Insanidade lança clipe para a faixa On Fire; confira

A banda goiana Insanidade divulgou mais um single para seus fãs. Em resumo, On Fire chega com mais um clipe de seu novo álbum, intitulado High Speed. Composta por Lucas Tamandaré, a canção conta com muitos riffs. Ela foi produzida pelo produtor Gustavo Vázquez, muito conhecido no estado. “Queríamos um lance no meio do nada, bem escuro, em um local aberto, justamente para dar ênfase na questão dos fogos e na iluminação, sabe? Esses elementos enriqueceram ainda mais nossa performance. Estamos felizes em poder ter feito esse clipe com um dos maiores nomes do país”, revela Lucas.

Tagua Tagua divulga versão ao vivo da faixa Até Cair

Tagua Tagua

O projeto Tagua Tagua, de Felipe Puperi, divulgou nesta quinta (1), mais uma canção registrada durante a Inteiro Metade Session. Ademais, a versão ao vivo de Até Cair antecede o lançamento da live completa, marcada para o dia 24 de junho. Até Cair foi a última canção composta para o álbum Inteiro Metade, lançado no final do ano passado em uma parceria com Natura Musical no Brasil. “Considero uma música mais densa que as demais, mesmo não sendo a mais lenta e melancólica delas. Uma curiosidade é que na gravação original tem pouquíssimas guitarras, ela é toda mais baseada nos sintetizadores e no beat da bateria, porém na versão ao vivo isso se inverteu um pouco, a guitarra ganhou destaque e deu um peso novo para a música”, diz o músico. Inteiro Metade Session tem direção de Guillermo Calvin e traz no repertório “a execução do disco ao vivo exatamente como se escuta no vinil”.

Space Jam: Um Novo Legado ganha novo trailer; confira

A Warner Bros. Pictures divulgou um novo trailer para o filme Space Jam: Um Novo Legado. O filme traz personagens clássicos dos Looney Tunes junto do astro da NBA LeBron James. Dirigido por Malcom D. Lee, a nova produção combina animação e live action. O longa estreia no dia 15 de julho nos cinemas. Na trama, LeBron embarca em uma jornada transformadora com a missão de resgatar seu filho ao lado de uma equipe indisciplinada de Looney Tunes. Ao lado do astro da NBA, estrelam o filme o indicado ao Oscar Don Cheadle (de Os Vingadores, Hotel Ruanda), Khris Davis (de Judas e o Messias Negro, da série de TV Atlanta) e Sonequa Martin-Green (da série de TV The Walking Dead, Star Trek: Discovery).

Trailer oficial da trilogia Rua do Medo é divulgado

A trilogia Rua do Medo fez sua estreia nesta quarta-feira (9). Ademais, o lançamento aconteceu durante a Geeked Week, um evento virtual que reune fãs da cultura geek. “Como diretora de Rua do Medo, mas também amante do cinema, fiquei muito animada em homenagear algumas das grandes eras dos filmes de terror. Na primeira parte da trilogia, 1994, o destaque é o filme Pânico – foi o auge do terror dos anos 90 e, na minha opinião, um dos longas mais brilhantes já feitos e ponto final. Na parte 2, 1978, foquei no apogeu das produções de terror – Sexta-Feira 13, Halloween, A Hora do Pesadelo. Já em Rua do Medo Parte 3: 1666, encontrei a melhor inspiração em O Novo Mundo, de Terence Malik”, disse Leigh Janiak, diretoria da produção. Ademais, o programa conta a história de um grupo de adolescentes que descobre eventos aterrorizantes que assombram a cidade que vivem há gerações e que eles podem estar todos interligados;

