvintes que acompanham a cena fora dos circuitos tradicionais. O line-up reflete essa proposta. A Julieta Social se apresenta como um projeto coletivo construído a partir do encontro entre diferentes artistas, priorizando a colaboração e a criação compartilhada. Já a Abissal, integrante do catálogo da Casalago, mistura referências do rock alternativo e do grunge noventista com elementos de dream pop, indie e post-rock, construindo atmosferas densas e emocionais. Representando o Espírito Santo, a Maré Tardia traz ao festival sua combinação de surf punk e indie rock, marcada por guitarras carregadas de efeitos, base rítmica intensa e influências que vão de Dick Dale aos The Strokes. Completa a programação a CHVVV, um dos nomes emergentes do post-rock nacional, que ganhou destaque com o EP Chuva e atualmente trabalha em seu primeiro álbum cheio, incorporando novas experimentações sonoras, incluindo vocais femininos e flauta em sua formação. Serviço Casalago FestBandas: Julieta Social, Abissal, CHVVV e Maré TardiaData: 26 de junho de 2026 (sexta-feira)Horário: 19hLocal: La IglesiaEndereço: Rua João Moura, 515, Galpão 6, Pinheiros, São Paulo/SP.

Water Rats aposta na estética retrô e energia crua em novo single “Robert Flag”

O Water Rats apresentou nesta semana o single e videoclipe de “Robert Flag”, mais uma prévia de MACRODOSE, novo álbum da banda curitibana que chega às plataformas digitais na próxima semana, no dia 23 de junho, pelos selos Forever Vacation Records e Laja Records. Formado por Alexandre Capilé, Pedro Grips, Bi Free e Renê Bernuncia, o grupo segue explorando sua mistura de punk rock, garage rock e rock alternativo, agora em uma faixa que amplia as possibilidades sonoras da banda sem perder a identidade construída ao longo de mais de uma década na cena independente. “Robert Flag” gira em torno de um personagem dividido entre extremos. A letra acompanha alguém que transita entre referências distintas, como Led Zeppelin e Black Flag, enquanto tenta equilibrar desejo, insegurança e raiva. Com uma abordagem carregada de ironia e humor, a música desacelera em relação ao punk mais acelerado que costuma marcar o repertório da banda, apostando em uma atmosfera mais crua e alternativa. A gravação segue a filosofia adotada em todo o álbum MACRODOSE. As faixas foram registradas ao vivo, sem excesso de edição ou artifícios de estúdio, priorizando a captura da energia natural do grupo. Produzida pelo próprio Water Rats, a música foi gravada por Alexandre Capilé e João Manoel, com mixagem e masterização assinadas por Capilé e Gabriel Zander no Estúdio Costella, em São Paulo. O lançamento também chega acompanhado de um videoclipe dirigido por Rafael Rocha, fundador da Revista Noise e nome conhecido do audiovisual brasileiro. Filmado integralmente em Betacam, o vídeo mergulha na estética visual dos anos 1980 e 1990, explorando texturas analógicas, cores saturadas e um visual propositalmente low budget. Produzido em chroma key, o clipe coloca a banda em cenários artificiais e surreais, enquanto o ator Tiago Marvin interpreta o personagem Robert Flag e conduz a narrativa visual. Fundado em Curitiba, em 2012, o Water Rats construiu uma trajetória sólida dentro do rock independente brasileiro. A banda já lançou os álbuns Ugly By Nature (2014), Year 3000 (2017) e Tetrix (2022), além do EP Hellway to High (2016), produzido por Jack Endino. Ao longo da carreira, o grupo realizou turnês pelo Brasil, América Latina, Europa e Estados Unidos, passando por festivais importantes, incluindo uma apresentação no Primavera Sound Barcelona, e trabalhando com nomes como Jack Endino e Thurston Moore. Agora, com MACRODOSE prestes a chegar ao público, o quarteto reafirma sua disposição em seguir expandindo fronteiras sonoras sem abrir mão da intensidade e da atitude que transformaram o Water Rats em uma das bandas mais consistentes da cena independente nacional.

