Massari Fest 2026 traz a fúria do Pigs x7 e lendas do underground

Quando o “Reverendo” assina a curadoria, o fã de música alternativa sabe que vem pedrada, no melhor sentido da palavra. Fábio Massari, uma das figuras mais emblemáticas do jornalismo musical brasileiro e eterno rosto da antiga MTV Brasil, chega à terceira edição do seu Massari Fest. O evento, realizado pela Maraty com apoio da Powerline, acontece no dia 3 de julho (sexta-feira), no Fabrique Club, em São Paulo. A grande atração da noite é a estreia em solo brasileiro da banda inglesa de stoner/sludge com o nome mais peculiar da cena: Pigs Pigs Pigs Pigs Pigs Pigs Pigs (ou simplesmente Pigs x7). Pesadelo dos arquivistas Vindos de Newcastle, no Reino Unido, o Pigs x7 é conhecido por performances viscerais e um som que transita entre o doom, o noise e o psicodélico. A banda chega para divulgar seu quinto álbum de estúdio, Death Hilarious (2025). Massari não poupa elogios ao grupo liderado pelo vocalista Matthew Baty: “Um especialista disse que a banda é o pesadelo dos arquivistas. Sorte nossa que gostamos de heavy metal, hardão da pesada, protopunk cósmico, stoner, doom e noise rock! A banda chega ao Brasil voando, no embalo de apresentações ao vivo bombásticas e memoráveis.” Além de São Paulo, o grupo também toca em Belo Horizonte no dia 4 de julho, no Microfest. Lado B do Brasil Como é tradição no Massari Fest, o lineup é completado por nomes de peso do underground nacional, selecionados a dedo pelo curador: Feira literária Além da barulheira no palco, o evento mantém seu caráter cultural com uma feira de editoras independentes. A presença da Terreno Estranho já está confirmada, vendendo, entre outros títulos, os livros escritos pelo próprio Fábio Massari. Os ingressos já estão à venda pela plataforma Fastix. Serviço: Massari Fest 2026

My Chemical Romance inicia maratona de shows em SP nesta quinta; veja horários

Após um hiato de quase duas décadas longe dos palcos brasileiros, o My Chemical Romance finalmente está entre nós. A banda liderada por Gerard Way desembarca em São Paulo nesta semana para duas apresentações históricas no Allianz Parque. Os shows, realizados pela 30e em parceria com a Move Concerts, acontecem nesta quinta-feira (5) e sexta-feira (6). Ingressos para o My Chemical Romance A demanda reprimida de uma geração inteira fez com que a primeira data (dia 5) esgotasse rapidamente. No entanto, para quem deixou para a última hora, ainda há uma chance: restam os últimos ingressos para a apresentação extra de sexta-feira (6). As vendas continuam pelo site da Eventim. Abertura de peso com The Hives Antes de entoar hinos como Helena e Welcome to the Black Parade, o público terá um aquecimento de luxo. A abertura fica por conta dos suecos do The Hives. Conhecidos pelos ternos preto e branco e pela energia caótica do garage rock, o grupo traz a experiência de 30 anos de estrada para o estádio. Relevância contínua O MCR chega ao Brasil surfando na nostalgia, mas também celebrando seu legado técnico. Recentemente, em 2024, o grupo lançou uma edição expandida do clássico Three Cheers For Sweet Revenge (2004), com novas mixagens de Rich Costey e faixas bônus gravadas para a BBC. ⏰ Horários Para quem vai ao Allianz Parque, a organização divulgou os horários oficiais para não perder nenhum acorde: 🎫 Serviço: My Chemical Romance em São Paulo Preços (data extra – 06/02) Vendas

Ludovic retorna com o single “Desde que eu morri”

