Oasis Knebworth 1996 chegará ao Paramount+

Paramount +, serviço premium de streaming da ViacomCBS, anunciou que o tão aguardado filme do concerto Oasis Knebworth 1996 chegará à plataforma logo após seu lançamento nos cinemas de todo o mundo. Dirigido pelo vencedor do Grammy Jake Scott, Oasis Knebworth 1996 celebra um dos shows ao vivo mais icônicos dos últimos 25 anos e investiga a relação especial entre o Oasis e seus fãs. A história é contada através dos olhos dos frequentadores do show e apresenta um arquivo extenso e nunca antes visto de shows e cenas de bastidores, além de entrevistas com a banda e organizadores do evento. Liam Gallagher afirma… “Para mim, Knebworth foi o Woodstock dos anos 1990. Era sobre a música e as pessoas. Não consigo me lembrar muito sobre isso, mas nunca vou esquecer. Foi bíblico.” Noel Gallagher lamentou uma ausência do setlist: “Não acredito que não tocamos Rock ‘n’ Roll Star!” O recorde do Oasis de duas noites em Knebworth ocorreu em 10 e 11 de agosto de 1996, com mais de 250 mil de jovens fãs de música de todo o mundo reunidos em Knebworth Park, Hertfordshire, Inglaterra. Todos os ingressos foram vendidos em menos de 24 horas, quebrando todos os recordes de bilheteria do Reino Unido. As apresentações monumentais aconteceram em um contexto no qual o Reino Unido estava se recuperando lentamente de uma década de recessão. Um ressurgimento cultural na arte e na cultura estava dando origem ao Cool Britannia e, em sua ascensão meteórica para se tornar uma das maiores bandas do mundo, o Oasis personificava aquele otimismo e arrogância recém-descobertos. Apresentando uma lista de faixas repleta de clássicos, da abertura de Columbia e Acquiesce, a Champagne Supernova, Don’t Look Back In Anger, Live Forever, uma orquestra triunfante apoiada por I Am The Walrus, e o sucesso do topo das paradas, Wonderwall, os shows de Knebworth foram o auge do sucesso da banda e a histórica reunião de uma geração O filme é produzido pela Black Dog Films para a Kosmic Kyte Ltd. Noel Gallagher e Liam Gallagher são os produtores executivos. É financiado e distribuído pela Sony Music Entertainment e será lançado nos cinemas de todo o mundo em 23 de setembro pela Trafalgar Releasing.

Placebo retorna com o single Beautiful James; ouça!

O Placebo está de volta. A banda divulgou o primeiro single em cinco anos. A faixa Beautiful James está disponível nas plataformas de streaming. Ao longo de mais de 25 anos, o Placebo mostrou-se mestre em catalogar a condição humana. A maneira única da banda de examinar suas falhas e beleza por muito tempo os tornou um refúgio para aqueles que sentiam que as armadilhas da tradição e do mainstream eram exatamente isso – uma armadilha. Placebo continua a mostrar os aspectos de nossa sociedade que muitas vezes são vistos por alguns com ceticismo, na melhor das hipóteses, e ódio, na pior. Então, é com certa angústia que o single Beautiful James chega, descobrindo-se nascido em um mundo que está tão dividido como sempre esteve. Contra o pano de fundo de relações globais fragmentadas, abuso on-line incontestado, e medo generalizado entre as mentes limitadas do que elas não conseguem entender, Beautiful James traz consigo uma mensagem de desafio que busca normalizar e celebrar relacionamentos não heteronormativos na música. Brian Molko comentou o lançamento de Beautiful James: “Se a música serve para irritar os quadrados e os tensos, que seja alegre. Mas continua sendo imperativo para mim que cada ouvinte descubra sua própria história pessoal dentro dela – eu realmente não quero dizer a você como se sentir”. Criada através do olhar da insônia, a banda mudou seu processo criativo de cabeça para baixo para dar vida a Beautiful James. Significou abordar o trabalho juntos de uma nova maneira, que começou primeiro com imagens fotográficas e um título de música que evocava um certo sentimento – muito antes de qualquer música ser escrita. A canção resultante é tão poderosa quanto vulnerável – uma peça de arte decididamente desafiadora e, em última análise, necessária. Beautiful James não é uma polêmica, nem mesmo uma conversa. É uma declaração – a mais clara e ousada que eles já fizeram.