Varado une Anderson Foca e Fabrício Nobre em estreia urgente e sem filtros pelo selo Dosol

Depois de anos cruzando caminhos nos bastidores da música independente brasileira, Anderson Foca e Fabrício Nobre finalmente dividiram o mesmo estúdio para dar vida ao projeto Varado. O resultado desse encontro é o EP homônimo lançado pelo selo Dosol, trabalho que aposta na espontaneidade e na energia crua do rock e do garage punk. Com cinco faixas gravadas em menos de dez horas no Estúdio Costella, em São Paulo, o registro foi concebido praticamente ao vivo, priorizando a captura do momento em vez de uma produção excessivamente lapidada. Produzido por Anderson Foca, o EP também contou com a participação de músicos das bandas Sugar Kane e Zander. Carlos Fermentão assinou a coprodução do trabalho e gravou os instrumentos, enquanto Alexandre Capilé colaborou diretamente nas gravações ao lado de Gabriel Zander. Segundo Foca, as composições foram pensadas especialmente para a interpretação de Fabrício Nobre, trazendo letras que refletem inquietações pessoais e sociais compartilhadas pela dupla ao longo dos anos. As cinco músicas exploram diferentes perspectivas sobre o cotidiano contemporâneo. “Fenda Vil do Tempo” aborda a relação com a passagem do tempo e os papéis sociais, enquanto “Sente-se” discute as transformações do presente e os desafios da masculinidade. Já “Água Parada” reflete sobre envelhecimento e movimento, “Pensamento Linear” critica posturas rígidas e conservadoras, e “De Volta ao Começo” encerra o trabalho mergulhando em ciclos de excessos, consumo e dependência tecnológica. A proposta estética do Varado também se estende ao visual. A capa, criada por Caio Vitoriano com ilustração de Anderson Foca, faz referência a processos gráficos manuais, contrastando com a hiperconectividade atual. Os videoclipes seguem a mesma filosofia, com uma estética garageira, direta e sem filtros. Para Foca, o projeto também carrega uma mensagem geracional importante: nunca é tarde para começar algo novo. Aos mais de 50 anos, ele e Fabrício Nobre transformam a amizade de décadas em um disco que celebra liberdade criativa, urgência artística e o prazer de continuar fazendo música.

Frutas, stage dives e “my mame is Dangerous”: a apoteose krishnacore do Shelter em Santos, em 1996

