The Main Squeeze lança o incrível álbum Panorama

Após estrear uma apresentação ao vivo do novo álbum, a banda The Main Squeeze, conhecida por desafiar gêneros musicais, revelou seu sétimo álbum, Panorama, uma obra infundida com psicodelia e rock. Um trabalho que destaca a química única da banda, Panorama (produzido por Caleb Nelson) é uma impressionante vitrine do motivo pelo qual eles se tornaram um fenômeno de turnês nos EUA e conquistaram uma base de fãs apaixonada. Panorama é o álbum mais ambicioso do grupo até então. Seguindo com suas influências do soul, funk e rock, a banda também explorou novas sonoridades e texturas modernas, e o resultado é o disco mais forte deles até hoje. O álbum ainda é acompanhado de um material audiovisual gravado no deserto de Mojave, na Califórnia, em que a banda gravou uma performance ao vivo que se destaca pelas paisagens deslumbrantes do deserto. Tendo ganhado reconhecimento em veículos como NPR, Rolling Stone e Wonderland, colaborado com 6LACK, Gallant e Felly e regularmente realizado shows com presença de celebridades na cada vez mais famosa Squeeze House, a banda está criando um nicho único para si. The Main Squeeze é uma banda de cinco integrantes cuja história começou há uma década no campus da Universidade de Indiana. O grupo, que já saiu em turnê com nomes como George Clinton & The Parliament Funk, String Cheese Incident e Umphrey’s McGee, é amplamente reconhecido no circuito de música ao vivo da América do Norte.

Elton John e Brandi Carlile anunciam álbum de estúdio, Who Believes In Angels?

Elton John e Brandi Carlile anunciaram os detalhes de seu álbum de estúdio colaborativo Who Believes In Angels?, que será lançado em 4 de abril pela Island EMI Records. A novidade veio acompanhada do primeiro single do trabalho, a faixa-título Who Believes In Angels?. O conceito de Who Believes In Angels? foi desenvolvido por amigos íntimos e colaboradores regulares de Elton John, Brandi Carlile, além do produtor e compositor Andrew Watt. Eles se propuseram a criar um álbum de estúdio genuinamente colaborativo entre Elton e Brandi. O álbum misturaria músicas de Elton e músicas de Brandi, com contribuição de Bernie Taupin (colaborador de longa data de Elton) e Brandi nas letras, e Andrew Watt, produtor e parceiro, atuando como produtor, mediador e condutor criativo. Depois de entrarem no Sunset Sound Studios, em Los Angeles, em outubro de 2023, com uma folha de papel totalmente em branco, eles saíram de suas zonas de conforto para escrever e gravar um álbum totalmente do zero em apenas 20 dias. Foram apoiados por uma banda de músicos de primeira classe composta por Chad Smith (Red Hot Chili Peppers), Pino Palladino (Nine Inch Nails, Gary Numan e David Gilmour) e Josh Klinghoffer (Pearl Jam, Beck). Esta é a primeira vez que Elton permite que câmeras filmem suas sessões de composição e gravação. Câmeras estáticas posicionadas pelo estúdio captaram milhares de horas de imagens brutas e documentaram todo o processo criativo — colapsos, descobertas, lágrimas, folhas de letras rasgadas e tudo mais. As filmagens espontâneas oferecem aos fãs uma visão sem precedentes e extremamente honesta do processo criativo emocionalmente turbulento de Elton, Brandi e o restante da equipe. Os resultados dessa fricção criativa são impressionantes; o escopo caleidoscópico de Who Believes In Angels? gera comparações a alguns dos melhores trabalhos de Elton. As baladas coexistem com o rock and roll cru, as canções pop e a música de raiz americana em tons de country se misturam com a psicodelia de sintetizadores. É um álbum tão inesperado quanto triunfante. Elton parece totalmente revitalizado. Brandi soa como uma cantora e compositora no auge absoluto de seu talento, sua voz se encaixa com a de Elton como uma mão em uma luva. As músicas resultantes conseguem, de alguma forma, ser inequivocamente o trabalho de Elton John e Brandi Carlile, ao mesmo tempo em que soam diferentes de qualquer álbum que ambos tenham feito antes. “Este disco foi um dos mais difíceis que já fiz, mas também foi uma das melhores experiências musicais da minha vida. Ele me deu um lugar onde sei que posso seguir em frente. ‘Who Believes In Angels?’ é como entrar em outra era, estou abrindo a porta para o futuro. Tenho tudo o que fiz por trás de mim e tem sido brilhante, incrível! Mas este é um novo começo para mim. No que me diz respeito, este é o início da fase 2 da minha carreira”, comenta Elton. “Ainda estou me recuperando do fato de ter feito isso. Acho que tudo se eleva com os padrões de composição de Elton John. Foi um ambiente incrivelmente desafiador e inspirador para se trabalhar, todo mundo dando ideias e ouvindo as ideias dos outros. Parecia uma família. O mundo é um lugar selvagem para se viver neste momento. É difícil encontrar paz e triunfo. É um ato radical buscar acontecimentos alegres e eufóricos. E é isso que esse álbum representa para mim”, finaliza Brandi. Lista de faixas de Who Believes In Angels?

