Sylvain Sylvain, do New York Dolls, morre aos 69 anos
Morte do rapper MF DOOM é anunciada por sua família nas redes sociais

Foi anunciado nesta quinta-feira (31), a morte do rapper Daniel Dumile – mais conhecido como MF DOOM. O informe que pegou todos de surpresa foi feito pela família do músico em seu perfil no Instagram. Ademais, a publicação conta que Dumile faleceu no dia 31 de outubro, mas que seus familiares decidiram tornar a notícia pública agora. “O maior marido, pai, professor, estudante, parceiro de negócios, amante e amigo que poderia pedir. Obrigado por todas as coisas que mostrou, ensinou ou deu a mim, a nossos filhos e nossa filha”, diz parte da mensagem escrita pela esposa do artista. Nascido na Inglaterra em 1971, Doom é lembrado por nunca tirar sua máscara, que é inspirada no vilão Doutor Destino, da Marvel. No início da carreira, Daniel fez parte do grupo KMD. Contudo, sua trajetória estourou com os discos solo e uma parceria incrível com o músico Madlib, que gerou o disco Madvillainy (2004). A junção dos beats de Madlib e as letras de Doom é considerada até os dias atuais como a maior obra do hip hop underground na história.
Doug Crane, animador de Beavis and Butt-Head, morre aos 81 anos

O animador Doug Crane, de 81 anos, faleceu na última quinta-feira (17), após uma batalha contra o câncer. A filha Rose-Ellen confirmou a notícia por meio de redes sociais. Em resumo, Crane contribuiu com diversos projetos (Homem-Aranha, He-Man, Beavis and Butt-Head). Durante sua carreira, o artista trabalhou para grandes empresas, como: Hanna Barbera, Paramount, MTV, entre outros. Doug trabalhou cerca de meio século no ramo e é até hoje um dos animadores mais respeitados no meio. Aliás, a partida do animador acontece apenas dois dias depois do falecimento de Maureen, sua esposa por mais de 61 anos.
Paulinho, vocalista do Roupa Nova, morre no Rio aos 68 anos
40 anos sem Cartola: confira as músicas mais marcantes

Cartola nos deixou há 40 anos, no dia 30 de novembro de 1980. Cantor, compositor, poeta e violonista, ele nasceu no Rio de Janeiro como Angenor de Oliveira. Ganhou o apelido na juventude por usar um chapéu-coco e foi um dos fundadores da escola de samba Estação Primeira de Mangueira. Em homenagem ao artista, que faz parte da história do samba, o Ecad (Escritório Central de Arrecadação e Distribuição) fez um levantamento sobre as suas obras musicais. As Rosas Não Falam e O Mundo é um Moinho se destacam no estudo do Ecad como as primeiras músicas do ranking das mais gravadas até hoje e das mais tocadas nos últimos cinco anos nos principais segmentos de execução pública. Entre os intérpretes que mais escolheram as suas canções para gravar, a liderança do ranking ficou com o cantor e compositor Elton Medeiros, que faleceu no ano passado. Logo em seguida, a lista conta com nomes como Ney Matogrosso, Nelson Sargento e Teresa Cristina. O músico tem 149 canções e 109 gravações cadastradas no banco de dados do Ecad. Nos últimos cinco anos, mais de 80% dos rendimentos em direitos autorais pela execução pública de música destinados a ele foram referentes aos segmentos de Música ao Vivo, Show e TV. É importante ressaltar que seus herdeiros continuam recebendo os direitos autorais pela execução pública de suas músicas. Esse pagamento é assegurado por 70 anos após a morte do autor (ou do último autor, em caso de parcerias), conforme determina a lei do direito autoral (9.610/98). Ranking das músicas de autoria própria mais tocadas nos últimos cinco anos Lugar Música Autores 1 As rosas não falam Própria 2 O mundo é um moinho Própria 3 O sol nascerá Elton Medeiros/Cartola 4 Alvorada Hermínio Bello de Carvalho/Cartola/Carlos Cachaça 5 Tive sim Própria 6 Corra e olhe o céu Dalmo Castello/Cartola 7 Sala de recepção Própria 8 Acontece Própria 9 Ao amanhecer Própria 10 Disfarça e chora Dalmo Castello/Cartola 11 Peito vazio Elton Medeiros/Cartola 12 Minha Própria 13 Cordas de aço Própria 14 Amor proibido Própria 15 Sim… Cartola/Oswaldo Martins 16 Preciso me encontrar Própria 17 Ensaboa Própria 18 Não quero mais amar a ninguém Cartola/Carlos Cachaça/Zé da Zilda 19 Autonomia Própria 20 Chega de demanda Própria Músicas mais gravadas por outros intérpretes Posição Música 1 As rosas não falam 2 O mundo é um moinho 3 Acontece 4 O sol nascerá 5 Alvorada 6 Cordas de aço 7 Tive sim 8 Corra e olhe o céu 9 Peito vazio 10 Disfarça e chora 11 Autonomia 12 Sim… 13 Amor proibido 14 Não quero mais amar a ninguém 15 Sala de recepção 16 Divina dama 17 Ensaboa 18 Basta de clamares inocência 19 Ciência e arte 20 Quem me vê sorrindo Intérpretes que mais gravaram músicas de Cartola Posição Intérprete 1 Elton Medeiros 2 Ney Matogrosso 3 Nelson Sargento 4 Teresa Cristina 5 Márcia 6 Beth Carvalho 7 Leny Andrade 8 Eveline 9 Paulo Malaguti 10 Rita Peixoto 11 Soraya Ravenle 12 Rose Maia 13 Gilson Peranzzetta 14 Alcione 15 Paulinho da Viola 16 Muri Costa 17 Zeca Pagodinho 18 Álvaro Fernando 19 Nelson Gonçalves 20 Vanessa Falabella
Ken Hensley, membro do Uriah Heep, morre aos 75 anos
Cantor e compositor Johnny Nash morre aos 80 anos
Artistas se despedem de Eddie Van Halen nas redes

