Matt Simons divulga lyric video colorido para a faixa Self Control; confira

O artista Matt Simons liberou na última semana o single Self Control. A canção aborda assuntos como força de vontade e auto sabotagem. Ademais, a faixa conta novamente com a produção de Hampus Lindvall, que já trabalhou com o músico em Better Tomorrow. “Hábitos antigos são difíceis de matar, recaídas são inevitáveis. Isso levanta a questão: Por que nós continuamos a fazer coisas e a passar tempo com pessoas que sabemos que são ruins para nós?”, diz Matt sobre a faixa. Self Control ainda chegou com o lyric video colorido e animado, feito por Lars de Ruyter e Bart Remmers.

Acidental estreia com álbum introspectivo; ouça!

Objetos Arremessados Pela Janela, álbum de estreia da banda Acidental, já está entre nós. Em resumo, o disco traz nove belas e introspectivas canções sobre a vida e nosso percurso na terra. Aliás, o trabalho chega ao mundo via Hearts Bleed Blue (HBB) em disco de vinil, CD e também nas principais plataformas digitais. O vocalista e guitarrista da banda, Alexandre Machado, é impossível falar deste trabalho sem mencionar Paulo Senoni, produtor do disco. “O Paulo fez as músicas chegarem bem mais longe, transformou canções que poderiam passar despercebidas em obras que me representam como um todo. A gente fez as gravações sem seguir uma referência, seguindo as nossas próprias ideias. Acredito realmente que fizemos um grande trabalho”. Antes mesmo do lançamento, o Acidental já havia divulgado dois videoclipes deste álbum. O primeiro, dirigido por Gil Gonçalves, foi de uma versão de Mesmo Que Mude, dos gaúchos da Bidê ou Balde, que contou com cenas cotidianas emotivas. Enquanto o segundo vídeo foi do single inédito E agora eu preciso, que contou com uma produção cinematográfica assinada pelo diretor Cleverson Cassanelli. O álbum, que traz influências que vão de Clube da Esquina e Guilherme Arantes a Kent e Flaming Lips, conta com a participação dos músicos Joe Gomes (ex-Pitty) e Luiz Gadelha (Talma & Gadelha) na faixa Nada Demais e Deny Bonfante (Perpetual Dreams) em Palíndromo.

Alanis Morissette libera som que cantou no tributo ao vocal do Linkin Park

A cantora e compositora canadense Alanis Morissette divulgou na sexta-feira (21) o single Rest. Em resumo, a faixa foi originalmente apresentada no tributo a Chester Bennington, vocalista do Linkin Park, no Hollywood Bowl em 2017. No entanto, a canção não estava disponível até hoje. Co-escrita por Alanis e Michael Farrell e produzida por Alex Hope, Rest está sendo lançada em apoio ao Mental Health Action Day (Dia de Ação de Saúde Mental) e encorajará doações a NAMI para auxiliar o Mês de Conscientização sobre Saúde Mental. Desde 1995, Alanis Morissette tem sido uma das cantoras-compositoras mais influentes da música contemporânea. Sua música e performances profundamente expressivas receberam muitos elogios da crítica e sete prêmios Grammy. Alanis estreou em 1995, com o clássico álbum Jagged Little Pill. Posteriormente, lançou nove álbuns mais ecléticos e aclamados. Contudo, contribuiu musicalmente para lançamentos teatrais e atuou em telas grandes e pequenas. Fora do entretenimento, ela é uma ávida defensora do empoderamento feminino, bem como do bem-estar espiritual, psicológico e físico. Em 2016, a cantora lançou Conversation with Alanis Morissette, um podcast mensal que apresenta conversas com uma variedade de autores, médicos, educadores e terapeutas reverenciados. Em síntese, eram debates cobrindo uma ampla gama de tópicos psicossociais que vão desde espiritualidade ao desenvolvimentismo e arte.

