Jake Bugg revela compôr para documentário sobre Ronaldinho Gáucho
Green Day lança documentário para comemorar os 25 anos do disco Insomniac

Celebrando os 25 anos do disco Insomniac, o Green Day resolveu divulgar um documentário inédito gravado durante a turnê da obra, realizada entre 1995 e 1996. “É o 25º Aniversário do Insomniac!! Então nós queríamos fazer algo especial, então aqui está a maior espiada nas turnês da era do Insomniac de 1995-96. Filmagens nunca antes vistas da turnê pela Europa em 95 e de show Ao Vivo em Praga filmados em filme 16mm na Europa 1996 com os fatídicos últimos shows da turnê antes de voltar para casa e voltar ao estúdio para as sessões do álbum Nimrod. Aproveitem!” Comunicado da banda Ademais, celebrando a data, o trio ainda vai lançar uma edição comemorativa do álbum em vinil. Em resumo, esta versão inédita do trabalho conta com faixas bônus ao vivo gravadas durante shows realizados em 1996.
BK’ divulga mini-doc sobre álbum O Líder em Movimento

Duas câmeras nas mãos, muitas rimas e papo reto na cabeça. Foi com esta bagagem que BK’ embarcava rumo a Nova Friburgo, região serrana do Rio de Janeiro, onde passou sete dias isolado em um sítio dando vida ao seu novo álbum: O Líder em Movimento. Lançado em setembro de 2020, o disco ganhou ares de clássico instantâneo do rap nacional. Agora, um mês após o lançamento, e com mais de 15 milhões de streams, BK’ apresenta o documentário O Líder em Movimento, com imagens inéditas. Com filmagem, direção e edição de João Victor Medeiros, o filme revela a intimidade do rapper em seu processo criativo. Gravado em janeiro de 2020, antes da pandemia de Covid-19, portanto, o documentário O Líder em Movimento se mostra não apenas um tradicional making off. Mas um registro único da vivência, cumplicidade e trocas artísticas entre BK’ e seus companheiros de Pirâmide Perdida, especialmente Jonas Profeta (JXNV﹩), que assina os beats de 8 entre as 10 faixas do disco, e El Lif Beatz, produtor executivo e co-diretor criativo do álbum. Pedro Malcher (pianista e arranjador) e Magno Brito (instrumentista) Arthur Luna (engenheiro de gravação e mixagem) completam o time que acompanhou BK’ nesta viagem artística, produtiva e, sobretudo, humana.
Emicida estreia documentário na Netflix em dezembro

A Netflix anunciou a produção do documentário AmarElo – É Tudo Pra Ontem, de Emicida, com animações, entrevistas e cenas de bastidores. Usando o show do rapper no Theatro Municipal em 2019 como espinha dorsal, o filme dirigido por Fred Ouro Preto explora a produção do projeto de estúdio AmarElo e, ao mesmo tempo, a história da cultura negra brasileira nos últimos 100 anos. Nele, estabelece-se um elo importante entre três momentos relevantes da história negra brasileira: a Semana de Arte Moderna de 1922; o ato de fundação do Movimento Negro Unificado (MNU), em 1978, pela valorização da cultura e de direitos do povo negro; e o emblemático espetáculo de estreia de AmarElo, que aconteceu no mês da consciência negra, novembro, em 2019. “São quatro décadas que separam a nossa ascensão ao palco do Theatro Municipal do encontro das pessoas do MNU naquelas escadarias. Então subir ali e gritar ‘obrigado, MNU’ pro mundo é para que eles saibam que é da luta deles que nasce um sonhador como o Emicida”, diz o rapper. “Quando eu cheguei aqui, tudo era impossível, qualquer coisa que falávamos era tida como problemática e improvável de se realizar. Hoje, não é mais. E é dessa forma que quero que lembrem do meu nome no futuro, como alguém que sabia que o impossível era grande, mas não maior que si. O palco do Municipal abrigou alguns dos mais importantes movimentos da arte do planeta e acho que caminhamos para ser isso”, completa Emicida. O documentário, de 90 minutos, tem lançamento confirmado para o dia 8 de dezembro de 2020. A Netflix e Laboratório Fantasma ainda terão um segundo projeto, que será lançado em 2021.
Filme sobre Plebe Rude vence prêmio no 5º Santos Film Fest