Para quem acompanhou o underground brasileiro dos anos 2000, o nome Ludovic evoca memórias de shows catárticos e letras viscerais. Após duas décadas desde o lançamento de seu último álbum de estúdio (Idioma Morto, de 2006), o quarteto paulistano está finalmente pronto para escrever um novo capítulo. O jejum foi quebrado nesta terça-feira (3) com o lançamento do single Desde que eu morri. A faixa é a primeira amostra do aguardado novo disco, previsto para chegar ao mercado ainda neste primeiro semestre, via Balaclava Records. Vida, mente e caos na Ludovic A escolha da música para capitanear essa nova fase não foi por acaso. Segundo a banda, ela funciona como uma ponte: mescla a sonoridade clássica e urgente do grupo com novos elementos e arranjos mais complexos. Liricamente, o vocalista Jair Naves mantém sua escrita afiada, abordando temas como o apego à vida, a luta para manter a calma em momentos de crise e o estigma que ainda envolve a saúde mental. “Em termos de sonoridade, creio que reúne as características que as pessoas normalmente associam ao Ludovic, com alguns elementos novos… Foi a primeira faixa que finalizamos no processo do álbum novo. Acho bem simbólico iniciarmos essa nova fase lançando justamente essa como single”, explica Jair.

Wilza une doçura e caos em álbum de estreia homônimo

Imagine uma bala que começa doce na boca, mas revela um recheio ácido e corrosivo logo em seguida. É essa a “experiência de contraste” que a banda paulistana Wilza propõe em seu álbum de estreia homônimo, que acaba de chegar às plataformas de streaming. Após pavimentar o caminho no final de 2025 com singles de nomes curiosos e provocativos, Terapia, Glicose Matinal e Luigi Mangione, o grupo entrega agora a obra completa. O som é uma expansão do universo onde a crueza punk colide com uma psicodelia em tecnicolor. Humor, raiva e distorção no som da Wilza A própria banda define seu território sonoro como “punk pirulito”: um lugar onde melodias indie e vocais mergulhados em reverb são subitamente atropelados por paredes de guitarra e gritos enfurecidos. As letras seguem a mesma dicotomia. São crônicas irônicas que tratam desde o drama cotidiano da classe média (como conciliar o orçamento para pagar a terapia) até o desejo catártico de ver o império de bilionários e big techs em chamas. Para quem sente saudade da “barulheira com classe” dos anos 90, as referências são claras: Nirvana, Veruca Salt e Sonic Youth. Mudança na cozinha Formada na capital paulista entre o fim de 2024 e o início de 2025, a Wilza nasceu do encontro de músicos ativos na cena autoral. O disco foi gravado pela formação original: DW Ribatski (guitarra/voz), Ligia Murakawa (baixo) e Clara do Prado (bateria). No entanto, após as gravações no Estúdio Quadrophenia, Clara mudou-se para Brasília. Quem assumiu as baquetas foi Isabella Pontes (da banda Schlop), que agora integra a formação oficial e já traz seu peso para os palcos. Ficha técnica A produção do disco é assinada pela própria banda em parceria com Breno Della Ricca. A engenharia de som ficou a cargo de Sandro Garcia, com mixagem de DW Ribatski e masterização de Rafael Panke.

Entrevista | D.R.I. – “Nunca pensamos em abandonar o punk. Só queríamos usar todas as nossas influências juntas”

