Knotfest confirma edição brasileira para dezembro de 2021

Depois de muita espera e especulação, o Knotfest, festival idealizado pelo Slipknot, definiu sua data no Brasil. O evento foi confirmado para o dia 19 de dezembro de 2021, no Sambódromo do Anhembi, em São Paulo. Aliás, os ingressos estarão disponíveis a partir das 10h, na quinta-feira (26), no site da Eventim. Além da meia-entrada legal, o festival terá também uma meia-entrada social (sujeito à disponibilidade), com parte do valor do ingresso destinado a uma instituição beneficente a ser anunciada. De volta à estrada, o Slipknot retornará a turnê de We are Not Your Kind, seu sexto álbum de estúdio que estreou em #1 na Billboard 200. Em resumo, esse foi o terceiro álbum consecutivo da banda a ocupar o topo da mais importante parada musical da Billboard. Além da confirmação do Slipknot como headliner nesta primeira edição do evento no Brasil, o Knotfest também contará com outras nove bandas no lineup e 12 horas de duração. No entanto, elas não foram reveladas ainda. Ademais, a estrutura do Knotfest Brasil contará ainda com dois palcos, o Knotfest Museum, Food Park, e loja de merchandising, além de outras atrações para os fãs curtirem no dia. Serviço Data: 19 de dezembro de 2021Local: Sambódromo do Anhembi (Av. Olavo Fontoura, 1209 – Santana, São Paulo)Classificação: 15 anos. De 5 a 14 anos somente acompanhados dos pais ou responsáveis legais. *Menores de 18 anos não poderão acessar os espaços das áreas VIP, mesmo acompanhados dos pais ou responsáveis legais.**Não será permitida a entrada de crianças menores de 5 anos no evento PreçosPista – 1º lote: R$ 650,00 (inteira) | R$ 390,00 (ingresso social) | R$ 325,00 (meia-entrada legal) Obs.: ingressos em até 10x sem juros no site da Eventim e até 3x sem juros na bilheteria.
On A Night Like This: Bon Jovi planeja lançamento de show tocando 2020 ao vivo

O Bon Jovi vai divulgar nesta sexta-feira (27), às 20h, um filme-concerto intitulado On A Night Like This. Em resumo, a filmagem aconteceu em Nashville e será transmitida de maneira gratuita pela banda via Facebook. On A Night Like This traz o conjunto reunido para tocar o disco 2020 ao vivo pela primeira vez. “À sombra de um momento desafiador para o mundo, a filmagem captura o espírito da música ao vivo e sua capacidade de aproximar as pessoas”, diz o Bon Jovi em comunicado. 2020 por pouco não foi divulgado em maio, mas precisou ser adiado de última hora para outubro devido a pandemia.
Brody Dale se une com músicos punk para cover de Walking On Broken Glass

Brody Dale contou com a participação de diversas figuras do punk rock para homenagear o hit Walking On Broken Glass, lançado em 1992 por Annie Lennox. Além da vocalista do Distillers, temos também Adam Turla (Murder By Death), Frank Iero (My Chemical Romance), Tucker Rule (Thursday) e GG Guerra (Soul Glo) no cover. Ademais, a homenagem foi idealizada pelo programa Two Minutes To Late Night, que possui um quadro onde artistas se unem para reinventar clássicos da música.
Folklore: Sessões no Long Ponde Studio ganha trailer oficial

O Disney+ divulgou nesta terça-feira (24) o trailer legendado do especial Folklore: Sessões no Long Ponde Studio. O documentário musical é inspirado no disco homônimo divulgado neste ano pela artista Taylor Swift. Em resumo, a plataforma de streaming lançará na íntegra a produção nesta quarta-feira (25). Lançado em 2020, Folklore foi muito elogiado pleos fãs e crítica e acumula indicações em prêmios. O trabalho tem produção de Jack Antonoff.
Ficção com George Clooney ganha trailer e data de estreia