Rose Gray lança seu álbum de estreia Louder, Please; ouça!

O álbum de estreia de Rose Gray, Louder, Please, já está disponível no streaming via Play It Again Sam. O disco chegou acompanhado do single principal Everything Changes (But I Won’t), uma canção de amor reflexiva que serve como uma ode à resiliência e ao amor próprio. Um passo confiante para longe do som vibrante pelo qual Rose se tornou conhecida, o single é mais lento e suave, mas sentimental e tocante em sua essência. “Everything Changes (But I Won’t) é, no fundo, uma canção de amor. Acho que estar apaixonado pode parecer como estar no olho de um furacão, mas com força, você pode suportar o caos e transformá-lo em algo muito bonito. O verso I still feel that love é o meu favorito. É simples, mas transmite tudo o que quero expressar. Estou apaixonada pela mesma pessoa há muito tempo, e essa música reflete esse crescimento. Embora o resto do meu álbum tenha uma energia mais intensa, adoro a simplicidade dessa faixa. O sintetizador pulsante parece uma onda rolando, me colocando em um estado de transe e me trazendo de volta ao ponto onde parei.” O álbum Louder, Please foi introduzido com uma série consistente de singles que marcaram a segunda metade de 2024. Mais recentemente, Party People, um verdadeiro hino das pistas de dança — lançado estrategicamente na véspera de Ano Novo e no aniversário de Rose — foi o quinto e último single da campanha. Inspirado pela paixão da artista pela cultura dos clubes e pelas noites despreocupadas, a música foi escrita após uma sessão em Paris com Sega Bodega. Antes disso, Rose já havia entregado sucessos irresistíveis como Free, Angel Of Satisfaction, Switch e Wet & Wild. Além dessas faixas, 2024 foi um ano marcante para a cantora, que colaborou com Ben Hemsley (Tidal), Megra (Elixir) e TSHA (Girls), além de se apresentar no Glastonbury ao lado de Shygirl, lançar sua própria festa club (Rose presents Gray Selects), gravar uma sessão no Maida Vale para a BBC Sounds e anunciar sua primeira turnê como headliner no Reino Unido em março de 2025. Agora, com uma indicação ao prêmio MTV Push Artist de 2025, Rose Gray consolida seu status como uma estrela em ascensão na música e na moda. Desde seu título assertivo até seu som audacioso, Louder, Please apresenta Rose Gray reafirmando sua identidade com confiança — mas com a polidez britânica característica. O álbum é uma declaração de intenções refletida na diversidade de colaboradores, que vão desde os renomados produtores pop Justin Tranter (Lady Gaga, Chappell Roan) e Zhone (Troye Sivan) até nomes do underground eletrônico como Sega Bodega, Uffie e Alex Metric. O álbum combina verdades íntimas com hedonismo das pistas de dança, não apenas evocando uma noite transformadora — com novos rostos, amizades escolhidas, altos e baixos intensos — mas também contando a história de Rose Gray: uma vida vivida através da música club, sempre da maneira mais intensa possível. Essa visão e estética refinada alcançam um novo patamar em Louder, Please, álbum no qual Rose Gray controlou todos os detalhes, dos beats às visuais ensolaradas. “Sempre fui obcecada por música ALTA, desde viagens de carro tarde da noite com meu pai até passar minha adolescência grudada nas caixas de som dos clubes. O título do álbum nasceu espontaneamente no microfone — uma piada recorrente, porque eu sempre pedia para aumentarem o volume (louder, please). Passei dez anos escrevendo para mim e para outros artistas, explorando diferentes cidades e suas festas — mas sempre soube que estava trabalhando para criar um projeto que unisse tudo isso e representasse todas as minhas facetas. Tenho algo na minha personalidade que me leva a buscar novas experiências constantemente. Também tive meu coração partido, me apaixonei novamente e me tornei uma mulher nesse processo. Para mim, Louder, Please captura o rave, o etéreo, meus amigos e nossas histórias. É pop clássico, mas com raízes firmemente fincadas no underground. Seja na praia ou na pista de dança, quero que essas músicas encontrem um lar na vida de outras pessoas. Então aproveitem — mas não se esqueçam de tocar BEM ALTO, por favor”, reflete Rose.