O ano era 1996 e o hardcore dominava a MTV Brasil. Se você ligasse a TV em qualquer tarde daquele ano, era questão de tempo até o clipe de Here We Go invadir a tela com sua energia contagiante. A faixa catapultou o álbum Mantra (1995) e transformou o Shelter, banda americana liderada por Ray Cappo (ex-Youth of Today), em um fenômeno global. A sonoridade agressiva contrastava com a mensagem pacifista e espiritual de orientação hindu, criando um subgênero próprio: o krishnacore. E foi exatamente no auge dessa febre, em junho de 1996, que a banda desembarcou no Brasil para uma turnê histórica. Além de capitais como São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba, a rota incluiu uma parada obrigatória na Baixada Santista. O resultado? Um dos shows mais caóticos, divertidos e inusitados da história de Santos. Palco improvável e a ironia do destino do Shelter em Santos A ironia de uma banda estritamente vegetariana tocar em um antigo restaurante chinês não passou despercebida. O relato histórico do fanzine santista Surf Core detalhou perfeitamente a atmosfera daquela noite. O Cadillac Café, na Avenida Conselheiro Nébias, 788, provou ser um cenário impecável para o hardcore: com dois andares, palco na altura ideal e duas caixas de som gigantes, a estrutura parecia ter sido feita sob medida para os stage dives. A abertura foi uma celebração à parte. O Cólera, com o saudoso Redson, subiu ao palco em formato power trio e entregou um set rápido e agressivo. Em seguida, o Garage Fuzz, que estava há tempos sem tocar em casa por conta da composição de novas músicas, matou a saudade e fez “todo mundo pogar”, com o então vocalista Alexandre Sesper (Farofa) dedicando o show a todos os animais que haviam sido sacrificados ali no passado. O Blind fechou o suporte mostrando sua forte influência do punk rock dos anos 80. Quando o Shelter finalmente assumiu os instrumentos, a catarse foi imediata. Para Marco Casado Lima, fã que esteve presente, a escolha do local refletia a essência da cena na época: “Punk/HC é foda… sempre que um lugar abria espaço, é porque já tava ruim das pernas. Era tipo a última cartada dos donos desesperados”. Quando o Shelter subiu ao palco, a catarse foi imediata. “A galera dava stage dive do mezanino, aquilo me impressionou. Me senti num show do Bad Brains em Nova York no início dos anos 80”, relembra Marco. Camarim vegano para o Shelter em Santos e a ajuda divina Para o produtor do show, Alexandre Macia, o Pepinho, a noite marcou sua estreia com atrações internacionais. “Foi super bem-sucedido, deu sold out. Foi fácil de vender porque Here We Go estava tocando não só na MTV, como nas rádios de rock. Acabaram os ingressos e ainda tinha gente querendo”, conta. Mas se os números de bilheteria eram de rockstars, o rider (lista de exigências) do camarim pegou o produtor de surpresa. Acostumado a comprar cerveja e uísque para bandas de metal, Pepinho se viu em um cenário diferente com os devotos de Krishna, que na época contavam com ninguém menos que Roy Mayorga (que depois brilharia no Soulfly e Stone Sour) na bateria. “Os caras só queriam fruta! Eu fiz a feira pela primeira vez na minha vida graças ao Shelter, comprando mamão papaya, banana… E os caras eram muito gente fina, de boa”, diverte-se o produtor. A logística ainda contou com uma “intervenção divina”: “O templo Hare Krishna de Santos fez questão de levar a banda para almoçar no dia do show. Isso foi uma maravilha, economizei um bom dinheiro de rango!” “Hi, my name is Dangerous” O clima amigável de Ray Cappo rendeu uma das histórias mais hilárias dos bastidores santistas. Pepinho havia prometido ao seu funcionário da loja Metal Rock, apelidado de “Perigoso” e fã do Shelter, que o apresentaria ao ídolo. Durante a montagem do palco, Cappo pediu para tomar uma água de coco. Pepinho topou, com a condição de passarem na loja primeiro. “Quando eu entro na loja com o Ray Cappo, o Perigoso quase desmaiou”, relembra o produtor. Tomado pela emoção e querendo impressionar o ídolo em inglês, o fã cometeu um erro de tradução fatal na hora de se apresentar. “O Perigoso, em vez de falar o nome, traduziu o próprio apelido. Ele soltou um: ‘Hi! My name is Dangerous!’. O Ray Cappo chorou de rir de encostar na parede. Ele ria e falava: ‘Ok, sorry, you are dangerous!’. Puta, coitado do Perigoso”, gargalha Pepinho. Caos no mosh, cusparada e a debandada dos “modistas” O sucesso estrondoso de Here We Go nas rádios e na TV cobrou seu preço na pista. Se o produtor Pepinho celebrou o sold out, o fanzine Surf Core relatou o que isso significou na prática: foram mais de mil ingressos vendidos para um espaço que, teoricamente, não comportava aquele volume de pessoas. “Não cabe isso tudo, mas coube”, resumiu a publicação. Essa superlotação misturou a velha guarda do punk com o público novato atraído pela MTV, gerando atritos. A empolgação com os saltos do mezanino e invasões de palco fugiu do controle. Em determinado momento, os “babacas de plantão” invadiram tanto o espaço da banda que uma das músicas do Shelter acabou sendo tocada de forma quase totalmente instrumental, pois Ray Cappo mal conseguia cantar. O clima, que era de festa, atingiu um pico de tensão com uma atitude inaceitável. Sempre pregando o pacifismo e o respeito, o vocalista parou o show e ameaçou não continuar após um fã dar uma cusparada na intérprete que estava no palco tentando traduzir as mensagens da banda para o público. Apesar do estresse, a apresentação teve um “filtro” natural. Assim que o super hit Here We Go foi executado, ocorreu um fenômeno clássico dos anos 90 relatado pelo fanzine: os “modistas” deram a noite por encerrada e foram embora para casa. Foi só a partir desse momento, com a pista respirando um pouco mais, que os fãs reais de krishnacore puderam absorver a agressividade musical do Shelter