Após sete anos sem inéditas, Counting Crows lança EP

O Counting Crows está de volta com Butter Miracle, Suite One, um EP composto como uma espécie de sinfonia pop de nossos tempos. Aliás, um dos destaques do pop rock alternativo dos últimos 30 anos, a banda americana se reinventa em seu primeiro trabalho de inéditas em sete anos. Com mais de 20 milhões de álbuns vendidos no mundo todo, o Counting Crows teve a carreira catapultada pelo seminal álbum August and Everything After, de 1993. Com hits como Mr. Jones, A Long December, Big Yellow Taxi e Accidentally in Love, a banda californiana busca um novo caminho em seu novo EP, composto de um modo que as canções fluam de uma música para outra, sem interrupções. “Enquanto escrevia o final de The Tall Grass (faixa que abre o EP), fiquei tocando os dois principais acordes para frente e para trás por um tempo, apenas curtindo a maneira como a música terminava em um loop. Por capricho, mudei os acordes e me vi cantando uma melodia diferente. As palavras simplesmente vieram direto à minha cabeça e percebi imediatamente que era o começo de uma música diferente. Foi quando me ocorreu que eu poderia escrever uma série de músicas, cada uma tocando perfeitamente a anterior e fluindo juntas como uma longa música. Uma suíte. Depois que pensei nisso, era tudo o que eu queria fazer”, conta o vocalista Adam Duritz. Com produção musical de Brian Deck (Modest Mouse), o projeto foi completamente composto ainda no começo de 2019, antes da pandemia, em uma fazenda remota no interior do Reino Unido e traz uma banda com vigor renovado. Elevator Boots “Eu fiquei realmente exausto com a indústria da música algumas vezes na minha carreira, e muito deprimido com o que significa estar neste meio. Eu me senti assim novamente depois de alguns anos de turnê com o nosso último disco Somewhere Under Wonderland. Nenhuma razão específica real: o negócio da música é simplesmente muito feio às vezes e eu fico desiludido. Esse é um sentimento que vem e vai. Pensei muito nisso quando comecei a escrever esta suíte porque, por mais que odeie o mundo da música, ainda amo música de verdade e queria escrever sobre isso de algumas perspectivas diferentes, especificamente em Elevator Boots“, comenta Duritz. Ademais, o vocalista vai além e revela mais detalhes da segunda canção do EP. “A faixa conta a história de um cara em uma banda e sua vida se passa entre diferentes cidades e diferentes amantes. É sobre ele passar a vida fazendo algo que significa tudo para ele, mesmo sabendo quando partes disso não são realmente ideais. A música veio até mim muito rápido e então eu simplesmente vaguei pela fazenda cantando para mim mesmo com meu telefone para fazer anotações. Depois de ter a música, o resto demorou muito pouco tempo”. O EP contará com um curta-metragem estrelado pelo ator Clifton Collins Jr. (Westworld, Ballers, Era Uma Vez Em… Hollywood, Veronica Mars) a ser lançado em breve.

Helloween revela segundo single do novo álbum: Fear Of The Fallen

O lendário Helloween lançou o segundo single do seu próximo álbum na última sexta-feira (21). A canção escolhida é Fear of the Fallen, que chegou junto com um lyric vídeo criado por Carlos & David, da theeasyrabbit.com. Em resumo, a música possui uma passada rápida e é bem melódica do jeito que apenas Andi Deris poderia ter feito. “Eu me diverti tanto escrevendo esta música para a minha voz, mas também para Michael (Kiske), um dos melhores vocalistas do mundo. Eu sempre tive um leve sorriso em meu rosto quando eu o ouço cantar as minhas melodias”, comenta Deris. Todavia, Kiske não deixa por menos na hora de rasgar os elogios ao cuidado da banda com Fear of the Fallen. “Todo o processo, incluindo o espírito, foi o ideal. Se eu tivesse a sensação de que minhas partes não se encaixariam, eu perguntaria ao Andi se ele pudesse cantar e vice-versa. Não havia uma competição alguma – o que contou foi o melhor para a respectiva música. Eu mais uma vez estou agradecido por ser parte desta louca família. Eu os amo demais”. Aliás, o álbum autointitulado chega ao streaming no dia 18 de junho. Ademais, vale destacar que o disco contará com 12 faixas, sendo uma delas a Skyfall, que terá duas versões: uma com sete minutos e outra com 12 minutos de duração.

Chrissie Hynde lança Standing in the Doorway, disco de releituras de Bob Dylan

Chrissie Hynde, vocalista do The Pretenders, lançou seu terceiro álbum solo. Standing in the Doorway – Chrissie Hynde sings Bob Dylan é um mergulho na obra de Bob Dylan com uma leitura sentimental e temática. O disco chega a todas as plataformas de streaming via BMG, bem a tempo de celebrar os 80 anos do compositor. As músicas foram feitas à distância, durante a quarentena, por Chrisse e James Walbourne, guitarrista e produtor musical que é parceiro da artista no Pretenders. O processo se deu quase inteiramente por aplicativos de troca de mensagens. James gravava uma ideia inicial e enviava para Chrissie adicionar seu vocal. O trabalho de mixagem foi realizado por Tchad Blake (U2, Arctic Monkeys, Fiona Apple) e teve seu processo iniciado de modo fluído e natural. “Estávamos já há algumas semanas de lockdown no ano passado quando James me enviou Murder Most Foul, a nova faixa do Dylan. Ouvir essa música mudou tudo para mim, me tirou do clima pesado que eu estava. Lembro-me de onde estava no dia em que Kennedy foi baleado e peguei cada uma das referências que existem na música. É impressionante como em tudo que o Bob faz, ele consegue te fazer sorrir, te faz rir em algum momento. Eu sinto que ele é quase um comediante, com um humor ácido e sempre com algo a dizer. Na mesma hora liguei pro James e falei ‘vamos fazer alguns covers de Dylan’ e foi isso que começou tudo”, conta Chrissie. Curadoria Com 14 álbuns de estúdio lançados e diversos clássicos, Chrissie Hynde é parte do Rock’n’Roll Hall of Fame e uma inspiração para diversas gerações de artistas, de variados gêneros musicais e não só do punk e new wave, onde fez parte do movimento seminal. Ao longo de dez faixas pinçadas cuidadosamente ao longo catálogo do bardo, o repertório do disco busca momentos nem tão conhecidos da obra de Dylan com a personalidade de Hynde. Entre faixas descobertas em sobras de estúdio e compilações até canções dos anos 80 e 90, Standing in the Doorway chega acompanhado de um filme com apresentações de todas as músicas que será divulgado na próxima segunda (24), dia do octogésimo aniversário de Dylan. O álbum está disponível em todos serviços de música digital.

