Com formação de peso, Angra celebrará os 25 anos de Rebirth no Bangers Open Air

A formação Nova Era do Angra se reunirá no Bangers Open Air 2026. A banda foi a escolhida para ser headliner do segundo dia (26 de abril). O espetáculo criado especialmente para o festival será dividido em duas partes, simbolizando diferentes fases do grupo que se tornou referência mundial do power metal. A apresentação, única no Brasil, reunirá no mesmo palco a formação Nova Era que marcou a fase do renascimento da banda em Rebirth, com Edu Falaschi, Kiko Loureiro, Rafael Bittencourt, Felipe Andreoli e Aquiles Priester dividindo o palco com os atuais integrantes do grupo. O espetáculo será dividido em duas partes distintas, cada uma representando um período marcante na trajetória desse verdadeiro bastião do heavy metal brasileiro, com destaque para a Nova Era. A reunião celebra os 25 anos de Rebirth, álbum que reposicionou o Angra no topo após um período turbulento e que, ao lado de Temple of Shadows e Aurora Consurgens, consolidou internacionalmente a segunda fase do grupo após o período inicial com o saudoso Andre Matos em Angels Cry (1993), Holy Land (1996) e Fireworks (1998). Já a fase contemporânea estará representada pelos discos Secret Garden (2014), Ømni (2018) e Cycles of Pain (2023). Os ingressos para curtir o Angra no Bangers Open Air estão disponíveis através do Clube do Ingresso. Consulte valores, condições e setores disponíveis no site Clube do Ingresso. SÁBADO, 25 DE ABRIL DE 2026 TWISTED SISTERIN FLAMESBLACK LABEL SOCIETYKILLSWITCH ENGAGEJINJERFEAR FACTORYEVERGREYTANKARDAMHONSLAUGHTFEUERSCHWANZCRYPTAVIOLATORLUCIFERKORZUSOVERDOSEHANGARSEVEN SPIRESMARENNAOZZY TRIBUTESCHOOL OF ROCK DOMINGO, 26 DE ABRIL DE 2026 ANGRA REUNIONWITHIN TEMPTATIONSMITH/KOTZENWINGERAMARANTHENEVERMOREPRIMAL FEARELUVEITIEDIRKSCHNEIDERCRAZY LIXXROY KHANPROJECT46VISIONS OF ATLANTISNOTURNALLCOBRA SPELLSILVER DUSTTROVÃOMALVADAPARADISE IN FLAMESCHAOS SYNOPSISCLASH BULLDOG’S

“Queixo Novo”: Supla critica exageros estéticos em novo videoclipe

Supla divulgou o videoclipe da música Queixo Novo, que faz parte de seu 20º álbum de estúdio, Nada Foi em Vão. O vídeo protagonizado por Supla e Os Punks de Boutique, ironiza os exageros da era dos procedimentos estéticos e reflete sobre o uso da inteligência artificial. A produção aposta no humor para destacar situações em que a busca, a qualquer custo, pela aparência “perfeita”, acaba ultrapassando limites. O artista, que assina a direção criativa ao lado da diretora do videoclipe, Victoria Brito, se diverte com a situação. Whatever makes you happy, baby!, brinca Papito, que ao ser questionado sobre a dose de sarcasmo do vídeo, completa: “Tem um pouco”. O lançamento reforça a estética cheia de personalidade do Supla e Os Punks de Boutique, apresentada no álbum Nada Foi em Vão (2025). Com 15 faixas, o disco foi disponibilizado recentemente em vinil cor-de-rosa.