O D.R.I. está de volta ao Brasil. Formado no início dos anos 1980, no Texas, a banda é uma das bandas mais influentes da história do hardcore punk e do thrash metal. Inicialmente associado ao hardcore rápido e direto, o grupo acabou se tornando referência mundial ao fundir esse estilo com elementos mais pesados do metal, ajudando a definir o que viria a ser conhecido como crossover. Ao longo de mais de quatro décadas, o D.R.I. construiu uma trajetória marcada por turnês incessantes, letras críticas e uma ética independente que influenciou gerações de músicos ao redor do mundo. Em entrevista ao Blog N’Roll, o vocalista Kurt Brecht fala sobre a evolução musical do grupo, a criação do termo crossover, a forma como a tecnologia transformou a vida em turnê e o impacto contínuo do D.R.I. tanto nas cenas punk e metal quanto em novas gerações de bandas que ainda hoje se inspiram em sua postura e agressividade, além dos shows no Brasil. O D.R.I. se apresenta no Brasil nas seguintes datas e cidades:São Paulo – 22/03 com o Ratos de Porão no Cine JoiaPorto Alegre/RS – 17/03/2026 no OcidenteCuritiba/PR – 19/03 no Tork n’ RollRio de Janeiro/RJ – 20/03 no Circo VoadorBelo Horizonte/MG – 21/03 no Mister Rock O D.R.I. nasceu de um senso de urgência criativa muito forte nos anos 80. O que daquele pensamento inicial da sua juventude ainda guia a banda hoje? A diferença é que, quando você é jovem, tudo é diferente. Com o tempo, aprendemos muitas coisas sobre turnês, sobre o negócio da música e sobre como tudo funciona. Hoje é muito mais fácil divulgar seus próprios shows usando a internet. Antigamente, para montar uma turnê pelos Estados Unidos ou para vir ao Brasil, era tudo feito por telefone ou cartas, esperando que alguém divulgasse o show e que as pessoas ficassem sabendo. Hoje você consegue garantir que o público tenha informação, e isso facilita muito. O Brasil tem uma relação longa com o D.R.I. O que você mais lembra da primeira vez que tocou aqui? A incerteza, eram outros tempos. Você nunca sabe se tudo vai funcionar, se vai receber pagamento, se o show vai ser bom. Existe muita incerteza quando você toca pela primeira vez em outro país, especialmente. O Brasil tem uma cena punk muito forte. Como você percebe a energia do público brasileiro em comparação com outros países? A América do Sul, em geral, sempre rende shows muito bons e muito enérgicos, e o Brasil está incluído nisso. É sempre muito divertido. Nessa mesma viagem, também tocamos na América Central. Existe algum show do D.R.I. no Brasil que se destaca como o mais intenso ou inesquecível? Existem muitos, mas para destacar um, tocamos uma vez em Belo Horizonte com o Misfits e o Sepultura. Foi em um estádio ao ar livre, fazia muito calor, mas foi um show enorme e muito divertido. Falando sobre a conexão com o Ratos de Porão, em que momento você percebeu que essa relação foi além de apenas dividir o palco? Nós simplesmente nos conectamos com eles. Tocamos muitos shows juntos e continuamos tocando. É sempre a mesma coisa: eles trazem um ótimo público, nós também trazemos pessoas, e juntos funciona muito bem. Acho que os fãs realmente gostam de ver a gente tocando juntos. E depois de tantas visitas ao Brasil, ainda existe algo que te surpreende sempre que você volta? Eu gostaria de tocar aqui todo ano, mas nosso agente prefere que a gente venha uma vez a cada três anos. Às vezes tocamos em cidades diferentes, ou em lugares onde não tocávamos há muito tempo. Mas São Paulo é uma cidade que sempre parece fazer parte da rota. É uma cidade grande, com um grande show, algo que sempre fica marcado na memória. É sempre um show insano. Como surgiu o rótulo “crossover” e como foi a recepção do álbum de mesmo nome quando foi lançado? Na verdade, foram os fãs que começaram a chamar nossa música de crossover por conta da mistura de punk e metal. A gente ouviu as pessoas usando esse termo, e foi assim que soubemos. Não fomos nós que criamos o nome, apenas usamos no álbum. Quando Crossover saiu, alguns punks não gostaram, porque as músicas eram mais lentas e tinham mais influência de metal. Por outro lado, ganhamos muitos fãs do metal. Perdemos alguns fãs e ganhamos outros. Em que ponto você percebeu que era possível evoluir musicalmente sem perder a agressividade e a identidade da banda? Acho que isso acontece com qualquer banda. Você escreve músicas que gosta, e se todo mundo na banda gosta, espera que o resto do mundo goste também. Às vezes funciona, às vezes não. Nós crescemos ouvindo metal pesado, então nunca foi uma questão de abandonar o punk. Queríamos usar todas as nossas influências e juntar tudo em músicas que todos nós gostássemos. As letras do D.R.I. sempre foram diretas e críticas. Como você vê essa abordagem hoje? Acho que minhas letras envelheceram bem. Não escrevo todas as letras da banda, mas recentemente lancei um livro com todas as letras que escrevi, organizado de A a Z, além de poesias. Muitas bandas dizem que fomos uma influência musical e lírica, e até os filhos dessas pessoas estão tentando escrever músicas como o D.R.I., o que é um grande elogio. O hardcore e o metal mudaram muito desde os anos 80. O que ainda chama sua atenção nas bandas mais novas? Muitas bandas novas abrem shows para a gente, e eu vou assistir. Às vezes são bandas de death metal ou misturas estranhas de estilos. Se eu gosto, eu gosto. Gosto de bandas que não param, que vêm com tudo. É isso que me chama a atenção. Existe alguma fase da discografia do D.R.I. que você acha que merece ser redescoberta pelos mais novos? Talvez Crossover, mas Dealing With It! também é muito popular e já mostrava um pouco dessa mistura. O D.R.I. sempre soou um pouco diferente das outras bandas,