Black Sabbath e Ozzy Osbourne farão show de despedida na Inglaterra

A formação clássica do Black Sabbath -com Ozzy Osbourne, Tony Iommi, Geezer Butler e Bill Ward- vai se reunir para um show beneficente em Birmingham, na Inglaterra. Segundo Sharon Osbourne, esposa de Ozzy, esta será a última apresentação do grupo. Back To The Beginning vai acontecer no dia 5 de julho, a primeira vez em 20 anos que o quarteto toca junto. Ozzy se afastou dos palcos após problemas de saúde, mas anunciou que fará uma performance solo curta antes de tocar com o Black Sabbath. “Ele está ótimo, muito animado para estar com os amigos novamente. É emocionante para todos”, disse Sharon ao site BBC News. Ela afirmou que este seria o último show de Ozzy, para que tenha a oportunidade de se despedir dos fãs. Considerados inventores do heavy metal, o grupo, formado em 1968, é atração principal no festival, que também convidou bandas influenciadas por eles, como Metallica, Pantera, Slayer, Gojira e Anthrax. Os lucros serão revertidos em doações para instituições de caridade. Tom Morello, guitarrista do Rage Against the Machine e diretor do evento, prometeu que será “o maior show de heavy metal de todos os tempos”. Ozzy afastou-se das turnês após sua lesão na coluna, em 2003, e receber seu diagnóstico de Parkinson em 2020. Em 2017, Black Sabbath fez um show de despedida para 16 mil pessoas, também em Birmingham.

The Devil Wears Prada retorna ao Brasil após 13 anos com shows em São Paulo e Curitiba

A renomada banda norte-americana The Devil Wears Prada, nome de destaque mundial do metalcore moderno, retorna ao Brasil após 13 anos com dois shows em agosto: dia 16/08 em Curitiba, no Jokers, e dia 17 em São Paulo, no Carioca Club. As apresentações fazem parte de uma extensa turnê pela América Latina com realização da Liberation Music Company. Os ingressos estarão à venda a partir das 12h de quinta-feira (6). Homônima ao livro escrito por Lauren Weisberger – cuja literatura posteriormente ganhou a tão famosa versão cinematográfica – a banda norte-americana The Devil Wears Prada, oriunda de Dayton, Ohio, foi formada em 2005 e logo nos primeiros momentos em cena já transcendeu os limites da cena hardcore/metal para se transformar em uma força criativa da música pesada, com performances ao vivo dinâmicas e poderosa. Trata-se de uma banda que cresceu na cena metal pelo precisão no uso de elementos eletrônicos e sintetizadores, vocais contrastantes (a dualidade entre vocais melódicos e agressivos), melodias emotivas e produção lapidada e moderna, seja em estúdio ou ao vivo. Ao longo da carreira, a banda lançou oito álbuns de estúdio aclamados pela crítica, como Dear Love: A Beautiful Discord (2006), Plagues (2007), With Roots Above and Branches Below (2009) e Dead Throne (2011). Seu álbum mais recente, Color Decay, foi lançado em 2022, demonstrando a contínua evolução e relevância da banda no cenário metalcore moderno. Foi na turnê do álbum With Roots Above and Branches Below que o The Devil Wears Prada veio pela primeira vez ao Brasil, também por meio da Liberation. O álbum foi um sucesso colossal: alcançou a posição #11 na Billboard 200, um feito notável para uma banda de metalcore na época. Músicas como Danger: Wildman e Assistant to the Regional Manager se tornaram clássicos do gênero. O Zombie EP, de 2010, foi um divisor de águas para a banda, trazendo um som mais pesado e uma temática de apocalipse zumbi, sendo considerado um dos melhores EPs de metalcore da história. Em 2021, a banda lançou Zombie II, dando sequência ao conceito e mantendo a mesma brutalidade sonora. Nos anos seguintes, a banda amadureceu e modernizou o som, incorporando ainda mais elementos eletrônicos, sempre em músicas atmosféricas e pesadas. The Act foi considerado um dos álbuns mais experimentais do metalcore, e Color Decay seguiu a linha, mostrando que a banda não tem medo de ousar. SERVIÇOThe Devil Wears Prada em CuritibaData: 16 de agosto de 2025 Local: Jokers Endereço: Rua São Francisco 164, Curitiba, PR Ingressos: a partir do dia 6/02 The Devil Wears Prada em São PauloData: 17 de agosto de 2025 Local: Carioca Club Endereço: Rua Cardeal Arcoverde 2899, São Paulo, SP Ingressos: a partir do dia 6/02

