AFI libera dois sons inéditos, um deles escrito com Billy Corgan

O AFI compartilhou Dulcería e Far Too Near, duas faixas do álbum Bodies, previsto para 11 junho. Dulcería, escrita junto com Billy Corgan (The Smashing Pumpkins), chega acompanhada por um videoclipe. Ambas as músicas vão estar incluídas em um 7”. “’Dulcería sugere, se você passar muito tempo na loja de doces, você pode acabar grudado no chão “, diz o vocalista Davey Havok. “Billy e eu temos uma grande conexão criativa quando escrevemos juntos. Foi inspirador trabalhar com um compositor tão talentoso e lendário e Dulcería é uma prova disso”, comenta o guitarrista Jade Puget. “AFI é uma parte integral de quem eu sou. O que fazemos com AFI é uma base para mim,” explica o vocalista Davey Havok. “Voltar é um retorno ao lar que eu sempre esperei.” É um sentimento compartilhado pela banda inteira. “Eu não poderia fazer o que eu faço no AFI em nenhum outro lugar,” observa o guitarrista Jade Puget. “Davey e eu escrevemos juntos por mais de 20 anos agora. Eu não encontro o que ele e eu temos em nenhum lugar, nem a coisa que nós quatro temos juntos. AFI é um lar para mim, e sempre será assim.” Sobre o novo álbum, o baixista Hunter Burgan disse que é uma oportunidade de retratar a evolução do grupo. “E com essa banda, é sempre algo novo. Nós tocamos juntos por tanto tempo que eu tenho um profundo entendimento do estilo musical de cada um dos meus colegas de banda, e ainda estou agradavelmente surpreso com as novas coisas que eles trazem para cada álbum”. Tracklist Twisted Tongues Far Too Near Dulcería On Your Back Escape From Los Angeles Begging For Trouble Back From The Flesh Looking Tragic Death Of The Party No Eyes Tied To A Tree

Brockhampton retorna reflexivo em Roadrunner: New Light, New Machine

O Brockhampton liberou nesta sexta-feira (10) o álbum Roadrunner: New Light, New Machine. O disco conta com as faixas já lançadas Count on Me e Buzzcut, com participação de Danny Brown. Aliás, essa segunda faz lembrar N.W.A. e Beastie Boys. Além da participação de Danny Brown, o álbum também conta com outros grandes nomes como A$AP Rocky, A$AP Ferg, Charlie Wilson e JPEGMAFIA, além de alguns novatos como Baird além do conterrâneo de Corpus Christi SoGone SoFlexy. Nas últimas semanas, a banda atiçou a curiosidade dos fãs com trailers do Roadrunner: New Light, New Machine. Em resumo, são algumas conversas da banda com os aclamados produtores The RZA e Rick Rubin durante a gravação do álbum. Sucesso Depois do sucesso de vendas Ginger e Sugar, as lives do Brockhampton levaram um grande golpe quando o mundo entrou em lockdown em 2020. Foi o período em que todos passaram mais tempo distantes uns dos outros desde que se mudaram juntos para Los Angeles em 2016. Em suma, cada um deles lidando com as dificuldades do isolamento, identidade e perdas pessoais inesperadas. No entanto, por ironia do destino, as adversidades de 2020 foram importantes para reforçar a importância da amizade. O tom por trás do álbum reflete os altos e baixos do período em que nasceu – um clima de tragédia e comemoração ao mesmo tempo, construído a partir da ideia central de encontrar “a luz” na vida. Assim, Roadrunner: New Light, New Machine é tão insolente quanto é empático – a boyband ingênua e jovem de outros tempos agora revela um lado mais consciente e confiante do que nunca. No processo criativo de Roadrunner, o Brockhampton abriu as portas para mais trabalhos colaborativos pela primeira vez. A faixa de abertura do álbum, Buzzcut, traz um verso de cair o queixo de Danny Brown, além de vocais do produtor da casa Jabari Manwa, que tem se revelado como vocalista e intérprete em 2021.

