The All-American Rejects revela single do primeiro álbum em 12 anos; ouça!

Aparentemente a passagem do The All-American Rejects pelo Brasil (grupo foi atração na primeira edição do I Wanna Be Tour, em 2024) despertou a banda para novos desafios. Após anunciar que vai lançar o quinto álbum de estúdio nas redes sociais, a banda revelou o primeiro single, Sandbox. Mesmo sem nome ou data definida, o novo álbum do The All-American Rejects é o primeiro desde Kids In The Street, de 2012. Para marcar o retorno definitivo da banda, eles vão sair em turnê com Jonas Brothers, Boys Like Girls e Marshmello. “Só queria expressar um pouco de gratidão em nome do resto da galera. Nunca pensamos que estaríamos aqui novamente em um milhão de anos, e ainda assim, você esteve lá, aos pés dos palcos, nas fanpages, e abalou as gaiolas o suficiente para nos libertar novamente. É um ótimo dia para estar no All-American Rejects, esperamos que você curta esta primeira migalha; que ela o guie pelo caminho deste disco com uma onda febril de expectativa pelo que pode estar por vir”, agradeceu o vocalista, Tyson Ritter, nas redes sociais.

What Was That, primeiro single de Lorde em quase quatro anos, chega ao streaming

Lorde está de volta com What Was That, seu primeiro lançamento em quase quatro anos. A faixa tem coprodução da cantora com Jim-E Stack e Dan Nigro. O videoclipe que acompanha a faixa foi gravada em locações de Nova Iorque, incluindo o Washington Square Park, onde Lorde surpreendeu os fãs com uma apresentação surpresa no início desta semana.

Hardcore eletrônico do Machine Girl é a pedida no Hangar 110

Machine Girl surgiu em 2012 como um projeto nascido das hiperfixações de seu criador, Matthew Stephenson. Inspirado pelo caráter do footwork de Chicago e por uma proteção de referências culturais móveis e amplas — originadas das culturas digitais — o Machine Girl tornou-se sinônimo da cultura DIY (faça você mesmo) e de uma visão cultural maximalista em alta fidelidade. Suas faixas falam diretamente a uma geração sedentária por estímulos, com influências que vão desde o som frenético do metal e do hardcore punk até uma verdadeira carta de amor ao hardcore eletrônico. Neste sábado (26), Machine Girl se apresenta no Hangar 110, em São Paulo. Os ingressos estão à venda. Machine Girl une gêneros eletrônicos pouco reconhecidos da web 1.0 com filhos emergentes do início dos anos 1980, num ato vertiginoso que se revela com ainda mais intensidade em suas apresentações ao vivo. Os meios — pelos mais diversos que sejam — são a mensagem. Ao contrário das tradições tradicionais entre artista e público, Machine Girl alcançou uma popularidade popular (ainda que subdesenvolvida) evitando os caminhos da visibilidade convencional, mantendo-se próximo das cenas e do ethos das comunidades onde nasceu. Machine Girl e seu público existem em um ciclo de retroalimentação cultural, sustentado pela desconstrução das barreiras de entrada e pela facilidade de acesso à criação coletiva global.

