Black Pantera eterniza show histórico no Circo Voador e lança primeiro audiovisual da carreira

O Black Pantera lançou o primeiro registro audiovisual da carreira com Resistência! Ao Vivo no Circo Voador, já disponível nas plataformas digitais. Gravado no dia 19 de novembro do ano passado, véspera do Dia da Consciência Negra, o trabalho documenta uma das apresentações mais simbólicas da trajetória do trio mineiro, que celebrou 11 anos de estrada em uma noite histórica no Circo Voador. Formada em Uberaba, em 2014, a banda se consolidou como um dos principais nomes do rock e do metal brasileiro contemporâneo ao unir punk, hardcore e heavy metal com letras marcadas por posicionamentos antirracistas e sociais. Atualmente composto por Chaene da Gama, Charles Gama e Rodrigo “Pancho” Augusto, o grupo transforma o palco em espaço de resistência, discurso político e catarse coletiva, algo que ganha ainda mais força neste lançamento ao vivo. O repertório de Resistência! Ao Vivo no Circo Voador reúne versões intensas de músicas como Perpétuo, Candeia, Tradução, Padrão É O Caralho e Mosha, além dos singles Fogo nos Racistas e Cola, já apresentados anteriormente. O material também chega acompanhado dos clipes de Intro/Padrão É o Caralho, Candeia/Estandarte e Mosha, enquanto os vídeos das demais faixas serão disponibilizados gradualmente no canal oficial da banda até 15 de junho. Segundo Chaene da Gama, em entrevista ao Blog N’ Roll no dia seguinte à gravação, o lançamento representa o encerramento de um ciclo importante dentro da trajetória do Black Pantera. “Foi uma noite histórica de celebração, de conquista, de vitória. Uma luta que já dura 12 anos, mas que vem antes de nós, antes dos nossos pais. Poder falar sobre questões tão pertinentes com essa seriedade é sempre uma honra”, comentou o músico sobre a apresentação registrada no Circo Voador. O baterista Pancho destacou a conexão criada com o público carioca durante a gravação do audiovisual. “Cara, foi simplesmente surreal, de verdade. Em 11 anos de Black Pantera, aquele público do Rio de Janeiro estava extremamente conectado com a banda”, afirmou. Já Chaene ressaltou a estrutura envolvida na produção do projeto e o impacto emocional daquela noite. “Foram 18 câmeras, uma equipe gigantesca gravando. Vai ficar lindo. Imagina a edição disso. Foi uma hora e vinte de catarse, foi histórico. Vocês vão ver quando sair. Esses foram os melhores shows da nossa vida, de verdade.” Além do lançamento nas plataformas digitais pela Deck, o show completo também ganhou exibição especial no Canal Bis, ampliando o alcance de um projeto que reforça a relevância artística e política do Black Pantera dentro da música brasileira contemporânea. O próximo grande show da banda será no Allianz Parque, no próximo sábado (16) como ato de abertura para o Korn.
Bruno Mars lança “Lo Arriesgo Todo”, versão em espanhol de “Risk It All”

Bruno Mars surpreendeu os fãs ao lançar “Lo Arriesgo Todo”, versão em espanhol da faixa “Risk It All”. A adaptação amplia o clima romântico e emocional da música original, apostando na força melódica e na intensidade do idioma espanhol para aproximar ainda mais o artista do público latino. Mais do que uma simples tradução, “Lo Arriesgo Todo” surge como uma releitura cultural dentro da atual fase de Bruno Mars, marcada pelo sucesso do álbum “The Romantic” e da “The Romantic Tour 2026”. A turnê internacional passa por cidades como Las Vegas, Los Angeles, Chicago, Toronto, Londres e Paris, além de quatro apresentações confirmadas no México, no Estádio GNP Seguros, em dezembro. O cantor também vive um momento simbólico na carreira fora dos palcos. Vencedor de 16 Grammys, Bruno Mars iniciou a nova turnê com dois shows esgotados no Allegiant Stadium, em Las Vegas, marcando seu retorno às grandes excursões após quase dez anos. Em homenagem ao impacto cultural do artista na cidade, o Condado de Clark oficializou o dia 10 de abril como o “Dia de Bruno Mars”, além de entregar ao cantor a chave da Las Vegas Strip e renomear oficialmente a Park Avenue para Bruno Mars Drive, ao lado de nomes históricos como Elvis Presley, Frank Sinatra e Sammy Davis Jr..
Sonika leva mistura de ritmos nordestinos e rock alternativo para show em São Paulo

