Sleeping With Sirens volta ao Brasil após oito anos para show único em São Paulo

Um dos maiores pilares do post-hardcore mundial dos anos 2010, a banda norte-americana Sleeping With Sirens confirmou seu aguardado retorno ao Brasil. Após um hiato de oito anos sem se apresentar no país, o grupo sobe ao palco do Terra SP, em São Paulo, no dia 13 de dezembro de 2026 (domingo), para uma apresentação exclusiva. O evento é uma realização conjunta da Áldeia Produções Artísticas, Fastix e DRM Entertainment, e as entradas já estão à venda pela ticketeira Fastix. Acumulando mais de dois bilhões de streams no Spotify, a banda desembarca no país divulgando seu oitavo álbum de estúdio, An Ending In Itself (lançado em junho de 2026). Gravado ao lado do produtor Will Yip (conhecido por trabalhos com Turnstile, Movements e Circa Survive), o disco marca o retorno à lendária gravadora Rise Records, resgatando guitarras pesadas na linha de frente, mudanças bruscas de dinâmica e a urgência melódica de suas origens. Clássicos no setlist Liderado pelos vocais agudos e pela versatilidade marcante de Kellin Quinn, o Sleeping With Sirens mantém sua assinatura que equilibra breakdowns enérgicos, riffs encorpados e refrões confessionais focados em conflitos internos e vulnerabilidade. A formação atual conta com Kellin Quinn (voz), Justin Hills (baixo), Nick Martin e Tony Pizzuti (guitarras) e Matty Best (bateria). Além das faixas do novo disco e da fase pesada de How It Feels to Be Lost (2019) e Complete Collapse (2022), o repertório promete uma celebração aos hinos que definiram a geração emo/post-hardcore, como If You Can’t Hang, If I’m James Dean, You’re Audrey Hepburn, Kick Me, Better Off Dead e A Trophy Father’s Trophy Son. Serviço: Sleeping With Sirens em São Paulo
Alexisonfire retorna ao Brasil para celebrar os 20 anos do álbum Crisis com shows em SP e Curitiba

Um dos nomes mais reverenciados do post-hardcore mundial, a banda canadense Alexisonfire confirmou seu retorno aos palcos do Brasil em novembro. Realizada pela Solid Music, a turnê comemorativa celebra os 20 anos do clássico disco Crisis (2006) com duas apresentações: no dia 20 de novembro de 2026 em São Paulo, no Vibra São Paulo, e em 22 de novembro de 2026 em Curitiba, no Tork n’ Roll. Os ingressos para ambas as cidades já estão disponíveis pela plataforma 101 Tickets. Força de um marco do post-hardcore dos anos 2000 Lançado em 2006, Crisis levou o quinteto ao topo das paradas canadenses e consolidou o estilo dinâmico do grupo, famoso pela sobreposição e contraste de suas três vozes: os berros viscerais de George Pettit, o timbre melódico de Dallas Green (City and Colour) e a pegada rasgada de Wade MacNeil. Impulsionado por hinos como This Could Be Anywhere in the World, Boiled Frogs, Drunks, Lovers, Sinners and Saints e We Are the End, o disco estabeleceu um equilíbrio raro entre velocidade, peso instrumental e refrões expansivos feitos para arenas e festivais. A formação que sobe aos palcos brasileiros é a clássica e original que gravou o álbum há duas décadas, reunindo George Pettit, Dallas Green, Wade MacNeil, Chris Steele (baixo) e Jordan Hastings (bateria). Além do material de Crisis, o repertório da turnê resgata momentos de trabalhos emblemáticos da discografia, como Watch Out! (2004), Old Crows / Young Cardinals (2009) e o elogiado Otherness (2022), trabalho vencedor do prêmio Juno de Álbum de Rock do Ano em 2023. Serviço: Alexisonfire no Brasil (Turnê 20 Anos de Crisis)
LP lança Room 12, seu oitavo álbum de estúdio, acompanhado do single “Don’t Stop”