Após oito dias intensos e repercussão Brasil afora, o 5º Santos Film Fest – Festival Internacional de Cinema de Santos chegou ao fim na noite desta terça-feira (6). Foram 67 produções exibidas, oito atividades formativas, além dos bate-papos diários, todas as manhãs, com os cineastas responsáveis pelos filmes das mostras competitivas. Os homenageados desta edição foram o ator Paulo Betti, a atriz e diretora Julia Katharine e o cineasta Sergio Rezende. O diretor do festival André Azenha e o professor Eduardo Rubi Cavalcanti (da Unisantos e membro do júri da mostra regional) anunciaram os premiados de 14 categorias em live transmitida no Facebook e no Youtube do evento. Todos os troféus levam o nome de Toninho Campos, do Cine Roxy, figura fundamental na propagação do cinema e do audiovisual na região. O filme A Plebe é Rude, de Hiro Ishikawa e Diego da Costa, recebeu o troféu Toninho Campos do voto popular na mostra Hoje é Dia de Rock, Bebê. A votação ocorreu no site Blog n’ Roll. O longa concorreu com outros dois filmes: A Canção do Tempo (Argentina, El Canto Del Tiempo, longa, documentário, de Mana García), e Os Caubóis do Apocalipse (SP, longa, comédia, também de Diego. O cineasta ainda recebeu o troféu humanitário pelo filme Selvagem, ficção que aborda as manifestações estudantis de 2015. No fim dos anos 1970, amigos brasilienses conhecem o movimento punk e resolvem montar suas próprias bandas. O que se iniciou como uma fuga para combater o tédio deu origem ao Plebe Rude. O grande premiado desta edição foi “Nossa Bandeira Jamais Será Vermelha” (SP), que levou os prêmios do júri de melhor longa-metragem e melhor diretor (para Pablo Lopes Guelli). O filme aborda em tom crítico as fake News e o atual governo federal. Voto popular Pelo voto popular, o melhor longa-metragem escolhido foi O Samba é Primo do Jazz (RJ), de Angela Zoé, documentário sobre a vida e obra da cantora Alcione. Angela já havia vencido o prêmio de melhor longa do júri em 2018 por Henfil, documentário biográfico do famoso cartunista. Na mostra nacional/internacional de curtas-metragens os prêmios foram para Sofia (Portugal, de Filipe Ruffato e Gonçalo Viana), prêmio de melhor curta pelo júri, melhor direção pelo júri para Marília Nogueira (Angela), da mineira Marilia Nogueira, e o voto popular de melhor curta ficou com Um Dia Frio (PR, animação/drama, de Victor Percy). Dentro da Mostra Regional, o Instituto Querô destacou-se com cinco dos seis filmes selecionados e leva a principal categoria, de melhor filme Baixada Santista pelo júri: Vila dos Pescadores (Santos, documentário, de Cintia Neli da Silva Inacio e Geovanne Rafael V. da Silva). O prêmio de melhor direção Baixada Santista foi para Thomas Aguina, por Projeção (Praia Grande). Já o voto popular de melhor filme regional ficou com Blandina (Santos, drama, de Arthur Micheloto). “É fundamental defendermos espaços públicos e sociais que tenham visão independente e sejam capazes de promover inclusão pela cultura. Com este resultado percebemos que o principal espaço para aprender cinema na região é uma ONG”, ressalta o diretor do SFF, André Azenha. “Estamos orgulhosos com a repercussão desta edição, que chegou a ter filmes vistos nos Estados Unidos, China, países da América do Sul e da Europa”, destaca a diretora do evento Paula Azenha. “O Santos Film Fest arrasou. Nunca tive tanto retorno sobre os meus filmes como nesta semana do festival”, celebra o diretor Diego da Costa, premiado duas vezes por “A Plebe é Rude” e “Selvagem” e que ainda participou da Mostra Rock com “Os Caubóis do Apocalipse”. Lista completa de premiados: – Longa-Metragem – Júri – “Nossa Bandeira Jamais Será Vermelha” (SP), de Pablo Lopes Guelli – Curta-Metragem – Júri – “Sofia” (Portugal), de Filipe Ruffato e Gonçalo Viana – Direção de Longa-Metragem – Júri – Pablo Lopes Guelli – Direção de Curta-Metragem – Júri – Marília Nogueira (“Angela”) – Curta-Metragem – Voto Popular – “Um Dia Frio” (PR, animação/drama, de Victor Percy – Longa-Metragem – Voto Popular – “O Samba é Primo do Jazz” (RJ), de Angela Zoé – Filme Baixada Santista – Júri – “Vila dos Pescadores” (Santos), Cintia Neli da Silva Inacio e Geovanne Rafael V. da Silva – Direção Baixada Santista – Júri – Thomas Aguina (“Projeção”, Praia Grande) – Filme Baixada Santista – Voto Popular – “Blandina” – Santos, drama, de Arthur Micheloto – Menção Honrosa Filme de Caráter Humanitário – “Selvagem”, SP, de Diego da Costa – Menção Honrosa Filme de Caráter Humanitário – Voto Popular – “Tranças”, BA, de Livia Sampaio – Filmes de Rock (voto popular do Blog n’ Roll) – “A Plebe é Rude”, de Hiro Ishikawa e Diego da Costa – Menção Honrosa Melhor Filme Estrangeiro – “A Canção do Tempo” (Argentina, El Canto Del Tiempo, longa, documentário, de Mana García) – Menção Honrosa Melhor Filme Estrangeiro – Voto Popular – “Sofia” (Portugal), de Filipe Ruffato e Gonçalo Viana
Documentário MATRIZ.doc, sobre Pitty, estreia na GNT