A SONIKA desembarca em São Paulo nesta sexta-feira (9) para apresentar ao vivo o álbum “Colateral”, lançado recentemente pelo grupo. O show acontece no Bar Alto, em Pinheiros, e integra uma noite que também reúne as bandas Cordosolhos e Submerso. Formada em 2022, a SONIKA construiu em “Colateral” uma identidade marcada pelo encontro entre referências da música nordestina e sonoridades do rock alternativo. O disco aproxima ritmos como frevo, maracatu, coco e caboclinho de influências que passam por indie rock, punk, nu metal e música eletrônica, refletindo também o peso histórico da cena recifense dos anos 1990. No palco, a banda transforma essa mistura em apresentações intensas, combinando guitarras, metais, percussões tradicionais e sintetizadores em uma performance que reforça o caráter coletivo e experimental do projeto. Serviço SONIKA + Cordosolhos + SubmersoData: 9 de maioHorário: 19hLocal: Bar AltoIngressos: Meaple Ingressos
N4T! une pop punk dos anos 2000 e parceria internacional em novo single

A cantora brasileira N4T! apresentou o single “BRAINDEAD!”, colaboração com Jayden Seeley, da banda With Confidence. Escrita e gravada em Los Angeles, a faixa mergulha em sentimentos de desgaste emocional dentro de relações tóxicas, combinando refrões diretos e energia inspirada no pop punk da era MTV dos anos 2000. Com produção moderna e pegada radiofônica, “BRAINDEAD!” já começou a ganhar destaque antes mesmo do lançamento oficial, sendo selecionada para o Fresh Picks da Idobi Radio, uma das rádios mais influentes da cena alternativa internacional. O novo single também antecipa o próximo EP da artista, previsto ainda para este ano, reforçando a crescente projeção internacional de N4T!.
Hibizco estreia com disco intenso e mergulhado no rock em português

A Hibizco lança nesta sexta-feira (8) o primeiro álbum da carreira, “De Te Mostrar Intenso”. Com dez faixas inéditas, o trio gaúcho aposta em um trabalho guiado por relações humanas, desejos, frustrações e amadurecimento emocional, tudo atravessado por uma sonoridade que mistura rock, emo, indie e pop rock em português. Produzido por Edo Portugal no Superlua Studio, em Porto Alegre, o disco foi construído a partir de um repertório de quase 60 composições. A banda cita nomes como Fresno, Wolf Alice, Paramore, Pitty e Skank entre as referências que ajudaram a moldar o álbum. O lançamento ao vivo acontece no dia 14 de maio, no Bar Ocidente, espaço que também aparece citado na faixa “Azul Roxo”.
Born to Kill traz um lado mais melancólico e intenso do Social Distortion