Direto da Roça: Marley VDR se define como o caipira do rap em seu novo EP

O novo EP de Marley VDR, Direto da Roça, foi fragmentado em seis faixas que expressam as vivências de um rapper que é cheio de pensamentos e raízes sertanejas. Marley fala sobre sua conexão com o Interior e o Litoral Norte em versos carregados de poesia e beats pesados produzidos por três produtores diferentes, César Masthif, Daniel Chimp e Jarlan Akill. O trabalho rendeu até um pequeno documentário com duração de quase dez minutos que está disponível no canal do cantor. Todas as faixas tiveram videoclipe, em um projeto de audiovisual ousado que foi dirigido e produzido por Felipe Rodrigues que trabalhou pela primeira vez em parceria com o rapper. “Esse EP só existe, porque pessoas acreditaram em mim e no meu trabalho, sem eles, nada disso seria possível”, afirmou Marley. O projeto começou a ser escrito no final de 2019 e levou sete meses para ser concluído na escrita, depois veio a parte de gravações das músicas e do audiovisual. Significado de cada faixa de Direto da Roça O rapper explica que cada faixa tem um significado e representa um momento da vida e um sentimento dele. O Interlúdio traz a introdução de todo esse projeto que levou quase dois anos para ser concluído e a prepara o ouvinte para o que vem no restante do EP. Por exemplo, Caipira do rap conta a história dele no bairro de Monjolinho e exalta a cultura da Zona Rural da qual é pertencente. Já a canção Incógnita é uma alusão ao lado debochado e da postura do rapper em relação as dúvidas constantes dele a determinados assuntos. A música Amor eterno é uma verdadeira declaração de amor a mãe dele e as pessoas que mais ama neste mundo. “Amor eterno é o meu lado sentimental, faz parte das minhas conexões de afeto com outros indivíduos. Indicando que o elo mais precioso nessa terra é o de mãe para filho”, explica o rapper. Para garantir a identidade biográfica do projeto, o rapper encerra o trabalho com Pós Caos que apresenta todas às perturbações, medos e loucuras do Marley VDR. O EP ainda traz a faixa Ascensão, que mostra a força da rima de Marley VDR, um dos nomes mais vibrantes do cenário local na atualidade. Quem é o Marley O rapper nasceu em meio as montanhas de São Bento do Sapucaí, no aconchego do interior paulista e sempre viveu próximo da mãe. “Gostava muito de ler, escrever e interpretar textos. Entretanto, aos 16 anos senti que poderia colocar tudo aquilo que eu sabia na batida, e assim, criei as minhas primeiras músicas”. Desde criança, Marley ouvia rap e escrevia algumas letras, mas só conseguiu subir no palco quando tinha 17 anos. “A primeira vez que subi no palco foi um momento sagrado, emocionante e uma experiência totalmente espirituosa”, definiu Marley. Aos 18 anos, Marley fundou o Voz da Rua com o seu amigo Geovane Pereira, mais conhecido como Índigo MC. O grupo durou dois anos e ajudou a criar outros projetos culturais e sociais como: a Batalha do Baú e o Poetas da Montanha. Em 2019, Marley trocou o interior pelo Litoral Norte e foi morar em Ubatuba. Na praia, ele não tinha nenhum conhecido, mas decidiu que daria continuidade a sua carreira de rapper e conseguiu se impor na cena praiana. O resultado de todas essas histórias foram os desdobramentos da vida de um artista que já participou do principal Slam de São Paulo, das principais batalhas de rimas do Litoral Norte e que conseguiu lançar um EP que pode vir a se tornar um clássico do rap caiçara e caipira.

Arnaldo Antunes e Dedé Paraizo se preparam para o lançamento do single Vi

Arnaldo Antunes e Dedé Paraizo se uniram para produzir a música Vi, que chega em todas as plataformas digitais no dia 14 de junho. Em resumo, a canção traz reflexões sobre a vida cotidiana e mistura romantismo com apelo social. A dupla se conheceu em 2010, quando o ex-Titãs convidou o Demônios da Garoa para a gravação de um dos seus DVDs. A partir daí seguiram os contatos, até que em 2016, Antunes foi convidado para gravar a canção Tiro ao Álvaro. “Já estamos inclusive pensando em fazer novas coisas”, revelou Dedé Paraízo. “Sempre fui muito fã do trabalho dele no Titãs, Tribalistas e na carreira solo”.