Joabe Reis funde UK Garage e jazz contemporâneo no single Simbiose

O trombonista e compositor Joabe Reis prepara o terreno para o lançamento de seu novo álbum, Drive Slow – A Última das Fantasias, com o single Simbiose, que chegou em todas as plataformas digitais pela Batuki Records. Celebrando o mês da Consciência Negra, Joabe Reis exalta a cultura da rua unindo UK Garage a música urbana brasileira, fortemente influenciado pela sua última visita e apresentação a Londres, em show esgotado no Ronnie Scott’s. A faixa é uma amostra do disco que será lançado em janeiro de 2026 e encapsula perfeitamente a proposta artística que Joabe vem construindo: uma ponte entre a sofisticação do jazz e as sonoridades contemporâneas. O single traz parceria com um dos mais brilhantes pianistas da atualidade, Eduardo Farias. “Uma composição e produção minha em parceria com meu irmão Marcelo De Lamare. Essa faixa marca uma nova fase, conectando ritmos brasileiros a influências internacionais como Garage UK, funk e o jazz moderno, sem perder a essência da música brasileira”, conta Joabe.

Soma Soma estreia o disco Nem Toda Flor, que planta o Brasil em terras britânicas

O grupo Soma Soma estreou o álbum Nem Toda Flor. O trabalho, que ganha vida a partir de pausas e transformações, foi gravado na cidade de Bristol, na Inglaterra, em um estúdio localizado nos fundos do The Jam Jar. É o mesmo espaço em que o grupo costumava ensaiar. Ao longo de nove canções, o LP traduz a maturidade criativa e a harmonia coletiva adquirida por seus integrantes, que constroem juntos uma ponte entre o velho continente e as sonoridades brasileiras. Marcado por arranjos ousados e uma produção que valoriza o som orgânico, o projeto busca reafirmar a força do Soma Soma como um dos grupos mais inventivos da diáspora brasileira. Liderada pelo vocalista e guitarrista brasileiro Artur Tixiliski, radicado na Inglaterra há mais de duas décadas, a banda propõe uma viagem musical que atravessa o mundo entre paradas que incluem o samba rock, partido alto, afoxé, swingueira, axé e maracatu. Seu segredo está na mescla de tradições afro-brasileiras com camadas de jazz espiritual, afrobeat e mais fusões globais. Todos esses ritmos são trazidos à baila de maneira orgânica, de um jeito caro à formação da banda. Ao longo de sua trajetória, Tixiliski vem unindo forças com instrumentistas e estudiosos musicais a fim de criar intersecções entre a alma brasileira, a vivência inglesa e toda referência que se faça bem-vinda a partir de outros cantos do mundo. Formada por Jonny Pryor (guitarra), Oli Mason (bateria), Jake Calvert (percussão), Rory Macpherson (saxofone), Joe Bradford (trombone), Piers Tamplin (saxofone, clarinete baixo e flauta) e Stevie Toddler (baixo e vocais de apoio), além de Artur, a Soma Soma se revela uma celebração da pluralidade rítmica e emocional. Mais do que isso: uma big band contemporânea que calca sua identidade na potencialidade da música progressiva em acessar a alma do Brasil e ainda assim estar aberta ao diálogo com o mundo. O título, que vem da frase Nem toda flor floresce o ano todo, é também uma metáfora sobre ciclos, emoções e a necessidade de respeitar o próprio tempo. “Nem Toda Flor, o álbum, nasceu da pausa que o mundo viveu durante a pandemia de covid-19. Eu e Artur tínhamos bebês recém-nascidos, mas ainda assim encontramos tempo para seguir compondo com o resto da banda. Era um período de reflexão e de reconexão com o essencial — e foi nesse espírito que as músicas surgiram”, conta Jonny Pryor, um dos integrantes do projetos. Haja vista, cada faixa carrega uma história. O Mundo Parou, escrita durante uma visita ao Brasil, pulsa entre a tensão e a esperança. Inspirada por Bebeto e Antônio Carlos & Jocafi, a canção transforma a quietude do isolamento social em groove, com letras que refletem sobre trabalho, tempo e reconexão com a família. Já Se Eu Fosse Um Homem Sem Amor é uma canção de duas notas que se expande em sentimento, nascida da tentativa de simplificar o entorno e deixar que apenas seu ritmo guie. Influenciada pela batida dos Arróxa Drummers, a estreia traz um groove denso e apaixonado sobre criar vida a partir do amor. Em Yelda, Artur Tixiliski se inspira no romance O Caçador de Pipas, do romancista afegão Khaled Hosseini, para transformar a noite mais longa do inverno persa em metáfora da espera e do desejo. Parquinho, por sua vez, reflete o tempo vivido entre a incerteza da paternidade, com o som das correntes de um balanço infantil se transformando em base rítmica para uma peça de tom jazzístico. Pressa, na sequência, homenageia a cena de jazz de Bristol com compassos irregulares e metais exuberantes, lançando luz sobre o aprendizado coletivo da desaceleração com fins de reencontro do propósito. O álbum também se abre ao protesto e à espiritualidade. Treta é um maracatu político, escrito a partir de um antigo riff de autoria de Tixiliski, em parceria com o compositor Hércules Lacovic. É uma resposta à sua frustração com o autoritarismo e a crise ambiental provocada pelo governo de Jair Bolsonaro (2019–2022). Laranjeiras, lançada como single antecipado, é um samba psicodélico que homenageia o bairro carioca e o espírito solar do Brasil, enquanto Nem Toda Flor Floresce o Ano Todo funciona como um mantra sobre autocompaixão, inspirado nos cantos responsivos do samba de coco. O encerramento, que se dá com O Menino e o Pandeiro, flutua entre rumba e samba, celebrando o aprendizado, a leveza e a continuidade, aspectos que nos abrem as portas do futuro. Entre raízes e experimentação, Nem Toda Flor se revela um disco centrado no ato de florescer apesar das intempéries, com a consciência de que até o silêncio faz parte da música. A obra surge como fruto de uma longa semeadura, que plantou o Brasil no interior de cada integrante, mas também de quem a escuta. Honesto em sua proposta, o álbum ganha profundidade justamente por não buscar complexidades ao despertar sentimentos. Cultivado a várias mãos, o repertório foi regado e cuidado para dialogar com muito mais do que os ouvidos estrangeiros fascinados pelas referências estrangeiras estão acostumados. Aqui, a intenção é se conectar com a essência brasileira que nos leva a dar frutos em qualquer lugar do mundo.