Quinze anos depois de Hard Times and Nursery Rhymes, o Social Distortion lança amanhã (8) Born To Kill, um álbum que soa como reencontro com a própria essência. Tivemos acesso ao álbum em primeira mão e trazemos aqui as primeiras impressões deste novo trabalho. Mike Ness não tenta modernizar a fórmula ou correr atrás de tendências. Pelo contrário. O disco abraça sem medo tudo aquilo que transformou a banda em referência do punk rock americano: guitarras melódicas, influência rockabilly, letras confessionais e aquela sensação constante de estrada, bares vazios e cicatrizes acumuladas pelo tempo. A faixa-título já deixa claro o tom do trabalho. Born To Kill chega agressiva, direta e com cara de clássico instantâneo da banda. No Way Out mantém a intensidade elevada, enquanto Partners In Crime reforça a mistura entre melodia e sujeira que o Social Distortion domina como poucos. O álbum inteiro passa uma sensação de honestidade rara, principalmente porque não tenta soar maior do que realmente é. Tudo funciona de maneira orgânica, sem exageros na produção ou tentativas artificiais de atualizar a sonoridade. O grande coração emocional do disco aparece em The Way Things Were. A música carrega o mesmo espírito de faixas clássicas como Story of My Life, trazendo Mike Ness revisitando o passado de maneira madura e melancólica. Existe um peso sentimental muito forte na composição, principalmente pela forma como ele canta sobre juventude, memória e transformação sem soar piegas. A interpretação vocal transmite desgaste e experiência, enquanto as guitarras criam uma atmosfera agridoce que encaixa perfeitamente na proposta do álbum. É uma música sobre olhar para trás entendendo que muita coisa mudou, mas sem perder a conexão com quem você foi um dia. Outro momento que chama atenção é a releitura de Wicked Game, clássico eternizado por Chris Isaak. É um cover comum e, confesso, quando vi que não era uma coincidência apenas de nome e sim uma versão, cheguei a torcer o nariz. Mas essa sensação acabou em segundos, pois em vez de apenas reproduzir a versão original, o Social Distortion transforma a faixa em algo completamente compatível com sua identidade. A banda deixa a música mais crua, mais soturna e carregada de tensão emocional. A voz rouca de Mike Ness funciona perfeitamente dentro dessa abordagem, trazendo um ar ainda mais decadente e melancólico para a composição. É o tipo de cover que faz sentido existir porque adiciona personalidade própria, não apenas reverência. Crazy Dreamer, Walk Away (Don’t Look Back) e Never Goin’ Back Again ajudam a manter a fluidez do álbum até o final, sempre alternando momentos mais explosivos com outros mais introspectivos. O mérito de Born To Kill está justamente nessa naturalidade. O disco não tenta reinventar o Social Distortion, mas também não soa cansado. Depois de tanto tempo longe dos estúdios, Mike Ness e companhia entregam um trabalho honesto, intenso e carregado de identidade. E no meio disso tudo, The Way Things Were e Wicked Game acabam funcionando como os grandes pilares emocionais desse retorno.
Entrevista | Draconian – “Tínhamos muita coisa escrita pensando na Lisa, mas ela deixou tudo ainda melhor”