Abraskadabra revela terceiro single do novo álbum: Set Us Free

A banda curitibana de ska punk Abraskadabra lançou nesta semana a música Set Us Free, última amostra do aguardado disco Make Yourself at Home que chega ao streaming em vinil no dia 24 deste mês pelo selo americano Bad Time Records. “Foi uma das primeiras músicas que tínhamos para o álbum, e acho que diz como o mundo está fodido agora, com absurdos e obscenidades acontecendo todos os dias, a extrema direita, o obscurantismo e o negacionismo”, diz o Abraskadabra. Todos estes elementos, por outro lado, como comenta a banda, evoca o poder popular e evidencia como temos o poder de mudar isso e ir contra tais questões negativas ao país. >> Confira entrevista com o Abraskadabra “E realmente fazer a diferença, como podemos ver no Chile agora, onde eles estão reescrevendo sua constituição depois de uma rebelião que quase derrubou o presidente e fizeram um plebiscito, e foi um movimento feito pelo povo. É lindo o que está acontecendo lá agora, e temos mais exemplos assim no mundo, então é possível, e talvez tenhamos que enfrentar essa transição, criação após destruição, assim esperamos”. Sobre a sonoridade, a banda revela que é a primeira vez que misturam bubblegum pop com ska, o que dá uma vibração animada, vocal marcante e trompetes melódicos.

Muqueta Na Oreia revela nome e tracklist de novo álbum

Com o mercado do showbiz congelado por conta da pandemia, a banda brasileira Muqueta Na Oreia aproveitou o período para concluir o processo de gravação, mixagem e masterização do seu terceiro disco de inéditas batizado de brasileiros. O novo álbum foi gravado no estúdio Muqueta Records, em Embu das Artes (SP), e contou com a produção dos próprios músicos. Enquanto a mixagem e masterização tem a assinatura do guitarrista Bruno Zito. brasileiros traz 13 músicas pesadas, rápidas, cheia de raiva e letras extremamente fortes e ácidas. Em resumo, o disco conta com a participação especial de Marcos Kleine (Ultraje a Rigor/PAD), Antonio Araújo (Korzus/Lockdown), DJ MF (Pavilhão 9), Bloco Cachorro de Selva e o guitar hero Marcio Sanches.. Neste trabalho, Ramires (vocal/percussão), Bruno Zito (guitarra), Cris (baixo) e Henry (bateria) voltam a provar ainda mais o seu valor, talento e que estão passando pelo período mais criativo da carreira. Aliás, o lançamento está previsto para a última semana de outubro em todas as plataformas digitais; e à venda nas principais lojas especializadas do Brasil, assim como na loja oficial do grupo na plataforma de comércio eletrônico Shopee. Por fim, o tracklist oficial de brasileiros consiste em: brasileiros É na porrada Samba de Maria (feat. Bloco Cachorro de Selva) Vingança Sangue no Zóio (feat. Antonio Araújo – Korzus/Lockdown) Fissura (feat. DJ MF – Pavilhão 9) Zumbi das Trevas O Anticristo Teorias da Conspiração (feat. Marcos Kleine – PAD/Ultraje a Rigor) Violência Revolta Resistência (feat. Marcos Sanches) O Herói morreu

Crítica | Katedralen – Mork

One-man-bands são muito comuns no cenário black metal, sendo a mais famosa de todas o Bathory, besta criada pelo lendário Quorthon (RIP). Aqui temos mais um caso semelhante, trata-se do Mork, projeto de Thomas Eriksen, fundado em 2004 como um trabalho paralelo, que logo assumiu o status de banda principal. Diz a lenda que após visitar o antigo local de ensaios do também norueguês Darkthrone, Eriksen se inspirou tanto que voltou correndo para casa e produziu o debute Isebakke, lançado em 2013. De lá para cá, foram mais quatro álbuns, contando com o novíssimo Katedralen, lançado em 2021. Ao dar play em Katedralen, fica bastante óbvia a influência do Darkthrone, uma das melhores bandas de black metal da história, diga-se. Leia-se influência, e não cópia. Isso posto, vale destacar que a fase mais recente da banda de Fenriz é a que parece exercer mais fascínio sobre Eriksen. Estão lá, todos os ingredientes: velocidade moderada, vocais ríspidos, letras em norueguês e os indefectíveis riffs gelados, que parecem ter sido gravados sob uma densa aurora boreal. E, claro, com bastante referências ao thrash e ao heavy tradicional. Também vale citar a extrema beleza da arte da capa, totalmente de acordo com a proposta do Mork. E se você curte black metal , tente não se empolgar com as certeiras Evig Intens Smerte, Svartmalt, Det Siste Gode I Meg e a épica De Fortapte Sjelers Katedral, que encerra brilhantemente esse belo artefato. E o grupo assombrará nosso país em 2022, no festival Setembro Negro. Fique ligado. KatedralenAno de Lançamento: 2021Gravadora: Peaceville RecordsGênero: Black Metal Faixas:1-Dodsmarjsen2-Svartmalt3-Arv4-Evig Intens Smerte5-Ded Siste Gode I Meg6-Fodt Til A Herske7-Lysbaereren8-De Fortapte Sjelers Katedral