O filme O Céu da Meia-Noite, nova produção da Netflix, teve seu primeiro trailer revelado nesta terça-feira (27). Dirigido, produzido e estrelado por George Clooney, a produção estreia na plataforma em 23 de dezembro. Baseado no livro de Lily Brooks-Dalton, o filme conta ainda com Felicity Jones e David Oyelowo. Ademais, também traz Tiffany Boone e Demián Bichir no elenco. Em resumo, esta história pós-apocalíptica conta a saga de Augustine (George Clooney), um cientista solitário no Ártico, que corre para impedir Sully (Felicity Jones) e seus colegas astronautas de voltarem para casa em meio a uma misteriosa catástrofe global.
Billie Eilish faz super live com apresentação de canções e até discurso político

Na noite do último sábado (24), a artista Billie Eilish impressionou os fãs com uma live poderosa. A cantora apresentou singles, respondeu perguntas, e ainda fez um apelo político para todos os que forem votar nas eleições dos Estados Unidos. Falando de música, Billie utilizou muitos recursos visuais para deixar o espetáculo ainda mais interessante. Grande parte do seu repertória foram as músicas do álbum When We All Fall Asleep, Where Do We Go?. Além disso, a artista também cantou No Time To Die. Além das faixas, a popstar leu e respondeu perguntas dos fãs. Duas das questões foram perguntados por dois rostos bastante conhecidos no cenário pop: Alicia Keys e Lizzo. Duranta a performance de All the Good Girls Go To Hell, Billie apresentou uma série de imagens de desastres ambientais, para no fim da música, a mensagem “Não existe música em um planeta morto” aparecer na tela. No fim, a cantora peddiu para as pessoas votarem nas eleições norte-americanas. “Votem, por favor. Nós temos 10 dias até a eleição. Principalmente se você for jovem porque nós somos o futuro e precisamos fazer algo. Pessoas estão morrendo, o mundo está morrendo e (Donald) Trump é o pior de todos”.
Tom Hanks volta a viver um contador de histórias nos cinemas

Relatos do Mundo (News of the World), drama protagonizado por Tom Hanks, em nova parceria com o diretor Paul Greengrass (Capitão Phillips) ganhou o primeiro trailer. O filme aborda o improvável vínculo entre um leitor itinerante de notícias e uma criança, interpretada por Helena Zengel. Cinco anos após o fim da Guerra Civil, o Capitão Jefferson Kyle Kidd (Tom Hanks), um veterano de três guerras, viaja de cidade em cidade para contar histórias, compartilhar notícias e suas aventuras pelo mundo. Quando passa pelo estado do Texas, ela cruza o caminho de Johanna, uma menina que foi acolhida pelo povo Kiowa. Kidd assume a missão de devolver a jovem aos seus tios biológicos, mas conforme atravessam o Oeste americano, acabam enfrentando grandes desafios humanos e naturais. Para Hanks, ouvir uma grande história e tão bom quanto conta-la e é por isso que o ator se viu tão envolvido no papel. “Ele é um contador de histórias, é motivado, emotivo, nobre e movido pela busca da verdade. Kidd queria transmitir uma visão de mundo autêntica ao seu público porque sabia que, junto à educação e ao entretenimento, os poderes da sabedoria poderiam ser trocados nas leituras de notícias que ele dava”, conta Hanks. Baseado no best-seller de Paulette Jiles, o longa é uma jornada à redenção, como explica o diretor Paul Greengrass. “O filme se passa em um mundo cruelmente dividido e perigoso e é uma jornada de descoberta para o capitão e a jovem Johanna. Ambos os personagens estão perdidos de maneiras diferentes e buscam se encontrar. Isso dá à viagem um imenso poder emocional. Kidd e Johanna vivem grandes aventuras, superam perigos. É uma jornada à redenção”. Ademais, a estreia de Relatos do Mundo está prevista para 2021 no Brasil.
Oscar 2020 tem críticas mais sutis, mas não abandona questões sociais