Bad Religion confirma show único em São Paulo; ingressos à venda nesta terça

Com mais de quatro décadas de serviços prestados ao punk rock e ao pensamento crítico, o Bad Religion tem um novo encontro marcado com os brasileiros. E dessa vez, a oportunidade é exclusiva. A Live Nation Brasil confirmou nesta segunda-feira (2) que a banda californiana fará uma apresentação única no país. O show acontece no dia 28 de abril, no Espaço Unimed, em São Paulo. Ingressos para o Bad Religion em São Paulo Para os fãs que pretendem garantir presença, a ação precisa ser rápida. A venda de ingressos começa já nesta terça-feira, 3 de fevereiro. O parcelamento pode ser feito em até 3x sem juros. 45 anos de razão e melodia Donos de hinos como American Jesus, 21st Century (Digital Boy) e Sorrow, o grupo liderado por Greg Graffin (que também é doutor em história da ciência) mantém sua relevância ao unir velocidade melódica com letras que defendem o humanismo e a razão. O trabalho de estúdio mais recente, Age of Unreason, serve como base para o discurso atual da banda, abordando o declínio de valores iluministas e a ascensão da intolerância política. “A banda sempre defendeu os valores do Iluminismo. Hoje, esses valores de verdade, liberdade, igualdade, tolerância e ciência estão em sério perigo. Este disco é a nossa resposta”, explica o guitarrista Brett Gurewitz. Esta será a enésima visita do grupo ao país, que já tocou em festivais como The Town, Primavera Sound e Lollapalooza, mas o formato de show solo promete um setlist mais extenso e focado nos clássicos da carreira. Serviço: Bad Religion em São Paulo PREÇOS Pista: R$ 220,00 (meia) e R$ 440,00 (inteira) Pista premium: R$ 325,00 (meia) e R$ 650,00 (inteira) Mezanino: R$ 340,00 (meia) e R$ 680,00 (inteira) Camarote A/B: R$ 360,00 (meia) e R$ 720,00 (inteira)

Chapterhouse anuncia show inédito no Brasil com abertura da terraplana

Dizem que o Chapterhouse sempre teve o talento de estar no lugar certo na hora errada: psicodélicos na era acid house, shoegazers na germinação do grunge. Mas a retrospectiva fez justiça e, 35 anos após o lançamento de seu álbum de estreia, o “tempo certo” finalmente chegou para os fãs brasileiros. Nesta segunda-feira (2), a Balaclava Records anunciou a vinda inédita da banda inglesa ao país. A apresentação única acontece no dia 29 de setembro, no Cine Joia, em São Paulo. Para tornar a noite uma celebração completa do gênero, a abertura ficará a cargo dos curitibanos da terraplana, um dos nomes mais vitais do rock alternativo nacional atual. Lendas de Reading Formado em 1987, o Chapterhouse é frequentemente citado na trindade sagrada do shoegaze/dream pop noventista, ao lado de RIDE e Slowdive. O álbum de estreia, Whirlpool (1991), é um marco que conta com a colaboração de Robin Guthrie (Cocteau Twins) e figura na lista dos melhores do gênero da Pitchfork. O setlist deve revisitar clássicos como Pearl, faixa que originalmente conta com backing vocals de Rachel Goswell (Slowdive) e sample de bateria inspirado em John Bonham. Após um hiato que durou de 1995 a 2008, o grupo retornou à ativa antes mesmo da onda de reuniões de seus contemporâneos. A formação que vem ao Brasil traz Stephen Patman, Andrew Sheriff, Robin Light, Ashley Bates e Michael Secker. O momento da terraplana A escolha da banda de abertura não foi aleatória. A terraplana vive um momento de ascensão, divulgando o álbum natural, lançado em março de 2025. O grupo mistura a nostalgia do shoegaze com post-hardcore e slowcore. A banda brasileira também está escalada para o Lollapalooza Brasil (em março) e para o festival americano Slide Away Fest (em maio), onde curiosamente também dividirá o line-up com o próprio Chapterhouse. Serviço: Balaclava apresenta Chapterhouse e terraplana Ingressos