Rock in Rio anuncia Dua Lipa como headliner da última noite

Future Nostalgia

O Rock in Rio acaba de confirmar um dos maiores nomes da cena do pop da atualidade em seu line-up: Dua Lipa. Fenômeno da música internacional e muito pedida pelos fãs do festival, a cantora e compositora britânica vai encerrar as apresentações do Palco Mundo na edição de 2022, com um show marcado para o último dia do evento, 11 de setembro, mesma data que a organização já havia confirmado Ivete Sangalo. Passando pela primeira vez no Rock in Rio, Dua Lipa lançou no ano passado o álbum Future Nostalgia. Bastante reverenciado pela crítica especializada e pelo público, o trabalho lhe rendeu o Grammy na categoria “Melhor Álbum Pop”, além de contar com o hit mundial Don’t Start Now, que passou de mais de 1 bilhão de streams no Spotify. Marcado para os dias nos dias 2, 3, 4, 8, 9, 10 e 11 de setembro de 2022, na Cidade do Rock, no Rio de Janeiro, o Rock in Rio já tem data para iniciar as vendas do Rock in Rio Card. No do dia 21 de setembro, a partir das 19h, os fãs poderão adquirir seus ingressos no site do festival. Dua Lipa começou sua carreira musical aos 14 anos, com covers de músicas de outros artistas no YouTube. Seu primeiro álbum de estúdio, Dua Lipa, lançado em 2017, foi um grande sucesso. Com singles conhecidos internacionalmente, entre eles Be the One, Idgaf e New Rules, a cantora emplacou logo em sua estreia duas faixas no top 10 das paradas britânicas, além de ter alcançado o top 6 nos EUA. Fenômeno mundial, seu segundo álbum, Future Nostalgia, lançado em 2020, conta com diversos hits, entre eles, Don’t Start Now, Physical, Break My Heart e Levitating, e acumula mais de 4,5 bilhões de streams no Spotify até o momento. Rock in Rio Card para ver Dua Lipa A partir do dia 21 de setembro, às 19h, acontece a venda do Rock in Rio Card, que equivale a um ingresso antecipado e garante a entrada ao evento antes mesmo da confirmação de todas as bandas e atrações. Depois de um longo período sem encontrar seus artistas preferidos em função da pandemia de covid-19, os fãs do Rock in Rio já têm data marcada, o Dia do Reencontro, 2 de setembro de 2022, na Cidade do Rock, no Parque Olímpico, no Rio de Janeiro, quando acontece o primeiro dia de Rock in Rio. O maior festival de música e entretenimento do mundo segue pelos dias 3, 4, 8, 9, 10 e 11 de setembro. Para 2022, a organização já divulgou alguns nomes do line up, como Justin Bieber, Demi Lovato, Post Malone, Marshmello, Jason Derulo, Iron Maiden, Dream Theater, Iza, Ivete Sangalo, Joss Stone, Corinne Bailey Rae, Glória Groove e Duda Beat. Para a edição do Rock in Rio Brasil 2022, o valor da entrada será R$ 545,00 (inteira) e R$ 272,50 (meia-entrada). O pagamento pode ser feito por cartão de crédito e o valor parcelado em até seis vezes. Clientes Itaú Unibanco que efetuarem o pagamento com cartões de crédito Itaucard e Credicard têm desconto de 15% na compra do Rock in Rio Card, além do parcelamento em até oito vezes sem juros. O desconto de 15% não é cumulativo com a meia entrada.

Ardendo em Chamas abre fase acústica do The Bombers; ouça!