Welcome 2 America, de Prince, ganha versão incrível

No próximo dia 30 de julho, o enigmático álbum de Prince, Welcome 2 America receberá uma versão poderosa. Em resumo, é um poderoso statement criativo que documenta as preocupações, esperanças e visões de Prince para uma sociedade em transformação. A faixa-título Welcome 2 America já está disponível em plataformas de streaming. Aliás, ao longo da poderosa música, Prince oferece um monólogo ardente e falado sobre paraquedas dourados, a natureza superficial das mídias sociais, a cultura de celebridades alimentada pela reality TV e monopólios corporativos na indústria musical. Pouco depois de concluir o álbum Welcome 2 America, Prince embarcou em uma turnê única com o mesmo nome, que incluiu várias apresentações em diversas cidades dos EUA, culminando com o histórico 21 Nite Stand, no The Forum, em Inglewood, Califórnia. A edição Deluxe de Welcome 2 America inclui o álbum em estúdio Vault, completo em CD e vinil (acompanhado de versão digital de alta resolução), além do vídeo completo e inédito do show de Prince, realizado em 28 de abril de 2011, no The Forum, em 1080p HD com áudio estéreo, surround 5.1 e Dolby Atmos. A pré-venda das edições digital, em vinil, CD e Deluxe aqui. O vinil terá música em três lados com uma imagem colecionável no quarto lado. Além disso, haverá duas edições especiais em cores diferentes do álbum em vinil: dourado, disponível, exclusivamente, na loja oficial de Prince; e transparente, na Target. Prince – Welcome 2 America Álbum de estúdio (CD/LP/Digital) Welcome 2 AmericaRunning Game (Son of a Slave Master)Born 2 Die1000 Light Years From HereHot SummerStand Up and B Strong *Check The RecordSame Page, Different BookWhen She Comes1010 (Rin Tin Tin)YesOne Day We Will All B FreeCover do Soul Asylum Prince – Welcome 2 America (The Forum, 28 de abril de 2011) Show (Blu-Ray) Joy In RepetitionBrown Skin (Cover de India.Arie)17 DaysShhhControversyTema de “Which Way Is Up” (Cover de Stargard)What Have You Done For Me Lately (Cover de Janet)PartymanMake You Feel My Love (Cover de Bob Dylan)Misty Blue (Cover de Eddy Arnold)Let’s Go CrazyDelirious1999Little Red CorvettePurple RainThe Bird (Cover de The Time – composição de Prince)Jungle Love (Cover de The Time – composição de Prince)A Love Bizarre (Cover de Sheila E. – composição de Prince)KissPlay That Funky Music (Cover de Wild Cherry)Inglewood Swinging (Cover de “Hollywood Swinging”, do Kool & the Gang)Fantastic Voyage (Cover de Lakeside)More Than This (Cover de Roxy Music)

Após atraso pela pandemia, The Fratellis lança sexto álbum de estúdio; ouça!

O trio The Fratellis lançou o seu sexto álbum de estúdio, Half Drunk Under a Full Moon. Repleto de surpresas melódicas, a banda entrega uma incrível faixa-título e canções exuberantes embebidas em metais e cordas. Gravado em Los Angeles com o produtor e colaborador de longa data Tony Hoffer (Beck), o novo álbum do The Fratellis estava previsto para 2020. No entanto, a pandemia adiou os planos. Six Days in June, o primeiro single do álbum, teve grande repercussão nas paradas. “Tivemos um ano inteiro de trabalho que não aconteceu, mas sabíamos que voltaria”, diz Jon Fratelli, cantor e compositor da banda. “Como uma banda que tem um público leal, sabemos que estamos em uma posição privilegiada”, completa. Half Drunk Under a Full Moon emparelha os ganchos e marcas de The Fratellis de antigamente com o espírito de aventura que eles descobriram em In Your Own Sweet Time elevado a um novo nível. “Essas são, de longe, as canções mais coloridas que já escrevi”, diz Jon. “Muitos músicos afirmam ter aquela condição de ouvir música em cores. Eu não, mas definitivamente associo certos tipos de melodia com cores diferentes e essas eram multicoloridas”. A banda que debutou com o incrível Costello Music, em 2006, se separou em 2009, e se reuniu em 2012, e têm recuperado constantemente seus seguidores ao vivo graças a uma nova geração de fãs do Fratellis, não apenas na Grã-Bretanha, mas no exterior, incluindo a China, onde eles continuaram a esgotar os shows. “Nós estamos pegando o formato da música pop e o remoldando,” acrescenta Jon. “Não tão descontroladamente quanto alguns, mas há uma curva definitiva. É tudo uma questão de encontrar essas torções, os pontos que ainda podem surpreendê-lo. Vou continuar fazendo música enquanto for capaz de me curvar”.