Assista ao primeiro trailer de “Michael”, estrelado pelo sobrinho do astro

A história de um dos artistas mais influentes (e complexos) da cultura pop está prestes a ganhar as telas grandes com um toque de DNA familiar. A Universal Pictures divulgou nesta segunda-feira (2) o primeiro trailer e o cartaz de Michael, a aguardada cinebiografia de Michael Jackson. O filme tem estreia confirmada nos cinemas brasileiros para 23 de abril. Jaafar Jackson assume o manto O grande destaque da produção é a escalação de Jaafar Jackson, sobrinho do cantor, para interpretar a fase adulta do Rei do Pop. A semelhança física e a capacidade de emular os movimentos icônicos do tio têm sido o foco da divulgação. Para a fase infantil, o papel ficou com o ator Juliano Valdi. Equipe por trás de “Bohemian Rhapsody” A produção carrega o peso de tentar repetir o sucesso de outras biografias musicais recentes. Para isso, o filme é produzido por Graham King, o mesmo nome por trás do oscarizado Bohemian Rhapsody (do Queen). A direção é de Antoine Fuqua, cineasta conhecido por dramas urbanos e de ação como Dia de Treinamento e Invasão à Casa Branca. Michael além dos palcos Segundo a sinopse oficial, o longa pretende ir além da música. A trama cobrirá desde a descoberta do talento no The Jackson 5 até a consolidação de sua carreira solo e a busca incansável para se tornar o maior artista do mundo. O filme promete mostrar “a vida de Michael fora do palco” e recriar performances históricas. O elenco de apoio traz nomes de peso: O filme será lançado inclusive em versões IMAX. Assista ao trailer abaixo

Supla e The 69 Eyes lançam a gótica “Trip Scene”

Há uma coincidência numérica, e sonora, que une o passado de Supla aos finlandeses do The 69 Eyes. Aproveitando a passagem da banda de rock gótico pela América Latina, o “Papito” reuniu seus Punks de Boutique para gravar uma colaboração inédita. Nesta segunda-feira (2), chegou às plataformas o single Trip Scene, faixa que conta com a participação de Jyrki 69 (voz) e Bazie (guitarra). Resgate de Nova York A música não é exatamente nova, mas sim um resgate dos arquivos pessoais de Supla. A faixa foi composta originalmente durante o período em que o músico morou em Nova York (1994-1999) e liderava a banda Psycho 69. A nova versão mantém a estrutura instrumental da original, mas ganha o peso das “vozes de catacumba” e o estilo dark dos convidados finlandeses. “Os Punks de Boutique fizeram um excelente trabalho junto com o guitarrista Bazie, que adicionou interessantes riffs no refrão. E nos vocais rolou algo diferente, onde eu acabo repetindo o que Jyrky cantava. Isso trouxe um plus inusitado para a canção: duas vozes graves saindo das catacumbas”, comenta Supla. Clipe com imagens de arquivo O lançamento é acompanhado de um videoclipe que mescla o presente e o passado. As cenas da gravação atual no estúdio em São Paulo são intercaladas com registros raros de performances do Psycho 69 nos palcos de Nova York nos anos 90.