A cantora e compositora norte-americana LP (Laura Pergolizzi) disponibilizou nesta quarta-feira (2) o seu oitavo álbum de estúdio: Room 12. O projeto chega acompanhado do lançamento do single de trabalho, Don’t Stop. Com 25 anos de carreira e bilhões de reproduções acumuladas nas plataformas digitais, LP construiu uma trajetória sólida, marcada por composições confessionais e status de ícone da cultura queer. O novo disco reúne 11 faixas que exploram términos, identidade, reconciliação e autodescoberta sob uma ótica de liberdade criativa renovada. Poética dos quartos de hotel em Room 12 Concebido após uma rara pausa no ritmo constante de turnês para viver e criar sem urgências, o trabalho nasceu de colaborações com parceiros frequentes de produção, como Mike Del Rio e PJ Bianco. O conceito central do disco parte das memórias acumuladas durante anos de viagens pelo planeta: “Room 12 é um estado de espírito. Um lugar onde as experiências viram memória, e a memória se transforma em narrativa. Um espaço para lembrar, imaginar e se reinventar. Nas minhas viagens, passei por muitos quartos […] No fim, todos se tornaram menos um lugar físico e mais um encontro comigo mesma”, define a artista. Entre os principais destaques do álbum estão: O lançamento coincide com o andamento da All Is Not Lost World Tour, turnê mundial que comemora os 10 anos do estrondoso sucesso de Lost On You (canção com mais de 1 bilhão de streams no Spotify) e que intercala as novidades de Room 12 com a execução na íntegra do clássico disco de 2016.
Celebrando 35 anos de carreira, The Slackers faz show especial no Cine Joia

A banda novaiorquina The Slackers desembarca em São Paulo nesta sexta-feira (4), para uma apresentação comemorativa no Cine Joia. A passagem pelo país celebra os 35 anos de estrada do grupo e acompanha a divulgação do EP Money is King. Com uma média de 150 apresentações anuais ao longo da última década, o The Slackers foi eleito a melhor banda de reggae e ska de Nova York pela revista norte-americana The Beat, enquanto o The New York Times definiu sua pegada urbana e crua como “o próprio som de Nova York”. Conexões com o punk, The Skatalites e a Hellcat Records Diretamente apadrinhado por pioneiros jamaicanos como The Skatalites e The Upsetters, o coletivo construiu uma assinatura própria que funde o ska tradicional, rocksteady e dub ao garage rock, rhythm & blues e soul dos anos 1960. A trajetória da banda contabiliza mais de 20 trabalhos lançados, com boa parte de sua discografia assinada pela icônica Hellcat Records, de Tim Armstrong (Rancid). A proximidade com o punk rock gerou turnês históricas ao lado do Rancid, além de frequentes colaborações do vocalista e tecladista Vic Ruggiero e do naipe de sopros do grupo no circuito internacional. Serviço: The Slackers no Cine Joia (35 anos de carreira) Valores dos ingressos: > Ingresso social: Válido para qualquer pessoa mediante a entrega de 1 kg de alimento não perecível na portaria do Cine Joia.
Paura revela Primitive Chaos, buscando a brutalidade essencial do hardcore

Um dos nomes fundamentais do hardcore brasileiro, a banda Paura lançou nesta segunda-feira (31) seu nono álbum de estúdio, intitulado Primitive Chaos. Concebido como um exercício de minimalismo e peso, o trabalho busca o estado bruto da música, despindo-se de excessos e focar na reação imediata. O sucesor de Karmic Punishment (2023) traz 11 faixas inéditas que abordam desde batalhas íntimas e autoconfrontação até críticas contundentes contra o autoritarismo, a guerra, a hipocrisia moral e a xenofobia. A busca pelo estado bruto do som e da mente em Primitive Chaos Para o vocalista Fabio Prandini, o novo disco funciona menos como uma criação isolada e mais como um reflexo das contradições do mundo moderno, contrapondo avanços tecnológicos à permanência de impulsos primários. “Hoje entregamos nosso novo disco, Primitive Chaos, pro mundo. Entregamos não. Devolvemos. Porque ele veio do mundo, foi feito do mundo. É do mundo! Feito com raiva e amor”, afirma Prandini. Musicalmente, o álbum aposta em guitarras, baixo, bateria e voz diretas, priorizando o impacto físico e a concisão. Essa proposta se refletiu no primeiro single lançado do projeto, “Sarcastic Sadistic”.
Dinosaur Jr. solta There Near, seu décimo terceiro álbum de estúdio

