Primeiro trailer oficial de Friends: The Reunion é revelado; confira

O primeiro trailer oficial do especial de Friends saiu nesta quarta-feira (19). Em resumo, a prévia chegou através do canal oficial no YouTube do HBO Max. Como o próprio vídeo informa, a tão aguardada reunião será lançada no dia 27 de maio. Contudo, vale lembrar que a plataforma de streaming só chegará por aqui em junho. Friends: The Reunion contará com o retorno dos seis atores que protagonizaram a famosa série: Jennifer Aniston, Courteney Cox, Lisa Kudrow, Matt LeBlanc, Matthew Perry e David Schwimmer. Além deles, diversas participações especiais estão marcadas para dar as caras na produção.
Entrevista | FSnipes – “Nós somos como pequenos pedaços do todo”

Misturando cores e formas mais do que diferentes e inspirando-se de Belchior até Beatles, o músico F.Snipes, alter-ego de Felipe Medeiros, lançou o seu álbum de estreia. O projeto chamado de Safra Sativa, não por engano, carrega em sua capa diversas mensagens subliminares e um som perfeito para conquistar os apaixonados por punk rock melódico. As dez faixas foram compostas durante o período de pandemia. O artista conta que a ideia inicial era lançar alguns singles ao longo de 2020. Assim, surgiu o primeiro EP com quatro músicas e depois, o processo de criação não parou mais. Com tantas canções lançadas e inseridas no portfólio do músico, ele decidiu que era o momento ideal de montar um álbum completo para o público. “Sou muito old school em relação aos álbuns. Adoro pegar um trabalho e entender ele como um todo, não somente como pedaços separados. Por isso eu achei que valia muito a pena usar esses singles que estavam sendo lançados para montar o primeiro disco”, diz o artista. O projeto foi produzido pelo também músico de Porto Alegre, Davi Pacote. O produtor estava em um trabalho remoto, criando músicas em casa, no estúdio montado com os próprios instrumentos. Com a parceria de Felipe, que soltou a criatividade, nasceu um ritmo frenético entre as composições e gravações de ambos. “Para mim foi muito interessante tentar levar para o mundo essas coisas que eu estava criando. O negócio deu certo, a energia bateu com o trabalho do Davi e continuamos, tanto é que de lá para cá gravamos praticamente todo mês uma ou duas músicas, o que é um nível de produção bem legal”, conta. Mensagens subliminares E logo ao bater o olho na capa do novo projeto, é impossível não visualizar o universo lúdico e colorido criado pelo designer de Maceió, Cristiano Suarez. Você pode até não notar a princípio, mas o desenho artístico é cheio de mensagens subliminares e figuras que representam o alto astral do disco. F.Snipes foi quem esboçou o projeto cheio de imagens significativas e transformou a capa em algo nada comum ou mesmo fácil de compreender inicialmente. O artista queria de fato criar uma viagem visual e aflorar a criatividade do público, para que pudessem desvendar as mensagens escondidas. “Cada elemento tem a ver com coisas pessoais. Cada figura presente ali conseguiu traduzir o contexto do álbum todo. Tem um pedaço da minha história, por mais que o público não perceba ou não entenda no começo, o resultado final é incrível”, diz. E se o assunto é polêmico ele trata logo de desmistificar e quebrar tabus. Tudo começa pelo próprio nome do álbum: Safra Sativa. Em referência a Cannabis, consumida no processo criativo do projeto, a planta medicinal foi utilizada justamente nos momentos de criação das letras e melodias das músicas. Com sentimentos e vivências, o músico que mora em Miami, consome o óleo com propriedades terapêuticas para transcender a arte que o habita. “Uma das mensagens subliminares da capa é que estamos em um balão jogando esse óleo em uma língua, o que representa a viagem do projeto. Então aquele universo acontece dentro de uma boca, recebendo o que consumo para criar. Outro detalhe é o personagem com a luneta procurando um sol, elemento este presente no meu primeiro EP. Ou seja, tudo está conectado. Você vai conhecendo e se identificando aos poucos”, revela. Sobre o álbum O artista se preocupou extremamente ao lançar o disco, tentando trazer com responsabilidade o que o público poderia entender e absorver do conteúdo final, principalmente no período de pandemia. Segundo ele, a energia já está muito pesada, e a ideia é afugentar os maus pensamentos que se espalharam durante este momento delicado, para no final trazer luz a quem ouvisse o álbum. “Eu tentei fazer músicas que levassem leveza e alegria para a vida das pessoas. Eu tenho essa preocupação em transmitir mensagens de maneira positiva e elevar a vibração de quem está ouvindo para algo melhor”. Esse cuidado não foi baseado apenas nas músicas, mas também no visual do projeto. O grande complemento artístico da obra do lado de fora, interagiu com as composições de dentro do encarte. E não dá para disfarçar, o propósito era esse mesmo, levar energia e aumentar a frequência de quem consumisse o trabalho, seja escutando ou mesmo observando a beleza do conteúdo exterior, de maneira quase mística. “Foi muito espiritual, eu não sou religioso, mas tenho um interesse muito grande em descobrir a questão da evolução como ser humano. Qual o nosso propósito aqui e como a gente pode ser melhor para o mundo? E principalmente tentando me entender como uma peça em meio a uma sociedade. Nós somos como pequenos pedaços do todo”, reflete. Contudo, é sempre muito difícil para um artista definir a música favorita dentro de um projeto. Cada canção é como um filho, gerado a partir de histórias e vivências diferentes, uma qual tão especial quanto à outra. No caso do Felipe, não poderia ser diferente. Se em outras bandas ele sempre havia uma música predileta, dentro de Safra Sativa a escolha é muito difícil, tamanha a paixão no momento de compor. Contextos diferentes Cada faixa é um enredo e contexto diferente, mas ainda assim, após refletir por longos segundos, o artista conclui que a primeira das dez canções, é a que escolheria se precisasse, e o motivo é ainda mais romântico do que poderíamos imaginar. “Cada uma das músicas me toca de uma maneira diferente. É difícil definir só uma, mas se tivesse seria 7 de julho. Não porque ela seja especial, mas me abriu portas. Eu escrevi como presente de aniversário de namoro para minha esposa. Queria dar uma coisa diferente, no fim, era uma inspiração para mim e um presente maravilhoso, como uma lembrança para nós dois”. Alter ego E o F.Snipes pode até ter se mostrado agora, mas o Felipe está na estrada há muito tempo. Músico desde os anos 90, ele sempre participou de criações e composições das bandas que
Mata Virgem: Disco de Raul Seixas lançado em 1978 chega no streaming