Boats se inspira no indie e pós-punk na faixa Calmin

A banda Boats traz um respiro antes de um mergulho no single Calmin, o primeiro de seu novo disco. Com inspirações no indie e pós-punk, a faixa visa a busca pela tranquilidade. Ademais, a canção integra o quarto disco do grupo, que estará disponível em breve. “Calmin inaugura uma fase mais madura da banda. Nos trabalhos anteriores nós que fizemos toda produção, já nesse lançamento, bem como no disco que está por vir, tivemos toda uma equipe envolvida, na pré-produção, produção, o que ajudou muito a chegarmos no resultado que chegamos”, conta a vocalista e guitarrista Júlia Ferreira. Além de Júlia, Anny K. Fernandes (guitarra) e Gabriel Nogueira (baixo), complementam a banda.

Gravity: Gods & Punks apresenta single de 8 minutos

Prestes a lançar seu quarto disco em estúdio, a banda carioca Gods & Punks divulgou o single Gravity. Ademais, a faixa tem 8 minutos e é descrita como ‘a gênese de toda a carreira do grupo’. Em resumo, Gravity já está em todas as plataformas de streaming. A canção integra o disco The Sounds of the Universe, que chega no dia 25 de junho. Vale lembrar que a faixa já havia aparecido no EP The Sounds of the Earth (2016), contudo, a nova versão traz uma nova ideia. The Sounds of the Universe O novo disco contará com nove faixas, cinco delas repaginadas originalmente lançadas anteriormente. As outras quatro são inéditas, compostas entre 2019 e 2020.

Entrevista | Tico Santa Cruz – “Temos uma mensagem de democracia e direitos”