Os gigantes do rock alternativo norte-americano, o Dinosaur Jr. disponibilizou na última sexta-feira (28) o seu décimo terceiro álbum de estúdio, There Near. O lançamento chega sob o selo da Jagjaguwar e veio acompanhado do videoclipe oficial para a faixa destaque Everything At Once, dirigido por Guy Kozak. A produção audiovisual retrata combates de armaduras medievais em um ambiente urbano e contemporâneo. Além disso, a banda aproveitou a novidade para confirmar a expansão de sua turnê pela América do Norte. Resgate de timbres clássicos do Dinosaur Jr. Concebido e gravado no Bisquiteen Studio, em Amherst, o trabalho reúne o trio clássico formado por J Mascis (guitarra e voz), Lou Barlow (baixo e voz) e Murph (bateria), além de colaborações pontuais de Ken Mauri no piano e órgão. Sonoramente, There Near traz guitarras ainda mais cruas e viscerais. Para o novo projeto, J Mascis adquiriu um amplificador Mesa Boogie MK 1 vintage dos anos 1970, o mesmo modelo utilizado nas sessões de gravação do álbum de estreia da banda em 1985. “Comprei o mesmo amplificador que o Chris Dixon tinha quando fizemos nosso primeiro álbum. Tem um som realmente interessante que eu não tirava há um tempo e que estava tentando resgatar neste álbum. […] Você ouve como o Rick Rubin faz as bandas sentarem e ouvirem o primeiro álbum para voltar àquele som. Então eu simplesmente me dei o conselho dele”, detalha J Mascis. O disco sucede o aclamado Sweep It Into Space (2021) e se consolida como o sexto álbum de inéditas lançado pelo grupo nos 20 anos desde sua reunião original.
Alabama Shakes lança I Must Be Dreaming, seu primeiro álbum de estúdio em mais de uma década

Uma das bandas mais aclamadas do rock e soul contemporâneos, o Alabama Shakes disponibilizou na última sexta-feira (28) o álbum I Must Be Dreaming. Lançado pela gravadora Island Records, o projeto marca o aguardado retorno em estúdio do trio formado por Brittany Howard, Heath Fogg e Zac Cockrell, sendo o primeiro trabalho de inéditas do grupo em mais de dez anos. O disco sucede o aclamado Sound & Color (2015), que estreou em 1º lugar na Billboard 200 e faturou três prêmios Grammy, incluindo Melhor Álbum de Música Alternativa. Soul psicodélico e arranjos experimentais Gravado em Nashville nos estúdios Sound Emporium e Blackbird Studio, I Must Be Dreaming foi produzido pela própria banda ao lado do engenheiro e produtor Shawn Everett (vencedor de seis Grammys). O trabalho aprofunda a sonoridade de soul psicodélico e amplia a paleta instrumental do grupo com o uso de flautas, cravos, sitar e densas camadas vocais. Liricamente, o álbum aborda temas como conexão humana, amor, mortalidade e as dinâmicas da vida moderna. O projeto começou a ser gestado no fim de 2024, após a reunião orgânica dos integrantes em estúdio, e já havia sido antecipado pelos singles Another Life, American Dream e I Feel Hope Coming.
Mike D (Beastie Boys) divulga o álbum de estreia solo, Thank You

Integrante do Beastie Boys, o músico e produtor Mike D (Michael Diamond) lançou na última sexta-feira (28) o seu primeiro álbum de estúdio solo, intitulado Thank You. Disponibilizado via Capitol Records, o projeto é o primeiro álbum completo de inéditas assinado por um membro do Beastie Boys em 15 anos. O trabalho reúne 13 faixas gravadas em um ambiente caseiro e livre de pressões mercadológicas. O resultado é uma mistura de post-electronic, breakbeats, acid rock e hip-hop alternativo, onde a voz de Mike D conduz arranjos intencionalmente crus e dinâmicos. O projeto envolveu uma rede colaborativa de produtores e músicos, incluindo seus próprios filhos (Skyler e Davis Diamond), além de nomes como Carter Lang, Jared Solomon, Ging, Jason Lader e Eddie Ruscha.
Atração do Rock in Rio, Nova Twins faz seu primeiro show como headliner no Brasil neste domingo