Mata Virgem, projeto original de 1978 do cantor Raul Seixas já está disponível nas plataformas de streaming. Ademais, o disco conta com dez faixas. Em síntese, o álbum foge um pouco do rock convencional e inclui ritmos diferentes nas músicas, como baião e forró. Vale lembrar que no ano de lançamento de Mata Virgem, Raul estava isolado em uma fazenda no estado da Bahia. Lá, ele compôs todas as músicas do disco. Além disso, o famoso músico contou com as colaborações de Tânia Menna Barreto e Paulo Coelho na produção das canções.
Revelação australiana, Tones And I lança Won’t Sleep; ouça

A australiana Tones And I divulgou na última sexta-feira (14), o single Won’t Sleep. Em resumo, a canção integrará um disco da cantora, previsto para sair ainda neste ano. Além da música, artista também compartilhou um clipe para a faixa, composta por ela própria. “Eu amei compor essa música e brincar com a produção, o baixo, a bateria… É uma faixa sobre eu e meus amigos ficando em casa e tentando nos distrair durante o isolamento”, conta. Tones, que é uma das grandes promessas do pop australiano, segue sua escalada com a nova música. Ademais, sua outra composição, Fly Away, já ultrapassou mais de 160 milhões de streams globais. Vale lembrar que a artista também é responsável pelos singles Johnny Run Away e Dance Monkey. Ademais, a segunda já rendeu grande repercussão para ela.
Blackberry Smoke apresenta All Rise Again, com participação de Warren Haynes