O Draconian retorna ao Brasil no próximo dia 16 de maio para apresentação única no Carioca Club, em São Paulo. O show marca a nova passagem da banda sueca pelo país após a apresentação sold out realizada em 2023 no La Iglesia, casa que acabou combinando perfeitamente com a atmosfera sombria e melancólica construída pelo grupo ao longo de mais de três décadas de carreira. Desta vez, o Draconian desembarca em meio à divulgação de In Somnolent Ruin, oitavo álbum de estúdio que será lançado oficialmente amanhã, 8 de maio, via Napalm Records. A noite ainda contará com abertura da norte-americana Emma Ruth Rundle, conhecida pelo trabalho que mistura dark folk, ambient, post-rock e doom. Formado na Suécia em meados dos anos 1990, o Draconian se consolidou como um dos nomes mais respeitados do gothic/doom metal contemporâneo graças à combinação de riffs lentos, clima depressivo e o contraste entre vocais guturais e femininos etéreos. A banda nunca apostou em excesso de técnica ou velocidade. Seu diferencial sempre esteve na construção de ambiente, algo perceptível desde trabalhos clássicos como Arcane Rain Fell até discos mais recentes como A Rose for the Apocalypse, Sovran e Under a Godless Veil. A formação atual também representa uma reconexão com a essência clássica do grupo, especialmente após o retorno da vocalista Lisa Johansson, novamente dividindo os vocais com Anders Jacobsson. In Somnolent Ruin Ouvimos In Somnolent Ruin e te contamos em primeira mão o que esperar do álbum. O novo trabalho praticamente reafirma tudo aquilo que transformou a banda em referência dentro do gothic doom metal. O álbum mergulha em atmosferas densas, melodias arrastadas e estruturas que alternam delicadeza e brutalidade de maneira extremamente natural. Desde a abertura com “I Welcome Thy Arrow”, o disco transmite uma sensação quase cinematográfica, sustentada por teclados soturnos, guitarras pesadas e o contraste vocal que continua sendo a principal assinatura do grupo. O retorno de Lisa Johansson não funciona apenas como elemento nostálgico. Sua presença recoloca o Draconian em um território emocional que remete diretamente aos discos mais celebrados da carreira. O novo álbum também chama atenção pela produção mais orgânica e menos polida em excesso, algo que reforça ainda mais o peso emocional das composições. Faixas como “The Face of God”, “Cold Heavens” e “Misanthrope River” trabalham sentimentos de isolamento, espiritualidade e desesperança sem soar repetitivas ou previsíveis. O Draconian continua operando dentro da mesma identidade construída nos últimos 30 anos, mas consegue evitar a sensação de estagnação justamente pela maneira como desenvolve dinâmica e atmosfera. Existe um equilíbrio muito forte entre o lado contemplativo e os momentos mais pesados, aproximando o álbum de nomes clássicos como My Dying Bride e Paradise Lost, mas sem perder personalidade própria. Mesmo sem reinventar o estilo, In Somnolent Ruin surge como um dos trabalhos mais consistentes da discografia do Draconian. O disco mantém a essência melancólica da banda, mas adiciona sensação de maturidade e coesão raramente alcançada dentro do doom metal contemporâneo. O resultado é um álbum que não busca hits imediatos ou refrões acessíveis. Pelo contrário: funciona quase como uma experiência contínua de imersão emocional. Em uma cena onde muitas bandas do gênero acabaram se tornando previsíveis, o Draconian ainda consegue transformar tristeza, peso e contemplação em algo genuinamente envolvente. E para trazer ainda mais detalhes sobre o novo álbum e o show no Brasil, o Blog N’ Roll conversou com Anders Jacobsson que falou sobre o retorno de Lisa, a expectativa de retorno ao Brasil e qual seria o local perfeito para os humanos habitarem. Como surgiu o processo criativo de In Somnolent Ruin? O ponto de partida foi “Misanthrope River”, que originalmente tinha sido escrita para Under a Godless Veil, mas não se encaixava naquele álbum. O Johan sentiu isso na época, e ele estava certo. Então decidimos guardar a música para o próximo disco. Só que demorou muito até realmente chegarmos ao momento de fazer esse álbum acontecer. O verdadeiro começo veio em 2022, quando a banda começou a encontrar estabilidade novamente. Havia muita incerteza. A pandemia tinha mudado tudo, algumas pessoas tinham prioridades diferentes e nós nunca tivemos a chance de promover Under a Godless Veil adequadamente porque a turnê foi adiada várias vezes. Então foi um período muito turbulento emocionalmente. E como foi a troca de formação com a saída da Heike e o retorno da Lisa? Tudo o que queríamos era manter o Draconian funcionando. Quando sentimos que as coisas começaram a se estabilizar e que o retorno da Lisa Johansson faria sentido, o processo criativo realmente começou. No início ela voltaria apenas para os shows ao vivo, mas acabou acontecendo naturalmente. A própria Heike Langhans sentiu que fazia sentido a Lisa retornar. Ela queria focar mais nos outros projetos dela e apoiou muito esse álbum. É muito difícil escrever músicas quando a banda está emocionalmente instável. Então o processo só avançou quando sentimos que o caos estava diminuindo. Mesmo assim demorou anos. Houve procrastinação, atrasos e várias mudanças até chegarmos ao resultado final. E o que mudou no processo criativo de vocês ao longo desses anos? Hoje o Draconian funciona de maneira muito diferente dos primeiros anos. Antigamente ensaiávamos juntos antes de gravar. Agora trocamos demos e arquivos à distância. O Johan me envia ideias, eu escrevo letras, devolvo para ele e assim seguimos trabalhando. Bem, o Johan tinha ideias para cerca de 20 músicas, então tivemos que sentar e decidir quais realmente fariam sentido dentro do álbum, não apenas musicalmente, mas também conceitualmente. Isso só aconteceu no ano passado. E o processo continuou mudando até os últimos dias. Eu ainda alterava coisas no mesmo dia em que terminei meus vocais. Muitas ideias nasceram já dentro do estúdio. A dinâmica vocal mudou com o retorno da Lisa Johansson ou foi como retornar aos velhos tempos? Sim e não. Acho que algumas partes já foram escritas pensando nela, porque a Lisa possui uma extensão vocal diferente da Heike. Isso naturalmente cria outras possibilidades dentro das músicas. Mas a principal diferença desta vez foi
A Flock of Seagulls anuncia show pela primeira vez no Brasil