“É um resgate de identidade, é uma retomada. É uma ocupação de uma coisa que é nossa, que é nossa cultura. Porque é isso: ou você respeita a existência ou espere resistência”. Com essa declaração, Pitty abre o documentário MATRIZ.doc, que irá ao ar nesta quarta-feira (7), à 0h, no GNT. Após a transmissão, o filme ficará disponível por sete dias no GNT Play para não assinantes do canal. O filme foi capitaneado por Otavio Sousa, que além de já trabalhar com Pitty há muitos anos, é amigo dela e da equipe, e por isso mesmo consegue trazer à público a intimidade do estúdio, das conversas, dos comentários divertidos, das alegrias dos encontros e trocas, que em geral ficam só nos bastidores. MATRIZ.doc é muito mais do que o making of das gravações do álbum MATRIZ (Deck/ 2019). O filme tem recorte biográfico, traz imagens do início da carreira de Pitty e ela mesma contando sua trajetória, visitando lugares fundamentais em Salvador como o Café Calypso, onde encontrou o ex-proprietário Jean Claude. Eles, junto com o guitarrista Martin, lembram como eram os shows da casa nos anos 1990 e sua importância na cena soteropolitana. Otavio também documentou vários dias das gravações do álbum, incluindo quando Pitty recebeu no estúdio Lazzo Matumbi, Larissa Luz, Nancy Viegas e os integrantes do BaianaSystem Russo Passapusso, Roberto Barreto e SekoBass. Trechos de entrevistas da cantora e compositora na ocasião do lançamento também estão filme. Com coprodução da gravadora Deck, MATRIZ.doc é um passeio pela jornada de Pitty desde o início de sua história na música. Ademais, passeia por tudo que está em seu entorno: o processo de criação e a construção de uma carreira artística.
Dirty Projectors chega ao quarto EP em 2020: Earth Crisis

