Rainha do Rock, Tina Turner morre aos 83 anos
Dumdum, do Facção Central, morre aos 54 anos

O rapper Dumdum, integrante do Facção Central, morreu aos 54 anos, na última sexta-feira (12). A informação foi confirmada pelo ex-integrante do grupo Eduardo Taddeo nas redes sociais. “Infelizmente na manhã de hoje o rap nacional ficou mais pobre. Uma das maiores vozes do hip Hop nos deixou. Seu legado será eterno. Descanse em paz meu mano, todas as quebradas do Brasil agradecem pelo que vc fez e representou”, escreveu Eduardo Taddeo. Em 6 de abril, Dumdum sofreu um acidente vascular cerebral (AVC). Desde então, o estado de saúde do rapper se tornou cada vez mais grave. Há uma semana, a página oficial do grupo publicou uma nota informando que o integrante do grupo estava sedado e sendo monitorado por uma equipe médica.
Guitarrista do Television, Tom Verlaine morre aos 73 anos

O guitarrista Tom Verlaine, nome influente na cena punk de Nova York e mais conhecido membro da banda Television, morreu neste sábado (28) aos 73 anos.A informação foi anunciada por Jesse Paris Smith, filha de Patti Smith, que diz que sua morte acontece “após uma breve doença” e em Manhattan, nos Estados Unidos. Um dos artistas que emergiram da CBGB, clube noturno de Nova York, Verlaine ficou conhecido por improvisações experimentais na guitarra e letras poéticas na carreira, que teve como grande pilar o Television. Ele também atuava como vocalista e serviu de compositor na maioria das canções. O grupo se dissolveu depois de dois discos e, apesar de elogiado pela crítica, nunca foi um grande sucesso de vendas, mas foi o começo do músico como referência no mundo da música. Junto dos Ramones, do Blondie e do Talking Heads, o Television fundamentou uma nova geração da música. Nascido em Denville, Nova Jersey, e batizado Thomas Miller, ele estudou piano e saxofone na infância e se decidiu pela carreira musical depois de ouvir 19th Nervous Breakdown, dos Rolling Stones.A partir daí, ele adotou o nome Tom Verlaine como homenagem ao poeta francês Paul Verlaine. Suas influências ainda incluíam John Coltrane. Depois da banda, Verlaine perseguiu carreira solo, começando com o álbum Tom Verlaine em 1979. Foram dez discos lançados no total, com o último, “Around”, lançado em 2006. O artista também se reuniu em múltiplas ocasiões com os membros do grupo para shows -incluindo o Brasil, onde se apresentaram em múltiplas ocasiões. Ele ainda colaborou com Patti Smith em canções como Glitter in Their Eyes e Fireflies, bem como com o guitarrista James Iha, do Smashing Pumpkins, no disco “Look to the Sky”. Ele ainda fez parte do supergrupo Million Dollar Bashers, formado com Lee Ranaldo e Steve Shelley, do Sonic Youth, os guitarristas Nels Cline e Smokey Hormel, o baixista Tony Garnier e o tecladista John Medeski. *Com informações da Folhapress
Morre David Crosby, guitarrista influente do folk rock dos anos 1960

O guitarrista David Crosby, um dos principais e mais influentes nomes do folk rock dos anos 1960, morreu nesta quinta (19) aos 81 anos de idade. A informação foi confirmada por sua esposa, Jan Dance, em anúncio oficial. De acordo com o informe, o artista morreu após um período extenso de doença, “cercado por sua esposa e filho.” Crosby ficou marcado na história da música por ser membro fundador de duas bandas muito importantes na construção do rock, a The Byrds e o Crosby, Stills & Nash, o CS&N. Enquanto o primeiro foi fundamental para a cena do folk rock na Los Angeles entre 1964 e 1967, o último inaugurou uma era de supergrupos na música ao unir o guitarrista com Stephen Stills, do Buffalo Springfield, e Graham Nash, do The Hollies -mais tarde, Neil Young também integraria a formação da banda. Em ambos os times, Crosby não foi o nome maior da composição das músicas, mas serviu de peça importante para a criação da harmonia das faixas que se tornariam os maiores sucessos. Inclusive o sucesso do cover de Mr. Tambourine Man, de Bob Dylan, que acabou em primeiro lugar nas paradas dos Estados Unidos em 1965, tornou o The Byrds na “resposta americana” aos Beatles na época. Ainda que nunca mais tenha obtido o mesmo sucesso dessa época, Crosby continuou a fazer turnês de sucesso nos anos 2000. Ele foi incluído no Hall da Fama do Rock em duas ocasiões, em 1991 pelo trabalho no The Byrds e em 1997 pelo CS&N. Também conhecido por ser filho de Floyd Crosby, diretor de fotografia que venceu o Oscar da categoria por Tabu, de F.W. Murnau, o guitarrista se aventurou por carreira solo em 1971, apoiado por nomes como Joni Mitchell, Santana e membros do Grateful Dead e do Jefferson Airplane. A música If I Could Only Remember My Name, lançada no mesmo ano, foi sucesso nos Estados Unidos. Além da esposa e do filho, Django, David Crosby deixa mais três filhos de relacionamentos prévios.
Jeff Beck morre aos 78 anos, após contrair meningite bacteriana