Grupo de rap Imagreen lança primeiro EP, uma trilogia com clipes

O Imagreen, grupo de rap da Zona Noroeste de Santos, lançou o primeiro EP Entre o Mal e o Bem após quase oito anos de caminhada. Em síntese, a produção é uma trilogia e todas as músicas ganharam clipes. Entre o Mal e o Bem, Não Fica em Shock e No Que Dar Valor têm identidades e atmosfera diferentes, mas dialogam entre si. Em resumo, os integrantes Mary Pozett, 33 anos, Zilla, 29, e LM’C ,25, começaram a pensar no conceito do EP após serem contemplados com a Lei Aldir Blanc, em dezembro de 2020. “Quando conseguimos pensamos no conceito do EP, soltando todas as músicas com clipe”, diz Zilla.  Trilogia A primeira música Entre o Mal e o Bem, que dá título ao EP, é uma crítica relacionada ao governo. “A gente levanta a militância do que o rap é em si”, afirma LM´C. Logo depois, veio o segundo lançamento Não Fica em Shock aborda problemas relacionados à própria favela. “Estamos nos apresentando de uma forma mais abrangente dentro do hip hop, envolvendo os quatro elementos”, explica LM´C. Aliás, no clipe, podemos ver mc´s, b boys, dj e grafitti, os quatro elementos do hip hop.  Por fim, a terceira música No Que Dar Valor é mais introspectiva e traz uma mensagem motivacional. Contudo, a composição foi escrita há oito anos. “É uma composição do LM’C. A gente ia gravar ela a muito tempo atrás, mas preferimos fazer ela com os músicos num formato que desse uma emoção a mais. No beat ela já era boa, mas se viesse com melodia e arranjos ficaria bem melhor”, explica Mary Pozett.  A união faz a música A DJ e produtora cultural Nanne Bonny foi a responsável pela produção das músicas junto com o grupo. Aliás, ela é conselheira de cultura de Santos e durante o processo da Lei Aldir Blanc participou ativamente da construção do edital e da implementação da lei na cidade.  “Eu conheço o grupo faz alguns anos e sempre acreditei muito na potência deles e foi quando procurei eles para falar do edital.  A ideia deles já estava pronta, a gente fez algumas reuniões para discutir orçamento e cronograma e adaptar para o edital. Após isso, nos reunimos e começamos a contatar equipe para produção. Eles já tinham as músicas, os clipes foram construídos em equipe. E esse foi o resultado!”. Ademais, embora o curto período que tiveram para execução do projeto, o grupo está bem satisfeito com o resultado do primeiro EP e agradece todas as pessoas que participaram da produção. “Aos b-boys, aos músicos que participaram da última música (No Que Dar Valor). A galera que fechou em protagonizar o primeiro clipe, a Andreia Biancardi, Nanne…” Os trabalhos do Imagreen podem ser acompanhados pelas redes sociais. YoutubeFacebookInstagramSpotify

Twenty One Pilots lança o aguardado Scaled And Icy; escute

O tão esperado sexto disco do duo Twenty One Pilots foi lançado nesta sexta-feira (21). Dessa forma, o trabalho intitulado Scaled And Icy conta com os hits já divulgados Choker e Shy Away. Comemorando o lançamento, a dupla fará um show especial. A partir de 21h desta sexta, eles prometem uma apresentação inesquecível, visitando todas as faixas do novo álbum. Ademais, Scaled And Icy é o resultado de diversas sessões virtuais e todo o processo de rotinas criativas de Tyler Joseph e Josh Dun, que gravaram os instrumentos separados, por conta da pandemia. Em resumo, a banda também já marcou a primeira apresentação televisiva do novo disco. A performance acontece no dia 23 de maio, no palco do Billboard Music Awards.

Gabriel Elias divulga terceira e última edição de Casa de Praia

O músico mineiro Gabriel Elias, divulgou nesta sexta-feira (21), a terceira e última edição do projeto Casa de Praia. Ademais, o trabalho mostra uma versão mais íntima do cantor, com versões acústicas dos trabalhos anteriores. Responsável pelos álbuns: Solar, 4 Estações e o recente Música Pra.curar Brasileira, Gabriel Elias tem mais de 120 milhões de acessos na internet com seu novo projeto. Em resumo, Casa de Praia traz o protagonismo dos violões, cenários paradisíacos e mensagens positivas. “A simplicidade é o ponto central de cada Casa de Praia. Quanto mais orgânicas as produções, mais as canções se aproximam da essência em que foram compostas inicialmente. Consequentemente, as mensagens são potencializadas”, conta. A produção fica por conta de Renato Galozzi.