Foreigner confirma show em São Paulo; Jeff Scott Soto e Eric Martin abrem a noite

O Foreigner, membro do Rock and Roll Hall of Fame e que atingiu a extraordinária marca de 1 bilhão de streams com a balada I Want to Know What Love Is no Spotify, se apresentará no Espaço Unimed, em São Paulo, no dia 10 de maio. A venda de ingressos começa na segunda-feira (10), às 10h, pela Eventim. Com produção da Mercury Concerts, o público terá a oportunidade de ver reunidos, em um show único no Brasil, Bruce Watson, Damon Fox e Luis Maldonado nas guitarras, Jeff Pilson no baixo, Michael Bluestein nos teclados, Chris Frazier na bateria e Lou Gramm no vocal, interpretando os seus maiores e mais emocionantes sucessos. Esta noite vai começar com uma apresentação exclusiva, reunindo dois lendários vocalistas: Jeff Scott Soto (JSS) (Yngwie J. Malmsteen, Journey) e Eric Martin (Mr.Big,). Essa apresentação inédita, intitulada de “Double Trouble Tour”, terá como banda de apoio a Spektra. Tanto Eric Martin quanto Jeff Scott Soto vão apresentar seus maiores sucessos e no final se unirão para cantar juntos! A Spektra é Leo Mancini (guitarrista), Edu Cominato (baterista), BJ (teclado e vocais) e Henrique Baboon (baixista). SERVIÇO Cidade: São Paulo Data: 10 de maio (sábado) Local: Espaço Unimed – Rua Tagipuru, 795 Portas: 18h30 Jeff Scott Soto & Eric Martin: 20h30 Foreigner: 22h Classificação Etária: 18 (dezoito) anos desacompanhados. Menores de 18 (dezoito) anos poderão comparecer ao evento desde que acompanhados dos pais e/ou responsáveis legais. Informação sujeita à alteração, conforme decisão judicial. Preços | Inteira | Meia Pista Premium | R$ 680,00 | R$ 340,00 Mesas A,B,C | R$ 800,00 | R$ 400,00 Mesas D,E,F | R$ 750,00 | R$ 375,00 Mesas G,H | R$ 700,00 | R$ 350,00 Mezanino | R$ 720,00 | R$ 360,00 Camarote A | R$ 880,00 | R$ 440,00 Camarote B | R$ 830,00 | R$ 415,00 Ingressos a venda a partir do dia 10/02 (segunda-feira) às 10h Na internet