O guitarrista Jeff Beck morreu na última terça (10), aos 78 anos, após contrair uma meningite bacteriana. A informação foi divulgada pela conta oficial do músico britânico no Twitter. “Em nome de sua família, é com profunda e intensa tristeza que compartilhamos a notícia da morte de Jeff Beck”, diz a publicação. “Depois de contrair repentinamente uma meningite bacteriana, ele morreu pacificamente ontem. Sua família pede privacidade enquanto processa esta tremenda perda.” Beck nasceu em 1944, em Wallington, no sul da Inglaterra. Ele começou a carreira como músico de estúdio até que, em 1965, assumiu o posto de guitarrista da banda Yardbirds, substituindo Eric Clapton.
Pioneiro do rock brasileiro, Erasmo Carlos morre aos 81 anos

O cantor e compositor Erasmo Carlos faleceu nesta terça-feira (22) aos 81 anos. O artista havia passado por uma internação há mais de uma semana em um hospital na cidade do Rio de Janeiro, porém, voltou a ser entubado na última segunda-feira (21). A causa oficial da morte ainda não foi divulgada. Conhecido por ser um dos pioneiros do rock brasileiro, Erasmo Carlos deixa um grande legado para a música no Brasil. Foram 50 anos de estrada, mais de 500 canções e muitos sucessos, como Além do Horizonte, É Preciso Saber Viver, O Bom. Na Tijuca, Zona Norte do Rio de Janeiro, o garoto Erasmo Esteves cresceu cercado por elementos que tornariam sua identidade musical singular. Já adolescente, fez destacar sua personalidade no meio de um bando de fãs de rock´n´roll e bossa nova que se reunia no hoje famoso Bar Divino, na Rua do Matoso. Tim Maia e Jorge Ben, ambos maníacos por música, faziam parte dessa turma. Logo depois, conheceu o capixaba aspirante a cantor Roberto Carlos, em um concerto de Bill Haley no ginásio do Maracanãzinho. Aquela visão do herói do rock americano em solo brasileiro abriu a mente de Erasmo. De volta ao bairro, formou os Snakes com os dissidentes de outro grupo local, os Sputniks – que encerraram atividades após lendária briga entre dois de seus integrantes, Roberto Carlos e Tim Maia. O grupo vocal de Erasmo estrelou algumas aventuras no underground do mercado musical, até ser contratado pela gravadora pernambucana Mocambo como “concorrentes” dos Golden Boys. Na Mocambo, os Snakes gravaram um bolachão de 78 RPM e também um compacto duplo em 1960, antes de chegarem, por fim, a um único LP, Só Twist, pela CBS em 1961. Como nem nesta oportunidade o grupo alcançou o sucesso, seu final foi decretado. Sem seu conjunto e sem a perspectiva de gravação como artista solo, Erasmo foi arranjar trabalho como assistente do apresentador e produtor Carlos Imperial – por intermédio de quem viria a tornar-se crooner do grupo Renato & Seus Blue Caps, em 1962. Com Erasmo dividindo os vocais com o baixista Paulo César, Renato & Seus Blue Caps publicaram seu primeiro LP para a Copacabana. Curiosamente, não muito depois, os Blue Caps acompanhariam o próprio Roberto Carlos na gravação de Splish Splash, numa versão para o português feita por Erasmo. O sucesso do disco garantiu não só a contratação de Renato & Seus Blue Caps pela CBS, como também o nascimento da lendária parceria entre Roberto e Erasmo. Ao mesmo tempo, Erasmo – já com o nome artístico Erasmo Carlos – tornou-se versionista para diversos artistas. Isso, somado ao sucesso de suas parcerias com Roberto, o levou no final de 1964 até a gravadora RGE (mais direcionada à MPB e ao samba), para ser o nome do selo no já disputado mercado do iê-iê-iê. O pop-rock brasileiro, que começara com o rock´n´roll dos anos 50 e havia passado pelo twist do início dos anos 60, chegava ao iê-iê-iê naquele 1964 como um reflexo comportamental local à beatlemania. A Jovem Guarda agrupou as influências do pop britânico e ganhou popularidade definitiva a partir de setembro de 1965 – quando a TV Record estreou o programa Jovem Guarda. Apresentado por Roberto, Erasmo e Wanderléa em São Paulo por três anos seguidos, o