A morte do guitarrista e fundador do Van Halen, Eddie Van Halen, entristeceu o mundo roqueiro nesta terça-feira (6). Vítima das complicações de um câncer, o músico sai de cena aos 65 anos, mas deixa um legado imensurável para todos os fãs e apaixonados por música. Nas redes sociais, muitas bandas e artistas se despediram do guitarrista com lindas mensagens. Aerosmith Rest In Peace @eddievanhalen You will be missed! #Legend pic.twitter.com/A2dpG41dbS — Aerosmith (@Aerosmith) October 6, 2020 Flea, baixista do Red Hot Chili Peppers Oh man, bless his beautiful creative heart. I love you Eddie Van Halen, an LA boy, a true rocker. I hope you jam with Jimi tonight. Break through to the other side my brother. ❤️❤️❤️ https://t.co/XpcTlPJq9A — Flea (@flea333) October 6, 2020 “Eu amo você, Eddie Van Halen, um garoto de Los Angeles, um verdadeiro roqueiro. Eu espero que você toque com o Jimi hoje à noite. Boa passagem para o outro lado, meu irmão”. Billy Idol Rest in peace guitar legend Eddie Van Halen. 💔 We will miss you. #fuckcancer @eddievanhalen #eddievanhalen pic.twitter.com/S4vnN3tyWc — Billy Idol (@BillyIdol) October 6, 2020 “Descanse em paz, lenda da guitarra. Nós vamos sentir sua falta”. Gene Simmons, músico e fundador do Kiss “Meu coração está partido. Eddie não era apenas um deus da guitarra, mas uma alma genuinamente bonita. Descanse em paz, Eddie!” Tommy Thayer, músico do Kiss “Tão triste ouvir isso”. Fred Sablan, baixista de Marilyn Manson “Descanse em paz um dos melhores de todos os tempos”.
Eddie Van Halen morre aos 65 anos, vítima de câncer