Após show em São Paulo, Helado Negro revela EP The Last Sound On Earth

Helado Negro, projeto do músico e produtor Roberto Carlos Lange, lançou o EP The Last Sound On Earth, já disponível em todas as plataformas digitais. A estreia foi celebrada com um show em São Paulo, no mesmo dia do lançamento, na Casa Rockambole, marcando o início da nova fase do artista, que retornou ao país após a estreia no Primavera Sound São Paulo, em 2022. O trabalho reúne cinco faixas que transitam entre o eletrônico e o experimental, com letras que refletem sobre o mundo contemporâneo, a memória e a busca por transformação. As músicas More, Protector e Sender Receiver (que ganhou um clipe gravado em Miami) anteciparam o lançamento, revelando parte do universo sonoro denso e introspectivo que permeia o EP. The Last Sound On Earth nasce de uma pergunta simples e profunda: qual seria o último som que ouviríamos antes do fim? A partir dessa ideia, Helado Negro cria paisagens sonoras que misturam inquietação e esperança, combinando batidas pulsantes, ecos e distorções que evocam tanto o caos quanto a beleza do que ainda permanece. Mesmo ao abordar temas sombrios, o artista encontra leveza no movimento e na criação. “Como posso dançar com essa dor?”, questiona Lange. “Mas quando estou no palco, eu danço. Descobri um jeito de me mover que me liberta junto com a música.” Com camadas complexas de emoção e produção precisa, The Last Sound On Earth reafirma Helado Negro como uma das vozes mais singulares da música contemporânea, transformando dúvida e fragilidade em arte.