Festival 5 Bandas reúne nomes de peso em São Paulo; confira lineup

Neste sábado (26) acontece a sexta edição do Festival 5 Bandas, na Casa Rockambole, em São Paulo, a partir das 17 horas. Os últimos ingressos estão à venda online. Criado a partir de um quadro idealizado por Alexandre Giglio em seu canal no YouTube, o Minuto Indie, o evento é uma boa opção para quem está disposto a ouvir novos sons. “O 5 bandas é um dos projetos mais legais e com curadoria para você conhecer artistas novos. A gente se inspira muito em projetos e festivais tanto aqui no Brasil como lá fora que tem essa veia como um do seus principais pilares. Precisamos olhar mais pra ”dentro de casa” e pros pequenos! Não queremos ser só mais um festival dentro de milhares de outros que acontecem, queremos ser de alguma forma algo diferente no meio dessa indústria que esqueceu um pouco do que é curadoria e música”, pontua Giglio. No sábado, quem abre a noite, às 18h é o trio carioca Aquino com seu indie dançante e suas referências sonoras que passam por Clube da Esquina, C. Tangana, Talking Heads e Gilberto Gil. Na sequência, às 19h20, o instrumental dos paulistanos do Monstro Bom, com influências do rock alternativo com uma sonoridade ora intimista, ora bagunceira, com letras que se apoiam no cotidiano. A partir das 20 horas, os catarinenses do Adorável Clichê apresentam as canções de seu último disco, sonhos que nunca morrem, eleito um dos melhores lançamentos do ano passado pela APCA. Uma das grandes revelações do ano, o trio carioca Crizin da Z.O. sobe no palco às 21h10, com sua potente mistura de funk com elementos eletrônicos e percussivos que vão desde o samba até o drum ‘n bass, passando pelo rap e punk. O encerramento da noite, às 22h, fica por conta dos Boogarins, com sua sessão de cura e libertação numa verdadeira noite de improviso e muito rock psicodélico com a participação especial de Ava Rocha. À noite ainda conta com DJ Cavaca Records (Cainan Willy e Yasmin Kala). Horários 18h30 – Aquino19h20 – Monstro Bom20h10 – Adorável Cliche21h10 – Crizin da Z.O.22h10 – Boogarins Serviço – Festival 5 Bandas Atrações: Boogarins feat Ava Rocha, Adorável Clichê, Monstro Bom, Crizin da Z.O. e AquinoDJ set de Cavaca Records 26 de abril – sábado Casa Rockambole (Rua Belmiro Braga, 119 – Pinheiros) Valores: 3º lote – R$ 180 e R$ 90 (meia solidária mediante apresentação de 1 kg de alimento não-perecível) Site de venda

Com ex-integrantes do NX Zero, Granada, Vowe e Gloria, Phantasme lança single de estreia

Formado por Yuri Nishida (vocal e guitarra), Fi Ricardo (guitarra), Giu Canales (baixo) e Denis Mendes (bateria), Phantasme é uma novidade no cenário do rock brasileiro. Marcando sua estreia, o quarteto lançou seu primeiro single, Espelho, acompanhado de videoclipe. Com nomes com passagens por diversas bandas do mainstream e do cenário alternativo, como NX Zero, Granada, Gloria e Vowe, a banda surgiu de forma despretensiosa a partir da amizade de longa data dos músicos. “Tem sido muito bom transformar essas sensações para criar algo novo, com identidade e personalidade diferente”, conta Fi. “Inicialmente era um duo, eu e o Denis”, complementa Yuri. “Mas por uma coincidência do destino — um mesmo disco ‘referência’ enviado pelos dois quase que no mesmo dia para mim — Fi e Giu se juntaram ao tempo. Fluiu muito naturalmente.” O single de estreia é responsável por introduzir a sonoridade construída pelo Phantasme. Um riff rasgado anuncia a canção, que logo dá espaço para um timbre marcante de baixo, carregando os versos da canção até o refrão que convida: “ Aponte meus erros, seja meu espelho”. Os instrumentos e vozes trabalham juntos em uma sintonia que pode ser explicada por anos de caminhos que insistentemente se cruzam na música ou fora dela. Sob direção de Fernando Mencocini, o videoclipe do single se propõe a explorar a temática da introspecção, contradições internas e dualidade entre luz e escuridão. “O clipe traduz visualmente os conflitos entre a busca por sentido, a percepção da própria vulnerabilidade e a coexistência de extremos emocionais, assuntos que estão inseridos e sintetizados também a letra da música”, diz Fernando. O diretor conta que, neste universo confuso e introspectivo do clipe, existem muitas dúvidas, mas a sede de viver não é uma delas: “Se a morte é um dia que vale a pena viver, então eu tenho pressa!“, canta a banda em Espelho. Phantasme é o resultado perfeito de uma amizade sólida de décadas interligada a uma conexão musical de poucos. “A sensação de tocarmos juntos foi a de que já tocamos juntos há mais de 20 anos… como é nossa amizade. O plano é se divertir”, resume Yuri. A palavra que batiza o grupo é derivada do francês antigo: fantosme . A tradução inicial nos leva a “fantasma”, mas também pode ser interpretada como “ilusão” ou “fantasia” — significados que se entrelaçam com a estética e a proposta sonora da banda. Os artistas também já se preparam para o lançamento de novas músicas. Acompanhados de riffs marcantes e pesados, prometem condução ao público por diversas melodias e algumas mudanças de compasso. Com sonoridade que remete desde o rock de Foo Fighters , Queens of The Stone Age e Nine Inch Nails, até o punk rock de Hot Water Music e Face to Face, Yuri, Fi, Giu e Denis unem suas próprias bagagens e experiências em um projeto cheio de identidade.

