Rod Stewart traz sons inéditos, cover de Johnny Cash e homenagem a Marc Bolan

O Sir Rod Stewart renovou seu amor pela composição com seu novo álbum de estúdio, The Tears of Hercules. Quarto álbum de canções originais do artista desde 2013 e 31º até hoje, o disco traz a pena de Stewart em nove das 12 canções, incluindo o single One More Time. Além das novas faixas, The Tears of Hercules inclui covers de Marc Jordan, Johnny Cash, entre outros. É um projeto super emotivo, sobretudo na confessional Touchline, dedicada a seu pai. Aliás, foi quem ensinou o artista e seus irmãos a amarem futebol americano, uma tradição que Stewart ensinou aos filhos.
Álbum de duetos de Kylie Minogue chega ao streaming

A icônica Kylie Minogue, enfim, lançou seu álbum com convidados especiais. Disco: Guest List Edition chegou ao streaming nesta sexta-feira (12). Aliás, veio com um novo single de trabalho, Can’t Stop Writing Songs About You, faixa que tem a participação da estrela do disco, Gloria Gaynor. Can’t Stop Writing Songs About You foi escrita junto com uma linha de superstar de escritores, incluindo Peter Wallevik, Iain James e Sinead Harnett. Em resumo, apresentando um groove disco luxuoso, os vocais de Kylie e Gloria brilham na faixa pop suave e suntuosa que celebra os tempos áureos do gênero musical e das duas incríveis lendas da música.
Nevermind, do Nirvana, ganha versão deluxe com quatro shows completos

Um marco do rock mundial, o álbum Nevermind, do Nirvana, ganhou nesta sexta-feira (12) uma versão comemorativa de 30 anos. Lançado originalmente em 24 de setembro de 1991, o disco desencadeou uma mudança sísmica na cultura jovem global. Alcançando o número 1 mundial nos meses seguintes, seu impacto elevou Kurt Cobain, Krist Novoselic e Dave Grohl de uma promissora banda cult do Noroeste do Pacífico a um dos artistas mais influentes e bem-sucedidos de todos os tempos. Além disso, na última quinta-feira (11), foi lançada uma versão ao vivo do hit Smells Like Teen Spirit para compor o álbum comemorativo. O lançamento faz parte das comemorações de 30 anos de Nevermind, que ganha agora várias reedições multiformato e foi recentemente remasterizado das fitas estéreo analógicas originais de meia polegada para 192kHz de alta resolução e 24 bits. Um total de 94 faixas de áudio e vídeo – 70 inéditas – estão disponíveis em configurações que vão desde as edições Super Deluxe até o digital / CD padrão e vinil de disco único com bônus de 7 polegadas. Entre o material inédito exclusivo para várias versões da 30ª edição comemorativa do Nevermind estão quatro shows ao vivo completos que documentam a ascensão histórica do Nirvana no palco do show: Live in Amsterdam, Holanda (gravado e filmado em 25 de novembro de 1991 no famoso clube Paradiso); Live in Del Mar, Califórnia (gravado em 28 de dezembro de 1991 no Pat O’Brien Pavilion no Del Mar Fairgrounds); Live in Melbourne, Austrália para triple j (gravado em 1 de fevereiro de 1992 no The Palace em St. Kilda); e Live in Tokyo, Japan (gravado no Nakano Sunplaza em 19 de fevereiro de 1992). Todos os quatro programas ao vivo remasterizados recentemente foram incluídos nas Edições Nevermind Super Deluxe. Aliás, todos estarão disponíveis em ambos os tipos de vinil (8LPs – vinil preto de 180 gramas – todos em jaquetas premium – além do novo lado A de 7 polegadas: Endless, Nameless / lado B: Even In His Youth e Aneurysm) e CD + Blu-ray (5 CDs mais Blu-ray – ao vivo em Amsterdã, Holanda, vídeo completo do show recém-remasterizado áudio e vídeo em HD).
Vidaincerta canta O Que Sobrou da Tristeza em seu novo disco