Gary “Mani” Mounfield, ex-baixista do Stone Roses e Primal Scream, morre aos 63

Gary “Mani” Mounfield, baixista da banda Stone Roses e Primal Scream, morreu aos 63 anos. O anúncio foi feito nas redes sociais de seu irmão nesta quinta-feira (20), que não divulgou a causa da morte. Mani foi um dos membros fundadores do The Stone Roses, tocando nos dois álbuns de estúdio aclamados do grupo. Ele também participou da turnê de reunião da banda em 2012. Após a separação inicial do The Stone Roses, ele se juntou a outra gigante do rock, o Primal Scream, em 1996, permanecendo como baixista por 15 anos. Ian Brown, vocalista do The Stone Roses, lamentou a perda no X escrevendo: “REST IN PEACE MANi X.” O vocalista do Oasis, Liam Gallagher, comentou o falecimento em um post. “Em choque total e absolutamente devastado ao saber a notícia sobre Mani. Meu herói, descanse em paz.”

Andy Bell, vocalista do Erasure, confirma turnê com cinco shows no Brasil

Andy Bell, lendário vocalista do Erasure, chega ao Brasil em janeiro de 2026 com uma turnê especial e inédita. Reconhecido como um dos maiores nomes do synthpop mundial, Andy desembarca para cinco apresentações exclusivas que celebram sua trajetória solo, seus clássicos eternizados ao lado de Vince Clarke e a nova fase artística marcada pelo sucesso do álbum Ten Crowns, lançado em 2025. Com mais de 20 milhões de discos vendidos, 17 singles no Top 10 britânico e uma carreira que atravessa gerações, Andy Bell consolidou-se como uma das vozes mais influentes do pop, além de uma inspiração global para a comunidade LGBTQ+. Seu talento multifacetado se estende da música ao teatro, passando por aclamadas performances nos espetáculos Torsten The Bareback Saint e Torsten The Beautiful Libertine, além de colaborações com grandes artistas como Jake Shears, Claudia Brücken, Perry Farrell e Dave Audé — união que rendeu dois #1 na Billboard Dance. A turnê brasileira de 2026 marca um reencontro emocionante entre Andy Bell e os fãs do país, prometendo noites de intensa nostalgia, celebração e muita energia. No repertório, o artista relembra seus grandes momentos com o Erasure, revisita hinos que marcaram as pistas dos anos 80 e 90, apresenta sucessos de sua carreira solo e incorpora faixas de Ten Crowns, que alcançou o topo das paradas independentes e digitais do Reino Unido. Em cada cidade, o público será conduzido a uma experiência sensorial e afetiva, marcada por luzes vibrantes, vocais impecáveis e a entrega absoluta que transformou Andy Bell em ícone internacional. Uma oportunidade rara de testemunhar ao vivo uma das vozes mais reconhecíveis e amadas do pop eletrônico mundial. ANDY BELL A VOZ DO ERASURE NO BRASIL  19 de janeiro de 2026 (segunda-feira) — Rio de Janeiro Local: Qualistage – Via Parque Shopping (Av. Ayrton Senna, 3000 – Barra da Tijuca – RJ) 21 de janeiro de 2026 (quarta-feira) — Porto Alegre Local: Auditório Araújo Vianna (Parque Farroupilha, 685 – Porto Alegre – RS) 22 de janeiro de 2026 (quinta-feira) — Curitiba Local: Teatro Positivo (Rua Prof. Pedro Viriato Parigot de Souza, 5.300 – Curitiba – PR) 23 de janeiro de 2026 (sexta-feira) — Belo Horizonte Local: Befly Hall (Av. Nossa Sra. do Carmo, 230 – Savassi – Belo Horizonte – MG) 24 de janeiro de 2026 (sábado) — São Paulo Local: Suhai Music Hall – Shopping SP Market (Av. das Nações Unidas, 22.540 – Jurubatuba – São Paulo – SP)