Lollapalooza Brasil divulga horários dos shows

O Lollapalooza Brasil disponibilizou no seu aplicativo oficial os horários dos shows de todos os palcos. Nos dias 28, 29 e 30 de março, o público terá acesso a mais de 70 apresentações. Por meio do app, será possível montar seu calendário pessoal de shows e ter acesso a todas as informações da 12ª edição brasileira do festival, que preenche os 600 mil m² do Autódromo de Interlagos com música de qualidade e momentos que marcam gerações. A partir de agora, o público saberá em qual palco acontecerá cada um dos shows e poderá começar a planejar seu dia no festival. O Lollapalooza Brasil abrirá os portões às 11h a cada dia de evento e já às 12h iniciam os shows. São diversas atrações divididas em quatro palcos, portanto, se programar é essencial para aproveitar ao máximo as experiências oferecidas pelo festival. Entre os principais duelos de horários do Lollapalooza por dia estão: Girlinred x Nessa Barrett (sexta), Shawn Mendes x Teddy Swims (sábado), Foster The People x Bush e Justin Timberlake x Sepultura (domingo). Na sexta-feira (28), as primeiras atrações se apresentam de forma simultânea no Palco Samsung Galaxy, e no Palco Perry’s by Fiat. Para os fãs da cena Indie brasileira, Pluma toca às 12h45 no Palco Mike’s Ice, enquanto girl in red estrela a tarde no Palco Budweiser, às 16h55. À noite, os headliners Rüfüs Du Sol e Olivia Rodrigo fecham, consecutivamente o Palco Samsung Galaxy, e o Palco Budweiser. Ao longo do dia, outras estrelas brilham, como Dead Fish, no Palco Budweiser, e Inhaler mostra a força da nova geração do indie irlandês, no Palco Samsung Galaxy. No segundo dia de evento, sábado, (29) os fãs da Alanis Morissette podem se preparar para um show inesquecível no Palco Samsung Galaxy. A apresentação da artista canadense acontece após Benson Boone, cantor que vem fazendo sucesso em todo o mundo, nesse mesmo palco. O Palco Budweiser recebe Tate McRae, uma das maiores revelações do pop de sua geração. Sua apresentação é logo antes de Shawn Mendes, que fecha a noite. Durante o dia, grandes apostas da música nacional vão ocupar o Autódromo, como Sophia Chablau euma Enorme Perda de Tempo, que se apresenta no Palco Mike’s Ice. Fechando a edição de 2025 com chave de ouro, Tool se apresenta no Palco Samsung Galaxy, enquanto Justin Timberlake encerra o Palco Budweiser no domingo (30). Ao longo do dia, se apresentam Michael Kiwanuka, voz da canção Cold Little Heart, e na sequência, a aclamada banda Foster The People traz sua discografia, que conta com sucessos como Pumped Up Kicks e Sit Next to Me. Até a data das apresentações, estes horários podem ser alterados, mas todas as informações estarão atualizadas no aplicativo do festival. Ticketmaster é a única ticketeira oficial do evento. Os ingressos serão vendidos exclusivamente pela Ticketmaster Brasil, ticketeira oficial do festival e poderão ser comprados no site ou na bilheteria física da Ticketmaster, no Shopping Ibirapuera, em São Paulo. Nas compras online, haverá cobrança de taxa de serviço de 20%; já na bilheteria física, não há cobrança de taxa.   Os clientes Bradesco têm 15% de desconto e acesso a parcelamento em até 10x (dez vezes) sem juros e os demais clientes tem parcelamento em até 8x (oito vezes).  