A banda santista The Bombers deu início ao trabalho de divulgação do seu próximo álbum, Desplugado no Espaço Coletivo, que será lançado em 5 de novembro pela Craic Dealer Records. O primeiro single é Ardendo em Chamas, faixa do EP Bumerangue (2020). O registro faz parte do show acústico, gravado no Espaço Coletivo em São Paulo, em fevereiro, e transmitido mediante venda de ingressos em março. Em sua releitura acústica para Ardendo em Chamas, a banda conta com o vocalista e guitarrista Matheus Krempel no violão e voz e o guitarrista Gustavo Trivela na viola caipira. Aliás, eles trouxeram uma roupagem que buscou valorizar um pouco mais toda a dramaticidade melodiosa da faixa, que trata sobre crises de ansiedade. Recentemente, outro show ao vivo com Ardendo em Chamas O reencontro de uma banda com o seu público é sempre muito especial. Se tratando do The Bombers, responsável por um dos shows mais empolgantes do cenário underground nacional, a sensação fica ainda mais impactante. Após um ano e meio sem tocar para um público, a banda santista, enfim, reencontrou a plateia. A apresentação no Teatro Martins Penna (Centro Cultural da Penha), em São Paulo, rolou no dia 11 de julho. Com um repertório que engloba todas as fases, inclusive as músicas mais recentes, o Bombers traz toda sua energia em uma performance visceral sem limites. A apresentação teve incentivo da Prefeitura Municipal de São Paulo e da Secretaria Municipal de Cultura. O show contou com um seleto número de convidados na plateia (20 pessoas), seguindo todas as recomendações de segurança sanitária. “A crise sanitária afetou todos de forma coletiva, impactando em diversos setores econômicos. Na área artística isso não foi diferente, além, é claro, dos impactos individuais. Para nós, como banda, foi um exercício de saúde também nos manter conectados de certa forma, criando ideias para discos, incentivando um ao outro”, explica Matheus.

Entrevista | Abraskadabra – “A única exigência era que o rosto do fuleiro na presidência não aparecesse”

Lançado no último dia 2, o videoclipe Cattle Life é o último trabalho da banda de ska-punk Abraskadabra. A princípio, os curitibanos denunciam a atual gestão do governo Bolsonaro, por meio de uma letra cirúrgica, uma melodia marcante e uma animação potente. Em suma, Cattle Life integrará o novo álbum da banda, intitulado Make Yourself at Home, que será disponibilizado em 24 de setembro. Com direção de Guilherme Lepca e produzida pela Smart/Bamba, a animação é composta por diversas colagens. Em resumo, além dos lyrics, o trabalho reúne manchetes de jornais e características que fazem parte do universo bolsonarista, como por exemplo: o negacionismo a ciência, a adoração por armas, o alto preço dos alimentos e a adição da religião na política. Por outro lado, Cattle Life também apresenta esperança por dias melhores – sobretudo para as minorias sociais –, com imagens de protestos anti-bolsaristas. “Música foi feita com muita raiva, tanto sonora como na letra, tudo a flor da pele. É um recado para as pessoas que votaram nele que vão pagar, aliás, todos nós estamos pagando pelo voto nesse cara”, comenta Du, vocalista do Abraskadabra. Aliás, nos próximos dias, o Abraskadabra deve soltar mais um single com videoclipe. A faixa escolhida é Set Us Free. Por fim, em entrevista ao Blog n’ Roll, Du conta mais detalhes sobre Cattle Life e também, claro, sobre Make Yourself at Home. Vale ressaltar que o álbum será lançado pela Bad Time Records, uma gravadora americana especializada em ska-punk. Além de ser disponibilizado no streaming, o selo também fará o lançamento da obra em vinil colorido (serão quatro versões diferentes do disco, com distribuição nos Estados Unidos, Reino Unido, Japão e Brasil). Confira! Além das negligências do governo Bolsonaro, como ocorreu o processo criativo do videoclipe de Cattle Life? O crédito total do clipe vai para o nosso amigo Guilherme Lepca e toda a equipe da Smart Diseños, provavelmente o estúdio de animação mais cabuloso do Brasil hoje em dia. A gente basicamente passou a letra pra eles e falamos pra seguirem ela como um roteiro mesmo, sem censura. Tanto é que só vimos o clipe depois de pronto. A única exigência – que foi inclusive decidida em comum acordo com a SD – era que o rosto do fuleiro na presidência não aparecesse no clipe. Não gostaríamos de manchar um trabalho fino desse com aquela cara horrenda. Do We Need a Sign e Cattle Life são músicas que carregam mensagens diferentes e passam sensações distintas uma da outra. O que podemos esperar de Make Yourself at Home? Aliás, como foi a produção do álbum? Olha, como temos três compositores nesse álbum, os temas variam, naturalmente. Então vão ter mais músicas de protesto, de amor, de reflexão e por aí vai. A gente já vinha compondo desde a metade de 2020; ficamos 20 dias em uma chácara de um amigo nosso em dezembro de 2020, gravamos o álbum e dois videoclipes. A mix e master levaram uns três meses pra ficarem prontas, então somando todo o processo desde a gravação até a finalização foram três meses. Apesar de ser uma banda brasileira, vocês fazem composições em inglês. Na opinião do Abraskadabra, artistas brasileiros que (também) atuam no exterior têm o dever de expor a atual crise política do país para os fãs gringos? Achamos que sim, até porque estamos vivendo uma situação insustentável hoje em dia. Uma mistura de incompetência com sadismo, uma combinação mortal, literalmente. Então é mais um desabafo natural que vai reverberar pela música, do que uma obrigação de mostrar para o mundo o que está acontecendo aqui. Mas ao mesmo tempo, por que não explicar a situação para pessoas alheias a nossa realidade? Acho que o mundo deve entender a gravidade da nossa situação, já que ainda existe gente aqui no Brasil que não entendeu. Existem muitas diferenças entre os públicos brasileiro e gringo? A nossa postura é sempre a mesma, procuramos entregar 100% nos shows e na interação com a galera. Obviamente existem diferenças culturais, mas fomos muito bem recebidos nos EUA, eles têm um senso de comunidade na cena musical muito elevado, estão sempre prontos pra ajudar. O mosh pit é menos violento e mais dançante por lá. E como aqui, sempre rola aquele papo bom na barraca do merch tomando aquela gelada pós-show. Com o avanço da vacinação, artistas estão retornando aos palcos. Como está a agenda de vocês? Pretendem voltar a se apresentar em breve? Nossa agenda está zerada, não temos nem previsão para voltarmos aos palcos aqui no Brasil. Temos ouvido de produtores que provavelmente os shows voltem somente ano que vem, para o fim do primeiro semestre. A gente torce pra que as coisas melhorem antes disso porque está sendo torturante ficar sem tocar. Além de Cattle Life, e do lançamento de Make Yourself at Home, quais são os próximos passos do Abraskadabra? Pretendem lançar mais videoclipes ainda em 2021? A gente tem mais alguns videoclipes engatilhados e algumas surpresas pra esse ano ainda, que infelizmente não podemos revelar! Mas fiquem ligados que vem coisa boa por aí!