30e assume gestão global do Faith No More e anuncia turnê mundial para 2027

A 30e, companhia brasileira líder em entretenimento ao vivo, anunciou um global deal estratégico com o Faith No More, uma das bandas mais influentes e disruptivas da história do rock. O acordo de longo prazo confere à empresa brasileira o papel de núcleo estratégico e operacional para as próximas turnês mundiais da banda, abrangendo os cinco continentes. Quebrando o eixo tradicional Historicamente, o fluxo do show business global é centralizado nos eixos Estados Unidos e Europa. Este acordo subverte essa lógica, colocando uma potência latino-americana na liderança do planejamento global de um ícone mundial. O modelo garante que a 30e exporte sua inteligência em dados, marketing e infraestrutura, enquanto a banda mantém controle total sobre sua autonomia artística e legado. Identidade compartilhada O Faith No More, sempre conhecido por desafiar gêneros e romper com o status quo — seja fundindo funk e metal ou experimentando texturas imprevisíveis —, encontrou na 30e um parceiro alinhado com esse espírito. “A 30e é uma empresa que quer desafiar o status quo e, como artistas, entendemos o valor disso. A abordagem deles não soa como a engrenagem de sempre”, declarou a banda em comunicado oficial. Pepeu Correa, CEO da 30e, reforçou que a escolha do grupo não foi por acaso: “Eles moldaram gerações inteiras justamente por se recusarem a jogar sob as regras óbvias do mercado, e é esse mesmo espírito audacioso que move a 30e”. Ascensão global Este não é o primeiro passo da empresa neste tabuleiro. No início de 2026, a 30e já havia anunciado um acordo de longo prazo com o System Of A Down, consolidando sua posição como uma das principais exportadoras de inteligência e estratégia do mercado de música ao vivo. A parceria com o Faith No More, construída em conjunto com a agência WME, sinaliza um novo momento para o setor no Brasil: um país que não apenas recebe grandes shows, mas que agora comanda a engrenagem criativa por trás deles.

Não Religião retorna aos palcos no Hangar 110

O punk rock nacional perdeu um pouco de sua voz quando o Não Religião pausou suas atividades, mas a espera acabou. Formada em São Paulo em 1985, a banda que ajudou a pavimentar o hardcore e o rock alternativo brasileiro retorna para um show de reunião mais do que necessário no dia 20 de junho de 2026, no Hangar 110, em São Paulo. A banda, liderada por Tatola nos vocais, volta para mostrar que a crítica social e política de seus três discos fundamentais, A Verdadeira História de Um Brasileiro, Pegaram Jesus Pra Cristo e Ninguém Me Escuta, permanece urgente. Uma noite de resistência e solidariedade O show contará com participações de peso, incluindo a lendária banda 365, e convidados como Swave, Chicko Noise e Cadillacs Punk Rock. A discotecagem da noite fica por conta do DJ Maia (89 FM). Além da celebração musical, o evento abriga uma causa nobre: o Bazar do Mingau. Amigos e o próprio músico estão doando instrumentos, discos, roupas e equipamentos para um bazar solidário. Toda a renda será revertida como combustível para o tratamento e recuperação de Mingau, uma das figuras mais amadas do rock nacional. É o punk rock cumprindo seu papel original de rede de apoio e coletividade. Serviço: Não Religião – Show de reunião