A banda de rock americana Blackberry Smoke divulgou na última sexta-feira (14), o single All Rise Again. Ademais, a faixa conta com a participação especial do músico Warren Haynes. A canção integra o novo álbum da banda, intitulado You Hear Georgia, que será lançado no dia 28 de maio. Em síntese, o novo trabalho em estúdio comemora o 20º aniversário do grupo. Trabalhando com o produtor Dave Cobb, também nativo do estado da Georgia, o conjunto traz a tona às suas raízes neste novo disco. Vale lembrar que o grupo já havia lançado outras três faixas do álbum. Ain’t The Same, Hey Delilah e You Hear Georgia.
Motörhead abre o baú com clássicos perdidos; ouça Löst Tapes Vol. 1

O Mötorhead lançou o álbum Löst Tapes Vol. 1 em todas as plataformas digitais. Em resumo, é o primeiro de uma série de álbuns digitalizados, com faixas escolhidas a dedo por Phil Campbell e Mikkey Dee. Aliás, em The Löst Tapes Vol. 1, os Motörfans poderão ouvir o show Live in Madrid 1995, realizado durante a turnê de divulgação do álbum Sacrifice. No repertório, Over Your Shoulder, Sex And Death, Dog Face Boy, além de clássicos como Ace Of Spades, Killed By Death, Iron Fist, Overkill, entre outros. Novidades em sequência Anteriormente, no fim do ano passado, o Motörhead celebrou os 40 anos de Ace of Spades com uma exposição virtual online com fotos e outras memórias exclusivas dessa era. Ademais, a banda de Lemmy também liberou um box set deluxe, LP triplo e CD duplo e box set digital. Inclusive as edições dos 40 anos de Ace Of Spades estão disponíveis em 360° Reality Audio. Em síntese, é uma nova experiência imersiva para ouvir música utilizando uma tecnologia de áudio espacial da Sony. Em comemoração ao aniversário de 40 anos desse marco na história do rock, Motörhead irá lançar uma exposição virtual online com fotos e outras memórias exclusivas da era de ‘Ace Of Spades’.Todos os Motörfans ao redor do mundo estão convidados para curtir do conforto de suas casas no meio da situação pandêmica do mundo. Com um box set deluxe, LP triplo e CD duplo e box set digital, as edições dos 40 anos de ‘Ace Of Spades’ estão disponíveis em 360° Reality Audio, uma nova experiência imersiva para ouvir música utilizando uma tecnologia de áudio espacial da Sony. Por fim, se você ainda não ouviu a nova oficial série de Podcasts Ace Of Spades; The Motorcast, vale se inscrever para ouvir todos os episódios na plataforma de sua preferência.
Chrissie Hynde, do The Pretenders, anuncia álbum de covers de Bob Dylan

Vocalista do The Pretenders, Chrissie Hynde anunciou seu novo trabalho: o álbum de covers de Bob Dylan, Standing in the Doorway: Chrissie Hynde canta Bob Dylan, já disponível para pre-save. As canções foram gravadas por Chrissie e James Walbourne, parceiro dela no The Pretenders, durante o lockdown. James gravou uma ideia inicial e enviou para Chrissie por mensagem de texto e assim o projeto foi desenvolvido. O álbum de nove faixas, mixadas por Tchad Blake (U2, Arctic Monkeys) será lançado via BMG no dia 21 de maio. “Após algumas semanas de lockdown no ano passado, James me enviou a nova faixa de Bob Dylan, Murder Most Foul. Ouvir essa música mudou tudo para mim. Eu fui tirada desse humor taciturno em que estava”, conta Chrissie. Standing in the Doorway virá acompanhado de um filme com apresentações de todas as faixas que será divulgado no dia 24, dia do octogésimo aniversário de Dylan. O álbum estará disponível em todos serviços de música digital no dia 21. Tracklist:In the SummertimeYou’re a Big Girl NowStanding in the DoorwaySweetheart like YouBlind Willie McTellLove Minus Zero / No LimitDon’t Fall Apart on MeTonightTomorrow Is a Long TimeEvery Grain of Sand
Crítica | Royal Destroyer – The Crown