Royal Blood escala Colin Hanks, Josh Homme e batera do Arctic Monkeys em Hold On

Depois de retomar os shows no início deste semestre, o Royal Blood colocou foco renovado no terceiro álbum, Typhoons. Em resumo, eles compartilharam um novo vídeo para o single Hold On. O clipe de Hold On foi dirigido por Colin Hanks, o filho de Tom, mais conhecido pelos papeis em Dexter e The Good Guys. O vídeo é a mais recente incursão do artista na música – ele previamente dirigiu os documentários Eagles of Death Metal: Nos Amis (Our Friends) e All Things Must Pass: The Rise and Fall of Tower Records. Hanks estrela, como Roy Boulders, no papel de um palestrante motivacional que usa as próprias canções edificantes como mensagem para o último sermão. Enquanto a audiência vai sendo cativada, dois questionadores se mantém não impressionáveis: Josh Homme (Queens of the Stone Age) e Matt Helders (Arctic Monkeys). É uma versão visual sagaz que oferece uma subversão sutil do sentido original da faixa. Sobre Hold On O frontman da Royal Blood, Mike Kerr, refletiu sobre a canção no “Faixa-a-faixa com NME”: “eu acho que foi primeira vez que eu escrevi uma canção para outra pessoa, alguém que estava passando por um período realmente difícil. Como a maioria das nossas canções, ela começa com um riff principal, e eu acho que foi a primeira vez que eu me deparei com um riff que soasse realmente positivo e eufórico. Eu não acho que nós temos nada como ele em nossa obra. A mensagem é sobre estar lá para alguém e deixá-lo saber que ele não está sozinho”. O retorno da Royal Blood às turnês continua esse mês com um show intimista no Lincoln seguido de noites no Eden Project. Eles vão embarcar para sua maior turnê europeia em março de 2022, antes que eles retornem para sua casa no Reino Unido. Por fim, ainda tem o maior show de toda sua carreira no The O2, em Londres.