Di Ferrero encerra tour com show em São Paulo

Di Ferrero encerrará a Outra Dose Tour em São Paulo, no dia 17 de maio. Nesta data, o artista subirá ao palco da Audio para finalizar esse ciclo com uma apresentação completa. “Outra Dose Tour está sendo muito importante na minha carreira! Nada melhor que celebrar esse final de ciclo em casa, em São Paulo e na Audio! É um momento muito especial pra mim e quero fazer um show especial, com surpresas e um setlist mais completo. A festa vai ser boa! Não vejo a hora de encontrar vocês”, comenta. No repertório, não faltarão os singles de seu álbum solo :( Uma Bad Uma Farra :), como Aonde é o Céu, Intensamente, Um Brinde, Uma Bad Uma Farra, além dos clássicos do NX Zero, Cedo Ou Tarde, Razões e Emoções, Só Rezo. Além de outras surpresas, oferecerá no setlist músicas inéditas do recente lançamento – EP 7. Nos palcos, ao lado de Di Ferrero, será uma banda formada por Ricky Machado na bateria, Bruno Genz na guitarra e Johnny Bonafé no baixo. Serviço – Di Ferrero em SPData: 17 de maioAbertura da casa: 19hPrevisão de início do show: 21hClassificação: 18 anos Local: Audio (Av. Francisco Matarazzo, 694)Ingressos online

Com álbum novo no forno, Kaleo testa novos singles para público apaixonado em São Paulo

O lineup do Lollapalooza é, provavelmente, uma das coisas mais detonadas pelos fãs de músicas anualmente. É muito comum ver pessoas reclamando da quantidade de artistas desconhecidos ou “irrelevantes”. E os comentários costumam partir justamente daqueles que reclamam que não tem renovação na música. A banda islandesa Kaleo já foi uma dessas vítimas, quando tocou no festival em 2018. Agora, sete anos após sua estreia no Brasil, Jökull Júlíusson, o JJ, e sua banda extremamente técnica, retornaram ao país para dois shows da Payback Tour, um no Rio de Janeiro e outro em São Paulo. Na capital paulista, o local escolhido foi a Audio, que recebeu um ótimo público, principalmente para uma terça pós feriadão e com frio na rua. A base do repertório foi o álbum A/B, que reúne os principais hits da banda, e teve dez canções incluídas no setlist. Mas o Kaleo aproveitou a oportunidade para testar quatro canções do novo álbum, Mixed Emotions, que será lançado em 9 de maio. Backdoor, Lonely Cowboy, USA Today e Rock ‘n’ Roller, por sinal, foram muito bem recebidas. USA Today abriu o show e conquistou o público logo de cara, que já tinha a letra na ponta da língua. Aliás, por falar em sing along, o Kaleo consegue essa proeza em 16 das 17 músicas do show. É o público cantando tão alto que muitas vezes não dava nem para ouvir JJ direito. A única exceção foi Vor í Vaglaskógi, toda cantada em islandês, que deixou os fãs em um momento de contemplação apenas. Variando em um blues rock com um indie folk, o Kaleo construiu uma boa base de fãs no Brasil, principalmente por sua participação no Lollapalooza e o super hit Way Down We Go, com mais de um bilhão de streams só no Spotify.  Mas é inegável que o repertório se sustenta de uma forma impecável, sem a dependência do hit para ter um grande show. Os músicos interagem o tempo todo entre eles, promovendo pequenas jams enquanto JJ puxa o set caprichado. Hot Blood, No Good, Skinny e Save Yourself foram alguns dos pontos altos da apresentação. Que venha logo o novo álbum do Kaleo e um retorno breve ao Brasil. Abertura da noite A banda paulistana Ginger and The Peppers foi quem abriu a noite na Audio. Com um set curto, aproximadamente 30 minutos, o grupo soube aproveitar o pouco tempo para aquecer os fãs de Kaleo. Com um ótimo cartão de visitas, a banda mostrou ter muita energia no palco, com destaque para a vocalista Julia Dillon, que transborda carisma, além de ter uma linda voz. Edit this setlist | More Kaleo setlists