E se o Brasil enfrenta hoje um cenário instável em meio à pandemia do coronavírus, os fãs de Detonautas Roque Clube podem se preparar para mais uma canção cheia de críticas para o período vivenciado. Em Roqueiro Reaça, o público confere uma crônica escrita pelo vocalista Tico Santa Cruz. Ao lado de Carta ao Futuro, Micheque, Mala Cheia e outros singles, a música é mais uma vez crítica e descreve a espécie de artista, que segundo o cantor, fomenta o autoritarismo e negação da realidade. Lançada nesta sexta-feira (4), a canção está disponível nas plataformas digitais pela Sony Music, e em julho, os fãs ainda vão conhecer outros três singles que completam o novo álbum da banda, ainda sem data de estreia. Sem novidade no posicionamento Recentemente, os músicos têm se posicionado duramente contra o atual governo e a falta de políticas públicas envolvendo o cenário pandêmico. Mesmo não agradando a todos, Tico revela que o posicionamento do grupo não é algo novo, mas que atualmente conseguem dialogar de maneira mais aberta com os fãs e inclusive já ultrapassaram até os mais extremistas. “As nossas críticas foram aumentando na medida em que a sociedade começou a se inserir dentro de um contexto de debate político, mas com a polarização, a coisa tomou um patamar muito maior, óbvio. Dentro dessa polarização, a gente começa a observar que existem várias pessoas que já se posicionavam de forma agressiva em relação ao Detonautas e que hoje já entenderam que temos uma mensagem de democracia e direitos”. Tico Santa Cruz, vocalista do Detonautas O músico ainda deixa claro que não é uma questão ideológica ou partidária. Sendo de esquerda, direita ou centro, a população precisa enxergar o que está acontecendo de fato para que haja uma mudança. “Durante a pandemia, a gente fez um circulo de lançamentos todos relacionados a questões políticas, já que a gente entendeu que não tinha ninguém falando sobre isso dentro do nosso segmento. Acabamos ocupando esse espaço e deu certo, porque tivemos muitas visualizações, muitas pessoas que começaram a acompanhar a banda e o trabalho do grupo foi reconhecido”. Racismo é burrice Apesar dos novos singles da banda estarem repletos de críticas ao momento atual, uma música antiga em especial também se juntou ao repertório do grupo. Racismo é Burrice, composta por Gabriel, o Pensador, em 1993, já tem quase 30 anos, mas traz um tema muito atual. Por isso, o Detonautas, em parceria com o criador deste hino atemporal, regravou com um estilo todo próprio a canção. “O Gabriel é meu amigo de infância, antes de ser famoso e reconhecido como músico. Então já acompanhamos o trabalho dele há muito tempo e ele o nosso, temos uma parceria de muitos anos. Nesse caso, a gente pegou a música e refez o arranjo. Ele gostou, e obviamente o chamamos para participar. Como estamos na pandemia, o clipe foi feito com uma montagem. Juntamos forças para revisitar essa música”, conta. Não é a toa que o grupo decidiu relembrar esse som. Mesmo com as pequenas modificações presentes na letra e atualizações em relação ao o que está acontecendo nos dias atuais, a força dessa canção continua a mesma. Agora, segundo Tico, a questão não é mais explicar o que é o racismo, mas sim o quanto isso ainda está estruturado e enraizado na nossa sociedade, além de reforçar o que é preciso para mudar essa situação. “Eu acredito que o movimento negro nunca teve tanta voz e trouxe o debate para um nível um pouco mais profundo para a questão do racismo estrutural que permeia secularmente. Quando a gente pegou a música fez questão de fazer algumas modificações para poder gerar uma reflexão. Não se trata mais de apenas debater racismo, já que muita gente entendeu o que é, o que as pessoas não conseguiram compreender ainda é a estrutura que mantém esse preconceito funcionando”. Tico Santa Cruz, vocalista do Detonautas Participação social Além das fortes críticas políticas neste novo momento do Detonautas, outro ponto forte e evidente da banda está na luta e participação em causas sociais. Com a pandemia, as desigualdades foram expostas ainda mais fortemente. Em abril, o vocalista promoveu com outros artistas o festival “Panela Cheia Salva ClubHouse”. O intuito era de arrecadar doações para o movimento iniciado pela Cufa em parceira com a Gerando Falcões e a Frente Nacional Antirracista, buscando recursos para a compra de cestas básicas entregues à população em situação de vulnerabilidade social. “A gente entende que como artistas podemos potencializar a voz de diversos movimentos que são importantes. Entendemos que a nossa voz é significante para somar forças dentro de um momento em que as pessoas estão passando fome. Esse projeto atende 10 milhões de pessoas e foram arrecadadas 217 mil cestas básicas”. Mesmo com a participação ativa em projetos sociais como estes, Tico alerta que essas questões devem ser sanadas pelo poder público, por mais difícil que seja. Mesmo com o envolvimento da população, ainda assim, é necessária a reflexão de que o país vai enfrentar o pior pela frente em um período pós-pandemia. “Nunca podemos esquecer que essa questão é dever do poder público, mas como ele falha, a gente precisa agir para as pessoas não serem sacrificadas. A sociedade se envolve, o nosso país tem essa característica de solidariedade. Hoje o Brasil tem 20 milhões de pessoas em situação de fome e 19 milhões que não sabem se irão comer amanhã. É o maior patamar da história dos últimos anos, e é claro que com a pandemia, isso se agravou”, alerta. Futuro A participação pública dentro das questões políticas é essencial, segundo Tico. Em um cenário de vulnerabilidade, em que os projetos sociais estão trabalhando ativamente para evitar a fome em massa no país, é o momento de reflexão para algo nunca antes vivido. Com a participação, o vocalista expõe o que precisa mudar urgentemente para que o futuro não seja tão duro com a população brasileira. “A gente tem que tentar sair dessa dicotomia, desse pensamento