Steven Wilson confirma show único em São Paulo

O músico, compositor e produtor Steven Wilson anunciou a tão aguardada etapa norte-americana da The Overview Tour – sua primeira turnê solo como atração principal com banda completa nos EUA e no Canadá em mais de sete anos. As datas da turnê, produzida pela Live Nation, começam em 9 de setembro no The Masonic, em San Francisco, CA, e seguem até meados de outubro. No Brasil, o artista fará um único show em São Paulo, no dia 17 de outubro, no Tokio Marine Hall. A venda de ingressos para o público geral estará disponível a partir de sexta-feira (7), começando às 10h online e às 11h na bilheteria oficial. Os ingressos estarão disponíveis online e na bilheteria oficial (sem taxa de serviço). A The Overview Tour celebra o lançamento iminente daquele que pode ser o trabalho mais audacioso da já visionária carreira de Steven Wilson. The Overview chega pela Fiction Records em uma ampla variedade de formatos – incluindo digital, CD, LP, Blu-ray, boxset exclusivo D2C, LP exclusivo D2C em vinil vermelho (com pôster) e LP exclusivo para varejo na cor menta – na sexta-feira, 14 de março. As pré-vendas já estão disponíveis, e um teaser de 30 segundos do álbum já pode ser assistido no YouTube. Escrito, produzido e mixado por Steven Wilson em seu estúdio caseiro entre dezembro de 2023 e agosto de 2024, The Overview mostra o renomado artista mais uma vez expandindo os limites da música progressiva – um gênero que ele tem ajudado a redefinir ao longo de sua carreira solo inovadora e de seu trabalho marcante com o Porcupine Tree. Com 42 minutos de duração, o álbum é composto por apenas duas faixas épicas, Objects Outlive Us e The Overview, cada uma dividida em seções musicais distintas que fluem entre si, formando peças únicas e contínuas. Mais uma vez, Wilson incorpora em sua música expansiva elementos de eletrônica, post-rock e muito mais, levando adiante o som singular e a visão artística que têm definido sua carreira ao longo de mais de três décadas. “The Overview é uma jornada de 42 minutos baseada no chamado ‘efeito overview’”, explica Steven Wilson. “Astronautas que veem a Terra do espaço relatam uma mudança cognitiva transformadora, frequentemente marcada por uma intensa apreciação da beleza e uma maior conexão com as pessoas e o planeta como um todo. No entanto, nem todas as experiências são positivas – alguns enxergam a Terra como ela realmente é: insignificante e perdida na vastidão do espaço, e a raça humana como uma espécie problemática. O álbum reflete isso ao apresentar imagens e histórias da vida na Terra, tanto boas quanto ruins.” Inicialmente concebido como um álbum solo, The Overview conta com a participação de Craig Blundell (bateria), Adam Holzman (teclados) e Randy McStine (guitarras) – colaboradores frequentes de Wilson. Além disso, Andy Partridge (XTC) contribuiu com as letras de Objects Outlive Us, ajudando a dar forma à narrativa do álbum. SÃO PAULO  Data: 17 de outubro de 2025 (sexta-feira) Abertura dos portões: 19h Horário do show: 21h  Local: Tokio Marine Hall  Endereço:  R. Bragança Paulista, 1281 – Várzea de Baixo, São Paulo – SP  Ingressos: a partir de R$ 160,00 (ver tabela completa) Classificação etária: 16 anos. Menores de 05 a 15 anos apenas acompanhados dos pais ou responsáveis legais* *Sujeito a alteração por Decisão Judicial. PREÇOS CADEIRA ALTA: R$ 170,00 meia entrada e R$ 340,00 inteira PISTA: R$ 195,00 meia entrada e R$ 390,00 inteira FRISAS: R$ 180,00 meia entrada e R$ 360,00 inteira PISTA PREMIUM: R$ 340,00 meia entrada e R$ 680,00 inteira CAMAROTE: R$ 325,00 meia entrada e R$ 650,00 inteira 

Entrevista | Ingo Dassen (Lesoir) – “Senti-me compelido a destacar a situação dos refugiados”