Sem tremer na base, Necta Puro se aventura no Drill em Anjos de Prada

RAFAEL CÉSAR e THAIS SOUZAA faixa Anjos de Prada é o primeiro single de Necta Puro no ano. O rapper de Caraguatatuba, no Litoral Norte de São Paulo, recentemente homenageou o boombap, característico dos anos 1990 em seu EP Milianos. Agora, o rapper chega no melhor estilo “malako” de ser – nome de umas das faixas do EP – riscando versos com o dialeto da rua e se aventurando pelo Drill, vertente cada vez mais explorada na cena nacional. O projeto marca mais uma parceria com o estúdio Cabine 808, onde foi feita a gravação, mix/master e a capa do single. Aliás, Anjos de Prada está disponível em todas as plataformas de streaming e tem a sonoridade EP Milianos Em dezembro de 2020, Necta Puro lançou em todas as plataformas o EP de cinco faixas Milianos, com produção musical inteiramente do estúdio Cabine 808 de Caraguatatuba, mixagem/masterização de Cesar Masthif e pós-produção de DJ Pipoo, ex-integrante da banda Sr. Bamba. O projeto conta com participações de artistas em ascensão na cena underground local, como FormigaVp1, The Mosky, Haze e LSK. As bases são um prato cheio para os amantes de boombap, principalmente da era old school. Nas letras e na levada, Necta é afiado, deixando claro de onde veio, mantendo a postura e sendo real até o fim de cada faixa produzida para este projeto. Os lyrics visualizers, que somam mais de 11 mil visualizações, foram produzidos por Matheus Daguillar e Stevan Cassiano, que também assinam a produção do videoclipe Eu Memo, lançado no canal da Cabine 808, ultrapassando mais de 7 mil visualizações. Quem é o Necta? Erick de Lucca Potsman, mais conhecido como Necta Puro, tem 19 anos e nasceu em Guarulhos. Entretanto, aos 10 anos se mudou para Caraguatatuba, onde vive até hoje. O vulgo “Necta Puro” surgiu através de um trocadilho feito com um perfil de uma amiga no Instagram e ficou para o resto da vida. Necta cresceu em uma família muito eclética, ouvindo desde rap até pagode, mas as influências que o marcaram foram RZO, Sabotage, Marcelo D2, além de referências de música eletrônica. Os tios e avós também sempre foram muito ligados à música, com o costume de gravar fitas fazendo releituras com violão. Em resumo, Necta sempre estava por perto vivenciando esses momentos, e hoje é convicto de que, se tudo são influências, sua família foi essencial nesse aspecto. “Sempre me motivaram com músicas em meu cotidiano, e agora é algo que adotei para minha vida e profissão, não consigo mais viver sem”, comentou o rapper. Seu caminho como artista começou a se formar no último ano do ensino médio. Em resumo, por coincidência, caiu na mesma sala de Formigavp1, outro artista em ascensão em Caraguatatuba. Ambos perceberam o interesse em comum na cultura hip hop. Posteriormente, iniciou-se uma amizade e no fim do mesmo ano, Formiga lhe chamou para fazer uma parceria em um som. Na escola, Necta sempre foi bom em redação, e hoje, percebe que isso resultou na sua facilidade para elaborar suas composições. Contudo, essa é a prova que uma criança com papel e caneta na mão pode fazer uma revolução com as palavras.