Após homenagear João Gilberto com Super João, o Dirty Projectors lançou Earth Crisis, a penúltima parcela no ciclo de cinco EPs que a banda vem lançando ao longo de 2020. A música de Earth Crisis tem uma história por trás. Em 2007, o Dirty Projectors lançou Rise Above, uma releitura do álbum Damaged (1981), do Black Flag. Posteriormente, Dave Longstreth continuou trabalhando no material, produzindo arranjos das canções para quinteto de sopros e quarteto de cordas. Em fevereiro de 2008, Chris Taylor (Grizzly Bear) gravou esses arranjos na igreja de Greenpoint, Brooklyn, onde gravaram partes de Yellow House e Veckatimest. Contou ainda com Sam Hillmer (Zs, Diamond Terrifier) da vanguarda de Nova York na condução. Pouco depois da sessão, o Projectors embarcou em uma turnê de três meses; quando eles começaram a respirar, Dave se distraiu escrevendo Bitte Orca e nunca terminou a orquestral Rise Above. Quando Dave encontrou as gravações perdidas em um HD antigo no ano passado, começou a reformulá-las – com looping, pitch-shifting, desconstruindo – e recriando as colagens orquestrais resultantes com novas melodias vocais. “Para mim parecia um processo ecológico: reciclar, fazer uma nova vida a partir do velho”, diz ele. A vez de Kristin Slipp Essas colagens formam um terreno harmônico para a vocalista e tecladista de Dirty Projectors, Kristin Slipp, ocupar o centro do palco com seu forte soprano. A criação do Earth Crisis emergiu da metáfora do processo musical – reciclagem, reutilização de materiais – e seu título chegou acidentalmente, um aceno divertido para as lendas do hardcore e para o material de origem, Rise Above. A partir daqui, temas de colapso ambiental e eco distopia se apresentam organicamente nas letras que Slipp e Longstreth escreveram em colaboração. Documentário do Dirty Projectors O EP Earth Crisis chegou com um curta-metragem impressionante de mesmo nome escrito e dirigido pelo amigo e colaborador Isaiah Saxon, do Encyclopedia Pictura. O Encyclopedia Pictura é um estúdio de cinema e animação com sede em Los Angeles cujas paixões incluem jardinagem, vilas, amizade e observação científica. O curta-metragem Earth Crisis apresenta uma mistura especial de medley das canções do EP e conta a história comovente de uma mulher idosa sozinha no deserto ártico. Com a música inspirada por J Dilla tanto quanto Igor Stravinsky, o modo de Earth Crisis é uma forma artística composta. Enquanto escreviam as letras, Kristin Slipp e Dave Longstreth consideraram uma reescrita do século 21 da sinfonia épica de Gustav Mahler, Das Lied von der Erde (A Canção da Terra). Em 20 de novembro, a sequência diversa e dinâmica de EPs do Dirty Projectors lançada em 2020 culminará em uma antologia de vinte músicas intitulada 5EPs. Com cada parte liderada pela voz de um membro diferente da banda, 5EPs marca o crescimento, a transição e o poder comunitário do grupo. Até o momento, a guitarrista Maia Friedman comandou o folk do Windows Open, a tecladista e percussionista Felicia Douglass comandou o soul super-future Flight Tower. Ademais, Dave Longstreth fez uma homenagem a João Gilberto no Super João, e agora Kristin Slipp traz seu entusiasmo e surreal soprano para Earth Crisis.
Documentário com bastidores das gravações de Marcelinho da Lua e Mad Professor é divulgado

O documentário Dub U Crazy In Rio, com os bastidores das gravações do disco Mad Professor Meets Marcelinho da Lua In a Dubwise Style, já está disponível no YouTube. Ademais, o trabalho produzido em 2004 pode ser conferido em cenas que mostram todo o processo de criação. Em 2003, o DJ Marcelinho da Lua lançou seu álbum Tranqüilo. Chamando atenção do produtor e engenheiro de som guianês Mad Professor, que se juntou ao carioca para remixar o disco ao estilo dub. Em resumo, a Deck já havia lançado versões alternativas destas faixas.
Rock em Pandemia: série comenta impactos do Covid-19 na música

Sepultura, Angra, Shaman, Korzus, Armored Dawn e outras bandas se reúnem para comentar a cena musical no Rock em Pandemia, episódio da série documental A tirania da minúscula coroa: Covid-19. Com depoimentos de ídolos do rock brasileiro, o capítulo compõe uma série sobre os impactos da pandemia de coronavírus em vários setores. De acordo com o jornalista Charley Guima, orientador da série, a pandemia do Covid-19 acertou em cheio o entretenimento. “As produtoras, casas de shows e seus funcionários, terceirizados ou não, também sofrem com a escassez de shows, criando uma bola de neve econômica nunca antes visto no setor”. Entretanto, o ano de 2020 não pode ser considerado um peso morto. Por isso, Andreas Kisser (Sepultura), Felipe Andreoli (Angra, Karma e Almah), Eduardo Parras (Armored Dawn) e outros nove músicos fazem suas considerações sobre os impactos da pandemia no rock, como inovar durante a quarentena e muito mais. A passeata dos profissionais técnicos de eventos, ocorrida em São Paulo no começo de agosto, gerou mais questionamentos que acendem o episódio. Para o diretor-geral Gustavo Girotto, a “graxa”, como ficou conhecido o manifesto, enriqueceu o debate no episódio. “Buscamos acompanhar os bastidores dos profissionais que vivem desta importante indústria nacional, que emprega e movimenta milhares de pessoas”. O episódio será disponibilizado no canal do estúdio Via d’Idea, no YouTube. Confira o teaser do episódio 10 de A tirania da minúscula coroa: Covid-19.