Como de costume, os discursos de agradecimento durante a cerimônia do Oscar são bem acalorados. Nesta edição, temas como inclusão, igualdade de gênero e veganismo foram as principais pautas, mas não ficaram restritos a críticas faladas. Esta edição não foi tão politizada quanto as anteriores, que já teceram críticas diretas ao governo americano. Em 2020, as críticas foram mais sutis, focando nos temas sociais ao invés de atingir os “agentes responsáveis”. Crítica elegante O principal destaque vai para Natalie Portman. A atriz surgiu no tapete vermelho com um traje interessante. A peça, assinada pela Dione, contava com nomes de diretoras esnobadas na categoria de Melhor Direção. Entre os nomes, constou Greta Gerwig, que dirigiu e escreveu Adoráveis Mulheres. O filme, baseado em um clássico da literatura americana, estava indicado a Melhor Filme, mas não contou com indicação de direção. Lulu Wang (The Farewell), Marielle Heller (Um Lindo Dia na Vizinhança), Alma Har’el (Honey Boy), Céline Sciamma (Retrato de Uma Jovem em Chamas) e Lorena Scafaria (As Golpistas) também foram lembradas. A forte crítica foi destacada pela imprensa, que continua embalada na fase Time’s Up de edições anteriores. Mesmo discreta, a mensagem de Natalie Portman foi alta e clara. Política americana Brad Pitt aproveitou seu discurso para fazer pequenas críticas políticas. O ator venceu pela primeira vez em uma categoria de atuação, levando o prêmio de Melhor Ator Coadjuvante por Era Uma Vez Em… Hollywood. Abriu seu discurso com uma alfinetada. “Eu tenho 45 segundos, é mais do que o senado deu ao John Bolton esta semana”. O ex-consultor de segurança nacional da Casa Branca foi testemunha no processo de impeachment do presidente americano Donald Trump. Mesmo sem abordar claramente o assunto, Pitt deu uma cutucada na audição do processo, que terminou favorecendo Trump. Diversidade Chris Rock e Steve Martin dividiram uma das apresentações de categorias da noite. A dupla subiu ao palco para falar em diversidade, levantando críticas que ficaram em evidência em edições anteriores da premiação. “Cynthia Erivo fez um trabalho tão bom em esconder pessoas negras em Harriet que a Academia a escolheu para esconder todos os nomeados negros!”, afirmou Chris Rock. A atriz foi a única negra indicada neste ano. Na sequência, Steve Martin assinalou que em 1929 não havia atores negros nomeados aos Oscar. Sarcástico, Rock respondeu: “sim, e em 2020 temos um”. Em 2019, Mahershala Ali e Regina King saíram vencedores nas categorias de atuação. Além da dupla, o longa Pantera Negra, cujo elenco é marcado pela diversidade, saiu como um dos maiores vencedores da temporada. Minorias e veganismo Joaquim Phoenix não só fez um excelente trabalho como Coringa, mas também tornou sua voz um pilar de discursos importantes. Por toda temporada, Phoenix tem exaltado temas relevantes. Com a vitória de Melhor Ator durante a cerimônia do Oscar, não seria diferente. Seu comentário partiu de como o ser humano possui uma forte tendência a diminuir os outros. Para exemplificar, o ator até falou de suas próprias mudanças pessoais. Em seu discurso, ele provavelmente foi o mais direto em tratar de questões sociais latentes. Phoenix defendeu os direitos das mulheres, negros, LGBTQIA+, indígenas e dos animais. Ademais, afirmou o compromisso do cinema em dar voz aos que precisam. Vale a pena conferir esse discurso na íntegra: Confira a tradução: “Não me sinto acima de nenhum dos outros indicados ou de qualquer outra pessoa nesta sala. Todos nós compartilhamos o mesmo amor pelo cinema. Esse meio me deu tantas coisas extraordinárias que nem sei o que eu seria sem ele. Mas acho que o maior presente que me deu, e a muitos nessa sala, é a oportunidade de usar nossa voz pelos que não têm. “Seja falando sobre desigualdade entre gêneros, racismo, direitos LGBTQ+ ou indígenas, direitos dos animais, estamos falando sobre lutar contra a ideia de que uma nação, uma raça, um gênero ou uma espécie tem o direito de dominar, controlar, usar e explorar outros sem impunidade. “Acredito que nos desconectamos demais do mundo natural, e nos sentimos culpados por ter uma visão egocêntrica, a crença de que estamos no centro do universo. “Entramos no mundo natural, roubamos seus recursos. Nos sentimos no direito de inseminar artificialmente uma vaca e então roubar seu bebê quando ele nasce, mesmo que seus gritos de angústia sejam perceptíveis. E então bebemos o leite que é destinado ao bezerro e colocamos em nosso café e cereal. “Quando usamos amor e compaixão como nossos princípios, podemos criar, desenvolver e implementar sistemas de mudança que são benéficos para todos os seres e ao meio ambiente. “Fui um canalha minha vida toda. Fui egoísta, cruel às vezes, alguém difícil de trabalhar. Estou grato porque muitos aqui nessa sala me deram uma segunda chance. Acredito que estamos no nosso ápice quando apoiamos uns aos outros. Não quando nos cancelamos por erros passados, mas sim quando nos ajudamos a crescer. Educamos uns aos outros, e nos guiamos no caminho pela redenção”.
Noite do Oscar conta com destaque à música e atrações surpresa