Do amor ao ódio, o primeiro álbum de Brenalta

RAFAEL CÉSAR E THAIS SOUZABrenalta lançou para o mundo seu álbum de estreia, Escombros. O artista procura descarregar todos os sentimentos vivenciados nos últimos anos, quando a angústia foi intensificada, e como consequência, mais forças também precisaram ser resgatadas. Retomando a parceria com o estúdio Cabine 808 e com o beatmaker Caio Lopes, o álbum é marcado em sua maioria por instrumentais lo-fi e influências de artistas como Marcello Gugu e Tiago Mac. “22 calendários. Dedico metade da minha vida a arte e é com muito orgulho que apresento a vocês a minha maior obra até o momento. Escombros é meu primeiro filho e escolhi a data que vim ao mundo para compartilhar esse nascimento com vocês”, ressalta. Escombros – entenda o trabalho A intro e o interlúdio têm o poder de mostrar a importância de Brenalta em sua comunidade, além da família que formou através da cultura hip hop. Um reflexo disso também são as diversas colaborações do álbum: todos amigos e artistas em ascensão na cena litorânea estão presentes. Brenalta tem a missão de se despir por completo em suas composições, trazendo barras que falam do amor à luta, do afeto ao ódio. Essa experiência em se expressar é fruto da vivência como poeta slammer, e a última faixa faz juz à essa faceta. Por fim, devem se destacar também os arranjos de instrumentais feitos pela banda Wide e pelo músico Jass Akanni na faixa Cravos, especialmente remixada para o álbum. Faixas1. Escombros feat. Vico2. Minguante – feat. Franco & Maeda3. Pulso – feat. Tereza Saci e Ruty Helen4. Looping – feat. Átila Mac5. Granizo – feat. João Prado (Sem Rótulo)6. Interlúdio7. Cravos feat. Masthif & Wide8. Cartas Participações: @francoanselmo, @maedaguztavo, @terezasaci, @ruty_helen, @attilamac_8k, @joaoprado1505, @masthifi @wideoficial_ e @vicotera.Captação, produção, mix & master: @cabine808Instrumentais: @hellboy @cabine808 Arranjos: @wideoficial @jassakanniCapa: @henrique.ariacalmaFotografia da capa e direção de arte: @fernxndosb

Red Fang volta com anúncio de álbum, single novo e vídeo divertido

O Red Fang está de volta! Uma das bandas mais queridas da casa anunciou o álbum Arrows, que chega ao streaming em 4 de junho via Relapse Records. “Foi muito gratificante gravar essas músicas com Funk!”, disse o guitarrista e vocalista, Bryan Giles, sobre o álbum produzido pelo colaborador de longa data Chris Funk (Murder The Mountains). Nos sentimos muito confortáveis com uma rotina flexível. Não tocamos/criamos uma música de cada vez, mas adicionamos guitarras, vocais ou estranheza geral sempre que uma ideia surgia na mente. Foi muito divertido!Vida longa ao Rock!!” Aliás, a primeira prévia do álbum foi revelada com um videoclipe. Em resumo, a faixa-título recebeu uma produção bem digna do Red Fang com direção de Whitey McConnaughy. “O jeito dele de nos apresentar realmente funciona,” disse o guitarrista David Sullivan sobre a relação com Whitney. “O primeiro clipe que ele fez para a gente foi Prehistoric Dog, que deu um grande salto na popularização da banda. E nós amamos trabalhar com ele”. Pré-venda A pré-venda para o álbum de 13 faixas está disponível com uma variedade de formatos, incluindo versões padrões de LP, CD cassete e digital, assim como um LP de edição limitada com líquido, CD de luxo (exclusivo para Europa e Relapse.com) e dois pacotes colecionáveis: LP com um pôster limitado de setas pretas e um box set com tema Texas Hold’em de edição limitada Red Fang x Psycho Las Vegas. Chamado de Fortune Hunter Gamblers Pack, o pacote temático do pôquer inclui cartas de jogar com qualidade de cassino, dados, moedas de colecionador, box personalizado e um cartão de autenticidade (todos com artes de Ian Colazzo), assim como o LP, e uma camiseta. TracklistTake it BackUnreal EstateArrowsMy DisasterTwo HighAnodyneInterop-ModFonzi SchemeDays CollideRabbits in HiveWhyDr. OwlFuneral Coach