Candlebox é confirmado no lineup do Somos Rock Festival 2026

A banda norte-americana Candlebox foi confirmada como uma das atrações do Somos Rock Festival 2026. O evento acontece dia 25 de abril de 2026, na Arena Anhembi, em São Paulo, ao lado de muitas outras atrações nacionais e internacionais de peso, como o Spin Doctors. Diretamente da cena de Seattle que redefiniu o rock nos anos 90, o Candlebox faz sua estreia no Brasil e escolhe o palco do Somos Rock Festival para esse debut. Isso, mesmo, após três décadas, essa será a estreia no país desta banda que tanto tocou na MTV. O show faz parte de uma turnê Sul-americana a ser divulgada nos próximos dias. Surgindo da efervescente cena grunge de Seattle em meados dos anos 1990, o Candlebox rapidamente alcançou sucesso mainstream com suas melodias profundas, guiadas por letras marcantes e refrões poderosos. Hinos como Far Behind e You, do álbum de estreia homônimo, explodiram nas paradas e levaram o disco a ultrapassar a marca de quatro milhões de cópias vendidas em todo o mundo. Seguindo em frente a todo vapor, com novas datas de turnê nos Estados Unidos e no exterior, além de um novo lançamento a caminho, esses ícones do rock não demonstram qualquer intenção de diminuir o ritmo tão cedo. E, para as legiões de fãs que acompanham sua longa e ilustre trajetória, isso soa como música para os ouvidos. E a vinda do Candlebox se torna mais especial: Peter Klett, guitarrista fundador e responsável por boa parte das linhas marcantes dos primeiros discos, está de volta à banda! SOMOS ROCK FESTIVAL – Somos Rock Festival 2026 em São Paulo também já anunciou Revisiting Creedence, Spin Doctors, Detonautas e Biquini. Os ingressos já estão à venda no site da Ticketmaster, a partir de R$190 + taxas.

Kneecap denuncia abuso de poder e intimidação do Reino Unido em No Comment

Kneecap lançou o single No Comment, que conta com a participação do aclamado DJ/produtor Sub Focus. Impulsionado por um riff de baixo absurdamente pesado criado por Sub Focus, o trio de Belfast/Derry aborda o abuso de poder e a intimidação por parte do Estado britânico após a perseguição forjada contra Mo Chara sob acusação de terrorismo. No Comment é um contra-ataque feroz — mais uma faixa massiva que vai ecoar nas paredes de clubes e arenas. O single sucede os lançamentos anteriores The Recap, em parceria com o produtor de drum & bass Mozey, e Sayōnara, colaboração com Paul Hartnoll, do Orbital. Com a agora famosa arte Royal Courts of Justice, de Banksy, usada na capa com permissão do artista, o Kneecap comentou sobre No Comment. “No Comment é sobre ser assediado pelo Estado britânico. Simples assim. Nós, irlandeses, já estamos acostumados — acontece há séculos. Foi um prazer trabalhar com o Sub Focus nisso, o homem é uma lenda.” Neste verão, o trio de Belfast fez o show mais comentado do Glastonbury no palco West Holts, passou por Wide Awake, 2000 Trees e Green Man em slots de destaque, fez sua maior apresentação em Londres até hoje no Wembley Arena (12.500 lugares), se apresentou ao lado do Fontaines DC em vários shows gigantes ao ar livre e se viu em meio a um furacão midiático e político por defenderem vocalmente a paz e a liberdade palestina no Coachella deste ano. Atualmente em turnê pelo Reino Unido com ingressos esgotados, também foi anunciado recentemente que Naoise, aka Móglaí Bap, irá correr 10 km antes de cada show para arrecadar fundos para a Palestina. A campanha de arrecadação é organizada pela Beit Lahia Development Association em Gaza e Glór na Móna em Belfast, em cooperação com a academia comunitária ACLAÍ, na Cisjordânia.