“Eu acho que tristeza dá nome a muita coisa que eu quero deixar pra trás, mas sinto a necessidade de ela ocasionalmente existir no futuro pra que a alegria do presente seja valorizada”. É dessa forma que o rapper Vidaincerta apresenta o seu segundo álbum de estúdio, intitulado O Que Sobrou da Tristeza Vol. 1. O disco, lançado nesta sexta (12), traz músicas que o rapper santista escreveu enquanto passava por um dos momentos mais difíceis da sua vida. As faixas tratam sobre depressão, tristeza e solidão. O trabalho surgiu da necessidade de falar sobre esses momentos como passageiros. “O meu primeiro álbum, Pessoa Tóxica, tratava sobre morar na tristeza, mas O Que Sobrou da Tristeza Vol. 1 é sobre a redenção, a libertação. É sobre o que fica quando a tristeza passa. Voltando para essas músicas hoje, consigo entender que não vale a pena desistir nos piores momentos. Eles que tornam os bons momentos ainda melhores”, explica Vidaincerta. O novo trabalho do Vidaincerta soa também como um manifesto sobre o emo rap no Brasil. Com frases como “eu não sou emo suficiente pros brancos e não sou rap suficiente pros pretos”, O Que Sobrou da Tristeza Vol. 1 fala sobre as dores de um homem preto periférico que sempre se viu segregado em todos os ambientes que frequentou. Faixas de O Que Sobrou da Tristeza Nos últimos anos, o Vidaincerta tem levantado a bandeira do emo rap no Brasil e falado sobre emos pretos em todos os estilos musicais, mas o álbum também traz músicas mais politizadas, como Emodrill, que é uma aposta num som mais pesado e que já foi apresentado ao público com um clipe gravado nas ruas de Santos. “Por mais que eu tenha o foco no emo rap, é muito difícil não falar sobre a situação que o Brasil está hoje. Os casos de racismo descarados e todas as desgraças que estão rolando enquanto alguns aplaudem. Quem não olha pra isso tá muito tranquilo na vida ou tá de chapéu”, explica Vidaincerta ao comentar a faixa. Outras duas músicas conhecidas do público que estão no álbum são O Novo feat. Gah Góes, e O Drill Mais Triste do Mundo feat. Lil Godfather, uma homenagem à banda Fresno. Além das inéditas Sentimento, Lacuna INC, Ragaton da Depression, #GIBAPARAIRMÃO, Grande Ponte Naruto e Sobre o Passado feat. Kevin Willian. O Que Sobrou da Tristeza Vol. 1 foi produzido e mixado pelo Vidaincerta em parceria com o Aladindaleste, com exceção da faixa O Novo, que foi produzida e mixada pelo Gah Góes, que também compôs junto do Vidaincerta.
Korn anuncia Requiem e libera single Start The Healing

O Korn anunciou seu novo álbum de estúdio, Requiem, que chega ao mercado em 4 de fevereiro de 2022. Aliás, a banda também compartilhou o single principal e o vídeo Start The Healing. A primeira prévia de Requiem chega com um vídeo dirigido por Tim Saccenti (Depeche Mode) que é um banquete visual animado sobre morte e renascimento em meio a uma série de criaturas sobrenaturais, humanóides par e passo com uma performance ao vivo, simbolizando o início de uma nova era para a banda. De acordo com Tim Saccenti, o videoclipe de Start The Healing tem como objetivo transformar em cima do DNA do Korn. “Nossa ideia para este vídeo era transformar esse aspecto do DNA do Korn, o que os torna tão inspiradores, sua mistura de poder bruto e estética transportadora e emoção humana. Eu queria levar o espectador a uma jornada emocional, como a música faz, uma morte e renascimento visceral e catártico que, com sorte, ajudará a transportar o ouvinte através de quaisquer que sejam suas lutas pessoais. Colaborando com o artista 3D Anthony Ciannamea, exploramos a mitologia de Korn e exploramos seu vasto poço de luz e escuridão para criar um pesadelo surreal de terror corporal em ritmo liminar”. Requiem gravado de forma inédita Contudo, devido ao covid e à incapacidade de fazer shows pela primeira vez na carreira, Requiem foi concebido em circunstâncias muito diferentes da maioria do catálogo da banda. Em resumo, é um álbum nascido do tempo e da capacidade de criar sem pressão. Energizada por um novo processo criativo livre de restrições de tempo, a banda foi capaz de fazer coisas com Requiem que as últimas duas décadas nem sempre lhes proporcionaram, como reservar um tempo adicional para experimentar juntos ou gravar em fita analógica – processos que revelaram dimensão sonora recém-descoberta e textura em sua música. Os fãs têm esperado por novas músicas depois que Korn mostrou um trecho de Start The Healing dentro de um filtro de realidade aumentada. Ademais, a divulgação contou com outdoors com o logotipo icônico da banda, que apareceram em todo o mundo, na semana passada. Korn – RequiemLoma Vista Recordings4 de fevereiro, 2022 Forgotten Let the Dark Do the Rest Start The Healing Lost in the Grandeur Disconnect Hopeless and Beaten Penance to Sorrow My Confession Worst Is On Its Way
South Berkeley homenageia o pop punk em seu primeiro álbum

O South Berkeley faz a sua estreia com Too Slow. O trio francês se encontra no pop punk, dando até aquela famosa “ouvida familiar” identificando até uma certa linhagem vinda do blink-182. Contudo, já deixamos avisado que não são uma cópia. O grupo apenas bebeu da mesma fonte. Segundo a banda, o nome do álbum é adequado pois foram necessários quatro anos para que o trabalho ficasse pronto. “Foram dois anos de criação, seguido por dois anos de dúvidas, questionamentos e procrastinação”. Contudo, pelo jeito, valeu muito a pena a espera pelo nascimento do primeiro álbum do South Berkeley. Apesar de não quererem se restringir a apenas um gênero musical, o disco naturalmente se tornou uma homenagem para as bandas da década de 1990 e 2000 de pop punk. A cada escutada, uma nova empolgação e um certo sentimento de nostalgia. Na medida certa. “Nós realmente esperamos que essas 12 músicas possam tocá-los tão profundamente quanto nos tocam”.
O Grito lança poderoso blues em “Coração Miserável”

