Bratislava fecha ciclo criativo em single com Diogo Brochmann e Beto Mejia

Abraçando o desconhecido em direção a novos ventos, a Bratislava fechou um ciclo criativo com o lançamento de Quem Sabe, com participação de Diogo Brochmann (DINGO) e Beto Mejia (Remobília, Móveis Coloniais de Acaju). A faixa, que fala sobre se entregar a uma paixão e a ser um com o outro, foi composta como parte do repertório do álbum Parte Do Que Vem, chega para finalizar um ciclo e abrir portas para outros. “Essa foi uma das primeiras canções compostas para o Parte Do Que Vem. chegamos a gravar a canção para o disco, mas na reta final, na fase de mix, preferimos deixá-la de fora do disco porque ainda não estávamos satisfeitos. Às vezes a música escolhe a hora que quer nascer, e acho que foi o caso aqui. Quando encontramos o caminho dela foi uma alegria”, conta Victor Meira, responsável pelas vozes e teclas da banda, que conta também com José Roberto Orlando (baixo), Felipe Gonçalves (guitarra), Gustavo Franco (bateria) e Jonas Andrade (guitarra). Para a b-side, eles contarão com a participação de amigos de longa data, os arranjos de guitarra e violão no refrão, cortesia de Diogo, e a contribuição de Beto junto de Esdras Nogueira (Remobília, Móveis Coloniais de Acaju) na seção de sopros, exemplificam como as colaborações adicionam nuances e texturas ao resultado final. Atualmente finalizando as gravações do quinto álbum, a banda une rock alternativo, música brasileira e um olhar pop. Fundada há quase 15 anos pelos irmãos baianos Victor Meira e Alexandre Meira, a banda lançou quatro discos, fez turnês pelo Brasil e tocou em grandes festivais como Lollapalooza, COMA, Bananada, Conexão e Festival DoSol. Ouça Quem Sabe, da Bratislava, abaixo

Projeto que reúne músicos do Móveis Coloniais de Acaju, Remobília faz show em São Paulo

O Remobília volta a São Paulo com a turnê de seu primeiro álbum, Ponto final, nesta quinta-feira (20), com um show gratuito. O projeto reúne os músicos André Gonzales, Beto Mejía, Esdras Nogueira, Fernando Jatobá e Gustavo Dreher, que povoaram o indie nacional com a formação memorável do Móveis Coloniais de Acaju. O resultado é a vibração da saudação aos caminhos percorridos e um aceno esperançoso às novas estradas que serão trilhadas. O show acontece no Teatro Sergio Cardoso às 20h30. Os ingressos variam entre R$ 30,00 e R$ 60,00. “O reencontro sempre tem nostalgia, carinho e cuidado. E por aí pretendemos continuar caminhando. Tendo a música e arte como ponto de fuga e refúgio. A gente quer caminhar junto a quem combate intolerância, fascismo, misoginia, racismo. Queremos olhar para as escritas da vida e saber que existem outros fins para além da dor. Que a música nos inunde do que necessitamos”, pede Beto Mejía. O reencontro dos ex-integrantes do Móveis Coloniais de Acaju surgiu na oportunidade de um show onde André, Beto, Esdras, Jatobá e Dreher mostrariam o repertório de seus projetos individuais, além de canções icônicas que compartilharam em 18 anos de banda. Após a pausa no Móveis, os músicos seguiram colaborando em seus trabalhos solo, indo das músicas de bailes antigos do Sr. Gonzales Serenata Orquestra, passando pelo mundo infantil de Mejía até chegar nas viagens instrumentais do saxofone de Nogueira. Porém, o show de reunião do grupo estava marcado para 2020 – e, infelizmente, a pandemia também. “Não teve show. Ponto final. Sem encontro no palco, sem reencontro físico, distanciados, não nos fizemos distantes. As janelas que emolduraram nosso contato virtual durante 2020 deu nome ao nosso EP. O palco inexistente se tornou 4 canções inéditas. A música atou os nós da distância que se empunha. As canções manifestaram a certeza que terminaríamos aquele ano juntos. Mas muitos se foram. Era 2020. Era 2021. As perdas se estenderam. Não teve show. Ponto final”, resume André Gonzales. O grupo transformou o hiato forçado em um novo ponto de partida. Dois anos depois, as canções se multiplicaram e se tornaram nove. Outras inspirações, diferentes poéticas e uma renovada perspectiva marcam essa leva de composições, onde vaporwave, french house e rock gaúcho desembocam em ritmos cortantes, sintetizadores, violoncelos, dissonâncias. Entre a nostalgia noventista e o frescor do agora, Remobília celebra as impermanências para criar o novo. “O projeto virou banda. Remobília deixou de ser a recriação de um passado. Nosso nome é agora. Temos um álbum, o primeiro de muitos. Reticências, como diz Kimani na música que leva o nome do disco. Do projeto interrompido transbordou outro começo, não um recomeço. Esquece o ‘re’. Esquece a ‘mobília’. Remobília já tem novo sentido. Claro, possui raízes, mas floresce com outras cores, novas vozes, outros significados e vontades. Na copa dessa árvore as músicas se ligam a novos pontos”, completa o vocalista. As trajetórias trilhadas pelos integrantes após a pausa do Móveis por tempo indeterminado são múltiplas, diversas. Essas novas experiências se recombinam em Remobília, um encontro de velhos amigos com olhares renovados, ouvidos famintos e corações cheios. O disco “Ponto final” já está disponível nas principais plataformas de música. O evento é realizado com o apoio do FAC – Fundo de Apoio à Cultura da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal. O teatro fica localizado na Rua Rui Barbosa, 153. PALCO BIXIGA APRESENTA: REMOBÍLIA Data: 20/04/2023 (quinta-feira)Local: Teatro Sergio CardosoEndereço: Rua Rui Barbosa, 153. Valores de ingresso. R$60 / R$30 Ingresso Social R$40 + alimento ou agasalho