O lendário guitarrista Eddie Van Halen morreu aos 65 anos, vítima das complicações de um câncer de garganta, contra o qual lutou nos últimos anos. A triste notícia foi confirmada por Wolf, filho e baixista do Van Halen desde 2006. No Twitter, Wolf prestou uma homenagem ao pai e falou da dor que está sentindo com a perda. Eddie Van Halen foi um dos maiores nomes da história do rock. “Não acredito que estou tendo que escrever isso, mas meu pai, Edward Lodewijk Van Halen, perdeu sua longa e árdua batalha contra o câncer essa manhã. Ele era o melhor pai que eu poderia pedir para ter. Cada momento que eu compartilhei com ele dentro e fora do palco foi um presente. Meu coração está partido e eu não acho que me recuperarei completamente dessa perda”. Vida e obra de Eddie Van Halen Eddie Van Halen nasceu Edward Lodewijk Van Halen em 26 de janeiro de 1955, em Nijmegen, na Holanda, onde passou seus primeiros anos. Seu pai, Jan Van Halen, nascido em 1920, era um músico talentoso de saxofone e clarinete. A mãe de Eddie era Eugenia Van Beers, que nasceu na Indonésia, em 1914. A família se mudou para os EUA em 1962 e se estabeleceu perto de outros membros da família em Pasadena, na Califórnia, onde Eddie e seu irmão estudaram no ensino fundamental. Eddie e seu irmão, Alex Van Halen (1952), tiveram aulas de piano desde cedo. E ambos se tornaram pianistas talentosos. A influência do piano foi claramente a base da carreira musical dos dois. Influências A invasão do movimento rock britânico no final dos anos 1960 hipnotizou os irmãos. Logo, eles abandonaram seus pianos e começaram a tocar bateria e violão. Inicialmente, Eddie era o baterista, Alex o guitarrista. No entanto, logo na sequência, eles trocaram de instrumentos, uma jogada inteligente porque Alex se tornou melhor na bateria do que Eddie, e a proeza e fama de Eddie como guitarrista de rock é uma história que dispensa comentários. Guitarristas de hard rock, como Eric Clapton e Jimmie Page, influenciaram o desenvolvimento de Eddie no instrumento. Entretanto, o líder do Van Halen foi considerado por muitos especialistas como o pioneiro do “Modern Rock and Roll Show”, no qual o guitarrista geralmente é o músico mais proeminente. Eddie também recebeu crédito por ser o guitarrista mais imitado de sua geração. Um importante reconhecimento que Eddie recebeu foi ser eleito o melhor guitarrista de rock durante o período de 1979-1983 pela influente revista Guitar Players. Em 2013, a revista Guitar World nomeou Eddie o Melhor Guitarrista de Todos os Tempos. Eddie Van Halen não apenas foi um dos melhores guitarristas de sua época, mas também esteve ativamente envolvido no desenvolvimento da guitarra elétrica. Guitarras projetadas Durante sua carreira, ele tocou em guitarras personalizadas que foram projetadas e / ou construídas por ele. Como resultado de sua habilidade no design de guitarras, ele se envolveu ativamente com as guitarras Kramer na década de 1980. Mais tarde, Eddie se mudou para a Ernie Ball Company, na qual criou sua própria linha de guitarras. Posteriormente, em meados dos anos 1990, ele mudou de fabricante e trabalhou com a Peavey. Mais tarde, se envolveu com a Fender Musical Instruments (FMIC), uma divisão da Charvell. Com a FMIC Eddie desenvolveu sua própria linha de marca chamada “EVH”. Crescimento com o Van Halen A ascensão de Eddie ao ápice de sua carreira foi, obviamente, realizada através da banda Van Halen. Em resumo, Eddie e Alex começaram a tocar em clubes locais na área de Los Angeles, com outros membros da banda, é claro, sob o nome de Mammoth no início dos anos 1970. Lembre-se de que naquela época eles eram apenas adolescentes. A qualidade da música, todavia, foi rapidamente notada por outros. Em 1974, os dois irmãos se juntaram a David Lee Roth, um “cantor de metal” que havia se apresentado com outras bandas na área de Los Angeles. Roth tinha uma experiência considerável em gerenciamento de banda e reconheceu o talento de Eddie. Naquela época, Michael Anthony também se juntou à banda como baixista. Como já havia outra banda Mammoth em Los Angeles, Roth propôs mudar o nome de sua banda para Van Halen. Naquela época, Eddie começou a empregar uma nova abordagem de tocar guitarra chamada de técnica “tap de duas mãos”, uma técnica que se tornou a marca registrada de Eddie e logo foi copiada por outros músicos. Com sua velocidade incrível e fraseado popular, Eddie rapidamente se tornou o melhor guitarrista da cena musical de Los Angeles. E o Van Halen ganhou projeção nacional. Apoio de Gene Simmons, do Kiss Em 1976, Gene Simmons, do Kiss, compareceu a um show do Van Halen e os ajudou a produzir uma demo. Eventualmente, a Warner Brothers conseguiu uma cópia da demo e, em 1977, assinou um contrato com a banda. Essa parceria resultou em uma série de álbuns multi-platina e turnês esgotadas. A banda se tornou nacional e logo internacional. Sem dúvida, no final dos anos 1970, Van Halen era a banda de rock and roll mais popular nos Estados Unidos e no exterior. Em 1985 houve um desentendimento entre David Lee Roth e os irmãos Van Halen. Roth saiu e foi substituído por Sammy Hagar. A mudança não afetou a popularidade da banda, indicando claramente que Eddie tinha o poder de atração dominante de todos os integrantes da banda. Nos anos posteriores, Sammy Hagar foi substituído por Gary Cherone e, a certa altura, Roth voltou para algumas apresentações. A vida pessoal de Eddie e seus problemas afetaram bastante a atuação da banda. O legado, no entanto, jamais será esquecido. Obrigado por tudo, Eddie Van Halen! Abaixo uma homenagem feita pelo ilustrador e chargista Marcelo Padron, cinco anos atrás.