programa deu visibilidade para que Erasmo e Roberto se tornassem os principais nomes e também compositores da Jovem Guarda, com talento de sobra para garantir material de qualidade até para os colegas. Em pouco mais de cinco anos na RGE, que se estenderam até o final dos anos 60, Erasmo gravou discos com acompanhamento dos amigos Renato e seus Blue Caps, os Fevers, The Jet Black´s e The Jordans, além do Som Três de César Camargo Mariano. Com o fim do programa (e do movimento) Jovem Guarda, Erasmo mergulhou ainda mais na bossa e na MPB que vinha tangenciando ao longo dos anos. Ele, que havia composto para festivais e até gravado Aquarela do Brasil em 1969 -, voltou a morar no Rio de Janeiro e foi contratado pela PolyGram. Naquele início dos anos 70, a gravadora formou um elenco invejável de MPBistas e lá Erasmo deixaria gravados discos que bem mesclaram suas raízes roqueiras com as tendências da MPB. Influenciado pelo movimento tropicalista e pela música negra americana, cravou seqüência antológica de discos durante toda a década de 70, como Carlos, Erasmo… (1971), Sonhos & Memórias 1941-1972 (1972) ou Pelas Esquinas de Ipanema (1978). Tal fase desembocaria, já no início dos anos 80, em período de grande sucesso comercial, com os discos Erasmo Carlos Convida… (1980), Mulher (Sexo Frágil) (1981) e Amar Pra Viver ou Morrer de Amor (1982). Após trabalhar mais esporadicamente durante a década de 90 (quando regravou antigos sucessos, participou de homenagens à Jovem Guarda e de discos-tributos vários), em 2001, completou 60 anos e lançou seu 22º disco, Pra Falar de Amor. O show desse álbum foi lançado depois em CD e DVD: Erasmo Ao Vivo, que, além de registrar um momento histórico de um mito da música brasileira. No final de 2002, os 40 anos de carreira de Erasmo foram comemorados com o lançamento da caixa Mesmo Que Seja Eu – contendo toda a sua discografia no período 1971-1988, recheada de material bônus raro e inédito. No ano seguinte, ao final do 10º Prêmio Multishow de Música, Erasmo foi o grande homenageado da noite – com um prêmio especial pelo conjunto da obra. Sua discografia teve continuidade em 2004 com Santa Música, só com material inédito e nos coroando em 2007 com Erasmo Carlos Convida II reunindo feras da MPB em torno de sua obra. A escalação dessa autêntica “seleção brasileira” passa por nomes como Chico Buarque, Lulu Santos, Zeca Pagodinho, Skank, Los Hermanos, Os Cariocas, Djavan, Adriana Calcanhoto, Simone, Marisa Monte , Kid Abelha e Milton Nascimento. Nesse período, começou a escrever o seu petardo literário Minha Fama de Mau reunindo suas memórias e que veio a ser lançado em 2009. Neste mesmo ano, lançou seu
Gigante da música brasileira, Gal Costa morre aos 77 anos
Lendário Jerry Lee Lewis morre aos 87 anos, nos Estados Unidos
Ícone do rap nos anos 1990, Coolio morre aos 59

O rapper norte-americano Coolio, conhecido pelo hit Gangsta’s Paradise, morreu nesta quarta-feira (28) aos 59 anos. A possível causa da morte é uma parada cardíaca. De acordo com o TMZ, Coolio estava na casa de um amigo quando faleceu. Empresário de longa data do astro, Jarez afirmou ao site que o rapper foi ao banheiro na residência desse conhecido e não retornou. O dono da casa, então, começou a chamá-lo, sem sucesso. Ao abrir a porta, encontrou Coolio caído no chão. Artis Leon Ivey Jr., mundialmente conhecido como Coolio, foi um dos grandes nomes da geração de ouro do rap americano dos anos 1990. O astro chegou à cena de Los Angeles ainda na década de 1980, mas estourou internacionalmente só em 1995, com o hit Gangsta’s Paradise. A canção, uma das mais tocadas da década, foi trilha do filme Mentes Perigosas, do mesmo ano, que tinha Michelle Pfeiffer como principal estrela. O hit chegou instantaneamente ao topo das paradas, onde permaneceu por cerca de três semanas. Outros títulos marcantes de Coolio são Fantastic Voyage, 1,2,3,4 (Sumpin’ New) e It’s All the Way Live (Now).