Remobília convida a novos começos no álbum Ponto final

Remobília ressignifica os reencontros e dá novo sentido aos recomeços no primeiro álbum, Ponto final. O título, aparentemente ambíguo, apresenta um grupo aberto ao próximo capítulo, já iniciado com um EP. O projeto reúne os músicos André Gonzales, Beto Mejía, Esdras Nogueira, Fernando Jatobá e Gustavo Dreher, que povoaram o indie nacional com a formação memorável do Móveis Coloniais de Acaju, agora somando uma outra gama de experiências solo. O resultado é a vibração do encontro, a saudação aos caminhos percorridos e um aceno esperançoso às novas estradas. O álbum vem para somar a uma sequência de singles já revelados por Remobília ao longo dos últimos meses e ao EP Janelas, de 2020. Agora, canções como a faixa-título (com participação da rapper Kimani) e Dia bonito ganham a companhia das inéditas Lâmina de faca, Nosso nome é agora, Feito nuvem, Novo delírio, Às vezes, Viver de outro modo e Janeiro. Na ficha técnica, surgem nomes de destaque do cenário nacional, como Moreno Veloso, Marcelo Callado e Frank Jorge. Em comum, as composições entregam a intimidade do familiar, mas com a candura do peito aberto para o novo. Remobília faz desse primeiro trabalho uma importante declaração sobre amor, respeito e aquilo que nos torna humanos. “Ponto final é o nosso primeiro disco. É um disco que fala sobre conduta. Conduta de amor, cuidado e carinho, mas também de raiva e revolta. No entanto, também traz brisa e dias bonitos. Não que os tempos tortuosos tenham acabado, mas reencontros são necessários e são lugares de potência. O reencontro sempre tem nostalgia, carinho e cuidado. E por aí pretendemos continuar caminhando. Tendo a música e arte como ponto de fuga e refúgio. A gente quer caminhar junto a quem combate intolerância, fascismo, misoginia, racismo. Queremos olhar para as escritas da vida e saber que existem outros fins para além da dor. Nos vemos em breve nos palcos. Que a música nos inunde do que necessitamos”, pede Beto Mejía. O reencontro dos ex-integrantes do Móveis Coloniais de Acaju surgiu na oportunidade de um show onde André, Beto, Esdras, Jatobá e Dreher mostrariam o repertório de seus projetos individuais, além de canções icônicas que compartilharam em 18 anos de banda. Após a pausa no Móveis, os músicos seguiram colaborando em seus trabalhos solo, indo das músicas de bailes antigos do Sr. Gonzales Serenata Orquestra, passando pelo mundo infantil de Mejía até chegar nas viagens instrumentais do saxofone de Nogueira. Porém, o show de reunião do grupo estava marcado para 2020 – e, infelizmente, a pandemia também. “Não teve show. Ponto final. Sem encontro no palco, sem reencontro físico, distanciados, não nos fizemos distantes. As janelas que emolduraram nosso contato virtual durante 2020 deu nome ao nosso EP. O palco inexistente se tornou 4 canções inéditas. A música atou os nós da distância que se empunha. As canções manifestaram a certeza que terminaríamos aquele ano juntos. Mas muitos se foram. Era 2020. Era 2021. As perdas se estenderam. Não teve show. Ponto final”, resume André Gonzales. O grupo transformou o hiato forçado em um novo ponto de partida. Dois anos depois, as canções se multiplicaram e se tornaram nove. Outras inspirações, diferentes poéticas e uma renovada perspectiva marcam essa leva de composições, onde vaporwave, french house e rock gaúcho desembocam em ritmos cortantes, sintetizadores, violoncelos, dissonâncias. Entre a nostalgia noventista e o frescor do agora, Remobília celebra as impermanências para criar o novo. “O projeto virou banda. Remobília deixou de ser a recriação de um passado. Nosso nome é agora. Temos um álbum, o primeiro de muitos. Reticências, como diz Kimani na música que leva o nome do disco. Do projeto interrompido transbordou outro começo, não um recomeço. Esquece o ‘re’. Esquece a ‘mobília’. Remobília já tem novo sentido. Claro, possui raízes, mas floresce com outras cores, novas vozes, outros significados e vontades. Na copa dessa árvore as músicas se ligam a novos pontos”, completa o vocalista. As trajetórias trilhadas pelos integrantes após a pausa do Móveis por tempo indeterminado são múltiplas, diversas. Essas novas experiências se recombinam em Remobília, um encontro de velhos amigos com olhares renovados, ouvidos famintos e corações cheios. O disco “Ponto final” já está disponível nas principais plataformas de música.