Spiritbox tem o show mais quente do momento e precisa voltar logo ao Brasil; veja como foi em NY

Nova York é uma cidade que exala eventos musicais e esportivos por todos os cantos, isso sem falar nos inúmeros cenários de filmes e séries, além dos famosos musicais da Broadway, atualmente com George Clooney, Denzel Washington, entre outros grandes atores em cartaz. E mesmo com essa infinidade de atividades, ninguém conseguiu despertar tanta atenção como a banda canadense Spiritbox na última semana. Queridinha do público brasileiro após o show de abertura do Bring Me The Horizon, no fim do ano passado, no Allianz Parque, a banda de Courtney LaPlante vem em uma crescente absurda no hemisfério norte. Participa de tudo que é programa de TV, viraliza no Grammy, é citada por grandes nomes do rock. Vive um momento de ouro. No último dia 18, a banda simplesmente lotou o Hammerstein Ballroom, ao lado do Madison Square Garden, o qual parece ser uma questão de tempo para ser o próximo palco do Spiritbox em Nova York. A receita de sucesso do Spiritbox é infalível: cozinha instrumental de alto nível, frontwoman com alcance vocal absurdo e carisma de sobra, além de influências que passam por Machine Head, Linkin Park e Evanescence. Atualmente em turnê para divulgar o álbum Tsunami Sea, lançado em março passado, o Spiritbox vive um momento especial. Quem se impressionou com a apresentação no Allianz Parque certamente ficará ainda mais boquiaberto com a tour atual. O novo show do Spiritbox contempla os fãs com telões incríveis de alta definição, com lindas imagens de natureza, mesclando com alguns momentos da apresentação. Tsunami Sea tem oito de suas 11 músicas no setlist, que ainda é completado por três faixas do debut, Eternal Blue (2021), além de canções dos EPs Rotoscope (três) e The Fear of Fear (duas). Courtney LaPlante foi a grande estrela no Hammerstein Ballroom. E sabe que está sendo observada por todos. Após a aparição no show de Megan Thee Stallion no Coachella no primeiro fim de semana, a moral estava ainda mais elevada. Composta por Courtney LaPlante, seu marido, o guitarrista Mike Stringer, o baterista Zev Rose e o baixista Josh Gilbert, a banda canadense está em atividade há quase uma década, mas vive o melhor momento agora. A reta final do show do Spiritbox rendeu algumas boas surpresas, com três feats inesperados: Soft Spine (com Emma Boster, do Dying Wish, que abriu a noite no Hammerstein, junto com o Loathe), No Loss, No Love (com Andrew Dijorio, da banda punk Stray from the Path) e Crystal Roses (com o saxofonista Saxl Rose). No meio dessa sequência de feats, o show ainda teve espaço para duas das canções mais poderosas do Spirtibox: Holy Roller, do Eternal Blue, e Ride the Wave, single mais pessoal e forte de Tsunami Sea. A atual turnê do Spiritbox merece um lugar especial no Brasil. E como headliner, sem participação em festival. Confira o show completo abaixo

Awolnation faz show de gente grande em NY e prova estar pronto para festivais no Brasil