Machine Gun Kelly anuncia show solo em São Paulo

O artista multiplatinado mgk (Machine Gun Kelly) confirmou seu retorno a São Paulo. O cantor, que se tornou uma das figuras mais dinâmicas da cena musical global, traz a sua Lost Americana Tour para uma apresentação solo em São Paulo, no dia 6 de setembro de 2026, no Espaço Unimed. Com mais de 20,6 bilhões de streams acumulados, mgk consolidou uma trajetória marcada pela quebra de paradigmas. Após dominar o rap, o músico fez uma transição bem-sucedida para o rock/pop punk com o aclamado Tickets to My Downfall (2020), que atingiu o topo da Billboard 200, e manteve a relevância com o sucessor Mainstream Sellout (2022). Turnê “Lost Americana” A turnê atual promove seu sétimo álbum de estúdio, Lost Americana (2025). O repertório promete um espetáculo de alta energia, mesclando faixas que definiram sua fase rock, como bloody valentine e my ex’s best friend, com o material mais recente, que continua a flertar com a versatilidade do alt-pop e do rap. Multitalento em foco Para além da música, mgk se firmou como uma força no entretenimento e cinema. Recentemente, o artista se destacou por seu papel como a pioneira do rock Sister Rosetta Tharpe no filme Rosetta (Amazon MGM Studios) e pela sua participação em projetos de comédia, demonstrando uma versatilidade que o mantém no centro das conversas da cultura pop mundial. Serviço: Machine Gun Kelly em São Paulo – Lost Americana Tour

Lionel Richie confirma show único no Nubank Parque, em São Paulo

O lendário Lionel Richie desembarca em São Paulo para uma noite histórica no Nubank Parque, no dia 19 de dezembro de 2026. Com um repertório recheado de clássicos que definiram a música pop, o artista promete uma experiência de conexão profunda com o público brasileiro. Informações sobre Lionel Richie em São Paulo Vendas e pré-venda (clientes Itaú) O Itaú Unibanco oferece benefícios exclusivos, incluindo 15% de desconto no valor dos ingressos para compras com cartões de crédito. Público Início Fim Private Bank e Personnalité 16/06, 10h 17/06, 10h Demais clientes Itaú 17/06, 10h 18/06, 10h Venda geral (online) 18/06, 12h – Bilheteria oficial 18/06, 13h – Setores e preços Dica: Clientes Itaú podem parcelar em até 3x sem juros em qualquer compra. O que esperar do show do Lionel Richie em São Paulo? Lionel Richie conduz seus espetáculos como uma “memória coletiva”. Prepare-se para cantar do início ao fim hinos como: Informação importante sobre o pacote VIP O Pacote VIP Super Fã Itaú (R$ 500,00) inclui itens exclusivos, mas atenção: ele é vendido separadamente e exige a compra prévia de um ingresso para os setores específicos (Platinum, Orange, Diamond, Gold ou Silver). Classificação etária: Entrada de 5 a 15 anos acompanhados; 16 e 17 anos podem ir desacompanhados. (Sujeito a alteração por decisão judicial).

Blink-182 relança Take Off Your Pants and Jacket com faixas inéditas no streaming

O Blink-182 lançou a edição de 25 anos de Take Off Your Pants and Jacket, o álbum que mudou a história do punk rock ao ser o primeiro do gênero a estrear no topo da Billboard 200. Além das 13 faixas clássicas que definiram hits como The Rock Show, Stay Together for the Kids e First Date, esta edição comemorativa traz um presente especial para os fãs mais dedicados: seis músicas que nunca tinham chegado ao streaming. Fim do mistério das edições raras Quando o disco foi lançado, em 12 de junho de 2001, a capa foi dividida em três versões colecionáveis, cada uma representada por um símbolo: o avião vermelho, a calça amarela e a jaqueta verde. Cada uma dessas edições trazia duas músicas “escondidas” que se tornaram o Santo Graal dos fãs da banda. Agora, pela primeira vez, todas as seis raridades estão reunidas em um único lugar. Impacto de Take Off Your Pants and Jacket O álbum é um divisor de águas não só para o blink-182, mas para o rock moderno. Ele refinou a fórmula que a banda começou a desenhar em Enema of the State, trazendo uma produção mais polida, mas mantendo a atitude adolescente, o senso de humor escrachado e a energia inesgotável. Vinte e cinco anos depois, a relevância do disco continua intacta.