A Flock of Seagulls, um dos nomes mais emblemáticos da new wave britânica, fará show único no Brasil no dia 7 de outubro, no Cine Joia, em São Paulo. A apresentação, realizada pela Maraty, marca a estreia da banda no país e reforça o legado do grupo liderado por Mike Score, figura central na consolidação de uma sonoridade que ajudou a expandir o synthpop e a estética audiovisual na virada dos anos 1980. Formada em Liverpool no início da década de 1980, a banda surgiu em um contexto de transformação do pop britânico, impulsionado pelo uso de sintetizadores, guitarras com ambiência espacial e forte identidade visual. A formação clássica, com Mike Score, Ali Score, Frank Maudsley e Paul Reynolds, construiu uma assinatura sonora marcada por linhas de sintetizador, baixo pulsante e guitarras com eco e tensão melódica, elementos que rapidamente tornaram o grupo reconhecível. O impacto veio com o álbum de estreia, lançado em 1982, que apresentou ao público faixas como “I Ran (So Far Away)” e “Space Age Love Song”, impulsionadas pela forte rotação na MTV e pela expansão da chamada segunda invasão britânica nos Estados Unidos. A banda também conquistou reconhecimento crítico com “D.N.A.”, que rendeu o Grammy de Melhor Performance Instrumental de Rock em 1983 e evidenciou uma faceta mais experimental dentro de seu repertório. Ao longo das décadas, o grupo passou por mudanças de formação, mas seguiu ativo sob o comando de Mike Score, revisitando seu catálogo em projetos orquestrais e mantendo a produção autoral. O ciclo mais recente inclui o álbum Some Dreams, lançado em 2024, primeiro trabalho de inéditas desde os anos 1990, que reafirma a identidade construída entre sintetizadores e guitarras, ao mesmo tempo em que atualiza a proposta sonora da banda para um novo contexto. ServiçoShow: A Flock of SeagullsData: 7 de outubro de 2026Local: Cine Joia, São PauloIngressos: fastix.com.br/events/a-flock-of-seagulls-em-sao-paulo
Rolling Stones anunciam o álbum “Foreign Tongues” e liberam o single “In The Stars”

Eles não param, e a gente agradece. Menos de três anos após o aclamado Hackney Diamonds, os The Rolling Stones provaram que o motor do rock ‘n’ roll continua em alta rotação. A banda anunciou oficialmente nesta terça-feira o lançamento de seu novo álbum de estúdio, intitulado Foreign Tongues, com data de estreia marcada para o dia 10 de julho via Capitol Records. Para acompanhar o anúncio, Mick Jagger, Keith Richards e Ronnie Wood liberaram o primeiro single oficial, In The Stars. A faixa traz de volta a energia vibrante e as guitarras entrelaçadas que são a marca registrada do grupo, agora sob a batida moderna da produção de Andrew Watt, o produtor “queridinho” dos veteranos que também assinou o disco anterior. Intensidade em Londres O álbum foi gravado em um período curto e explosivo no Metropolis Studios, em Londres. Segundo Mick Jagger, a banda registrou 14 faixas em poucas semanas. “Eu amo gravar na Metropolis. A sala não é muito grande, então você consegue sentir a paixão de todo mundo ali dentro”, revelou o frontman. Keith Richards destacou que o novo trabalho é uma continuidade natural da energia recuperada em 2023. “Foi um mês de soco concentrado. Para mim, é tudo sobre diversão. Sou abençoado por poder fazer isso e espero que dure por muito tempo”, celebrou o guitarrista. Já Ronnie Wood ressaltou o entrosamento do time: “Muitas vezes matamos a música no primeiro take”. Arte e mistério de Foreign Tongues A capa do disco leva a assinatura do artista Nathaniel Mary Quinn. Vale lembrar que, antes do anúncio oficial, os Stones já vinham pregando peças nos fãs: no último Record Store Day, lançaram a faixa Rough And Twisted sob o pseudônimo The Cockroaches, aguçando a curiosidade dos colecionadores.