Supla traz inspiração das Ronettes e fala sobre liberdade e amor em “Livre”

Com referências sonoras à girl band norte-americana The Ronettes (que inspirou os Beatles na década de 1960) e letra que reverencia a vida e o amor, Supla e os Punks de Boutique lançaram o single Livre, acompanhado de videoclipe. Esta é a penúltima canção antes do novo disco, que chega ao streaming e em vinil no próximo mês de julho. Livre é rock impactante com atmosfera pop retrô e carrega uma mensagem clara: seguir em frente é um ato de liberdade. Entre memórias, chuva e a promessa de um novo sol, o artista canta sobre deixar para trás o que não faz mais sentido na vida e no amor. Supla destaca que se trata de uma música de distintos momentos, entre partes alegres e melancólicas, tudo na dose certa e que a torna um dos highlights do novo disco. “É uma música difícil pra caramba para cantar, que exige muito do artista por conta da mensagem e do ritmo, parece que minha cabeça vai explodir”. Supla, que acaba de realizar uma bem sucedida turnê por Colômbia, Argentina e Uruguai ao lado da veterana banda punk nova-iorquina The Casualties (organizada pela produtora Xaninho Discos), comenta sobre Livre, gravada no estúdio Rüthersound. “A música é muito inspirada nos vocais das Ronettes, banda que inspirou os Beatles. O refrão é cantado bem lá no alto, como se fosse um grito de liberdade!”. Dono de um dos nomes mais associados ao rock n’ roll no Brasil, Supla conquistou espaço por meio do seu som, carisma e jeito sincero e descontraído de ser. Com quase 40 anos de carreira, Supla tem muita história pra contar. Ao longo dessas quatro décadas, ele se destacou como cantor, compositor, ator apresentador e protagonista de programas de televisão, acumulando inúmeras turnês, canções, participações nacionais e internacionais e prêmios, com presenças marcantes em festivais mundiais de música e participações em filmes, novelas e como jurado de programas relacionados a música. Sobre o novo disco, Supla comenta que é uma continuação natural do disco anterior, Transa Amarrada. “Eles mantêm a linha punk rock, mas acima de tudo o rock and roll aberto para todo tipo de influência”.

Jonathan Ferr recria hits do Charlie Brown Jr em versões jazz futuristas; ouça!

Músico, pianista e compositor brasileiro, Jonathan Ferr transforma jazz, neo soul, hip hop, música eletrônica em jazz psicodélico e futurista. Natural de Madureira, Zona Norte do Rio de Janeiro, Ferr lançou, pela Som Livre, o EP Livre, em parceria com a Orquestra Ouro Preto, com releituras de duas faixas do Charlie Brown Jr. “Eu ouço muitas coisas que a galera não sabe que eu curto, às vezes acho que até se surpreendem. É o caso da minha relação com o Chorão, eu sempre gostei das músicas do Charlie Brown, além de ter uma empatia com a figura do vocalista. Carismática e simpática, trazia as vivências da rua, do som periférico de forma muito disruptiva. Ele falava coisas que ninguém falava. Por isso a escolha das músicas do Charlie Brown Jr. para este novo trabalho autoral e envolto de muita pesquisa, junto a Orquestra Ouro Preto”, comenta Ferr. O EP Livre é composto de duas faixas do Charlie Brown que sempre tocaram Jonathan: Céu Azul e Lugar ao Sol. Para o artista, ambas as faixas falam sobre o amor, de forma profunda e sagrada. Para o projeto, o pianista revisitou as músicas do Chorão e trouxe uma releitura, uma nova versão dentro do jazz futurista dentro do seu trabalho de inovação e pesquisa. “Eu peguei trechos das músicas que faziam sentido para mim e trouxe para o jazz futurista, para dentro da realidade do meu trabalho. O EP é uma versão de Charlie Brown Jr. por Jonathan Ferr, não um cover. É a experimentação junto a recursos tecnológicos como vocoder e autotune, ferramenta que gosto muito de usar como forma de linguagem, mas que nunca vi ninguém usando dentro de um ambiente jazzístico. Para o músico, o EP sintetiza o caminho que ele quer seguir, o novo perfil artístico que busca, que é o caminho da inovação. Utilizar as ferramentas tecnológicas dentro da música para experimentar, mesclar as linguagens do trap, rap, do funk, dentro do jazz futurista. Apesar de nunca ter ido a um show do Charlie Brown, Jonathan Ferr acompanha desde jovem a trajetória musical da banda, além de outras referências que são fora da caixa, como Nirvana e Slipknot, até MC Cabelinho e TZ da Coronel. Somado a isso, o artista também explora dentro do Urban Jazz referências musicais de nomes como John Coltrane e T-Pain, além de claro, a própria Orquestra de Ouro Preto, que Jonathan possui forte admiração. “Eu já acompanhava o trabalho da Orquestra pelas redes sociais e já tinha visto que eles tinham gravado coisas muito legais, com parcerias incríveis como Pato Fu tocando músicas do Nirvana. Achei super fora da caixa, o que conversa com meu trabalho como um todo, o olhar futurista, de experimentação. Então, os convidei para fazer parte deste projeto e eles logo toparam, pois também acompanhavam o meu trabalho e tudo fazia sentido. Estou muito feliz de realizar esse sonho antigo que é gravar com uma orquestra”, finaliza Ferr.