Responsável por um dos melhores álbuns da temporada passada, Push Back the Horizon, a banda holandesa Lesoir demonstra muita maturidade na hora de experimentar e ousar. O sexto trabalho de estúdio do grupo conta com dez músicas, compostas pelo guitarrista da banda, Ingo Dassen, e letras e linhas vocais escritas pela cantora e multi-instrumentista Maartje Meessen. Ao contrário de Mosaic, o trabalho anterior de Lesoir, Push Back the Horizon é caracterizado principalmente por estruturas musicais tradicionais e melodias cativantes. Com influências de tendências musicais modernas, Push Back the Horizon também é à prova da geração Z e oferece muito para descobrir. Os fãs dos trabalhos anteriores de Lesoir também não ficarão desapontados; rock progressivo e art-rock são abundantes no álbum, embora tocados com uma aparência idiossincrática diferente, mais uma vez inconfundivelmente ‘Lesoir’. Ingo Dassen conversou com o Blog n’ Roll sobre o novo álbum, os planos de turnê, além das letras sempre carregadas de mensagens importantes. Confira abaixo. * Push Back the Horizon marca o sexto álbum da sua carreira. Quais elementos você buscou explorar musicalmente e conceitualmente neste trabalho? Push Back the Horizon mergulha nas complexidades da existência humana, explorando relacionamentos e as complexidades da vida. Nosso objetivo era capturar as nuances da experiência humana, reconhecendo que, embora muitas vezes busquemos o controle, as circunstâncias podem nos levar a um ponto de inflexão coletivo. Musicalmente, nos aventuramos em um som mais rock de arena, colaborando com o produtor John Cornfield e o produtor vocal Paul Reeve para criar composições envolventes e poderosas. Este álbum serve como um instantâneo de histórias relacionáveis, enfatizando o potencial da vida para momentos reflexivos e eventos inesperados que fornecem vislumbres de esperança. O single Under the Stars aborda uma questão muito sensível e atual, que é a situação dos refugiados. Como esse tema se conecta com suas experiências e vivências pessoais? Under the Stars foi inspirado por experiências pessoais e uma profunda empatia pelos refugiados. Refletindo sobre como minha filha encontrou conforto dormindo ao ar livre, percebi o contraste gritante para aqueles que dormem ao ar livre por necessidade, não por escolha. Isso me levou a considerar as dificuldades que os refugiados enfrentam, especialmente crianças que não têm necessidades básicas e segurança. Com base nas histórias do meu avô sobre sobreviver a duas guerras, senti-me compelido a destacar a situação dos refugiados e a necessidade universal de segurança e abrigo. A produção de Push Back the Horizon envolveu grandes nomes como John Cornfield e Paul Reeve. Como foi trabalhar com eles e como essas colaborações influenciaram o resultado do álbum? Colaborar com John Cornfield e Paul Reeve em Push Back the Horizon foi uma experiência transformadora para nós. A vasta experiência de produção de John, principalmente com bandas como Muse e Supergrass, trouxe profundidade e clareza ao nosso som que elevou a qualidade geral do álbum. A experiência de Paul como produtor vocal, particularmente seu trabalho com Matt Bellamy do Muse, foi fundamental para refinar nossas performances vocais, garantindo que elas ressoassem com a emoção e precisão pretendidas. Sua influência combinada não apenas aprimorou os aspectos técnicos do álbum, mas também nos inspirou a explorar novos territórios musicais, resultando em um produto final mais dinâmico e polido. A música Babel, com seus 20 minutos de duração, é um exemplo de sua ousadia como banda. Vocês planejam explorar composições mais longas e experimentais no futuro? Babel foi um marco significativo para nós, permitindo-nos mergulhar em composições estendidas e experimentais. Essa experiência foi desafiadora e gratificante, expandindo nossos limites criativos. Olhando para o futuro, estamos entusiasmados em continuar a explorar peças mais longas e intrincadas que oferecem narrativas mais profundas e paisagens musicais complexas. Nossa jornada com Babel nos inspirou a abraçar e expandir ainda mais essa abordagem em nossos projetos futuros. A pandemia de 2020 trouxe muitos desafios, mas vocês responderam criativamente ao lançar Babel. Quais lições esse período trouxe para vocês como músicos e como banda? A pandemia de 2020 apresentou desafios significativos, mas também nos ofereceu uma oportunidade única de introspecção e criatividade. Durante esse período, criamos Babel, um épico de 20 minutos que se tornou uma prova de nossa resiliência e adaptabilidade. A experiência nos ensinou a importância da flexibilidade e o valor de adotar novos métodos de colaboração, mesmo quando fisicamente separados. Reforçou nossa crença no poder da música para conectar e inspirar, independentemente das circunstâncias externas. Esse período não apenas fortaleceu nosso vínculo como banda, mas também aprofundou nosso compromisso em criar uma arte significativa que ressoe com nosso público. O novo álbum apresenta influências do rock moderno, progressivo, pop e até mesmo música pesada. Como vocês equilibram esses estilos distintos para criar algo tão coeso? Buscamos misturar rock moderno, progressivo, pop e elementos mais pesados ​​em um som coeso. Nossa abordagem envolveu focar em melodias e harmonias fortes, que servem como base da nossa música. Ao integrar diversas influências cuidadosamente, criamos um álbum unificado que reflete nossos variados gostos musicais. A colaboração com os produtores John Cornfield e Paul Reeve refinou ainda mais nosso som, garantindo que cada faixa contribua para a coesão geral do álbum. ⁠Quais são seus planos para 2025? Você planeja fazer uma turnê pela América do Sul? O Lesoir pode tocar no Brasil? Em 2025, o Lesoir deve se apresentar em vários festivais europeus. Embora nossa programação atual se concentre nesses eventos, estamos explorando ativamente oportunidades de fazer uma turnê pela América do Sul, com um interesse particular em nos apresentar no Brasil. Estamos ansiosos para nos conectar com nossos fãs sul-americanos e compartilhar nossa música em novas regiões. Quais três álbuns têm influência você mais em sua carreira? Por quê? Steven Wilson – Hand. Cannot. Erase. Este álbum nos influenciou profundamente com sua narrativa intrincada e profundidade emocional. A habilidade de Steven Wilson de tecer um conceito por meio de elementos progressivos e belas melodias inspira nossa abordagem para criar música que se conecta profundamente com os ouvintes tanto em um nível narrativo quanto emocional. Anathema – Distant Satellites As paisagens sonoras atmosféricas e dinâmicas de