Crítica | Necro Sapiens – Baest

Os dinamarqueses do Baest chegam ao seu terceiro full lenght, Necro Sapiens, lançado agora em 2021 e sucedendo os ótimos Danse Macabre (2018) e Venenum (2019). Em pouco mais de seis anos de carreira, a banda já coleciona diversas aparições em festivais mundo afora, além de possuir vários vídeos de ótima qualidade. Isso, claro, no mundo “normal”. Esperamos que tudo volte aos eixos e bandas como o Baest possam voltar destruindo tudo de novo! Mesmo para quem nunca ouviu a música do Baest não é difícil adivinhar o estilo, afinal, com um nome como esse, passando pelo logotipo do grupo, a arte de capa e os títulos das músicas, há alguma dúvida que o death metal tradicional é o que comanda o barco aqui? Pois death metal com as produções atuais é o elemento principal em Necro Sapiens. Portanto, essa dose de modernidade apenas acentuou o poderio de fogo que sons como Czar, Genesis, Abattoir e Meathook Massacre possuem. O vocalista Simon Olsen é um mestre na arte de vomitar as letras mais bestiais possíveis, sem dúvida um dos melhores cantores de death da nova geração. O material varia à vontade entre velocidade e partes mais cadenciadas, sendo que na citada Czar esse expediente é elevado à potência máxima, sendo responsável pelo invariável clima mórbido do trabalho, ou seja, é o death metal em seu estado puro! Aliás, o fato de ser uma banda apenas em seu terceiro álbum nos faz otimistas quanto ao futuro do estilo. Obrigatório aos amantes do metal extremo. Necro SapiensAno de Lançamento: 2021Gravadora: Century Media RecordsGênero: Death Metal Faixas:1-The Forge2-Genesis3-Necro Sapiens4-Czar5-Abattoir6-Goregasm7-Towers of Suffocation8-Purification Through Mutilation9-Meathook Massacre10-Sea of Vomit

Crítica | Subversive Worms – Empty Grace

Da quente Teresina (PI) vem o Empty Grace, trio formado em 2001, que executa um duro e potente death metal. Foi assim na estreia com Subterranean Soul´s March (2009) e em seu segundo álbum, Subversive Worms, lançado em 2017, onde os três músicos atingiram seu ápice. A propósito, formam a banda Marcus Borralho (baixo e voz), Nanno Tajra (guitarra) e Angelo Fernando (bateria). Logo de cara, a faixa-título explode nas caixas com um riff que lembra Serpents of The Light, do Deicide. Ou seja, dá para ter uma idéia de como é o trabalho do Empty Grace, ou não? Sim, é death metal brutal, veloz e esporrento, sem qualquer concessão ou vontade de soar modernoso. Confira os brutais blast beats de Unnecessary Suffering, a velocidade estonteante de Consumed By Madness e o ataque impiedoso de riffs em cacetadas como Inner Weakness, Slaved By Faith e Divine Torture, todas transbordando fúria, ódio e malevolência, perfeitas para bater cabeça e nos lembrar as razões que nos fazem gostar desse estilo musical. Sem novidades, afinal, o Brasil possui uma das mais mortíferas cenas de death metal do mundo (sem exageros ou demagogias), sendo o Empty Grace mais um nome que você, caro (a) deathbanger, deve conferir. Subversive WormsAno de Lançamento: 2017Gênero: Death Metal Faixas:1-Subversive Worms2-Empty Grace3-Unnecessary Suffering4-Consumed By Madness5-Inner Weakness6-Slaved By Faith7-False Belief8-Divine Torture9-Forgotten By The Church of Christ10-Inquisition