Após 11 anos, Hevo84 lança álbum de inéditas; ouça Livre

A Hevo84 lançou o primeiro álbum de inéditas em 11 anos. Livre, já disponível nas plataformas de streaming, conta com 11 faixas. O projeto, além de falar sobre amor e desilusões, com muito pop rock, eletrônico e mais ritmos, contando com a influência e inspiração de nomes como Paramore, Linkin Park, Modsun, também aborda dilemas do universo e cotidiano que todo mundo pode, e vai, se identificar, além de faixas motivacionais que ajudará todos a atravessar momentos difíceis. “O álbum traz a ideia de se libertar através de suas letras, das crenças limitantes, patrões da sociedade, relacionamentos tóxicos, sobre se libertar das prisões da nossa mente”, contou. Com um Gavião Real na capa, popularmente conhecido como Harpia, derivado de seu nome científico, simbolizando essa nova era da banda, o vocalista revela que existe um forte significado por trás da escolha. “A harpia, uma águia do Brasil, foi a ave escolhida para representar essa força de transformação, os cacos da capa simbolizam a jaula destruída que fica para trás, trazendo a liberdade para aqueles que enfrentaram seus medos e vão atrás dos seus sonhos”, finalizou. Após o lançamento do álbum, que conta com o hit Nada de Nós Dois, a banda inicia a Livre Tour, em várias cidades do Brasil, entre julho e setembro, além de um álbum ao vivo e novos feats animadores.

Livre, nova faixa de Renato Medeiros, reflete sobre a ambivalência da liberdade

Livre é a terceira canção a compor a série de lançamentos do produtor, multi-instrumentista e engenheiro de som Renato Medeiros – que já trabalhou com artistas como Jup do Bairro, Giovani Cidreira, Alice Caymmi, Apeles e Ananda Costa. A música antecede o primeiro álbum de Renato, A Curva dos Dias. A canção reflete sobre a ambivalência da liberdade. Se por um lado aborda a sensação de estar sem rumo na ausência da(s) pessoa(s) amada(s), por outro experimenta as novas possibilidades que surgem após o término dessa sensação de rompimento. A música é uma parceria com Lucas Gonçalves (Maglore) – que além de assinar a co-produção do álbum, canta a segunda metade da canção – a influência sessentista, que também caracteriza produções e obras e Lucas, remete a bandas como Beach Boys, bem como à melancolia dos anos 90 de Elliott Smith. Renato Medeiros e sua banda, composta por Cauê Benetti na guitarra e teclados, Stefan Podgorsky no baixo e Juliano Costa, com quem o artista integrou o grupo Primos Distantes, mostram, pouco a pouco, A Curva dos Dias, cujas canções foram produzidas em parceria com Lucas Gonçalves e trazem temas como amor, redenção, depressão e jogos de azar em seu motor criativo, em clima retrô sem perder de vista atualidade e autenticidade. Salve na agenda – o disco estreia neste mês.