O Awolnation, projeto de dance-rock liderado por Aaron Bruno, lotou o Irving Plaza, em Nova York, no último dia 14, e mostrou estar pronto para enfrentar grandes festivais pelo Brasil. De cara, para quem assiste ao show, é nítido que cairia super bem no meio da tarde no Lollapalooza. Atualmente, o Awolnation divulga o álbum The Phantom Five, lançado em 2024, que chegou a ser tratado como o último álbum de Aaron Bruno frente ao seu projeto. “Havia um senso de urgência na mentalidade de tentar tratá-lo como um álbum de despedida, agora resta saber se continuo. Provavelmente irei, mas me sentiria confortável em ir embora porque acho que isso é o melhor que tenho a oferecer”, comentou em entrevista ao Blog n’ Roll. No Brasil, assim como em boa parte do mundo, o Awolnation ganhou muito alcance com o hit Sail, de 2010, que entrou na trilha de séries, filmes e até comerciais. Na apresentação, Sail é a faixa que encerra o show. E isso é muito válido porque prende a atenção para o restante do trabalho de Aaron Bruno em quase 1h30 de tempo corrido. Jump Sit Stand March, um dos destaques do novo álbum do Awolnation, ficou ainda mais pesada ao vivo, garantindo alguns pulinhos do público na frente do palco. >> CONFIRA ENTREVISTA COM AWOLNATION Apesar de todo orgulho pelo álbum Phantom Five, a atenção maior na atual turnê está no debut, Megalithic Symphony, de 2011. Foram seis faixas adicionadas no repertório contra três do disco mais recente. Sempre muito performático, Aaron Bruno não para por um segundo. Anda de um lado pelo outro, sobe no palco da bateria, corre em direção ao público e despeja um som potente atrás do outro. Soul Wars e Kill Your Heroes, ambas do Megalithic, mexeram demais com o público. Era nítida a emoção de quem estava mais próximo ao palco e cantou tudo do início ao fim. Outra pedrada do debut, Burn It Down é praticamente um punk rock, só não rendeu um circle pit porque o público estava mais na faixa 40+ e optou por contemplar a energia infinita de Aaron Bruno. O rápido intervalo no fim não tirou ninguém da frente do palco. O público estava esperando o hit de quase um bilhão de streams apenas no Spotify. Sail, que foi precedida por Panoramic View, principal single de Phantom Five, rendeu a maior quantidade de vídeos gravados daquela noite em Nova York, perdendo talvez apenas para as filmagens de turistas com golpistas vestidos de Homem-Aranha, Mickey e monges budistas da Times Square. Bandas de abertura Tão eclética como Aaron Bruno, a programação da noite no Irving Plaza rendeu boas surpresas com Makua e Bryce Fox.  O primeiro é formado pelo surfista havaiano Makua Rothman, que já foi campeão mundial de ondas grandes em 2015. Apesar do visual Netinho, aquele do Milla, Makua tem boas inspirações. Flutua entre Sublime, No Doubt e alguns repentes de skazinho. Fez um show honesto e curto, cerca de 30 minutos, que agradou em cheio ao público que acompanhou nas palminhas e gritos de apoio. Bryce Fox, que veio na sequência, também com set de 30 minutos, parecia já mais familiarizado em tocar com grandes artistas. Com quase 1 milhão de ouvintes mensais no Spotify, aproveitou a ocasião para apresentar seu álbum mais recente, The Butterfly and The Bomb, lançado no fim de março. Mas também teve espaço para seus singles mais conhecidos, Stomp Me Out e Horns, ambas de Heaven on Hold, de 2017. Golden Boy, do Strenght (2022) e responsável por abrir o show, foi outro grande acerto. O single é bem poderoso. Setlist de Awolnation    Jump Sit Stand March Soul Wars Kill Your Heroes Run The Best Barbarian Burn It Down Holy Roller Hollow Moon (Bad Wolf) Like People, Like Plastic Not Your Fault Knights of Shame Bis Panoramic View Sail