Esta edição do Oscar 2020 contou com muito destaque para a música. Além das tradicionais apresentações musicais, uma nova dinâmica de abertura e homenagens às canções mais marcantes da história do cinema trouxeram novos ares à premiação. Com Janelle Monáe, a abertura contou com coreografia especial, com direito a mashup musical. A artista, sempre pontual em seus discursos, aproveitou para homenagear a todas as mulheres presentes. Ela apareceu em seu tradicional visual andrógeno, extremamente performática. Outro artista subiu ao palco para uma atração surpresa. Eminem surgiu após um compilado em vídeo que apresentava as músicas mais marcantes do cinema. O rapper apresentou uma versão orquestral de Lose Yourself, canção que venceu o prêmio de Melhor Canção Original em 2003 pelo filme 8 Mile. Na ocasião em que foi vencedor, Eminem sequer compareceu à cerimônia. O rapper tinha certeza de que não teria chances, mas aparentemente ele teve sua oportunidade de se redimir anos depois, retornando ao palco. A maestrina Eímear Noone fez história ao ser a primeira mulher a conduzir a orquestra durante a cerimônia do Oscar 2020. Ela apresentou um trecho da trilha de cada um dos indicados ao grande prêmio. Mais uma apresentação marcante foi de Billie Eilish. A jovem cantora apresentou uma versão emocionante de Yesterday, acompanhada de seu irmão. O momento serviu para marcar as homenagens in memorian, que prestigiaram Kobe Bryant, Kirk Douglas, Peter Fonda, entre outros. Apresentações musicais dos indicados As cinco canções indicadas contaram com apresentações rápidas, mas carregadas em produção de palco. O destaque ficou para Into The Unknown, parte de Frozen 2, que contou com presenças especiais no palco. As intérpretes da canção em vários países participaram da apresentação, junto a Idina Menzel e Aurora. Entre elas, estavam Maria Lucia Heilberg Rosenberg (Dinamarca), Willemijin Verkaik (Alemanhã), Takako Matsu (Japão), Carmen Garcia Saenz (América Latina), Lisa Stokke (Noruega), Kasia Laska (Polônia), Anna Buturlina (Rússia), Gisela (Espanha) e Gam Wichayanee (Tailândia). Randy Newman fez uma apresentação carismática de I Can’t Let You Throw Yourself Away, parte da trilha de Toy Story 4. Também no piano, Elton John apresentou a favorita (I’m Gonna) Love Me Again, por Rocketman, junto a um show de cores. As demais apresentações solo foram mais sérias, mas também poderosas. I’m Standing With You, por Superação – O Milagre da Fé e Stand Up, por Harriet contaram com um estilo gospel mais formal. Prêmios da noite Esnobado nas demais categorias, Rocketman só tinha uma chance de vencer nesta edição do Oscar e não deixou para depois. (I’m Gonna) Love Me Again venceu como Melhor Canção Original, garantindo a Elton John seu segundo Oscar. O prêmio de Melhor Trilha Sonora Original, foi conquistado por Hildur Guðnadóttir por Coringa. Hildur é a quarta mulher vencedora da categoria na história da premiação. A islandesa aproveitou a vitória para fazer um discurso importante. “Para todas as garotas, mulheres, mães e filmes, que sentem a música dentro de vocês, falem em voz alta. Nós precisamos ouvir a voz de vocês”.