O Grito, trio de rock e MPB formado em 2015 e com seis anos de estrada nas costas, conquista imaginários e vibes ao som de Coração Miserável. Ano passado já havia lançado seu debute, Telas Vivas, além dos oitos singles e dois EPs antes da estreia. Com influências – fortíssimas – de rhythm and blues, rockabilly, afrobeat e blues (estilos que também podem ser notados no debut), O Grito chega a ser notável no single com o quanto conseguem afundar o pé na sonoridade soturna. Além disso, somam com a poesia em uma vibe que te envolve na melancolia profunda. Confira o primeiro álbum da banda.
Avril Lavigne e Travis Barker unem forças em Bite Me

Avril Lavigne está de volta ao jogo! A cantora canadense lançou Bite Me, sua primeira música desde 2019 e estreia pela DTA Records, do baterista do blink-182, Travis Barker. Travis Barker comentou sobre a chegada de Avril Lavigne à DTA Records. “Avril e eu somos amigos há muito tempo, mas acho que sou um de seus fãs há ainda mais tempo! Ela é fodona e um ícone como performer, compositora e como presença. Nós estivemos no estúdio no começo desse ano e nos divertimos tanto que eu sabia que queria convidá-la a fazer parte do time DTA. Estou tão entusiasmado que agora ela é parte do selo. Eu mal posso esperar para que todos ouçam e experenciem a incrível música que está prestes a sair”. Avril Lavigne também não economizou na hora de retribuir a admiração por Travis Barker. Aliás, relembrou o início dessa parceria. “Eu sempre admirei o Travis e seu trabalho. A primeira vez que nós trabalhamos juntos eu tinha 15 anos de idade e foi no meu álbum The Best Damn Thing. Eu realmente curti assistir ao desenvolvimento dele até chegar ao produtor que é hoje. O Travis entende minha visão como musicista, meu processo criativo como artista e meus objetivos nesse estágio da minha carreira. Estou super animada em lançar Bite Me. É um hino sobre conhecer seu valor, o que você merece, e não dar a ninguém que não te mereça uma segunda chance”. Mostrando os dentes como nunca, o super energético hino Bite Me foi co-produzido por Barker, John Feldmann (Goldfinger), e Mod Sun. Posteriormente, o vídeo oficial da música – dirigido por Hannah Lux Davis – está nos últimos estágios de produção neste momento. Por fim, Avril está pronta para sair em turnê em 2022 com datas a serem anunciadas em breve.
Crítica | God Ends Here – Aeon

A banda Aeon pratica death metal e vem da Suécia. É um daqueles casos que nem precisamos ouvir a banda para já ter certeza de que é coisa boa. Afinal, o país deu ao mundo nomes como Entombed, Unleashed, Hypocrisy, Vomitory, entre inúmeros outros. É pouco? Formado em 1999, o Aeon pode não ser tão lembrado como as bandas citadas, mas o poderio bélico de seu material já deixou muito banger de perna bamba. God Ends Here é o quinto álbum dos suecos, que já lançaram pérolas como Bleeding The False (2005) e o espetacular Aeons Black (2012). Incrível o peso que os suecos conseguiram arrancar dessa gravação. O material carrega consigo uma aura negra que veio emprestada do black metal, mas aqui é tudo 100% death metal, que o digam as doentias Liar´s Den, Lei it Burn, Church of Horror e Deny Them Eternity. O clima mórbido está onipresente no decorrer do álbum, assim como os ferozes riffs de guitarra. E, é claro, velocidade e peso caminhando juntos, combinação que só músicos muito experientes conseguem desenvolver, como é o caso dos cinco doentes que integram o Aeon. Em meio às pancadarias death metal, o Aeon encaixou pequenas vinhetas que servem para o ouvinte respirar, mesmo que seja um sombrio sussurro de morte. Assim, Into The Void, Mephistopheles, Orpheus Indu Inferis e a intro The Nihilist soam como aberturas de filme de horror dos anos 1970, enriquecendo ainda mais esse mortífero álbum. Por fim, ressalto que é uma banda que merece ser ouvida por qualquer um que é fã de metal extremo. Aliás, esse é um dos melhores álbuns de metal de 2021! Aeon – God Ends Here Ano de Lançamento: 2021Gravadora: Metal Blade RecordsGênero: Death Metal Faixas:1- The Nihilist2- Liar´s Enb3- Let it Burn4- Orpheus Indu Inferis5- Church of Horror6- Deny Them Eternity7- Forsaker8- IntoThe Void9- God Ends Here10- Severed11- Just One Kill12- Mephistopheles13- Let The Torture Begins14- Despise The Cross15- Overture: Magnum Reginae16- Queen of Lies