A Nova Twins retorna ao Brasil no próximo dia 6 de setembro para um encontro especial com o público paulistano. A dupla britânica formada por Amy Love e Georgia South será a atração principal do É Tudo Delas, no Cine Joia, em São Paulo, em seu primeiro show como headliner no Brasil e na América do Sul. A programação ainda reúne MC Taya e The Mönic, com ingressos disponíveis pela FasTix. A apresentação acontece apenas dois dias depois da participação da Nova Twins no Rock in Rio 2026 e ganha peso extra pela relação da banda com São Paulo. Segundo dados de plataformas que acompanham as estatísticas do Spotify, a capital paulista é atualmente a segunda cidade que mais escuta a dupla no mundo, atrás somente de Londres. Formada em Londres, a Nova Twins construiu uma sonoridade difícil de encaixar em uma única definição. O baixo de Georgia South assume um papel central e incorpora efeitos capazes de aproximá-lo da música eletrônica, enquanto a guitarra de Amy Love transita entre riffs pesados, ruídos e texturas. Metal, punk, grime, hip-hop, drum’n’bass e pop aparecem misturados em músicas construídas para funcionar com grande impacto ao vivo. As influências ajudam a explicar essa combinação. Amy e Georgia cresceram ouvindo Destiny’s Child e encontraram em “Survivor” uma referência de força feminina. Timbaland, N.E.R.D. e Skrillex influenciaram a abordagem de Georgia no baixo, enquanto Amy incorporou elementos associados a nomes como Jack White e St. Vincent. No palco, a dupla busca ainda a intensidade e o caráter explosivo de grupos como The Prodigy. Essa variedade aparece em faixas como “Antagonist” e “Cleopatra”, que exploram o lado mais pesado do grupo, enquanto “Drip” se aproxima do drum’n’bass e “Hummingbird” abre espaço para melodias mais evidentes. O resultado é uma música que preserva o peso das guitarras sem se limitar às estruturas tradicionais do rock. De Bring Me the Horizon a Foo Fighters A ascensão internacional da Nova Twins também colocou Amy e Georgia ao lado de alguns dos maiores nomes do rock contemporâneo. Em 2020, Oli Sykes, vocalista do Bring Me the Horizon, convidou a dupla para participar de “1×1”, faixa de Post Human: Survival Horror. A música ultrapassou 156 milhões de reproduções no Spotify e a colaboração posteriormente chegou aos palcos do Download Festival. Em 2024, a Nova Twins abriu apresentações do Foo Fighters durante uma turnê pela América do Norte. O terceiro álbum da dupla, Parasites & Butterflies, aprofundou essa conexão com o universo do rock de arenas ao contar com produção de Rich Costey, conhecido por trabalhos com Foo Fighters, Muse, Rage Against the Machine e My Chemical Romance. Já em 2026, Amy e Georgia excursionaram pelos Estados Unidos e Canadá ao lado de Evanescence e Spiritbox. Durante a turnê, também dividiram o palco com Amy Lee e Courtney LaPlante em “Fight Like a Girl”, reforçando a posição conquistada pela Nova Twins dentro da atual geração do rock pesado. MC Taya e The Mönic completam a noite O É Tudo Delas também coloca em destaque duas representantes da música pesada brasileira. MC Taya leva ao Cine Joia o chamado Metal Mandrake, combinação de nu metal, funk, rap e trap desenvolvida a partir de sua trajetória na Baixada Fluminense. Depois de iniciar sua relação com a música ainda na adolescência e passar por bandas de nu metal e hardcore, a artista consolidou sua identidade solo com trabalhos como “Preta Patrícia” e os EPs Betty e Histeria Agressiva 100% Neurótica. A The Mönic completa o lineup representando a cena paulistana. Formado por Ale Labelle, Dani Buarque, Daniely Simões e Joan Bedin, o quarteto chega ao evento depois de passagens por festivais como Rock in Rio e Knotfest Brasil. O grupo também é responsável pelo movimento Não Tem Banda Com Mina, iniciativa que promove a presença de mulheres na música e já realizou mais de 14 edições. A conexão entre as atrações brasileiras já existe fora do festival. MC Taya e The Mönic colaboraram em “Bitch Eu Sou Incrível”, lançada em 2025 pela Deck. Agora, dividem a mesma noite com a Nova Twins em uma programação inteiramente protagonizada por mulheres e que cruza diferentes vertentes da música pesada contemporânea. SERVIÇO É Tudo Delas – Nova Twins + MC Taya + The Mönic Data: 6 de setembro de 2026 (domingo) Horário: a partir das 18h Local: Cine Joia Ingressos: fastix.com.br/events/nova-twins-em-sao-paulo Preços entre R$ 175 e R$ 310 (meia-entrada e ingresso solidário disponíveis)