Mesmo não sendo muito conhecida em nosso país, a banda sueca The Crown mantém uma carreira firme e consistente, contando apenas com um pequeno hiato entre 2004 e 2008. Primeiramente, para quem nunca ouviu o trabalho dos suecos, o quinteto pratica um melodic death metal com influências de thrash metal, resultando em um som para headbanger nenhum botar defeito. Em resumo, Royal Destroyer, lançado agora em 2021, é o décimo primeiro álbum de estúdio dos caras, sucedendo o ótimo Cobra Speed King (2018). Igualmente aos álbuns anteriores, Royal Destroyer mantém a mesma pegada, porém o “melodic” dividiu lugar com um esporrento thrash/death. Todavia, ainda estão lá os riffs tipicamente suecos, como na melhor faixa do álbum, Motordeath, veloz, pesada e com referências ao Metallica. Baptized in Violence, faixa de abertura, traz uma avalanche de velocidade em apenas pouco mais de um minuto de som, confirmando que o desejo dos suecos com esse álbum era pegar pesado, e assim o fizeram. As melhores do álbum Outros exemplos de pura insanidade musical podem ser ouvidos na ultrarrápida Ultra Faust, um soco na cara que deixará o ouvinte atordoado, provando a ótima fase que a banda atravessa, e na poderosa Full Metal Justice, também candidata a melhor faixa de Royal Destroyer. É nessa faixa que o baterista Henrix Axelsson mostra todo seu arsenal, moendo seu instrumento do começo ao fim. Da mesma forma, Scandinavian Satan e We Drift On também são destaques que saltam aos ouvidos dos bangers. Apesar do material ir direto ao ponto, os músicos do The Crown são extremamente competentes, dominando como pouco as nuanças do metal extremo, seja nas timbragens ou nos arranjos. Em outras palavras, Royal Destroyer é metal puro, genuíno, sendo obrigatório para qualquer pessoa que goste do estilo. Royal DestroyerAno de Lançamento: 2021Gravadora: Metal Blade RecordsGênero: Death Metal Melódico/Thrash Metal Faixas:1-Baptized in Violence2-Let The Hammering Begin3-Motordeath4-Ultra Faust5-Glorious Hades6-Full Metal Justice7-Scandinavian Satan8-Devoid of Light9-We Drift On10-Beyound The Frail11-Absolute Monarchy
Crítica | Violent Aggression – Deathraiser

Formado em Leopoldina (MG), em 2009, o Deathraiser inicialmente se chamava Merciless antes de optar pelo nome atual. Posteriormente, em 2011, veio seu debute, Violent Aggression. E não poderia ter sido melhor batizado. Aliás, o material que ouvimos nesse álbum é um thrash metal incendiário, veloz e pesadíssimo. Primeiramente, vale destacar que Thiago (guitarra, voz), Ramon (guitarra), William (bateria) e Junior (baixo) realmente sabiam o que queriam quando entraram em estúdio. Contudo, a vontade era simplesmente distribuir porrada para tudo quanto é lado. Dez anos se passaram do lançamento, e o material aqui ainda exala a mesma carnificina, talvez até mais. Em síntese, o andamento lembra o álbum Beneath The Remains (Sepultura), a voz de Thiago remete a de Mille Petrozza (Kreator) com algo de Don Doty (Dark Angel), as guitarras lembram o que melhor Kerry King e Jeff Hanneman fizeram em seus dias de glória, e a cozinha não deixa pedra sobre pedra, invariavelmente veloz. Portanto, em apenas 27 minutos de música, Violent Aggression transmite seu recado perfeitamente, que é destruir o pescoço dos thrashers. Em resumo, o álbum funciona muito melhor quando ouvido da primeira à última faixa, ininterruptamente. Mas ainda podemos apontar destaques como as matadoras Enslaved By Cross, Command to Kill, Thrash or Be Thrashed e a faixa-título, que simplesmente explodem em adrenalina e agressividade. Por fim, cá aguardamos o segundo álbum do Deathraiser. Violent AggressionAno de Lançamento: 2011Gênero: Thrash Metal Faixas:1-Violent Aggression2-Annihilation of Masses3-Terminal Disease4-Enslaved By Cross5-Command to Kill6-Killing The World7-Oppression Til Death8-Lethal Desaster9-Thrash or Be Thrashed